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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Português e espanhol unidos nos negócios


16/11/2011 | 10:36 | Dinheiro Vivo

A Priberam assinou, ontem, um acordo com a espanhola Imaxin, para a exploração conjunta do mercado global de produtos e serviços de tecnologia linguística para todas as variantes de Português e de Espanhol. Ambas as línguas são faladas por mais de 500 milhões de pessoas no Mundo.
A Priberam dedica-se, à concepção e desenvolvimento de software e conteúdos digitais, e a Imaxin dedica-se, também, ao processamento computacional da língua. Juntas, irão comercializar e dar o suporte aos produtos nos mercados onde já operam, além de participar em projectos de investigação e organizar missões comerciais conjuntas.
“A entrada no mercado espanhol era um dos nossos objectivos, quer pela proximidade geográfica, quer pela proximidade em termos de língua, que nos levou a investir também em recursos e tecnologias para o espanhol nos últimos anos. Este acordo de parceria permitir-nos-á por um lado chegar mais rapidamente e com menos custos aos clientes espanhóis e, por outro, alargar a nossa oferta a outros mercados, nomeadamente na América do Sul onde, por agora, estamos apenas no Brasil”, explicou Carlos Amaral, CEO da Priberam.
Tradutores automáticos, motores de pesquisa semânticos, ferramentas de revisão e auxílio à escrita e dicionários electrónicos são alguns dos produtos e serviços que constituem a oferta actual das duas empresas e que têm como clientes, por exemplo, a Microsoft e a Amazon.

Nascida em 1989, a Priberam é a primeira empresa portuguesa a ser Gold Certified Partner da Microsoft, para quem desenvolve software e conteúdos

Del insulto y la traducción como dos de las bellas artes



16/11/11 Hoy terminan las jornadas en las que se debaten la historia y la actualidad del rioplatense.

Fuente: Clarían – por GUIDO CARELLI LYNCH



Los insultos también cumplen normas gramaticales y contra todos los pronósticos agoreros los jóvenes rioplatenses usan un castellano amplio, moderno y creativo. Enseñanzas y puntos de vista como ésos dejó ayer el segundo día de las “Jornadas de la Lengua. La lengua de los argentinos. Historia y situación actual”, que hoy terminan en la Biblioteca Nacional (BN).
Por la tarde, después de las charlas de la mañana por las que pasaron el psicoanalista Germán García y el director de la biblioteca Horacio González llegó lo mejor. En la Sala Juan L. Ortiz la lingüista Laura Kornfeld expuso una descripción de las palabras más vivas y políticamente incorrectas del idioma de los argentinos: los insultos. Para ello se sirvió del manual de la revista Barcelona, Puto el que lee , una ácida recopilación de las palabrotas que se utilizan por estas latitudes. Kornfeld desentrañó cómo se crean los insultos y cómo se utilizan. “Por medio de procedimientos morfólogicos se crean insultos que son verbos, adjetivos y nombres, igual que en el vocabulario en general”, señaló. Inés Kuguel tomó la posta para proponer una encendida defensa de la “Creatividad en la variedad juvenil rioplatense” y explicó la lógica de los neologismos actuales, muchos de los cuales provienen de otras lenguas –sobre todo en el caso de los relacionados con las nuevas tecnologías– y en algunos casos de viejos argentinismos que cambian de significado. Ese es el caso del brasileñismo “bondi”, que primero significaba “tranvía”, luego “colectivo” y hoy también “quilombo”.
Como ejemplos de los “neologismos por necesidad” a través de sufijos (que exceden a la juventud) la lingüista Kuguel citó “cristinismo, sojizar, perreo, cartonear”. Para cerrar esa mesa de damas y lingüistas estaba Andreína Adelstein, que explicó el flamante “Diccionario de términos políticos” (argentinos) que desarrolla en la Universidad Nacional Sarmiento. “Billete, blindaje, burbuja, calesita, corralito, cueva, piso, pizarra, plaza, pulpo, rueda y techo”, son algunas de las palabras que se cuelan en el vocabulario político nacional, desde la calle o la prensa.
Un rato después en el auditorio Jorge Luis Borges, el traductor y colaborador de Ñ,Jorge Fondebrider, y el editor del sello independiente Una luna, Miguel Balaguer, describieron la suerte de las traducciones al español, cuya enorme mayoría, se desarrollan en España para casi todo el mundo hispanohablante.
“Los españoles traducen –ya no para el barrio– sino para la cuadra”, sentenció Fondebrider, que con el Club de Traductores de Buenos Aires le devolvió una bocanada de aire fresco a la rica tradición de la traducción literaria argentina. “De un lado están Borges y Piglia que, en otras épocas de la ya dilatada historia de la edición local, propusieron un patrón de traducción netamente local. Del otro, España, que nos hace hablar con la boca llena de butifarra y chorizo”, insistió. Balaguer, por su parte, se mostró esperanzado en que el desarrollo de los nuevos dispositivos de lectura ayudará a que la presencia física territorial “ya no tenga tanto peso en algunos años y empiece a pesar más el tono de las traducciones”. Así, quizás, cada país recuperará su dialecto, su identidad. Su idioma.

DESAPRENDER





Recalculando (os caminhos da vida)
Por Eduardo Chaktoura - Fonte : La Nación – Buenos Aires.-|




Tal vez a autoridade que hoje dia muitos assinam ao GPS (Sistema de Posicionamento Global) nos ajude a entender que "recalculando" não é outra coisa que "desandar para chegar ao destino", "repensar o que acreditamos poderia ser o melhor caminho", "encontrar melhores rumos". Algo assim como, além do GPS, "desaprender para apreender", "desapegar se para aprender a vincularmos de outra maneira".
Seguramente em muitas poucas oportunidades nos temos posto a pensar o quanto é importante livrar-nos de certos conhecimentos aprendidos. Pelo contrario, costumamos acreditar que aprender é somar ou acumular, quando, em definitivo, o verdadeiro aprendizado parecera ser a capacidade de renovar, atualizar ou aprimorar conhecimentos ("encontrar melhores rumos ou novos caminhos").
Poderíamos, incluso, animar-nos a pensar que não sabe mais quem mais tem aprendido senão quem há podido aceder a informação, fortalezas e outras ferramentas funcionais ao projeto de vida ou aos caminhos que estejamos desejando transitar.
Desaprender é deixar de lado aquilo que nos resulta disfuncional ou que não parece ser o mais benéfico para nosso propósito
(cada qual saberá quanto saudável é o plano de rota escolhido ou a "des-escolher"). Desaprender é a grande oportunidade de modificar, de "recalcular" as lições que, até hoje, nos trazerem até aqui.
De nada serve, ou pouco avançará, seguir a viagem acorde a velhos mapas ou projetos emprestados.
É certo, desde um principio, somos na medida do que a genética nos herdou e do que nossos pais, professores, (e demais autoridades, com ou sem autoridade) quiseram ou puderam ensinar-nos.
"Recalcular" (desaprender) é adaptar, atualizar, ajustar a este momento e aos desejos mais autênticos. A ciência certifica hoje em dia que se bem os primeiros ensinos configuram nosso estilo de personalidade e comunicação, temos a capacidade de reinventar-nos ou, ao menos, trabalhar sobre o que alguma vez acreditamos que era determinante. Assim como se acredita que o primeiro vínculo que hajamos tido com nossa mãe (ou primeiro curador) definiu um modelo de apego ou estilo de relação, pomos aprender como nos gostaria de agora em mais querer e ser queridos.
Desaprender é ser curioso, criativo, valente, ter os melhores desejos. Desaprender é se ajustar aos novos tempos sim por isso "trançar" com os caprichos da moda ou a cultura do momento. Desaprender é liberar, agradecer, perdoar, fazer duelos, escolher.
Como diz a canção, é muito provável que "os caminhos da vida não são (ou seja) como eu esperava", por isso desaprender é a lição que chega justo a tempo para seguir andando para onde escolhamos ou possamos ir.
*Eduardo Chaktoura é psicólogo e jornalista, autor de “La gran oportunidad" (“A grande oportunidade") (Paidos, 2011)

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Recomendación del día


cunero, término del ámbito electoral

La palabra cunero, en el ámbito de las informaciones electorales, se aplica a los candidatos o diputados que son presentados por sus respectivos partidos en un distrito electoral al que no pertenecen.

El término cunero empezó a emplearse durante el siglo XIX para referirse concretamente a los candidatos extraños al distrito y que estaban patrocinados por el Gobierno, pero en el uso actual su sentido se ha extendido a cualquier persona que pertenece a un distrito distinto de aquel por el que se presenta: «Es el primer candidato cunero que el partido nombra en la provincia».

Con el mismo significado, y en el mismo ámbito, se emplea la palabra paracaidista.

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