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quinta-feira, 10 de setembro de 2009


Com a transparência não se brinca

09 de Setembro de 2009 – por José Angel Moreno Izquierdo

Uma das dimensões essenciais da flagrante irresponsabilidade que está na base da atual crise financeira é a ocultação e incluso o falseamento de informação por muitas entidades. Não é estranho, por isso, que se tem multiplicado as convocações de todo tipo (de organismos internacionais, de firmas consultoras, de expertos, de ONG e inclusive de instancias públicas) reclamando uma maior transparência nas entidades financeiras e, em geral, nas empresas. E muito especialmente, por suposto, nas de grande dimensão (que são as que mais dano causam com o obscurantismo ou a falsidade). Uma transparência, ademais, que não só pode limitar-se à informação financeira e de gestão habitualmente obrigada por lei. Tanto o mercado e os poderes públicos como a sociedade civil necessitam uma informação rigorosa, objetiva, comparável, avaliável e acessível de todos os riscos que as grandes empresas assumem na sua gestão e de todos os impactos que geram ou podem gerar em todas as vertentes. Não só os de caráter econômico-financeiro, senão também todos aqueles que devem recolher os chamados informes ou memórias de responsabilidade social ou sustentabilidade: os impactos nos clientes, fornecedores e empregados, nos Direitos Humanos, no meio ambiente, nos níveis de corrupção e fraude, na qualidade de vida geral e um longo etecetera. Porquê em todas essas vertentes a incidência da empresa (e sobre todo da de grande dimensão) têm uma importância inquestionável. Uma importância, não esqueçam, também econômica: porque se trata duma informação que pode afetar significativamente ao mercado.Tanto é assim que são cada vez mais numerosos os que consideram que um assunto tão grave não pode deixar-se livrado à voluntariedade das empresas. Desde logo, a RSE é algo eminentemente voluntário Mas não todos os elementos que a integram podem ser de cumprimento livre: a lei não pode deixar de fixar certos mínimos (que uma empresa responsável pode e deve superar) em aspetos fundamentais (totalmente assumidos em não poucos casos). Muitos pensamos que a transparência informativa sobre todas as implicações da empresa é um dele: a sociedade necessita saber onde a estão conduzindo as empresas com suas decisões e em que níveis de risco global a estão colocando.E quiçá também como consequência da crise, já não são só pessoas u organizações suspicazes com a empresa quem o reclamam. Neste mesmo Diário responsável se fazia eco recentemente seu Diretor de como um grupo relevante de grandes investidores tem pedido à SEC (a instituição reguladora dos mercados acionários nos Estados Unidos) que os informes sobre questões sociais, ambientais e de governo corporativo sejam de caráter obrigatório para as empresas cotizadas. E não por nenhum afã de escrutínio crítico, senão porque são conscientes de que se trata de uma informação absolutamente crucial para calibrar a qualidade integral das empresas (e, por tanto, a qualidade dos investimentos). Mas não deveria bastar com a exigência legal de informar publicamente sobre estes aspectos. Faz falta ademais garantir que a informação seja veraz, completa e comparável.
Reiterando ideias que já sinalei mais duma vez, acredito que é algo que exige certa intervenção dos poderes públicos (que, por suposto, deveria coordenar-se a nível internacional). Em primeiro lugar, para impor um determinado nível de estandardização que possibilite a comparabilidade, que facilite um melhor conhecimento e que permita uma avaliação relativa dos conteúdos dos informes de
RSEMas também para controlar com rigor a veracidade (na letra e no espírito) de esses conteúdos, porque não deveria permitir-se que as empresas no recolham nelas a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade: o que temo muito que não sempre fazem. E, como já sucede (e a ninguém estranha) com a informação financeira e contável básica, deveria considerar-se crime (penalizado) não fazê-lo.
Um controle, a sua vez, que deveria conduzir também a que fosse legalmente obrigatória a verificação dos informes de RSE por um agente externo qualificado (e acreditado publicamente) e independente e que essa verificação seja o suficientemente exigente (e regulamentada) como para assegurar uma absoluta credibilidade e um sólido nível de transparência.
E existe aqui muita coisa da que se deveria começar a falar com seriedade: porque nem a independência das agências verificadoras está assegurada quando estão pagas pelas empresas verificadas e são fornecedoras habituais delas (por altas que sejam as barreiras formais que se estabeleçam entre a auditoria e os restantes serviços) nem as verificações que se realizam são suficientemente exigentes e completas como para garantir plenamente que os conteúdos dos informes são certos e os dados que apresentam estão elaborados com os adequados critérios de objetividade e rigor. E muito menos para garantir (nem sequer quando se utiliza a norma AA1000 -sem duvida, muito positiva, pero quase sempre utilizada de forma muito parcial-) que esses conteúdos respondem realmente ao que os grupos de interesse de cada empresa querem que se explique prioritariamente. Certo é que são também firmas privadas e frequentemente fornecedoras das empresas as que auditam seus estados financeiros e contáveis, mas neste caso tanto a estrutura como os pormenores da informação, seus procedimentos de elaboração e a própria forma da auditoria estão perfeitamente detalhados pela lei (e por normas acordadas pelos governos a nível internacional), como também o estão tanto a responsabilidade de falsidade da informação como a responsabilidade do auditor. Acredito que esse deveria ser também o caminho na informação de RSE, por muito que neste âmbito a regulamentação resulte certamente muito mais complexa: mas também é maior a margem para o engano. Em definitiva, aspectos todos que, em minha modesta opinião, requerem iniludivelmente abrir a porta à regulação estatal neste campo: porque é imprescindível dotar à sociedade e ao mercado de instrumentos sólidos para a confiança e porque desconfio de que estes instrumentos possam conseguir-se sem a intervenção pública. Por isso, coincido plenamente com Ramón Jáuregui em que “a pergunta importante não é se os informes de sustentabilidade devem ser obrigatórios por Lei, senão que deve exigir a Lei em ditos informes”

ImportaRSE - Florianópolis


GREENWASH!!

O termo para designar a ação de marketing de algumas empresas para fazer parecer verde algo que não é, se chama Greenwash; utilizado muitas vezes como lavado de imagem por distintas marcas.

Greenwash ou Greenwashing, implica o uso de argumentos ecológicos em campanhas publicitárias ou desenho de embalagem, isto com o fim de fazê-los eco-friendly (ecologicamente amigáveis); o uso de ditos argumentos é, por suposto, abusivo e fraudulento. As marcas que recorrem a esta ação podem ser altamente contaminantes ou inócuas, pelo que o greenwash buscará enganar sobre as consequências do produto, no primeiro caso, ou simplesmente incrementar as vendas, no segundo.

O fenômeno se aproveita da boa vontade que os consumidores têm hoje para o tema. La revista americana Mother Jones foi quem criou o término greenwashing em 1990.

O informe Understanding and Preventing Greenwash (Compreensão e prevenção do lavado da imagem verde) é um trabalho de BSR, um líder em responsabilidade social que busca criar um mundo mais sustentável, e Futerra, uma agência de comunicações sustentáveis.

O informe é um trabalho exaustivo que explica as razões e consequências deste fenômeno; os temas centrais são Que é Greenwash?, Qual é a perspectiva dos stakeholders? e uma Guia para preveni-lo; sua leitura é obrigatória para todo consultor interessado em temas de RSE e tópicos médio-ambientais específicos

ImportaRSE - Florianópolis


ISO 26000 aplicação

Determinação do grau de eficiência

Uma ferramenta aplicável sem apoio de assessores

Qual é a pergunta?
Minha organização quer comprometer-se ainda mais na área da responsabilidade social, mais em que grau pode realmente exercer uma influencia no estado e no desenvolvimento da sociedade si se ocupa num assunto?

A matriz das seguintes paginas reproduze os temas essenciais (core subjects) e os assuntos (issues) da ISO 26000, e permite um teste da eficiência de ações possíveis por meio de buscar as respostas através de cinco perguntas.

Que são os resultados?

A ISO 26000 se pode aplicar efetivamente em aqueles temas, onde todas as cinco perguntas têm recebido respostas positivas.

1 SR tema essencial e assuntos

2 Os temas essenciais e os assuntos são considerados relevantes para a organização?

3 Qual grau de eficiência tem a organização neste assunto?

4 A organização pode desenvolver qual atividade neste assunto?

5 Que efeito terá esta atividade no desenvolvimento da sociedade?

6 Quais partes afetadas (stakeholders) seriam favoravelmente incluídos?

6.2 Core subject
Organizational Governance

Accountability, transparency, ethical behaviour, respect for stakeholder interests, and respect for the rule of law

6.3 Core subject
Human rights

Due diligence

Human rights risk situations

Avoidance of complicity

Resolving grievances

Discrimination and vulnerable groups

Civil and political rights

Economic, social and cultural rights

Fundamental rights at work

6.4 Core subject
Labour practices

Employment and employment relationships

Conditions of work and social protection

Social dialogue

Health and safety at work

Human development and training in the workplace

6.5 Core subject
The environment

Prevention of pollution

Sustainable resource use

Climate change mitigation and adaptation

Protection and restoration of the natural environment

6.6 Core subject
Fair operating practices

Anti–corruption

Responsible political involvement

Fair competition

Promoting social responsibility in the sphere of influence

Respect for property rights

6.7 Core subject
Consumer issues

Fair marketing, factual and unbiased information and fair contractual practices

Protecting consumers’ health and safety

Sustainable consumption

Consumer service, support, and dispute resolution

Consumer data protection and privacy

Access to essential services

Education and awareness

6.8 Core subject
Community involvement and development

Community involvement

Education and culture

Employment creation and skills development

Technology development and access

Wealth and income creation

Health

Social investment

Auf deutsch:

SR Kernthemen und Aktionspunkte

Werden Kernthema oder Aktionspunkt als für die Organisation relevant angesehen?
Wenn nicht, weshalb?

Welchen Wirkungsgrad hat die Organisation zu diesem Aktionspunkt?

Welche Aktivität kann die Organisation zu diesem Aktionspunkt entfalten?

Welche Wirkung würde die Aktivität auf die Entwicklung der Gesellschaft haben?

Welche betroffenen Kreise (Stakeholder) wären vorzugsweise einzubeziehen?

En español:

SR tema esencial y asuntos

¿ Las temas esenciales y los asuntos son considerados relevantes para la organización?

¿Si /No, porque?

¿Cual grado de eficiencia tiene la organización en este asunto?

¿La organización puede desarrollar cuál actividad en este asunto?

¿Qué efecto tendrá esta actividad en el desarrollo de la sociedad?

¿Cuales partes afectadas (stakeholder) serían favorablemente incluidos?

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