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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

"FUTURO EN ESPAÑOL"






Arranca en Valencia 'Futuro en Español', el gran foro de debate entre continentes
Se trata de un evento que aborda las opciones de negocio en América
JOSE FORÉS ROMERO | VALENCIA http://www.ideal.es/jaen/rc/20131204/economia/valencia-foro-futuro-espanyol-201312041016.html

El foro 'Futuro en Español. Puente de oportunidades entre continentes' ha arrancado esta mañana en el Palau de Les Arts Reina Sofía de Valencia. La jornada ha sido inaugurada por la alcaldesa de Valencia, Rita Barberá, el director de CAF (Banco de Desarrollo de América Latina para Europa), Guillermo Fernández de Soto, y Fidel Pila, director general de la Zona Sur de Vocento, en un acto presentado por el periodista Félix Madero y en el que también están presentes Guillermo Zarranz, el presidente de Federico Doménech, Julián Quirós, director de Las Provincias, y Benjamín Lana, director editorial de Vocento.
Durante todo el día se debatirá sobre la importancia del idioma español como motor económico y plataforma de posibilidades de negocio entre España y Latinoamérica. En este sentido, las infraestructuras, el turismo, el hábitat y la agroindustria ocuparán las principales mesas redondas del congreso, al considerarse que son los sectores que ofrecen más oportunidades de negocio.
Numerosas autoridades nacionales e internacionales, como el ministro de Transporte y Obras Públicas de Uruguay, Enrique Pintado, así como Rodolfo Sabonge, vicepresidente ejecutivo de Planificación y Desarrollo Comercial de la Autoridad del Canal de Panamá, participan en este evento.
Ya por la tarde se hablará también sobre hábitat, uno de los sectores en auge en la región latinoamericana gracias, en parte, al crecimiento de la clase media que demanda y valora productos de calidad. Así, en otra de las mesas redondas se debatirá sobre el impacto del crecimiento de las clases medias en el mercado del equipamiento. Participarán aquí el consejero de Porcelanosa, José Vicente Roca, el director de Proyectos Internacionales para América Latina de Actiu y la directora territorial del ICEX, Cristina Martínez Vaya.
El foro está organizado por Fundación Vocento a través de Las Provincias y por el CAF, con el apoyo principal del Institut Valencià de Competitivitat Empresarial (IVACE), el Ayuntamiento de Valencia y Vossloh. La clausura, en torno a las 19 horas, correrá a cargo del director editorial de Vocento, Benjamín Lana, el director de CAF para Europa y el presidente de la Generalitat Valenciana, Alberto Fabra.

COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL E TRADUÇÃO



Chegou a minhas mãos uma monografia de Gabriela Palermo “EL ROL DEL TRADUCTOR COMO MEDIADOR CULTURAL EN EL PROCESO DE COMUNICACIÓN INTERCULTURAL” - Universidad del Aconcagua, Escuela Superior de Lenguas Extranjeras, Licenciatura em Inglês, Mendoza, 2011.
Como o tema me resultou interessante desejo compartilhá-lo com vocês.

O tradutor como mediador intercultural


Os tradutores para poder traduzir, adquirimos ferramentas e desenvolvemos capacidades para desempenharmos como mediadores entre duas culturas com distintos valores, tradições e crenças.
O tradutor transmite conhecimentos, vivencias e emoções entre distintas nações que não compartilham a mesma língua; é por isto que o tradutor se converte num participante essencial no processo de comunicação entre os interlocutores que não podem estabelecer um contato direto.
As comunicações interculturais apresentam desafios devido às grandes diferencias estabelecidas entre os sistemas sociais. Frente a esta situação, o profissional deve decidir como solucionar os problemas culturais que surgem e realizar pressuposições acertadas; é dizer, deve reconhecer que conceitos culturais compartem o leitor do texto fonte e o leitor da tradução e que conceitos são necessários aclarar para atingir uma maior compreensão do texto traduzido
A tradutora Rosa Luna em seu livro “Temas de traducción” diz: “a atividade tradutora se desenvolve em torno da diferencia” (2002: 35); também sustém que cada sistema linguístico têm suas próprias características, e que a missão do tradutor é lograr diminuir esta alteridade linguística e resolver os conflitos que se apresentam em sua tarefa. Expressa, ademais, que o profissional da língua deve intentar “se apropriar do outro”.
Também apresenta dois métodos de tradução que refletem a relação entre cultura e língua.
O primeiro método, a estrangeirização ou tradução “exotizadora”, considera que “fazer compreender ao outro” implica manter as diferencias culturais. O fim deste método é lograr que o leitor abra sua mente a uma visão do mundo diferente à própria e incorpore conhecimentos novos a través de prefácios, notas do tradutor, paráfrases intratextuais, glossários e outros recursos explicativos
O segundo método de tradução proposto está meramente relacionado com a naturalização. Os tradutores que optam por este método se apropriam da alteridade cultural e realizam uma adaptação global, familiarizam os termos e neutralizam os rasgos estilísticos a fim de que o leitor compreenda a mensagem com a maior claridade possível.
Por um lado, a criatividade tradutora legitima à apropriação, por outro, a tradução duma obra favorece ao texto original porque respeita o sentido, a intenção e duplica a autoria do escritor. A fim de ser criativo, o profissional deve ter em conta distintos aspectos onde se manifesta a alteridade, como a cultura forânea que reflete os distintos padrões culturais; a diferença espacial e temporal entre o texto de origem e o texto alvo e a ideologia que pode compartilhar ou não o autor com o tradutor.
Também deve considerar a diferença de género entre o autor e o tradutor, é possível que um tradutor masculino deva traduzir textos feministas ou escritos por uma mulher.
As diferencias idiolectais entre textos e o par idiomático para traduzir são dois aspectos onde a alteridade também se observa. Por exemplo, não é o mesmo traduzir entre línguas romances (do português ao espanhol) que duma língua anglo-saxã a uma romance (do inglês ao espanhol).
O tradutor também se enfrentará a saberes não compartidos, é dizer, à tradução de textos cujos temas não são conhecidos por ele. O comunicador intercultural deve manipular todos estes aspectos, para lograr que o texto alvo funcione numa sociedade com parâmetros culturais diferentes aos do texto de origem.

Conclusão
A labor do tradutor é imprescindível para comunicar diferentes culturas; um profissional da comunicação intercultural é um conector entre mundos diversos.
O tradutor tem prestado seus serviços ao longo da história e isto se reflete na transmissão de obras ilustres como a Bíblia, trabalhos de Aristóteles, Platão e Sócrates, filósofos que marcaram a história da humanidade.
A tradução participou no conhecimento do Novo Mundo, América; aborígenes, qualificados injustamente como bárbaros e ignorantes, transmitiram com sua interpretação a enriquecedora cultura do continente americano e deram a conhecer grandes civilizações que portavam conhecimentos valiosos que identificam uma forma distinta de vida.
Grande parte do traspasso de saberes e progresso da humanidade se deve à intervenção dos tradutores nas distintas etapas da história. Este traspasso de saberes não somente se circunscreve ao conhecimento senão que abarca, ademais, todos os aspectos culturais próprios dum povo, expressados na língua.
Por séculos, a língua tem revelado a cultura dos grupos humanos do mundo todo. Quando uma pessoa fala, consciente ou inconscientemente, transmite sua forma de ver o mundo, suas tradições e costumes, seus gostos e desagrados. Um falante porta sua cultura onde queira que vai e é imprescindível que outros falantes compreendam sua mensagem no momento de entabuar uma comunicação. O tradutor é um participante ativo e indispensável numa comunicação intercultural, já que os falantes não podem se compreender sem sua intervenção. Este profissional se encarrega de realizar os traspasses culturais adequados, realiza pressuposições acertadas e tem em conta a intertextualidade entre as mensagens para lograr uma comunicação fluida; ademais, a través de sua criatividade tradutora, encurta a brecha cultural entre os falantes. Esta mediação do tradutor simplifica a comunicação intercultural, já que o profissional têm em conta as culturas onde estão imersas as línguas do trabalho de tradução.
Um tradutor profissional é considerado leitor da língua de origem, mediador entre culturas e escritor na língua alvo, devido a que se adapta à função que um texto deve cumprir no texto de chegada, o skopos. O profissional intercultural não lê o texto fonte para se informar, o lê porque deve transmitir a mesma ideia em outra língua e para atingi-lo têm em conta os diferentes constituintes dum ato tradutor, como o iniciador e produtor dum texto, o receptor da tradução, os sistemas linguísticos e as normas que estes estabelecem. O tradutor é o leitor ideal do texto de origem, compreende as implicações e suposições realizadas; realiza um análise da obra a traduzir e conjuga a interpretação do texto com sua criação para produzir um texto novo, fiel ao original, dentro dum sistema linguístico diferente.
Como especialista em comunicação intercultural, o tradutor possui uma perspectiva bi cultural, conhece técnicas e estratégias de tradução. Também adquire uma competência tradutora a través dum processo de aprendizado dinâmico que evolui com o tempo e a prática. Esta competência se baseia principalmente na reestruturação e o desenvolvimento do conhecimento declarativo y procedimental; ademais, está conformada por componentes fisiopsicológicos e subcompetências que se inter-relacionam entre elas, cada uma destas subcompetências contribui com o crescimento do tradutor como profissional linguístico.
O tradutor sabe algo mais que duas línguas, conhece culturas diversas e mundos com perspectivas diferentes. É um profissional que adquire conhecimentos, aplica estratégias e apreende recursos para poder participar com eficiência numa comunicação intercultural. Sua perspectiva cultural lhe permite realizar diversas interpretações e pressuposições ao momento de ler o texto original e sua criatividade tradutora é uma ferramenta valiosa para produzir um texto para o leitor de chegada. Desde esta perspectiva e considerando suas características e funções, o tradutor é um elo entre sistemas linguísticos distintos, um ponte conetor e um mediador cultural por excelência.

Leia mais: http://bibliotecadigital.uda.edu.ar/objetos_digitales/228/tesis-1244-el.pdf

LOS PREMIOS NOBEL DE LITERATURA



por Alejandro San Francisco en El Imparcial - España

Ser escritor es un privilegio que pocos gozan y que muchos habrían querido ejercer. Quien asume el desafío de la creación novelística o poética lo hacen, en general, por gusto, por una íntima vocación e interés, superando muchas veces las adversidades, los momentos de esterilidad creadora, el desconocimiento o el rechazo del público o algún fracaso puntual. Junto a cada libro, una de las cuestiones que va alimentando la vida de un escritor son los premios nacionales o editoriales, los galardones específicos por una obra o por la carrera. Algunos pocos elegidos logran el máximo reconocimiento de la literatura universal, el añorado Premio Nobel de Literatura.


Este año 2013 la ganadora ha sido Alice Munro, escritora canadiense, nacida en 1931, considerada como una maestra del relato breve. Lamentablemente, según se ha sabido, ella no podrá viajar a Estocolmo a recibir el reconocimiento, y por tanto no podrá pronunciar aquel siempre esperado discurso donde las figuras de la literatura mundial expresan sus convicciones literarias e incluso políticas, así como su visión del mundo y algunos aspectos autobiográficos. Es un momento especial, único, irrepetible. Es una entrada por la puerta ancha a la historia.

Entre 1901 y 2013 han sido 110 los escritores laureados con el Nobel, de los cuales la lengua inglesa muestra una clara primacía con 27 figuras, seguidos por el idioma alemán y el francés con 13 cada uno, y por la lengua de Cervantes con 11 autores. Estos son los españoles Vicente Aleixandre, Jacinto Benavente, Camilo José Cela, José de Echegaray y Juan Ramón Jiménez, unto a los latinoamericanos Gabriela Mistral y Pablo Neruda (chilenos), Miguel Ángel Asturias (guatemalteco), Gabriel García Márquez (colombiano), Octavio Paz (mexicano) y Mario Vargas Llosa (peruano). En otro ámbito, Munro es la décima tercera mujer en ostentar el reconocimiento, que primero distinguió a Selma Lagerlöf en 1909, que en 1945 recibió Gabriela Mistral como única mujer de habla castellana. En esta última década han sido cuatro las galardonadas: Elfriede Jelinek (2004), Doris Lessing (2007), Herta Müller (2009) y Alice Munro este año.

La máxima distinción de las letras universales siempre ha estado rodeada de interés, admiración y polémicas, donde se combinan los aspectos propiamente literarios con otros de carácter político e incluso con algún lobby nacionalista o de otra naturaleza. También las circunstancias que vive el mundo en un momento determinado han alterado la historia de los Premios Nobel de Literatura, que no se entregaron en 1914 y 1918, y tampoco entre 1940 y 1943, cuando Europa y otros lugares del orbe estaban sumidos en la destrucción y el dolor de las guerras mundiales.

Hay tres cosas que podríamos mencionar en relación al galardón universal. En primer lugar, efectivamente se puede apreciar en la lista de los galardonados a quienes son en sin duda algunos de los grandes escritores del siglo XX: Kipling y Tagore, Thomas Mann y Faulkner, Camus y Kawabata, Montale y Milosz, Coetzee y Solzhenitsyn, además de los mencionados anteriormente y otras tantas figuras de la literatura universal. Autores para leer, narradores y poetas, con estilos e historias diferentes, pero siempre atractivos y en varios casos con obras cumbres de la literatura contemporánea.
Un segundo aspecto es que no están todos los grandes escritores en la lista de los Nobel. Las razones se discuten y los personajes también, pero es evidente que hubo algunas figuras que podrían haber estado entre los premiados, y que muchos señalan que deberían haber recibido el galardón, que sin embargo no lo recibieron o derechamente fueron excluidos. Entre otros, podemos destacar sin duda a Marcel Proust, quien hace exactamente cien años comenzó a publicar su monumental En busca del tiempo perdido, o bien James Joyce, Tolstoi o Kafka, y sin duda el incomparable Jorge Luis Borges, cuya exclusión enloda más al Premio Nobel que al escritor argentino.

Un tercer tema interesante es la relación entre política y literatura, asociado al reconocimiento que entrega cada año la Academia Sueca. En un interesante y bien documentado libro de Kjell Espmark, El Premio Nobel de Literatura. Cien años con la misión (Palencia, Nórdica, 2008), quien fue presidente del Comité que decidía el Premio Nobel, explica que durante la Guerra Fría era muy habitual que los debates literarios estuvieran mezclados también con algunas consideraciones geoestratégicas o discusiones políticas, resultando “perjudicados” o “beneficiados” algunos autores. Sabemos de los esfuerzos de la KGB contra el ruso Solzhenitsyn y de la CIA norteamericana contra el poeta comunista chileno Pablo Neruda (no se podía premiar a un poeta estaliniano, se argumentaba), pero ambos recibieron finalmente el galardón en 1970 y 1971, respectivamente. Muchos comentaban que Vargas Llosa jamás recibiría el galardón, al optar en sus últimos años por ser un intelectual público promotor del ideario liberal en todo el mundo, muchas veces con posturas “políticamente incorrectas”. Felizmente no se cumplieron esos malos presagios. Quien sí fue perjudicado por motivaciones extra literarias es Borges, debido a sus “impulsivos actos en dirección fascista”, según argumentaba el experto de la Academia Arthur Lundkvist (a su vez gran defensor de Neruda), por lo que el escritor argentino sería “inapropiado para el premio por razones éticas y humanas”. Sin comentarios.

En los próximos días será la premiación sin premiada. Sin discurso presente para analizar y recordar tantos momentos estelares en la historia del Premio Nobel de Literatura (ya hablaremos de los discursos en una próxima ocasión). Con independencia de nuestros particulares gustos literarios, también será una ocasión para celebrar la creación, las letras, los libros y la lectura. Después de todo se trata de eso, de que los premios y los autores nos lleven a leer, nos transporten a esos mundos que conocemos gracias a la literatura

Por lo mismo, y sin perjuicio de las anécdotas y todos los demás detalles, no debemos perder el asunto de fondo, cual es la maravillosa posibilidad de conocer y de leer a los grandes autores del siglo XX y de comienzos del siglo XXI.

ALEJANDRO SAN FRANCISCO es Doctor en Historia por la Universidad de Oxford, Inglaterra. Profesor del Instituto de Historia y de la Facultad de Derecho de la Universidad Católica de Chile. Actualmente es Agregado Cultural de la Embajada de Chile en España. Ha publicado artículos en revistas y libros de su especialidad en México, Colombia, Estados Unidos, Chile y España. Es autor de Neruda. El Premio Nobel chileno en tiempos de la Unidad Popular (Santiago, 2004) y La guerra civil de 1891 (Santiago, 2007/2008, tomos), entre otras obras.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE


Recomendación del día:

experiencia, pericia y experticia, alternativas a expertise


Los términos experiencia, pericia y experticia son alternativas válidas en español al extranjerismo expertise, que, según el diccionario Merriam-Webster, significa en inglés ‘habilidad o conocimiento especial’ o la ‘habilidad o conocimiento de un experto’.

Es frecuente encontrar en las noticias frases en las que se emplea esa palabra, como en «Tom Hanks se ha ofrecido sin tener un gran expertise como villano», «El expertise que exigen las empresas está centrado en la publicidad en línea» o «La compañía tiene un conocimiento y ‘expertise’ que muchas otras desean».

En función del matiz que se quiera destacar, el español ofrece términos alternativos, como experiencia (‘práctica prolongada que proporciona conocimiento o habilidad para hacer algo’) o pericia (‘sabiduría, práctica, experiencia y habilidad en una ciencia o arte’).

El Diccionario de americanismos de la Asociación de Academias de la Lengua Española recoge además el término experticia, de uso en varios países de América, como ‘cualidad de una persona o de una empresa en la que se unen la experiencia y la pericia en un campo’.

Así, en los ejemplos anteriores habría sido preferible escribir «Tom Hanks se ha ofrecido sin tener una gran experiencia como villano», «La experticia que exigen las empresas está centrada en la publicidad en línea» y «La compañía tiene un conocimiento y una pericia que muchas otras desean».

Si, en todo caso, se opta por emplear el término expertise lo adecuado es resaltarlo en cursiva o entre comillas por tratarse de un extranjerismo. Respecto al género y teniendo en cuenta sus referentes (experiencia, pericia y experticia), se recomienda el femenino («la/una expertise»).
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