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quarta-feira, 9 de maio de 2012

OS QUATRO ACORDOS DA SABEDORIA TOLTECA


NÃO JULGUES
Não dês nada por SUPOSTO.
Se tiver alguma dúvida, ACLARA-LA.
Se suspeitas, PERGUNTA.
Supor, te faz inventar histórias incríveis que só envenenam tua alma; e que não possuem fundamento.
FAZ SEMPRE O MELHOR
Se sempre faz o melhor que possas, nunca poderás recriminar-te, nem te arrepender de nada.
HONRA TUAS PALAVRAS
O que sai de tua boca é o que você é. Se não honras tuas palavras, não te honras a você mesmo, e se não te honras a você mesmo, não te amas. Honrar tuas palavras é ser coerente, com o que pensas e com o que fazes.
NÃO TOMES NADA COMO PESSOAL
Nem a pior ofensa, nem o pior desaire, nem a mais grave ferida.
Na medida em que alguém te quer ferir, nessa medida ele se fere a se mesmo.


As Brechas da RSE em América Latina


Publicado por Fernando Legrand
Fonte RSE OnLine - 11 abril, 2012

América Latina está numa encruzilhada. A região é uma das que mais cresce num mundo submerso numa de suas piores crises desde 2007, tem ante si o desafio de assegurar esse crescimento junto a um desenvolvimento sustentável.
Isso também implica que a Responsabilidade Social deverá se alinhar com esse contexto de crescimento que vêm experimentando a região, e se converter num dos mecanismos para superar as brechas existentes.
E assim como existem as brechas econômico-sociais, a RSE também apresenta suas brechas: aqueles espaços que se abrem produto do avanço que tem tido esta disciplina na última década, e que cada dia é maior em empresas e organizações de qualquer sector e tamanho.
Ao pensar a RSE e suas Brechas, há que entender que em algum ponto se gerou uma fragmentação, uma quebra, no que um elemento (aparentemente de maior fortaleza) teve que avançar um pouco mais rápido para dar resposta ao que as empresas necessitavam.
Com a ajuda de distintos promotores da RSE nas redes sociais, através do hashtag #BrechasRSE, estes seriam algumas dessas brechas que deveriam se atender:

 Comunidade e RSE: A empresa não só deve dar resposta para fora, o focalizar seus esforços no âmbito externo, sem antes atender a sua própria gestão responsável e das pessoas que trabalham para ela. Ação Social, Voluntariado, Desenvolvimento Cultural, são importantes veículos para impulsionar, porém serão mais eficientes se contam com mecanismos internos de apoio e medição.
 Sistemas de Gestão: Desenvolver um sistema de gestão que permita à organização medir seus impactos e – justamente - estabelecer suas brechas constitui quase um imponderável.
 Filantropia: Parece mentira ter que seguir falando deste tema trás uma década de desenvolvimento contínuo da Responsabilidade Social em muitos países, mas o grande tema filantrópico passa por fazê-la estratégica, através do investimento social responsável. E também pela confusão que tem gerado em diversos coletivos (como os jornalistas) acerca de que RSE é sinônimo de Doação.
 Consumidores: Cada vez surgem mais enquêtes que assinalam que os consumidores são mais inclinados às empresas que adotam critérios de RSE em suas estratégias, porém na realidade, segue existindo um baixo reconhecimento por parte destes às empresas responsáveis.
 Visão RSE: Já o temos pranteado em outras oportunidades neste blog, que América Latina se merece um Modelo Latino-americano de RSE, uma visão compartida que contribuía a elevar o engajamento e a constância das empresas por ser parte do movimento global da Responsabilidade Social.
 Relatórios sem apresamentos: A cultura de reportar se estende com força na região, e é um bom sintoma. Mas em muitas ocasiões parecera ser que o Relatório constitui uma pedra no sapato que há que tirar de cima porque molesta. Aproveitar os indicadores globais, como o GRI, ISO 26.000 ou o Pacto Global, é um passo, que requere de sua contraparte em forma de trabalho e recoleção de dados a consciência e com os máximos padrões possíveis de transparência.
 Comunicação da RSE: As empresas que realizam verdadeira responsabilidade social têm muito para contar, e muito além dum house organ o uma intranet. Os meios de comunicação também esperam suas historias, e não só as que mais dinheiro investido lhes demandou. O mesmo, os meios sociais, cada vez mais explorados, mas em modo emissor-receptor… deixando de lado a conversação.

Muitos destes pontos se completaram graças aos desinteressados aportes de: Lina Maria Téllez (@linalarse – Colômbia),
Steve Ramirez (@steveramirez07 – Colômbia),
Estefânia Salazar(@VSustentable – Venezuela),
Luis Manuel Carapaica (Venezuela) e
Miguel Urra (@MiguelUrra – Colômbia).

Se tem algo para agregar, ¡esperamos teu aporte nos comentários!

Autodiagnóstico Online ISO 26.000

CapacitaRSE, 1º Centro de Formação Online em Responsabilidade Social de América Latina, deu a conhecer uma ferramenta única para o avanço da RSE na região: se trata do Autodiagnóstico Online da Norma ISO 26.000, único disponível em espanhol.
Esta ferramenta, dividida em 8 áreas ou seções para ser avaliadas pelos responsáveis de cada Gerencia, procura “relevar o estado de situação de cada área o gerencia frente às recomendações da Norma, e estabelecer deste modo as brechas que se devem reforçar em toda a organização” segundo assinala Alberto Guajardo, Consultor experto em ISO 26.000 ao frente deste processo.
O autodiagnóstico está disponível para empresas de qualquer porte e organizações da sociedade civil, já que mantém o espírito holístico da Guia da Responsabilidade Social.
As empresas e organizações interessadas em sua avaliação deverão completar o formulário disposto neste link: http://capacitar.se/ADiso

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día


copago y repago: dos neologismos bien formados

Los términos copago y repago están bien formados y su uso es correcto en español, aunque no figuren en los diccionarios.

La palabra copago, formada por el prefijo co- y el sustantivo pago, se emplea con el significado de ‘participar en el pago’. También es admisible, aunque es poco habitual, el uso del verbo copagar: «El ministerio de Sanidad pactará con las autonomías el copago de medicamentos», «La mayoría de los países europeos ya copaga por la atención sanitaria».

Del mismo modo, repago, formado con el prefijo re- y el sustantivo pago, es un término bien formado, al igual que el verbo repagar, que se utiliza con el significado de ‘volver a pagar’: «Los ciudadanos se oponen al repago y argumentan que es suficiente con los impuestos», «Los créditos para compras a plazo son los préstamos que se repagan con pagos mensuales iguales». ‘
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