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quinta-feira, 19 de julho de 2012

UM POUCO DE HUMOR...





É sabido que a polissemia é a base do humor. Simplesmente, nos choca que algumas palavras possam ter dois significados, sobre tudo quando um deles se refere a algo proibido.

Também é sabido que as piadas não tem dono, e algumas dão a volta ao mundo...

- Diz Amando de Miguel em seu blog: Miguel Ángel Taboada me envia uma piada em inglês. - Vou ver se sou capaz de explicá-lo.

Parte-se da polissemia da palavra inglesa ass (= asno, burro/ cu, bunda.).

- É o caso dum pastor protestante que ganhou uma corrida de burros com um burro de sua propriedade. - O jornal local deu assim a noticia: - "O burro (cu) do pastor arrasa". - Ante essa noticia, o bispo proibiu ao pastor que anotara a seu burro em mais corridas. - O jornal local intitulou assim o fato: - "O bispo arranha (coça) o burro (cu) do pastor". - Ao ler isso, o bispo ordenou ao pastor se desfazer do burro. Assim que deu de presente a um convento de freiras perto da paróquia. - O jornal local deu este titular: - "As freiras têm o melhor burro (cu) da cidade". - O bispo se encolerizou e obrigou às freiras a vender o burro. - Em efeito, o venderam a um granjeiro por 10 dólares. - O jornal publicou assim a noticia: - "As freiras vendem seu burro (cu) por 10 dólares". - O bispo, desesperado, decidiu que as freiras voltassem a comprar o burro e o deixe livre no campo. - O jornal intitulou: - "As freiras anunciam que seu burro (cu) é agora selvagem e livre". - Ao bispo deu lhe um infarto...

Outros amigos também me remetem uma serie de piadas hilárias, muitas delas sobre galegos.

Por exemplo,

– Por que os galegos não gostam de viajar no piso de cima nos ônibus de dois pisos?
– Porque o piso de cima não tem motorista.

- Outro

- Um granjeiro galego recebe a visita dum fazendeiro brasileiro.
Passeando pela propriedade em Lugo, o brasileiro pergunta… - quanto mede a tua propriedade, Manuel?
- Dez hectares, responde o galego.
- E a tua fazenda em Mato Grosso? – pergunta a sua vez o galego.
- Olha Manuel, eu com meu jipe depois de meio dia andando ainda não percorro a metade dela…
O galego responde;
- Sim João, eu já tive um jipe brasileiro também. É uma merda…

Não há que se ofender com as piadas étnicas. As mesmas piadas se aplicam aos galegos, os poloneses, os judeus, os irlandeses, os catalães ou os açorianos. A atitude com esses grupos costuma ser de secreta admiração. Sempre são pessoas muito esforçadas que provocam certa inveja.

Agustín Fuentes me comunica o resultado dum exame de Língua Espanhola no Colégio García Lorca de Madrid.
Trata-se duma redação que compreenda os seguintes temas: sexo, monarquia, religião e mistério. Recomenda-se a maior concisão.
O trabalho de destaque se redigiu assim:

"Transaram com a Rainha. Deus meu, quem haverá sido?".

Meu amigo Carlos Souza, da Praia do Sonho em SC., Brasil, me envia outra.

- A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo. Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta: "Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo". A pesquisa foi um grande fracasso! - Sabe por quê?
● Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez". ● Os africanos não sabiam o que era "alimento". ● Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião". ● Os argentinos mal sabem o significado de, ”por favor, ". ● Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo". ● O congresso brasileiro está até agora debatendo o que é "honestamente".






Até mais...




ASALE es la asociación de las veintidós academias de la lengua española que conjuntamente publican el Diccionario, la Gramática, la Ortografía y otras obras de referencia en el idioma español, tanto normativas como descriptivas, de acuerdo con la nueva política panhispánica adoptada en las dos últimas décadas.

Real Academia Española
Academia Colombiana de la Lengua
Academia Ecuatoriana de la Lengua
Academia Mexicana de la Lengua
Academia Salvadoreña de la Lengua
Academia Venezolana de la Lengua
Academia Chilena de la Lengua
Academia Peruana de la Lengua
Academia Guatemalteca de la Lengua
Academia Costarricense de la Lengua
Academia Filipina de la Lengua Española
Academia Panameña de la Lengua
Academia Cubana de la Lengua
Academia Paraguaya de la Lengua Española
Academia Boliviana de la Lengua
Academia Dominicana de la Lengua
Academia Nicaragüense de la Lengua
Academia Argentina de Letras
Academia Nacional de Letras de Uruguay
Academia Hondureña de la Lengua
Academia Puertorriqueña de la Lengua Española
Academia Norteamericana de la Lengua Española

Ante la comprobación de que más del 90 % de los hablantes de español residen en América, la Real Academia Española recabó de todas las academias sus aportes a la preparación del diccionario.
Desde 2001, cuando se publicó la más reciente edición del DRAE, que es la número veintidós, se han efectuado 22.000 actualizaciones entre términos nuevos, modificados y suprimidos.

LA PALABRA



implementar.
1. tr. Poner en funcionamiento, aplicar métodos, medidas, etc., para llevar algo a cabo.
Real Academia Española © Todos los derechos reservados

En el blog de Amando de Miguel, Francisco Moreno Doncel se lamenta de ese inútil verbo tan de moda que es "implementar", según él, "procedente de la informática". En inglés el verbo implement (= llevar a cabo o a término una acción) lleva siglos. Procede claramente del latín implere (= llenar, cumplir, realizar). Por tanto, no nos debe resultar una idea muy ajena a los hispanos. Yo no recurro nunca a ese verbo, más que nada porque, efectivamente, hay equivalentes en español. Pero tampoco se debe rechazar la palabra cuando se trata de textos técnicos. Desde luego, lo recoge el DRAE con toda naturalidad. Los "implementos" (utensilios o herramientas) es palabra que se acepta con soltura. Si importamos implementos de otros países, no veo por qué no vayamos a poder importar palabras. Sobre todo porque los neologismos son gratis. Pocas cosas hay en este mundo que no cuesten dinero.

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día


las hectáreas miden superficies, no perímetros

La hectárea es una medida de superficie, por lo que no resulta apropiado emplearla para referirse a la extensión de un perímetro que, como contorno de una superficie, se trata de una longitud.

Sin embargo, en las noticias sobre incendios pueden leerse frases en las que inapropiadamente se expresa la longitud de un perímetro en hectáreas: «El incendio, con un perímetro de 1200 hectáreas, sigue sin estar controlado», «El perímetro del incendio supera las 2000 hectáreas».

Dado que la superficie es una magnitud que expresa la extensión de un cuerpo en dos dimensiones, longitud y anchura, y que el perímetro es el contorno de una superficie y se expresa en unidades lineales, en los ejemplos citados lo adecuado hubiera sido escibir: «El incendio, con una superficie de 1200 hectáreas, sigue sin estar controlado», «La superficie del incendio supera las 2000 hectáreas».

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