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domingo, 8 de março de 2009

A ALEGRIA DE VIVER NA CERTEZA.




LA ALEGRIA DE VIVIR EN LA CERTEZA.


La sabiduría es un saber... Pero un saber vivir. Se puede reconocer en una cierta serenidad, pero todavía más en una cierta alegría, una cierta libertad, una cierta eternidad y un cierto amor. Sabio es quien no tiene necesidad, para ser feliz, de mentirse, ni de contarse cuentos, ni siquiera de tener suerte".
"La verdadera sabiduría no es un ideal, sino un estado, siempre aproximado, siempre inestable..., una experiencia y un acto. No es un absoluto, sino un máximo (y, en cuanto tal, relativo): es el máximo de felicidad, es el máximo de lucidez. Depende de la situación de tal o cual, de las capacidades de tal o cual; en suma, del estado del mundo".
"No es un absoluto [la sabiduría], sino la manera siempre libre de habitar lo real, que es el único absoluto verdadero... El sabio no tiene amo, pero tampoco dominio, salvo sobre sí mismo; no tiene Iglesia, ni pertenencia, ni apegos, ni adhesiones... Ni siquiera su felicidad le pertenece... Se ha desprendido de sí mismo y de todo... Por eso es quizás feliz: porque no tiene necesidad de serlo. Ya sabio: porque no cree ya en la sabiduría".


“A sabedoria é um saber...Porém um saber viver. Se pode reconhecer numa certa serenidade, porém ainda mais numa certa alegria, numa certa liberdade, numa certa eternidade e um certo amor. Sábio é quem não tem necessidade para ser feliz de mentir se, nem de contar se contos, nem sequer de ter sorte”
“A verdadeira sabedoria não é um ideal, senão um estado, sempre aproximado, sempre instável..., uma experiência e um ato. Não é um absoluto, senão um máximo (e em quanto tal, relativo) : é o máximo de felicidade, é o máximo de lucidez. Depende da situação de tal ou qual, das capacidades de tal ou qual; em suma, do estado do mundo”.
“Não é um absoluto [a sabedoria], senão a maneira sempre livre de habitar o real, que é o único absoluto verdadeiro...O sábio não tem amo, porém tampouco domínio, salvo sobre ele mesmo; não tem igreja, nem pertences, nem apegos, nem adesões...Nem sequer sua felicidade lhe pertence...Se há desprendido de ele mesmo e de tudo...Por isso é quiçá feliz: Porém não tem necessidade de ser. Já sábio: porém não acredita já na sabedoria”.
André Comte-Sponville
Filosofo Francês Contemporâneo.
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