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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Meus diálogos com a vaca.








Oi vaca, tudo bem?
Você sabe o que é reputação?
Não vai responder? Bom a seguir lhe informarei...
reputação.(RAE)
(Del lat. reputatĭo, -ōnis).
1. f. Opinião ou consideração que se tem de alguém ou algo.
2. f. Prestigio ou estima em que se tem por alguém ou algo.
reputação (Aurelio)
(Do lat. reputatione)
1.- Ato ou efeito de reputar-se.
2.- Fama, celebridade, renome.
As empresas e as pessoas adoram ser bem reputadas, para poderem ser bem sucedidas. Como diz a Lift Consulting:
“O que é a Reputação?
Reputação é o conjunto agregado de percepções que as pessoas têm de indivíduos ou organizações, que são formadas através das experiências pessoais, das mensagens retidas, bem como das conversas de terceiros a que estão expostas. No que diz respeito às organizações, a reputação resulta de percepções e interpretações dos stakeholders em relação às ações passadas e futuras dessas empresas. Por essa razão, os stakeholders tendem a apoiar mais ou menos uma empresa, consoante as percepções que têm desta: estão mais aptos a comprar produtos/ serviços de empresas em quem confiam a trabalhar para empresas que respeitam e a recomendar empresas de quem gostam. No geral, a reputação de uma empresa é influenciada pela experiência pessoal dos stakeholders no contato com a comunicação e iniciativas de relações públicas da empresa, pela imagem transmitida pelos órgãos de comunicação social, assim como pela estrutura e estratégia internas da empresa. Na verdade, todas as faces da empresa são possíveis emissores de mensagens e todas elas capazes de provocar diferentes percepções e interpretações que, com maior ou menor impacto, estão diariamente construindo a reputação da empresa. Se considerarmos que a marca é a promessa da empresa, então a reputação será construída através de uma resposta eficaz no cumprimento da promessa. Nesse sentido, podemos dizer que a empresa detém uma marca, mas que a reputação é detida pelos stakeholders. Neste seguimento, e segundo nos diz o Reputation Institute, sabemos hoje que a reputação de uma empresa é construída pelos seus stakeholders através da valorização de sete dimensões chave: Produtos e Serviços, Inovação, Desempenho Financeiro, Responsabilidade Social, Ambiente de Trabalho, Visão e Liderança e Governo de Sociedade. Além das dimensões mais valorizadas pelos stakeholders para uma determinada empresa, um estudo de reputação avalia os sentimentos de confiança, admiração e estima que os stakeholders revelem pela empresa em causa.”
Bom, isso foi na antiguidade... Agora não é mais assim.
Toda demanda do mercado, devidamente estudada, gera um produto, não?
E um produto gera um negócio...

Grã Bretanha / Um negócio crescente
Auge das "fábricas de reputação"
Cada vez são mais as consultoras britânicas que "constroem" a imagem de seus clientes, sobre tudo através das redes sociais

Sábado 18 de junho de 2011
Graciela Iglesias - Para LA NACION
LONDRES. - Aqueles que ainda acreditam como Sócrates, que o melhor modo de adquirir boa reputação é "se esforçando em ser o que se deseja parecer" podem, após ler este artigo, sair em procura de sua própria dose de cicuta.
Porque o bom nome e a fama parecem haver se convertido aqui em artigos que firmas especializadas fabricam e vendem ao gosto e medida de seus clientes. Assim revelou, há algumas semanas o The Times, numa série de artigos que revelam tanto o auge das "agencias de reputação" como a forma engenhosa e lucrativa como elas operam.
Sua clientela abrange tanto a famosos que pagam até 60.000 dólares por mês para aparecer ou desaparecer (como nos casos de escândalos) das capas dos jornais, quanto donos de hotéis, autores de livros e incluso acadêmicos que abonam 48 centavos de dólar por cada recomendação favorável ou desfavorável (se aponta um rival) transmitida por Internet.
O jornal assegura saber da identidade de pelo menos cinco figuras públicas importantes na Grã Bretanha que utilizam esses serviços. A lista inclui um escritor, um político conservador (ambos com relações extra maritais), dois atores e um esportista, que pagaram a uma prostituta para ter relações sexuais apesar de serem casados.
Seus nomes ainda não são conhecidos porque as "agencias de reputação" contam com equipes de advogados prontos para iniciar ação legal por injuria e calúnia contra qualquer pessoa que apresente uma mínima ameaça à reputação de seus clientes. Em algumas ocasiões, essas firmas conseguiram que os tribunais aprovassem uma "ordem de restrição informativa" pela qual se proíbe mencionar a existência de restrição.
Chris Angus, fundador de Warlock Media, confirmou que os atores e o esportista em questão, pagam à sua consultora entre 15.000 e 30.000 dólares a cada quinze dias, para impedir a publicação de suas escapadas sexuais. "Um não pode evitar que um incidente aconteça, porém um sim pode conseguir que se mantenha oculto. E com isso não me envergonho em dizer que somos muito bem sucedidos", afirmou Angus.
O terreno onde essas firmas operam com maior liberdade é na Internet. Seu método consiste em abrir centenas de contas com nomes falsos em redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube.
Toda vez que aparece algo potencialmente humilhante para um de seus clientes nesses meios, a agência cria páginas de Internet com conteúdo favorável e lança ao mesmo tempo um bombardeio de mensagens positivas. Fazem isso mediante o uso combinado de pessoas contratadas para essa missão, assim como programas de computação que simulam "conversações online " entre seres humanos.
Isso tende a recolocar a má notícia ao final dos listados em Google, Yahoo e outros "motores de busca" que utilizam um complicado algoritmo pelo qual se computa o número de citações, vínculos, intercâmbios e visitas realizadas a uma página de Internet para determinar sua posição no ranking informativo. O mesmo método é empregado para criar uma impressão favorável.
Nathan Barker, diretor de Reputation 24/7, assegura haver aberto mais de 2000 contas falsas em distintas redes sociais desde que sua firma começou a operar em 2008. Seus clientes mais fiéis são três multinacionais e duas companhias que operam na Bolsa de Londres, das quais recebe 10.000 dólares por mês.
O serviço oferecido aos autores e acadêmicos é ainda mais sofisticado. Chris Angus diz contar com um "exército" de colaboradores aos quais lhes pagam para que comprem os livros de seus clientes e escrevam comentários favoráveis para converter suas obras em best sellers . "O pacote completo, incluída a construção e a manutenção de boas críticas, custa entre 5000 e 15.000 dólares", destacou.
Angus lembrou o papelão protagonizado por Orlando Figes, professor de História do Birkbeck College na Universidade de Londres, que teve que se desculpar e indenizar seus rivais logo que foi descoberto que ele era o autor de comentários que qualificava seu trabalho como "fascinante" e o do restante de seus colegas como "horrível". Para o fundador de Warlock Media, o erro de Figes consistiu em "não haver confiado o trabalho a profissionais".

Vaca..., será só na Grã Bretanha?


FABIO MORÁBITO




“Desconfío de los escritores que tienen claro lo que van a decir”
El autor recrea en sus textos una calma perturbadora con personajes obsesivos y perdedores.
POR PATRICIA KOLESNICOV - pkolesnicov@clarin.com


Fuente: Clarín – Ñ – Revista de Cultura


No se pierdan a Fabio Morábito. Si nunca lo escucharon nombrar, lean la nota hasta el final y conózcanlo desde hoy. No se pierdan a esos perdedores que jamás entenderán qué les pasó. La observación del detalle conmovedor. Sus obsesivos. Su tranquilidad perturbadora. No se lo pierdan: quedamos en eso.
Es obligatorio decir que este escritor mexicano nació en Egipto y creció en Italia, que creció en italiano. Es obligatorio porque algo, cierta lentitud en su escritura, remite a quien no está cómodo con una lengua. La operación opuesta, si se quiere, al frenesí de Junot Díaz, ese inmigrante dominicano que hoy una de las promesas de las letras de los Estados Unidos, rey incómodo de sus dos idiomas.
¿En qué idioma piensa? En español.
¿Y en qué idioma insulta? Ahí tengo algunas preferencias por el italiano. Por ejemplo, la palabra “va fangulo”, es una palabra en el fondo bastante afectuosa.
Hace algunas semanas salió en el país Grieta de fatiga , un libro de cuentos de Morábito, publicado por Eterna Cadencia. Con perdedores, obsesiones, detalles, mucho engaño.
Ahora, desde el cuarto de su hijo en Ciudad de México, por teléfono, arrastrando una “erre”, dice que su preferido es un cuento en el que un escritor se niega a aceptar los cambios que le sugiere un corrector de estilo. “Es un fantasma el corrector de estilo”, dice. “Es un recordatorio de cómo en el lenguaje es imposible ser infalible”.
Redactar, dice, es fácil: hay un objetivo, se aprende una técnica, funciona. Escribir es otra cosa.
¿Cuál es la diferencia? En literatura hay tantas cosas que comunicar que el texto no puede comprometerse con ninguna. Entonces, se tiene que disfrazar de todas. Y la esperanza es que entre todas se diga algo tan profundo que el propio escritor no adivine qué es.
¿Como un médium, dice algo que no sabe qué es? Sí. Desconfío de los escritores que tienen claro lo que van a decir. Si tiene un plan y no se sale de él, lo siento sospechoso de ser un pésimo escritor.
¿Corrige mentalmente cuando lee a otros? A veces sí, pero si el texto me gana, ya no pienso en eso.
¿Qué hace que un texto pueda “ganarlo”? Justamente, poder desligarme del lenguaje, que parezca que eso no puede escribirse de otro modo. Eso pasa cuando uno está muy atrapado con su lectura y le permite a esa lectura no detenerse en nada. Yo quiero olvidarme de lo que está pasando en la superficie, quiero sentirme realmente en el viaje, como cuando está uno en un tren, el ruido de las ruedas, el traca–traca, pues uno deja de oírlo a los pocos minutos.
Olvidar el procedimiento.
Claro. Un autor que no te hace olvidar su procedimiento, su técnica, no te está emocionando, no te está seduciendo.
“Escribir es como un juego”, dice en el libro. “Escribir es robar”. Y ahora parece decir: “Escribir es seducir”. Algo del orden de la seducción aparece en la precisión de los detalles. Y en las especulaciones alrededor de ellos, como: “Si me pongo esta ropa él va a pensar...” ¿Está mostrando la construcción de sentido a partir de indicios, como en los relatos policiales? En el fondo, todos los cuentos son cuentos de terror, porque ocultan algo que uno no sabe, que es, por el simple hecho de haber sido ocultado, algo terrible. Siempre estamos buscando indicios, huellas, señales de algo que no se nos revela. La literatura descansa en eso. Siempre hay algo oculto, algo velado, que alguien trata de descubrir qué es.

FUNDÉU RECOMIENDA


Recomendación del día

el femenino pilota es correcto
24/06/2011

El femenino pilota está bien formado y es correcto, aunque el uso aún prefiere la forma la piloto.

En las noticias relacionadas con el debut de Elena Rosell en la categoría Moto2 del campeonato de motociclismo se alude a esta corredora de distintas formas: «La piloto Elena Rosell se convertirá este fin de semana en la cuarta mujer que disputa una prueba puntuable del campeonato del mundo de Moto2»; «Elena Rosell, la mujer piloto que disputará una prueba de Moto2».

Pilota es un femenino correcto, aunque también puede emplearse la piloto, forma que corresponde al uso mayoritario.

La expresión que debe evitarse, indica esta institución, es la mujer piloto, del mismo modo que no se usa el hombre piloto: el sustantivo mujer resulta innecesario dado que el género ya está marcado por el artículo femenino la.
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