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terça-feira, 18 de maio de 2010


O Despertar
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Paul Ferrini


Um Mesmo
Quando descubro meu autêntico eu, desejo teu bem e o meu. Deixo de acreditar que conseguirei algo valioso tirando-o de você. Efetivamente, sei que quanto mais te dê, mais darei a mim mesmo.

A verdadeira natureza não é o que eu vejo como «eu». Não é o que vejo como «você». Está além de todos os conceitos estratificados do «eu» e do «você». É mais correto descrever ao verdadeiro eu como «eu em você e você em mim». É a interpenetração do ser. É a consciência que nos honra aos dois neste momento.

Quando vejo minha Natureza Verdadeira, estou vendo unicamente a Natureza Verdadeira em você. Ver através de minha Natureza Verdadeira é ver além de tua máscara, de tua aparência, até chegar a tua essência. É ver-te através de meu amor e da aceitação de mim mesmo.

A maneira que tenho de ver a você reflete a maneira que tenho de ver-me. Quando me olho com compaixão, vejo a você baixo esse mesmo prisma. Embora me insultes, não te responderei temeroso, porque sei, por própria experiência, que esses insultos representam o que sentes sobre você mesmo. Sei que projetas sobre mim o ódio que sentes por você, porque te resulta demasiado agoniante. E não quero reforçar-te o ódio que sentes por você mesmo, por isso te respondo duma maneira que respeita a dignidade inerente que há em você e em teu desejo de aceitação.

Quando te dou o amor que você me nega, estou dando esse amor para os dois. Animo-te a não abandonar-te. Falo-te: “Tenho suficiente amor para os dois, e como nestes momentos você não o vê, te ensinarei.” E, ao fazer-lo assim, construo uma ponte sobre a separação que sentes.

Cada interação que tenho contigo me oferece a possibilidade de escolher entre afirmar a pessoa que verdadeiramente sou ou me por a máscara da identidade. Quando me ponho à máscara, vejo a separação que há entre nós. Vejo diferenças entre teu bem e o meu. E se perde a conexão com o mais verdadeiro de mim e o mais verdadeiro de você.

As maiorias estão convencidas de que o mundo em que vivemos é um mundo competitivo, um mundo de você contra mim, ou de você contra o meu, um mundo em que eu tenho inveja de teu sucesso porque acredito que ao conseguir algo bom para você me arrebatas a atenção. Surpreende-te que experimentemos dificuldades, sacrifícios, egoísmo e avareza?

Este mundo competitivo é um engano, um triste sonho do qual podemos despertar, do qual despertaremos. Nossa crença, neste tipo de mundo é a que nos faze manter as máscaras postas e a que recicla nossos medos.

Este mundo competitivo não nos oferece uma felicidade ou uma paz verdadeira. Então, porque continuamos acreditando nele? Quando estaremos dispostos a ver um mundo diferente?

Quando nos quitarmos às máscaras, quando aceitarmos a verdade sobre nós mesmos e sobre os demais, quando deixarmos de competir uns contra outros para conseguir amor e aprovação, encontramos a verdadeira felicidade. O amor nos pertence a todos por igual. Deste modo, não é difícil dar-lo nem receber-lo.


El Despertar
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Paul Ferrini


Uno Mismo
Cuando descubro mi auténtico yo, deseo tu bien y el mío. Dejo de creer que conseguiré algo valioso quitándotelo a ti. Efectivamente, sé que cuanto más te dé a ti, más me daré a mí mismo.

La verdadera naturaleza no es lo que yo veo como «yo». No es lo que veo como «tú». Está más allá de todos los conceptos estratificados del «yo» y del «tú». Es más correcto describir al verdadero yo como «yo en ti y tú en mí». Es la interpenetración del ser. Es la conciencia que nos honra a los dos en este momento.

Cuando veo mi Naturaleza Verdadera, estoy viendo únicamente la Naturaleza Verdadera en ti. Ver a través de mi Naturaleza Verdadera es ver más allá de tu máscara, de tu apariencia, hasta llegara tu esencia. Es verte a través de mi amor y de la aceptación de mí mismo.

La manera que tengo de verte a ti refleja la manera que tengo de verme a mí. Cuando me miro con compasión, te veo a ti bajo ese mismo prisma. Aunque me insultes, no te responderé temeroso, porque sé, por propia experiencia, que esos insultos representan lo que sientes hacia ti mismo. Sé que proyectas sobre mí el odio que sientes hacia ti, porque te resulta demasiado agobiante. Y no quiero reforzarte el odio que sientes hacía ti mismo, por eso te respondo de una manera que respeta la dignidad inherente que hay en ti y en tu deseo de aceptación.

Cuando te doy el amor que tú me niegas, estoy dando ese amor para los dos. Te animo a no abandonarte. Te digo: “Tengo suficiente amor para los dos, y como en estos momentos tú no lo ves, te lo enseñaré.” Y, al hacerlo así, construyo un puente sobre la separación que sientes.

Cada interacción que tengo contigo me ofrece la posibilidad de escoger entre afirmar la persona que verdaderamente soy o ponerme la máscara de la identidad. Cuando me pongo la máscara, veo la separación que hay entre nosotros. Veo diferencias entre tu bien y el mío. Y pierdo la conexión con lo más verdadero de mí y lo más verdadero de ti.

La mayoría estamos convencidos de que el mundo en el que vivimos es un mundo competitivo, un mundo de tú contra yo, de lo tuyo contra lo mío, un mundo en el que yo envidio tu éxito porque creo que al conseguir algo bueno para ti me arrebatas la atención. ¿Te sorprende que experimentemos dificultades, sacrificios, egoísmo y avaricia?

Este mundo competitivo es un engaño, un triste sueño del cual podemos despertar, del cual despertaremos. Nuestra creencia, en este tipo de mundo es la que nos hace mantener las máscaras puestas y la que recicla nuestros miedos.

Este mundo competitivo no nos ofrece una felicidad o una paz verdadera. Entonces, ¿por qué continuamos creyendo en él? ¿Cuándo estaremos dispuestos a ver un mundo diferente?

Cuando nos quitamos las máscaras, cuando aceptamos la verdad sobre nosotros mismos y sobre los demás, cuando dejamos de competir unos con otros para conseguir amor y aprobación, encontramos la verdadera felicidad. El amor nos pertenece a todos por un igual. De este modo, no es difícil darlo ni recibirlo.
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