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domingo, 31 de janeiro de 2010

CONSTELAÇÕES FAMILIARES

HONRAR NOSSOS ANCESTRAIS...
A Alicia e Oscar, meus pais...


“Em tempos de câmbios bruscos e inesperados como os atuais, a humanidade pretende (embora pareça o contrário) como tem sido ao longo da história, guiar-se pela busca da identidade por cima dos interesses mais imediatos”

“A busca dos ancestrais é hoje um símbolo do despertar espiritual ao que assistimos. Não é simples curiosidade. É algo muito mais profundo porque por meio disto procuramos nossa identidade e nossa pertencia”

Nossa sociedade se foi tornando pouco respeitosa com seus ancestrais. Não importa como foram eles, o certo é que merecem nossa atenção e respeito, pois tiveram as virtudes ou defeitos que tiveram, o certo é que eram seres humanos que nos legaram parte deles mesmos por herança genética, ademais de muitas outras maneiras. Eles nos foram abrindo caminho como sabiam, entendiam ou podiam. Sem eles, nós não estaríamos aqui. Eles merecem nossa consideração e carinho, pelo que foram, pelo que poderiam haver sido, e pelo que são: nossos antepassados.

A importância de nossos antepassados é fundamental e hoje são muitas as vias psicológicas que assinalam a influência deles em nós.
O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, em seu livro "Lembranças, Sonhos, Pensamentos" expõe o seguinte:
“Quando trabalhava no quadro genealógico compreendi claramente a curiosa vinculação do destino que me une aos antepassados. Tenho a viva impressão de que estou baixo a influência de coisas ou interrogantes que ficaram sem resposta para meus pais e avôs. Muitas vezes me pareceu que numa família existia um karma impessoal que se transmitia de pais para filhos. Me pareceu sempre, como se tivesse de dar resposta a questões que se lhes formularam a meus antepassados, sem que eles pudessem responder-las, ou como se deveria terminar ou prosseguir coisas que o passado deixou inconclusas. A este respeito é muito difícil saber se estas questões têm um caráter mais pessoal ou mais geral (mais coletivo). A mim me parece que se trata do segundo. Um problema coletivo aparece sempre -emquanto não se reconhece como tal - como problema pessoal e desperta num caso dado a ilusão de que no terreno da psique pessoal algo não está certo. De fato, a esfera pessoal se encontra alterada, porém não necessariamente no fundamental, senão muito mais secundariamente a conseqüência duma transformação insuportável da atmosfera social. Por tanto, a causa da desordem deve buscar-se em tal caso não no âmbito pessoal, senão mais bem na situação coletiva. Esta circunstância tem tido muito pouco em conta a psicoterapia até nossos dias”.
Hoje volta a tomar relevância no mundo da psicologia, graças a diferentes psicoterapeutas, esta valorização da árvore genealógica do que formamos parte, e são horas de prestar-lhes o reconhecimento que merecem: Alejandro Jodorowsky, com sua Psicogenealogía; Bert Hellinger, com suas Constelações Familiares; e tantos outros que tem aportado e seguem aportando uma via de solução para grandes problemas através do amor da família.


HONRAR A NUESTROS ANCESTROS...
A Alicia y Oscar, mis padres...

“En tiempos de cambios bruscos e inesperados como los actuales, la humanidad tiende (pese a que parezca lo contrario) como lo ha sido a lo largo de la historia a guiarse por la búsqueda de la identidad por encima de los intereses más inmediatos”

“La búsqueda de los ancestros es hoy un símbolo del despertar espiritual al que asistimos. No es simple curiosidad. Es algo muy profundo por que por medio de ello buscamos nuestra identidad y nuestra pertenencia”

Nuestra sociedad se ha ido volviendo poco respetuosa con sus ancestros. No importa cómo fueran éstos, lo cierto es que merecen nuestra atención y respeto, pues tuvieran las virtudes o defectos que tuvieran, lo cierto es que eran seres humanos que nos legaron parte de sí mismos por herencia genética, además de otras muchas maneras. Ellos nos fueron abriendo el camino como sabían, entendían o podían. Sin ellos, nosotros no estaríamos aquí. Ellos merecen nuestra consideración y cariño, por lo que fueron, por lo que podrían haber sido, y por lo que son: nuestros antepasados.

La importancia de nuestros antepasados es fundamental y hoy son muchas las vías psicológicas que señalan la influencia de ellos en nosotros.
El psiquiatra suizo Carl Gustav Jung, en su libro "Recuerdos, Sueños, Pensamientos" expone lo siguiente:
“Cuando trabajaba en el cuadro genealógico comprendí claramente la curiosa vinculación del destino que me une a los antepasados. Tengo la viva impresión de que estoy bajo la influencia de cosas o interrogantes que quedaron sin respuesta para mis padres y abuelos. Muchas veces me pareció que en una familia existía un karma impersonal que se transmitía de padres a hijos. Me lo pareció siempre, como si hubiera de dar respuesta a cuestiones que se les plantearon a mis antepasados, sin que ellos pudieran responderlas, o como si debiera terminar o proseguir cosas que el pasado dejó inconclusas. A este respecto es muy difícil saber si estas cuestiones tienen un carácter más personal o más general (más colectivo). A mí me parece que se trata de lo segundo. Un problema colectivo aparece siempre -mientras no se le reconoce como tal - como problema personal y despierta en un caso dado la ilusión de que en el terreno de la psique personal algo no está en regla. De hecho, la esfera personal se halla alterada, pero no necesariamente en lo fundamental, sino mucho más secundariamente a consecuencia de una transformación insoportable de la atmósfera social. Por lo tanto, la causa del desarreglo debe buscarse en tal caso no en el ámbito personal, sino más bien en la situación colectiva. Esta circunstancia la ha tenido muy poco en cuenta la psicoterapia hasta nuestros días”.

Hoy vuelve a tomar relevancia en el mundo de la psicología, gracias a diferentes psicoterapeutas, esta valoración del árbol genealógico de los que formamos parte, y es hora de darles el reconocimiento que se merecen: Alejandro Jodorowsky, con su Psicogenealogía; Bert Hellinger, con sus Constelaciones Familiares; y tantos otros que han aportando y siguen aportando una vía de solución para grandes problemas a través del amor de la familia.
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