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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

RESPONSABILIDADE SOCIAL


O FUTURO DA EUROPA


NÃO É SÓ UMA CRISE FINANCEIRA, É UMA GUERRA ENTRE MODELOS SOCIAIS

A Crise que vivemos é muito mais que uma crise econômica ou financeira; sobre tudo é uma guerra entre modelos sociais incompatíveis. O logo do encabeçado é uma representação gráfica desta guerra soterrada. As três grandes imprensas de dinheiro que há atualmente são a de EEUU (dólar $) a de Europa (euro €) e a de China (¥ Yuan). O símbolo ¥ se usa também para o Yen Japonês, mas cada vez se usa mais para o Yuan Chinês, do que ninguém tem dúvidas é que quando lhes convenha, terá no mercado de divisas uma importância acorde com o tamanho da economia e capacidade produtiva Chinesa.
A República Popular Chinesa é tão Socialista ou Comunista como o foi a URSS; ou seja, uma fraude total em ambos os casos embora com matizes muito diferentes que não vêm ao caso destacar. Do que não há dúvida é que a China é hoje apesar de seu regime Comunista de partido único, o exemplo mais claro de economia capitalista. E mais, poderíamos dizer que nas áreas de desenvolvimento econômico supostamente dirigidas pelo Governo, se levaram a cabo os experimentos mais exitosos de desenvolvimento do capitalismo puro e duro. O capital de todos os cantos do mundo se há deslocado nos últimos 20 anos a China, até converter-la na autentica fábrica do mundo, com uma porcentagem da produção industrial global só comparável (numas circunstancia muito diferentes) ao que teve EEUU depois da II Guerra Mundial.
Isto foi possível porque o partido Comunista Chinês, viu neste “relaxamento” de seus princípios Maoístas, a única saída do subdesenvolvimento histórico Chinês. Queriam atrair o Capital internacional e desde logo tiveram um sucesso impressionante. O futuro da China condicionará o do resto do mundo, mas não vamos seguir falando da China porque é algo demasiado complexo e não têm muito sentido.
O caso é que a velha ordem do Dólar, parece esgotado e o jovem Euro não parece que vai poder nem ocupar seu lugar, nem sequer ajudar a manter uma posição dominante. E mais, temo que o Dólar e Yuan por razões óbvias tenderão a se repartir o mundo e o Euro neste reparto não é mais que um problema.
Por isso o logotipo do encabeçado mostra ao Euro em meio das outras duas e finalmente apagado; porque acredito que é esse o propósito da Corporatocracia e a Grande Banca Internacional, como já temos visto nos ataques à divisa Européia da primavera passada. E não é que o Euro e o Banco Central Europeu que o emite, sejam incompatíveis com o sistema estabelecido. O problema é a parceria entre Euro e Europa pelo que significa Europa desde o ponto de vista do modelo social; o declive da jovem moeda única Européia é também o princípio do fim do modelo Social Europeu, dos Estados do Bem estar que tanto sangue custou construir.
EEUU têm um razoável estado de bem estar, mas nada a ver com o modelo Europeu. China ainda só seja por coerência com seus fundamentos ideológicos também tem uma preocupação por seu povo e seu primeiro passo foi erradicar a fome, depois industrializar e agora, por exemplo, está pondo um imenso programa de criação dum sistema sanitário público e infra-estruturas que possam tirar à China profunda de seu subdesenvolvimento. Porém, não nos enganemos, também tem posto em andamento um novo censo de população e se espera que se acerque aos 1500 milhões de habitantes… por muito que cresce o bem estar da população da China, quão submetida está às multinacionais passarão décadas até que possa se parecer em algo ao modelo Europeu.
Por tanto a anomalia que representam os estados do bem estar Europeus que conhecemos, estão destinados a ser em poucas décadas, meras referências nos livros de história. Isto unido ao constatado fracasso e perversão dos regimes supostamente Socialistas ou Comunistas, se configura como uma vitória definitiva do Capitalismo.
Nosso Estado de Bem estar é fruto do esforço de homens e mulheres do passado, que sofreram crises muito piores e perigosas da que sofremos agora. Antes se jogavam a vida e a crise levava, quando menos,fome à suas famílias. Hoje salvo para os desocupados que realmente estão passando mal, ainda a maioria teme uma perda em seu poder aquisitivo. E é que agora somos basicamente consumidores, assim tem quebrado nosso espírito lutador, nossa consciência de cidadãos.
Mas o valor dos seres humanos não depende de sua capacidade de consumo e sua rentabilidade produtiva. Por tanto o fundamento dos direitos da cidadania, não pode depender destes absurdos parâmetros. O modelo Europeu (cada vez mais precário na Europa) é o único que reconhece ao ser humano direitos mais além de suas capacidades como produtor e consumidor. Os “outros modelos” só aceitam uns mínimos direitos não ligados à rentabilidade econômica e não como Direitos por Lei, senão como prestações sociais circunstanciais ou responsabilidade social corporativa; é dizer o que sempre se chamou Caridade.
Por isso depois de apagar-se o símbolo do Euro, aparece à caveira e os ossos cruzados, porque o fim do modelo Social Europeu é o triunfo do “Lado Obscuro”, da Morte; e em conseqüência algo excelente para acabar com os sonhos duma Justiça Econômica e Social Global. Se os modelos Americano ou Chinês são os que nos esperam, então não seremos nunca mais cidadãos senão simplesmente consumidores e se haverá feito realidade a profecia dos Apocalipses, que adverte precisamente que o reinado do “Anticristo” na terra, terá como elemento principal que todos os habitantes se converteram em “consumidores…”
Apocalipses 13/16-18: ... e fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, se lhes imprimira uma marca na mão direita e na frente, e que ninguém pudesse comprar ou vender senão o que tivera a marca, o nome da besta ou o número de seu nome. Aí está a sabedoria. Quem tenha inteligência calcule o número da besta, porque é número de homem. Seu número é seiscentos sessenta e seis.
A marca bem poderia ser um chip implantado que garantira nossa identificação (por motivos de segurança e controle fiscal) e por suposto nossa capacidade de consumo (o triunfo definitivo do tanto tem, tanto vales). Quem não procurará ter capacidade de consumo? Quem não fará tudo o possível porque seu “chip” lhe de os mais altos níveis de poder aquisitivo. Quiçá seja aventurar muito para uma simples leitura das sagradas escrituras, mas duma coisa se que estou totalmente de acordo: o 666 é o número do homem já que seguro que num mundo onde as mulheres tiveram sequeira a metade do poder de decisão que lhes corresponde pela porcentagem da população que representam, não passariam as coisas que passam.
Mas se nosso destino é serem simples consumidores produtivos, ao menos teremos que exigir que o sistema nos deixe consumir o suficiente porque do contrário haveria que reflexionar sobre o seguinte:
"É mais beneficio abandonar um direito litigioso que pleitear e turbar a paz das nações atiçando o fogo da guerra civil"
A esta afirmação com a que um pensador contemporâneo justificava o respeito absoluto à propriedade privada, contestava Pierre Joseph Proudhon em 1848 o seguinte:
“Aceito, se quer esta razão em quanto se me compense do prejuízo, permitindo-me viver tranqüilo. Porém, se não consigo tal recompensa, que me importa , proletário, a tranqüilidade e a segurança dos ricos? É-me tão indiferente a ordem pública como o cumprimento dos proprietários. Reclamo, pois, que se me permita viver (dignamente agregaria eu) trabalhando, porque senão morrerei combatendo."
A Esquerda Européia que foi a origem da rebelião contra o capital, se encontra hoje desunida, dispersa e confundida. Renega de suas origens porque a tem convencido à maioria da população de que são idéias obsoletas, antigas e que fracassaram já na União Soviética.
Estados fortes, soberanos e com capacidade real de governar a economia para ao menos obrigar ao sistema a que ofereça às pessoas uma qualidade de vida aceitável e ademais por direito, é mais do que poderiam suportar os Capitalistas. Por isso agora se apresentam como Neoconservadores ou Liberais, porque necessitam consolidar seu poder com a legitimidade moral que só é possível com uma boa lavagem de rosto e uma minuciosa destruição da imagem do adversário. Mas no fundo oferecem o mesmo de sempre: a lei do mais forte, o domínio dos poderosos sobre os fracos, a injustiça social institucionalizada.
Depois de trinta anos enfraquecendo nossos Estados frente a um mercado cada vez menos regulado, mais complexo e mais poderoso; agora já se encontram preparados para dar o golpe de graça e acabar com a anomalia sistêmica que representamos. Privatizará a sanidade, a educação, a água, as aposentadorias e incluso o exército. Poderemos trabalhar 65 horas semanais trás "justo e igualitário pacto" entre trabalhador e empresário (suprimidos já os convênios coletivos) e nos conformaremos com uma semana de férias ao ano até que nos aposentemos passados os 70 anos.
E em tanto parte da esquerda desertará, outra se quedará em casa e o resto participará em absurdos debates. Não aceitamos que estamos em Estado de Guerra metidos em nossas pequenas guerras internas e contra os partidos Conservadores. Mas agora não é questão de ideologias, não ao menos na Europa. Todo Europeu sensato deviera defender nossos Estados do Bem estar, melhor ou pior administrados, com um matiz ou outro, mas sem pensar em desmantelar-los.
Já sei que depois de ler isto não é fácil, mas lembremos o de sempre:
NÃO TEMOS TEMPO DE SER PESIMISTAS.
Congratulações Socialistas
Publicado por robergonpane em domingo, agosto 29, 2010


EL FUTURO DE EUROPA (español)
NO ES SOLO UNA CRISIS FINANCIERA, ES UNA GUERRA ENTRE MODELOS SOCIALES
La Crisis que vivimos es mucho más que una crisis económica o financiera; sobre todo es una guerra entre modelos sociales incompatibles. El logo del encabezado es una representación gráfica de esta guerra soterrada. Las tres grandes imprentas de dinero que hay actualmente son la de EEUU (dólar $) la de Europa (euro €) y la de China (¥ Yuan). El símbolo ¥ se usa también para el Yen Japonés pero cada vez se usa más para el Yuan Chino, del que nadie tiene dudas que cuando les convenga, tendrá en el mercado de divisas una importancia acorde con el tamaño de la economía y capacidad productiva China.
La República Popular China, es tan Socialista o Comunista como lo era la URSS; o sea un fraude total en ambos casos aunque con matices muy diferentes que no vienen al caso destacar. De lo que no hay duda es que China es hoy pese a su régimen Comunista de partido único, el ejemplo más claro de economía capitalista. Es más, podríamos decir que en las áreas de desarrollo económico supuestamente dirigidas por el Gobierno, se han llevado a cabo los experimentos más exitosos de desarrollo del capitalismo puro y duro. El capital de todos los rincones del mundo se ha movido en los últimos 20 años a China, hasta convertirla en la autentica fábrica del mundo, con un porcentaje de la producción industrial global solo comparable (en unas circunstancia muy distintas) al que tuvo EEUU tras la II Guerra Mundial.
Esto ha sido posible porque el partido Comunista Chino, vio en este “relajamiento” de sus principios Maoístas, la única salida del subdesarrollo histórico Chino. Querían atraer al Capital internacional y desde luego tuvieron un éxito impresionante. El futuro de China condicionará el del resto del mundo pero no vamos a seguir hablando de China porque es algo demasiado complejo y no tiene mucho sentido.
El caso es que el viejo orden del Dólar, parece agotado y el joven Euro no parece que vaya a poder ni ocupar su lugar ni siquiera ayudarle a mantener una posición dominante. Es más, me temo que Dólar y Yuan por razones obvias tenderán a repartirse el mundo y el Euro en este reparto no es más que un problema.
Por eso el logo del encabezado muestra el Euro en medio de las otras dos y finalmente tachado; porque creo que ese es el propósito de la Corporatocracia y la Gran Banca internacionales, como ya hemos visto en los ataques a la divisa Europea de la primavera pasada. Y no es que el Euro y el Banco Central Europeo que lo emite, sean incompatibles con el sistema establecido. El problema es la asociación entre Euro y Europa por lo que significa Europa desde el punto de vista de modelo social; el declive de la joven moneda única Europea es también el principio del fin del modelo Social Europeo, de los Estados del Bienestar que tanta sangre costó construir.
EEUU tiene un razonable estado del bienestar, pero nada que ver con el modelo Europeo. China aunque solo sea por coherencia con sus fundamentos ideológicos también tiene una preocupación por su pueblo y su primer paso fue erradicar el hambre, después industrializar y ahora por ejemplo está poniendo un inmenso programa de creación de un sistema sanitario público e infraestructuras que puedan sacar a la China profunda de su subdesarrollo. Pero no nos engañemos, también ha puesto en marcha un nuevo censo de población y se espera que se acerque a los 1500 millones de
habitantes… por mucho que crezca el bienestar de la población China, con lo vendida que está a las multinacionales pasarán décadas hasta que pueda parecerse en algo al modelo Europeo.
Por tanto la anomalía que representan los estados del bienestar Europeos que conocemos, están destinados a ser en pocas décadas, meras referencias en los libros de historia. Esto unido al constatado fracaso y perversión de los regímenes supuestamente Socialistas o Comunistas, se configura como una victoria definitiva del Capitalismo.
Nuestro Estado de Bienestar es fruto del esfuerzo de hombres y mujeres del pasado, que sufrieron crisis mucho peores y peligrosas de la que sufrimos ahora. Antaño se jugaban la vida y la crisis llevaba cuando menos el hambre a sus familias. Hoy salvo para los desocupados que realmente lo están pasando mal, todavía la mayoría teme una pérdida en su poder adquisitivo. Y es que ahora somos básicamente consumidores, así han doblegado nuestro espíritu luchador, nuestra conciencia de ciudadanos.
Pero el valor de los seres humanos no depende de su capacidad de consumo y su rentabilidad productiva. Por tanto el fundamento de los derechos de la ciudadanía, no puede depender de estos absurdos parámetros. El modelo Europeo (cada vez más precario en Europa) es el único que reconoce al ser humano derechos más allá de sus capacidades como productor y consumidor. Los “otros modelos” solo aceptan unos mínimos derechos no ligados a la rentabilidad económica y no como Derechos por Ley, sino como prestaciones sociales circunstanciales o responsabilidad social corporativa; es decir lo que siempre se llamó Caridad.
Por eso tras tacharse el símbolo del Euro, aparece la calavera y los huesos cruzados (666.gif adjunto), porque el fin del modelo Social Europeo es el triunfo del “Lado Oscuro”, de la Muerte; y en consecuencia un órdago a la grande para acabar con los sueños de una Justicia Económica y Social Global. Si los modelos Americano o Chino son los que nos esperan, entonces no seremos nunca más ciudadanos sino simplemente consumidores y se habrá hecho realidad la profecía del Apocalipsis, que advierte precisamente que el reinado del “Anticristo” en la tierra, tendrá como elemento principal el que todos los habitantes se convirtieran en “consumidores…”
Apocalipsis 13/16-18: ... e hizo que a todos, pequeños y grandes, ricos y pobres, libres y siervos, se les imprimiese una marca en la mano derecha y en la frente, y que nadie pudiese comprar o vender sino el que tuviera la marca, el nombre de la bestia o el número de su nombre. Aquí está la sabiduría. El que tenga inteligencia calcule el número de la bestia, porque es número de hombre. Su número es el seiscientos sesenta y seis.
La marca bien podría ser un chip implantado que garantizara nuestra identificación (por motivos de seguridad y control fiscal) y por supuesto nuestra capacidad de consumo (el triunfo definitivo del tanto tienes tanto vales). ¿Quién no querrá tener capacidad de consumo? ¿Quién no hará todo lo posible porque su “chip” le de los más altos niveles de poder adquisitivo. Quizá sea aventurar mucho para una simple lectura de las sagradas escrituras, pero en una cosa sí que estoy totalmente de acuerdo: el 666 es número de hombre ya que seguro que en un mundo dónde las mujeres tuvieran siquiera la mitad del poder de decisión que les corresponde por el porcentaje de la población que representan, no pasarían las cosas que pasan.
Pero si nuestro destino es ser simples consumidores productivos, al menos tendremos que exigir que el sistema nos deje consumir lo suficiente porque de lo contrario habría que reflexionar sobre lo siguiente:
"Es más beneficioso abandonar un derecho litigioso que pleitear, turbar la paz de las naciones y atizar el fuego de la guerra civil"
A esta afirmación con la que un pensador contemporáneo justificaba el respeto absoluto a la propiedad privada, contestaba Pierre Joseph Proudhon allá por 1848 lo siguiente:
Acepto, si se quiere esta razón en cuanto se me indemnice del perjuicio, permitiéndome vivir tranquilo. Pero si no consigo tal indemnización, ¿qué me importa a mí, proletario, la tranquilidad y la seguridad de los ricos? Me es tan indiferente el orden público como el saludo de los propietarios. Reclamo pues, que se me permita vivir (dignamente añadiría yo) trabajando, porque si no moriré combatiendo."
La Izquierda Europea que fue el origen de la rebelión contra el capital, se encuentra hoy desunida, dispersa y confundida. Reniega de sus orígenes porque han convencido a la mayoría de la población de que son ideas obsoletas, antiguas y que fracasaron ya en la Unión Soviética.
Estados fuertes, soberanos y con capacidad real de gobernar la economía para al menos obligar al sistema a que ofrezca a las personas una calidad de vida aceptable y además por derecho, es más de lo que podían soportar los Capitalistas. Por eso ahora se presentan como Neoconservadores o Liberales, porque necesitan consolidar su poder con la legitimidad moral que solo es posible con un buen lavado de cara y una minuciosa destrucción de la imagen del adversario. Pero en el fondo ofrecen lo mismo de siempre: la ley del más fuerte, el dominio de los poderosos sobre los débiles, la injusticia social institucionalizada.
Después de treinta años debilitando nuestros Estados frente a un mercado cada vez menos regulado, más complejo y más poderoso; ahora ya se encuentran preparados para asestar el golpe de gracia y acabar con la anomalía sistémica que representamos. Privatizarán la sanidad, la educación, el agua, las pensiones e incluso el ejército. Podremos trabajar 65 horas semanales tras "justo e igualitario pacto" entre trabajador y empresario (suprimidos ya los convenios colectivos) y nos conformaremos con una semana de vacaciones al año hasta que nos jubilemos pasados los 70 años.
Y mientras tanto parte de la Izquierda desertará, otra se quedará en casa y el resto se liará en absurdos debates. No aceptamos que estamos en Estado de Guerra liados en nuestras pequeñas guerras internas y contra los partidos Conservadores. Pero ahora no es cuestión de ideologías, no al menos en Europa. Todo Europeo sensato debiera defender nuestros Estados del Bienestar, mejor o peor gestionados, con un sesgo u otro pero sin pensar en desmantelarlos.
Ya se que después de leer esto no es fácil, pero recordemos lo de siempre:
NO TENEMOS TIEMPO DE SER PESIMISTAS.
Saludos Socialistas
robergonpane
Publicado por robergonpane en domingo, agosto 29, 2010
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