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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Coaching Ontológico - A proposta.-

COACHING

A proposta ontológica
A proposta ontológica se concentra em transformar o tipo de observador que somos como passo prévio a modificar nossa capacidade de ação. Procurando aprendizados de segundo ordem que nos permitam observar uma realidade de formas diferentes, podemos aumentar nossa capacidade efetiva de ação, não tanto trocando diretamente os elementos externos quanto cambiando nossa maneira de enxergarmos e entendermos.
No enfoque ontológico o coach procura detectar a estrutura básica da forma de ser do coachee , entendendo assim como opera no mundo de forma genérica.
Deste enfoque são fundamentalmente os três domínios para a intervenção do coach: Linguagem, Emocionalidade e Corporalidade.

1.- Acerca da Linguagem o coach procura compreender quais são os “juízos mestres” que determinam a forma de observar e atuar ao coachee. E falar, como pensa a respeito do mundo, dos que o rodeiam, do passado, do futuro, e dele mesmo. Estes juízos geram senso e interpretam os fatos cotidianos, estabelecendo limites no aprendizado e gerando sentido e interpretando o que nos acontece. Deste domínio também se analisa como conversa o coachee (Como propõe e indaga, como pede e oferece, como gestiona seus compromissos, que coerência existe entre o que pensa, sente e faz, como pede perdão, como fala NÂO, como elabora e desenha conversações, etc.).

2.- Enquanto as Emoções o Coach procura conhecer quais são as emoções básicas que caracterizam ao coachee, para tratar de produzir deslocamentos nas mesmas, que permitam observar e fazer coisas que antes não podia.
Assim por exemplo se nos sentimos ressentidos ou resignados, se nos fecham portas e não enxergamos muitas possibilidades que sim contemplaríamos desde a paz ou a ambição.

3.- O terceiro domínio de análises e intervenção é a Corporalidade, onde se observa literalmente como estamos “parados” no mundo, que posturas adotamos, como nos deslocamos. Trata-se de reconhecer e interpretar os sinais que nos envia nosso corpo para que trocando movimentos e gestos, por exemplo, possamos atingir os objetivos propostos.
Mediante simples exercícios de relaxação e respiração podemos, por exemplo, predispusermos
a sentir e atuar na linha desejada.
Entre os três domínios, Linguagem, Emicionalidade, e Corporalidade, existe uma estrutura de coerência que faz que as manifestações dos três estejam alinhadas e se realimentem mutuamente.
Na intervenção ontológica se atua desde qualquer dos três domínios , conseguindo deslocamentos e aprendizados nos dois restantes. Em função do coachee e do tema objeto do trabalho estará mais indicado trabalhar em um ou outro domínio. A intervenção ontológica se centra no principio de autonomia do coachee. Ele é quem decide, quem opta e em último termo quem resolve. O objetivo é que enxergue a realidade desde outras perspectivas e que autodescobre limitações e talentos para poder definir seu plano de atuação, expandindo assim seu poder de ação e aprendizado.
A autoridade e confiança que da o coachee a seu coach são fundamentais para que possa declarar seus “quebres”, limitações e desejos mais profundos, Ele é, em principio, quem marca o ritmo e tema da conversação. “O coach é antes de tudo um construtor de confiança,” diz Echeverria.
Pelo que comento com outros colegas coachess, formados em escolas diferentes, existem muitas similitudes na forma de entender o coaching, assim como nas ferramentas e metodologias a seguir. Porém acredito que o enfoque ontológico é dos mais profundos e, se me permitem, atrevido, arrojado. Desde o afeto, o respeito profundo e a não direção, se trata de fazer consciente o mais profundo de um ser humano para que ele decida até onde e como quer transformar-se ou deslocar-se , sempre dentro das limitações estruturais que todos temos.
Quando te formas como coach ontológico profissional (período extenso, intenso, e para mim fascinante e de grande autodescobrimento pessoal), começa a descobrir e valorizar uma série de princípios como são: Autenticidade, Humildade, Respeito, Serenidade, Ambição, Curiosidade, Desenvolvimento, etc. que além de tratar de que sejam descobertos pelas pessoas a que fazes coaching, fazem a você sentir-se melhor e trabalhar em uma re-construção pessoal .
Por último me agradaria destacar uma vez mais o poder e força transformadora rumo ao aprendizado e alcance de objetivos que acredito tem o coaching, seja como canal isolado ou complementar a outros (Formação presencial, Outdoor, e learning....) em programas de desenvolvimento de habilidades diretivas ou Liderança.
É triste ver como nos limitam muitas emoções e juízos (p. ex. Quer agradar continuadamente, ser perfecionistas no excesso, não saber pedir, não saber falar não, transmitir quase constantemente uma imagem que não nos gosta, sentirmos traídos ou vendidos, viver com medo, etc.) que nos fazem sentirmos infelizes e limitam seriamente nosso desempenho.
Acredito sinceramente que com o coaching podemos liberar muito de nosso talento e conseguir coisas que não somos capazes de imaginarmos. Façamos do coaching uma pratica séria e profissional, que permita melhorar a qualidade de nossos profissionais colaborando assim em criar uma sociedade melhor. Este é nosso compromisso com a sociedade.

Ovídio Peñalver Martinez.
Diretor de Consultoria em Recursos Humanos.

"O soprador de Brasas."

Atribuir poder e responsabilidades, desenhar e implementar novas formas de ação são finalidades básicas de um coaching de sucesso.

Muitas vezes, querendo saber o que é coaching , as pessoas me perguntam:

— Qual é seu trabalho. O que faz um coach ?

Respiro profundamente, lembro-me das situações e das muitas pessoas que treinei e que, neste processo, despertaram o melhor de si e respondo:

— Eu sou um soprador de brasas.

Leonardo Wolk*

*Coach , consultor de empresas, palestrante, facilitador, conferencista internacional e autor do livro Coaching: el arte de soplar brasas. Buenos Aires: Tusquets, 2003.
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