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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

GUIA ANTIGO PARA POLÍTICOS MODERNOS






Busto de Cicero
Caro presidente, assim se governa um pais.
Por H. Riaño em El Confidencial – Espanha.

Têm vidas que a HBO deixa escapar sem tirar partido delas. A de Marco Tulio Cicero (106-43 a.C.) é uma delas. Embora apareça de soslaio na caríssima serie Roma (2005), a trajetória política de Cicero poderia haver dado para uma versão romana de “O asa oeste da Casa Branca”, no que se recriaria sua ascensão ao cargo de cônsul, o mais elevado de toda a república romana. Porém não chegou num bom momento: a economia havia se estagnado e o desemprego se havia convertido numa ameaça para a estabilidade política.
Uma velha história que não caduca. O uso e o abuso do poder tem evoluído pouco em dois mil anos.
Durante seu consulado, Pompeu, Crasso y Júlio César formaram um triunvirato com o que governar Roma entre bastidores. Cicero não quis se unir ao pastel ilegítimo, mas tratou de manter bons relacionamentos com todas as partes. Assim que uma vez despojado de todo poder –e ferido em seu orgulho-, começo a escrever sobre como devia se dirigir um governo.
Naqueles inúmeros ensaios, tratados e cartas nos que punha regras, aconselhava e delimitava, sempre a partir de sua própria experiência, deu resposta a questões que, lamentavelmente, ainda não se tem resolvido: Quais são os pilares dum governo justo? Que regime é o melhor? Como deveria se conduzir no cargo um dirigente?
Cicero é um homem de Estado, não um político, que fala desde o passado e monta um guia antigo para políticos modernos, como diz o subtítulo do livro Como governar um pais (Crítica), em edição bilíngue latim e castelhano. Philip Freeman, especialista em línguas clássicas, tem realizado esta breve antologia sobre as ideias políticas dum conservador moderado, “condição cada vez mais difícil de achar em nosso mundo moderno”.
O autor define a Cicero como um fiel crente na colaboração com outros partidos pelo bem da nação e sua gente. Para Cicero, o governo ideal é o que combina o melhor da monarquia, a aristocracia e a democracia, tal como acontecia na República romana. Este é o legado do primeiro homem de Estado, resumidos em 10 conselhos, e esquecido em poucos anos.
O governante deve possuir uma integridade excepcional.
Cicero se pergunta pelos dotes de mando daqueles que aspiram a velar pela paz e dirigir o rumo dum pais: “Devem se destacar por seu coragem, sua aptidão e sua resolução, porque em nossa nutrida cidadania são muitos aqueles que aspiram à revolução e à queda do Estado para ter o castigo que merecem as faltas que sabem haver cometido”. É dizer, que os governantes duma nação devem estar dotados dum valor, uma capacidade e uma resolução notáveis.
Inteligência, perspicácia e eloquência. Se os dirigentes não possuem um conhecimento meticuloso daquilo que falam, seus discursos serão uma conversa de palavras fiadas. A neo-lingua já devia existir faz vinte e um séculos. Mas hoje não é fácil se ter uma ideia da importância que revestia a oratória no mundo antigo, e quem quiser guiar a outros não tinha mais remédio que dominar a arte de se expressar com eloquência. “Para elaborar um discurso não importa só a escolha das palavras, senão também sua correta disposição”. A isso tem que agregar “a agudeza, o humor, a erudição próprios dum homem livre, assim como a rapidez e a brevidade à hora de responder ou atacar, que sempre irão ligadas a um encanto sutil e a um claro refinamento”.
A corrupção destrói uma nação. O sabemos. Sabemos onde conduz a cobiça, os subornos e a fraude. Como devoram um Estado desde o interior e o voltam débil e vulnerável. Que pensava Cicero da corrupção? Que desalentava à cidadania e a faz presa da cólera e a incita à rebelião… Em seu discurso contra Gayo Verres, antigo governador de Sicília e paradigma do político depravado, Cicero não deixou lugar a dúvidas: “Como se dum rei de Bitínia se tratara, se fazia trasladar em liteira de oito carregadores, dotada dum elegante coxim recheado de pétalas de rosa de Malta. Cingia sua frente com guirlanda e levava outra no pescoço, e cerca do nariz, seu saquinho de malha tupida feito de delicadíssimo linho e também cheio de rosas. Deste jeito fazia as viagens…”
Não há que subir os impostos. A menos que seja absolutamente necessário. “Quem governa uma nação deve se encarregar de que cada um conserve o que é dele e de que não diminuam por obra do Estado os bens de nenhum cidadão”. O propósito principal dum governo consiste em garantir aos indivíduos a conservação do que lhes pertence e não a redistribuição da riqueza. Porém também condena a concentração nas mãos duma minoria seleta. Assegura que o Estado tem o dever de oferecer a seus cidadãos segurança e outros serviços fundamentais. “Também é dever daqueles que governam um Estado garantir a abundância de quanto se requer para viver”.
A imigração fortalece a um país. Roma se converteu num império poderoso graças à acolhida que teve a novos cidadãos na medida que se estendia pelo Mediterrâneo. Até os escravos liberados podiam ter direito a voto. “Defendo então que em todas as regiões da terra não existe ninguém nem tão inimigo do povo romano por ódio o desacordo, nem tão aderido a nós por fidelidade e benevolência que não podemos acolhe-lo entre nós ou obsequia-lo com a cidadania”.
Não à guerra. Se é injusta… os romanos, que podiam justificar qualquer conflito bélico que desejaram empreender, como tantos outros povos que chegaram depois deles. Porém para Cicero, ao menos, o ideal bélico não pode se dar se, se faz por cobiça em lugar de para defender a nação ou por castigo. “Como os sentis vocês sabendo que uma só ordem [de Mitríades] tem bastado para causar num dia a matança de milhares de cidadãos romanos?”
O melhor governo é um equilíbrio de poderes. Sem equidade os homens livres não podem viver muito tempo. Sem ela tampouco há estabilidade. Cicero adverte que não é difícil que da virtude nasça o vício e que “o rei degenere em déspota, a aristocracia, em facção, e a democracia, em turba e rebelião”. Supervisão e equilíbrio. Daí que “o executivo deverá ter qualidades excepcionais próprias dum soberano, porém sempre concedendo autoridade aos próceres e ao juízo e a vontade da multidão”.
A arte do possível. Considera irresponsável a adoção de posturas inflexíveis, em política tudo se encontra em evolução e câmbio. “Quando há um grupo de pessoas que governa uma república pelo fato de ter riquezas, avoengo ou qualquer outra vantagem, cabe considerá-lo uma facção, embora eles se queiram chamar próceres”. Se negar a transigir é um signo de debilidade, não de fortaleza.
Estar perto de amigos e de inimigos. Nosso enviado especial a Roma sabia como tratar a um aliado ofendido e abordar um problema de forma direta e elegante, pois os dirigentes fracassam quando subestimam a seus amigos e aliados. Lhe resultava ainda mais importante se assegurar de saber que faz o adversário. Para Cicero há que ter laços com os oponentes. No ano 63 a.C., cinco anos depois de exercer de cônsul, seus inimigos políticos lograram exiliar a Cicero com falsos cargos, e 20 anos mais tarde Marco Antônio ordenou sua execução. Seus próprios pressupostos não lhe serviram.
Leis universais governam a conduta humana. Não soube do conceito do direito natural. Acreditava firmemente na existência de leis divinas, não sujeitas ao tempo nem ao espaço, que garantiam as liberdades fundamentais do ser humano e limitam a conduta dos governos. “Haverá um único deus que exercerá de mestre e governante do comum, criador deste direito, juiz e legislador”.



GUÍA ANTIGUA PARA POLÍTICOS MODERNOS



Querido presidente, así se gobierna un país

Busto de Cicerón

por Peio H. Riaño en El Confidencial - España


Hay vidas que la HBO deja escapar sin sacarles partido. La de Marco Tulio Cicerón (106-43 a.C.) es una de ellas. Aunque aparecía de refilón en la carísima serie Roma (2005), la trayectoria política de Cicerón podría haber dado para una versión romana de El ala oeste de la Casa Blanca, en la que se recrearía su ascenso al cargo de cónsul, el más elevado de toda la república romana. Pero no llegó en un buen momento: la economía se había estancado y el desempleo se había convertido en una amenaza para la estabilidad política. Una vieja historia que no caduca. El uso y el abuso del poder han evolucionado poco en dos mil años.

Durante su consulado, Pompeyo, Craso y Julio César formaron un triunvirato con el que gobernar Roma entre bastidores. Cicerón no quiso unirse al pastel ilegítimo, pero trató de mantener buenas relaciones con todas las partes. Así que una vez despojado de todo poder –y herido en su orgullo-, comenzó a escribir sobre cómo debía dirigirse un gobierno.

En aquellos numerosos ensayos, tratados y cartas en los que ponía reglas, aconsejaba y delimitaba, siempre a partir de su propia experiencia, dio respuesta a cuestiones que, lamentablemente, todavía no se han resuelto: ¿Cuáles son los pilares de un gobierno justo? ¿Qué régimen es el mejor? ¿Cómo debería conducirse en el cargo un dirigente?

Cicerón es un hombre de Estado, no un político, que habla desde el pasado y monta una guía antigua para políticos modernos, como dice el subtítulo del libro Cómo gobernar un país (Crítica), en edición bilingüe latín y castellano. Philip Freeman, especialista en lenguas clásicas, ha realizado esta breve antología sobre las ideas políticas de un conservador moderado, “condición cada vez más difícil de hallar en nuestro mundo moderno”.

El autor define a Cicerón como un fiel creyente en la colaboración con otros partidos por el bien de la nación y sus gentes. Para Cicerón, el gobierno ideal es el que combina lo mejor de la monarquía, la aristocracia y la democracia, tal como ocurría en la República romana. Este es el legado del primer hombre de Estado, resumidos en 10 consejos, y olvidado a los pocos años.

El gobernante debe poseer una integridad excepcional.
Cicerón se pregunta por las dotes de mando de quienes aspiren a velar por la paz y dirigir el rumbo de un país: “Deben destacar por su coraje, su aptitud y su resolución, porque en nuestra nutrida ciudadanía son multitud quienes aspiran a la revolución y a la caída del Estado por tener el castigo que se merecen las faltas que saben haber cometido”. Es decir, que los gobernantes de una nación deben estar dotados de un valor, una capacidad y una resolución notables.
Inteligencia, perspicacia y elocuencia. Si los dirigentes no poseen un conocimiento meticuloso de aquello de lo que hablan, sus discursos serán una cháchara de palabras vanas. La neolengua ya debía existir hace veintiún siglos. Pero hoy no es fácil hacerse una idea de la importancia que revestía la oratoria en el mundo antiguo, y quien quisiera guiar a otros no tenía más remedio que dominar el arte de dirigirse con elocuencia. “Para elaborar un discurso no importa sólo la elección de las palabras, sino también su correcta disposición”. A eso hay que añadir “la agudeza, el humor, la erudición propios de un hombre libre, así como la rapidez y la brevedad a la hora de responder o atacar, que siempre irán ligadas a un encanto sutil y a un claro refinamiento”.
La corrupción destruye una nación. Lo sabemos. Sabemos a dónde conduce la codicia, los sobornos y el fraude. Cómo devoran un Estado desde el interior y lo vuelven débil y vulnerable. ¿Qué pensaba Cicerón de la corrupción? Que desalentaba a la ciudadanía y la hace presa de la cólera y la incita a la rebelión… En su discurso contra Gayo Verres, antiguo gobernador de Sicilia y paradigma del político depravado, Cicerón no dejó lugar a dudas: “Como si de un rey de Bitinia se tratara, se hacía trasladar en litera de ocho porteadores, dotada de un elegante cojín relleno de pétalos de rosa de Malta. Ceñía su frente con guirnalda y llevaba otra al cuello, y cerca de la nariz, su saquito de malla tupida hecho de delicadísimo lino y también lleno de rosas. De esta guisa hacía los viajes…”
No hay que subir los impuestos. Al menos si no es absolutamente necesario. “Quien gobierne una nación debe encargarse de que cada uno conserve lo que es suyo y de que no disminuyan por obra del Estado los bienes de ningún ciudadano”. El propósito principal de un gobierno consiste en garantizar a los individuos la conservación de lo que les pertenece y no la redistribución de la riqueza. Pero también condena la concentración en manos de una minoría selecta. Asegura que el Estado tiene el deber de ofrecer a sus ciudadanos seguridad y otros servicios fundamentales. “También es deber de quienes gobiernan un Estado garantizar la abundancia de cuanto se requiere para vivir”.
La inmigración fortalece un país. Roma se convirtió en un imperio poderoso gracias a la acogida que tuvo a nuevos ciudadanos a medida que se extendía por el Mediterráneo. Hasta los esclavos manumisos podían tener derecho a voto. “Defiendo pues que en todas las regiones de la tierra no existe nadie ni tan enemigo del pueblo romano por odio o desacuerdo, ni tan adherido a nosotros por fidelidad y benevolencia que no podamos acogerlo entre nosotros u obsequiarlo con la ciudadanía”.
No a la guerra. Si es injusta… los romanos, que podían justificar cualquier conflicto bélico que desearan emprender, como tantos otros pueblos que vinieron detrás de ellos. Pero para Cicerón, al menos, el ideal bélico no puede darse si se hace por codicia en lugar de para defender la nación o por castigo. “¿Cómo os sentís vosotros sabiendo que una sola orden [de Mitríades] ha bastado para causar en un día la matanza de miles de ciudadanos romanos?”
El mejor gobierno es un equilibrio de poderes. Sin equidad los hombres libres no pueden vivir mucho tiempo. Sin ella tampoco hay estabilidad. Cicerón advierte que no es difícil que de la virtud nazca el vicio y que “el rey degenere en déspota, la aristocracia, en facción, y la democracia, en turba y rebelión”.
Supervisión y equilibrio. De ahí que “el ejecutivo deberá tener cualidades descollantes propias de un soberano, pero siempre concediendo autoridad a los próceres y al juicio y la voluntad de la multitud”.
El arte de lo posible. Considera irresponsable la adopción de posturas inflexibles, en política todo se encuentra en evolución y cambio. “Cuando hay un grupo de personas que gobierna una república por el hecho de tener riquezas, abolengo o cualquier otra ventaja, cabe considerarlo una facción, aunque ellos se quieran llamar próceres”. Negarse a transigir es un signo de debilidad, no de fortaleza.
Estar cerca de amigos y de enemigos. Nuestro enviado especial a Roma sabía cómo tratar a un aliado ofendido y abordar un problema de forma directa y elegante, pues los dirigentes fracasan cuando subestiman a sus amigos y aliados. Le resultaba aún más importante asegurarse de saber qué hace el adversario. Para Cicerón hay que tender lazos con los oponentes. En el año 63 a.C., cinco años después de ejercer de cónsul, sus enemigos políticos lograron exiliar a Cicerón con falsos cargos, y 20 años más tarde Marco Antonio mandó su ejecución. Sus propios presupuestos no le sirvieron.
Leyes universales gobiernan la conducta humana. No supo del concepto de derecho natural. Creía firmemente en la existencia de leyes divinas, no sujetas al tiempo ni al espacio, que garantizan las libertades fundamentales del ser humano y limitan la conducta de los gobiernos. “Habrá un único dios que ejercerá de maestro y gobernante del común, creador de este derecho, juez y legislador”.

NUEVAS PALABRAS


Las quince nuevas palabras en inglés que debes aprender cuanto antes

Miley Cyrus no ha inventado el 'twerking', pero sí ha hecho que esté en boca de todos. (Efe)
por Héctor G. Barnés en El Confidencial - España


Los idiomas son sistemas de comunicación en constante evolución y crecimiento, y en muchas ocasiones, lo que en un pasado nos parecía incorrecto (o una vulgaridad propia de personas incultas o sin educación) pasa a ser aceptado por las organizaciones encargadas en cada país de certificar las palabras que la Academia considera como válidas.
Si en nuestro país es la Real Academia Española (RAE) la institución dedicada a tales tareas, la referencia para los angloparlantes es la Universidad de Oxford. Al menos, para los británicos. Y esta misma semana está ampliando su vocabulario, tal y como recogen diversos medios del Reino Unido, aunque con una salvedad: no se trata del “histórico” Diccionario de Inglés de Oxford (OED), sino de su versión cibernética, el Oxford Dictionaries Online (ODO). La mayor parte de ellos provienen del ámbito de las redes sociales e internet; también del slang o de la cultura popular.
La que más controversia ha causado ha sido la palabra “twerk”, que muchos habrán visto utilizada por todos los medios extranjeros para describir ese movimiento realizado el pasado domingo durante la gala de la MTV por Miley Cyrus y que consiste, por decirlo de manera fina, en bailar colocando el trasero femenino delante de los órganos sexuales masculinos y menearlo al ritmo de la música. Vaya, lo que en castellano se conoce como “perrear”. O, como señala a partir de ahora el diccionario de Oxford, “bailar música popular de una manera sexualmente provocativa incluyendo empujones bruscos de pelvis y en posición de cuclillas”. O sea, esto. O, recitado por Morgan Freeman en persona, esto otro.
Se trata de un término importado de la cultura popular (la primera vez que se tiene conocimiento de él es en el título de la canción de 1995 de Cheeky Black Twerk Something) que, de repente, ha saltado a los ordenadores de medio mundo: su búsqueda en Google arroja más de 13 millones de resultados. Al parecer, el origen de dicho término podría encontrarse en una deformación de “work it”, interjección utilizada para animar a las mujeres durante el baile. Pero, ¿qué otras palabras acaban de entrar en el vocabulario inglés?

“Selfie”. El célebre autorretrato popularizado por las redes sociales, y que generalmente suele realizarse gracias a ingenios tecnológicos de última generación como los espejos del baño. La definición del diccionario exige que esta imagen esté tomada con una cámara fotográfica (o dispositivo móvil) y que sea difundida por la red.

“Bitcoin”. Un poco tarde ha llegado la aceptación académica de la famosa moneda virtual que arrasó esta primavera y que parece haber caído, al menos momentáneamente, en el olvido. Aunque habrá quien quiera desconfiar del uso de dicha moneda, puede emplear la palabra sin ningún miedo a que le acusen de pegar patadas al diccionario.

“Unlike”. Uno de esos términos ampliamente utilizados en inglés pero para los que no existe equivalente en castellano, aparte de la locución “dejar de gustar”. “Unlike” es el proceso por el cual a un usuario de una red social (principalmente Facebook) le deja de gustar algo que le había gustado previamente. Es decir, cuando este oprime el célebre botón de “ya no me gusta” que aparece en dicha red social.

“Phablet”. Extraño, ¿verdad? No lo es tanto cuando uno descubre que este término es una palabra compuesta que une “teléfono” (“phone”) con “tablet”, y que se emplea para referirse a los celulares que, por su tamaño y funcionalidad, se encuentran a medio camino entre ambos artilugios.

“Babymoon”. Una variación de la palabra “honeymoon” (“luna de miel”) que en este caso es empleada para referirse al período vacacional que se toma una pareja antes del nacimiento de su hijo. Debido a que esta práctica no suele llevarse a cabo en España, no existe un término semejante, aunque quizá haya que empezar a buscar uno.

“Emoji”. Cuando hasta The New York Times emplea un neologismo, quizá va siendo hora de incorporarlo al diccionario. Es lo que deben haber pensado los académicos ingleses que han introducido esta palabra, que se emplea para referirse a “las pequeñas imágenes digitales o iconos empleados para expresar una idea o emoción en una comunicación electrónica”.

“MOOC”. Por fin, los “cursos masivos online” tienen su reconocimiento académico. “MOOC” son las siglas de “massive online open courses”, es decir, “cursos online masivos y gratuitos”, que han sido considerados como el futuro de la educación.

“Omnishambles”. Nuevamente, un producto de la cultura popular. En este caso, proveniente de la serie de televisión británica The Thick of It, de Armando Ianucci, una sátira sobre la política británica. Una hipotética traducción sería “todocaos”, ya que se emplea para referirse a esas situaciones en las que todo se les va de las manos a sus responsables (y que, por lo tanto, suele utilizarse de manera muy habitual en el mundo de la política, donde esto es tan frecuente).

“Squee”. Una interjección que se emplea para manifestar alegría o entusiasmo. Así pues, propicia para pronunciar en Londres en lugar del español e ininteligible “¡yupi!”

“Me time”. El tiempo que una persona pasa consigo misma para relajarse o aislarse del resto del mundo. Es una excepción, puesto que es de los escasos términos de la lista que sí tienen un equivalente en castellano: sería el célebre “espacio para mí mismo” que suelen solicitarse las parejas que se han cansado de aguantarse mutuamente todo el día.

“FOMO”. Un término empleado cada vez con más frecuencia en el mundo de la psicología y que sirve para referirse al llamado “fear of missing out” (o “miedo a perderse algo”) que genera la ansiedad por estar todo el día conectado a internet.

“Food baby”. Un concepto creado por la protagonista de Juno (Jason Reitman, 2007), que lo utilizaba para referirse a ese momento en el que tienes el estómago tan lleno que te sientes como si llevases un embrión en el interior de tu cuerpo.

“LDR”. No, no se trata del último invento en telecomunicaciones, un partido político alemán o un protocolo de internet, sino de una relación a distancia (“long distance relationship”). Y que, seguramente y una vez más, se haya establecido a través de la red.

OPINIONES DE MARTÍN MORENO

'El atraso de América Latina comienza con la Inquisición'
Por: MARÍA PAULINA ORTIZ en El Tiempo - Colombia.


Francisco Martín Moreno dice en su libro que el rezago de la región es por EE. UU. y el catolicismo.



“Me impresiona sentir que no he salido de mi país”. Esto es lo primero que dice el escritor y periodista mexicano Francisco Martín Moreno recién llegado a Colombia. Es la primera vez que viene, después de muchos años de tener el deseo de presentar sus libros a los lectores colombianos.
“La historia de Colombia me duele mucho –continúa– porque se parece a la historia de México. Al bajarme del avión, vi aquí la misma problemática”. Martín Moreno, autor de best sellers en su país, como la serie titulada Arrebatos carnales y México negro, vino a Bogotá a presentar su libro Las cicatrices del viento, en el que describe, en forma de novela histórica, la historia de poderío de la United Fruit Company durante sus años de presencia en América Latina.
En sus libros, usted se ha interesado por entender de dónde viene el atraso latinoamericano. ¿Qué conclusiones ha sacado?
El gran problema de América Latina comienza con la Inquisición. Si comparas los países donde no hubo Inquisición –Australia, Estados Unidos, Canadá, Alemania, entre otros– con los que la vivieron, vas a encontrar un común denominador: el atraso. Durante esa etapa se perseguía a quien pensara peligroso, se quemaba a quien leyera un libro prohibido. La Iglesia católica era la encargada de la educación en nuestro continente y solo educó a criollos, españoles y a “los sobrinos” de los sacerdotes (porque así les decían a sus amantes). De ahí que, cuando llegó la Independencia, el 90 ciento de las personas de nuestras tierras no sabían leer ni escribir. Ahí comienza el drama. En una sociedad protestante (y aclaro que no soy ni católico ni protestante), para que te salves debes leer la Biblia. Parece una tontería, pero al menos eso te obliga a saber leer. En 1850, en EE. UU. se publicó La cabaña del tío Tom y se vendieron medio millón de ejemplares. En México no vendes medio millón ni de ampollas de penicilina. Lo que heredamos del virreinato español es un lastre espantoso. Y mientras no entendamos ese pasado, no vamos a entender el presente.
¿Por qué se interesó por la historia de la United Fruit Company, la cual narra en ‘Las cicatrices del viento’?
Yo había escrito México negro, donde describí los desastres que causó la presencia de las compañías petroleras norteamericanas, inglesas y holandesas en mi país. Pero luego pensé ¿y en América Latina? ¿Quiénes fueron los que robaron y desquiciaron los sistemas políticos y sociales? Entonces me encontré con la bananera, con ‘el pulpo’, como la llamaban, que quitaba y ponía presidentes latinoamericanos a su antojo. La United Fruit Company no tenía marines, pero bastaba que se comunicara con la Casa Blanca para que se los mandaran, así que hacía lo que le daba la gana. ¡Llegó a imponer como presidente de un país a un personaje que había sido secretario del consejo administrativo de la propia bananera! Y de la misma forma que imponía presidentes, desaparecía personas. Cómo no, si tenía en su nómina a jueces, magistrados, ministros, a la prensa. La United puso a un tipo como Somoza como presidente. Para ellos era mejor entenderse con un dictador que con un sistema democrático.
‘El pulpo’ salió de América Latina en los años 70 del siglo pasado. ¿Cree que el poder de empresas como esta cambió o desapareció?
Ahora ya no tienen que recurrir a marines o a la intervención armada, solo necesitan esparcir un rumor. Chile quería exportar uvas a Estados Unidos, por ejemplo. Y de hecho estaba ganando mucho espacio. Pues le pusieron una gota de cianuro a una uva y dijeron que todas las uvas chilenas tenían cianuro. Fue una reacción de los viticultores de Estados Unidos en alianza con Wall Street y la Casablanca. De igual manera dijeron que en México, cuando se pescaba atún, también pescaban delfines. La sociedad protectora de animales norteamericana pidió que no compraran atún mexicano. Y era falso. Ante un rumor no hay reversa. La alianza entre empresarios y Casa Blanca les ha funcionado siempre muy bien. Nuestros gobiernos, en cambio, no protegen a sus empresas nacionales. En México, la industria del juguete quebró por las importaciones chinas. Con el calzado sucedió lo mismo. La penetración extranjera es devastadora, y los gobiernos no hacen alianzas con sus industrias locales.
¿Encuentra alguna razón para que América Latina siga enterrada en ese atraso?
No estamos acostumbrados a una cosa muy importante: a protestar. Estoy convencido de que una persona que no protesta es una persona enferma; una sociedad que no protesta está enferma. En América Latina tenemos los gobiernos más corruptos, que se roban todo, y nadie protesta. Un presidente impone al otro y este, al otro, y nadie protesta. ¿Por qué no? Otra vez tengo que llegar a la Inquisición. Cuando alguien denunciaba a una persona ante los inquisidores, iban por ella a su casa y nadie la volvía a ver; te metían en un sótano y te quemaban viva. Es obvio que todo eso fomentara el silencio. La Inquisición provocó una descomposición social y familiar y un sistema de desconfianza que no hemos podido superar todavía. Sin contar con que no existía ninguna estructura de defensa judicial. No había ningún derecho. ¿Quién iba a protestar, quién se quejaba?
Usted ha dicho que la Iglesia católica es el peor enemigo que ha tenido América Latina.
Sí. Para mí, la Iglesia católica es uno de los grandes enemigos del progreso de nuestros países. Ahora, ¿por qué crees que nombraron a un papa latinoamericano? Si te fijas, lo que recaudan en las iglesias católicas alemanas, francesas, húngaras, no es nada. ¿De qué depende hoy el vaticano? De las aportaciones que haga la iglesia latinoamericana. Por eso, el primer viaje que el papa Francisco hizo fue con destino a Brasil, porque allá se está desplomando la recaudación, están perdiendo católicos a una velocidad tremenda. Nada de sus movidas son casualidad. Tienen un objetivo económico muy claro. Si el dinero está aquí, en estas tierras, pues hay que mandar a un pontífice que hable nuestro idioma. No van a volver a poner a un polaco. Tontos no son. Esta impotencia de América Latina es lo que más me frustra. Tenemos que hacer algo para que no nos siga sucediendo lo que nos sucedió antes.
Ante este panorama latinoamericano, ¿cómo ve al presidente Barack Obama?
El gobierno de Obama es una inmensa frustración. Ante la unión de los países europeos –que ya son un bloque– y de los asiáticos –que van hacia lo mismo–, Obama tenía que haber hecho el bloque americano, una unión de nuestros países. ¿Por qué Estados Unidos va a mandar cientos de miles de millones de dólares a China o a Corea para maquilar productos? Una zona americana hubiera reportado gigantescas ventajas a los estadounidenses, generado millones de empleos para América Latina, reducido la migración hacia Estados Unidos. En fin. Es una lástima. Ya sin meterme en el sistema de espionaje de Obama, que es despreciable, creo que perdió la oportunidad de crear esta unión. Desde el punto de vista de América Latina, Barack Obama es un gran desperdicio.
Pero no nos hemos unido tampoco nosotros, no todo recae en la responsabilidad de Estados Unidos.
Es verdad que resulta simplista culpar a Estados Unidos de la mayoría de nuestros males. Llega el momento en que hay que superar eso, igual que uno lo hace con sus padres. Llega el momento en que en tu vida acaba la culpa de tus padres y comienza la tuya. Así con las naciones: acaba la culpa de las influencias foráneas y comienza la responsabilidad como nación. Pero de nuevo llego a la religión católica, que nos ha convertido en países de cínicos, donde no nos responsabilizamos de nada; decimos “acúsome padre porque robé” y rezamos tres padres nuestros. Y ya. También pasa que desconfiamos de lo que pueda pasar con nuestros vecinos. Qué puede pasar en Argentina, Venezuela, Ecuador, y ya no hablemos de Cuba.
¿Siente que en muchos países latinoamericanos está en riesgo la democracia?
En América Latina llegamos muy tarde a la democracia. En una atmósfera democrática se desarrolla lo mejor del ser humano y es el mejor campo para el desarrollo económico. En el siglo XX, sin embargo, el 90 por ciento de países de América Latina no tenían democracia. Por eso necesitamos luchar para que siga existiendo, al precio que sea. Creo que el camino para esto es la educación. Ese ha sido el esquema en el que han tenido tanto éxito los países desarrollados. Si Nicolás Maduro fuera candidato a la presidencia de un país como Alemania, le pondrían un cerco sanitario, una camisa de fuerza y se lo llevan preso. Lo mismo que a López Obrador. En Alemania, Inglaterra, esos discursos son un atentado contra la inteligencia nacional. Aquí, en cambio, tienen una cantidad de seguidores debido a la ignorancia. Te doy una definición de populista: aquella persona que predica ideas que sabe falsas entre personas que sabe idiotas.
MARÍA PAULINA ORTIZ
REDACCIÓN EL TIEMPO

EL IDIOMA QUECHUA







El idioma indígena quechua mantiene su vigor en Perú
"Es una lengua que se remonta a una historia milenaria", expresó Huamán al recordar los vestigios arquitectónicos, fardos funerarios, cerámicas y aun la persistencia de topónimos en este idioma, cuya antigüedad se pierde en la historia y la leyenda.
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AGENCIA XINHUA-CRI


El quechua sobrevive a la globalización y a pesar de cinco siglos del español en América, aún hablan el idioma indígena siete millones de peruanos, casi una cuarta parte de la población total del país sudamericano, sostuvo el miércoles Isaac Huamán, catedrático de la Escuela Nacional Superior de Folklore "José María Arguedas".
 
En entrevista con la agencia de noticias Xinhua, el educador resaltó el vigor de esta lengua desde los primeros días del arribo de los españoles al imperio inca, y subrayó que los habitantes de estas tierras mantuvieron la firmeza de preservar su cultura a través de ella.

  "Es una lengua que se remonta a una historia milenaria", expresó Huamán al recordar los vestigios arquitectónicos, fardos funerarios, cerámicas y aun la persistencia de topónimos en este idioma, cuya antigüedad se pierde en la historia y la leyenda.

  Pese a que los estudiosos no se ponen de acuerdo en cuántos hablantes de quechua hay en Perú, el estatal Instituto Nacional de Estadística e Informática (INEI) calcula que son alrededor de unos siete millones, en una población general total de 29,4 millones.

  "Aunque se dice que el número de personas que hablan quechua sería cerca de siete millones, la cantidad exacta no se sabe porque no ha habido un censo basado esencialmente en datos étnicos", acotó al respecto Huamán, con estudios en educación y español de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos, en Lima.

  En Perú, generalmente los censos nacionales no hacen referencia específicamente a las etnicidad de la población, lo que impide que los resultados finales de estas consultas concluyan con datos exactos sobre la cantidad de peruanos y sus orígenes.

  Al respecto, el investigador reconoció que a lo largo de la historia republicana del país solamente durante el gobierno militar del general Juan Velasco Alvarado, en 1968, se reconoció al quechua como idioma oficial de Perú, junto al español.

  "En ese periodo se decretó una ley oficializando el quechua junto al español, situación que se eliminó durante el régimen del presidente Alberto Fujimori (1990-2000)", dijo.

  Según el investigador, la columna vertebral de la nacionalidad peruana está constituida por la herencia del quechua, que acompañado de las etnias, ha formado la esencia de este país "de todas las sangres", como decía el escritor José María Arguedas.

  Resaltó que los incas dejaron el quechua como una sólida herencia cultural, sin menoscabar el rol de las otras lenguas que existen en este país, como parte de esta riqueza multicultural que es el rostro de Perú.

  También explicó que en los últimos 60 años Lima se ha convertido en el centro de confluencia del fenómeno migratorio de los habitantes de los Andes peruanos, quienes llegan a la capital con su bagaje cultural y linguístico junto a sus equipajes.

  "La primera oleada de migrantes de origen quechua se registró en la década de los 50 en el siglo pasado, y durante este etapa, estas personas salían de sus hogares en los Andes en busca de las oportunidades de trabajo y estudio que les ofrecía Lima", anotó.

  Agregó que después de la década de los noventa, las causas de la migración andina hacia la capital peruana habían cambiado, ya no era por una motivación económica, sino social y política, debido a la guerra interna que padeció Perú de 1980 al 2000.

  En las últimas décadas, Lima ha sido escenario de una segunda oleada de inmigración de quechuas, provenientes de las zonas altoandinas, tanto del sur como del norte del país, debido a la violencia interna que azotó estas localidades durante los ochenta.

  El estudioso precisó que el fenómeno migratorio quechua, unido a la violencia política que se registró en este país andino, también ha dejado sus huellas en la cultura peruana, en las expresiones artísticas, música, literatura y en el teatro.

  "Toda esta almalgama de la nueva literatura peruana, es un producto de esta mezcla de culturas y lenguas, que se han reencontrado en la capital peruana, con el arribo de los inmigrantes andinos", subrayó.

Una de las preocupaciones que tienen los investigadores y profesores de esta lengua en las universidades y en la Escuela Nacional Superior de Folklore "José María Arguedas" es la existencia de sus diversas formas de gramática y la necesidad de armonizarlas para consolidar la alfabetización de las personas que quieren aprender a escribirla.

   La preservación de este idioma que se habla también en Ecuador, Bolivia y en las zonas del norte de Argentina y de Chile, también es una preocupación de estudiosos en esos países.

LA LENGUA VIVA







¡Envíame un meil!
Amando de Miguel en Libertad Digital - España


Así se pronuncia entre nosotros, "meil", pero se escribe mail. Es un anglicismo más. Es una voz reconocible en distintos idiomas. Alude a la "mala" o "malla" en la que llevaban las cartas los correos. Los correos (porque corrían) eran los esforzados jinetes que llevaban la correspondencia de un lugar a otro. Para ir más rápidos se turnaban (sobre todo los caballos) en las posadas o "postas" del camino. En el siglo XIX se produce el gigantesco avance de los servicio de correos o postales a través del tren. Se redujo el precio y sobre todo aumentó la seguridad.

Ahora lo que tenemos es "correo electrónico". Tendría que ser "correo" sin más, pues el antiguo servido de Correos solo queda como testimonial para las cartas de los bancos, el Ayuntamiento, las multas y la publicidad. Los bultos de más peso los llevan los mensajeros o las empresas de logística. Es lástima ese cultismo de "logística" porque hay un término griego más auténtico: "metáfora” (= traslado o mudanza de un lugar a otro).

El correo electrónico o e-mail (pronúnciase "imeil") es una maravilla por su inmediatez y porque es uno de esos raros servicios que resultan gratis. El problema está en que, dada esa facilidad, la mayor parte de los correos que le llegan a uno son perfectas sinsorgadas o puerilidades. Bastará asegurar que hay personas desconocidas que me envían media docena de correos todos los días. No me atrevo a quitarles la ilusión.

Más fácil sería emplear el teléfono, no ya móvil sino ubicuo. Sin embargo, un mail queda más fino, sobre todo por la fuerza de la palabra escrita. Scripta manent (= lo que se escribe puede ser una prueba) y en cambio "las palabras se las lleva el viento". Por eso la expresión "envíame un meil" es una nueva forma de afecto o amistad.

Hasta hace un par de siglos los que escribían eran pocos y por eso las cartas o misivas eran casi un género literario. Pero hoy casi todo el mundo puede escribir y escribe, al menos mensajitos telefónicos o similares. De ahí la proliferación de tantos textos inanes, muchas veces hechos con la irresponsable técnica del "corta y pega" con materiales ajenos.

Una de las nuevas tareas cotidianas de muchas personas es "abrir el correo", se entiende, el electrónico. Se ha convertido en una obligación tan higiénica como las abluciones matutinas. Con las tabletas y otros enseres portátiles ya no hay pretexto para dejar de cumplir esa obligación. Lo malo es que no está escrito, pero se impone el deber social de contestar a los correos que le llegan a uno. Es asunto materialmente imposible y estéticamente degradante. Visto así el caso, la informática no nos ha facilitado la vida sino que ha venido a complicarla. Por lo menos podríamos aprender un nuevo estilo en esa literatura de los mails o meils. Por ejemplo, podríamos suprimir los ringorrangos de saludos y despedidas, que estaban bien para la literatura epistolar de antaño.

Especialmente irritante es ese correo que parece que se lo envían exclusivamente a uno. Sin embargo es fácil percatarse de que es una copia de otros muchos dirigidos a un inúmero de destinatarios. Nos acercamos al spam (un acrónimo que no sé lo que quiere decir), o sea, la multiplicación de correos sin sentido que se distribuyen casi al azar. Es un exceso de información que nos dificulta la vida. Lo malo es que todo esto es irreversible. Es tan útil el correo electrónico que aceptamos resignados las posibles inconveniencias.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE







unumpentio, nombre del nuevo elemento químico

Recomendación urgente del día

El nombre provisional del nuevo elemento químico que se ha sintetizado es unumpentio, no ununpentium, y se escribe con minúscula inicial.

En las noticias en las que se informa de que un equipo de científicos suecos ha confirmado la existencia de este elemento, su nombre aparece a veces escrito indebidamente, como en «El ‘ununpentium’ llama a la puerta de la tabla periódica» y «El nuevo elemento químico, cuyo nombre provisional es Ununpentio, es altamente pesado y radioactivo».

Los nombres de los elementos químicos, ya sean naturales o sintéticos, se escriben con minúscula inicial y adaptados a las diferentes lenguas: hidrógeno, cloro, tecnecio, laurencio. Sus símbolos internacionales, por el contrario, se escriben con inicial mayúscula (H, Cl, Tc, Lr). Por esta razón, la grafía apropiada del nombre es unumpentio, con m antes de p, y la de su símbolo es Uup, sin que sean necesarias ni la cursiva ni las comillas.

El grupo de elementos al que pertenece el unumpentio es el de los superpesados, palabra que se ve escrita impropiamente como súper pesados o super-pesados, pero que según la Ortografía académica debería ser sin espacio ni guion, por estar formada con un prefijo.

GRADO EN ESTUDIOS HISPÁNICOS


Comillas abre de nuevo la preinscripción para el Grado de Estudios Hispánicos

29/08/2013 | AGENCIA EFE
La Fundación Comillas abrirá el próximo lunes, 2 de septiembre, un nuevo plazo para la preinscripción al Grado en Estudios Hispánicos del Centro Internacional de Estudios Superiores del Español (CIESE-Comillas).

Los estudiantes podrán formalizar su solicitud en la secretaría del centro, a través de internet o en la Casa del Estudiante de la Universidad de Cantabria (UC), ubicada en el edificio Tres Torres, según ha informado la institución académica en un comunicado.


Los interesados podrán, además, solicitar información sobre el título en Estudios Hispánicos e, incluso, concertar una entrevista personal en la que les enseñarán las instalaciones académicas y les orientarán en la elección de sus estudios.

La Fundación Comillas ha recordado que el Grado en Estudios Hispánicos del CIESE está avalado por la UC, institución que expide este título, y la Agencia Nacional de Evaluación de la Calidad y Acreditación (ANECA).

Este título ofrece a los estudiantes complementar la formación en Filología con otras materias también ligadas a un idioma, en este caso el español, como es la Geografía, Historia y Cultura, que son determinantes para contextualizar el estudio de una lengua.

De esta manera, la Fundación Comillas ha destacado que el Grado en Estudios Hispánicos da un paso más en el campo de la lingüística ofreciendo un título con amplias salidas profesionales.

Los graduados en el CIESE-Comillas, según ha señalado la institución académica, pueden centrar su actividad profesional en la docencia y en campos tan diversos como la intermediación lingüística y cultural, la planificación y asesoramiento lingüístico y literario o la gestión y asesoramiento en medios de comunicación, entre otros ámbitos.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE




infinitivo: por último, cabe señalar…, mejor que por último, señalar…

Recomendación urgente del día
Por último, quiero señalar… o por último, es necesario señalar… son algunas de las expresiones apropiadas en español en lugar de por último, señalar…, forma inadecuada sin un verbo principal antes del infinitivo, tal como indica la Nueva gramática de la lengua española.

Sin embargo, en los medios de comunicación, especialmente en el lenguaje oral, es muy frecuente el uso de frases como «Por último, señalar que hoy el Tesoro español acude nuevamente al mercado», «Por mi parte, simplemente decir que he pensado muy a menudo en El árbol de la vida» o «Felicitar a la selección de Estados Unidos por la reciente consecución de la Copa de Oro».

Por lo común, los infinitivos en español son parte de una perífrasis verbal (tiene que asumir…) o constituyen el verbo de una oración subordinada (me gustaría añadir…). En concreto, la Academia desaconseja este uso independiente del infinitivo «en los contextos en los que se introduce alguna información dirigida a alguien, como en por último, decir que…, en lugar de por último, quisiera decir que…».

Así pues, en los ejemplos anteriores lo apropiado habría sido escribir «Por último, cabe señalar que hoy el Tesoro español acude nuevamente al mercado», «Por mi parte, simplemente quiero decir que he pensado muy a menudo en El árbol de la vida» y «Me gustaría felicitar a la selección de Estados Unidos por la reciente consecución de la Copa de Oro».
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