Google+ Badge

Google+ Followers

Se você procura um serviço de tradução português-espanhol profissional e de máxima qualidade, podemos ajudar-lhe...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010




Definições básicas para implantação duma estratégia de RSE
Em artigos anteriores, temos observado os conceitos chave duma estratégia de RSE. Aqui, alguns elementos para começar a implantação: o código de conduta, a eleição dos temas e stakeholders fundamentais, e a formulação duma política de RSE...

Segundo Francisco Carlos Decono – Professor Instituto Tecnológico de Buenos Aires. -

Em artigos anteriores em MATERIABIZ, temos apresentado a norma ISO 26000 e alguns conceitos fundamentais sobre a Responsabilidade Social em geral e a RSE em particular.

Assim, olhamos que a Responsabilidade Social Empresarial é um conceito segundo o qual as companhias, em forma voluntária, integram as preocupações sociais e meio-ambientais as suas operações correntes, interatuando ademais com as partes interessadas.

Agora bem, como se plasma todo isto em fatos concretos? Como se converte esta preocupação em ações?

Declarações de Orientação Organizacional

Para começar a materializar estas convicções, é necessário preparar alguns documentos que se enquadrem no que poderíamos chamar, em forma genérica, Declarações de Orientação Organizacional.

Estes documentos definem valores essenciais, regras de comportamento e comunicam publicamente compromissos assumidos pela organização.

Em sua confecção, devem participar todos aqueles que possuem autoridade para obrigar legalmente à organização. No caso duma empresa, a Diretoria e os acionistas.

Assim, o compromisso com os valores associados à Responsabilidade Social (e, muito especialmente, com aqueles aos que faz referência um de seus grandes Títulos Governança da Organização) já deveria se expressar nas declarações de missão, visão e valores.

Neste ponto, vale a pena dedicar especial atenção a um documento que poderíamos denominar "Código de Conduta", que estabelece as regras de comportamento que se espera respeitem todos os seus membros.

O Código de Conduta

Suponha que a organização já tem estabelecidos seus valores, suas regras de comportamento e tem difundido publicamente os compromissos que esta disposta a assumir.

Agora, requer de documentos e ações de gestão interna que assegurem que a atividade diária se desenvolve da forma em que foi manifestado. E uma das formas de fazer-lo é preparar um Código de Conduta.

Vejamos a continuação, alguns temas que poderiam desenvolver-se em dito código:

1) A conduta com outros empregados

2) O compromisso com os negócios limpos

3) A gestão responsável de produtos

4) O manejo confidencial da informação da organização

5) O uso do email e Internet de acordo a pautas da organização

6) A luta contra a corrupção

7) Certos lineamentos referidos às relações com o governo

8) Lineamentos de comportamento com a comunidade

9) Uso apropriado de bens da organização

10) Respeito de direitos de propriedade intelectual

Desta forma, o Código de Conduta faz referência aos Compromissos Públicos que a organização assume, assim como aos Valores e Regras de Comportamento aos que se propõe ajustar suas ações, assistindo a seus empregados na toma das decisões em seu trabalho cotidiano.



Política de Responsabilidade Social Empresarial

Em geral, as organizações que decidem implantar uma estratégia de RSE já tem elaborado documentos referidos aos temas antes mencionados: o estabelecimento dos valores, as regras de comportamento e o código de conduta de seus empregados.

Sem embargo, e independentemente de quais dos documentos anteriores se tenham publicado, é altamente recomendável que o primeiro passo da implantação seja a publicação dum documento específico de orientação que se denomina Política de RSE.

Uma das formas mais efetivas de relacionar a criação dum determinado valor sustentável com as atividades habituais da organização é através dos sistemas de gestão.

E, em têrmos gerais, a Política constitui “O documento básico” de qualquer sistema de gestão. Em efeito, este serve para definir uma série de pontos fundamentais:

A identificação das partes interessadas significativas:
Cada organização, em função de suas particularidades, tem distintas partes interessadas.

Para uma planta de manufatura, uma parte interessada chave é a comunidade que vive em suas cercanias.

Para um organismo governamental, isto pode incluir a organizações de empregadores, câmaras empresariais, sindicatos e ONGs.

Para uma empresa, as partes interessadas incluem tipicamente a clientes, fornecedores, acionistas, pessoal e empreiteiras.

O conceito chave o expressa à palavra: significativas.

As intenções e expectativas: É necessário explicitar as intenções e expectativas da organização sobre RSE.

Por um lado, não é realista pensar que todos os Temas Fundamentais de RSE possam ser desenvolvidos em forma simultânea por uma empresa. Assim, é necessário definir quais serão incorporados.

Por exemplo, uma empresa que recém começa a desenvolver temas de RSE provavelmente concentrará seus primeiros esforços em alguns dos Temas Fundamentais associados ao Engajamento da Comunidade e de Práticas Laborais.

Uma empresa que já tenha um caminho percorrido em algum dos Temas Fundamentais, tal vez poderia optar por implantar algum outro Tema que requeira uma organização mais madura e experimentada no manejo de RSE, como por exemplo, Meio Ambiente ou Práticas Operacionais Justas.

A esfera de influência:
Está definida pelo alcance institucional geográfico e/o funcional da RSE. Para isto, é necessário explicitar o nível de autoridade factível de ser exercido para os principais produtos, serviços, processos e atividades da organização.

Dentro de sua esfera de influência, uma organização pode escolher assumir um determinado grau de responsabilidade. Sem embargo, fora dela, não pode ser responsável frente às partes interessadas já que não possui autoridade para fazer-lo.

Em resumo, às horas de determinar a esfera de influência, é necessário ter em conta os limites institucionais, legais e geográficos da organização, e identificar o grau de controle que esta tem sobre os temas de RSE que lhe interessa desenvolver.

Por exemplo, o grau de controle duma empresa sobre seus fornecedores dependerá de sua capacidade de compra e de seu peso dentro do mercado.

Uma grande automotriz provavelmente terá um grau de controle muito importante sobre seus fornecedores. É dizer, sua esfera de influência os abarca.

Uma pequena empresa, que compra seus insumos num mercado atacadista, praticamente não tem nenhum controle sobre seus fornecedores. Assim, sua esfera de influência não os abarca.

Finalmente, o primeiro passo operativo para uma implantação duma estratégia de RSE é a redação e aprovação (pela mais alta autoridade) duma Política de Responsabilidade Social Empresarial.

Neste documento relativamente curto (tipicamente uma página) cada palavra tem um peso específico muito grande, pelo que deve ser cuidadosamente elegida e sopesada.

Logo, a partir da Política se definirão programas e linhas de ação concretas que deverão levar aos Temas Fundamentais elegidos para ser incorporados às práticas operacionais diárias da organização.

ImportaRSE - Florianópolis


Descobrem energia florestal para ativar Circuitos
Jan 04, 10 | 8:36 am
Por: Staff

As árvores não só produzem oxigênio mediante a fotossíntese, senão que ademais geram eletricidade suficiente como para ativar um circuito elétrico, assim o demonstrou um estudo encabeçado por cientistas da Universidade de Washington (Seattle).
(EOL/Oswaldo Barajas). -Logo duma longa investigação baseada na teórica geração de eletricidade por parte da floresta, investigadores da Universidade de Washington demonstraram que uma árvore é capaz de produzir suficiente energia para ativar um circuito elétrico.

O estudo que começou inicialmente por membros investigadores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) no ano 2008, levou ao descobrimento de cientistas da Universidade de Washington sobre a produção de energia nas árvores.

O experimento do MIT demonstrava que alguns vegetais produziam voltagem de até 200 Milivoltios (mV) ao momento de incorporar-lhes um eletrodo e um a mais posto no solo para efeito terra.

Ao adotar parcialmente os resultados de dito estudo, uma extensa rede de investigadores tem optado por continuar com os desenvolvimentos de tecnologia funcional com a energia da própria floresta, tais como sensores e outros componentes de automatização em campo.

Tal são o caso da equipe de especialistas da Universidade de Washington liderado por Babak Parviz, que nos últimos meses se enfocou ao estudo das árvores e sua virtude de geração elétrica, conseguindo como resultado a criação do primeiro circuito capaz de funcionar com a micro-voltagem das árvores.

A documentação do experimento indica que Carlton Himes, membro deste projeto, se ocupou em colocar pregos em árvores da classe “Acer Macrophyllum”, muito comuns nas áreas em redor da universidade, e através dum voltímetro achou que tais seres eram capazes de produzir centenas de Milivoltios.

Posteriormente a equipe do qual forma parte Hilmes se deu a tarefa de desenvolver um dispositivo capaz de funcionar com a energia registrada do Acer. Brian Otis, engenheiro participante do grupo de Hilmes, criou um conversor elevador que tomava a voltagem de entrada muito baixo (arredor de 20 Milivoltios) muito por debaixo do que ocupa qualquer outro elevador comercial do mercado.
O resultado é que dito elevador tem a capacidade de gerar uma voltagem de saída de 1.1 V, o suficiente para alimentar sensores de baixa potencia.

Os cientistas desenvolvedores se acudiram a Nanotecnologia para conseguir tal façanha e devido a isto o elevador foi dimensionado em 130 nanômetros (1 nm equivale a mil vezes menos que o tamanho dum cabelo humano) por tal motivo sua ativação se logra com tão só 10 nanovoltios de potencia.

Pelo pronto, o descobrimento será adiantado e se estima que num momento dado seja liberado para sua aplicação em distintas interfaces de sistemas automatizados sensoriais, tais como os utilizados para monitorar meio-ambiente em zonas de florestas e os quais se alimentam de energia solar, o qual possui certos inconvenientes devido aos dias nublados, ou perda dos raios pelo crescimento dos galhos.

Outros dos campos de aplicação para esta nova tecnologia que os engenheiros desenvolvedores identificaram o controle e prevenção de incêndios florestais ademais de outros mecanismos de automação e experimentação que envolva floresta.

Tal parece que a sabia natureza não só entendeu a necessidade de equipar as árvores com um sistema produtor de oxigênio, senão que ademais os preparou com um esquema gerador de energia elétrica que à data há sido identificado nesta classe de seres vivos.

Por suposto vale recordar que para realizar a fotossínteses, diversos fenômenos químicos sucedem no interior destes seres vivos que requerem de energia para isto assim como para o crescimento e manutenção de sua estrutura orgânica.

Para maiores informes sobre esta tecnologia pode aceder ao sitio de Internet da Universidade de Washington: www.washington.edu
Descubren energía forestal para activar Circuitos
Jan 04, 10 | 8:36 am
Por: Staff
Los árboles no sólo producen oxígeno mediante la fotosíntesis, sino que además generan electricidad suficiente como para activar un circuito eléctrico, así lo demostró un estudio encabezado por científicos de la Universidad de Washington (Seattle).
(EOL/Oswaldo Barajas).-Luego de una larga investigación basada en la teórica generación de electricidad por parte de la floresta, investigadores de la Universidad de Washington demostraron que un árbol es capaz de producir suficiente energía para activar un circuito eléctrico.

El estudio que comenzó inicialmente por miembros investigadores del Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) en el año 2008, ha llevado al descubrimiento de científicos de la Universidad de Washington sobre la producción de energía en los árboles.

El experimento del MIT demostraba que algunos vegetales producían voltajes de hasta 200 Milivoltios al momento de incorporarles un electrodo y uno más puesto en el suelo para efecto tierra.

Al adoptar parcialmente los resultados de dicho estudio, una extensa red de investigadores han optado por continuar con los desarrollos de tecnología funcional con la energía de la propia floresta, tales como sensores y otros componentes de automatización en campo.
Tal es el caso del equipo de especialistas de la Universidad de Washington liderado por Babak Parviz, que en los últimos meses se enfocó al estudio de los árboles y su virtud de generación eléctrica, consiguiendo como resultado la creación del primer circuito capaz de funcionar con el micro-voltaje de los árboles.

La documentación del experimento indica que Carlton Himes, miembro de este proyecto, se ocupó en colocar clavos en árboles de la clase “Acer Macrophyllum”, muy comunes en áreas colindantes a la universidad, y a través de un voltímetro halló que tales seres eran capaces de producir cientos de Milivoltios.

Posteriormente el equipo del cual forma parte Hilmes se dio a la tarea de desarrollar un dispositivo capaz de funcionar con la energía registrada del Acer. Brian Otis, ingeniero participante del grupo de Hilmes, creó un convertidor elevador que tomaba el voltaje de entrada muy bajo (alrededor de 20 Milivoltios) muy por debajo de lo que ocupa cualquier otro elevador comercial del mercado.

El resultado es que dicho elevador tiene la capacidad de generar un voltaje de salida de 1.1 V, lo suficiente para alimentar sensores de baja potencia.

Los científicos desarrolladores se valieron de la Nanotecnología para conseguir tal hazaña y debido a esto el elevador fue dimensionado en 130 nanómetros (1 nm equivale a mil veces menos que el tamaño del grosor de un cabello humano) por tal motivo su activación se logra con tan sólo 10 nanovoltios de potencia.

Por lo pronto, el descubrimiento será adelantado y se estima que en un momento dado sea liberado para su aplicación en distintas interfaces de sistemas automatizados sensoriales, tales como lo utilizados para el monitoreo medioambiental en zonas boscosas y los cuales se alimentan de energía solar, lo cual posee ciertos inconvenientes debido a los nublados, el ocultamiento de los rayos por el crecimiento de las ramas.

Otros de los campos de aplicación para esta nueva tecnología que los ingenieros desarrolladores han identificado es en el control y prevención de incendios forestales además de otros mecanismos de automatización y experimentación que involucre floresta.

Tal parece que la sabia naturaleza no sólo entendió la necesidad de equipar a los árboles con un sistema productor de oxígeno, sino que además los preparó con un esquema generador de energía eléctrica que a la fecha ha sido identificada en esta clase de seres vivos.

Por supuesto vale recordar que para realizar la fotosíntesis, diversos fenómenos químicos suceden al interior de estos seres vivos que requieren de energía para esto así como para el crecimiento y mantenimiento de su estructura orgánica.

Para mayores informes sobre esta tecnología puede acceder al sitio de Internet de la Universidad de Washington: www.washington.edu
Se procura um serviço de máxima qualidade e profissionalidade, podemos ajudar-lhe