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sábado, 31 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

Nanotecnologia e Agricultura

A pesar do que o temor aos possíveis efeitos adversos sobre a saúde e o meio-ambiente está presente nas noticias sobre nanotecnologia, cientistas de Arkansas têm informado de que os nano tubos de carbono (CNT) poderiam ser benéficos para a agricultura. Seu estudo, cuja publicação está prevista no exemplar de outubro da revista mensal ACS Nano, descobriu que as sementes de tomate expostas aos nano tubos de carbono germinavam mais rápidas e davam lugar a plantas maiores e resistentes que outras sementes. Os investigadores sugerem que este efeito potenciado do crescimento poderia ser um boom na produção de biomassa para bio- combustíveis de origem vegetal e outros produtos agrícolas.

Mariya Khodakovskaya, Alexandru Biris, e outros colegas assinalam que se estão realizando importantes investigações sobre o uso das nano partículas na agricultura. Os objetivos da "nano agricultura" incluem melhorar a produtividade das plantas destinadas a alimentos, combustíveis, etc.

O informe dos cientistas é a primeira prova de que os CNT penetram através da capa externa das sementes e têm efeitos benéficos sobre elas. As sementes expostas aos nano tubos brotaram duas vezes mais rápido que as de controle e as mudas alcançaram um tamanho mais de duas vezes superior ao das plantas não tratadas. Estes efeitos se podem produzir porque os nano tubos penetram na cortiça das sementes e potenciam a absorção de água, sinalam os investigadores. "Este efeito positivo dos CNT que se há observado na germinação das sementes poderia ter um impacto econômico significativo na agricultura, a horticultura, e o setor energético, por exemplo, para a produção de bio- combustíveis", agregaram.

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SE CONTINUAR O RITMO DE CAMBIO CLIMÁTICO

“A Humanidade colapsará em 40 anos e as espécies ao final do século”

Jeremy Rifkin

MADRID, 28 Out. (EUROPA PRESS) -

A Humanidade tal e como se conhece hoje colapsarão nos próximos 30 ou 40 anos e "todas" as espécies acabarão ao final deste século se o câmbio climático se mantém ao ritmo atual, segundo adverte o presidente da 'Foundation on Economic Trends', Jeremy Rifkin.

Assim, sinalou que as predições dos cientistas do IV Informe do Painel Intergovernamental do Câmbio Climático da ONU (IPCC, por suas siglas em inglês) apontam a um aumento de 3 graus centígrados da temperatura da Terra neste século, o que faria voltar ao Planeta à temperatura e estado climático de 3 milhões de anos, pelo que "clima, flora e fauna serão distintos". Assim mesmo, apontou que una subida de 6 graus centígrados seria "o fim da civilização humana". "Ante obviedades como estas estamos profundamente adormecidos e não podemos nem imaginar a repercussão destes câmbios", indicou.

Ademais, explicou que cada grau centígrado que aumenta a temperatura da Terra, a atmosfera absorve uns 7 por cento mais as precipitações provocando chuvas mais violentas e secas mais longas. "Este câmbio de ciclo de vida se produzirá tão só em duas gerações, é dizer entre nós e nossos netos", alertou Rifkin, que destacou que o III Informe do IPCC (2001), que dizia que os cumes do mundo iam derreter no século XXII e nos 2009 "já está desaparecendo, e o pior chegará nos próximos 4 anos". Também destacou que o IV Informe do IPCC (2007) alertava da possível desaparição do Ártico, algo que "já está acontecendo, faz três anos".

Nesse sentido, lamentou que se houvesse construído toda uma geração baseada no petróleo e seus derivados (roupa, plásticos, produtos fitossanitários, medicamentos, etc.) junto a sua produção e distribuição. A seu juízo, o sistema baseado nos combustíveis fósseis tem provocado "a atual crise econômica", um enfraquecimento geral e um impacto sobre a agricultura e as infra-estruturas.

"A crise atual dos mercados é conseqüência do modelo econômico criado nos anos 50", assegurou e se originou quando o barril de petróleo alcançou os 147 dólares, dando lugar a um incremento notável dos preços e a inflação, que derivou no freio do consumo e no "colapso real" da economia mundial, provocando "seis dias depois" a quebra do mercado de créditos.

A III REVOLUÇÂO INDUSTRIAL

Não obstante, Rifkin explicou que "as grandes revoluções econômicas" da História se produziram ao coincidir um "grande" câmbio na " energia que se utiliza e a forma de comunicação". Deste modo, manifestou que o começo da "necessária" III Revolução Industrial "já aponta maneiras" pela convergência do câmbio entre as energias renováveis e a nova era das comunicações na que "qualquer um pode participar" porque estão distribuídas por todo o planeta.

Deste modo, precisou que sua proposta passa por um sistema de energias "distribuídas e renováveis" como o sol, o vento ou os resíduos "que estão em todas as partes". "Quando convirja o modelo de comunicações distribuídas e energias distribuídas se dará a III Revolução Industrial" que, por outra parte, a seu juízo, não custará a uma geração que está crescendo acostumada a compartir arquivos e que no futuro imediato deverá aprender como "gerar energia, como compartir-la e como distribuir-la".

Igualmente, destacou que os maiores beneficiários serão os habitantes do terceiro mundo, onde 25 por cento não têm acesso à eletricidade e outro 25 por cento só acede a esta de forma marginal e os dois terços das terras do planeta se destinam à produção de grãopara o gado bovino que consomem nos países desenvolvidos.

A esse respeito, o experto que assessorou ao PSOE na redação de seu último programa eleitoral, destacou que Espanha é "líder mundial" em placas solares e "fortes em energias renováveis em conversão de edifícios", pelo que, em sua opinião, o Governo deveria liderar a III Revolução Industrial, porque o presidente, José Luis Rodríguez Zapatero "acredita na democratização da energia", porém agora "necessita legislação".

O experto internacional afirmou que converter as novas tecnologias distribuídas e repartir-las pelo mundo é a fórmula para salvar a espécie humana, e que tudo isto se deve compartir numa rede integrada de distribuição de energias renováveis para compartilhar-las, ao estilo do que já se faz com a informação em Internet. Isto, segundo definiu é um "capitalismo distribuído e suporá o maior câmbio nos últimos séculos".

"Até agora o mundo tem falhado porque o regime energético era insustentável, local e para a elite, porém esta III Revolução Industrial pode inverter a pirâmide", alentou Rifkin que apelou ao papel que pode jogar Espanha a nível mundial por suas relações com o norte de África e com América Latina, ao tempo que recordou que o chefe do executivo se comprometeu a que este objetivo seria a "pedra angular" de seu mandato, pelo que ele é "o responsável".

Por outro lado, sobre a função dos Estados Unidos na luta contra o câmbio climático, afirmou que "a situação não é boa" e que ele votou no Barack Obama porque este falou de "revolução verde", porém "não se está passando das palavras aos fatos" porque o governo estadunidense e seus congressistas estão "mais em mãos dos lobbies que nas mãos dos cidadãos".

Finalmente, apelou que Rodríguez Zapatero possa "influenciar" na administração estadunidense porque Obama "está mirando a Espanha" e a sua eventual implantação da lei de economia sustentável para transitar a uma economia verde. "Espanha é um exemplo para Washington, pelo que deve ser líder, têm que fazer-lo (câmbio) e têm que fazer-lo rápido".

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