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sexta-feira, 4 de junho de 2010

COMPRAS Y ABASTECIMIENTO


ADMINISTRAÇÃO DA CADEIA DE ABASTECIMENTO (Supply chain)

Como saber que material se necessita? Quanto e onde é requerido? Que porcentagem da capacidade instalada se está aproveitando? A administração da cadeia de abastecimento é a ferramenta para solucionar estas e outras duvidas.
Para conhecer mais respeito da gestão da cadeia de abastecimento comecemos por definir que é a cadeia de abastecimento:
Cadeia de abastecimento
Inclui todas as atividades relacionadas com o fluxo e transformação de bens e produtos, desde a etapa da matéria prima até o consumo pelo usuário final, desde o fornecedor das matérias primas até a prateleira do varejo.
Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento
É um processo gerencial relativamente novo que teve grande impulso na década passada e gera reduções de custos significativos permitindo às empresas maior nível de competitividade e maiores lucros.
No novo milênio a concorrência se apresenta entre as cadeias de abastecimento e não entre as companhias individuais. A gerencia da cadeia de abastecimento gira em redor da integração eficiente de fornecedores, fabricantes, distribuidores, atacadistas e varejistas, desta forma se consegue reduzir substancialmente os custos e ao mesmo tempo se melhoram os níveis de serviço ao cliente.
A gerencia da cadeia de abastecimento cobre as seguintes áreas: rede de logística, armazenagem, gerencia do inventario, compras, alianças estratégicas, informática e telecomunicações como elementos chaves nas comunicações e tomada de decisões.
As empresas que queiram ter êxito necessitam tornar eficientes seus processos em todas as áreas
Causas do desenvolvimento da gestão da cadeia de abastecimento
Têm-se identificado cinco fatores como os detonantes para colocar à gestão da cadeia de abastecimento no centro da atenção das empresas:
●O rápido desenvolvimento dos fluxos de informação, também conhecido como a revolução da informação, apoiado nas novas tecnologias.
●A aparição do comercio eletrônico, tanto entre empresas como entre empresas e consumidores finais.
●A empoderação dos clientes devido ás novas tecnologias e à grande quantidade de empresas que produzem para ele. O cliente se há voltado mais exigente em termos de qualidade dos produtos, tempos de entrega, comodidade, serviço, etc.
●A grande mobilidade dos capitais impulsionada pela internacionalização da economia e a desregularão aos fluxos de capitais.
●A possibilidade de estabelecer novos relacionamentos entre empresas competidoras traduzida na consecução de alianças que permitam fazer mais eficientes os processos, tanto na gestão de compras ou entregas como outros processos chaves e geradores de altos custos.
Que é o inovador?
Você se pode perguntar: porém que é o inovador da gestão da cadeia de abastecimento se sempre as empresas se hão tido que ocupar de administrar seus processos de distribuição, transporte, entrega e serviço ao cliente?
O novo do conceito é que integram ditos processos aos objetivos e à estratégia corporativa, o que anteriormente se manejava de forma isolada pelo departamento de compras ou pelo de distribuição agora confluí num mesmo sistema que permite aproveitar sinergias em prol de diminuições de custos e maior eficiência frente aos clientes.
Anteriormente era comum que os departamentos de compras e produção funcionaram sem ou com muito pouca comunicação entre eles, agora com a gestão integrada não podem operar do mesmo jeito já que o desperdício bem seja de matérias primas (na parte de compras) ou de tempos (em produção) redundam em ineficiências que diminuem os níveis de competitividade.
Hoje produção pode fazer saber, em tempo real, a produção que necessita e que não necessita assim mesmo os vendedores podem comunicar a produção, rapidamente e com exatidão, as referencias e as quantidades dos produtos vendidos e qual é o período de tempo que devem cumprir etc. Se trata de fazer que o fluxo de informação funcione em chave com o fluxo de transformação nas empresas.
Para atingir estas eficiências se têm desenvolvido tecnologias como os MRP, ERP e CRM, que permitem às empresas transformar seus fluxos de produção e informação arcaicos em lubrificadas maquinários capazes de integrar os processos chaves: gestão de subministros, gestão de materiais e gestão da demanda.
Os benefícios
Entre os principais benefícios que gera a gestão integral da cadeia de abastecimento se pode mencionar:
●Fidelidade dos clientes: Conseguindo maiores níveis de eficiência nos processos produtivos é possível melhorar o serviço ao cliente em termos de preço, tempo de entrega, condições de compra, etc., o qual se reflete no comportamento do cliente ante a empresa e seus produtos e melhorando o posicionamento em sua mente, atingindo desta maneira maior capacidade de reter clientes. Se deve entender que os clientes, embora tenham obtido maior poder nos últimos anos devido às novas tecnologias e a que podem escolher entre grande quantidade de empresas produzindo para eles, tem tendência a não mobilidade se acham o que procuram porque esta mobilidade lhes representa custos, seja em termos econômicos ou em termos de tempo e desgaste.
●Entrada a novos mercados: Só é possível afrontar a concorrência internacional si se tem a capacidade para fazer-lo, si se tem preços e processos competitivos. Esta competência não só se apresenta quando as empresas se envolvem em processos de exportação senão quando novos concorrentes internacionais incursionam nos mercados domésticos.
●Liderança de mercado: Uma vez obtida à fidelidade dos clientes e tendo a capacidade de atrair aos novos, será possível pensar em liderar ao mercado, ao fim de contas é o cliente quem define aos líderes.
●Novas relações comerciais e competitivas: A tendência é à competitividade e as alianças, em ordem de diminuir custos e gerar maior dimensão de mercado.
Em que focar-se para ter sucesso
A empresa que pretenda melhorar realmente seus níveis de eficiência baseando-se na gestão da cadeia de abastecimento deve focar suas estratégias no conhecimento do cliente, a diminuição de custos e a excelência operativa. Quando a empresa é capaz de entender a seu cliente e os processos requeridos para satisfazer-lo seguramente poderá chegar a ele com êxito.
Se pode concluir então que a gestão da cadeia de abastecimento é um macro-processo de negócios que envolve todas as funções na empresa e que se deve focar no cliente final para ser exitosa.

Carlos López
calbarrobagestiopolis.com


ADMINISTRACIÓN DE LA CADENA DE ABASTECIMIENTO

¿Cómo saber qué material se necesita? ¿cuánto y dónde es requerido? ¿qué porcentaje de la capacidad instalada se está aprovechando? La administración de la cadena de abastecimiento es la herramienta para solucionar estas y otras dudas
Para conocer más acerca de la gestión de la cadena de abastecimiento comencemos por definir qué es la cadena de abastecimiento:
Cadena de abastecimiento
Incluye todas las actividades relacionadas con el flujo y transformación de bienes y productos, desde la etapa de materia prima hasta el consumo por el usuario final, desde el proveedor de las materias primas hasta el estante del detallista
La Gerencia de la Cadena de Abastecimiento
Es un proceso gerencial relativamente novedoso que tuvo gran impulso en la década pasada y genera reducciones de costos significativos permitiendo a las empresas mayor nivel de competitividad y mayores ganancias.
En el nuevo milenio la competencia se presenta entre las cadenas de abastecimiento y no entre las compañías individuales. La gerencia de la cadena de abastecimiento gira alrededor de la integración eficiente de proveedores, fabricantes, distribuidores, y minoristas, de esta forma se consigue reducir substancialmente los costos y al mismo tiempo se mejoran los niveles de servicio al cliente.
La gerencia de la cadena de abastecimiento cubre las siguientes áreas: red de logística, almacenaje, gerencia del inventario, compras, alianzas estratégicas, informática y telecomunicaciones como elementos claves en las comunicaciones y toma de decisiones.
Las empresas que quieren tener éxito necesitan hacer eficientes sus procesos en todas las áreas
Causas del desarrollo de la gestión de la cadena de abastecimiento
Se han identificado cinco factores como los detonantes para colocar a la gestión de la cadena de abastecimiento en el centro de atención de las empresas:
●El rápido desarrollo de los flujos de información, también conocido como la revolución de la información, apoyado en las nuevas tecnologías.
●La aparición del comercio electrónico, tanto entre empresas como entre empresas y consumidores finales.
●La empoderación de los clientes debido a las nuevas tecnologías y a la gran cantidad de empresas que producen para él. El cliente se ha vuelto más exigente en términos de calidad de los productos, tiempos de entrega, comodidad, servicio, etc.
●La gran movilidad de los capitales impulsada por la internacionalización de la economía y la desregulación a los flujos de capitales.
●La posibilidad de establecer nuevas relaciones entre empresas competidoras traducida en la consecución de alianzas que permitan hacer más eficientes los procesos, tanto en gestión de compras o entregas como otros procesos claves y generadores de altos
Qué es lo novedoso?
Uno se puede preguntar ¿pero qué es lo novedoso de la gestión de la cadena de abastecimiento si siempre las empresas se han tenido que ocupar de gestionar sus procesos de distribución, transporte, entrega y servicio al cliente?
Lo nuevo del concepto es que integra dichos procesos a los objetivos y a la estrategia corporativa, lo que anteriormente se manejaba de forma aislada por el departamento de compras o por el de distribución ahora confluye en un mismo sistema que permite aprovechar sinergias en pro de disminuciones de costos y mayor eficiencia frente a los clientes.
Anteriormente era común que los departamentos de compras y producción funcionaran sin o con muy poca comunicación entre sí, ahora con la gestión integral no pueden operar de la misma manera ya que los desperdicios, bien sea de materias primas (en la parte de compras) o de tiempos (en producción) redundan en ineficiencias que disminuyen los niveles de competitividad.
Hoy producción le puede hacer saber, en tiempo real, a producción qué necesita y qué no necesita, así mismo los vendedores le pueden comunicar a producción, rápidamente y con exactitud, las referencias y las cantidades de los productos vendidos y cuál es el período de tiempo que deben cumplir, etc. Se trata de hacer que el flujo de información funcione en llave con el flujo de transformación en las empresas.
Para lograr estas eficiencias se han desarrollado tecnologías como los MRP, ERP y CRM, que les permiten a las empresas transformar sus flujos de producción e información arcaicos en aceitadas maquinarias capaces de integrar los procesos claves: gestión de suministros, gestión de materiales y gestión de la demanda.
Los beneficios
Entre los principales beneficios que genera la gestión integral de la cadena de abastecimiento se pueden mencionar:
●Lealtad de los clientes: Consiguiendo mayores niveles de eficiencia en los procesos productivos es posible mejorar el servicio al cliente en términos de precio, tiempo de entrega, condiciones de compra, etc., lo cual se refleja en el comportamiento del cliente ante la empresa y sus productos y mejorando el posicionamiento en su mente, alcanzando de esta manera mayor capacidad de retener clientes. Se debe entender que los clientes, aunque han obtenido mayor poder en los últimos años debido a las nuevas tecnologías y a que pueden escoger entre gran cantidad de empresas produciendo para ellos, tienen tendencia a la no movilidad si encuentran lo que buscan porque esta movilidad les representa costos, ya sea en términos económicos o en términos de tiempo y desgaste.
●Entrada a nuevos mercados: Solo es posible afrontar la competencia internacional si se tiene la capacidad para hacerlo, si se tienen precios y procesos competitivos. Esta competencia no solo se presenta cuando las empresas se inmiscuyen en procesos de exportación sino cuando nuevos entrantes internacionales incursionan en los mercados domésticos.
●Liderazgo de mercado: Una vez obtenida la lealtad de los clientes y teniendo la capacidad de atraer a los nuevos, será posible pensar en liderar el mercado, al fin de cuentas es el cliente el que define a los líderes.
●Nuevas relaciones comerciales y competitivas: La tendencia es hacia la coompetencia y las alianzas, en orden de disminuir costos y generar mayores tamaños de mercado.
En qué enfocarse para tener éxito
La empresa que pretenda mejorar realmente sus niveles de eficiencia basándose en la gestión de la cadena de abastecimiento debe enfocar sus estrategias en el conocimiento del cliente, la disminución de costos y la excelencia operacional. Cuando la firma es capaz de entender a su cliente y los procesos requeridos para satisfacerlo seguramente podrá llegar a él con éxito.
Se puede concluir entonces que la gestión de la cadena de abastecimiento es un macroproceso de negocios que involucra todas las funciones en la empresa y que se debe enfocar en el cliente final para ser exitosa.

Carlos López
calbarrobagestiopolis.com
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