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sexta-feira, 25 de maio de 2012

TRADUÇÃO TÉCNICA







Atualmente no mundo, a Tradução Técnica (TT) é, de longe, uma das especialidades mais procuradas; como pode ser observado nas estatísticas da UE e em sites de tradutores como Proz ou Translators Café.


No Brasil, segundo citado no artigo "Tradução Técnica, Armadilhas e Desafios” de Silvana Polchlopek da UFSC na revista Tradução & Comunicação – Revista Brasileira de Tradutores – N° 19 – ano 2009. http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rtcom/article/viewFile/1638/768
“Essa distinção, no entanto, conforme apontado por Heloisa Barbosa (2005), não mais se sustenta, visto que, por sugestão do SINTRA, foi retirado o termo “técnica” da modalidade antes chamada de “tradução técnica”, conhecida agora somente por “tradução”.
A autora considera esse “um passo adiante para dar condições iguais de lutar por os seus direitos a uma categoria profissional (tradutores) que mal começou no Brasil, a tentar cobrar, das editoras, os direitos autorais relativos as suas traduções”. Barbosa (2005, Pág. 10)

Considerando-me, não obstante, um tradutor técnico; detalho as definições feitas pela APETI - Asociación Profesional Española de Traductores e Intérpretes, com a intenção de informar aos possíveis usuários de este tipo de tradução suas características e que devem esperar dum tradutor técnico.
A Tradução Técnica (TT) agrupa a aqueles que exercem profissionalmente a tradução escrita na área na que a função da língua é a produção, aquisição, desenvolvimento e comunicação de informação e conhecimentos.

O labor do tradutor técnico é trasladar por escrito a uma língua informação e conhecimentos escritos em outra língua, contribuindo ao desenvolvimento de terminologia e linguagens especializado em ambas as línguas.

Qualificações.
Formação e experiência:
Possuir uma graduação universitária de segundo ciclo em Filologia, ou em Tradução e Interpretação, ou em qualquer outra rama das ciências ou das humanidades, e justificar formação específica ou experiência profissional suficiente na área da Tradução Técnica e nos idiomas nos que se deseja exercer.
Competências profissionais do tradutor técnico
As competências profissionais do tradutor técnico incluem ademais da tradução técnica em sim, as seguintes: o estabelecimento de critérios de edição e a edição, revisão e correção de traduções técnicas; o assessoramento em estudos de tradução; a elaboração e apresentação de informes e ditames; e a docência, investigação e divulgação da tradução técnica.
As seguintes descrições se baseiam na "Guía para el ejercício profesional libre de la Traducción e Interpretación y para el ejercício de la Interpretación Jurada" (APETI, 1997), a primeira e mais completa guia profissional para tradutores e intérpretes publicada em Espanha.
Tradução técnica
Compete ao tradutor técnico a tradução especializada de textos pertencentes a qualquer das áreas das ciências, a tecnologia e as humanidades (a exceção da literatura de criação).

APETI estabelece três níveis de especialização para os textos técnicos, que afeitam a importância dos honorários profissionais:
Nível 1. Textos de divulgação ou informação dirigidos ao público em geral.
Nível 2. Textos de caráter informativo, expositivo ou docentes dirigidos aos setores especializados de cada uma das áreas que cobre a tradução técnica.
Nível 3. Textos de pesquisa ou criação dirigidos aos setores profissionais ou acadêmicos mais especializados de cada uma das mencionadas áreas.
APETI divide a tradução de textos técnicos em três grupos, segundo seu destino, que afetam ao tipo de contrato aplicável:
Grupo 1. - Impressos e escritos não destinados à publicação.
Grupo 2. - Publicações escritas periódicas (revistas, jornais, etc.); programas de rádio e televisão; e publicações multimídia.
Grupo 3. - Livros.
Revisão, edição e correção de traduções técnicas.
Competem ao tradutor técnico o estabelecimento de critérios de edição, a revisão, e a edição e correção das traduções técnicas.
O estabelecimento de critérios de edição consiste em fixar os critérios filológicos e terminológicos, e as normas de estilo que tem de se seguir na tradução duma determinada obra, texto ou conjunto de textos pertencentes a qualquer das áreas das ciências, a tecnologia e as humanidades (exceto a literatura de criação).
A revisão consiste em comprovar sim se tem aplicado corretamente os critérios de edição estabelecidos e/ou se a tradução é fiel ao original.
A edição e a correção consistem em modificar o traduzido porque não se ajusta aos critérios de edição estabelecidos ou porque não é fiel ao original.
Assessoramento tradutologico sobre tradução técnica
Compete ao tradutor técnico assessorar ao cliente respondendo verbalmente ou por escrito às consultas que lhe formule sobre distintos aspectos da tradução técnica, ou sobre traduções técnicas realizadas pelo próprio tradutor consultado ou por outros tradutores.

Informes e ditames periciais sobre traduções técnicas.

Compete ao tradutor técnico a elaboração, e a apresentação em procedimentos arbitrais ou em processos judiciais, de informes ou ditames sobre qualquer aspecto da tradução técnica ou sobre traduções técnicas realizadas pelo próprio tradutor ou por outros tradutores. Este labor requeira se pronunciar formalmente sobre as questões objeto do informe ou ditame, expondo os critérios aplicáveis, justificando e razoando sua aplicação em cada caso, apresentando as conclusões correspondentes e respondendo às perguntas pertinentes.

Docência, pesquisa e divulgação da tradução técnica.
Competem ao tradutor técnico os seguintes labores docentes, investigadoras e divulgadoras:
Dar aulas e cursos sobre tradução técnica para completar a formação de professores, de alunos de ensino superior e de outros profissionais da tradução e interpretação.
Realizar e dirigir trabalhos de pesquisa sobre qualquer aspecto da tradução técnica.
Dar palestras sobre qualquer aspecto da tradução técnica e sobre sua obra como tradutor.
Participar em colóquios sobre tradução técnica e sobre sua obra como tradutor.
Redigir artigos e livros técnicos, em qualquer de suas línguas de trabalho, sobre a tradução técnica e sobre sua obra como tradutor.
É a mesma coisa a tradução técnica que a científica?
Não exatamente. A tradução científica é o tipo de tradução técnica que se ocupa exclusivamente de aquelas obras ou textos que servem em sua língua original para recolher e transmitir informação ou conhecimentos no âmbito das ciências e a tecnologia. Tradução técnica é um termo mais amplo, que inclui também a realizada no âmbito das humanidades e em qualquer outro campo da atividade humana.
Que aptidão deve ter o tradutor técnico?
Traduzir é, em todas suas modalidades e especialidades, um processo puramente intelectual que implica a compreensão e interpretação do pensamento humano formulado numa língua e sua expressão na outra língua. A tradução técnica requer que o tradutor possua o mesmo conhecimento e domínio da língua de partida que da língua de chegada, assim como das terminologias e linguagens específicos próprios de ambas as línguas para o tipo de texto escrito que deva traduzir. Qualquer desequilíbrio das aptidões do tradutor com relação a uma ou outra língua irá a detrimento da fidelidade da tradução.
É imprescindível o uso das TIC na tradução técnica?
As novas tecnologias da informação e a comunicação (TIC) resultam atualmente imprescindíveis para exercer profissionalmente a tradução técnica. Entre outros motivos, porque constituem a via mais direta, rápida e econômica de aceder à informação que necessita o profissional para se documentar, de se promover, e também de estabelecer e manter o contato com o cliente, fazendo supérflua a existência de intermediários. Ademais, o emprego das novas tecnologias aplicadas à tradução lhe permite manejar muita mais informação em menos tempo, e construir, gerenciar e utilizar sua "memória de tradução" dum modo muito mais eficaz que antes.

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Recomendación del día


mutualizar, una palabra bien formada

El término mutualizar, con el significado de ‘hacer que algo sea mutuo o recíproco’, está bien formado y su uso es válido.

En las noticias sobre la cumbre europea aparece a menudo esta palabra en relación, principalmente, con la posibilidad de compartir costes y riesgos mediante la emisión de bonos europeos, como en el siguiente ejemplo: «Entre las opciones figura la creación de eurobonos para mutualizar la deuda».

Se trata de una palabra bien formada a partir del adjetivo mutual, que según el Diccionario académico significa ‘mutuo o recíproco’, y la terminación -izar, también recogida en esa obra y que denota una acción cuyo resultado es el expresado en la palabra a la que se aplica, al igual que ocurre en voces como carbonizar, esclavizar, impermeabilizar y simpatizar.
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