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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

EL IDIOMA ESPAÑOL







Cuidemos el idioma

Tomás Aquino Méndez
tomas.mendez@listindiario,com


Es verdad, las cosas deben evolucionar, cambiar, crecer. Eso debe ser siempre hacia lo positivo, lo mejor.
Los cambios experimentados por el idioma español en nada ayudan a su mejoría.
Siempre cuidé mi forma de escribir. Cuando adquirí mi primer libro de Gramática, cursando el sexto grado, me dije: “Este es el único libro que no venderé nunca”.
Desde ese instante se inició mi preocupación por escribir bien, hablar bien y respetar mi idioma.
Aunque siempre me ha preocupado la formación de mis hijos, sus conocimientos gramaticales, su forma de escribir ha sido lo que más me ha inclinado a llamarles la atención.
Hoy, me siento realmente muy preocupado. Creí que un mensaje que vi en mi celular hace más o menos un año, era algo “pasajero” y de “chercha”. Pasado el tiempo he comprobado, penosamente, que ni es chercha ni es pasajero.
La forma de escribir de una gran parte de nuestros jóvenes es cada vez más penosa.
No importa si están en la primaria, bachillerato o en la universidad.
Las faltas ortográficas abundan.
Los signos de puntuación no existen para ellos. Ahora también cambian las letras y escriben “como les da la gana”.
“K biejo toy en ti pal kan de oy. Pero Dios, ¿de qué se trata? Y cuando le pido una explicación al autor de esta “joya”, dice que él sabe cómo se escribe todo eso, pero es para ahorrar tiempo y dinero.
Sucede que de tanto escribir incorrectamente, días después me admitió que en una solicitud de empleo escribió incorrectamente varias palabras.
Había olvidado cómo realmente se escribían algunas.
Ese es mi temor, que ese código de chateo en las redes traspase fronteras y debilite aún más la Ortografía. Que de tanto escribir palabras incorrectas, se acostumbren y esa práctica pase a las nuevas generaciones.
No puedo ver eso, hay que ponerle un stop. Como padres, hagamos un esfuerzo y enfrentemos ese mal. Cuidemos el idioma.

O GAÚCHO MARTIN FIERRO

O Gaúcho Martín Fierro (ou, simplesmente, Martín Fierro) é um poema de José Hernández, obra literária de grande popularidade na Argentina. Foi publicada pela primeira vez em 1872 com o título El gaucho Martín Fierro, e sua continuação, La vuelta de Martín Fierro, surgiu em 1879.
Através deste livro, o autor conseguiu fazer-se escutar e ter eco para suas propostas a favor da causa do gaúcho. Sua obra narra o caráter independente, heroico e sacrificado dos habitantes dos pampas, e os situam como os verdadeiros representantes do caráter argentino, algo que contrariou os interesses políticos vigentes na época de Hernández. O Martín Fierro tem a peculiaridade de não estar escrito na forma culta do espanhol, mas sim, copiando foneticamente a forma de falar dos gaúchos.
O prestigioso escritor Leopoldo Lugones, em sua obra El payador qualificou este poema como "o livro nacional dos argentinos" e reconheceu no gaúcho sua qualidade de legítimo representante do país, símbolo da argentinidade. Para Ricardo Rojas, representava o clássico argentino por excelência. O gaúcho deixava de ser um homem "fora da lei" para se-converter em herói nacional. Leopoldo Marechal, num ensaio intitulado Simbolismos del "Martín Fierro", buscou-lhe uma interpretação alegórica. José María Rosa viu no "Martín Fierro" uma interpretação da história argentina.


Este livro foi traduzido em mais de 30 idiomas.
Do "Martín Fierro" de José Hernández, também se pode extrair um conjunto de provérbios dos "Conselhos do Velho Viscacha" que recebe ao filho segundo de Martín Fierro, por parte de seu tutor. Viscacha era um personagem ladino e cheio de armadilhas que se deixam entrever em seus conselhos e refrães que transudam uma visão negativa da vida, da mulher e das inquietudes humanas.



"Conselhos do Velho Viscacha"
CANTO XV (Segunda Parte)


Sempre andava alvorotado,
Com ninguém sabia falar
Se divertia em rabiscar
Fazer marcas com o dedo
E quando já tava bêbado
Começava a me aconselhar-

Me parece que o vejo
envolto em poncho surrado
depois de dar um bom trago
Aí começava a falar:
“Jamais chegues a parar
Onde vejas perros fracos".

"O primeiro cuidado do homem
É defender seu pelego
Leva-te de meu conselho,

Escuta bem o que falo:
O diabo sabe por diabo
Porém, mais sabe por velho".

"Faze-te amigo do Juiz
-Não lhe dês prá se queixar;
e quando quer se enojar
Você deve se-achicar,
Porque, sempre é bom de ter
Palanque ande se coçar”.

"Nunca lhe leves contraria
Ele manda no seu bando
Aí sentado na poltrona
Nenhum boi se lhe faz bravo
A um lhe dá com o cravo
e ao outro com a picanha".

"O homem, até o mais soberbo,
Com mais espinhos que uma tala,
Afrouxa andando na má
E é brando como manteiga,
Até a vaca chimarrão
Cai à poça com seca".

"Não andeis trocando de oca,
E faz o que faz o rato
Conserva-te no rincão
Que começou tua existência
Vaca que troca querência
Se atrasa na parição".

E assim avançando os tragos
Aquele velho qual cerro
"Não vai esquecer, dizia, Fierro
Que o homem não tem de crer,
Em lágrimas de mulher
Nem a ranqueira do perro".

"Não te deves afligir
Embora o mundo desabe-
O que mais precisa o homem,
Ter, segundo eu discorro,
É a memória do burro
Que nunca esquece onde come".

"Deixa pra que esquente o forno
O dono daquela massa-
O que é eu, nunca me agonio
A tudo me faço o surdo
O porco vive tão gordo
E se come até seus filhos".

"Raposa que já é corrida
Desde longe ela fareja
Não se apresse quem deseja
Fazer o que lhe aproveite
A vaca que mais rumina
É a que dá melhor leite".

"Quem se ganha sua comida
Bom é que em silencio coma
Assim, você nem por broma-
Queira chamar a atenção_
Nunca escapa o chimarrão
Se fuga pela colina".

"Eu vou onde me convém
E jamais me descarrilo,
Leva-te o exemplo meu,
E assim encheras a barriga;
Aprende das formigas,
Não vá à gamela vazia".

"A ninguém tenhas inveja,
É muito triste invejar,
Quando vejas a outro ganhar
A estorvá-lo não te metas-
Cada leitão em sua teta
É o modo de mamar".

"Assim se alimentam muitos
Em tanto os pobres o pagam
Como o cordeiro há quem faça
a pontinha, não o nego
há outros como o borrego
Toda inteira se a tragam".

"Se busca viver tranquilo
Dedica-te a solteriar
Mas se te quiser casar,
Com esta advertência seja,
E difícil de guardar
A prenda que outros desejam".

"É um bicho a mulher
Que aqui eu não o destapo,
Sempre quer ao homem guapo,
Mas olha bem a eleição;
Porque tem o coração
Como barriga de sapo".

E fanhoso pela bebida
Ele sempre me dizia: "Potrinho,
recém te aponta o bagual,
Mas te diz um toro velho,
Não deixes que homem nenhum
Te ganhe o lado do punhal".

"As armas são necessárias
Porém ninguém sabe quando;
Assim você anda passeando,
E de noite, sobre tudo,
Deve levá-lo de modo
Que ao sair, saia cortando".

"Os que não sabem guardar
São pobres inda trabalhem
Nunca por mais que se esquivem
Evitarão solavancos.
Ao que nasce barrigão
É inútil enfaixá-lo".

“Onde os ventos me levam
Aí estou como em meu centro
Quando uma tristeza encontro
Bebo um gole pra alegrar-me;
A mim me gosta molhar-me
Por fora e também por dentro".

"Você é pintinho, e convém
Que todas estas razões,
Meus conselhos e lições
Não jogue nunca no olvido-
Nas brigas tenho aprendido
Não brigar sem esporões".

Com estes conselhos e outros
Que eu, em minha memória encerro,
E que aqui não desenterro
Educando-me seguia-
Até que ao fim se dormia
Misturado com os perros.

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día


paralímpico, no paraolímpico

Con motivo de los Juegos Paralímpicos de Londres, que se celebrarán del 29 de agosto al 9 de septiembre, se recuerda que el adjetivo apropiado para referirse a los juegos en los que los participantes son personas con discapacidades es paralímpicos, no paraolímpicos.

Sin embargo, están apareciendo en los medios frases como «El equipo paraolímpico español viaja a Londres‎», «Carmen Herrera concentrada para los Paraolímpicos», «El turno de lucirse es ahora de los atletas paraolímpicos».

El término paralímpico, tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas, procede del inglés paralympic (acrónimo de para[plegic] + [o]lympic) y es la grafía recomendada por ser la más extendida y la más acorde con la etimología; para denominar a los juegos deportivos también es válida la forma paralimpiada(s).

Además, se desaconsejan las variantes paraolímpico y paraolimpiada, creadas posteriormente a partir del prefijo griego para- ('junto a’), usado a menudo en la creación de voces nuevas con el sentido de ‘semejante a’.

Por tanto, en los ejemplos anteriores lo adecuado habría sido decir: «El equipo paralímpico español viaja a Londres‎», «Carmen Herrera concentrada para los Paralímpicos», «El turno de lucirse es ahora de los atletas paralímpicos».
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