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segunda-feira, 17 de setembro de 2007

QUO VADIS DOMINUM?

QUO VADIS DOMINUM ?

“Faz algum tempo que enxergo que estou envelhecendo, ao menos segundo o calendário”.
Porem, não senti nenhuma troca dentro de minha cabeça. Sinto alguns leves achaques físicos,
mas mentalmente me encontro tam vivaz como sempre.
Vocês poderão responder que eu não posso notar a minha decadência . Se meus processos mentais perdem sua flexibilidade e versatilidade, estaria julgando com um cérebro deteriorado e não poderia advertir minhas deficiências. Se estivesse nos últimos graus de senilidade, e meu cérebro em plena decadência, como poderia saber que já perdi minhas faculdades?
Por fortuna, tenho um jeito para demonstrar minha boa forma. Escrevo como sempre e meus escritos parecem tão bons como de costume , e não só em minha opinião , senão também na opinião de meus editores e leitores. Que não tem razão alguma para mentirem.
Não sei por quanto tempo poderei me conservar assim, mas espero seguir deste modo enquanto viva.”(*)”.
(*) Escrito por Isaac Asimov 1920-1992 em seu ensaio Adeus à Juventude.

.Na atualidade, o conceito de velhice esta sendo submetido a um processo de profunda revisão e exaustiva análise, já que o significado que historicamente tem prevalecido resulta cada vez mas ambíguo.
Assim, algumas especialidades médicas consideram que o envelhecimento dos seres humanos consiste num conjunto de transformações que acontecem no organismo de maneira tal que modificam o estado de saúde, incapacitam e limitam as faculdades físicas e psíquicas da pessoa. Segundo este critério, o fenômeno da velhice é uma transformação degenerativa que se verifica ao longo do tempo de vida do ser humano.
Desde a ótica das Ciências Sociais, os profissionais deste campo do conhecimento afirmam que a velhice é resultado das mudanças experimentadas pelo homem através das idades no que respeita a atitudes, capacidade biológica e as influências de tempo e ambiente. Considerando a posição adotada pelos cientistas sociais, é evidente que, para eles, a velhice é um processo longo e complexo que se originam na relação do homem com seu entorno Social e Cultural, com o qual se quer dar a compreender que envelhecer implica uma modificação significativa do indivíduo humano com respeito a seu habitat. Em outra ordem de idéias, uma parte considerável de psicólogos afirmam que a velhice é um conceito indefinido que pode atribuírse a toda pessoa que se encontra no último lapso da sua vida. (Infância – Adolescência- Idade Adulta – Velhice)
A posição adotada pelos profissionais da Psicologia, é contrária ao que acredita muita gente bem informada, quando asseguram que a velhice não está necessariamente relacionada com a idade do indivíduo e sim com muitos outros fatores tais como: sentirse inútil, perda da ilusão pela vida, deterioro físico e mental, etc
Esta amostra anterior indica que o conceito de velhice não está definido ainda claramente para a generalidade dos homens ou para os homens de ciência e profissionais que indagam nesse campo; sim, pode afirmarse que existe uma idade determinada na que com muita freqüência ocorrem fatos concretos e significativos que fazem ao ser humano ingressar na categoria de adulto velho. Todo ser humano experimenta câmbios, físicos e mentais, na medida que nele se desenvolve o processo de envelhecimento; não ocorre o mesmo com a educação, já que está plenamente demonstrada a hipótese segundo qual se conserva quase intacta, e de maneira permanente, a faculdade de adquirir novos conhecimentos; o homem pode aprender em qualquer etapa da sua vida.

IMAGINAÇÂO. CRIATIVIDADE , APRENDER É DESAPRENDER

A criatividade é ... ver algo que todavia não existe. Aprender a descobrir, inventar, novos caminhos, agir de novo modo , etc.
Isto é uma coisa que todos fazemos nos primeiros anos de nossa vida Um bebê normal é um ser geneticamente programado para aprender. Não tem necessidade de ensinar lhe a aprender: encontra rapidamente o essencial, e sabe “afastar a palha do grão”.
Com os anos, após desse saber inicial essa capacidade se perde. Um adulto costuma se perder nos meandros da novidade, ele tem métodos ineficazes que o travam e, quase sempre, termina aprendendo só com um grande esforço e vontade Um verdadeiro desastre ! Como se chega a um estado tão decadente ? A escola, o instituto, a universidade fizeram sua parte importante no processo. Ignoro em que proporção, mais presumo que muita ... pode ser mais do que estamos dispostos a aceitar.....
Basta com observar um “primitivo”, um índio ou um analfabeto para enxergar que alguma coisa não funciona direito no adulto “normal” do século XXI: não escuta bem, não olha o suficiente, não percebe pautas repetitivas, sempre espera que outro adulto lhe tire as castanhas do fogo em forma de respostas adequadas (se quer apreender),e se não se limita a repetir “tópicos”, frases feitas e pensamentos velhos.
Não se trata de apagar nossa experiência previa , experiência que por outro lado permite ler estas frases e captar suas idéias essenciais, suponho. Se não reestrutura lhe para fazê-la mais eficiente. Essa troca pode levar à confusão e a perda de certa capacidade de aprendizagem. Mas uma vez superado o impacto inicial se abrem novas possibilidades para recuperar aquilo que sempre foi nosso e para o qual estamos biologicamente predeterminados. O processo de entrada na cultura, na socialização da criança, parece frear sua criatividade. Quando a criança se encontra na creche, todas suas criações são avaliadas como tais. Como o resultado da sua criatividade Todos seus atos criativos se valorizam .Às vezes resulta difícil aos pais aceitar que esses rudimentos de desenho são resultado do ato criativo de seu filho. E aparece a crítica, o juízo, que a os poucos desgasta a capacidade criadora e obriga à criança a ocultar o que deveria ser estimulado.
A criança é espontaneamente criativa, aprende a ser como aprende a caminhar, falar, sorrir....Após, e já não tão espontaneamente, aprende a ler, escrever, somar, e demais saberes da escola. Aprende fundamentalmente conhecimentos que são definidos pelos adultos como importantes, então esses aprendizados espontâneos são deixados de lado e passam a um segundo plano. Nossa concepção da educação não parece aprofundar em como pensar melhor, como perguntarse é perguntar mais profundamente como chegar a ser mais criativo. Se aceitarmos a idéia de que a inteligência é o resultado da educação e não uma questão de genes, preservaríamos em nós e em nossas crianças uma atitude similar à criança que fomos. Alguns gênios chegam a ser precisamente assim; conservam seus instantes de criação. Em seu interior uma voz quase apagada continua falando: faz aquilo, atrevasse a experimentar, prova, prova, atrevasse a jogar, A criança cria brincando. Quando brinca é livre
Criação, criador, criativo, são termos que derivam da palavra cratera, “boca do vulcão”. Não é casual seu significado já que a criatividade é um fogo, uma combustão interior. Porém, poucos somos os que nos atrevemos a ela A maneira de encarar a vida com confiança, curiosidade, entusiasmo, liberdade inicial de bloqueios e barreiras. O criativo frente a uma situação nova provavelmente se encontre perdido igual a nós, mas essa situação não paralisa contrariamente motiva, incentiva ´para perguntar e perguntarse, para motivar e motivarse. Ele não se bloqueia.
O medo ao fracasso, à equivocação, ao ridículo, à opinião alheia, paralisa. O fracasso é só antecipação do sucesso, sempre que possamos aprender dele. Nossa formação educativa tende a avaliar negativamente ao fracasso , como conseqüência o medo ao erro é muito grande. Isso faz que minha exagerada crítica imediata anule as oportunidades de fazer algo diferente. Não dou tempo a minhas idéias de amadurecer, as mato antes de nascer. Muitas idéias antigas são pesados móveis antigos que guardamos em nossa mente. Uma das máximas favoritas de Einstein era “O importante é seguir perguntando sempre” para o exterior e também a nosso interior. Isto é eixo de uma permanente criatividade. Essa é a forma de agir da criança.
O escritor argentino Abelardo Castillo escreve em sua obra “Ser escritor” :
Idéias perigosas Às pessoas chamam de idéias perigosas às idéias novas. Se fossem honrados deveriam falar perigosas para mim. Bem olhado uma idéia nova é raríssima, ela é a resposta da inteligência a uma necessidade humana nova , daí que as chamadas idéias perigosas sejam as únicas necessárias, ou realmente perigoso são as velhas idéias. Tem a imobilidade e fascinação da morte, é falando com sinceridade, quem corre verdadeiro perigo quando aparece uma idéia nova é seu inventor.

Você já ouviu falar de Rita Levi Montalcini? ...ela é autora de um livro chamado “O ás na manga"
Além disso esta senhora Rita recebeu o Premio Nobel de Medicina em 1986 por seu descobrimento de uma proteína que estimula o crescimento das fibras nervosas do cérebro. Mas o mais surpreendente é que a autora o escreveu aos 93 anos. Ela sustenta a idéia de que o cérebro é o ás na manga que temos todas as pessoas e que devemos aprender a jogar com acerto na velhice, a fase mais temida do percurso vital. Fala: “No jogo da vida a carta mais alta é a capacidade de valerse por si mesmo em todas as faces vitais, porém especialmente na senil, valerse das atividades mentais e psíquicas próprias. A autora desdenha lamentações lúgubres da velhice para afirmar que o cérebro pode seguir funcionando até avançada idade. Já que é certo que perde algumas capacidades, as substitui por outras que compensam e incluso superam as perdidas. A criatividade seria a melhor maneira de compensar essa perda numérica com aumento das ramificações e a utilização de circuitos de neurônios alternativos. Fala o Talmud:” Cada folha de grama tem seu Anjo que se ajoelha e sussurra Cresce...Cresce....-

“As mentes humanas de sucesso são muito mais importantes que o produto ou a empresa”

“Se o empregador é quem tem a propriedade dos meios de produção, e na era do conhecimento o principal meio de produção é gris, pequeno, pesa 1,300 quilogramas e se chama cérebro humano, quem é o empregador e quem o empregado?”.

Estas frases provocantes são de Pablo L. Belly, autor de “ O Shock do Management, a Revolução do Conhecimento”


Morin afirma: “A maior contribuição de conhecimento do século XX foi o conhecimento dos limites do conhecimento. A maior certeza que nos foi dada é a indestrutibilidade das incertezas não somente na ação, mas também no conhecimento”
Só existem duas certezas na vida do ser humano, a morte e a incerteza. Como bem intitulo seu artigo José Leão da Cunha Filho, “ A Certeza da Incerteza Educa”. Essa certeza deveria aumentar nossa humildade e flexibilidade.
A educação é uma tarefa voltada para o futuro, e o futuro aparece cada vez mais marcado pela força do inesperado. Sempre foi do mesmo jeito, só que hoje se enxerga melhor. Caos e incerteza.
Os recursos mais importantes de uma empresa já não se podem tocar, (ao menos sem correr o risco de sofrer uma denuncia por acosso sexual). A boa noticia é que nunca se pode ser demasiado inteligente. Ainda não se conhece uma empresa que faliu por ter demasiado talento.
O mundo está preste a conferir o fato que o poço do talento deverá diminuir, pelo menos no mundo pós-industrial.
Nos próximos 10 anos, o número de pessoas entre 35 e 44 anos descerá em 15% com relação à população total, tanto na Europa como nos Estados Unidos. A queda nos indicadores da natalidade e envelhecimento da população são os ingredientes desta bomba relógio. Conclusão: A maior parte das organizações podem ser tomadas como reféns por um pequeno número de pessoas. Chamamos a elas estrelas competentes chave. São as poucas pessoas que fazem que as coisas aconteçam realmente. Sabem como utilizar suas fortalezas e conviver com suas debilidades. E encontrarmos estes nômades em todas partes.
Quando os vírus informáticos “Melisa” e “Love Letter” originaram um caos no mundo todo Que fiz o FBI? Chamou a seus expertos para resolver o problema? Não, contratou a um hacker escandinavo de 17 anos. O talento tem rostos diferentes, se apresenta em uma variedade de formas e tamanhos. Aparecem mais como erros de um sistema educativo e empresarial que como experiências formativas de sucesso.
De acordo com os autores de “Karaoke Capitalism”, os indivíduos com talento são monopólios movíeis com passaportes globais.
Os diretores das companhias terão que lidar com pessoas que são livres para saber, ir, fazer e ser.
Em uma consulta recente 80% dos diretores de primeiro nível acredita que para 2010 atrair e reter as pessoas será o problema número um.
O mercado do talento não opera como o das matérias primas. Os indivíduos de talento são únicos e distintos. Os economistas descreveriam o mercado do talento como imperfeito. O poder está em processo de ser transferido desde os proprietários do capital financeiro a quem controla o capital intelectual. No nicho de trabalhadores talentosos de gola dourada as empresas podem acabar sendo tomadoras de preço e sendo forçadas a aceitar qualquer tipo de salário sugerido pelos talentosos. Todo recurso escasso é fundamental e valioso. Os efeitos colaterais são óbvios.
Para as almas desafortunadas – trabalhadores que podem considerasse commodities sem um conhecimento especial- a nova realidade e um mundo de competência assassina. Estes indivíduos vendem um serviço não diferenciado, do qual tem abundancia no mercado global, em competência com milhões, a empresas internacionais.
Um engenheiro da Espanha ou Estados Unidos é tão bom como um do Brasil ,Índia ou China. Estes engenheiros trabalharam por menos de 20.000 dólares / ano. O arquiteto, o engenheiro o economista que não possua talento real já não está em segurança.
Como escreve Belly “as pessoas ou empresas que desejem triunfar nesta era devem saber que a melhor semeadura se deve fazer na cabeça, já que a coleta de conhecimentos está, estará e continuará em alça”.
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