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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

A Empresa do Novo Testamento

Escrito, 18 de Setembro, 2009 por Julen.

Eu já vivi da empresa. Terminei de estudar e desembarquei numa empresa. Primeiro uma bolsa (o passei bem), logo um contratinho, após um projeto falido de aprendizagem e assim jogamos para adiante. Sempre em redor das empresas. Como estagiário, como empregado, como sócio cooperativista, como proprietário. Empresa como meio através da qual levar a cabo uma atividade profissional. Como, se não. É que há outra forma?

E estudei e li livros e mais livros sobre management. Gurus de verdade, gurus de mentiras, predicadores, fanáticos, vendedores de fumaça, receitas para a felicidade no trabalho. As prateleiras sempre estavam cheias de livros com títulos desenhados para que tua vista se detivesse neles. Alguns inclusive não se recatavam em utilizar termos sagrados: bíblias modernas com as que praticarem a Fé contemporânea. Empresa como lugar sagrado onde uns geram riqueza e outros perdem a vida. Empresa como axioma.

Entre tanto, nestes vinte anos de trabalho, a sociedade de consumo tem ganhado a partida. Seus padrões hão arrasado ruas centrais do primeiro mundo: lugares desenhados para a compra. Marketing e publicidade como reis da festa. E comprar se converte no gérmen da felicidade. Igrejas substituídas por centros comerciais, que diriam os carecas de Funky Business. Diversão para não pensar. O ato compulsivo de compra como grande êxito da empresa moderna. Êxito desenhado, por suposto, para que sejas mais feliz e qual criança caprichosa consiga tua balinha justo ao passar pela caixa. Tu só tens que comprar, deixa o demais em nossas mãos.

Da uma olhada, por exemplo, às ofertas das operadoras de telecomunicações. Os grampos, com grandes letras, enchem a cena. A letra pequena do contrato, em câmbio, te diz como será teu futuro. Mas ambos preferem não ler essas condições porque isso não conduz à felicidade. É nesse preciso momento de consumir, quando o novo iPhone chega a tuas mãos, quando você é feliz. E esse mesmo ato, que só vais poder levar-lo a cabo umas contadas vezes ao longo de tua vida, é o que te vai a provocar angústia. Porque o Deus todo poderoso empresa não descansa e vai colocar no mercado um aparelho melhor. E tu não tens. Aí te ferras.

A empresa do antigo testamento já não vende. Esse modelo poderoso, que atua com raiva, que castiga e ordena, não vende num mundo feliz. Hoje todo é mais sutil na empresa do novo testamento. Gera seus símbolos, se dispersa, atua em múltiplas frentes, está deslocada, usa as redes sociais na Internet. É agora sei que sem nenhuma dúvida, onipresente. Não podes evitar enfrentar-la cada dia. O mundo se ha privatizado: tuas comunicações dependem dela, teus movimentos, teu prazer, tua ausência de dor, tua cultura, teu amor. Não podemos sair do sistema empresa. O engloba tudo. E cobra porque se sabe poderosa. Exige à universidade que lhe entregue determinado tipo de produto pessoa. Exige aos governos que deixem de gastar dinheiro em serviços ineficientes para abrir novos oceanos azuis. Exige a seus trabalhadores que se impliquem emocionalmente, que se fundam numa mística comunhão de interesses.

As empresas do novo testamento têm construído um estranho paraíso. O tem feito com seu esforço e determinação. Heinz Dieterich o recolhe muito bem na Aldeia Global a partir do exemplo de Matsushita (hoje Panasonic é um exemplo avaliado por gurus como John P. Kotter). Não a chama fé senão o “espírito da fome”. É a determinação, a fé cega, o dispor dum sentido para tua vida. Em palavras de Masaharu Matsushita:

“O espírito da fome não se refere a um estomago ou um moedeiro vazio, senão à necessidade de usar a sabedoria e inteligência própria até seus máximos níveis, porque no atual mercado de alta competitividade, nosso objetivo tem que consistir em chegar ao nível mais alto. Quando achamos chegado a ser o número um em Japão, então temos que aspirar a voltar-nos o número um no mercado mundial. Uma vez que temos alcançado este nível, não podemos descansar. Temos que trabalhar para ser ainda melhores”.

Relaxa e desfruta. Tranqüilidade. As empresas têm pensado em tudo: têm já escritos seus relatórios de responsabilidade social corporativa e cavalgam a lombos do capitalismo filantrópico. Em nome da melhoria continuada, a inovação e as pesquisas de satisfação, amem.

A imagem está tomada de http://www.zemos98.org/spip.php?article294

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Cambio climático:

que é?,

que fazemos? (I)

Desde 7 ao 18 de dezembro deste ano, os países do mundo, se encontrarão na cume de Copenhague 2009, para negociar um novo Protocolo que substitua em 2012 ao de Kyoto.

O fim último é traçar uma rota que conduza a uma estratégia global que logre atender o problema do cambio climático, o qual é sem dúvida o principal problema ambiental de caráter global.

Conceitos básicos

“Cambio Climático” ou “Aquecimento Global”, são frases que ultimamente escutamos a miúdo, mas Que significam?

Para entender o conceito de Câmbio Climático, é importante conhecer as seguintes definições básicas:

1) Atmosfera: É uma envoltura gasosa que rodeia a terra. De não existir, ou de ser muito tênue, como sucede na Lua, por exemplo, os câmbios diários de temperatura seriam enormes. É dizer, que a particular composição de nossa atmosfera atua como uma capa protetora contra as radiações que chegam do espaço, por uma parte; e por outra, ajuda ao planeta a conservar o calor que possibilita a vida sobre a terra.

2) Gases de Efeito Estufa: O metano, o óxido nitroso e o dióxido de carbono (CO2), existem de maneira natural em nossa atmosfera. Se lhes chama gases de efeito estufa. Em níveis equilibrados, atuam como o vidro duma estufa: capturam parte da energia do sol e ajudam a criar um clima adequado para a vida no planeta. Existem outros gases de efeito estufa, gerados pelos processos industriais, como o hidrofluorocarbono, o perfluoruro de carbono e o hexafluoruro de sulfuro.

O Aquecimento Global

Conhece-se como aquecimento global ou cambio climático o incremento progressivo da temperatura do ar e da água dos oceanos, como conseqüência da acumulação dos gases de efeito estufa, particularmente do CO2 e o metano.

A origem deste problema foi o incremento da presença de gases de efeito estufa na atmosfera. A vegetação do planeta é a encarregada de absorver o CO2 e produzir oxigeno. Mas pelos processos industriais e a queima de combustíveis fosseis, os seres humanos temos aumentado permanentemente a quantidade de ditos gases que se descarregam em nossa atmosfera.

Atualmente a natureza não da conta para processar-los; a situação se agrava ademais pelo desmatamento e queima de grandes extensões de bosques. Temos cada vez menos plantas para processar o CO2, e este se acumula cada vez mais na atmosfera.

Como conseqüência, nossa atmosfera é cada vez mais espessa. Na medida em que se volta mais grossa, a atmosfera captura muita energia irradiada que, de outro modo, haveria escapado ao universo.

Este excesso de energia acumulado eleva perigosamente a temperatura do ar e dos oceanos. Em isto consiste a crise ambiental conhecida como cambio climático ou aquecimento global.

Ambiente em Letras é una publicação da Fundação Terra Viva

A reprodução do conteúdo está autorizada.

www.tierraviva.org

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RSE en Espanha.

Espanha pouparia mais de um milhão de toneladas de CO2 ao ano trocando os eletrodomésticos antigos, segundo um estudo

MADRID, 18 Set. (EUROPA PRESS) -

Espanha poderia poupar mais de um milhão de toneladas de emissões de CO2 ao ano substituindo os eletrodomésticos de mais de dez anos, que demandam uma grande quantidade de energia, por outros mais modernos e eficientes energeticamente, segundo um estudo de Electrolux.

O trabalho foi realizado em 22 países europeus e destaca os efeitos benéficos para o meio ambiente que tem os eletrodomésticos eficientes, graças a seu menor consumo de água e eletricidade.

Segundo Electrolux, a economia anual em termos econômicos que alcançaria Espanha com esta medida seria de cerca de 175 milhões de euros, e em termos energéticos, de quase 1.400 milhões de kWh. Esta quantidade é equivalente ao gasto que se geraria se todos os imóveis da mostra deixassem ligada uma lâmpada de 60 w durante dois meses.

"Os eletrodomésticos atuais, com maior eficiência energética, utilizam uma parte muito pequena da energia que gastam os eletrodomésticos de mais de dez anos. A potencial poupança que se reflexa no estudo indica que a substituição de eletrodomésticos joga um papel fundamental no desenvolvimento sustentável", afirma o vice-presidente de Meio Ambiente de Electrolux, Henrik Sundström.

CENER e Miyabi ganharam um concurso nacional para desenvolver procedimentos de certificação energética de prédios

Os edifícios do país terão que contar com esta certificação, que será similar à dos eletrodomésticos, num prazo de seis anos

PAMPLONA, 18 Set. (EUROPA PRESS) -

O consorcio formado por CENER e Miyabi há resultado adjudicatário no concurso público convocado pelo Ministério de Indústria para desenvolver procedimentos de certificação energética de edifícios na Espanha.

Através deste procedimento se qualificará energeticamente os blocos de vivendas, oficinas e serviços já construídos no país, segundo informou hoje em roda de imprensa a diretora geral de Empresa do Governo de Navarra, Begoña Urien, quem destacou que esta medida "contribuirá a diminuir as emissões de CO2".

Urien, que compareceu junto ao diretor geral do CENER, Javier Armendáriz, e o diretor de Miyabi, Miguel Ángel Pascual, explicou que a este concurso público, convocado pelo Ministério de Indústria, através do IDEA, concorreu um total de 17 agrupações formadas por empresas, centros tecnológicos e universidades de Espanha.

A diretora geral da Empresa destacou o "impacto espetacular" que produzirão estes procedimentos de certificação energética que têm "uma grande transcendência social, econômica e ambiental por diferentes aspectos", já que, "incidirá nas medidas de uso eficientes da energia neste âmbito".

Em concreto, segundo expressou Urien, esta certificação energética será similar à que já existe para os eletrodomésticos, dividida em níveis, e entrará em vigor ao final de 2009 ou a princípios de 2010.

O procedimento, no que ainda estão trabalhando CENER e Miyabi, estará finalizado para dentro de seis meses. A partir da publicação no BOE da normativa que está ultimando o Governo central que obriga aos edifícios já existentes a contar com esta certificação, os imóveis terão um prazo de seis anos para realizar este procedimento, o que servirá, segundo o diretor do CENER, para "reduzir substancialmente o uso ineficiente e demolidor" da energia que se realiza em alguns edifícios.

Para a diretora de Empresa, a adjudicação a CENER e Miyabi dos procedimentos de certificação "reforça a posição de liderança de Navarra em matéria de energias renováveis e poupança", dois dos pilares "fundamentais" da "política energética do Executivo foral durante os últimos anos".

FERRAMENTA INFORMÁTICA

O diretor de Miyabi, Miguel Ángel Pascual, explicou que o procedimento de certificação se baseia numa ferramenta informática "prática, rápida e simples" que permitirá obter a qualificação energética do edifício e realizar um estudo das medidas de poupança energética mais eficiente em cada caso.

Graças a isto, os profissionais do setor poderão, de forma imediata, realizar um estudo das medidas mais eficientes sobre o edifício objeto para melhorar sua qualificação e diminuir suas emissões de CO2. Assim, a aplicação se volta uma guia dinâmica de recomendações concretas para o edifício em questão.


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