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terça-feira, 7 de junho de 2011

TRADUÇÃO EM ESPANHA


A precariedade no mundo da tradução



Publicado por: Elizabeth “Na Oficina do Tradutor” -
http://e-sanchez.com/blog/2010/09/25/la-precariedad-en-el-mundo-de-la-traduccin/

Faz uns dias falava com uns companheiros sobre a revolução à que assistimos estes dias no mundo da tradução, com empresas tão importantes como Lionbridge tentando dar um giro a seu modelo de negócio, o que tem provocado que muitos de seus colaboradores ponham o grito no céu e denunciem publicamente umas condições de trabalho que desde muito tempo consideravam abusivas.
Os comentários de outros colegas me fizeram refletir sobre a relação do tradutor com as empresas de tradução.
Eu aterrissei no mercado faz sete anos, com formação universitária e sem haver escutado uma palavra sobre tarifas, negociação ou vantagens competitivas durante o tempo que estive na universidade.
A pesar de que o título universitário em Tradução e Interpretação é relativamente recente, os tradutores têm existido desde sempre, o que me leva a pensar que é o que tiveram que fazer para entrar no mercado os tradutores que agora rondam os 40 e que levam 20 anos traduzindo.
Em listas de distribuição como Tradução em Espanha tenho lido mensagens de companheiros que falam de traduzir com máquina de escrever, de Wordperfect ou de enviar as traduções por fax.
Algo que a muitos nos parece de outra época.
Não tenho lido muito sobre o marketing que deviam fazer os tradutores antes da difusão massiva de Internet, porém suponho que teriam que bater muitas portas e enviar muitas cartas comerciais.
Embora, a pesar de que a informática, Internet e o uso de ferramentas de tradução assistida têm facilitado muito o trabalho e nossa promoção como profissionais, também tem trazido consigo uma diminuição das barreiras de entrada à profissão.
Este fato, somado à proliferação de faculdades de Tradução e Interpretação e a grande defasagem entre a universidade e o mundo profissional, tem conseguido que a cada ano tenhamos 22 promoções de licenciados em TeI que desconhecem o valor de seu trabalho.
Os recém licenciados estão desmotivados, entre outras coisas, por culpa de um professorado que não tem traduzido jamais a nível profissional, que desconhece como é o dia a dia dum tradutor autônomo, que não tem sido capaz de se reciclar (ou que não lhe interessa) e que não deixa de repetir de forma direta ou indireta que da tradução não se pode viver.
Eu me pergunto a que vem tanto pessimismo. Muitos se referem à tradução literária, mercado que já não é o que foi em seu momento e que faz anos que deixou de ser rentável para muitos pela grande quantidade de tradutores dispostos a deixar a pele por uma miséria e pela pouca quantidade de livros que se vendem atualmente.
Porém, que há do resto das especialidades como a tradução técnica?
Parece que na faculdade possui menos valor traduzir um manual de uma lavadora que um best-seller.
Sejamos realistas: estadisticamente as probabilidades de que nos toque traduzir o próximo «Código da Vinci» são muito reduzidas.
Isso nos faz piores tradutores?
Isso implica que não se poda viver da tradução? Não.
Senhores se pode viver da tradução traduzindo manuais de lavadoras.
Que não recebo direitos de autor? Não me importo.
Que não aparece meu nome? Faz anos que deixei de me preocupar por isso.
O que sim me preocupa é que os recém licenciados sejam tão pessimistas e que ninguém lhes ensine que o mercado da tradução se compõe majoritariamente de autônomos, que é mais fácil fazer se tradutor free-lance que conseguir trabalho como tradutor com carteira assinada e que, a longo prazo, o esforço e o tempo dedicados a cultivar uma carreira profissional têm uma remuneração muito maior por conta própria.
Algo que me leva a outra reflexão: porque nos planos de estudo dos graus ou ensinos superiores não há matérias relacionadas com a gestão empresarial e o marketing?
Porque não se avaliam as capacidades comerciais e de gestão dos alunos de tradução?
Os professores são conscientes de que o mercado se nutre de tradutores autônomos e ter uma matéria deste tipo auxiliaria a melhorar as condições às que, costuma se submeter aos tradutores com pouca experiência.
Um recém licenciado recebe um trabalho por parte duma multinacional do setor, lhe oferecem 0,03 centavos por palavra, e o estudante aceita encantado.
Bem porque não sabe valorizar seu trabalho, seja porque não sabe o que se cobra habitualmente ou, o que é pior, porque acredita que se pede mais não lhe darão o trabalho.
Pode-se fazer bastante para contra-restar os dois primeiros supostos, já que estão motivados pelo desconhecimento, porém rebater a idéia de cobrar menos pelo medo a não receber o trabalho é muito mais difícil.
Por isso uma matéria de marketing deveria ser obrigatória para os estudantes de tradução. Não tem que ser muito complexa com os princípios básicos bastaria.
Por exemplo:

● Só podes competir em preço, qualidade ou serviço.
● Se concorreres em preço, tem em conta que sempre haverá alguém com preço mais baixo que você e que quanto o cliente o encontre, se irá com esse tradutor ou te pedirá que iguales sua oferta. Ademais, se cobramos pouco porque vivemos com nossos pais e não temos muitas despesas que faremos ao emancipar-nos?
● Se concorreres em serviço como, por exemplo, for o mais rápido, poderás por um maior preço e poderás fidelizar melhor a teus clientes. Se decidires ser o mais rápido e tiver o preço mais baixo, não poderás assegurar a qualidade do teu trabalho.
●Se concorres em qualidade, atrairás a clientes aos que lhes importe teu trabalho e poderás administrar melhor teu tempo.
Porém, claro, como lhes vão a ensinar isso na faculdade se os que têm que fazer-lo o desconhecem?
Se as pessoas que devem motivar aos alunos para que empreendam, não têm empreendido jamais nem tem tido que enfrentar nunca um cliente, como vai conseguir que os licenciados em tradução saiam da faculdade com vontade de se comer ao mundo e sem deixar que empresas sem escrúpulos se aproveitem deles?
Por acaso poderiam ter tanto poder essas empresas se não existiram tantos licenciados dispostos a pagar por trabalhar?
Faz uns anos, quando se traduzia com máquina de escrever, não imagino uma situação como a que vivemos atualmente. Se juntamos a explosão tecnológica, o aumento de faculdades de TeI e o desconhecimento do mundo empresarial que impera na carreira, não é de estranhar que se tenha produzido este descalabro. Constam-me que já há muitos professores que fomentam palestras e colóquios com antigos alunos como exemplos de que não é impossível viver da tradução, porém acredito que não é suficiente.
Uma tarde de motivação não pode combater quatro anos de pessimismo constante e de ausência total de ensino sobre o mercado profissional atual da tradução.


CULTURA


Álvarez de Miranda ingresa en la RAE




El lexicógrafo ocupa desde ayer el sillón Q y dirigirá el Diccionario de la institución
ABC / MADRID
Día 06/06/2011

Pedro Álvarez de Miranda ocupa desde ayer el sillón Q de la Real Academia Española, para asumir la dirección del «buque insignia de la institución», como explicó a Efe el filólogo: el Diccionario. Álvarez de Miranda es un lexicógrafo entregado y vocacional. Este experto, «el especialista más destacado» en este terreno, como consideró el también lexicógrafo Manuel Seco en su discurso de bienvenida, llega a la Real Academia tras haber pasado trece años en el Seminario de Lexicografía de la Docta Casa (del que llegó a ser subdirector), trabajando en el Diccionario Histórico, entre 1982 y 1995, y tras haber ocupado su cátedra de Lengua Española en la Universidad Autónoma de Madrid.

El flamante académico evitó politizar su discurso de ingreso, y prefirió centrarlo en todos los discursos de ingreso pronunciados desde 1874, año en que comenzó a realizarse este ritual. Así dio cuenta Álvarez de Miranda que empezó a sentir fascinación por la institución desde joven: con quince años ya asistía a los discursos de ingreso en compañía de su madre.

El nuevo académico, nacido en 1953, releva en el sillón Q al fallecido psiquiatra y escritor Carlos Castilla del Pino, para quien también tuvo un recuerdo en el discurso pronunciado ayer. «La Academia ha ido muchas veces lenta, porque tiene que dar un tiempo para ver si determinadas novedades se consolidan. Pero es que yo voy más allá y niego la mayor: da igual que una palabra esté o no esté en el diccionario para que tenga existencia», afirma Álvarez de Miranda.

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día

«se lesionó la pierna derecha» no «se lesionó su pierna derecha»

Es frecuente encontrar expresiones en las que se hace un uso inadecuado, impropio del español, del adjetivo posesivo: «Me dolía mi pierna», «Sufría quemaduras en el sesenta por ciento de su cuerpo», «Al rey le implantaron una prótesis que sustituye la articulación de su rodilla derecha».

En español, en construcciones en las que aparecen sustantivos que designan partes del cuerpo (cabeza, ojos, oídos, pies, rodillas, etc.), lo común es el uso del artículo (el, la), pero no el del posesivo (mi, tu, su, etc.).

De esto modo, en los ejemplos citados lo apropiado hubiera sido: «Me dolía la pierna», «Sufría quemaduras en el sesenta por ciento del cuerpo», «Al rey le implantaron una prótesis que sustituye la articulación de la rodilla derecha».

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