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terça-feira, 14 de julho de 2009


OS SETE HÁBITOS DE COVEY

O Modelo dos Sete Hábitos do guru Stephen Covey da gestão da liderança é uma teoria que é aplicável a nossa vida pessoal, social e laboral.

Sem embargo o marco dos Sete Hábitos é aplicável para líderes e gerentes. Segundo Covey, nossos paradigmas afetam a forma como interatuamos com os demais, o qual, como resposta, afeta como os outros atuam conosco. Por tanto Covey afirma que qualquer programa do esforço pessoal deve começar de “dentro para fora”, uma forma de aproximação que exige que observemos aos nossos problemas como estando fora do cenário, na platéia.

Devemos começar examinando nosso próprio caráter, paradigmas e motivos.

Os sete hábitos de Covey.

1• Seja proativo. Esta é a capacidade de controlar seu entorno, mais bem que ao contrário, que é habitualmente o caso. Os gerentes necessitam controlar seu próprio entorno, usando a autodeterminação e a capacidade de responder a diferentes circunstâncias.

2• Comece com o resultado final na mente. Isto significa que o gerente deve poder ver o resultado desejado e concentrar-se nas atividades que permitiram alcançar esse resultado.

3• Coloque o primeiro em primeiro lugar. Um gerente deve saber administrar-se a si mesmo. Pessoalmente. E os gerentes devem programar atividades que apontem a alcançar o segundo hábito. Covey diz que o segundo hábito é o primeiro, a criação mental; o hábito 3 é o segundo, a criação física.

4• Pense em alternativas ganhar-ganhar. Este é o aspecto mais importante da direção interpessoal, porque a maioria dos logros se baseia em esforços compartilhados. Por tanto, a meta tem que ser um tipo de solução ganhar – ganhar para todos.

5• Procure primeiro entender e logo ser entendido. Desenvolvendo e mantendo relações positivas através de uma boa comunicação, faz que os demais entendam ao gerente, e assim, ele pode a sua vez entender a seus colaboradores.

6• Gere Sinergias. Esse é o hábito da cooperação criativa: o princípio no qual a colaboração para lograr um propósito a miúdo logra muito mais do que se propunham lograr os indivíduos se tivessem trabalhado independentemente.

7• Afiar o machado. Devemos aprender de nossas experiências anteriores. E devemos animar aos outros para que façam o mesmo. Covey vê o desenvolvimento como um dos aspetos mais importantes para poder fazer frente aos desafios, e para aspirar a níveis mais elevados de desempenho.

Em seu livro editado em 2004: “O 8vo. Hábito: From Effectiveness to Greatness” (Da Eficacia à Grandeza), Covey introduz um oitavo hábito adicional:

8• Encontre sua própria voz e faça que sua voz inspire a outros para que encontrem a sua. Alentar para atingir a “grandeza”, significa atuar com integridade como pessoa e ajudar a outros para que façam o mesmo.

Grandeza pessoal: Aplicação dos 7 hábitos nas formas de visão, disciplina, paixão e consciência.

Grandeza na Liderança: os 4 papeis da liderança,

Encontrar a trajetória, criando o modelo.

•Alinhamento, criar um sistema de trabalho tecnicamente impecável.

•Emponderamento*, liberar o talento, a energia e a contribuição às pessoas.

• Dar o exemplo, para construir confiança nos outros é o coração da liderança eficaz.

Grandeza Organizacional: Isto é grandeza convertida numa visão, uma missão e uns valores. Isto traz claridade, compromisso, difusão, sinergia e permite a confiabilidade.

(*)O que é empoderamento (Empowerment)


Segundo Ferdinand Cavalcante Pereira*

Doutor em Sociologia
Professor da Universidade Federal do Piauí

Empoderamento significa em geral a ação coletiva desenvolvida pelos indivíduos quando participam de espaços privilegiados de decisões, de consciência social dos direitos sociais. Essa consciência ultrapassa a tomada de iniciativa individual de conhecimento e superação de uma situação particular (realidade) em que se encontra, até atingir a compreensão de teias complexas de relações sociais que informam contextos econômicos e políticos mais abrangentes.
O empoderamento possibilita tanto a aquisição da emancipação individual, quanto à consciência coletiva necessária para a superação da “dependência social e dominação política”.


E BOM O MESTRADO?

Deixou-me agradavelmente surpreendido o artigo do ex-ministro espanhol e catedrático Jordi Sevilla em EXPANSION-EL MUNDO. 04-14-2009.

“A verdade é que, eu mesmo, perdão pelo egocentrismo, pensei a miúdo que os professores são um pouco iludidos. Quase nenhum aplica o que se explica nas aulas. Reconheço que nos movemos no mundo das idéias.

Só nos falta uma lira, para teorizar a ritmo poético”.

Algumas reflexões específicas:

1. - faz vinte anos que se fala de Orientação ao Cliente.
a pós-venda continua sendo um calvário para a maior parte das pessoas na maior parte dos negócios.

2. - se fala de ética nos negócios. Desde sempre. De forma enfática e na Espanha, após a caída de Mario Conde, se crucificou, momentaneamente, o modelo yuppie de conceber as relações humanas e profissionais, os acordos e sua vigência. A ética parecia ganhar. Porém era um parecer, pelo visto.

3. - A RSC (Responsabilidade Social) é uma bonita proclama de professores afastados, na realidade, da toma de decisões. A ninguém importa uma ova, não nos enganemos, e em geral, se da à mesma consideração que às artes: não pede pão, ou só pede pão, e aporta imagem!!. A empresa polui o planeta, mas gasta quantidades ridículas que parecem ingentes em investigar detergentes.

É ridículo, olhado friamente.

4. - Falar, nestes momentos, de marketing interno é, quando menos, infantil. Gestão do Talento, retenção do Talento. Belos discursos que soam bem. Farei o possível para que pareça que recito adequadamente as canções, porém farei, em minha empresa, o que saia mais barato à hora de despedir estes plebeus.Isso parece pensar, em realidade, debaixo dos poemas, a casta diretiva com que nos toca conviver. Sou pessimista.

Nas classes dos MBA, etc., somos uns teóricos que vivemos de costas à realidade. “De fato, alguns professores, são professores profissionais: não visitam jamais uma empresa, ou arriscam seu dinheiro numa delas”

No fundo, Sevilla, está apresentando um afastamento entre as escolas de negócios e a realidade do mercado, que é paralelas ao cem mil vezes criticadas caminhar por separado da empresa e a universidade.

Dicas para refletir:

Sugere-se realizar uma atualização acadêmica por década de vida. O seja, para a primeira década: a primária, a segunda: a secundária, a terceira: uma carreira de grau, a quarta: um pós grau e assim sucessivamente para manter a empregabilidade. Isto prepara a mente para um período de maior expectativa de vida laboral.

Deve-se despegar o MBA da carreira de grau; um tempo prudencial entre ambos são cinco anos. A carreira de grau não garante profissão, só garante haver aprovado os exames.

A profissão se obtém no exercício profissional.

Com cinco anos de atividade laboral se pode descobrir o amarre laboral para distinguir um geralista de um especialista.

Ademais o nível de reflexão de um MBA se potencia quando o estudante pode aportar sua experiência laboral e não só a experiência acadêmica que dá uma carreira de grau.

Não todos tem que fazer um MBA, só os que necessitam de uma visão geralista dos negócios ou os que tenham vocação para fazer-lo, porque as sociedades do conhecimento também necessitam de tecnólogos, não só geralistas.

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