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segunda-feira, 9 de abril de 2012

INNOVACIÓN










Onde existe uma brecha entre as expectativas e o “mundo real” nasce à inovação.
Por Adriana Noreña Fonte: LA NACION (Arg.)

Esta manhã, rumo ao trabalho, me detenho num quiosque a comprar uma garrafa de água. Frente a mim, uma menina, evidentemente apressada, lhe perguntava ao atendente “Tem recarga virtual?". O comerciante, um senhor bastante idoso, assentiu com a cabeça. A garota lhe deu o número de telefone, o nome da empresa prestadora e a importância; o homem os ingressou num computador. Ao instante, recebeu o crédito. A garota pagou e foi embora, ansiosa por responder seus SMS. Fiquei meditando sobre como o quiosque de bairro, o canal mais tradicional de todos, hoje oferecia este intercambio parte offline e parte virtual, da maneira mais natural, como se assim o tivera feito durante a vida tudo.
A tecnologia permite inovar e é inovação em si mesma. É um meio para transformar ideias, para mudar, para assumir desafios. A pergunta é, então, se realmente estamos prontos para fazer estas mudanças e assumir os riscos que implica. Movimentarmos em território conhecido nos da segurança e controle. Mas, que passa quando o preço é demasiado alto? Não usar o potencial da tecnologia implica renuncias tanto no mundo dos negócios como na educação e a cultura.
RESIGNIFICANDO ESTRUTURAS
Durante os 15 ou 20 anos que dura nossa educação formal, nos levantamos, cruzamos a cidade para ir numa sala de aula, nos sentamos diante dum quadro e escutamos. Milhões de pessoas fazem o mesmo. Realmente nos estamos animando a repensar as formas em que criamos e compartimos o conhecimento?
A ideia de que o saber se constrói tijolo por tijolo, de maneira linear, em instituições designadas para tal fim não parece refletir a realidade do que está acontecendo em muitos lugares do mundo. The School of Everything é uma dessas ideias que mostra que estruturas tão arraigada, também podem se questionar. Este empreendimento, iniciado por Dougald Hine, em Londres, anima às pessoas a se ensinar umas as outras, sem importar a idade ou o lugar no que se encontrem. Trata-se de uma ideia simples, mas que revoluciona princípios muito internalizados. Estas ideias provem da inovação coletiva e reafirmam que o motor da mudança deste século vão a ser as pessoas, trabalhando e aprendendo coletivamente.
COMO NASCE A INOVAÇÃO?
Para Russell Stevens, especialista em participação social criativa, as oportunidades para inovar são fáceis de identificar: "Onde existe uma brecha entre as expectativas das pessoas e “o mundo real”, é dizer, sua experiência concreta, aí há um espaço pedindo inovação". Estes vazios sempre existiram, porém a tecnologia, e as redes sociais em particular, os têm feitos mais visíveis.
As redes sociais cumprem um papel importante à hora de contagiar e o contagio é um aspecto fundamental da inovação. "Todo o que procura inovar o faz com uma ideia de trocar o mundo", diz o homem que lhe pôs as pulseiras amarelas da fundação Lance Armstrong a 70 milhões de pessoas na campanha contra o câncer mais famosa da historia.
Embora, o erro mais comum é pensar nas redes sociais como um espaço no que "há" que ter presença pelo fato de que "todo o mundo está aí". As redes sociais não são uma obrigação senão uma decisão táctica relacionada com uma estratégia. Representam um componente dum plano integral onde os diferentes canais, tanto do offline como do online, jogam um rol.
Outro erro é considerar que a inovação nasce por si só e que é atributo das pessoas e não das instituições. Em Google , a inovação está em todas partes, porém em algumas vive especialmente seus dias de gloria. Google X é esse espaço onde saem às ideias mais disruptivas pensadas para o dia de manhã.
Astro Teller é um de seus referentes e à hora de explicar a inovação é concluinte: a única forma é tomando riscos. Para empresas e instituições isto pranteia uma questão fundamental, a aceitação explícita do risco, algo incômodo para a maioria delas. "Quando estou a ponto de provar algo muito diferente, o comunico: vou fazer algo novo, fora dos padrões, rompendo os moldes. Vais-me apoiar?"
Minha experiência confirma as palavras de Astro. Há que sair da zona de conforto e perguntarmos a diário se estamos apoiando aos que querem pensar e trabalhar de maneira diferente. E recorrer à tecnologia como aliado iniludível para potenciar a criatividade, motorizar a inovação e estabelecer diálogos com novas audiências.

A autora é Diretora para Google América Espanhola no marco do Think Infinite *
* Think Infinite é um evento organizado por Google que invita a inovar e pensar diferente. Astro Teller, de Google X, Russell Stevens, da agencia criativa SS+K e Dougald Hine de The School of Everything, foram alguns dos principais palestrantes junto com Adriana Noreña, CEO de Google para à América Espanhola..


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derogar, no derrogar

El verbo derogar solo tiene una r delante de la o; no es, por tanto correcta la forma con dos erres derrogar.

Sin embargo, se pueden ver informaciones en las que aparece ese verbo mal escrito: «El alcalde de Sogamoso derrogó la medida que impedía el tránsito de vehículos pesados por zonas urbanas», «¿Mantendrán el matrimonio entre personas del mismo sexo o derrogarán la ley?».

En ambos casos lo adecuado hubiera sido: «El alcalde de Sogamoso derogó la medida que impedía el tránsito de vehículos pesados por zonas urbanas», «¿Mantendrán el matrimonio entre personas del mismo sexo o derogarán la ley?».
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