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quinta-feira, 6 de maio de 2010

LA FELICIDAD




A Felicidade
________________________________________Anthony De Mello

Porque procuramos a Felicidade?

Tem pensado alguma vez que você foi "programado" para ser infeliz e que, por tanto, faças o que faças para obter a felicidade, estás fadado ao fracasso? É como se introduziras uma série de equações matemáticas num ordenador e este falha cada vez que pulsas o teclado para obter uma frase de Shakespeare.
Se quiseres ser feliz, não necessitas fazer nenhum tipo de esforço; nem sequer necessitas boa vontade ou bons desejos, senão compreender com claridade de que maneira tem sido "programado" exatamente. O que há acontecido é o seguinte: em primeiro lugar tua sociedade e tua cultura o têm ensinado a acreditar que não podes ser feliz sem determinadas pessoas e determinadas coisas. Da um olhar ao teu redor e por todas as partes verás a pessoas que em realidade tem construído suas vidas sobre a crença de que sem determinadas coisas: dinheiro, poder, êxito, aceitação, fama, amor, amizade, espiritualidade, Deus... - não podem ser felizes.
Qual é a combinação exata em teu caso?
Uma vez que tenhas "engolido" tua crença, há desenvolvido instintivamente um especial apego a essa pessoa ou coisa, sem a qual estavas convencido de não poder ser feliz. Logo vieram os conhecidos esforços por adquirir-la, aferrar-te a ela e uma vez conseguido elimina toda possibilidade de perder-la. Todo isto te levou, finalmente, a uma servil dependência emocional dela, até o ponto de conceder-lhe o poder de te fazer estremecer ao atingir-la, de angustiar-te ante a possibilidade de verte privado dela e de entristecer-te no caso de perder-la efetivamente.
Detém-te agora por uns momentos e contempla com horror o listado interminável de ataduras que te tem preso. Pensa em coisas e pessoas concretas, não em abstrações... Uma vez que teu apego a elas se apoderou de você, começaste a esforçar-te ao máximo, em cada instante de tua vida consciente, por reordenar ao mundo que te rodeava para conseguir e conservar os objetos de tua adesão. É esta uma cansativa tarefa que apenas te deixa energias para dedicar-te a viver e desfrutar plenamente da vida. Porém, ademais, é uma tarefa impossível num mundo que não deixa de trocar e que você, singelamente, não é capaz de controlar. Por isso, em lugar duma vida de plenitude e serenidade, estas condenado a viver uma vida de frustração, ansiedade, preocupação, inseguridade, incerteza e tensão. Durante uns poucos e efêmeros momentos, o mundo, efetivamente, cede a teus esforços e se acomoda a teus desejos, e gozas então duma passageira felicidade. É dizer: experimentas um instante de prazer, que em modo algum constitui a felicidade, porque vem acompanhado dum difuso temor a que, em qualquer momento, esse mundo de coisas e pessoas que com tanto esforço tem conseguido construir escape a teu controle e te encha de frustração, que é algo que, cedo ou tarde, acaba sempre por suceder.

Há algo aqui que convêm meditar: sempre que te encontras inquieto o temeroso, é porque podes perder ou não conseguir o objeto de teu desejo, não é verdade? E sempre que sentes ciúmes, não é porque alguém pode levar aquilo ao que você esta apegado? (Acaso tua irritação não se deve a que alguém se interpõe entre você e o que desejas?) Observa a paranóia que entra quando vês ameaçado o objeto de tua adesão ou de teu afeto: não és capaz de pensar com objetividade e toda tua visão se deforma, não é assim?' E quando te encontras chateado, não é porque não hás conseguido em suficiente medida o que você acredita que pode fazer-te feliz ou aquilo pelo que sentes apego? E quando está deprimido e triste, acaso não enxergam que é porque a vida não te dá aquilo sem o que estás convencido de que não podes ser feliz? Quase todas as emoções negativas que experimentas são fruto direto dum apego deste tipo.

Assim, pois, estás agoniado pela carga de tuas ataduras... e lutando desesperadamente por alcançar a felicidade precisamente aferrando-te a dita carga. A só idéia é verdadeiramente absurda. Porém o trágico é que esse é o único método que nos tem ensinado para atingir a felicidade (um método seguro, por outra parte, para produzir inquietude, frustração e tristeza). A quase ninguém se lhe ensinou que, para ser autenticamente feliz, uma só coisa é necessária: se desprogramar, liberar-se dessas ataduras.

Quando você descobre esta verdade, lhe aterra pensar a dor que pode supor-lhe o liberar-se de suas ataduras. Mas o certo é que não se trata dum processo doloroso, nem muito menos. Ao contrário: liberar-se das ataduras constitui uma tarefa absolutamente gratificante, com tal de que o instrumento empregado para ele não seja à força de vontade nem a renuncia, senão a visão. Todo quanto tens que fazer é abrir os olhos e ver que, de fato, não necessitas em absoluto isso ao que esteja tão apegado; que tem sido programado e condicionado para acreditar que não podes ser feliz ou que não podes viver sem essa pessoa ou determinada coisa. Seguramente lembras a angustia que experimentaste quando perdeste alguém ou algo que era para ti de incalculável valor; provavelmente estavas seguro de que nunca más voltarias a ser feliz. Porém que aconteceu depois? Passou o tempo e aprendeste a virar-te perfeitamente, não é assim? Aquilo deveria te haver feito ver a falsidade de tua crença, a mal passada que estava fazendo-te tua mente "programada".

Um apego não é um fato, é uma crença, uma fantasia de tua mente, adquirida mediante uma "programação". Se esta fantasia não existira em tua mente, não estarias apegado. Amarias as coisas e às pessoas e desfrutarias delas; mas, ao não existir a crença, desfrutaria delas sem atadura de nenhum tipo. Existe, de fato, outra forma de desfrutar realmente de algo? Passa revista a todos teus apegos e ataduras, e fala a cada pessoa
ou objeto que te venha à mente: "Na realidade não estou apegado a você em absoluto. Tão só estou enganando-me a mim mesmo acreditando que sem você não posso ser feliz". Limita-te a fazer isto com toda honradez e verás o câmbio que se produz em você: "Na realidade não estou apegado a você em absoluto. Tão só estou enganando-me a mim mesmo acreditando que sem você não posso ser feliz".


La Felicidad
________________________________________Anthony De Mello

¿Por qué buscamos la Felicidad?

¿Has pensado alguna vez que has sido "programado" para ser infeliz y que, por lo tanto, hagas lo que hagas para obtener la felicidad, estás abocado al fracaso? Es como si introdujeras una serie de ecuaciones matemáticas en un ordenador y éste fallara cada vez que pulsas el teclado para obtener un pasaje de Shakespeare.

Si quieres ser feliz, no necesitas hacer ningún tipo de esfuerzo; ni siquiera necesitas buena voluntad o buenos deseos, sino comprender con claridad de qué manera has sido "programado" exactamente. Lo que ha ocurrido es lo siguiente: primero, tu sociedad y tu cultura te han enseñado a creer que no puedes ser feliz sin determinadas personas y determinadas cosas. Echa un vistazo a tu alrededor y por todas partes verás a personas que en realidad han construido sus vidas sobre la creencia de que sin determinadas cosas -dinero, poder, éxito, aceptación, fama, amor, amistad, espiritualidad, Dios...- no pueden ser felices. ¿Cuál es la combinación exacta en tu caso?

Una vez que te has "tragado" tu creencia, has desarrollado instintivamente un especial apego a esa persona o cosa, sin la que estabas convencido de no poder ser feliz. Luego vinieron los consabidos esfuerzos por adquirirla, aferrarte a ella una vez conseguida y eliminar toda posibilidad de perderla. Todo ello te llevó, finalmente, a una servil dependencia emocional de ella, hasta el punto de concederle el poder de hacerte estremecer al conseguirla, de angustiarte ante la posibilidad de verte privado de ella y de entristecerte en el caso de perderla efectivamente.

Detente ahora por unos momentos y contempla horrorizado la lista interminable de ataduras que te tienen preso. Piensa en cosas y personas concretas, no en abstracciones... Una vez que tu apego a ellas se hubo apoderado de ti, comenzaste a esforzarte al máximo, en cada instante de tu vida consciente, por reordenar el mundo que te rodeaba, en orden a conseguir y conservar los objetos de tu adhesión. Es ésta una agotadora tarea que apenas te deja energías para dedicarte a vivir y disfrutar plenamente de la vida. Pero, además, es una tarea imposible en un mundo que no deja de cambiar y que tú, sencillamente, no eres capaz de controlar. Por eso, en lugar de una vida de plenitud y serenidad, estás condenado a vivir una vida de frustración, ansiedad, preocupación, inseguridad, incertidumbre y tensión. Durante unos pocos y efímeros momentos, el mundo, efectivamente, cede a tus esfuerzos y se acomoda a tus deseos, y gozas entonces de una pasajera felicidad. Mejor dicho: experimentas un instante de placer, que en modo alguno constituye la felicidad, porque viene acompañado de un difuso temor a que, en cualquier momento, ese mundo de cosas y personas que con tanto esfuerzo has conseguido construir escape a tu control y te llene de frustración, que es algo que, tarde o temprano, acaba siempre por suceder.

Hay algo aquí que conviene meditar: siempre que te encuentras inquieto o temeroso, es porque puedes perder o no conseguir el objeto de tu deseo, ¿no es verdad? Y siempre que sientes celos, ¿no es porque alguien puede llevarse aquello a lo que tú estás apegado? (¿Acaso tu irritación no se debe a que alguien se interpone entre ti y lo que deseas?) Observa la paranoia que te entra cuando ves amenazado el objeto de tu adhesión o de tu afecto: no eres capaz de pensar con objetividad y toda tu visión se deforma, ¿no es así?' Y cuando te encuentras fastidiado, ¿no es porque no has conseguido en suficiente medida lo que tú crees que puede hacerte feliz o aquello por lo que sientes apego? Y cuando estás deprimido y triste, ¿acaso no ve todo el mundo que es porque la vida no te da aquello sin lo que estás convencido de que no puedes ser feliz? Casi todas las emociones negativas que experimentas son fruto directo de un apego de este tipo.

Así pues, estás agobiado por la carga de tus ataduras... y luchando desesperadamente por alcanzar la felicidad precisamente aferrándote a dicha carga. La sola idea es verdaderamente absurda. Pero lo trágico es que ése es el único método que nos han enseñado para lograr la felicidad (un método seguro, por otra parte, para producir desasosiego, frustración y tristeza). A casi nadie le han enseñado que, para ser auténticamente feliz, una sola cosa es necesaria: desprogramarse, liberarse de esas ataduras.

Cuando uno descubre esta palmaria verdad, le aterra pensar el dolor que puede suponerle el liberarse de sus ataduras. Pero lo cierto es que no se trata de un proceso doloroso, ni mucho menos. Al contrario: liberarse de las ataduras constituye una tarea absolutamente gratificante, con tal de que el instrumento empleado para ello no sea la fuerza de voluntad ni la renuncia, sino la visión. Todo cuanto tienes que hacer es abrir los ojos y ver que, de hecho, no necesitas en absoluto eso a lo que estás tan apegado; que has sido programado y condicionado para creer que no puedes ser feliz o que no puedes vivir sin esa persona o cosa determinada. Seguramente recuerdas la angustia que experimentaste cuando perdiste a alguien o algo que era para ti de incalculable valor; probablemente estabas seguro de que nunca más volverías a ser feliz. Pero ¿qué sucedió después? Pasó el tiempo y aprendiste a arreglártelas perfectamente, ¿no es así? Aquello debería haberte hecho ver la falsedad de tu creencia, la mala pasada que estaba jugándote tu mente "programada".

Un apego no es un hecho, es una creencia, una fantasía de tu mente, adquirida mediante una "programación". Si esa fantasía no existiera en tu mente, no estarías apegado. Amarías las cosas y a las personas y disfrutarías de ellas; pero, al no existir la creencia, disfrutarías de ellas sin atadura de ningún tipo. ¿Existe, de hecho, otra forma de disfrutar realmente de algo? Pasa revista a todos tus apegos y ataduras, y dile a cada persona u objeto que te venga a la mente: "En realidad no estoy apegado a ti en absoluto. Tan sólo estoy engañándome a mí mismo creyendo que sin ti no puedo ser feliz". Limítate a hacer esto con toda honradez y verás el cambio que se produce en ti: "En realidad no estoy apegado a ti en absoluto. Tan sólo estoy engañándome a mí mismo creyendo que sin ti no puedo ser feliz".
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