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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

FILOSOFIA PERENNE


A ‘Filosofia Perene’ entra na empresa a través do desenvolvimento pessoal
Por Victor Gay Zaragoza

O cambio e a evolução são o único que perdura com o passo do tempo. Embora, há uma mensagem que se há vido repetindo ao longo de toda a história da humanidade.
Se realizarmos um percorrido através das diferentes interpretações que se tem feito do ser
humano, comprovamos como em essência sempre tem existido um denominador comum.
Ao conhecer as idéias dos grandes filósofos e sábios procedentes de todos os cantos do
planeta descobrimos elementos compartilhados. E este achado traz consigo uma revelação que
está pondo-se em prática nas empresas socialmente responsáveis.
Esta essência comum a encontramos descrita em diferentes fontes.
Desde os textos sagrados indianos até os evangelhos cristianos.
Desde os sutras do Buda até os poemas místicos sufis.
E, mais recentemente, nas páginas dos últimos bestsellers dos principais gurus do
management contemporâneo, entre os que destacam Stephen Covey, Fredy Kofman e Alex Rovira.
Embora difiram na forma, o conteúdo de todos eles comparte uma série de princípios e
valores.
Este denominador comum há sido conhecido como a ‘Filosofia Perene’, um término que foi
acunhado no século XVI pelo erudito italiano Agostino Steuco, autor da obra “De Perennis
Philosofia”.
Embora, a democratização deste conceito no se produzo até mediados do
século XX, quando o reconhecido filósofo britânico Aldous Houxley publicó “La Filosofia
Perene” (*).
Por descrever-la brevemente, esta corrente filosófica, existencial e espiritual se baseia
fundamentalmente nos seguintes princípios:
●-Todo o que existe forma parte de uma mesma unidade, que podemos sentir dentro e fora de
nós.
●- O que nos separa do contato com esta unidade é a ignorância de no saber quem somos e a
inconsciência de não querer saber-lo.
●- O autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal são processos e ferramentas que nos
permitem crescer cambiar e evoluir em direção para esta unidade.
●- A paz interior é o indicador mais fiável de que temos atingido a unidade com nós
mesmos, com os demais e com a realidade da que todos formamos parte.
Porém, de que maneira se tem posto em prática os princípios da ‘Filosofia Perene?
Para responder a esta pergunta basta com olharmos no legado de dois dos grandes líderes do século XX: Mahatma Gandhi e Martin Luther King.
Ainda hoje são lembrados e admirados por liderar dois dos movimentos políticos mais efetivos da história da humanidade: a independência da Índia e a igualdade de direitos entre raças nos EEUU.
O êxito de Gandhi e Luther King não radica no “que conseguiram” senão em “como o conseguiram”.
Os dois compartilharam seu compromisso por seu próprio autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Prova disto é que subiram liberar-se da tirania da ignorância e a inconsciência, trabalhando primeiramente sobre se mesmos.
E ao descobrir quem eles eram e entrar em contato com sua paz interior, dedicaram sua vida ao serviço dos demais.
Em seus discursos, os dois coincidiram em que existia uma unidade mais além das diferenças superficiais, como a raça, a cultura e a religião.
De aí que os dois encarnaram o principio da “não violência”, um conceito ideado pelo filósofo e escritor russo Leon Tolstoi, cuja obra “O reino de Deus”, determinou o estilo de liderança de Gandhi e Luther King.
Como todo o mundo sabe, seus resultados foram assombrosos.
Porém o que tal vez há passado mais despercebido é que a essência de sua liderança efetiva foram os princípios e valores da ‘Filosofia Perene’.
Extrapolando estes casos de êxito tão inspiradores ao contexto econômico atual, descobrimos que no âmbito dos Recursos Humanos e a gestão do talento, ao longo dos últimos anos se tem começado a utilizar o Coaching, a Programação Neurolingüística (PNL) e o Eneagrama.
Estas ferramentas estão demonstrando sua efetividade à hora de potenciar o desenvolvimento pessoal e a melhora da cultura organizacional das empresas socialmente responsáveis.
Se bem não se costuma falar muito disto, quase todos os diretivos das grandes multinacionais participam em processos de Coaching e assistem a cursos de Eneagrama para crescer e criar equipes de trabalho mais eficientes.
Se aprofundarmos na essência destas ferramentas modernas de management, vemos como seus principais pilares são autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal.
É dizer, os mesmos que tem movimentado aos grandes filósofos, sábios e líderes ao longo da história da humanidade. Embora ainda esta dando seus primeiros passos, temos motivos mais que suficientes para celebrar a chegada da ‘Filosofia Perene’ ao mundo da empresa.
Víctor Gay Zaragoza é consultor especializado na dimensão humana da empresa e professor do máster em desenvolvimento pessoal e liderança da Universitat de Barcelona (UB). Ao longo de sua carreira há trabalhado e colaborado para empresas como Accenture, Unilever, Heineken, Epson y Barry Callebaut entre outras.
(*) Aldous Huxley - A Filosofia Perene ( por John White)
A Filosofia Perene ocupa-se primordialmente da Realidade divina, una e substancial do mundo múltiplo das coisas, das vidas e das mentes. Mas a natureza dessa Realidade una é tal, que só pode ser aprendida direta e imediatamente por aqueles que decidiram preencher certas condições, tornando-se amorosos e puros de coração.
"Eu vivo e, entretanto, não sou eu quem vive mas Cristo que vive em mim", ou talvez fosse mais exato usar o verbo transitivamente e dizer ; "Eu vivo e, entretanto não sou eu quem vive ; pois é o Logos que me vive", vive-me como um ator vive o seu papel. Nesse caso, é claro, o ator é sempre infinitamente superior ao papel. No que concerne à vida real, não existem personagens shakespearianos .
Por não sabermos quem somos, por não termos consciência de que o Reino dos Céus está dentro de nós, procedemos de maneiras geralmente tolas, não raro insensatas, às vezes criminosas e tão caracteristicamente humanas.
Somos salvos, libertados e iluminados ao perceber o bem, até então despercebido, que já existe dentro de nós, retornando ao nosso Fundamento eterno e permanecendo onde sempre estivemos sem o saber.
Platão fala a mesma coisa ao afirmar, na República , que "a virtude da sabedoria, mais do que qualquer outra coisa, contém um elemento divino que sempre subsiste". E no Teéteto e ressalta a idéia, tão freqüentemente repetida pelos que praticam a religião espiritualista, de que só nos tornando divinos podemos conhecer Deus, e tornar-nos divinos é identificar-nos com o elemento divino que, na verdade, constitui nossa natureza fundamental, mas do qual, em nossa ignorância quase sempre voluntária, preferimos permanecer inconscientes.

La ‘Filosofía Perenne’ entra en la empresa a través del desarrollo personalPor Víctor Gay Zaragoza

El cambio y la evolución son lo único que perdura con el paso del tiempo. Sin embargo, hay un mensaje que se ha venido repitiendo a lo largo de toda la historia de la humanidad.
Si realizamos un recorrido a través de las diferentes interpretaciones que se han hecho del ser
humano, comprobamos como en esencia siempre ha existido un denominador común.
Al conocer las ideas de los grandes filósofos y sabios procedentes de todos los rincones del
planeta descubrimos elementos compartidos. Y este hallazgo trae consigo una revelación que está
poniéndose en práctica en las empresas socialmente responsables.
Esta esencia común la encontramos descrita en diferentes fuentes.
Desde los textos sagrados hindúes hasta los evangelios cristianos.
Desde los sutras del Buda hasta los poemas místicos sufíes.
Y, más recientemente, en las páginas de los últimos bestsellers de los principales gurús del
management contemporáneo, entre los que destacan Stephen Covey, Fredy Kofman y Alex Rovira.
Aunque difieran en la forma, el contenido de todos ellos comparte una serie de principios y
valores.
Este denominador común ha sido conocido como la ‘Filosofía Perenne’, un término que fue
acuñado en el siglo XVI por el erudito italiano Agostino Steuco, autor de la obra De Perenni
Philosofia. Sin embargo, la democratización de este concepto no se produjo hasta mediados del
siglo XX, cuando el reconocido filósofo británico Aldous Houxley publicó La Filosofía Perenne.
Por describirla brevemente, esta corriente filosófica, existencial y espiritual se basa
Fundamentalmente en los siguientes principios:
●-Todo lo que existe forma parte de una misma unidad, que podemos sentir dentro y fuera de
nosotros.
●- Lo que nos separa del contacto con esta unidad es la ignorancia de no saber quiénes somos y la
inconsciencia de no querer saberlo.
●- El autoconocimiento y el desarrollo personal son procesos y herramientas que nos permiten
crecer,
cambiar y evolucionar en dirección hacia esta unidad.
●- La paz interior es el indicador más fiable de que hemos alcanzado la unidad con nosotros
mismos, con los demás y con la realidad de la que todos formamos parte.
Pero, ¿de qué manera se han puesto en práctica los principios de la ‘Filosofía Perenne? Para responder a esta pregunta basta con fijarnos en el legado de dos de los grandes líderes del siglo XX: Mahatma Gandhi y Martin Luther King.
Todavía hoy son recordados y admirados por liderar dos de los movimientos políticos más efectivos de la historia de la humanidad: la independencia de la India y la igualdad de derechos entre razas en los EEUU.
El éxito de Gandhi y Luther King no radica en “lo que consiguieron” sino en “cómo lo consiguieron”.
Los dos compartieron su compromiso por su propio autoconocimiento y desarrollo personal.
Prueba de ello es que supieron liberarse de la tiranía de la ignorancia y la inconsciencia, trabajando primeramente sobre sí mismos.
Y al descubrir quiénes eran y entrar en contacto con su paz interior, dedicaron su vida al servicio de los demás.
En sus discursos, los dos coincidieron en que existía una unidad más allá de las diferencias superficiales, como la raza, la cultura y la religión.
De ahí que los dos encarnaran el principio de “la no violencia”, un concepto ideado por el filósofo y escritor ruso Leon Tolstoi, cuya obra “El reino de Dios”, determinó el estilo de liderazgo de Gandhi y Luther King.
Como todo el mundo sabe, sus resultados fueron asombrosos.
Pero lo que tal vez ha pasado más desapercibido es que la esencia de su liderazgo efectivo fueron los principios y valores de la ‘Filosofía Perenne’.
Extrapolando estos casos de éxito tan inspiradores al contexto económico actual, descubrimos que en el ámbito de los Recursos Humanos y la gestión del talento, a lo largo de los últimos años se han empezado a utilizar el Coaching, la Programación Neurolingüística (PNL) o el Eneagrama.
Estas herramientas están demostrando su efectividad a la hora de potenciar el desarrollo personal y la mejora de la cultura organizacional de las empresas socialmente responsables.
Si bien no se suele hablar mucho de ello, casi todos los directivos de las grandes multinacionales participan en procesos de Coaching y asisten a cursos de Eneagrama (*) para crecer y crear equipos de trabajo más eficientes.
Si profundizamos en la esencia de estas herramientas modernas de management, vemos como sus principales pilares son el autoconocimiento y el desarrollo personal.
Es decir, los mismos que han movido a los grandes filósofos, sabios y líderes a lo largo de la historia de la humanidad. Aunque todavía está dando sus primeros pasos, tenemos motivos más que suficientes para celebrar la llegada de la ‘Filosofía Perenne’ al mundo de la empresa.
Víctor Gay Zaragoza es consultor especializado en la dimensión humana de la empresa y profesor del master en desarrollo personal y liderazgo de la Universitat de Barcelona (UB). A lo largo de su carrera ha trabajado y colaborado para empresas como Accenture, Unilever, Heineken, Epson y Barry Callebaut entre otras.
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