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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

UN POEMA CUALQUIERA


Um poema qualquer...



O idoso, no banco duma praça mirava o céu, sorrindo satisfeito por sua vida…
em tanto a frente, sentado sobre a grama, uma criança miserável acariciava
a milagrosa sacola com a cola…
O primeiro dava graças a Deus pela vida longeva de sutis altos e baixos passageiros…
e a criança ssegurava as duas moedas que à sua a fizeram prazenteira
pelo pacote bendito, sua quimera…
O velho caminhou, se aproximou do pequeno com doçura, acariciando sua cabeça
e dizendo, se vai para tua casa, ou tal vez queira ir para a escola…
O garoto mirou, soltando o fumo…e lhe diz que não, com a cabeça.
O homem subiu no carro e, fazendo uns poucos quarteirões, foi a uma igreja…
se ajoelho muito sério frente a Cristo e rezou de memória as orações,
bocejando olhou que eram as doze, pensando no almoço, e em seu cochilo.
O moleque pensou que bom o velho, que tentou acariciar-me a cabeça...
e queria me levar até "minha casa"... Não enxergou que eu vivo nesta praça?
Estará meio pirado o velho aquele?... Se eu nunca pisei em nenhuma escola!
Autor: JOTACET

Un poema cualquiera...

El anciano, en el banco de una Plaza, miraba el cielo, sonriendo satisfecho por su vida…
mientras al frente, sentado sobre el pasto un niño miserable acariciaba
el milagroso sachet con pegamento…
El primero daba gracias a Dios por esa vida tan longeva de sutiles altibajos pasajeros…
y el chico atesoraba los dos pesos que a la suya la hicieran placentera
por el paco bendito, su quimera…
El viejo caminó, se acercó al pibe muy tierno, acariciando su cabeza
y diciendo, si vas para tu casa, o tal vez quisieras ir para la escuela…
El nene lo mirò, largando el humo…y le dijo que no, con la cabeza.
El hombre subiò a su auto y haciendo pocas cuadras fuè a una iglesia…
se arrodilló muy serio frente a Cristo y rezó de memoria unas cuartetas
bostezando miró que eran las doce pensando en el almuerzo, y en su siesta.
El pebete penso qué bueno el viejo, que quiso acariciarme la cabeza...
y me quería llevar hasta "mi casa"...¿no se avivó que yo vivo en esta plaza?
¿estará medio loco el vejestorio?...¡si yo nunca pisé ninguna escuela!
Autor: JOTACET
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