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terça-feira, 29 de junho de 2010

COMPRAS NA EMPRESA MODERNA


O Profissional de compras ganha espaço e poder

O departamento de compras deixou de ser uma área de suporte para fazer parte das estratégias das empresas

Por muito tempo, o profissional de compras ficou relegado aos escalões intermediários. Mas, a partir do momento em que as empresas "descobriram" que o lucro é igual a receita menos despesas, a profissão entrou em alta. "O custo tem impacto direto no resultado da companhia. Um dólar economizado em compras de equipamentos, serviços ou bens, por exemplo, é um dólar a mais de lucro", declarou Martha Verçosa, diretora de compras para a América Latina da EDS e presidente do Conselho Brasileiro dos Executivos de Compras, à revista "Você S.A.".
Hoje, as empresas gastam o equivalente a 40% do seu faturamento com a aquisição de matéria-prima, produtos e serviços e enfrentam grandes reestruturações. Geralmente as compras estão sempre relacionadas a algum processo ligado diretamente aos clientes principalmente quando envolvem novas soluções. Deixou de ser uma área de suporte, meramente operacional para fazer parte da estratégia das empresas, contribuindo para colocar o responsável pela área sob holofotes. Tanto é verdade que ele ganhou em algumas empresas globais um nome imponente: o de CPO, ou chief procurement officer (chefe responsável pelas compras).
O CPO é disputado basicamente por três setores: o automotivo, telecomunicações e o farmacêutico. Para os cargos intermediários, a procura vem dos mais diversos setores. A demanda é grande, a ponto de empresas especializadas na contratação de executivos colocar profissionais exclusivamente para entrevistar pretendentes ao cargo.
De acordo com o consultor e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (Eaesp-FGV), Luiz Carnier, o resultado financeiro imediato não é a única razão da valorização desses profissionais. "A área de compras não é uma foice que serve apenas para cortas custos. As empresas querem comprar valor, qualidade, diferencial", afirmou à "Você S.A".
Com o avanço da tecnologia, tarefas operacionais, como expedição e acompanhamento de pedidos, passaram a ser automatizadas. De acordo com o consultor Luiz Valente, as equipes de compras passaram a concentrar os esforços na parte mais estratégica, pensante, do negócio. Lembrou que a Internet e as ferramentas do e-procurement (soluções e gerenciamento de compras por meios eletrônicos), como leilões reversos (comprador informa o preço que deseja pagar por determinado produto ou serviço e o fornecedor que fizer a melhor oferta ganha a negociação), permitem fazer cotações em escalas globais.
Relacionamentos
Se antes o orgulho de um comprador era uma boa compra, hoje ele busca desenvolver um bom fornecedor, por meio de relacionamentos em que as duas partes ganham. Para o professor Stravos Xanthopoylos, da Eaesp-FGV, isso descaracteriza o aspecto da barganha das negociações.
Essa relação - comprador e fornecedor - não só significa que cada um deve estar preparado para entender o mercado, como é fundamental para que ambos busquem soluções inovadoras. Daí a importância de relacionamentos duradouros. Deve fazer parte também desse jogo, os clientes internos, ou seja, as diversas áreas da empresa, pois são eles que sabem que tipo de insumo ou serviço a empresa precisa. A manutenção de relacionamentos duradouros exige que o CPO seja um hábil negociador.
Faltam profissionais especializados
De acordo com Martha Verçosa, presidente do Conselho Brasileiro de Executivos de Compras faltam cursos específicos para a formação de profissionais de compras. "O mercado está aquecido, mas não têm profissionais”, lamenta.
Esse cenário coincide com a opinião de gurus feita no início da década de 90, quando vislumbraram a criação de um grande e competitivo mercado global e que os compradores chegariam ao topo das corporações.
Na opinião do consultor de práticas operacionais, Henrique Teixeira, as empresas com gestão mais arejada fazem um rodízio das atividades de compras pelos principais departamentos.
Segundo ele, a prática permite que executivos de outras áreas renovem o setor de compras, dando novas perspectivas para os profissionais que passam a entender um aspecto crucial de qualquer negócio. Ressaltou, porém, que apesar de as multinacionais terem aberto o caminho, a maioria das empresas ainda não acordou para a importância estratégica das compras. "Elas não vão conseguir competir globalmente", completou.

El Profesional de compras gana espacio y poder - espanhol

El departamento de compras dejó de ser un área de soporte para formar parte de las estrategias de las empresas

Por mucho tiempo, el profesional de compras quedó relegado a los escalones intermedios. Mas, a partir del momento en que las empresas "descubrieron" que el lucro es igual a facturación menos gastos, la profesión entró en alta. "El costo tiene impacto directo en el resultado de la compañía. Un dólar economizado en compras de equipos, servicios o bienes, por ejemplo, es un dólar más de utilidad", declaró Martha Verçosa, directora de compras para América Latina de EDS y presidente del Consejo Brasileño de los Ejecutivos de Compras, a la revista "Você S.A.".
Hoy, las empresas gastan el equivalente a 40% de su facturación en la adquisición de materia prima, productos y servicios y enfrentan grandes reestructuraciones. Generalmente las compras están siempre relacionadas a algún proceso ligado directamente a los clientes principalmente cuando involucran nuevas soluciones. Dejó de ser un área de soporte, meramente operacional para formar parte de la estrategia de las empresas, contribuyendo para colocar al responsable del área bajo los reflectores. Tanto es verdad que él ganó en algunas empresas globales un nombre imponente: el de CPO, o Chief Procurement Officer (Jefe Responsable por las Compras).
El CPO es disputado básicamente por tres sectores: el automotriz, telecomunicaciones y el farmacéutico. Para los cargos intermediarios, la demanda viene de los más diversos sectores. La demanda es grande, a punto tal de que empresas especializadas en la contratación de ejecutivos coloquen profesionales exclusivamente para entrevistar pretendientes al cargo.
De acuerdo con el consultor y profesor de la Escuela de Administración de Empresas de São Paulo de la Fundación Getulio Vargas (Eaesp-FGV), Luiz Carnier, el resultado financiero inmediato no es la única razón de la valorización de estos profesionales. "El área de compras no es una guadaña que sirve apenas para cortar costos. Las empresas quieren comprar valor, calidad, diferencial", afirmó a "Você S.A".
Con el avance de la tecnología, tareas operativas, como expedición y acompañamiento de pedidos, pasaron a ser automatizadas. De acuerdo con el consultor Luiz Valente, los equipos de compras pasaron a concentrar los esfuerzos en la parte más estratégica, pensante, del negocio. Recordó que Internet y las herramientas de e-procurement (soluciones y administración de compras por medios electrónicos), como remates inversos (el comprador informa el precio que desea pagar por determinado producto o servicio y el proveedor que hace la mejor oferta gana la negociación), permiten hacer cotizaciones en escalas globales.
Relaciones
Si antes el orgullo de un comprador era una buena compra, hoy él busca desarrollar un buen proveedor, por medio de relaciones en que las dos partes ganan. Para el profesor Stravos Xanthopoylos, de Eaesp-FGV, esto des-caracteriza el aspecto del trueque de las negociaciones.
Esa relación - comprador y proveedor - no solo significa que cada uno debe estar preparado para entender al mercado, como es fundamental para que ambos busquen soluciones innovadoras. De allí la importancia de relaciones duraderas. Deben hacer parte también de este juego, los clientes internos, o sea, las diversas áreas de la empresa, pues son ellos que saben qué tipo de insumo o servicio la empresa precisa. El mantenimiento de relaciones duraderas exige que el CPO sea un hábil negociador.
Faltan profesionales especializados
De acuerdo con Martha Verçosa, presidente del Consejo Brasileño de Ejecutivos de Compras, faltan cursos específicos para la formación de profesionales de compras. "El mercado está con demanda sostenida, pero no tienen profesionales", lamenta.
Ese escenario coincide con la opinión de gurús efectuada en el inicio de la década del 90, cuando vislumbraron la creación de un grande y competitivo mercado global y que los compradores llegarían al tope de las corporaciones.
En la opinión del consultor de prácticas operativas, Henrique Teixeira, las empresas con una gestión más moderna hacen una rotación de las actividades de compras por los principales departamentos.
Según él, la práctica permite que ejecutivos de otras áreas renueven al sector de compras, dando nuevas perspectivas para los profesionales que pasan a entender un aspecto crucial de cualquier negocio. Resaltó, pero, que a pesar de las multinacionales haber abierto el camino, la mayoría de las empresas aún no despertó para la importancia estratégica de las compras. "Ellas no van a conseguir competir globalmente", afirmó.
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