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quinta-feira, 7 de junho de 2012

A MORTE

“Ajuda-me a compreender o que vos falo e explicarei melhor”







Hoje, vai saber por que, me ocorreu escrever sobre a morte.

A morte é a grande administradora da igualdade, é frente a ela que todos ficarão iguais, brancos, pretos, amarelos, ricos, pobres e falidos, gênios, tontos e normais, magros, gordos, altos, baixos, valentes e covardes... frente a ela somos todos iguais... E também somos iguais na ignorância, ninguém sabe o que nos espera ao morrer...
Será que ela (a morte) é um privilégio e que por isso custa toda uma vida chegar a ela?
Como falou, se falou, alguma vez Epicuro de Samos, o filósofo grego:
“A morte é uma quimera: por que em tanto Eu existo, não existe Ela; e quando Ela existe, já não existo Eu”.
O Mensageiro da morte (conto da tradição indiana)
Havia um homem que, após trinta anos de prática, havia adquirido o poder de se multiplicar a si mesmo em quarenta formas distintas.
Por suas práticas, soube que a hora de sua morte se acercava, assim que se preparou. Ao escutar os sinos do mensageiro da morte, se multiplicou em quarenta formas distintas.
O mensageiro ficou atordoado. Devia se levar a um homem, porém havia quarenta que pareciam iguais. O Deus da morte, que tudo sabe, mandou outro mensageiro com uma consigna precisa: elogia-o até morrer.
Quando viu ao homem múltiplo, o mensageiro começou a elogiá-lo:
— Você é um grande homem, invencível, maravilhoso — E o homem múltiplo se enchia de orgulho em suas quarenta formas —, porém tens um pequeno defeito.
O verdadeiro homem pulou gritando:
— Qual é?
O mensageiro pode assim levá-lo arrastando-o.

“A morte não nos rouba os seres amados. Ao invés, os guarda e nos imortaliza na recordação. A vida sim que nos os rouba muitas vezes e definitivamente”.
François Mauriac (1905-1970) Escritor francês.

FUNDÉU RECOMIENDA...



Recomendación del día


velar por, no velar para

El verbo velar se construye con un complemento precedido de la preposición por, no de para.

No obstante, en la prensa se encuentran frecuentemente ejemplos como «Crespo reitera su compromiso a CSIF de velar para que se garantice "la normalidad" durante la jornada de huelga» o «Madrid cree que los jueces deben velar para evitar acampadas del 15M».

Cuando el verbo velar significa ‘cuidar solícitamente’, es intransitivo y se construye con un complemento con por, tal como queda recogido en el Diccionario panhispánico de dudas de la Asociación de Academias de la Lengua Española.

Por lo tanto, en los ejemplos anteriores lo adecuado hubiera sido escribir «...su compromiso a CSIF de velar por que se garantice...» o «...los jueces deben velar por evitar acampadas...».

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