<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545</id><updated>2012-01-27T02:59:06.808-08:00</updated><title type='text'>ESCRITORIO DA LÍNGUA ESPANHOLA</title><subtitle type='html'>TRADUÇÃO PORTUGUÊS-ESPANHOL</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1444</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4965028149493176678</id><published>2012-01-27T02:59:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T02:59:06.908-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PvnFNNFK1YI/TyKDZNCAsxI/AAAAAAAADf0/SwbK6KBD7Uk/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-PvnFNNFK1YI/TyKDZNCAsxI/AAAAAAAADf0/SwbK6KBD7Uk/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;aforo, uso correcto&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aforo es ‘el número máximo autorizado de personas que puede admitir un recinto destinado a espectáculos u otros actos públicos’ y no es apropiado su uso con el sentido de ‘número o cantidad de asistentes a un acto’, ‘afluencia’, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Son adecuadas frases como «El aforo de este estadio es de 10 000 personas» o «El salón de actos tiene un aforo de 2000 personas», pero no «El aforo al estreno de la película fue de 2000 personas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ello, se recomienda limitar el uso de aforo a aquellos casos en los que se haga referencia a la capacidad total de localidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4965028149493176678?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4965028149493176678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4965028149493176678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4965028149493176678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4965028149493176678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_27.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PvnFNNFK1YI/TyKDZNCAsxI/AAAAAAAADf0/SwbK6KBD7Uk/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2003490955979931694</id><published>2012-01-26T05:40:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T05:40:50.706-08:00</updated><title type='text'>BILINGÜISMO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VyV0QptHKVE/TyFXmP4zs-I/AAAAAAAADfo/QDLVb8zD2tY/s1600/Lingua%2BLatina" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="164" width="307" src="http://3.bp.blogspot.com/-VyV0QptHKVE/TyFXmP4zs-I/AAAAAAAADfo/QDLVb8zD2tY/s320/Lingua%2BLatina" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Profissões bilíngües com futuro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por GIANNA TAVAREZ-NICASIO/ESPECIAL PARA EDLP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVA YORK — Não cabe a menor dúvida da importância crescente do idioma espanhol no âmbito profissional. É que o profissional bilíngüe, em especial no idioma espanhol, o qual é considerado por muitos como o segundo idioma deste país, avantaja aos que não o são.&lt;br /&gt;Com mais de 40 milhões de hispânicos em Estados Unidos, segundo dados do Escritório do Censo, somos uma força importante de ingresso e consumo. E é precisamente esta crescente estadística a que faz do profissional bilíngüe um funcionário necessário em todos os setores laborais.&lt;br /&gt;O bilingüismo não só pode criar-lhe oportunidades, senão também que o pode situar como um funcionário fundamental em seu local de trabalho. No mundo globalizado atual, são muitas as empresas que procuram expandir seus negócios, sempre na busca de mercados internacionais importantes, e para estes fins, os executivos bilíngües são indispensáveis.&lt;br /&gt;Segundo a página da Internet do Departamento de Trabalho do Estado de Nova York, alguns dos trabalhos bilíngües de maior projeção são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Professores – USD 46.000 de ingresso anuais aproximado&lt;br /&gt;2. Tradutores – entre USD 40.000 e USD 52.000 anuais&lt;br /&gt;3. Representante ao Cliente – USD 20 por hora aproximadamente&lt;br /&gt;4. Intérpretes – USD 35.000 – USD 45,000 anuais&lt;br /&gt;5. Escritores – USD 35.000 – USD 100.000&lt;br /&gt;6. Repórter de Corte – ganha uma media de USD 400 por dia&lt;br /&gt;7. Analista de Pesquisa – USD 84.000 anuais&lt;br /&gt;8. Investidor bancário – USD 88.000 anual&lt;br /&gt;9. Gestor Privado de Ativos (Wealth Manager) – USD 70.000 anuais&lt;br /&gt;10. Gestor de Risco (Risk Manager) – USD 99.000 de ingresso anual aproximado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo à autora Graciela Kenig, em seu livro “As melhores Carreiras para Latinos Bilíngües, as indústrias mais importantes para latinos bilíngües são: cuidado da saúde, serviços financeiros, vendas e marketing, serviços sociais, e serviço público.&lt;br /&gt;De igual forma, o Departamento de Estatísticas Laborais informa que existe também um grande número de ofícios bilíngües emergentes, como conselheiros culturais, assessor de crédito ao consumidor, entre outros.&lt;br /&gt;Para Carolina Nicasio, executiva de vendas e fotógrafa profissional, ser bilíngüe lhe tem servido para abrir portas em sua indústria. "Minha educação bilíngüe me faz sentir verdadeiramente privilegiada. Tem-me servido para ajustar-me a posições que requeriam um desenvolvimento perfeito do idioma espanhol, como são as contas que minha companhia gerencia com clientes latino-americanos", afirma a dominicana residente em Queens, que possui uma Licenciatura em Espanhol da Universidade de Rutgers.&lt;br /&gt;"Tenho tido a oportunidade de ser promovida em várias ocasiões dentro de minha área de trabalho e isto, em grande parte, por minha fluência na língua espanhola", conclui.&lt;br /&gt;Fernanda Medina, desenhista de jóias, assegura que graças a que é bilíngüe, pode se comunicar com as pessoas que trabalham diretamente seu produto. "O pessoal que faz as amostras de meus desenhos é quase em sua totalidade hispânico e alguns não falam inglês, então para mim é mais fácil delegar e receber o trabalho que encargo com mais rapidez que minhas outras colegas", assegura a residente no Brooklyn.&lt;br /&gt;Embora, outros profissionais —como é o caso de Elizabeth Liz— vêm com uma profissão de seu país de origem, condição que a coloca numa posição de vantagem. "Comecei minha carreira profissional na República Dominicana e foi essencial ser bilíngüe para me comunicar com os clientes estrangeiros, e agora que moro em Nova York, sigo usando ambos os idiomas, em todos os âmbitos de minha vida cotidiana", diz a Licenciada em Administração de Empresas, residente no Queens.&lt;br /&gt;Segundo o portal de busca de emprego Careerbuilder.com, os bancos, companhias de hipotecas, procuram desde caixas até funcionários responsáveis de créditos, os quais possam conversar fluidamente com os clientes latinos. Incluso, assegura o portal, há empresas que têm pago incentivos aos empregados pelo fato de ser bilíngües.&lt;br /&gt;Aqui algumas dicas que pode por em prática para encontrar o trabalho bilíngüe ideal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Explore todas as áreas que possa abarcar dentro de sua educação e de acordo com suas habilidades.&lt;br /&gt;• Identifique empregadores potenciais, procurando empresas que façam negócios com Latino América e outros países de fala espanhola.&lt;br /&gt;• Use a Internet como ferramenta de busca, em especial aqueles sítios que têm posições para funcionários multilíngües.&lt;br /&gt;• Considere de igual modo às organizações sem fins lucrativos.&lt;br /&gt;• Mantenha contato com ex-colegas ou amigos de fala espanhola, já que muitas empresas não publicam abertamente as posições vagas e, por recomendação, poderia chegar a uma entrevista.&lt;br /&gt;• Especifique claramente em seu currículo o nível de fluidez bilíngüe que possui e use cartas de apresentação para se dirigir concretamente à posição que procura.&lt;br /&gt;Lembre que nas universidades privadas, estatais, escolas vocacionais, institutos técnicos, poderá encontrar pessoal qualificado e orientação, que lhe podem guiar para determinar quais são a formação e títulos necessários para a educação bilíngüe que deseje perseguir.&lt;br /&gt;As indústrias mais importantes para latinos bilíngües são: cuidado da saúde, serviços financeiros e serviço público&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2003490955979931694?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2003490955979931694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2003490955979931694' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2003490955979931694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2003490955979931694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/bilinguismo.html' title='BILINGÜISMO'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-VyV0QptHKVE/TyFXmP4zs-I/AAAAAAAADfo/QDLVb8zD2tY/s72-c/Lingua%2BLatina' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5629498459219253957</id><published>2012-01-26T02:20:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T02:20:14.026-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lOEe41bgzkM/TyEozm2l7qI/AAAAAAAADfc/Z74pA8lTQcQ/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-lOEe41bgzkM/TyEozm2l7qI/AAAAAAAADfc/Z74pA8lTQcQ/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;cancerígeno y canceroso tienen distintos significados&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El adjetivo cancerígeno indica que algo produce o favorece el cáncer, mientras que canceroso se refiere a lo perteneciente o relativo a esa enfermedad, y por lo tanto no es apropiado usarlos indistintamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es frecuente el uso equivocado del adjetivo cancerígeno en los medios, como en los siguientes casos: «Cristina Fernández recibió el alta médica tras determinarse que no había presencia de células cancerígenas», «El presidente Chávez dijo que le extrajeron un tumor cancerígeno en La Habana».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cancerígeno, al igual que carcinógeno, significa ‘que produce o puede producir cáncer’ y por lo tanto no es adecuado aplicarlo a aquello que no tenga esta propiedad, como una célula o un tumor, pues en ese caso lo apropiado es utilizar canceroso, que quiere decir ‘que tiene las características o la naturaleza del cáncer’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esa razón, en los casos mencionados lo adecuado hubiera sido escribir: «Cristina Fernández recibió el alta médica tras determinarse que no había presencia de células cancerosas» y «El presidente Chávez dijo que le extrajeron un tumor canceroso en La Habana».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5629498459219253957?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5629498459219253957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5629498459219253957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5629498459219253957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5629498459219253957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_26.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-lOEe41bgzkM/TyEozm2l7qI/AAAAAAAADfc/Z74pA8lTQcQ/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8927456153649962230</id><published>2012-01-25T05:53:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T05:53:25.432-08:00</updated><title type='text'>O ESPANHOL E AS REDES SOCIAIS...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KxUOtKcFnzg/TyAJHwHAoNI/AAAAAAAADfQ/dl6v7k-b5Zk/s1600/Ortografia-2.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="212" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-KxUOtKcFnzg/TyAJHwHAoNI/AAAAAAAADfQ/dl6v7k-b5Zk/s320/Ortografia-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os expertos já não duvidam: as redes sociais têm convertido à expressão escrita na primeira carta de apresentação duma pessoa ou duma empresa. A boa ortografia, ao passar dum âmbito privado ao público, é um rasgo de prestigio social e de credibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As razões parecem óbvias. Não sempre o são.  &lt;br /&gt;Maria Inês Estrella (2), docente especialista em novas tecnologias, explica por que: "a escrita, ao se converter em pública, adquire um valor diferenciador". A profissional põe um exemplo, que se usou recentemente num debate sobre os meios e a linguagem: "se lemos uma opinião sem erros e outra com erros e não conhecemos aos autores das duas, o normal é fazer caso à  primeira".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os maus textos se olham mais agora. Não significa que não existiam; estavam em privado", ressalta. Insiste em que não há que demonizar a web, senão aproveitar-la para elevar a qualidade da linguagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não vamos  carregar a culpa da má ortografia a internet; esta plataforma o único que faz é fazer-la mais patente”. &lt;br /&gt;Segundo os expertos, através de facebook ou twitter as pessoas fazem de sua escrita uma potente fonte de comunicação.&lt;br /&gt; "Ter boa ortografia é crucial para ganhar respeito", ressaltam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo similar está acontecendo com as empresas que baseiam suas vendas na comercialização on line. Uma pesquisa recente confirmou que os erros ortográficos podem afetar as vendas por internet até nuns 50%.&lt;br /&gt;Assim o revela uma análise de Charles Duncombe, que dirige sítios da internet de viagens, telefones celulares e roupas. O especialista acredita que o grande problema para as empresas em linha não é a tecnologia, senão a busca de pessoal que saiba escrever corretamente.&lt;br /&gt;Esta preocupação também saiu à luz durante a Confederação de Indústrias Britânicas, que se realizou no fim do ano passado. Aí se advertiu que muitos empregadores tinham que investir em cursos de ortografia para seu pessoal. "Quando se vende ou se comunica na web, os 99% do tempo se leva a cabo por meio da palavra escrita; a ortografia é importante para a credibilidade dum sitio", opina Duncombe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas reconhecem que é impossível dizer que internet é um exemplo de boa escritura. Basta navegar uns instantes para descobrir que as agressões ao idioma abundam. Embora, já há alguns movimentos para rejeitar a quem tem uma ortografia lamentável. &lt;br /&gt;Na Espanha e em outros países de fala espanhola, a Fundéu  - Fundação do Espanhol Urgente com seu Clube de Detectores da Linguagem é um bem sucedido exemplo destes guardiões do idioma.&lt;br /&gt;Em quase todos os países de fala espanhola há "guardiões" da boa ortografia que, de maneira anônima, fazem correções em facebook e twitter. As observações mais habituais têm a ver com os acentos, embora também assinalem as confusões com os gêneros e os pronomes. Em geral, as fazem públicas, de maneira que a lição chegue a todos os seguidores. &lt;br /&gt;Nestes dias nos quais muitas vezes escrevemos mais do que falamos, já há quem sustem que a má ortografia é como ter mau hálito: se o temos, melhor não falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1).- Circunstancia. Año V - Nº 13 - Septiembre 2007 – Ensayos - Juan Carlos Jiménez y Aránzazu Narbona &lt;br /&gt;         “ECONOMIA Y LENGUA: EL ESPAÑOL EN EL COMERCIO INTERNACIONAL”&lt;br /&gt;(2) .- “Internet le pone el acento a la ortografía” La Gaceta de Tucuman - www.lagaceta.com.ar&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8927456153649962230?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8927456153649962230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8927456153649962230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8927456153649962230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8927456153649962230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/o-espanhol-e-as-redes-sociais.html' title='O ESPANHOL E AS REDES SOCIAIS...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-KxUOtKcFnzg/TyAJHwHAoNI/AAAAAAAADfQ/dl6v7k-b5Zk/s72-c/Ortografia-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7640136280250398640</id><published>2012-01-25T03:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T03:03:10.896-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8ZaZ4DlR1fI/Tx_hWIGHy-I/AAAAAAAADfE/WpkvB3LydmU/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-8ZaZ4DlR1fI/Tx_hWIGHy-I/AAAAAAAADfE/WpkvB3LydmU/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;tener clara una cosa y no tener claro una cosa&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la expresión tener claro, la palabra claro ha de concordar en género y número con aquello a lo que se refiere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, en ocasiones tener claro se emplea sin guardar la concordancia,  como en los siguientes ejemplos: «Los directivos habían solicitado el aplazamiento del partido de vuelta hasta no tener claro la sanción de la federación», «El presidente tenía claro los diez nombres y solo estaba esperando la contestación de dos miembros».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los ejemplos anteriores habría sido más apropiado decir «tener clara la sanción» y «tener claros los diez nombres».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No obstante, claro se usa en masculino singular cuando esta expresión se aplica a una oración o idea introducida por si, que o una conjunción similar: «Tenía claro que las propuestas eran inaceptables» o «No tienen claro si la apertura del local será finalmente este lunes».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7640136280250398640?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7640136280250398640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7640136280250398640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7640136280250398640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7640136280250398640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_25.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8ZaZ4DlR1fI/Tx_hWIGHy-I/AAAAAAAADfE/WpkvB3LydmU/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8947966479180807142</id><published>2012-01-24T03:56:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T03:56:38.292-08:00</updated><title type='text'>O IDIOMA ESPANHOL 2012</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RJcKs8BC7DE/Tx6cTi81JhI/AAAAAAAADe4/awqtCDCRy1c/s1600/Cervantes.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-RJcKs8BC7DE/Tx6cTi81JhI/AAAAAAAADe4/awqtCDCRy1c/s320/Cervantes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alguns dados...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Segundo informa o jornal ABC da Espanha: “Quinhentos milhões de pessoas falam espanhol em vinte e um países do mundo. E para o ano 2050 calcula-se que essa cifra se incremente numa centena, superando os seiscentos milhões de falantes de espanhol. Nos Estados Unidos, grande fronteira norte, território de promissão do idioma espanhol, falam a língua de Cervantes uns quarenta e oito milhões de pessoas; na União Européia, uns trinta milhões, ademais dos 47 milhões de espanhóis. No mundo há repartidos dezoito milhões de estudantes de espanhol, um idioma que, pese à crise geral, se encontra em alta. Na internet, o espanhol é a segunda língua internacional com 136 milhões de usuários, o que equivale aos 8 % do total mundial”.&lt;br /&gt;Como assinalam Juan Carlos Jiménez e Aránzazu Narbona em seu  artigo “ECONOMIA E LÍNGUA: O ESPANHOL NO COMÉRCIO INTERNACIONAL” (1) :“Por um lado, a língua é, ante tudo, uma tecnologia social de comunicação, se bem tem sido vista habitualmente, por dizê-lo dum modo atual, como uma espécie de software livre, sem custos, e, por tanto, sem retribuição específica dentro do produto. Por outro lado, a língua, em tanto que destreza comunicativa é parte do capital humano, e, por tanto, do fator trabalho tal e como hoje se concebe: deste modo, o conhecimento de várias línguas-ou o bom uso duma– se monetiza no mercado de trabalho, bem o sabe qualquer imigrante, como o faz qualquer outra habilidade educativa. Por último, a língua também contribui à formação do capital; mas não do capital físico, na concepção neoclássica, senão do capital social, esse «aglutinante social» - na acepção de Putnam– em forma de redes de relação e laços de confiança que tanto contribuí ao crescimento, como se reconhece cada vez mais amplamente na literatura, embora siga sendo em todas suas facetas tão difíceis de quantificar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto se deriva de três qualidades econômicas da língua - duma língua compartida, se entende– que potencializam os intercâmbios, e tanto mais quanto mais estendida seja ela: em primeiro lugar, como bem do clube que difunde externalidades da rede e permite, com isto, multiplicar o potencial comunicativo duma coletividade; em segundo lugar, a língua como redutora dos custos de transação, ao modo em que o faz uma moeda comum ou no levantamento duma barreira comercial, e, terceiro, como amortecedora da distância psicológica entre os mercados, um conceito que remete à Escola sueca de Uppsala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada uma destas propriedades opera em sentidos distintos –ampliação do mercado, redução dos custos, aproximação pessoal–, porém numa mesma direção, que Lazear tem sabido resumir numa frase só: &lt;br /&gt;«Uma cultura e uma linguagem comuns facilitam o comercio entre os indivíduos» &lt;br /&gt;O valor econômico do espanhol é de 4,5 bilhões de dólares de capacidade de compra, uns 9 % do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.                                                                                                        “O espanhol aspira  ser a segunda língua franca, um objetivo ambicioso, porém não irrealizável”. Segundo o informe, o espanhol é a única das grandes línguas internacionais que hoje têm um dicionário, uma ortografia e uma gramática comuns.&lt;br /&gt; “Uma língua têm valor econômico se o têm as economias dos países que a falam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.elpais.com/articulo/cultura/potencia/440/millones/hablantes/elpepicul/20061105elpepicul_1/Tes&lt;br /&gt;Embora resulte praticamente impossível quantificar o valor econômico duma língua, o professor Angel Martín Municio  atreveu-se  a situar-lo nos 15% do PIB de Espanha, somando todas as atividades relacionadas com a língua. &lt;br /&gt;(1).- Circunstancia. Año V - Nº 13 - Septiembre 2007 – Ensayos - Juan Carlos Jiménez y Aránzazu Narbona &lt;br /&gt;         “ECONOMIA Y LENGUA: EL ESPAÑOL EN EL COMERCIO INTERNACIONAL”&lt;br /&gt;(2) .- “Internet le pone el acento a la ortografía” La Gaceta de Tucuman - www.lagaceta.com.ar&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8947966479180807142?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8947966479180807142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8947966479180807142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8947966479180807142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8947966479180807142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/o-idioma-espanhol-2012.html' title='O IDIOMA ESPANHOL 2012'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RJcKs8BC7DE/Tx6cTi81JhI/AAAAAAAADe4/awqtCDCRy1c/s72-c/Cervantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3447747739020603043</id><published>2012-01-24T02:56:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T02:56:51.624-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3FmAwnfxcqM/Tx6OIZJdDgI/AAAAAAAADes/_ZKXLmV8cK8/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-3FmAwnfxcqM/Tx6OIZJdDgI/AAAAAAAADes/_ZKXLmV8cK8/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;seis claves para usar las siglas y las abreviaturas&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las siglas y las abreviaturas tienen características distintas; conocerlas permite escribirlas apropiadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Siglas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se forman por lo general con las iniciales de la expresión que abrevian, normalmente las iniciales de los sustantivos y los adjetivos (Organización de las Naciones Unidas: ONU), pero a veces también las de otras palabras (organización no gubernamental: ONG).&lt;br /&gt;No llevan punto abreviativo: ONU, no O. N. U.&lt;br /&gt;Las Academias de la Lengua desaconsejan el uso de una ese minúscula para formar el plural en la forma escrita (las ONG mejor que las ONGs), aunque en la lengua oral es normal y correcto que se pronuncie la ese («oenegés»).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abreviaturas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se forman con parte de la palabra o las expresiones que abrevian; una palabra puede tener más de una abreviatura: para página, por ejemplo, se usan p. y pág.&lt;br /&gt;Llevan punto abreviativo (a. C.; pl., admón.) o, más raramente, barra (c/ Bailén); en las abreviaturas con más de un elemento, tras el punto abreviativo se deja un espacio (se escribe EE. UU. y no EE.UU.); si la abreviatura lleva una parte volada, el punto se coloca antes de esta (n.º, no nº. ni nº).&lt;br /&gt;Cuando tienen más de una letra, generalmente se pluralizan añadiendo una ese (pág. – págs.); si constan de una sola letra, esta se suele duplicar (p. – pp.)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3447747739020603043?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3447747739020603043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3447747739020603043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3447747739020603043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3447747739020603043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_24.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3FmAwnfxcqM/Tx6OIZJdDgI/AAAAAAAADes/_ZKXLmV8cK8/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-997328895894135612</id><published>2012-01-23T03:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T03:50:51.121-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d4t0zwNEXMw/Tx1JddreyfI/AAAAAAAADeg/IT2rXK1Lciw/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-d4t0zwNEXMw/Tx1JddreyfI/AAAAAAAADeg/IT2rXK1Lciw/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;intraafricano, sin espacio ni guion&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término intraafricano se escribe en una sola palabra, es decir, sin intercalar un espacio o un guion, pues así lo establecen las normas ortográficas sobre la escritura de prefijos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir del 23 de febrero se celebra una nueva Cumbre de la Unión Africana, con un lema que puede verse escrito de distintas maneras:«Impulsar el Comercio Intra-Africano» o «Impulsar el Comercio Intra Africano».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, lo apropiado es escribir «intraafricano», sin separación, como corresponde a las palabras que se forman con la adición de un prefijo, es decir: «Impulsar el comercio intraafricano».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No son tampoco apropiadas fórmulas como «comercio intra-África» (probablemente calcado del lema en inglés «Boosting Intra-Africa Trade»), ni «comercio interafricano».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-997328895894135612?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/997328895894135612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=997328895894135612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/997328895894135612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/997328895894135612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_23.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-d4t0zwNEXMw/Tx1JddreyfI/AAAAAAAADeg/IT2rXK1Lciw/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5727922758474408464</id><published>2012-01-20T02:40:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T02:40:05.387-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Hm277Xc5Yyk/TxlEYXzQ7uI/AAAAAAAADeU/w41HSlo6kAk/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-Hm277Xc5Yyk/TxlEYXzQ7uI/AAAAAAAADeU/w41HSlo6kAk/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;SOPA, sigla de Stop Online Piracy Act, se escribe con mayúsculas  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOPA, sigla de Stop Online Piracy Act, se escribe con mayúsculas y sin puntos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En las informaciones sobre la ley estadounidense contra la piratería en internet, se producen vacilaciones al escribir su nombre; así, pueden verse las formas «la ley S.O.P.A.», «la ley s.o.p.a.» o «la ley Sopa», que no se ajustan a las normas ortográficas del español para la escritura de las siglas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo adecuado en este caso es la forma SOPA, pues se trata de las cuatro iniciales de las cuatro palabras que forman parte del nombre de esa ley, es decir, son unas siglas y, por lo tanto, se escriben como tales: con mayúsculas y sin puntos abreviativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además hay que tener en cuenta que en esta ocasión la palabra ley debe ir con minúscula, pues no forma parte del nombre oficial, en el que ya está incluida esa idea con la voz inglesa Act.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5727922758474408464?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5727922758474408464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5727922758474408464' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5727922758474408464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5727922758474408464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_20.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Hm277Xc5Yyk/TxlEYXzQ7uI/AAAAAAAADeU/w41HSlo6kAk/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6439579487113273210</id><published>2012-01-19T02:53:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T02:53:52.328-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-e_xfUNRiShc/Txf2K3S3TLI/AAAAAAAADeI/aKYlGLiiZc4/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-e_xfUNRiShc/Txf2K3S3TLI/AAAAAAAADeI/aKYlGLiiZc4/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;copar es ‘ocupar por completo’&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El verbo copar significa ‘conseguir en una elección todos los puestos’ y, por extensión, ‘ocupar por completo’, en especial todos los lugares o puestos que haya disponibles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, en ocasiones se ve usado como simple sinónimo de componer, ocupar o conseguir, incluso cuando se trata solo de una pequeña parte, como en los siguientes ejemplos: «En los galardones, la comunidad autónoma ha copado tres de las once distinciones» y «Las 40 firmas extranjeras con representación en el coloso oriental apenas copan el 2 % del mercado».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En estas frases habría sido más adecuado emplear otros verbos, como «En los galardones, la comunidad autónoma ha conseguido tres de las once distinciones» y «Las 40 firmas extranjeras con representación en el coloso oriental apenas alcanzan el 2 % del mercado».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aunque en propiedad copar implica que se ocupa por completo, en el uso su significado se ha extendido a aquellos casos en que, sin llegar a la totalidad, hay una clara situación de dominio sobre los demás porque se alcanza una gran mayoría o se consiguen los puestos más importantes, como en «El disco ha copado los primeros puestos de las listas de ventas».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6439579487113273210?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6439579487113273210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6439579487113273210' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6439579487113273210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6439579487113273210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_19.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-e_xfUNRiShc/Txf2K3S3TLI/AAAAAAAADeI/aKYlGLiiZc4/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7371688129030030455</id><published>2012-01-18T02:49:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T02:49:46.452-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XmVm7EEkj0k/TxajvSsb-5I/AAAAAAAADds/5Ouz06njivY/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-XmVm7EEkj0k/TxajvSsb-5I/AAAAAAAADds/5Ouz06njivY/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;ebitda, no Ebitda&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El acrónimo ebitda, del inglés «Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization» ('beneficios antes de intereses, impuestos, depreciación y amortización'), se escribe en minúscula y su género es masculino: el ebitda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este anglicismo, que aparece principalmente en las informaciones económicas, y que también se conoce como resultado bruto de explotación, ya se ha incorporado como sustantivo al léxico común, y puesto que no se trata de un nombre propio —como sucede, por ejemplo, con Unicef o Unesco—, sino que es el nombre común de un indicador financiero, ha de escribirse en minúsculas y aplicársele el plural que rige para los nombres comunes: los ebitdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así, en noticias como «La productora espera alcanzar un crecimiento de ventas del 7 % y un aumento en el Ebitda de un 13 %» o «Telefónica venderá activos no estratégicos para situar el ratio deuda/EBITDA por debajo de lo esperado», lo adecuado hubiera sido escribir ebitda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7371688129030030455?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7371688129030030455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7371688129030030455' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7371688129030030455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7371688129030030455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_18.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-XmVm7EEkj0k/TxajvSsb-5I/AAAAAAAADds/5Ouz06njivY/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4068205669255339549</id><published>2012-01-17T08:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T08:13:57.373-08:00</updated><title type='text'>A MORTE DO CONTRATO SOCIAL</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KQjKzjx2lDQ/TxWd29FgGvI/AAAAAAAADdg/KxFhaN88Wqs/s1600/crisis_global_CLAIMA20120116_0147_24.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="180" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-KQjKzjx2lDQ/TxWd29FgGvI/AAAAAAAADdg/KxFhaN88Wqs/s320/crisis_global_CLAIMA20120116_0147_24.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Durante o século XX, o Estado passou a controlar as vidas dos indivíduos como nunca antes, e em 2011 foi o momento de crise que chegou a um ponto crítico.&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR NADIM SHEHADI - The New York Times&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As próximas duas gerações provavelmente continuem pagando impostos altos, porém virão menos serviços em troca.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O ano 2011 marcou o fim do século XX. Em 50 anos mais, um historiador analisará os protestos de 2011 e descreverá a crise global como um sintoma do fim dum fenômeno exclusivo do século XX: o Estado tomou um controle sem precedente sobre as vidas dos indivíduos, e seu rol cresceu de maneira desproporcionada até que finalmente se fraturou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa e em outros lugares se tem dado modificações dum contrato social: o Estado prometia emprego, educação, atenção médica, aposentadorias e outros serviços; em troca, os indivíduos entregavam uma grande porção de sua liberdade, ingressos, herança, poupança e riqueza. Nos fins dos anos 1970, os que ganhavam muito na Grande Bretanha pagavam mais dos 90% de seu ingresso em impostos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, finalmente tem ficado claro que um lado desta equação já não é válido; o Estado não pode cumprir sua parte da negociação. Quanto muito, as próximas duas gerações continuarão pagando impostos ainda mais altos, mas uma parte maior se destinará a pagar a dívida gerada pelas últimas duas gerações e não a obter melhores serviços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora, não é uma questão de quantidade ou de qualidade. O conceito mesmo se esta desintegrando. Não se trata simplesmente duma crise econômica, ou uma crise de gestão de governo; a idéia do contrato social morreu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XX, o Estado se apoderou gradativamente de nossas vidas. Os gastos estatais, ainda nos sistemas mais capitalistas do mundo, ultrapassaram em alguns casos os 50% do produto bruto interno, entanto que a início do século, apenas atingia os 10%. O crescimento se produz em forma incremental, em ocasiões deliberadamente ou depois de crises e guerras, e foi em linhas gerais irreversível. A corrupção cresceu até atingir uma dimensão nova. Para os políticos é tentador fazer promessas em nome do Estado sobre as que nunca devem prestar contas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganham-se votos no curto prazo e os problemas sobrevém muito mais adiante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema não é novo, porém 2011 assinalam o momento em que a crise atingiu um ponto crítico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia, Espanha, os Estados Unidos, Índia, China, Israel e na Primavera Árabe, a gente saiu às ruas. Alguns exigiram que se lhes devolveram seus serviços e aposentadorias, mas nunca o conseguirão. Estão num estado de negação, chorando o fim do rol do Estado. No movimento Occupy culpam da crise aos banqueiros; outros têm escolhido como bode emissário aos imigrantes. Isto não é uma revolução de camponeses ou de trabalhadores; os manifestantes pertencem em sua maioria ao nível médio de ingressos. Ironicamente, o sistema fortaleceu suas filas, porém são também os que pagaram a proporção mais alta de seus ingressos em impostos, os que receberam a menor quantidade em serviços e cujas poupanças e riqueza se têm visto gradativamente corroídos por uma moeda desvalorizada, manipulada pelos políticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem sido um século longo. A maioria das idéias que criaram o monstro se originou a partir dos debates dos anos 1870.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Bismarck, Prússia saiu triunfante depois da queda de Paris em 1871 e suas fortes instituições estatais e seu seguro social foram à inspiração para o que logo se conheceria no Ocidente como o Estado do bem estar. Os debates após a recessão dos anos 1930 derivaram em que os keynesianos ¬que defendiam o gasto estatal¬ obtiveram vantagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existia a idéia dum Estado forte e a justificação para pagar-lo. O modelo do Estado de bem estar alcançou seu ponto mais alto depois da Segunda Guerra Mundial e prosperou aproximadamente uns 40 anos, quando começaram a aparecer fendas a mediados dos 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carga era por demais grande e os rendimentos em termos de serviços diminuíam. A idéia do controle estatal começou a perder terreno nos anos de Reagan e Thatcher. Mas então, os intentos de diminuir o Estado não tiveram sucesso em Ocidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levou mais de 20 anos tomar consciência de que o barco da historia está virando e, ainda não sabemos a onde se dirige. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco têm surgido alternativas sem que nos déssemos conta do seu significado. Há uma volta à filantropia clássica dos Warren Buffett e os Bill Gates, que havia passado de moda quando se suponha que o Estado era o fornecedor universal. Os manifestantes de Occupy Wall Street exigiram um retorno à banca cooperativa; os serviços de voluntários estão enchendo vazios e se ouvem exigências duma maior responsabilidade social por parte de empresas e indivíduos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro signo dos tempos é que as idéias de economistas austríacos como Friedrich Hayek, considerado o paladino do capitalismo do laissez-faire e que havia perdido o debate nos anos 1930, têm voltado a surgir com o Tea Party; Ron Paul, um candidato à nominação presidencial republicana; e outros libertários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco como o homem com a mirada em branco num vagão da estrada de ferro num filme de Hitchcock, o sistema estava morto fazia tempo e necessitava só dum empurrão para cair finalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo árabe, o colapso é praticamente total. É aí onde os indivíduos entregavam muito mais liberdades e onde menos recebiam em troca. Os regimes que pensam que podem sair do passo aumentando os salários ou criando projetos públicos se enganam a si mesmos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O contrato já não é válido. E os que não possam se adaptar cairá como o fizeram na Europa do Leste, onde primeiro morreu a idéia e depois os sistemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde tempos atrás, no último século, que terminou o mês passado, conceitos como crise, estabilidade e risco deixaram de ser negativos em tanto podem produzir um resultado melhor. Os intentos de corrigir problemas em seu nome simplesmente não funcionarão em tempos duma troca tão radical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4068205669255339549?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4068205669255339549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4068205669255339549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4068205669255339549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4068205669255339549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/morte-do-contrato-social.html' title='A MORTE DO CONTRATO SOCIAL'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KQjKzjx2lDQ/TxWd29FgGvI/AAAAAAAADdg/KxFhaN88Wqs/s72-c/crisis_global_CLAIMA20120116_0147_24.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3739844258685616786</id><published>2012-01-17T03:01:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T03:01:32.772-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-epOSrLaQclM/TxVU_TDDFuI/AAAAAAAADdU/C4eHq3AdbyU/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-epOSrLaQclM/TxVU_TDDFuI/AAAAAAAADdU/C4eHq3AdbyU/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;a medida que no equivale a en la medida que&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La locución a medida que expresa la progresión paralela de dos acciones («El equipo local fue perdiendo fuelle a medida que avanzaba el partido»), mientras que en la medida (en) que significa ‘en la proporción en que o en correspondencia con el hecho de que’ («Todo irá bien en la medida en que el país pueda soportar los envites de los especuladores»).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por lo que en frases como «Se pudo comprobar que la competitividad en las personas disminuía en la medida que aumentaba su edad» o «Se trata de facilitar al alumnado una mayor autonomía en la medida que vaya especializándose» lo adecuado habría sido usar a medida que.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas, en la expresión a medida que no debe anteponerse la proposición de a la conjunción que («a medida de que»), pues constituye dequeísmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3739844258685616786?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3739844258685616786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3739844258685616786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3739844258685616786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3739844258685616786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_17.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-epOSrLaQclM/TxVU_TDDFuI/AAAAAAAADdU/C4eHq3AdbyU/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3950875496449806279</id><published>2012-01-16T07:12:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T07:12:34.269-08:00</updated><title type='text'>EL MERCADO GLOBAL DE TRADUCCIÓN 2012</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uJkN38CRmSc/TxQ9RYttdZI/AAAAAAAADdI/mgP9qwQefJs/s1600/TRADUCCI%25C3%2593N.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="207" width="220" src="http://1.bp.blogspot.com/-uJkN38CRmSc/TxQ9RYttdZI/AAAAAAAADdI/mgP9qwQefJs/s320/TRADUCCI%25C3%2593N.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10 Previsiones para el Mercado de Trabajo de Traducción en 2012.&lt;br /&gt;Autor: Dave Grunwalt. CEO de GTS Translation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¡Feliz Año Nuevo y espero que 2012 sea exitoso para todos nosotros!. &lt;br /&gt;Predecir el futuro es difícil. De hecho, el Talmud  dice que desde el momento de la destrucción del  Templo , la capacidad de profetizar se dio a los niños y los tontos. &lt;br /&gt;Y eso suena bien, porque algunas de las predicciones que hoy podemos leer resultan bastante absurdas en retrospectiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Mi predicción para el año 2012 será una tontería? Tal vez, pero aquí va de todos modos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;El negocio será bueno.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;El 2012 será un buen año para las empresas de traducción, después de un 2011 no tan bueno. &lt;br /&gt;La economía de EE.UU. en un año de elecciones presidenciales se está recuperando y esto debe ser favorable para la mayoría de las personas en la cadena alimentaria. &lt;br /&gt;Más y más contenido en línea se está traduciendo también lo que significa más negocio para todos.&lt;br /&gt;La demanda de servicios de traducción de las páginas web superará al crecimiento de la industria.  La explosión de contenidos en línea, la muerte de los libros y materiales impresos, &lt;br /&gt;la mayor penetración de los teléfonos inteligentes y lectores móviles aumentará la demanda de traducción de páginas web y otros contenidos en línea.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Motores personalizables MT (*) en la nube&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;La gente será capaz de crear sus propios motores de traducción automática con su corpus de entrenamiento propio, pero sin tener que invertir en costosos servidores y desarrollo de software. Microsoft ya cuenta con una traducción colaborativa, característica que pone un poco de personalización en la nube. &lt;br /&gt;MT Vamos es una compañía europea que ya ha comenzado las pruebas beta de este concepto de sistema (y nos invitó a empezar a probar el sistema en noviembre pasado, mientras que aún no está listo un sistema más prometedor, que debería estar listo este año). &lt;br /&gt;Otras compañías también han considerado el modelo MT SaaS y podremos ver algunos en el transcurso de 2012.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Una mayor concentración.&lt;/b&gt; Las grandes empresas como Transperfect, WeLocalize y SDL seguirán creciendo, a pesar de las fusiones y adquisiciones estratégicas. &lt;br /&gt;Los grandes se harán más grandes, y algunos de los jugadores más pequeños desaparecerán.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Facebook continuará integrando su traducción automática en la red social.&lt;/b&gt; Ella se inició en 2011 mediante la integración del traductor Bing. &lt;br /&gt;Seguirá añadiendo nuevas características del lenguaje para ayudar a romper la barrera del idioma.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Los precios de traducción seguirán disminuyendo.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;La gente, especialmente los traductores que están en una posición opuesta, han discutido este punto conmigo, pero esperan que los precios de traducción humana continúen su caída como consecuencia de un mayor uso de los flujos de trabajo MT editados posteriormente, los que son adaptados por los grandes proveedores de servicios lingüísticos y compradores de servicios de traducción.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Más traductores desempleados. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Los traductores independientes que se niegan a adaptarse a los cambios en la industria y que se basan en los modelos antiguos pelearan por trabajar en el año 2012. &lt;br /&gt;Algunos no lo conseguirán y puede ser necesario considerar un cambio de carrera.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Traducción Voz a voz.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;No maduran totalmente los productos comerciales en 2012. Creo que la gente va a seguir hablando de un traductor universal , y que los avances en la tecnología no serán suficientes para que una aplicación asesina del voz a voz pueda ser liberada para su uso comercial.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Los traductores europeos y empresas de traducción serán más competitivos en sus precios.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;El euro ha caído casi un 10% frente al dólar de EE.UU. en las últimas semanas. Si las predicciones se hacen realidad económica, el euro debería caer aún más en 2012. Eso hará que sea más viable, económicamente hablando,  para las empresas de EE.UU. comprar los servicios de traducción en Europa.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SDL nueva versión del software después de la edición.&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;SDL ya está integrado al MT Trados Studio 2009, lo que permite a la máquina traducir un documento y después editar el contenido. &lt;br /&gt;Mi predicción es que la nueva versión del software SDL en el año 2012, que automatiza el MT pos-proceso de edición, tornará a la automatización de la traducción más rápida y fácil.	&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) MT: Machine Translation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3950875496449806279?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3950875496449806279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3950875496449806279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3950875496449806279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3950875496449806279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/el-mercado-global-de-traduccion-2012.html' title='EL MERCADO GLOBAL DE TRADUCCIÓN 2012'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uJkN38CRmSc/TxQ9RYttdZI/AAAAAAAADdI/mgP9qwQefJs/s72-c/TRADUCCI%25C3%2593N.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-851409278189225819</id><published>2012-01-16T01:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T01:57:26.534-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aTL3yHbr0cA/TxP0cFueHwI/AAAAAAAADcw/-VhhrBr65bA/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-aTL3yHbr0cA/TxP0cFueHwI/AAAAAAAADcw/-VhhrBr65bA/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fitur se escribe solo con mayúscula en la inicial &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con motivo de la Feria Internacional del Turismo (Fitur), que comienza en Madrid el próximo miércoles, se recuerda que cuando un acrónimo es un nombre propio y tiene más de cuatro letras lo recomendable es escribirlo con inicial mayúscula y el resto en minúscula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Según las Asociación de Academias de la Lengua, «un acrónimo es, por un lado, el término formado por la unión de elementos de dos o más palabras (como teleñeco, de televisión y muñeco; Mercosur, de Mercado Común del Sur); y, por otro lado, también se llama acrónimo a la sigla que se pronuncia como una palabra (OTAN)».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acuerdo con la Ortografía, se recomienda escribir con inicial mayúscula los acrónimos que sean un nombre propio, especialmente los que tienen más de cuatro letras: Fitur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, si se trata de nombres comunes lo apropiado es escribir en minúscula todas la letras (ovni, sida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Asimismo, se recuerda que la palabra estand, adaptación hispanizada de stand, ya está recogida en el Diccionario académico con el significado de 'instalación dentro de un mercado o feria, para la exposición o venta de productos', aunque se pueden usar otras alternativas como pabellón (cuando se trata de un edificio de un tamaño considerable), caseta o puesto (para instalaciones de pequeñas dimensiones) y expositor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-851409278189225819?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/851409278189225819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=851409278189225819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/851409278189225819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/851409278189225819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_16.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-aTL3yHbr0cA/TxP0cFueHwI/AAAAAAAADcw/-VhhrBr65bA/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-846449249605101849</id><published>2012-01-13T04:56:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T04:56:09.896-08:00</updated><title type='text'>FE DE ERRATA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kooaRFQAUoc/TxApjSk6JXI/AAAAAAAADck/NA7A0US48ZM/s1600/Escribir.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="216" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-kooaRFQAUoc/TxApjSk6JXI/AAAAAAAADck/NA7A0US48ZM/s320/Escribir.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El día 10 de enero, reproduje en mi blog un artículo referido a la selección y evaluación de traductores, publicado oportunamente en Traductor Chile.&lt;br /&gt;En él se detallan los atributos a ser considerados en la selección de un buen traductor, según la norma europea EN 15038:2006.                                                                                              Lo he hecho, porque comparto lo expresado en ese artículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luego, me quedé pensando, que como en muchos otros casos, estas recomendaciones son necesarias, pero no suficientes,  para garantizar un resultado de excelencia. El motivo, es que la traducción más que una técnica, siempre necesaria para el correcto ejercicio de la profesión, es una actividad artística.&lt;br /&gt;Parafraseando a Schopenhauer creo que “la traducción, al igual que la lectura, es pensar con el cerebro de otro, en este caso, con el cerebro del autor”.  &lt;br /&gt;Probablemente,  algunas personas afirmen que para traducir correctamente es suficiente conocer bien el idioma de partida y el idioma meta, aplicando métodos y técnicas de traducción; otros agregarían la necesidad de que el idioma meta sea el materno del traductor. No alcanza con aplicar solamente una técnica de traducción, tampoco es un problema de diccionarios o glosarios. Alguien dijo - y pido perdón por no recordar quien fue -, que: &lt;br /&gt; “Una de las verdades más maravillosas y raras de la traducción es que cualquier articulación, aunque sea de una longitud trivial, no tiene una sola traducción.            Todos los dichos tienen innumerables traducciones que son aceptables”.&lt;br /&gt;El español es una lengua rica en expresiones, las cuales permiten al traductor reflejar las ondulaciones y matices del pensamiento; un lenguaje diáfano, con la fuerza necesaria para revelar, conocer y recrear el espíritu que el autor pretendió incorporar a su texto.&lt;br /&gt;A su vez, la correcta aplicación de la teoría de la traducción permite que el traductor pase de transferir a reconstruir ideas. &lt;br /&gt;No solo es preciso el conocimiento objetivo: vocabulario, expresiones, gramática… “sino que se necesita la “aptitud artística” que utiliza y combina los recursos técnicos adecuadamente, que da con la palabra justa, que colorea los paisajes, que perfuma los ambientes, que nos da escenas palpitantes llenas de sonidos o silencios; en definitiva produce una traducción con vida, humanizada, que cuando la leemos nos lleva a exclamar: ¡Ésta es una buena traducción!, transmite lo que el autor en la lengua original quiso contar” (1)                           &lt;br /&gt;Es necesario asimilar plenamente el significado detrás de la palabra, para posteriormente utilizarlo en la representación o recreación de las ideas propias y ajenas.&lt;br /&gt;Por tal motivo considero que además de lo expresado en el referido artículo, se deberían agregar los siguientes atributos (2): &lt;br /&gt;Conocimiento consciente (o sensibilidad o intuición exacta) de lo que supone e implica traducir: estar al día de las técnicas, recursos y tipos de ayuda para el traductor.&lt;br /&gt;Conocimiento o especial sensibilidad de la naturaleza de (a) fenómenos lingüísticos y comunicativos; (b) las diferencias que pueden llegar a existir entre las lenguas y las culturas, así como la subjetividad de sus perspectivas; (c) una amplia gama de recursos retóricos.&lt;br /&gt;Buena formación general académica e intelectual y la experiencia de haber leído una gran variedad de tipos de textos en más de una lengua. La experiencia de haberse relacionado con diferentes tipos de personas en diferentes ambientes, también en más de una lengua y cultura.&lt;br /&gt;Educación formal en traducción y en análisis, interpretación y producción de textos sobre todo en la lengua materna incluyendo un componente contrastivo con otras lenguas y otras convenciones textuales y comunicativas.&lt;br /&gt;Experiencia como traductor y/o en otros tipos de redacción de textos.&lt;br /&gt;Cierto nivel de inteligencia y capacidad de razonamiento lógico e inferencial, junto con una memoria que permita sacar el máximo provecho a todas las experiencias y la capacidad de análisis y otras destrezas necesarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.- sociedad biblica.org&lt;br /&gt;2.- http://faculty.ksu.edu.sa- La didáctica de la traducción: desarrollo de la competencia traductora Patrick Zabalbeascoa - Universitat Pompeu Fabra&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-846449249605101849?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/846449249605101849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=846449249605101849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/846449249605101849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/846449249605101849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fe-de-errata.html' title='FE DE ERRATA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kooaRFQAUoc/TxApjSk6JXI/AAAAAAAADck/NA7A0US48ZM/s72-c/Escribir.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8384996097011416623</id><published>2012-01-13T03:09:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T03:09:01.735-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cKWfhaStVgA/TxAQqtb1_dI/AAAAAAAADcY/2LnVjgEY-eM/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-cKWfhaStVgA/TxAQqtb1_dI/AAAAAAAADcY/2LnVjgEY-eM/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;trol, mejor que troll&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para referirse al provocador que actúa en internet se recomienda emplear la palabra española trol en lugar de troll.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La voz noruega troll, que pasó posteriormente al inglés y a otros idiomas, designa a un monstruo maligno de la mitología escandinava; en español fue recogida en los diccionarios en la forma adaptada trol durante la década de 1980.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con la aparición de internet, esta palabra comenzó a utilizarse para referirse a los provocadores que actúan en las comunidades cibernéticas; puesto que existe la forma española trol, es preferible usarla también con esta nueva acepción.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto a su plural, aunque en el uso está extendida la forma trols, de acuerdo con las reglas de pluralización españolas debería ser troles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8384996097011416623?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8384996097011416623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8384996097011416623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8384996097011416623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8384996097011416623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_13.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cKWfhaStVgA/TxAQqtb1_dI/AAAAAAAADcY/2LnVjgEY-eM/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6922588219724106251</id><published>2012-01-12T08:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T08:45:50.641-08:00</updated><title type='text'>¿La muerte del traductor?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-h7XKZX84H9E/Tw8Nf2WfJwI/AAAAAAAADcM/M9OmMY5E_jw/s1600/th_403b25acc4486816cba9cf765d8aa2da.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="57" width="105" src="http://4.bp.blogspot.com/-h7XKZX84H9E/Tw8Nf2WfJwI/AAAAAAAADcM/M9OmMY5E_jw/s320/th_403b25acc4486816cba9cf765d8aa2da.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Language Show Live 2011 es el mayor evento del Reino Unido para estudiantes, filólogos, profesores, traductores y demás profesionales interesados en lenguas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este año tuvo lugar del 21 al 23 de Octubre en Londres, Olympia.&lt;br /&gt;Personalmente, pretendo visitar este evento todos los años. &lt;br /&gt;El mismo es anunciado como "el mejor lugar para estudiantes de idiomas, profesores, filólogos profesionales y cualquier persona apasionada por las diversas lenguas." El problema es que yo  desarrollo las cuatro actividades mencionadas y lo ideal sería que hubiese podido visitar cada pabellón, seminario y conferencia durante los tres días de la exposición.&lt;br /&gt;Infortunadamente es imposible: hay más de 160 expositores de primer nivel, 80 cursos libres y 60 seminarios...&lt;br /&gt;A lo largo de los años mi foco fue mudando de acuerdo con lo que yo estaba realizando en el momento. La traducción siempre fue una actividad de mi interés, pero también cambié el rumbo y lengua de publicación para enseñar inglés como lengua extranjera (EFL) y realizar conferencias. Este año, sin embargo, me concentré totalmente sobre los recursos e informaciones disponibles para traductores FreeLancer.&lt;br /&gt;El resultado fue bastante previsible: es lógico, ITI e IoL estaban allí, así como las agencias de la Unión Europea, The Bigword e Imperio Language.                Lo que encontré bastante informativo fue el seminario&lt;br /&gt; ¿La muerte del traductor?&lt;br /&gt; El mismo fue realizado por Edward Vick, director gerente de EVS Translations. El señor Vick presentó algunas estadísticas muy interesantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cada día 75% de las traducciones en todo el mundo son realizada en forma automática (máquina) y no son pagas;&lt;br /&gt;- 92% de todo el contenido traducido en el mundo es a partir de o para el inglés;&lt;br /&gt;- Las combinaciones de idiomas, donde los precios de los traductores subieron en los últimos años son del francés para el inglés y del alemán para el inglés;&lt;br /&gt;- 80% del contenido traducido por seres humanos es realizado por las 15 a 20 mayores empresas de traducción del mercado (Pareto);&lt;br /&gt;- Y, finalmente, el mayor número de empresas de traducción está localizado en los EUA y en el Reino Unido.&lt;br /&gt;Ello no permite una lectura muy feliz, especialmente para los traductores con combinaciones de idiomas no comunes o para aquellos que viven y trabajan fuera de los EUA y Europa. &lt;br /&gt;A pesar del título amenazador el seminario acabó por ser una confirmación de lo que nosotros, traductores, sabemos muy bien: nuestra profesión nunca se va a extinguir. &lt;br /&gt;La respuesta, según señaló el Sr. Vick es "especialización y habilidades CAT". &lt;br /&gt;Utilizando sus palabras "aquellos traductores que no utilizan Trados no tienen futuro ". ¿Usted está de acuerdo?..&lt;br /&gt;Yo, indudablemente, con la parte de especialización.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artículo escrito por Lydia Strong.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6922588219724106251?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6922588219724106251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6922588219724106251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6922588219724106251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6922588219724106251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/la-muerte-del-traductor.html' title='¿La muerte del traductor?'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-h7XKZX84H9E/Tw8Nf2WfJwI/AAAAAAAADcM/M9OmMY5E_jw/s72-c/th_403b25acc4486816cba9cf765d8aa2da.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7069507164620720348</id><published>2012-01-12T04:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T04:06:15.908-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-12fniioW7As/Tw7MqIi_lwI/AAAAAAAADcA/3EZ1PGkJUpc/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-12fniioW7As/Tw7MqIi_lwI/AAAAAAAADcA/3EZ1PGkJUpc/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;la aguanieve, no el aguanieve&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguanieve se construye con el artículo femenino la: la aguanieve, y no el aguanieve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El hecho de que el artículo la se trasforme en el ante la palabra agua (por ser esta una voz femenina que empieza con a tónica) no implica que deba mantenerse ese cambio en aguanieve, pues en esta ya no es tónica la primera a, sino que el acento recae sobre el diptongo ie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ello, al no ser tónica la primera a de aguanieve, ya no es necesario el cambio de la por el, de ahí que lo adecuado sea decir la aguanieve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De este modo, en frases como «A pesar de la nieve, el aguanieve y el mal tiempo en general, la gente salió a la calle» o «El aguanieve y el viento impidieron a los escaladores llegar hoy a la cumbre», lo apropiado hubiera sido escribir «A pesar de la nieve, la aguanieve y el mal tiempo en general, la gente salió a la calle» y «La aguanieve y el viento impidieron a los escaladores llegar hoy a la cumbre».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tampoco es adecuado decir mucho aguanieve, como en «La primera helada de la temporada en Chicago dejó granizos de tamaño considerable y mucho aguanieve », puesto que si se trata de una palabra femenina lo apropiado es que el adjetivo que la acompaña sea del mismo género: mucha aguanieve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7069507164620720348?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7069507164620720348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7069507164620720348' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7069507164620720348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7069507164620720348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_12.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-12fniioW7As/Tw7MqIi_lwI/AAAAAAAADcA/3EZ1PGkJUpc/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6945705165265360432</id><published>2012-01-11T08:56:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T08:56:51.254-08:00</updated><title type='text'>ELOGIO DEL TRADUCTOR</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Tz1evTUL0BM/Tw2-mED5OJI/AAAAAAAADb0/iNsXgtaC0_g/s1600/Traducci%25C3%25B3n.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="160" width="160" src="http://1.bp.blogspot.com/-Tz1evTUL0BM/Tw2-mED5OJI/AAAAAAAADb0/iNsXgtaC0_g/s320/Traducci%25C3%25B3n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;por Olga Sánchez Guevara1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Estos son los pensamientos de los hombres de todas las edades y de todos los pueblos: no son originales, no son míos solamente, si no son tuyos también, no son nada o casi nada...&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Canto a mí mismo, Walt Whitman (Traducción de León Felipe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante el público de profesionales, especialistas e interesados en la traducción como arte y como ciencia, reunidos en este encuentro y organizado por la editorial que más traducciones ha publicado en Cuba, parecería tal vez ocioso, banal o narcisista un «elogio del traductor»; más aún, si se considera que todo lo que aquí se expondrá se supone harto sabido, incluso para quienes no se relacionan directamente con el tema, sin embargo, vale la pena resaltar las virtudes de este oficio silencioso, paciente y anónimo a veces.&lt;br /&gt;Las verdades, por conocidas, pueden llegar a perderse de vista. En nuestra época de altas tecnologías, Internet y viajes espaciales, ¿quién recuerda, digamos, la invención de la rueda? La rueda marca un hito en la historia del hombre; su utilidad es indiscutible hasta hoy y, sin embargo, es algo tan obvia que casi pierde su importancia. Un ejemplo más cercano: un personaje de una novela del siglo XIX muere de neumonía por desconocerse los antibióticos, hoy parte de la vida cotidiana. Pocos recuerdan cuántas muertes se producían un siglo atrás a causa de infecciones que cualquier antibiótico puede curar sin dificultades. Ante la interrogante de quién o quiénes inventaron la rueda; sus nombres se pierden en la noche del tiempo. El nombre de Alexander Fleming es, injusta y lamentablemente, mucho menos conocido que el de Napoleón.&lt;br /&gt;Recordemos, además, que el descubrimiento de Fleming, como todos los grandes descubrimientos, pasó por el camino de la traducción antes de convertirse en patrimonio mundial. Según se dice, Sigmund Freud aprendió el español para poder leer el Quijote en su lengua de origen. ¿Cuántos psicólogos no germanófonos cuentan hoy con el tiempo necesario para aprender la lengua en que Freud escribiera? No muchos, seguramente. La mayoría depende de las traducciones. ¿Y quién recuerda los nombres de los traductores de Freud, aquellos que en sus respectivas lenguas acuñaron, para una ciencia entonces nueva, conceptos que forman hoy parte insoslayable del acervo de la psicología y hasta del lenguaje cotidiano? Y los traductores de Shakespeare, Dante, y de tantos autores de fama universal, cuya universalidad se hizo posible precisamente gracias a traducciones y traductores, ¿quién recuerda sus nombres?&lt;br /&gt;En un evento semejante a este, una colega expresaba que sólo se haría justicia al traductor literario cuando el Premio Nobel de Literatura fuese concedido a un traductor «puro», es decir, no a un escritor que fuera también traductor, sino a alguien conocido sólo por sus traducciones. No estaría mal. Y me recuerda cierta idea infeliz según la cual «la poesía debería ser traducida únicamente por poetas». Como si todos no llevásemos dentro un poeta al que sólo es preciso despertar. ¿Por qué creer que sólo son poetas aquellos cuya obra se ha publicado y reconocido? ¿Quién sería capaz de calcular cuántas de las mejores páginas de la poesía universal se han perdido para la historia literaria, sólo porque sus autores no tuvieron la suerte de hallar un editor capaz de valorarlos, o por alguna otra razón? Los poemas de Emily Dickinson se publicaron póstumamente. Los del célebre poeta romántico Gustavo Adolfo Bécquer no fueron publicados en forma de libro hasta después de la muerte del autor, como también ocurrió con los de Konstantinos Kavafis, a quien se cuenta entre los grandes de la poesía griega del XX. Más cercano en el tiempo, es paradigmático el caso del novelista austríaco Robert Schneider. Su obra «Schlafesbruder» (La hermana del sueño, en traducción al español de Miguel Sáenz) fue rechazada por veintitrés editoriales antes de convertirse en resonante éxito de crítica y público, con traducciones a veinticuatro idiomas, ocho millones de ejemplares vendidos, versiones para teatro, ballet, ópera y cine. ¿Qué habría sucedido con esta extraordinaria novela si su autor hubiera desistido ante las reiteradas negativas de los editores, o no hubiese tenido la posibilidad de seguir insistiendo? Robert Schneider sería el mismo y su libro tendría el mismo valor, pero no lo conoceríamos.&lt;br /&gt;Así pues, no hay por qué dudarlo: el traductor, quien asume a su cuenta y riesgo la ingente tarea de reescribir poesía, novela, teatro o cuento, ensayo o cualquier otro género literario, y cumple esa tarea con acierto y maestría, es con seguridad poeta, aun cuando no haya publicado una sola página como autor. Quien posea amplia cultura, sensibilidad y profundo conocimiento de las lenguas de partida y llegada, si se lo propone, traducirá con arte la literatura, y no debe negársele parejo reconocimiento que el otorgado al autor del texto primario. «El que saca de sí lo que otro sacó de sí antes que él, es tan original como el otro», dijo Martí.&lt;br /&gt;Y si el traductor literario está capacitado para escribir su propia obra, ¿por qué dedicarse a traducir lo que otros han escrito? Porque el traductor, antes de serlo y siempre, es un lector enamorado. ¿Quién no ha llamado alguna vez la atención de otra persona sobre los valores de cierto poema, cuento o ensayo, de cierta novela, drama o comedia? Compartir su disfrute con otros, es la tentación a que nos induce la belleza. Y es, a mi parecer, la motivación fundamental de las mejores traducciones. Sin duda, y sobre todo en poesía y narrativa, el traductor deja su sello personal en la obra traducida: es él o ella quien selecciona equivalencias, aporta soluciones propias a las diversas dificultades que surgen en el proceso de la traducción: en suma, vuelve a escribir la obra en la lengua de llegada.&lt;br /&gt;Sé que no soy la única en el gremio a quien molesta enormemente el viejo refrán italiano «Traduttore, traditore», infausta afirmación tan gastada como equívoca, consecuencia del absoluto desconocimiento de problemas discutidos durante largo tiempo por los teóricos de la traducción, como traducibilidad, fidelidad, equivalencia, etcétera. ¿Qué se entiende por «traicionar»? ¿Habrá que atenerse a una mal llamada «fidelidad» que omita las incuestionables diferencias entre los códigos de las distintas lenguas para expresar una misma cosa? No pretendo adentrarme en un análisis lingüístico del asunto.&lt;br /&gt;Pero en este «elogio del traductor» quiero volver a referirme a hechos harto sabidos: ¿Existiría, por ejemplo, la historia de la filosofía sin la traducción? No sería, en todo caso, la misma historia: Marx, Kant, Hegel, Descartes, Voltaire, Kierkegaard, Aristóteles, Platón –por mencionar sólo unos pocos nombres, evocados sin orden ni concierto–, habrían permanecido aislados en el marco de sus lenguas de origen, privados del fructífero intercambio que sólo la traducción pudo propiciar. Me atrevería a afirmar que, en ocasiones, el acercamiento a una traducción con algún que otro desacierto es preferible al total desconocimiento de una obra capital.&lt;br /&gt;Aprendí a leer muy niña. Comencé por Martí y su Edad de Oro, que todavía releo con deleite, y cuyo artículo «Músicos, poetas y pintores» despertó mi temprano interés por el arte y la literatura del mundo entero (no ha de olvidarse que Martí fue también traductor: lector enamorado que convoca). Le siguieron los cuentos completos de Hans Christian Andersen, traducidos directamente del danés por alguien cuyo nombre se me extravió hace mucho, junto con el libro de cuentos, pero a quien estaré siempre agradecida. Después vinieron las novelas, el teatro, la poesía; traducciones del francés, el inglés, el ruso, el alemán... ¿quién de nosotros sería capaz de calcular el número de traducciones que ha leído? En verdad, es inapreciable el aporte del traductor a la literatura universal –como los grandes autores, gracias a las traducciones–, así como a su conocimiento y difusión.&lt;br /&gt;El oficio del traductor es, por lo general, mal remunerado y peor reconocido. Es bastante reciente la fecha en que se comenzó a ubicar en la portada interior de los libros el nombre del traductor, con el del autor. Un acto de elemental justicia. Hasta hace poco se incluía al traductor en los créditos generales de la obra, y sé de casos en que arbitrariamente se ha omitido el crédito del traductor. También sé de otros casos en que al de traducción se ha añadido un festinado crédito de «versión literaria», lo cual induce a pensar que el traductor entregó su trabajo «en bruto» para que otro lo retocara o le diera forma definitiva: sólo se puede hablar de una «versión literaria» cuando realmente el trabajo del traductor se ha limitado a la traslación literal del texto. Salvo en esos casos –los menos, según creo–, incorporar un crédito de «versión literaria» realizada por otro que no sea el de traductor equivale a menospreciar el trabajo de este último, a menos que la adaptación sea hecha de común acuerdo entre el traductor y el adaptador.&lt;br /&gt;Al televisar conversaciones entre personas que necesitan de un intérprete para comunicarse, las cámaras casi nunca enfocan a la persona que posibilita el intercambio entre quienes, sin él o ella, con toda seguridad deberían intentar entenderse mediante la mímica, y es fácil deducir cuán pocas probabilidades de éxito tendrían. En reseñas (si es que aparece alguna) de obras traducidas, no se acostumbra incluir un comentario sobre la traducción y quien la ha realizado. He estado presente en uno que otro lanzamiento de algún libro traducido, donde no se ha dedicado una palabra al traductor del libro presentado, a estimular su trabajo de creación, tan valioso como el de cualquier autor. ¿Tendremos los traductores alguna posibilidad de romper el anonimato y ocupar el lugar que nos corresponde?&lt;br /&gt;Vale la pena intentarlo. Buscar espacios –que ya se sabe son escasos– en publicaciones periódicas para escribir nosotros, traductores, sobre la traducción y sus problemas, perspectivas y alcance. No resignarnos al silencio. Que cuando se publique un libro traducido, este contenga, además de datos sobre su autor, al menos una breve nota sobre su traductor. Que el médico, el ingeniero, el científico, al leer en una revista especializada un novedoso artículo traducido, sepan el nombre de quien, con su esfuerzo, les ha tendido un puente desde el idioma ajeno hasta el propio. Que, por ejemplo, en los catálogos de ferias del libro donde se anuncian lanzamientos de obras traducidas, se consigne no sólo el nombre del autor, sino también el del traductor y su país de origen. Que nadie se aventure a opinar sobre traducción, ni sobre una traducción en particular, sin contar con el necesario saber, vale decir, conocimiento de las lenguas de partida y llegada en cada caso. Basta de repetir que «toda traducción es un intento de resolver una tarea imposible». La misma mano que escribió esa frase, escribió también esta otra: «La experiencia demuestra que en cualquier idioma se puede expresar cualquier secuencia de ideas» (Wilhelm von Humboldt).&lt;br /&gt;Comencé estos apuntes citando un poema de Walt Whitman, en magistral versión de León Felipe, porque la traducción fue y es un modo de acercar entre sí «los pensamientos de los hombres de todas las edades y de todos los pueblos.» Los teóricos discuten desde hace largo tiempo si existe en realidad algún texto al que pueda llamarse estrictamente «original»; para el traductor, sin embargo, lo importante es recrear el texto de partida con dignidad artística y ética profesional, respetando sus valores formales y de contenido, y así ofrecer a muchos la posibilidad de acceso a la belleza y la poesía de obras que sin la mediación del traductor estarían vedadas.&lt;br /&gt;Nadie duda el valor de los dramas de Shakespeare o del Fausto de Goethe porque sus argumentos se habían abordado antes por otros. Infinidad de piezas musicales son reconocidas como creaciones, aunque su tema se haya tomado de otras obras: pensemos, por ejemplo, en la Rapsodia sobre un tema de Paganini, de Rajmaninov; en tantas variaciones sobre un tema X... En un mundo donde la comunicación, vasta y múltiple, adquiere una importancia cada vez mayor, es hora ya de que se considere a la traducción como lo que realmente es, un género literario más: como todo género literario, trabajo de creación con sus características propias, que permite la comunicación entre culturas sin detrimento de ese inmenso caudal de memoria social e histórica que son las lenguas de cada país, de cada comunidad.&lt;br /&gt;Una buena traducción es siempre, en mayor o menor medida, aproximación entre realidades que a la vez son distintas y las mismas: victoria sobre la confusión de Babel sin menoscabar la diversidad lingüística y cultural de los pueblos.&lt;br /&gt;Recibido: 8 de mayo del 2001. Aprobado: 5 de junio del 2001. Lic. Olga Sánchez Guevara Instituto Cubano del Libro O´Reilly No. 4 esq. Tacón. Habana Vieja. Ciudad de La Habana. Cuba Correo electrónico: acti@esti.cu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Licenciada en Lengua Alemana. Instituto Cubano del Libro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Publicado sin autorización y con profunda admiración.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6945705165265360432?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6945705165265360432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6945705165265360432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6945705165265360432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6945705165265360432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/elogio-del-traductor.html' title='ELOGIO DEL TRADUCTOR'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Tz1evTUL0BM/Tw2-mED5OJI/AAAAAAAADb0/iNsXgtaC0_g/s72-c/Traducci%25C3%25B3n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8804512465633282680</id><published>2012-01-11T02:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T02:11:25.428-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-01HqFaQ88k0/Tw1gPaGeazI/AAAAAAAADbo/RETdNZK-pOQ/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-01HqFaQ88k0/Tw1gPaGeazI/AAAAAAAADbo/RETdNZK-pOQ/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;las batallas se presentan, plantean o dan, pero no se plantan &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las expresiones presentar, plantear o dar batalla tienen el sentido de ‘enfrentarse con decisión a un problema’, aunque en ocasiones se emplea en su lugar la forma inapropiada plantar batalla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El origen de esta expresión puede encontrarse en el cruce entre las locuciones plantar cara, que significa ‘hacer frente a algo o presentar oposición o resistencia’ y presentar (o plantear) batalla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se recomienda no emplear la expresión plantar batalla y sustituirla por presentar, plantear o dar batalla o, de forma coloquial, plantar cara: «La empresa presentará batalla a las dificultades que puedan surgir», «El Comité de Empresa piensa continuar dando la batalla», «Se hará todo lo posible por plantar cara a la crisis». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8804512465633282680?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8804512465633282680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8804512465633282680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8804512465633282680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8804512465633282680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_11.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-01HqFaQ88k0/Tw1gPaGeazI/AAAAAAAADbo/RETdNZK-pOQ/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5300069068335298610</id><published>2012-01-10T08:40:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T08:40:43.375-08:00</updated><title type='text'>¿CÓMO EVALUAR A UN TRADUCTOR?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6Av6T2eTPU8/TwxpKgNekEI/AAAAAAAADbc/AgKvL8Xd-ik/s1600/TRADUCCI%25C3%2593N.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="207" width="220" src="http://3.bp.blogspot.com/-6Av6T2eTPU8/TwxpKgNekEI/AAAAAAAADbc/AgKvL8Xd-ik/s320/TRADUCCI%25C3%2593N.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cuando un cliente enfrenta la tarea de encontrar y contratar a un proveedor de servicios de traducción (ya sea una empresa, una agencia, un equipo de traductores o un traductor individual) surgen en su mente una serie de dudas.  Posiblemente, la duda más importante para un cliente es sí el traductor es competente o no. &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente la forma más “simple” o directa de resolver esta duda es poner a prueba a los potenciales proveedores de servicios, haciéndolos traducir un texto breve.  Lamentablemente, muchos clientes directos, que no realizan traducciones en forma regular y continua, no poseen los recursos humanos para evaluar traducciones, ni es práctico que los tengan (el costo encarecería mucho el servicio a evaluar).  Sin embargo, hay otros medios que ayudan a evaluar la competencia de un traductor, entendiendo por competencia de un traductor la adecuada amalgama de &lt;br /&gt;precio-rapidez-calidad-servicio al cliente.&lt;br /&gt;La Norma europea EN 15038:2006(1) nos entrega una serie de elementos de juicio para evaluar la competencia de los prestadores de servicios de traducción.  Creada principalmente para la certificación de empresas y agencias de traducción (que administran varios proyectos o trabajos de traducción simultáneamente) provee algunos criterios objetivos que también son aplicables a los traductores independientes o freelancer (quienes sólo deberían administrar un trabajo de traducción a la vez).  Puede ser una buena guía para saber qué requisitos debería cumplir su Prestador de Servicios de Traducción para ofrecer servicios de calidad.&lt;br /&gt;Según esta norma (y como ha sido práctica en la mayoría de las asociaciones de traductores en todo el mundo) los antecedentes mínimos que debe poseer un traductor para ser considerado un profesional son, poseer:&lt;br /&gt;- un título reconocido de educación superior en traducción o relacionado con idiomas, o&lt;br /&gt;- un título equivalente en otra área, más dos años de experiencia comprobada en traducción, o&lt;br /&gt;- al menos cinco años de experiencia profesional en traducción.&lt;br /&gt; Se asume que con estos requisitos de preparación formal o informal un traductor debería ser capaz de mostrar las siguientes competencias:&lt;br /&gt;* Competencias de Traducción: deben ser capaces de traducir con un nivel adecuado en cuanto a la terminología, gramática, fraseología (expresiones idiomáticas, metáforas, frases hechas), estilo, localización (variedad del idioma) y público al que va dirigido.&lt;br /&gt;* Competencia lingüística y técnica en ambos idiomas: deben tener un conocimiento completo del idioma del documento a traducir y un dominio experto del idioma hacia el cual traduce.&lt;br /&gt;* Competencias en investigación lingüística, recolección y procesado de información: debe ser experto en el uso de las herramientas disponibles para ampliar sus conocimientos sobre las materias que traduce.&lt;br /&gt;* Competencia cultural: debe trabajar para un público objetivo en función de sus sistemas de valores, normas de conducta y características locales.(2)&lt;br /&gt;* Competencia técnica: debe dominar las herramientas de su profesión (componentes físicos y programas computacionales).&lt;br /&gt;Obviamente, los requisitos indicados arriba son el mínimo aceptable y sólo deben ser usados como guía, porque como sabemos la calidad de la educación puede variar enormemente entre instituciones y entre países, y afecta especialmente a la competencia lingüística, y con ello la competencia en traducción e investigación lingüística.  ¿Puede un traductor pasar 2 ó 5 años traduciendo sin que sea detectada su incompetencia en un nivel crítico?  Tal vez sí, pero la probabilidad de que esto ocurra se reduce sustancialmente si dicho traductor está expuesto a rendir cuenta o hacerse responsable de sus actos, lo que se puede dar cuando ha trabajado como empleado de una empresa o agencia seria (enfocada efectivamente hacia la calidad) o ese traductor pertenece a un sitio donde está sujeto a evaluación de sus clientes (como www.proz.com, www.trabajoindependiente.cl o www.translatorscafe.com).&lt;br /&gt;Tanto un título como los comprobantes de trabajo son datos objetivos, por lo tanto un cliente al menos  podrá evaluar si un traductor cumple o no con estos requisitos.&lt;br /&gt;Como ya se dijo arriba, y he analizado en detalle en otro artículo (ver ¿Cómo evaluar la calidad de una traducción?), es difícil que un cliente directo pueda evaluar si un traductor posee cada una de las competencias indicadas arriba.  Sin embargo, hay otros elementos objetivos que sí pueden ser evaluados por un cliente directo.  La Norma EN 15038:2006 los clasifica en cuatro grandes grupos: Herramientas profesionales, Control de Calidad, Trato con los clientes y Procedimientos.&lt;br /&gt; Herramientas profesionales:&lt;br /&gt;* Debe poseer las herramientas necesarias para realizar su trabajo.&lt;br /&gt;* Debe tener las herramientas necesarias para proteger adecuadamente el material confidencial del cliente.&lt;br /&gt;* Debe poseer herramientas de comunicación adecuadas.&lt;br /&gt;* Debe tener acceso a fuentes de información y medios tecnológicos relevantes.&lt;br /&gt; Control de Calidad:&lt;br /&gt;* Debe poseer un sistema de control de calidad adecuado para el tamaño y estructura de su empresa.&lt;br /&gt;* Debe poseer objetivos declarados para su sistema de control de calidad.&lt;br /&gt;* Debe poseer un proceso para monitorear la calidad.&lt;br /&gt;* Debe poseer un programa de medidas correctivas sólido.&lt;br /&gt;* Debe poseer un procedimiento para manejar información y materiales recibidos de sus clientes.&lt;br /&gt; Trato con los clientes:&lt;br /&gt;* Un presupuesto debe incluir, además de otros acuerdos, el precio y el plazo de entrega.&lt;br /&gt;* Debería haber un contrato entre cliente y proveedor de servicios que incluya términos legales y comerciales como: derechos de autor, responsabilidades, confidencialidad y solución de controversias.&lt;br /&gt;* Es obligación del proveedor de servicios solicitar información del cliente para aclarar ambigüedades relacionadas con el proyecto.&lt;br /&gt;* Toda información recibida del cliente debe ser manejada siguiendo el sistema de control de calidad.&lt;br /&gt;* Todo proveedor debe tener un procedimiento para cerrar un proyecto: archivado, seguimiento y evaluación de satisfacción del cliente.&lt;br /&gt; Procedimientos:&lt;br /&gt;* Procedimientos de preparación de un proyecto.&lt;br /&gt;* Mantener la comunicación entre las partes.&lt;br /&gt;* Entregas.&lt;br /&gt;* Debe tener protocolos de archivo y recuperación de información en caso de fallas de sistemas, o sea debe tener un sistema de respaldos.&lt;br /&gt;- Dentro de esta categoría hay otros procedimientos propios de empresas, agencias y equipos de traductores,  y no tienen relación con el tipo de trabajo que realiza el traductor individual:&lt;br /&gt;* Monitorizar y supervisar los preparativos de un proyecto.&lt;br /&gt;* Facilitación y monitorización de consistencia (glosarios, guías de estilo y memorias de traducción)&lt;br /&gt;* Asignación de traductores.&lt;br /&gt;* Asignación de editores (o revisores)&lt;br /&gt;* Emisión de instrucciones&lt;br /&gt;* Monitorización y supervisión del plan de trabajo.&lt;br /&gt; Idealmente, todo traductor profesional debería tener todos estos elementos establecidos en forma expresa, por escrito, como un manual (o protocolo) que pueda ser examinado por cualquier cliente que lo solicite.  Si no los tiene establecidos por escrito debería estar dispuesto a describir los procedimientos que utiliza.  Estas pautas de trabajo deben reflejar hábitos profesionales saludables.&lt;br /&gt;DETALLE CON EJEMPLOS PARA CADA CATEGORÍA&lt;br /&gt;Herramientas mínimas para una eficiencia adecuada:&lt;br /&gt;* Debe poseer las herramientas necesarias para realizar su trabajo&lt;br /&gt;   - Un computador con un programa editor de textos.&lt;br /&gt;   - Un programa CAT (Computer Aided Translation).&lt;br /&gt;* Debe tener las herramientas necesarias para proteger adecuadamente el material confidencial del cliente&lt;br /&gt;   - Un buen software antivirus y anti espías.&lt;br /&gt;   - Un navegador con niveles altos de seguridad activados.&lt;br /&gt;   - Idealmente poseer un segundo computador no conectado con internet en el cual desarrollar los trabajos y almacenar archivos y documentos, o un disco duro externo donde almacenar documentos confidenciales.&lt;br /&gt; NOTA IMPORTANTE: según los especialistas en computadores aunque uno elimine un archivo siempre quedarán rastros en el disco duro, de tal forma que una persona con los conocimientos suficientes (y generalmente un hacker cumple ese requisito) podría acceder a la información aunque uno crea que lo ha eliminado.  Por esta razón, aquellos archivos confidenciales nunca deberían ser guardados en un computador conectado permanentemente a internet.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;* Debe poseer herramientas de comunicación adecuadas&lt;br /&gt;   - Teléfono, Email, Skype, Chat, dirección física, sitio web, según sea el caso.&lt;br /&gt;* Debe tener acceso a fuentes de información y medios tecnológicos relevantes&lt;br /&gt;   - Conexión rápida y confiable a Internet.&lt;br /&gt;   - Un programa de búsqueda de términos (Google, Intellisearch, etc.).&lt;br /&gt;   - Acceso a bases de datos con información confiable o verificable.&lt;br /&gt;   - Acceso a una red de especialistas.&lt;br /&gt;   - Un programa administrador de glosarios.&lt;br /&gt;   - Un stock de glosarios y diccionarios (preferiblemente en soporte electrónico).&lt;br /&gt; Plan de Control de Calidad para garantizar su aptitud para el objetivo buscado:&lt;br /&gt;* Debe poseer un sistema de control de calidad adecuado para el tamaño y estructura de su empresa&lt;br /&gt;   - Para la Norma EN 15038:2006, como mínimo, implica que la traducción sea revisada por un tercero.&lt;br /&gt;   - En algunos casos, por razones prácticas y de costos, cuando el traductor ha demostrado ser capaz de entregar un servicio que cumple el objetivo o posee escasos errores, en forma recurrente, probablemente no sea necesario implementar la revisión de un tercero.&lt;br /&gt;* Debe poseer objetivos declarados para su sistema de control de calidad&lt;br /&gt;   - Los objetivos tienen que ver con el logro de ciertos niveles dentro de una medición de calidad.  La medición cuantitativa de los niveles de calidad sólo se puede implementar en empresas cuyo tamaño permite la inversión en dichos recursos y sólo con fines comparativos (ver ¿Cómo evaluar la calidad de una traducción?).  En una empresa o agencia pequeña, o en el caso de un traductor independiente, no es factible la contratación de tres o más revisores para calificar los distintos factores de calidad.   En estos casos los objetivos solo se pueden contrastar con mediciones cualitativas.  Por ejemplo: Completar una lista de verificación de controles de calidad lingüística, cumplir con las instrucciones del cliente, que sea inteligible para el cliente (cuando es hacia su idioma), cumplimiento de plazos de entrega, ausencia de errores críticos observados por un revisor, etc.&lt;br /&gt;* Debe poseer un proceso para monitorear la calidad&lt;br /&gt;   - Lista de verificación (verificar acentos, verificar ortografía, verificar puntuación, verificar instrucciones, verificar consistencia, verificar la traducción de la totalidad del texto, verificar formato, consultas/respuestas al/del cliente, etc.).&lt;br /&gt;   - Hacer una auto revisión oportuna del texto traducido, verificar la inteligibilidad y la fidelidad.&lt;br /&gt;   - Hacer una revisión por un tercero.&lt;br /&gt;* Debe poseer un programa de medidas correctivas sólido&lt;br /&gt;   - Debe tener procedimientos alternativos en caso de fallas (p.ej. caídas de sistemas, fallas de equipos, terremotos, inundaciones y otras situaciones de fuerza mayor), que permitan mantener un servicio continuo.&lt;br /&gt;   - Tomar nota de los errores encontrados, sus causas, y las medidas necesarias para no repetirlos en el futuro. &lt;br /&gt;   - Un plan de formación profesional continua para fortalecer las áreas donde presenta debilidades.&lt;br /&gt;* Debe poseer un procedimiento para manejar información y materiales recibidos de sus clientes&lt;br /&gt;   - Procedimiento para transferir y proteger archivos confidenciales.&lt;br /&gt;   - Procedimiento para eliminar archivos adjuntos recibidos y enviados de emails sin perder información importante para su actividad.&lt;br /&gt;   - Procedimiento para registrar y ordenar instrucciones enviadas desordenadamente por un cliente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Trato con los clientes:&lt;br /&gt;* Un presupuesto debe incluir, además de otros acuerdos, el precio y el plazo de entrega&lt;br /&gt;   - Lo suficientemente detallado para que sea claro y, a la vez, didáctico (tal vez la única oportunidad para explicar la complejidad de un proyecto la&lt;br /&gt;relación costo/beneficio).&lt;br /&gt;* Debería haber un contrato entre cliente y proveedor de servicios que incluya términos legales y comerciales como: derechos de autor, responsabilidades, confidencialidad y solución de controversias&lt;br /&gt;   - Aunque en la mayoría de los casos no sea costumbre suscribir un contrato de traducción con un cliente directo, debido al tamaño de los encargos, es conveniente acompañar un presupuesto con información que delimite con claridad los deberes y derechos de las partes, para evitar malos entendidos y suspicacias, especialmente cuando muchos clientes directos desconocen cómo opera un traductor y la variedad de servicios de traducción existentes.&lt;br /&gt;* Es obligación del proveedor de servicios solicitar información del cliente para aclarar ambigüedades relacionadas con el proyecto&lt;br /&gt;   - Debe tener establecido un procedimiento claro, ordenado y sencillo para solicitar información y aclarar dudas, especialmente considerando que generalmente el cliente directo no maneja uno de los idiomas que son parte de la traducción y no sabe que pedir datos contextuales hábito recomendable.&lt;br /&gt;* Toda información recibida del cliente debe ser manejada siguiendo el sistema de control de calidad&lt;br /&gt;* Todo proveedor debe tener un procedimiento para cerrar un proyecto: archivado, seguimiento y evaluación de satisfacción del cliente&lt;br /&gt;   - Un contrato de servicios de traducción debería incluir un período de evaluación en el cual el cliente pueda solicitar correcciones antes de dar por cumplido el contrato.&lt;br /&gt;   - Toda solicitud de recomendaciones o encuestas de satisfacción deben hacerse en el acto, al término de un trabajo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Procedimientos:&lt;br /&gt;* Procedimientos de preparación de un proyecto&lt;br /&gt;   - preparación y/o extracción de texto, determinación de campos/terminología apropiada, preparación de memoria de traducción y glosarios, post-alineamiento de textos, revisión de guía de estilo o especificaciones e instrucciones especiales,&lt;br /&gt;* Debe tener protocolos de archivo y recuperación de información en caso de fallas de sistemas, o sea debe tener un sistema de respaldos&lt;br /&gt;   - Debe tener un procedimiento para respaldar los archivos e información de clientes, ya sea diario, semanal, al terminar un proyecto, etc.   La probabilidad de falla de los sistemas computacionales es alta, la probabilidad que dos sistemas fallen al mismo tiempo es baja.&lt;br /&gt;* Mantener la comunicación entre las partes&lt;br /&gt;   - Siempre será una buena práctica tener el hábito de responder a un mensaje (para confirmar su recepción), aunque sea con un simple “si”, “recibí” o “bueno”.&lt;br /&gt;   - Antes que los hábitos puedan serlo, puede ser útil tener un protocolo, y puede dar la impresión de manejar un negocio ordenado.&lt;br /&gt;* Entregas&lt;br /&gt;   - ¿sabe que archivo le entregó a quién, cuándo y en qué orden?  Esa es la idea.  Podría necesitar la información si debe discutir algún inconveniente.  Cuando un proyecto o varios proyectos están formados por numerosos archivos la memoria puede fallar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(1)     Norma de calidad UNE EN-15038:2006. www.en-15038.com/&lt;br /&gt;(2)     Conceptos de Competencia Cultural&lt;br /&gt;www.scielo.cl/scielo.php?pid=S0071-17132001003600010&amp;script=sci_arttext&lt;br /&gt;www.consumerstar.org/resources/pdf/recoveringtogether/STAR_Center_Recovering_Together_Spanish_Vol1_2009.pdf&lt;br /&gt;Fuente: Traductor Chile: &lt;br /&gt;http://www.sinclavos.cl/%C2%BFC%C3%B3mo-evaluar-a-un-traductor-.php&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuente: Traductor Chile&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5300069068335298610?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5300069068335298610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5300069068335298610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5300069068335298610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5300069068335298610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/como-evaluar-un-traductor.html' title='¿CÓMO EVALUAR A UN TRADUCTOR?'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-6Av6T2eTPU8/TwxpKgNekEI/AAAAAAAADbc/AgKvL8Xd-ik/s72-c/TRADUCCI%25C3%2593N.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8913613275532906074</id><published>2012-01-10T03:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T03:37:20.658-08:00</updated><title type='text'>EL ESPAÑOL NUESTRO...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iT5D__uKlng/Twwih_jfJPI/AAAAAAAADbE/FHCPm1mn4es/s1600/Cervantes.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-iT5D__uKlng/Twwih_jfJPI/AAAAAAAADbE/FHCPm1mn4es/s320/Cervantes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Publicado 10/01/2012&lt;br /&gt;Autora: María Luisa García Moreno&lt;br /&gt;Periódico Granma, Cuba,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diciembre del 2011  EL ESPAÑOL NUESTRO: ADOLECER&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solicitud de una lectora, reitero que, al contrario de lo que muchos piensan, adolecer no significa «carecer», sino «tener algún defecto», «caer enfermo» o «padecer algún mal». Etimológicamente, esta palabra procede de doler, y este del latín dõlêre. Nada tiene que ver con adolescente, del latín adolescens, -tis, «hombre joven», participio activo de adolescêre, del que también se deriva el término adulto. Muchas frases inadecuadas se construyen confundiendo el significado de ambas palabras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El verbo decidir no tiene en su familia un sustantivo que signifique 'persona que toma las decisiones', de modo que, cuando se quiera expresar esa idea, hay que usar la frase. Ni decisores, ni decidores figuran en el diccionario, por lo menos hasta hoy, y creo que por algún tiempo, pues no aparecen tampoco en los avances de la vigésimo tercera edición del DRAE publicados en internet. Sin embargo, sí existe el adjetivo decisorio, 'que tiene virtud para decidir', el cual no debe ser confundido con decisivo, 'que decide o resuelve', porque aquello 'que posee la virtud para…' no siempre se concreta. El adjetivo decisivo cuenta con numerosos sinónimos: concluyente, definitivo, determinante, irreversible, irrevocable, terminante, categórico, indiscutible, perentorio, absoluto, básico, cardinal, central, esencial, fundamental, resolutivo, supremo, crucial, crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Director, -a. (del latín director, -ōris)puede funcionar como sustantivo oadjetivo y significa 'que dirige', 'persona a cuyo cargo está el régimen o dirección de un negocio, cuerpo o establecimiento especial'. Por su parte, el adjetivo directivo, -a, 'que tiene facultad o virtud de dirigir' también se usa con frecuencia como sustantivo. Como se aprecia, ambas palabras son sinónimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me preguntan si existe la palabra baca… Pues sí, procede del francés bâche, y este del galo bascanda; aunque inicialmente era el 'sitio en la parte superior de las diligencias y demás coches del camino, donde se colocan equipajes y otros efectos, que se resguardan con una cubierta', hoy se aplica a todo 'artefacto en forma de parrilla que se coloca en el techo de los automóviles para llevar bultos'. Su sinónimo es portaequipaje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre los remanentes de las lenguas bantúes, traídas a Cuba por esclavos africanos, se encuentran palabras de uso común por parte de toda nuestra población como bemba 'labios gruesos', bilongo 'brujería', macuto 'bulto', sandunga 'picardía', así como muchas otras, cuyo uso se encuentra más localizado en las áreas centrales del territorio nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muchos critican el uso de abreviaturas «inventadas» en mensajes a través de celulares o correos electrónicos. En ambos reducir (texto, tiempo de conexión…) puede ser una necesidad. Lo que si me parece imperdonable es que el Festival de Teatro se haya  anunciado como Ktorce Festival. ¿Dónde quedó el respeto por el idioma? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El sustantivo azar, del árabe hispano azzahr, y este del árabe, «dado», significa 'casualidad, caso fortuito', 'desgracia imprevista'. La locución o frase adverbial  al azar quiere decir 'sin rumbo ni orden'. Su parónimo azahar, también del árabe hispánico azzahár, y este del árabe clásico zahr, «flores», da nombre a la flor blanca, y por antonomasia, la del naranjo, limonero y cidro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprovecho para precisar que antonomasia, del latín antonomasĭa, y este del griego, se refiere a la figura que consisteen poner el nombre apelativo por el propio, o el propio por el apelativo; por ejemplo, Nerón, por un hombre cruel; Apóstol, por José Martí. La frase adverbial por antonomasia denota que a una persona o cosa le conviene el nombre apelativo con que se la designa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, cuando el artículo la va inmediatamente antes de un sustantivo femenino que comienza por a tónica, aquel se sustituye por la forma el, de modo que se dice: el águila, el agua, el alma. En concordancia con esta norma, la Fundacióndel Español Urgente recomienda, en lo que a las siglas se refiere, tener muy en cuenta la sílaba tónica del primer sustantivo del nombre abreviado en la sigla. Por eso, debe decirse la ALBA (Alternativa Bolivariana para las Américas), porque el sustantivo femenino alternativa no comienza con vocal tónica —la sílaba tónica es ti—;sin embargo, se dice el ALCA (Área de Libre Comercio de las Américas), porque área sí comienza con a tónica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8913613275532906074?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8913613275532906074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8913613275532906074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8913613275532906074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8913613275532906074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/el-espanol-nuestro.html' title='EL ESPAÑOL NUESTRO...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-iT5D__uKlng/Twwih_jfJPI/AAAAAAAADbE/FHCPm1mn4es/s72-c/Cervantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5773255779337104550</id><published>2012-01-10T02:28:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T02:28:12.949-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9e7ZDKC8GUY/TwwSl0A4iPI/AAAAAAAADa4/XO1BaGMlUQs/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-9e7ZDKC8GUY/TwwSl0A4iPI/AAAAAAAADa4/XO1BaGMlUQs/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;tachar de y tildar de siempre tienen carácter negativo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las construcciones tachar de y tildar de se emplean para 'atribuir a alguien o a algo una característica o cualidad negativa', no una característica positiva o neutra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por lo tanto, son inapropiadas frases como las siguientes: «Duran i Lledia tacha de excelente el nuevo gobierno de Rajoy»; «El democristiano ha tildado al nuevo gabinete de "mucho mejor" que los anteriores ejecutivos», pues ni excelente ni mucho mejor tienen una connotación negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estos errores se habrían evitado empleando otro verbo más apropiado, como calificar o considerar: «Duran califica de excelente el nuevo gobierno de Rajoy»; «El democristiano considera al nuevo gabinete "mucho mejor" que los anteriores ejecutivos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por otra parte, aquello de lo que se tilda o tacha a alguien o algo viene introducido por la preposición de, y no se considera apropiado emplear, en estos casos, la preposición como. Lo adecuado, por tanto, es decir «lo tachó (tildó) de cobarde», y no «lo tachó (tildó) como cobarde».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5773255779337104550?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5773255779337104550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5773255779337104550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5773255779337104550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5773255779337104550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_10.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-9e7ZDKC8GUY/TwwSl0A4iPI/AAAAAAAADa4/XO1BaGMlUQs/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6217554514314938254</id><published>2012-01-09T02:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T02:41:00.263-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LVNS9WAdOjA/TwrEJrrd_2I/AAAAAAAADas/pwnrUjK-Gxo/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-LVNS9WAdOjA/TwrEJrrd_2I/AAAAAAAADas/pwnrUjK-Gxo/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;sumun, nueva forma recomendada para súmmum&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumun, escrito en redonda y de plural invariable (los sumun), es la adaptación recomendada por la última Ortografía académica para el latinismo summum, que significa 'el colmo, lo sumo'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los medios de comunicación aparecen diversas formas de escribir esta voz latina: «El summum se produce cuando las fans se tatúan tu logo en su piel»; «Una edificación que oscila entre la ingeniería del reciclaje y el súmmum del feísmo».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En todos estos casos lo más apropiado habría sido escribir sumun.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6217554514314938254?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6217554514314938254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6217554514314938254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6217554514314938254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6217554514314938254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_09.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LVNS9WAdOjA/TwrEJrrd_2I/AAAAAAAADas/pwnrUjK-Gxo/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8826475190054006512</id><published>2012-01-06T02:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T02:45:20.414-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xcGxWsncixI/TwbQmBw8iZI/AAAAAAAADag/Wodgy9qeQYE/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-xcGxWsncixI/TwbQmBw8iZI/AAAAAAAADag/Wodgy9qeQYE/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;se explosiona una bomba y no se explota&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando se hace explotar una bomba lo adecuado es decir que se explosiona y no que se explota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El verbo explotar utilizado con su significado de 'hacer explosión' no es apropiado en frases como las siguientes, tomadas de los medios de comunicación: «Especialistas del ejército colombiano explotan una bomba colocada por las FARC»; «Los artificieros de la Guardia Civil explotaron un proyectil en el Club de Campo».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así, pues, las bombas explotan (o estallan) solas, mediante los mecanismo instalados para ello; pero si hay alguien que las hace explotar lo indicado es utilizar el verbo explosionar o la construcción hacer explotar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, en los ejemplos anteriores lo adecuado hubiera sido decir: «Especialistas del ejército colombiano explosionan una bomba colocada por las FARC»; «Los artificieros de la Guardia Civil explosionaron un proyectil en el Club de Campo».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8826475190054006512?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8826475190054006512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8826475190054006512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8826475190054006512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8826475190054006512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_06.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xcGxWsncixI/TwbQmBw8iZI/AAAAAAAADag/Wodgy9qeQYE/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4526625009494419633</id><published>2012-01-05T10:27:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T10:27:41.830-08:00</updated><title type='text'>2011: EL AÑO DEL TRADUCTOR</title><content type='html'>&lt;br /&gt;28 diciembre 2011&lt;br /&gt;THE OBSERVER&lt;br /&gt;LONDRES&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SOiQCTGs4l8/TwXq_p_O_YI/AAAAAAAADaU/3RHDREVqGiM/s1600/Babel-books-A.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="147" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-SOiQCTGs4l8/TwXq_p_O_YI/AAAAAAAADaU/3RHDREVqGiM/s320/Babel-books-A.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Torre de Babel", de la artista argentina Marta Minujin, con miles de libros en idiomas de todo el mundo, en la plaza de San Martín de Buenos Aires (Argentina), en mayo de 2011&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Con el éxito mundial de Stieg Larsson y de Haruki Murakami, la traducción no había conocido un boom similar desde hace más de una generación. Pero ¿se alcanzará algún día el Santo Grial de la traducción que guarde una fidelidad perfecta con el original?&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Robert McCrum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nos dice en el capítulo 11 del Génesis que "Tenía entonces toda la tierra un solo lenguaje y unas mismas palabras". Tras el diluvio del arca de Noé, los supervivientes decidieron celebrar su afortunada ventura de una manera tradicional: con una arquitectura triunfal. "Edifiquémonos una ciudad y una torre, cuya cúspide llegue al cielo", así es como recoge la Biblia tal aspiración. "Hagámonos un nombre" dijeron los descendientes de Noé, "por si fueremos esparcidos sobre la faz de toda la tierra".&lt;br /&gt;Mala suerte. Según el Viejo Testamento, la voluntad de la humanidad de unirse con un propósito común no es del gusto del Todopoderoso. Así que la idea de que hombres y mujeres pudieran ser como dioses fracasó y el proyecto condenado a no tener éxito se llamó Babel. Tal y como reza la versión de la Biblia del rey Jacobo, "allí confundió Jehová el lenguaje de toda la tierra". Y para dar buena cuenta de ello, diseminó a los pueblos que hablaban distintos idiomas por todo el planeta.&lt;br /&gt;A principios del siglo XXI, el mundo sigue siendo un mosaico de más de 5.000 lenguas distintas y en liza. Pero para aquellos que todavía sueñan con la implantación de un idioma universal, en pocas ocasiones la perspectiva ha sido tan propicia: 2011 ha sido un año excepcional para el arte de la traducción. ¿Podría realmente reconstruirse la torre de Babel?&lt;br /&gt;Los terrícolas hablamos una sola lengua&lt;br /&gt;Numerosos eruditos de la lengua ahora aceptan la innovadora percepción del filósofo Noam Chomsky de que, pese a los léxicos mutuamente ininteligibles, "los terrícolas hablamos una sola lengua" . Una apreciación que para Chomsky sería evidente para un marciano que viniese de visita. Por esa o por otra gran variedad de motivos, quizá nunca hayamos estado tan cerca de hacernos inteligibles.&lt;br /&gt;A través del impacto de los medios de comunicación globales, ahora existe más que nunca un mercado para la literatura traducida, en la que la lengua predeterminada sería el inglés británico o el estadounidense. Muchas de esas versiones guardan el mismo parecido con el original como el de una alfombra persa y su revés, aunque eso no parece mermar su atractivo para el lector.&lt;br /&gt;Últimamente en Estados Unidos el apetito despertado hacia la "ficción extranjera" – la trilogía Millennium de Stieg Larsson o 1Q84 de Haruki Murakami– ha favorecido una tendencia que inspira que nuevos lectores se interesen por superestrellas de la literatura internacional como Umberto Eco, Roberto Bolaño y Péter Nádas. Quizás haya que remontarse a la década de los ochenta, cuando las novelas de Milan Kundera, Gabriel García Márquez y Mario Vargas Llosa se convirtieron en bestsellers internacionales, para encontrar una comparación al empuje recibido para introducir la ficción traducida en el mercado literario.&lt;br /&gt;Los traductores son estrellas del rock&lt;br /&gt;Nuevas ediciones [en inglés] de Guerra y Paz de Tolstoi, de Madame Bovary de Flaubert y de En busca del tiempo perdido de Proust han convertido a los traductores con exceso de trabajo – y una raza tímida- en centro de atención mediática. David Bellos, cuyo nuevo libro, Is That A Fish In Your Ear? Translation and the Meaning of Everything [¿Es eso un pez en tu oreja? Traducción y significado de todo, todavía no disponible en español] se publicó en otoño, señala que en Japón, por ejemplo, "los traductores son como estrellas de rock" con su propio libro sobre cotilleo de famosos, The Lives of the Translators 101 [Las vidas de los traductores 101, no publicado en castellano].&lt;br /&gt;Este repentino interés del público global hacia la ficción hubiese sido impensable si no fuese cierto que, según el British Council y respaldado por muchas otras fuentes dignas de crédito, alrededor de la mitad de la población mundial – 3.500 millones de personas – supiesen o tuviesen algún conocimiento de "algunas nociones de inglés". Y por primera vez en la historia de la humanidad, es posible que una lengua se transmita y se comprenda prácticamente en cualquier punto del planeta.&lt;br /&gt;Este fenómeno lingüístico sin precedentes está respaldado por el formidable poder de los medios de comunicación globales. Lindsey Hilsum, la editora internacional de Channel 4 News, informa sobre cómo al preguntar el significado sobre un grafiti en árabe pintado sobre un muro en Tripoli, le dieron una traducción que era una divertida incongruencia debido a un guiño de referencias culturales: "Gaddafi, eres el rival más débil. Adiós"[del conocido programa-concurso de televisión].&lt;br /&gt; Como era de esperar, y ante estos amplios horizontes, Google está a la vanguardia de lo que se está convirtiendo en una revolución de la traducción, tanto por su alcance como por la técnica que se emplea. La solución de Google para un problema intrínsecamente humano es crear un ordenador que se acerque al Santo Grial de la inteligencia artificial y que pueda traducir el "lenguaje natural".&lt;br /&gt;Google Translate emplea inmensos archivos de documentos ya traducidos y los combina con la probabilidad para dilucidar el significado más cercano, basándose en el contexto. Para que así sea, Google Translate se aprovecha de una base de datos con trillones de palabras, extraídas del corpus de documentación de Naciones Unidas, de las novelas de Harry Potter, de noticias de prensa y de memorandos empresariales.&lt;br /&gt;La lengua universal dependerá de la traducción perfecta&lt;br /&gt;El sueño de una lengua universal depende al final de la traducción perfecta. Dejando a un lado las lecciones aprendidas de Babel, la historia de la Biblia ofrece por sí misma otros cuentos con moraleja, en concreto este año – el cuarto centenario de esa gran catedral del lenguaje, la Biblia del rey Jacobo. Este evento sirve a la vez para celebrarlo y para plantearse si puede existir un ideal o una versión final de una obra semejante. ¿No está cada nueva versión marcada por el propio contexto cultural en el que el traductor trabaja?&lt;br /&gt; El destino que han corrido las sucesivas traducciones de la Biblia al inglés ilustran el problema de traducir textos de interpretación de manera intemporal en una lengua que está siempre en constante cambio. Los fieles de la Biblia del rey Jacobo, una traducción hecha en tiempo de Shakespeare, se horripilan ante algunas traducciones adaptadas a los tiempos modernos que juzgan absurdas. La New English Bible [Nueva Biblia Inglesa], por ejemplo, reemplaza "lobos con piel de cordero” por algo que se asemeja más al estilo de los Monty Python: "hombres vestidos como ovejas".&lt;br /&gt;Así que a pesar del boom que ha supuesto este año para la traducción y de la proliferación de adelantos técnicos para entendernos mejor los unos a los otros, siempre se nos remite a los eternos juegos de lenguaje de Wittgenstein. De hecho, con numerosas lenguas a lo largo y ancho del mundo, Google Translate todavía tendrá que solucionar versiones locales del acertijo de Fráncfort. No se trata de una recóndita cruz lingüística alemana, sino de la respuesta a una simple pregunta. ¿Cómo se traduce "hot dog" – como comida rápida o como un cachorrito?&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4526625009494419633?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4526625009494419633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4526625009494419633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4526625009494419633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4526625009494419633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/2011-el-ano-del-traductor.html' title='2011: EL AÑO DEL TRADUCTOR'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SOiQCTGs4l8/TwXq_p_O_YI/AAAAAAAADaU/3RHDREVqGiM/s72-c/Babel-books-A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7501846075791818395</id><published>2012-01-05T04:34:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T04:34:00.747-08:00</updated><title type='text'>POESIA DE JOAQUIN SABINA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wx1gFtE7-8o/TwWYfpxyt9I/AAAAAAAADaI/LzuQd_Pm-Lk/s1600/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="213" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-wx1gFtE7-8o/TwWYfpxyt9I/AAAAAAAADaI/LzuQd_Pm-Lk/s320/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INVENTARIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las cosas que me dices cuando callas&lt;br /&gt;los pájaros que anidan en tus manos&lt;br /&gt;el hueco de tu cuerpo entre las sábanas&lt;br /&gt;el tiempo que pasamos insultándonos.&lt;br /&gt;El miedo a la vejez y a los almanaques&lt;br /&gt;lo taxis que corrían despavoridos&lt;br /&gt;la dignidad perdida en cualquier parte&lt;br /&gt;el violinista loco, los abrigos.&lt;br /&gt;Las lunas que he besado yo en tus ojos&lt;br /&gt;el denso olor a semen desbordado&lt;br /&gt;la historia que se mofa de nosotros&lt;br /&gt;las bragas que olvidaste en el armario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El espacio que ocupas en mi alma&lt;br /&gt;la muñeca salvada del incendio&lt;br /&gt;la locura acechando agazapada.&lt;br /&gt;La batalla diaria entre dos cuerpos&lt;br /&gt;mi habitación con su cartel de toros&lt;br /&gt;el llanto en las esquinas del olvido&lt;br /&gt;las cenizas que quedan, los despojos&lt;br /&gt;del hijo que jamás hemos tenido.&lt;br /&gt;El tiempo del dolor, los agujeros&lt;br /&gt;el gato que maullaba en el tejado&lt;br /&gt;el pasado ladrando como un perro&lt;br /&gt;el exilio, la dicha, los retratos.&lt;br /&gt;La lluvia, el desamparo, los discursos&lt;br /&gt;los papeles que nunca nos unieron&lt;br /&gt;la redención que busco entre tus muslos&lt;br /&gt;tu nombre en la cubierta del cuaderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu modo de abrigarme el corazón&lt;br /&gt;la celda que ocupaste en una cárcel&lt;br /&gt;mi barca a la deriva, mi canción&lt;br /&gt;el bramido del viento entre los árboles.&lt;br /&gt;El silencio que eximes como un muro&lt;br /&gt;tantas cosas hermosas que se han muerto&lt;br /&gt;el tiránico imperio del absurdo&lt;br /&gt;los oscuros desvanes del deseo.&lt;br /&gt;El padre que murió cuando eras niña&lt;br /&gt;el beso que se pudre en nuestros labios&lt;br /&gt;la cal de las paredes, la desidia&lt;br /&gt;la playa que habitaban los gusanos.&lt;br /&gt;El naufragio de tantas certidumbres&lt;br /&gt;el derrumbe de dioses y de mitos&lt;br /&gt;la oscuridad en torno como un túnel&lt;br /&gt;la cama navegando en el vacío.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El desmoronamiento de la casa&lt;br /&gt;el sexo rescatándonos del débil&lt;br /&gt;el grito que horadó la madrugada&lt;br /&gt;el amor como un rito en torno al juego.&lt;br /&gt;El insomnio, la ausencia, las colillas&lt;br /&gt;el arduo aprendizaje del respeto&lt;br /&gt;las heridas que ya ni Dios nos quita&lt;br /&gt;la mierda que arrastramos sin remedio.&lt;br /&gt;Todo lo que nos dieron y quitaron&lt;br /&gt;los años transcurridos tan deprisa&lt;br /&gt;el pan que compartimos, las caricias&lt;br /&gt;el peso que llevamos en las manos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7501846075791818395?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7501846075791818395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7501846075791818395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7501846075791818395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7501846075791818395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/poesia-de-joaquin-sabina.html' title='POESIA DE JOAQUIN SABINA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wx1gFtE7-8o/TwWYfpxyt9I/AAAAAAAADaI/LzuQd_Pm-Lk/s72-c/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2556787883297534337</id><published>2012-01-05T02:46:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T02:46:38.811-08:00</updated><title type='text'>Umberto Eco: los 80 años del hombre de la rosa</title><content type='html'>&lt;a href="http://clar.in/3pi7#.TwV_gy5FrtI.blogger"&gt;Umberto Eco: los 80 años del hombre de la rosa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2556787883297534337?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://clar.in/3pi7#.TwV_gy5FrtI.blogger' title='Umberto Eco: los 80 años del hombre de la rosa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2556787883297534337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2556787883297534337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2556787883297534337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2556787883297534337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/umberto-eco-los-80-anos-del-hombre-de.html' title='Umberto Eco: los 80 años del hombre de la rosa'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1434318053243859611</id><published>2012-01-05T01:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T01:43:07.240-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NG0ThambVmM/TwVwmYTKwtI/AAAAAAAADZ8/-XqSGHHzcHw/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-NG0ThambVmM/TwVwmYTKwtI/AAAAAAAADZ8/-XqSGHHzcHw/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;caucus es inavariable en plural: los caucus, no los caucuses&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La palabra caucus, que se emplea en el proceso de elección de candidatos a los comicios presidenciales de los Estados Unidos, es invariable en plural (caucus, no caucuses) y se escribe en redonda, esto es, sin cursiva ni comillas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, es común encontrar en las noticias sobre este proceso de elección de candidatos frases en las que el término aparece escrito entre comillas («Ocho votos dan la victoria a Romney en los “caucus” republicanos») o con el plural caucuses («Mitt Romney ganó los primeros caucuses presidenciales republicanos»).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Su plural es invariable (caucus), pues en español la norma para formar el plural de los extranjerismos que acaban en -s dicta que solo son variables cuando son palabras agudas o monosílabas, como en el caso del término vals (plural: valses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesar de ser un extranjerismo, el empleo de caucus está muy asentado, y por eso en los diccionarios más recientes de uso del español se recomienda que se escriba en redonda, no en cursiva ni entre comillas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1434318053243859611?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1434318053243859611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1434318053243859611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1434318053243859611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1434318053243859611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_05.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NG0ThambVmM/TwVwmYTKwtI/AAAAAAAADZ8/-XqSGHHzcHw/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-469288182729834635</id><published>2012-01-04T01:51:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T01:51:14.640-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_-lY6nD9SoU/TwQg9sfQp1I/AAAAAAAADZw/zzdB1lT2DDE/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-_-lY6nD9SoU/TwQg9sfQp1I/AAAAAAAADZw/zzdB1lT2DDE/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;apología a favor de es una construcción redundante&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La construcción apología en favor de algo o de alguien es redundante, pues en la idea misma de apología está incluido el que sea siempre a favor de alguien o de algo, tal y como se define en el Diccionario académico: 'Discurso de palabra o por escrito, en defensa o alabanza de alguien o algo'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así en frases como: «Esas declaraciones se consideraron como una apología a favor de la corrupción de los periodistas»; «Los acusan de hacer una descarada apología a favor del Gobierno de Chávez»., lo adecuado, por tanto, hubiera sido:  «Esas declaraciones se consideraron como una apología de la corrupción de los periodistas»; «Los acusan de hacer una descarada apología del Gobierno de Chávez». &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-469288182729834635?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/469288182729834635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=469288182729834635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/469288182729834635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/469288182729834635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_04.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_-lY6nD9SoU/TwQg9sfQp1I/AAAAAAAADZw/zzdB1lT2DDE/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5428852749409078663</id><published>2012-01-03T01:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-03T01:43:35.655-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BuMrENSZgrQ/TwLNndI974I/AAAAAAAADZk/vlCydScEA-c/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-BuMrENSZgrQ/TwLNndI974I/AAAAAAAADZk/vlCydScEA-c/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;el verbo hollar se conjuga como contar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El verbo hollar ('Pisar, dejando señal de la pisada'; 'Comprimir algo con los pies'; 'Abatir, humillar, despreciar') se conjuga como contar, por lo que lo apropiado es decir «huella la cima», en lugar de «holla la cima».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se trata, sin embargo, de una regla que no siempre se tiene en cuenta en algunos medios: «Jordan Romero holla las siete cimas más altas con 15 años», «La escaladora holla el K2 y completa los 14 ochomiles sin oxígeno».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La o del verbo hollar se mantiene en los mismos casos en que se mantiene la de contar (contamos, contaba, contado..., hollamos, hollaba, hollado), y se emplea el diptongo ue en los mismos casos en que se utiliza en contar (cuento, cuentas, cuenta..., huello, huellas, huella...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, en los dos ejemplos mencionados lo apropiado habría sido emplear huella, no holla: «Jordan Romero huella las siete cimas más altas...», «La escaladora huella el K2...».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5428852749409078663?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5428852749409078663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5428852749409078663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5428852749409078663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5428852749409078663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda_03.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BuMrENSZgrQ/TwLNndI974I/AAAAAAAADZk/vlCydScEA-c/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6703187850078074225</id><published>2012-01-02T04:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T04:07:25.630-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9ZBd94YpcwI/TwGd4ZMeM9I/AAAAAAAADZY/weAMOW4ao8U/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-9ZBd94YpcwI/TwGd4ZMeM9I/AAAAAAAADZY/weAMOW4ao8U/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;decrecimiento, no decrecimiento negativo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;02/01/2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La expresión decrecimiento negativo resulta inadecuada para referirse al decrecimiento, por ejemplo, económico, y se recomienda usar, en su lugar, simplemente decrecimiento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En sentido estricto, decrecimiento negativo significaría crecimiento, por lo que en frases como «Para los siguientes trimestres se prevé una desaceleración pero no un decrecimiento negativo», «En el periodo citado la economía registró un decrecimiento negativo del 0,2 %», «El área audiovisual del grupo, tras meses de decrecimiento negativo, comienza a ofrecer buenos resultados» lo apropiado hubiera sido hablar de decrecimiento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En lugar de decrecimiento puede hablarse asimismo de crecimiento negativo, que es correcto pero más propio de ámbitos técnicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6703187850078074225?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6703187850078074225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6703187850078074225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6703187850078074225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6703187850078074225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/fundeu-recomienda.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9ZBd94YpcwI/TwGd4ZMeM9I/AAAAAAAADZY/weAMOW4ao8U/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4794159882996263134</id><published>2012-01-02T02:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T02:33:05.254-08:00</updated><title type='text'>EL IDIOMA EN INTERNET</title><content type='html'>&lt;b&gt;Internet saca lo mejor del idioma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Los malos textos se ven más porque aflora escritura que antes permanecía en privado&lt;br /&gt;La ortografía es una carta de presentación&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lahuL6Ij3as/TwGHwA7GDeI/AAAAAAAADZM/BGuQOOx4SYY/s1600/Ortografia-2.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="212" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-lahuL6Ij3as/TwGHwA7GDeI/AAAAAAAADZM/BGuQOOx4SYY/s320/Ortografia-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;PABLO LINDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los foros de discusión de Internet hay un dicho: “Si te quedas sin argumentos, métete con su ortografía”. Aunque es en realidad una burla hacia quienes no son capaces de razonar contra el fondo de una polémica y solo pueden arremeter contra la forma, en esta frase también subyace otra realidad: las redes sociales han convertido a la expresión escrita en la primera carta de presentación de una persona; la buena ortografía, al pasar del ámbito privado al público, es un rasgo de prestigio social y de credibilidad.&lt;br /&gt;El empresario de Internet Charles Ducombe hizo un análisis de una web en el que descubrió que con una mala ortografía las ventas podían caer hasta un 50%. “Es porque, cuando se vende o se comunica en Internet, el 99% del tiempo se usa la palabra escrita”, según declaró a la BBC. Uno de los factores que evalúa a la hora de contratar personal para sus páginas web es la buena ortografía, que redundará en la credibilidad del sitio.&lt;br /&gt;Y como las empresas, las personas a través de Facebook, Twitter o los foros también tienen en la escritura a una importante y cada vez más potente fuente de comunicación que hace que la buena ortografía sea crucial para ganar respeto en una comunidad virtual.&lt;br /&gt;Según un estudio, las faltas pueden hacer perder a una web el 50% de las ventas&lt;br /&gt;“En este proceso en el que la escritura se convierte en pública, adquiere un valor diferenciador. Si leemos una opinión bien escrita, otra mal escrita y en ningún caso conocemos al autor, lo normal es hacerle más caso a la primera. Mucha gente es consciente de esto y hace el esfuerzo en mejorar”, explica Álvaro Peláez, de la Fundación del Español Urgente(Fundéu). Entre otras labores en esta institución, se encarga de llevar la cuenta de Twitter, que puso en marcha hace poco más de un año. Hoy tiene más de 75.000 seguidores y una frenética actividad en la que contesta hasta medio centenar de dudas diarias sobre el lenguaje.&lt;br /&gt;Muchos de los que se acercan a ellos son profesionales que usan el castellano en su trabajo, como periodistas, editores o traductores. Pero otros son personas que simplemente quieren resolver sus inquietudes y escribir mejor. “Es frecuente, cuando le resolvemos la duda a algún usuario, que nos cuenten que han perdido una cena por una apuesta que tenían con un amigo, o que la han ganado”, cuenta Álvaro Peláez.&lt;br /&gt;Sería ingenuo pensar que Internet es una isla de buena escritura. No hace falta más que navegar durante unos minutos para encontrar verdaderas agresiones al idioma. En la Red se acuñó hace años el apelativo hoygan para denominar a aquellos que irrumpían en foros con una ortografía lamentable al tiempo que una considerable escasez de modales. El palabro viene de la frecuencia en la que se leían frases como: “Hoygan [en lugar de oigan], necesito alluda urjente con un problema en mi ordenador”.&lt;br /&gt;Algunos símbolos de la Red, como la almohadilla, ya han llegado al papel&lt;br /&gt;Los hoygan no son más que personas que no escribían bien fuera de Internet y tampoco lo van a hacer dentro. Igual que la falta de respeto que muestran en la Red suele ser el reflejo del que tienen fuera de ella. “Hay quien piensa que Internet acaba con la buena ortografía. No es cierto, es que a los que antes escribían mal, ahora se les ve más. Tú no hablas de la misma forma en una cena con amigos, con tu pareja en un ambiente más informal o en un artículo para un periódico. Hay contextos. En la Red sucede igual. No es lo mismo escribir en Facebook para los amigos, que en un correo electrónico que va dirigido a una persona en concreto, que en Twitter, que está a la luz de todo el que lo quiera leer. La gente suele adaptarse a estos contextos”, asegura Peláez.&lt;br /&gt;Pone un ejemplo Ricardo Galli, cofundador de Menéame, un agregador de noticias donde se generan numerosos debates de actualidad en el que las incorrecciones están muy mal vistas: “Mi hija de 14 años escribe mal en foros y con nosotros escribe bien. O sea, que las reglas las sabe. Sin embargo, en determinados entornos, si lo hace correctamente se siente excluida”.&lt;br /&gt;Escribir mal entre los chavales es parte del juego de inclusión, es cosa de adolescentes que están por Tuenti y Facebook”. Esa misma capacidad de adaptación la ve en Menéame, cuyos usuarios son exigentes con la ortografía: “Hay algunos que me han confesado que han tenido que empezar a escribir mejor para ganarse el respeto de la comunidad, que es severa a ese respecto desde que nació en un grupo de correos de gente universitaria que le daba bastante importancia. Pero Internet es neutral, cada uno se expresa bien o mal en función de cómo sepa hacerlo y de los modelos que siga. Si estás en un grupo abierto en el que prima la corrección, tenderás a imitarlo; si es cerrado y la costumbre es escribir mal, lo normal es hacer lo mismo”, explica Galli, quien cree que, pese a todo, en la Red ha aflorado una realidad: “Hay mucha gente que escribe mal”.&lt;br /&gt;Los mensajes cortos obligan a mejorar la expresividad&lt;br /&gt;Galli pone un ejemplo que le sorprendió: la periodista Ana Pastor, directora de Los desayunos de TVE. “Se enmendó, pero cuando empezó en Twitter escribía fatal y yo me preguntaba cómo una comunicadora con miles de seguidores hacía eso”.&lt;br /&gt;El caso de Pastor fue el de adaptación al medio. Ella misma cuenta que cuando llegó a la red social de los mensajes breves escribía igual que en los SMS. “Tenía la manía de acortar con la letra ka, y en Internet hacía lo mismo. Unos cuantos me dieron caña, pero lo que realmente me hizo cambiar fue que unos usuarios ciegos me dijeron que en sus lectores no se entendían bien las palabras escritas con las kas. Desde entonces decidí cambiar, aunque alguna vez se me escape alguna. Me parece bien que la gente sea exigente con los periodistas. Cuando escribo mis cosas lo hago como me parece, pero en una red social entiendo que hay que esforzarse”, cuenta.&lt;br /&gt;Estos procesos y la adaptación al propio medio son naturales, según Darío Villanueva, secretario de la Real Academia Española (RAE): “No creo que las nuevas tecnologías vayan a producir una hecatombe. El uso de la lengua va ligado al intelecto de los seres humanos, y porque haya nuevas prácticas no va a acabar. En estos nuevos medios, el que escribe generalmente lo hace para alguien; no solo puedes escribir más ágilmente sino que puedes hacerlo llegar más rápido a mucha más gente. Antes mandabas una carta a Buenos Aires y tardaba un mes en llegar. Hoy haces tuit y miles de personas pueden leerlo en el mundo entero. En la escritura electrónica hay también posturas de distinción, quien entiende que tiene que cuidar mucho cómo dice las cosas para que sean más eficaces porque enseguida va a leerlo mucha gente. Si hay un problema no es de la Red, sino de la educación. Quien tiene que enseñar ortografía no es Google, es la enseñanza”.&lt;br /&gt;“Quien debe enseñar ortografía es la escuela, no Google”, dicen en la Real Academia Española&lt;br /&gt;Esta misma idea la desarrolla Ariel Torres, editor del diario La Nación, en un artículo recogido en la webmanualdeestilo.com: “Si un chico comete faltas de ortografía atroces es porque no aprendió las reglas cuando debía aprenderlas, sea por negligencia o por una educación rudimentaria. Al acusar a las nuevas tecnologías de las faltas de ortografía no hacemos sino deshacernos de una responsabilidad que nos concierne como adultos. Somos nosotros los que creamos las condiciones para que los chicos no aprendan ortografía. Podemos echarle la culpa hasta mañana a Internet y los SMS. Es lo mismo. La responsabilidad es formar a los chicos, no de los chips”.&lt;br /&gt;Su conclusión es que la escritura en Internet goza de muy buena salud y hace una distinción entre las faltas de ortografía y “las exóticas abreviaturas del chat, los SMS y Twitter”. “La falta de ortografía es ignorancia. En cambio, el texto expeditivo, abreviado y condensado del chat, los SMS y Twitter es la escritura aplicada exactamente como se debe”, añade.&lt;br /&gt;Twitter, con su inmediatez y sus características peculiares, es uno de los fenómenos que está condicionando el lenguaje en la Red. La longitud de los mensajes que se pueden enviar, de 140 caracteres, está dando pie a acortar palabras, pero también a buscar las precisas, a ser ingenioso y evitar la verbosidad excesiva.&lt;br /&gt;Cada contexto requiere una forma de expresión y los usuarios se adaptan&lt;br /&gt;Villanueva explica que los manuscritos medievales estaban llenos de abreviaturas porque el papiro era muy caro y hacer un libro llevaba mucho tiempo y el idioma evolucionó con ellas sin destruirse. Además, ve en Twitter ventajas: “Hay una búsqueda del ingenio. Se dice con pocas palabras algo que ilumina una realidad y no necesariamente cargándose la ortografía. El uso del lenguaje competente es más eficaz que el incompetente. Si usas frases hechas o con muletillas, no aportas nada. Sucede como con la poesía, que dice lo que sabemos con combinaciones nuevas”.&lt;br /&gt;Esta misma línea mantiene Mario Tascón, autor del libro Twittergrafía. Abunda en la idea de que las abreviaturas siempre han formado parte de las distintas tecnologías que han acompañado al idioma. “Estaba la taquigrafía, antes la imprenta. La letra eñe procede de una abreviatura que servía para comprimir los renglones de los materiales impresos. Además, encuentras otras que están directamente relacionadas con el funcionamiento de la aplicación: si quieres que la gente entienda que haces un retuit, pones RT, el agolpamiento de palabras es necesario para que funcione un hashtag [una etiqueta]”. Además, en suTwittergrafía cuenta cómo nuevos métodos que cualquier usuario tiene al alcance de su teclado pueden añadir expresividad. Va desde los emoticonos que ya son universales, como la sonrisa expresada con dos puntos y el cierre del paréntesis, :), a un corazón, “que todo el mundo entiende”, o a otros más barrocos. Se pueden hacer verdaderas virguerías usando combinaciones.&lt;br /&gt;Algunos de estos símbolos han llegado al papel impreso. Cada vez es más frecuente encontrar la almohadilla (#) en un periódico. También ha llegado a la literatura. Agustín Fernández Mallo usa algunos símbolos en su libro Nocilla dream, lo que puede hacer pensar que más que acabar con los buenos usos de la lengua escrita la Red puede llegar a enriquecerla.&lt;br /&gt;La periodista Pastor admite que mejoró su expresión en atención a los ciegos&lt;br /&gt;Al fin y al cabo, Internet no es más que una nueva tecnología en la que la escritura cambia como lo ha hecho a lo largo de la historia: piedra, papiro, imprenta y, ahora, bits. Los apocalípticos siempre han fallado hasta el momento.&lt;br /&gt;Darío Villanueva recuerda que uno de los primeros agoreros fue Sócrates, que en un texto de Platón aseguraba que la escritura alfabética era “un mal absoluto”. “También McLuhan cuando publicaGalaxia Gutenberg vaticinaba el fin del libro”, añade. Ni la escritura trajo males ni, de momento, ha llegado el fin del libro ni Internet se está cargando la escritura pese a las barbaridades que se ven en ocasiones en la pantalla del ordenador. Todo es más simple que eso. O más difícil: como dijo en una entrevista García Márquez, “lo primero para escribir bien en Internet es escribir bien”.&lt;br /&gt;Consejos para escribir en Internet&lt;br /&gt;El manual de estilo para nuevos medios, en fase de preparación, pretende mejorar el lenguaje en la red. Hoy se puede consultar algo así como un borrador gigante en la web www.manualdeestilo.com. Mario Tascón, director del proyecto, da algunos consejos para escribir en Internet:&lt;br /&gt;-Hay que tener en cuenta que la escritura es pública.&lt;br /&gt;-Internet se ha convertido en un diálogo, es recomendable ser cortés.&lt;br /&gt;-En la medida de lo posible, los textos han de ser breves, el tiempo de los demás es sagrado.&lt;br /&gt;-El idioma es muy rico. Hay muchísimas palabras, hay que buscar las mejores, las que tienen más precisión, lo que, además, ayuda a la brevedad.&lt;br /&gt;-La escritura es global. No todos los hispanohablantes escribimos de la misma manera. Hay que ser respetuoso con palabras que se usan en otros lugares de habla hispana. Nuestros interlocutores no siempre son de nuestro país y puede haber equívocos.&lt;br /&gt;-Hay que saber cambiar de canal. No es lo mismo un correo electrónico, que Twitter que un Wiki, donde escribe mucha gente.&lt;br /&gt;-Las mayúsculas son como un grito.&lt;br /&gt;-Se recomienda evitar en lo posible escritos consonánticos, es decir, quitar las vocales de una palabra para abreviar. Si el acrónimo o la abreviatura pueden tener problemas, los consonánticos más. Suelen llevar a confusión.&lt;br /&gt;-Hay que usar el diccionario y las abreviaturas normalizadas. El castellano es rico en ellas.&lt;br /&gt;-En los hiperenlaces hay que ser preciso para ayudar a la gente a saber dónde se dirigen, que no van al vacío del ciberespacio.&lt;br /&gt;-Los enlaces tienen que estar diferenciados tipográficamente para que el lector los advierta. De lo contrario, pasan desapercibidos.&lt;br /&gt;-Hay que ser consciente de que lo que se escribe lo tienen que leer las máquinas. No es que la gente deba escribir para Google, pero hay que tenerlo en cuenta.&lt;br /&gt;-Hay que tener mucho cuidado con la escritura de direcciones web o correos porque un fallo las inutiliza. Hay que tener en cuenta que aquí no se siguen las normas ortográficas o de mayúsculas y minúsculas.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4794159882996263134?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4794159882996263134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4794159882996263134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4794159882996263134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4794159882996263134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2012/01/el-idioma-en-internet.html' title='EL IDIOMA EN INTERNET'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lahuL6Ij3as/TwGHwA7GDeI/AAAAAAAADZM/BGuQOOx4SYY/s72-c/Ortografia-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3661092474393636283</id><published>2011-12-30T01:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T01:52:00.258-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_vjUb6poHmc/Tv2JrXGTdBI/AAAAAAAADZA/YNh2ryTQM3U/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-_vjUb6poHmc/Tv2JrXGTdBI/AAAAAAAADZA/YNh2ryTQM3U/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;estreno mejor que premier y première&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término estreno, para referirse a una película o espectáculo que se presenta al público por primera vez, se prefiere a la forma premier, adaptada del francés première, tal y como señala el Diccionario panhispánico de dudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así en las frases: «Angelina Jolie lució resplandeciente durante la première  de su última película» o «En Manhattan fue la première del filme Hugo de Martin Scorsese» hubiera sido más adecuado emplear la palabra estreno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Del mismo modo, si se trata de una presentación privada y anterior al estreno, el término recomendable es el español preestreno, en lugar de la expresión francesa avant première.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3661092474393636283?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3661092474393636283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3661092474393636283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3661092474393636283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3661092474393636283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_30.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-_vjUb6poHmc/Tv2JrXGTdBI/AAAAAAAADZA/YNh2ryTQM3U/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6442923781119897701</id><published>2011-12-30T01:29:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T01:29:42.084-08:00</updated><title type='text'>GRAMÁTICA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AlwJAvvZio0/Tv2EP547S_I/AAAAAAAADY0/N1AmSO7nE6E/s1600/idioma%2Bmanchego.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-AlwJAvvZio0/Tv2EP547S_I/AAAAAAAADY0/N1AmSO7nE6E/s320/idioma%2Bmanchego.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LA LENGUA EN SALSA: CON NOMBRES PROPIOS ES OBLIGATORIA LA PREPOSICIÓN&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Han contratado a María&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con la A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROXIMIDAD AFECTIVA. Los nombres de animales se usan con preposición o sin ella en función de la mayor o menor proximidad afectiva existente entre el hablante y el animal: Suelta al caballo para que corra (mayor proximidad afectiva), frente a Suelta el caballo para que corra (menor proximidad afectiva). Por ello, es bastante frecuente el uso de la preposición con los nombres que designan animales domésticos, mientras que los que designan animales no domésticos normalmente no admiten la preposición.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CON LA A ACENTUADA. Existen sustantivos que comienzan por la a acentuada y van precedidos por el artículo el, y que al pluralizarlos se convierten en las. Ej. el águila, las águilas; el agua, las aguas; el aula, las aulas, el ama de casa, las amas de casa; el área, las áreas; el arte, las artes; el hacha, las hachas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CÓMO DECIR MEJOR LAS SIGUIENTES ORACIONES USANDO LA A: Como existen muchas dudas, he aquí algunas informaciones importantes: Se usa la a, ante nombres comunes de personas precedidos de un determinante indefinido, cuando son complemento directo de verbos que significan búsqueda, preferencia o necesidad, como buscar, necesitar, querer (desear), etc.: Busco un camarero o Busco a un camarero. En estos casos, la ausencia de la preposición a implica que el complemento es inconcreto o inespecífico (es decir, alude a un individuo cualquiera dentro de la clase de personas designada por el nombre), mientras que el uso de la preposición implica que el complemento se refiere a una persona determinada de entre las de su clase, individualizada en la mente del hablante: Busco un camarero significa 'busco a cualquier persona que pueda trabajar como camarero' (y en este caso la oración de relativo, si la hubiere, llevaría el verbo en subjuntivo: Busco un camarero que sepa hablar inglés); por el contrario, Busco a un camarero significa 'busco a un camarero concreto, que ya conozco' (y en este caso la oración de relativo, si la hubiere, llevaría el verbo en indicativo: Busco a un camarero que sabe hablar inglés). Con nombres propios es obligatoria la preposición: han contratado a María; trajo a Juan, etc. Cuando se refiere a un país o ciudad se omite la a: En sus vacaciones visitó París. Visitaremos Barquisimeto y Maracay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CÓMO DECIR LAS SIGUIENTES ORACIONES UTILIZANDO EL LENGUAJE CULTO: 1. No los debes venir a ver. 2. No te vayas a perder estos capítulos. 3. Lo voy a aprender. 4. Le acabo de hacer una pregunta. 5. No sé por qué me quiso engañar. 6. Me tengo que bañar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOLUCIONES. 1. No debes venir a verlos. 2. No vayas a perderte estos capítulos. 3. Voy a aprenderlo. 4. Acabo de hacerle una pregunta. 5. No sé por qué quiso engañarme. 6. Tengo que bañarme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECIRES. Ella es una metiche. Seguir las instrucciones al pelo. Él vive a pata ´e mingo de mi casa. Haz bien y no mires a quien; haz mal y no mires a cual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HUMOR. Le dice un campesino a un amigo: Primo, ¿sabes qué es el lenguaje? El amigo: El lenguaje es la vaina que uno se echa después del champú. Ya está. ¡Feliz Año 2012!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 30/12/2011&lt;br /&gt;Pablo Ramos Méndez&lt;br /&gt;www.eluniversal.com&lt;br /&gt;Jueves, 29 de diciembre del 2011&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6442923781119897701?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6442923781119897701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6442923781119897701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6442923781119897701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6442923781119897701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/gramatica.html' title='GRAMÁTICA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AlwJAvvZio0/Tv2EP547S_I/AAAAAAAADY0/N1AmSO7nE6E/s72-c/idioma%2Bmanchego.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7704925688246423651</id><published>2011-12-29T03:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-29T03:30:13.404-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-r3ErAj7aWa0/TvxPNtBsLOI/AAAAAAAADYc/4XpceAZOqZE/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-r3ErAj7aWa0/TvxPNtBsLOI/AAAAAAAADYc/4XpceAZOqZE/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;la mayor parte del dinero, no la mayoría del dinero&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término mayoría, cuando significa 'mayor parte de un conjunto de personas o cosas', se emplea con sustantivos en plural («la mayoría de los trenes») o con nombres colectivos («la mayoría de la gente, de la población, del coro...»).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el resto de los casos se emplea en su lugar la mayor parte, como indica el Diccionario panhispánico de dudas: «la mayor parte del dinero», «la mayor parte del día»...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, habría sido más apropiado que en frases como «Los ciudadanos de Cabañas entregaron la mayoría del dinero que les correspondía» o «El detenido pasó la mayoría del día sentado en una mesa», se hubiese escrito: «Los ciudadanos de Cabañas entregaron la mayor parte del dinero que les correspondía» o «El detenido pasó la mayor parte del día sentado en una mesa».&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7704925688246423651?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7704925688246423651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7704925688246423651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7704925688246423651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7704925688246423651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_29.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-r3ErAj7aWa0/TvxPNtBsLOI/AAAAAAAADYc/4XpceAZOqZE/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2170111616109215698</id><published>2011-12-29T02:36:00.000-08:00</published><updated>2011-12-29T02:36:43.343-08:00</updated><title type='text'>TRADUCCIÓN</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ohkDWw-Kh6M/TvxClDvIlyI/AAAAAAAADYQ/b9YRRF5ZVzs/s1600/Libro.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="130" width="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-ohkDWw-Kh6M/TvxClDvIlyI/AAAAAAAADYQ/b9YRRF5ZVzs/s320/Libro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;El trabajo de los traductores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;HANNELORE BENZ (Profesora y traductora) - Málaga - 29/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En un documentado y denso artículo publicado recientemente con el título de La tarea del traductor, su autor, Miguel Morey, catedrático de Filosofía, defiende que una buena traducción no significa únicamente una transferencia de información y conocimiento. Ha de ahondar más y aspirar a convertir el texto traducido como recipiendario del pulso que late secretamente en el lenguaje original como complemento necesario del desarrollo de su plenitud. Su elevado lenguaje, propio de un excelente filósofo, insiste en que el vínculo de una traducción con su original debe basarse, más allá de las homologías formales, en el presentimiento común de un lenguaje puro con fuerza para nombrar, conocer y crear. Como la lectura de autores extranjeros forma parte de nuestro bagaje cultural diario, parece oportuno dar una fórmula más sencilla para las versiones en otras lenguas: deben hacerse, a nuestro juicio, como si el propio autor la hubiera escrito también en la lengua de destino. De modo que el traductor, el intermediario entre nuestra lectura y el creador de la obra, ha de esmerarse por penetrar en la personalidad de este último. Si hablamos de Hemingway, por ejemplo, aquellos que cogen sus obras para llevarlas a otros idiomas deben convertirse un poco en Hemingway y pensar como la hubiera escrito él mismo en el idioma de destino. Es la mejor manera de aproximar a los lectores a los originales. Sin olvidar que una obra traducida por diversos traductores presentará diferencias de texto, no esenciales, pero sí de matices, Esto se aprecia bien teniendo a la vista dos o tres de las traducciones de El viejo y el mar, entre otras muchas.&lt;br /&gt;Y esto sin mencionar los diversos tipos de traducción que existen.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2170111616109215698?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2170111616109215698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2170111616109215698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2170111616109215698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2170111616109215698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/traduccion.html' title='TRADUCCIÓN'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ohkDWw-Kh6M/TvxClDvIlyI/AAAAAAAADYQ/b9YRRF5ZVzs/s72-c/Libro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6603624821355284987</id><published>2011-12-28T05:17:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T05:17:57.711-08:00</updated><title type='text'>GOBERNANZA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4pYI0hYLzGw/TvsWdwwRPFI/AAAAAAAADYE/kJGUjXsGX9E/s1600/Dom%2BQuixote.bmp" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="94" width="97" src="http://2.bp.blogspot.com/-4pYI0hYLzGw/TvsWdwwRPFI/AAAAAAAADYE/kJGUjXsGX9E/s320/Dom%2BQuixote.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LA 'GOBERNANZA' EN SU LABERINTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término político de moda, asimilado del inglés governance, significa lo mismo que gobierno o gobernabilidad, según los filólogos&lt;br /&gt;Gobierno, gobernación, gobernabilidad y gobernanza son sinónimos de uso indistinto, coinciden los filólogos, los catedráticos de Literatura y la Real Academia Española (RAE). «A la acción de gobernar un pueblo (o una nave, o una economía o una casa) puedo llamarla gobernanza, gobierno, gobernación o gobernabilidad, como me venga en gana», escribió en un artículo publicado en LA NUEVA ESPAÑA el pasado abril Francisco García Pérez, catedrático de Lengua y Literatura y colaborador habitual de este periódico.&lt;br /&gt;Quien busque la voz gobernanza en el Diccionario se encontrará dos acepciones. Por un lado, la más clásica, 'acción o efecto de gobernar'. Sin más. Por otro, 'arte o manera de gobernar que se propone como objetivo el logro de un desarrollo económico, social e institucional duradero, promoviendo un sano equilibrio entre el Estado, la sociedad civil y el mercado de la economía'. Para García Pérez, como también para otros expertos, esta última definición resulta de «perogrullo», dado que no habría partido político, ejecutivo o ideología que no aspirase a disponer de ese desarrollo económico, social e institucional duradero del que habla la RAE.&lt;br /&gt;Por lo demás, gobernanza es una palabra que, y tal y como señala este catedrático en el citado artículo, estaba considerada como anticuada en la edición del Diccionario de 1992. Sin embargo, de la mano del inglés, es ahora usada con cierta asiduidad en la jerga política, en pleno proceso de crisis y de globalización. Se trataría de la particular adaptación al español del término inglés governance, que vendría a ser algo así como «la eficacia, la calidad y la buena orientación de la política», definición que comparte el tufo a perogrullo que detecta Pérez en la segunda acepción de la RAE. Por si fuera poco, no falta quien trata de definir la gobernanza como el 'proceso de toma de decisiones y el proceso por el que las decisiones son implementadas, o no'. Para rizar el rizo, también hay quien habla de gobernanza como de 'nuevo tipo de gobernación'.&lt;br /&gt;Se trata de un uso del lenguaje que Aurelio Arteta, catedrático de Filosofía Moral y Política, criticaba con gracia en un artículo en el diario El País acerca de lo que denomina la prosa «archisílaba» o «requetesilábica». «¿Ande o no ande, caballo grande?, pues valga o no valga, palabra larga. La consigna es llenarse literalmente la boca. Ante el temor a empequeñecer, nos encampanamos en nuestros vocablos y acabamos la mar de satisfechos en la grandilocuencia», señala Aurelio Arteta.&lt;br /&gt;Publicado 28/12/2011&lt;br /&gt;José A. Ordóñez&lt;br /&gt;www.lne.es&lt;br /&gt;Miércoles, 28 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6603624821355284987?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6603624821355284987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6603624821355284987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6603624821355284987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6603624821355284987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/gobernanza.html' title='GOBERNANZA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4pYI0hYLzGw/TvsWdwwRPFI/AAAAAAAADYE/kJGUjXsGX9E/s72-c/Dom%2BQuixote.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7328293963892673230</id><published>2011-12-28T05:13:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T05:13:32.250-08:00</updated><title type='text'>Errar es humano...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XZzEyAsVuM4/TvsVhNRaADI/AAAAAAAADX4/7UW5cZgknoU/s1600/notinocentes.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="180" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-XZzEyAsVuM4/TvsVhNRaADI/AAAAAAAADX4/7UW5cZgknoU/s320/notinocentes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;COSECHA DE LOS INOCENTES&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los errores de imprenta persisten a pesar de la tecnología y provocan risas y hasta algún conflicto que otro.&lt;br /&gt;EL Diccionario de la Real Academia (DRAE) define a la errata como la 'equivocación material cometida en lo impreso o manuscrito', cosa similar al error al que concede más acepciones y explica que es el 'concepto equivocado o juicio falso', la 'acción desacertada o equivocada' y la 'cosa hecha erradamente', que va sin hache de herradura.&lt;br /&gt;El caso es que una y otro son género que se da con abundancia, y los papeles, lo que decimos el periódico mayormente, son fuente abundante e inagotable que un día como el de hoy, con la más santa inocencia, parece oportuno e idóneo dejar que mane libremente.&lt;br /&gt;Hace más de tres siglos largos que Baltasar Gracián (1601-1668) dejó escrito aquello tan cierto de que «la confianza es la madre del descuido», y la errata (a mayor gloria y sonrisa, cuando no carcajada) sigue viva y bien viva, y no hay avance tecnológico que pueda con ella. Los medios se han modernizado (¿mejorado?) de forma notable, pero no ha nacido quien pueda impedir que con ocasión de una información de urgencia transmitida por telefonía móvil surjan problemas de cubertería (cobertura) que la hagan casi inaudible para quien la recibe, quizás porque encima es de tensión baja y proclive a las toponimias (lipotimias) y luego pasa que, una vez impresa, la jodienda (con perdón) no tiene enmienda y por poder hasta puede surgir un conflicto sin rectificación que valga.&lt;br /&gt;Así, se ve circular una furgoneta que en letras bien gordas y visibles indica pertenecer a determinada Fábrica de jamones, rotulación comercial ante la que cabe preguntarse ¿de qué los hacen, de madera o de metal? O la severa y póstuma (o viceversa) esquela donde consta la identidad de la fallecida (la única que no protesta) y se dice que se llamaba Purificación, y debajo y entre paréntesis (Doña Puta), la abreviatura cariñosa y familiar con la que la conocían los más allegados, sin R y con T consecuencia de írsele el dedo al (o a la) teclista, con el consiguiente escojone del personal y el comprensible enfado y pleito de sus deudos.&lt;br /&gt;La errata es inasequible al desaliento (puede verse en los recortes, mínima parte de los que circulan) y, para terror de la comunidad educativa, a Secundaria y Primaria te añade Orimaria que debe ser enseñanza propia de quienes todavía se hacen pis, la tormenta de uranio que provoca daños cerebrales en el hígado, intestinos y otros, el bebé de 21 años que cae de un segundo piso, el anuncio de Cristina y sus 120 pechos que parecen demasiado relax, o la nota aclaratoria de que un sucio era un socio, en realidad.&lt;br /&gt;Y ya que hoy, 28 de diciembre, se celebra la festividad de los Santos Inocentes y es día tradicionalmente de bromas y chanzas, ahí queda para la posteridad la ratificación fotográfica del buen humor y el ingenio que distinguen a los habitantes de Sunbilla (demostración anual en sus carnavales, último fin de semana de enero) indicando (y explicando) la dirección de la vía de servicio, con su rollo de papel y todo. Y en bilingüe.&lt;br /&gt;Publicado 28/12/2011&lt;br /&gt;Lander Santamaria&lt;br /&gt;www.diariodenavarra.com&lt;br /&gt;Miércoles, 28 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7328293963892673230?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7328293963892673230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7328293963892673230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7328293963892673230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7328293963892673230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/errar-es-humano.html' title='Errar es humano...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XZzEyAsVuM4/TvsVhNRaADI/AAAAAAAADX4/7UW5cZgknoU/s72-c/notinocentes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3632820924863137400</id><published>2011-12-28T02:35:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T02:35:46.856-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3ZItPCSd8QQ/Tvrw9-Tt3uI/AAAAAAAADXs/Fajj1BmRRwE/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-3ZItPCSd8QQ/Tvrw9-Tt3uI/AAAAAAAADXs/Fajj1BmRRwE/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;antirrecesión se escribe en una palabra, no anti recesión ni anti-recesión&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término antirrecesión se escribe en una palabra, y no separado (anti recesión) ni con guion (anti-recesión) ya que, de acuerdo con la Ortografía de la Lengua Española, los prefijos se unen a la palabra a la que acompañan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En este caso, además, dado que el primer elemento termina con una vocal y el segundo empieza con erre, es necesario duplicar la erre para mantener su sonido fuerte: antirrecesión y no antirecesión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De este modo, en frases como «Las primeras medidas anti recesión de Rajoy», «Se habla de un equipo anti recesión» o «Llega la fórmula anti-recesión», lo adecuado hubiera sido escribir «Las primeras medidas antirrecesión de Rajoy», «Se habla de un equipo antirrecesión» o «Llega la fórmula antirrecesión».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3632820924863137400?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3632820924863137400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3632820924863137400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3632820924863137400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3632820924863137400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/recomendacion-del-dia-antirrecesion-se.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3ZItPCSd8QQ/Tvrw9-Tt3uI/AAAAAAAADXs/Fajj1BmRRwE/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1665888414003839595</id><published>2011-12-27T07:37:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T07:37:05.084-08:00</updated><title type='text'>NUEVAS PALABRAS DE 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Yfkr40vbo2g/Tvnl0OsbdJI/AAAAAAAADXg/E5rtW33HlQQ/s1600/diccionario.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="247" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Yfkr40vbo2g/Tvnl0OsbdJI/AAAAAAAADXg/E5rtW33HlQQ/s320/diccionario.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;20 PALABRAS QUE LLEGARON EN 2011: INDIGNADOS, TABLET, PIQUETÓN, BELIEVERS, WASAPEAR , IT GIRL...&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La crisis, el ‘boom’de las redes sociales o el noviazgo de Shakira y Piqué han inspirado a lo largo del año nuevos términos y acepciones que ya forman parte de nuestras conversaciones cotidianas.&lt;br /&gt;En los últimos doce meses España se llenó de ‘indignados’ y de comunity managers; la crisis nos hizo hablar a menudo de la prima de riesgo y wasapeamos lo que al principio parecía un wakarumor. Estas son varias de las 20 palabras y acepciones que se introdujeron a lo largo del 2011 en nuestro vocabulario. Algunas son de nueva creación; otras han pasado de ser prácticamente desconocidas a resultarnos familiares.&lt;br /&gt;1 Believers. La fiebre por el ídolo adolescente Justin Bieber dio a luz a un colectivo cuyos miembros se autodenominan believers (en español creyentes y cuya pronunciación evoca al apellido del artista). Son fans dispuestos a esperar largas colas por un autógrafo del cantante canadiense.&lt;br /&gt;2 Community manager. Ha sido el perfil profesional de moda. Su cometido consiste en gestionar la imagen y presencia de una empresa en las redes sociales. Pese a su popularidad, los nuevos puestos de social media manager y de record manager, similares pero con más atribuciones, amenazan con suplantarlo en breve.&lt;br /&gt;3 Crowdfunding. Basado en microdonaciones, este modelo de financiación colectiva se ha revelado como un instrumento eficaz para costear proyectos artísticos y ecnológicos en plena crisis. En primavera, Riot Cinema logró rodar El Cosmonauta y Jero Romero grabó su primer CD en solitario tras apelar al bolsillo de sus fans.&lt;br /&gt;4 E-coli. Su nombre de pila es Escherichia coli y hace referencia a una bacteria intestinal. Una de sus cepas más peligrosas provocó entre mayo y junio en Europa una veintena de muertos, miles de afectados, la crisis del pepino y las desavenencias con el Gobierno alemán, empeñado en señalar a las verduras españolas como el origen de la infección.&lt;br /&gt; 5 Hacktivista. Trabaja en la clandestinidad del ciberespacio. Allí utiliza armas legales e ilegales –desde bloqueos de páginas web a robos de información– para protestar y defender una opinión o ideología política. Actúa en grupo y sus movimientos están considerados como una forma constructiva de desobediencia civil.&lt;br /&gt; 6 Hembrismo. El término se coló hace unos años en los foros de Internet, pero es ahora cuando su uso se ha normalizado para definir la actitud sexista de aquellas mujeres que se consideran superiores a los varones, denominadas despectivamente feminazis.&lt;br /&gt;7 Indignados. El 15 de mayo una marea humana espontánea anegó las ciudades españolas para expresar de forma pacífica su hartazgo ante una clase política alejada de los ciudadanos, el bipartidismo y un modelo económico injusto. Su espíritu caló y se extendió a otros países. El nombre de sus miembros está inspirado en la obra ¡Indignaos! de Stéphane Hessel, que invita a un alzamiento contra la indiferencia.&lt;br /&gt;8 It Girl. Es joven, atractiva, moderna y creadora de tendencias. Los chicos la desean y las chicas quieren ser como ella. Si Kate Moss fue la it girl de los noventa, Paris Hilton fue la de la década siguiente. Las del futuro serán, según los expertos, Suri Cruise y Willow Smith.&lt;br /&gt;9 Merkozy. Así es como los medios han bautizado a ese matrimonio de conveniencia política formado por la canciller alemana, Angela Merkel, y el presidente francés, Nicolas Sarkozy. «Cada uno tiene su historia, sus heridas, sus instituciones (...), pero Alemania y Francia han elegido la convivencia», explicaba hace unas semanas el mandatario galo.&lt;br /&gt;10 Mini-job. Consiste en un modo de contratación laboral a tiempo parcial que ya funciona en Alemania y que contempla un sueldo por lo general por debajo de los 400 euros al mes. Para unos, es la pócima que devolverá la productividad al mercado; para otros, un atentado contra los derechos del trabajador.&lt;br /&gt;11 Neutrinos. Nunca esas partículas subatómicas habían acaparado tantos titulares como en el último semestre deL 2011. Los resultados del experimento Opera indicaron que habían viajado a una velocidad superior a la de la luz, algo que la física había considerado hasta ahora imposible y que pone en duda la Teoría de la Relatividad de Einstein.&lt;br /&gt;12 Papa-flauta. Algunos descreídos y detractores de la Iglesia católica bautizaron burlonamente de esta manera a los jóvenes que participaron en verano en la Jornada Mundial de la Juventud en Madrid, presidida por el Papa. De esta manera trataban de establecer un paralelismo entre los acampados del 15-M, tachados de perroflautas, y estos chicos que habían salido a la calle a manifestar sus ideas con chiringuitos en las aceras.&lt;br /&gt; 13 Piquetón . La revista Cuore, célebre por sus juegos de palabras y sus ‘aarg!’, se refirió de esta manera al miembro viril supuestamente ‘emocionado’ del jugador Gerard Piqué, fotografiado mientras esperaba a Shakira en un aeropuerto. El término fue  trending topic después de que la publicación asegurara que la imagen no había sido retocada con Photoshop.&lt;br /&gt;14 Primavera árabe. Curiosamente comenzó a finales de otoño, cuando un joven tunecino se suicidó harto de una vida sin expectativas. Aquello dio lugar a una serie de revueltas que exigían cambios políticos y más libertades. Poco a poco se extendieron a otros países árabes. En algunos han culminado con elecciones.&lt;br /&gt;15 Prima de riesgo. Cae, se resiente, sube y alcanza máximos históricos. O bien cede y se relaja. El parámetro cuyas oscilaciones traen de cabeza a los gobiernos europeos es, además de un obstáculo para la recuperación económica, el índice que marca el riesgo al comprar deuda de un país.&lt;br /&gt;16 Start up. Empresa joven, emprendedora y relacionada con la innovación. Le gusta participar en premios y ferias como Ficod o Innova. Peer-Transfer, creada por un ingeniero valenciano, fue declarada la mejor start up del mundo.&lt;br /&gt;17 Tableta o tablet. Es uno de los gadgets más codiciados del mercado. Más potente que el smartphone y más ligero que un ordenador, la tableta combina características de uno y otro. Su pantalla táctil de entre 7 y 10 pulgadas permite, entre otras funciones, leer libros, editar fotos y vídeos, escribir textos y navegar.&lt;br /&gt;18 Trending topics. Han adquirido tanta importancia que fundamentan noticias e inspiran conversaciones. Son los diez temas más repetidos en la red social Twitter, una especie de radiografía de lo que habla la gente en cada momento.&lt;br /&gt;19 Wakaromance. La relación entre Gerard Piqué y Shakira fue, primero, un wakarumor, según indicó la propia interesada haciendo un juego de palabras con el título de una de sus canciones. Pero luego se revelaría como un vibrante wakaromance que ha dejado besos apasionados en las gradas y en las páginas del papel cuché.&lt;br /&gt;20 Wasapear.  Es la acción de utilizar el WhatsApp, la aplicación más valorada por los usuarios de smartphones: un servicio de mensajería móvil multiplataforma que, por su facilidad de uso y su coste incluido en la tarifa de datos habitual, amenaza el reinado de los SMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUENTE: FUNDÉU - Publicado 27/12/2011-  Clara Hernández 20 Minutos - Viernes, 23 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1665888414003839595?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1665888414003839595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1665888414003839595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1665888414003839595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1665888414003839595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/nuevas-palabras-de-2011.html' title='NUEVAS PALABRAS DE 2011'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Yfkr40vbo2g/Tvnl0OsbdJI/AAAAAAAADXg/E5rtW33HlQQ/s72-c/diccionario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3717839922894250865</id><published>2011-12-27T02:59:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T02:59:31.873-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Pd89fVv7emw/TvmlBn-mvII/AAAAAAAADXU/VALUTpSmSrY/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-Pd89fVv7emw/TvmlBn-mvII/AAAAAAAADXU/VALUTpSmSrY/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;los términos partidario y partidista tienen distintos significados&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partidario es el que sigue a un partido, también a una idea, persona o movimiento y no tiene carácter peyorativo, mientras que partidista es aquel que antepone los intereses de su partido a los generales, tal y como indican los principales diccionarios normativos y de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así en frases como «Demostró con esas declaraciones su carácter partidista», lo que se quiere decir es que existe una adhesión total al partido que impide la imparcialidad. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es conveniente recordar que cuando una persona pertenece a un partido se dice que es militante ya que el partidario no tiene por qué pertenecer a un partido y, según indica el Diccionario panhispánico de dudas, en América es común el uso de partidista con el significado de ‘de(l) partido o de (los) partidos’: «El tema de la educación está sobrepasando al ámbito político partidista y gubernamental».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3717839922894250865?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3717839922894250865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3717839922894250865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3717839922894250865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3717839922894250865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/recomendacion-del-dia-los-terminos.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Pd89fVv7emw/TvmlBn-mvII/AAAAAAAADXU/VALUTpSmSrY/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3178479594184728529</id><published>2011-12-26T04:01:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T04:01:41.756-08:00</updated><title type='text'>LA TAREA DEL TRADUCTOR</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rAMqqR4j6u0/TvhhXvxMxrI/AAAAAAAADXI/ub4mJxxKf6o/s1600/Traducci%25C3%25B3n.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="160" width="160" src="http://1.bp.blogspot.com/-rAMqqR4j6u0/TvhhXvxMxrI/AAAAAAAADXI/ub4mJxxKf6o/s320/Traducci%25C3%25B3n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Estamos ante un nuevo avatar de la leyenda de Babel. Esta vez la maldición no es la fragmentación del lenguaje puro en la dispersión de lenguas, sino la convergencia de todas en una neolengua única, artificial, instrumental&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuente: El País - MIGUEL MOREY 26/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuerda Walter Benjamin que fueron los cuentos infantiles que le leía su madre los que le descubrieron el misterioso poder del lenguaje, que fueron ellos los que le mostraron por vez primera, nos dice, la manifestación del poder que la narración y el arte tienen sobre el cuerpo. Y, prestando un poco de atención, no resulta difícil adivinar la huella de ese primer impacto a lo largo de sus escritos, a partir del temprano artículo Sobre el lenguaje en general y sobre el lenguaje de los hombres en particular (1916), por ejemplo. Benjamin entiende allí que existen tres niveles en el ser del lenguaje. En primer lugar, la lógica del verbo divino para la que crear, nombrar y conocer son lo mismo. Luego, el ser áfono de las cosas, que conservan la marca muda del nombre que las creó, pero vaciada de la sonoridad del poder creador. Y finalmente, el lenguaje del hombre, capaz de escuchar en el mutismo de la naturaleza el eco del nombre que presidió su creación, y capaz por tanto de convertir el lenguaje mudo de las cosas en lengua articulada, el poder de Adán, pero que no puede ser poder del habla sobre las cosas sin ser a la vez poder del lenguaje sobre el propio cuerpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;La traducción debe plasmar en la lengua de destino el pulso que late en el original&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hemos asistido a una veloz reducción del conocimiento a simple información&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muy probablemente, uno de los lugares en el que se manifiesta de modo más nítido la vigencia de su compromiso con aquel descubrimiento infantil sea en La tarea del traductor (1923), donde señala como finalidad primordial de toda traducción el que sea capaz de mantener con vida ese poder misterioso del lenguaje, más allá del cálculo de equivalencias o semejanzas entre el original y la versión en otra lengua. "¿Qué dice una obra literaria? ¿Qué comunica? Muy poco a aquel que la comprende. Su razón de ser fundamental no es la comunicación ni la afirmación. Y sin embargo la traducción que se propusiera desempeñar la función de intermediario solo podría transmitir una comunicación, es decir, algo que carece de importancia. Y este es en definitiva el signo característico de una mala traducción". Así como el lenguaje de los hombres es aquel capaz de traducir a palabra el nombre mudo de las cosas, eco del lenguaje primordial, el traductor tiene como objetivo por su parte plasmar en la lengua de destino el pulso que late secretamente en el original, y no tanto como parangón más o menos adecuado cuanto como complemento necesario, exigido por el original para acabar de llegar a ser todo lo que puede ser. Porque lo que vincula al original con su traducción no son tanto las homologías formales que pudieran establecerse entre ambos cuanto el presentimiento común de un lenguaje puro que fuera a la vez nombrar, conocer y crear, esa fuerza que Benjamin convocaba al rememorar sus cuentos infantiles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es en este sentido que Blanchot pudo decir que el traductor es un enemigo de Dios, en tanto que se empeña en remontar el castigo divino que llevó la confusión de las lenguas a Babel, impidiendo así que prosiguieran los hombres con la construcción de una ciudad capaz de asaltar el cielo. La astucia de Dios para someter a los insurrectos fue entonces fragmentar la lengua primordial en una multiplicidad de lenguajes heterogéneos. "Bajó Yavéh a ver la ciudad y la torre que habían edificado los humanos, y dijo Yavéh: He aquí que todos son un solo pueblo con un mismo lenguaje, y este es el comienzo de su obra. Ahora nada de cuanto se propongan será imposible. Ea, pues, bajemos, y una vez allí confundamos su lenguaje, y de modo que no entienda cada cual el de su prójimo. Y desde aquel punto los desperdigó Yavéh por toda la faz de la Tierra, y dejaron de edificar la ciudad". Visto así, el gesto del traductor tiene algo de titánico entonces, porque se trata de alguien que, encarándose a la maldición, se mueve entre los lenguajes desmembrados tratando de restituir lo que en ellos evoca el lenguaje seminal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A día de hoy, lo que nos cuenta Benjamin levanta ecos extraños, aunque sepamos que toda tarea de cultura no puede ser tal sin ser a la vez y ante todo tarea de traducción, sin manifestarse como transgresión de la condena veterotestamentaria y voluntad de edificar ciudad. Así fue en la Escuela de Traductores de Toledo o en villa Careggi, y titanes de esa estirpe fueron, entre los clásicos, Marsilio Ficino o Friedrich Schleiermacher, es sabido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incomprendido en su tiempo, con el paso de los años el pensamiento de Benjamin ha ido adquiriendo una presencia cada vez más esclarecedora, hasta el punto de que cuando nos calzamos una mirada como la que acaba de desplegar y encaramos así nuestro presente el resultado viene a ser moralmente muy revelador. Ninguna de las catástrofes que venteaba entonces ha desaparecido hoy, comenzando por el fascismo o la guerra, y en cambio las esperanzas que él concedía a la barbarie naciente parecen haberse esfumado. La estetización de lo político, de todo lo público, considerada por Benjamin uno de los rasgos definitorios del fascismo, nos invade ahora por entero, y la nueva barbarie que está naciendo es hija tan solo de una brutalización deliberada, consciente, de las condiciones de existencia moral. En pocos años hemos asistido a una velocísima reducción del conocimiento a información, a su ruda imposición como tal. Hace cuatro días se nos dijo que éramos la sociedad de la información y la comunicación, hoy, sin que apenas nada haya cambiado, somos la sociedad del conocimiento. Bien, lo único que ha cambiado es la conversión del conocimiento a la contabilidad de la información y su consiguiente disponibilidad como mercancía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benjamin no habría podido dejar de ver ahí la huella del más cerrado nihilismo: afirmar que todo es información equivale a decir que lo que no es información es un ruido, no cuenta, es nada. Y sin embargo hoy todavía somos capaces de entender de qué nos habla cuando dice que lo propio de la verdad es ser imparafraseable. Sin necesidad ninguna de arroparnos en su imaginería teológica, todavía conservamos ese cierto sentido de la palabra justa que realmente nombra, y desde allí podemos entender también que subraye que lo que hay de esencial en una obra, su núcleo, es intraducible, es lo intraducible mismo. Aún hoy podemos comprenderlo, aunque sepamos que es esta una experiencia condenada a la extinción. Entonces, imaginemos, ¿con qué ojos habría mirado alguien como Benjamin, tan atento siempre a las modificaciones de la experiencia introducidas por los automatismos (desde la fotografía al mechero o el interruptor), qué habría pensado de los sistemas de traducción automática? ¿En qué se está tratando de convertir la experiencia de conocimiento, es que acaso es algo que ya no puede permitirse, es eso lo que habría pensado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No podemos saberlo, claro está. Pero es muy posible que hubiera entrevisto aquí un nuevo avatar de la leyenda de Babel, esta vez no como el castigo de un Dios celoso y rural, sino más bien como un automatismo ciego de la mercancía confiada a su propio norte. Pero entonces la maldición no consistiría en la fragmentación del lenguaje puro en una dispersión irreconciliable de lenguas, sino en la convergencia de todas en un lenguaje único, artificial, tan despojado de la posibilidad de albergar lo imparafraseable o lo intraducible como de ofrecer la palabra justa que realmente nombra, una neolengua meramente instrumental, algo como el basic english. Y es que, después de lo que acaba de escuchársele decir a Benjamin, el que algo como el basic english (y vale la pena recordar el acrónimo que lo establece como marca: British-American Scientific International Commercial English) trate de imponerse como medio de expresión obligatorio al que traducir todo conocimiento, es sin duda algo que da que pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuesta poco suponer que Benjamin hubiera visto aquí uno de esos detalles iluminadores en cuyo destello adivinar nuestro futuro como cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Morey es catedrático de Filosofía de la Universidad de Barcelona.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3178479594184728529?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3178479594184728529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3178479594184728529' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3178479594184728529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3178479594184728529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/la-tarea-del-traductor.html' title='LA TAREA DEL TRADUCTOR'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rAMqqR4j6u0/TvhhXvxMxrI/AAAAAAAADXI/ub4mJxxKf6o/s72-c/Traducci%25C3%25B3n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4000997118493216419</id><published>2011-12-26T03:06:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T03:06:43.175-08:00</updated><title type='text'>GRACIELA MELGAREJO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ed-kN9Aygdc/TvhVBUzX0HI/AAAAAAAADW8/dRf08ibq0us/s1600/Gabriela%2BMelgarejo.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="145" width="120" src="http://3.bp.blogspot.com/-ed-kN9Aygdc/TvhVBUzX0HI/AAAAAAAADW8/dRf08ibq0us/s320/Gabriela%2BMelgarejo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Algunas reflexiones, antes de fin de año&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Por Graciela Melgarejo | LA NACION&lt;br /&gt;Twitter: @gramelgar    |   &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Para un periodista, ¿cuál sería el mejor regalo de todos? Probablemente, para la mayoría, una buena información. Una de esas noticias que dan ganas de difundir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por eso, en esta columna, alegra mucho intercambiar información "virtual" con los lectores. José Carrasco envía el siguiente correo electrónico: "Me permito acercarle una dirección: http://www.acl.ac.cr/diccionario.php . Es la página de consultas de la Academia Costarricense de la Lengua; mediante el ingreso de un lema, responde con la definición del Diccionario de la RAE y, al mismo tiempo, nos da también una respuesta del Diccionario panhispánico de dudas, en caso de que esa palabra tenga entrada en el segundo diccionario. Es un buen y poderoso hallazgo cuando nos «hablan» los dos diccionarios al unísono". Agrega Carrasco: "Me permito recomendarle que introduzca la contracción «del» en el DPD . Las dos últimas líneas me han deparado una sorpresa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos la sugerencia del lector y comprobamos que toda la entrada es interesante. Por lo tanto, es una buena oportunidad para transcribirla y compartirla con espíritu festivo: " del. La preposición de , seguida del artículo el, se contrae en la forma del : He visto al hijo del vecino . Cuando el forma parte de un nombre propio y, por consiguiente, se escribe con mayúscula, no se realiza la contracción en la escritura, aunque sí suele hacerse en la lengua oral: Mi nuevo vecino es de El Paso [delpáso]. Tampoco se realiza la contracción si el artículo inicia el título de una obra: La lectura de El Aleph me fascinó . El artículo que antecede normalmente a los sobrenombres o apodos se escribe con minúscula y no forma parte del nombre propio; de ahí que se realice la contracción cuando va precedido de la preposición: Subastaron un cuadro del Greco (y no de El Greco ). Si en un enunciado coinciden dos secuencias consecutivas de la preposición y el artículo, se recomienda realizar la contracción solo en la segunda: «Tasan el valor de la mercadotecnia por encima de el del marco institucional» ( Excélsior [Méx.] 1.11.96)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta entrada muestra y demuestra que todas las palabras de nuestro idioma, hasta las aparentemente más sencillas y cotidianas, tienen sus normas de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Más información para compartir: la del e-mail de María Ester Capurro, "vocera" del Congreso de Correctores. Escribe Capurro: "Quería comentarle que está en marcha el segundo Congreso. Como se había anunciado, se realizará en México, a fines de noviembre de 2012, dentro de las actividades de la Feria del Libro de Guadalajara. Ya hay alguna información en la página web: www.congresocorrectores.org , y además se pueden leer en este sitio varias ponencias del congreso que se celebró aquí, como también el texto del Acuerdo de Buenos Aires y sus Conclusiones, por si alguno de sus lectores están interesados en consultarlas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y a propósito de los correctores y de la necesidad de que siga habiendo correctores en los medios de comunicación, esta columna comparte la dirección, en YouTube, de un video que se llama, justamente, "¿Qué es un corrector?" - http://www.youtube.com/watch?v=Z9fw0U4e4sM- , brillante idea de la Unión de Correctores (UniCo) de España, que de una manera afable y didáctica permite a estos profesionales que "velan por el idioma" manifestar de qué se trata, a su juicio, su trabajo. Para rescatar aquí, la opinión del profesor Raúl Avila, de México, que define a un corrector como alguien al que "nada le sea ajeno".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La última recomendación de este año: el sitio www.cosasdelalengua.es . Su director, Antonio Machín García, lo define así: "Frente a quienes abogan por un español neutro y uniforme, preferimos un idioma que conserve su riqueza de americanismos y españolismos, de giros y matices autóctonos, de riqueza y diversidad, en definitiva. Recuerdo un ejemplo de saludo en Costa Rica que nos llegó a través de la sección «Oído al Llegar»: «¡Pura vida!». ¿Puede haber algo más positivo y alegre?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© La Nacion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lineadirecta@lanacion.com.ar&lt;br /&gt;Twitter: @gramelgar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4000997118493216419?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4000997118493216419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4000997118493216419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4000997118493216419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4000997118493216419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/graciela-melgarejo.html' title='GRACIELA MELGAREJO'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ed-kN9Aygdc/TvhVBUzX0HI/AAAAAAAADW8/dRf08ibq0us/s72-c/Gabriela%2BMelgarejo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2815527817228699075</id><published>2011-12-26T02:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T02:16:43.373-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zudMTkyrPf8/TvhJe9wP3DI/AAAAAAAADWw/lezgLmMq_VY/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-zudMTkyrPf8/TvhJe9wP3DI/AAAAAAAADWw/lezgLmMq_VY/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;proclive significa ‘propenso’, no ‘apropiado’&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El adjetivo proclive, que se acompaña de la preposición a, significa ‘propenso o con inclinación a algo’, como cuando se dice de alguien que «es proclive a engordar» o que «es proclive a exagerar».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, resulta frecuente encontrarlo empleado con otros significados, como ‘adecuado’, ‘oportuno’, ‘apropiado’ o ‘frecuente’: «Es un momento proclive para comprar buenos valores», «El verano es la época más proclive para realizar ejercicio físico», «La etapa ciclista de hoy es proclive a los escaladores», «Estas temperaturas son más proclives en la sierra».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si se sustituye proclive por sus equivalentes propenso o inclinado, se advierte que esas frases no tienen sentido. Hubiera sido preferible decir, por ejemplo, «Es un momento oportuno para comprar buenos valores», «El verano es la época más adecuada para realizar ejercicio físico», «La etapa ciclista de hoy es apropiada para los escaladores», «Estas temperaturas son más frecuentes en la sierra».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además, aquello a lo que se propende va introducido por la preposición a, no por las preposiciones para o en: lo adecuado es decir «Se trata de un equipo proclive a jugar a la defensiva», no «proclive para jugar a la defensiva» ni «proclive en jugar a la defensiva».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2815527817228699075?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2815527817228699075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2815527817228699075' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2815527817228699075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2815527817228699075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/recomendacion-del-dia-proclive.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zudMTkyrPf8/TvhJe9wP3DI/AAAAAAAADWw/lezgLmMq_VY/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1249438805182406378</id><published>2011-12-23T04:26:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T04:26:06.420-08:00</updated><title type='text'>LA LENGUA EN SALSA...</title><content type='html'> ALGUACILA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Las cargas se enderezan en el camino, Descartes la cosa andará bien o mal&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sJA79P1Q5Jk/TvRzAC_quKI/AAAAAAAADWk/lRDA78u-WAM/s1600/Lingua%2BLatina" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="164" width="307" src="http://1.bp.blogspot.com/-sJA79P1Q5Jk/TvRzAC_quKI/AAAAAAAADWk/lRDA78u-WAM/s320/Lingua%2BLatina" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿CAUSIÓN O CAUCIÓN? La correcta es caución: prevención, precaución o cautela. En Derecho: 'garantía que presta una persona a otra para asegurar el cumplimiento de una obligación actual o eventual'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿TRASTOCAR O TRASTROCAR? Ambas correctas, como 'mudar el ser o estado de algo, dándole otro diferente del que tenía'. Es preferible usar la segunda y se conjuga como contar. De allí, trastrueque: 'acción y efecto de trastrocar'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;METICHE. ¿Sabía que esta palabra aparece registrada en el DRAE con el significado de 'entremetido'?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿GORDIFLÓN O GORDINFLÓN? Ambas son correctas. Dicho de una 'persona demasiado gruesa'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿EXILADO O EXILIADO? Ambas formas están registradas. Vienen de los verbos exilar y exiliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ENTREMETIDO ENTROMETIDO? Ambas aparecen registradas, pero la primera se usa en América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABSCESO. Fíjese en la s antes de la c. Es que no son pocos quienes la ignoran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ALGUACILA? No aparece registrada en el DRAE, pero sí en el Diccionario esencial, el más reciente de la Real Academia. He aquí lo que dice el Panhispánico: Alguacil: 'funcionario subalterno de un ayuntamiento o un juzgado'. Por su terminación, es común en cuanto al género (el /la alguacil). Existe, aunque se usa menos, el femenino específico alguacila, que en épocas pasadas designaba a la mujer del alguacil, pero que hoy designa también a la mujer que ocupa este cargo. Se desaconseja, por desusado, el femenino alguacilesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÁS SOBRE TÍTULOS. Los títulos, cargos y nombres de dignidad, como rey, papa, duque, presidente, etc., que normalmente se escriben con minúscula, pueden aparecer en determinados casos con mayúscula. Así, es frecuente, aunque no obligatorio, que estas palabras se escriban con mayúscula cuando se emplean referidas a una persona concreta, sin mención expresa de su nombre propio: El Rey inaugurará la nueva biblioteca; El Papa visitará la India en su próximo viaje. Por otra parte, por razones de respeto, los títulos de los miembros de la familia reinante en España suelen escribirse con mayúscula, aunque vayan seguidos del nombre propio de la persona que los posee, al igual que los tratamientos de don y doña a ellos referidos: el Rey Don Juan Carlos, el Príncipe Felipe, la Infanta Doña Cristina. También es costumbre particular de las leyes, decretos y documentos oficiales, por solemnidad, escribir con mayúsculas las palabras de este tipo: el Rey de España, el Jefe del Estado, el Presidente del Gobierno, el Secretario de Estado de Comercio. Por último, es frecuente que los cargos de cierta categoría se escriban con mayúscula en el encabezamiento de cartas dirigidas a las personas que los ocupan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÁS DECIRES. Deja de estar pasillaneando y ponte a trabajar. Él creía que había descubierto a América. Lo que soy yo, me largo. Ese es un metiche. No te vi, me echaste tierrita en los ojos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HUMOR. Un cliente va a un restaurante y el mesonero le pregunta: -Señor, ¿vino de la casa? Y el tipo le responde: -No, del trabajo. Otro: Tras un terremoto un amigo se encuentra con otro y le pregunta: -¿Sufrió mucho tu casa? Y el tipo le responde: No, se cayó inmediatamente. Ya está&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 23/12/2011&lt;br /&gt;Pablo Ramos Méndez&lt;br /&gt;www.eluniversal.com&lt;br /&gt;Jueves, 22 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1249438805182406378?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1249438805182406378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1249438805182406378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1249438805182406378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1249438805182406378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/la-lengua-en-salsa.html' title='LA LENGUA EN SALSA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sJA79P1Q5Jk/TvRzAC_quKI/AAAAAAAADWk/lRDA78u-WAM/s72-c/Lingua%2BLatina' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8723153202391621335</id><published>2011-12-23T01:43:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T01:43:33.036-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0KSgJT90o60/TvRNNlfSBKI/AAAAAAAADWY/ychzZ0HnR0k/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-0KSgJT90o60/TvRNNlfSBKI/AAAAAAAADWY/ychzZ0HnR0k/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;los nombres de las festividades se escriben con mayúscula &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navidad, Navidades, Nochebuena, Nochevieja, Año Nuevo y Reyes se escriben con mayúscula inicial, por tratarse de nombres propios de festividades, según indica la Ortografía académica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Asimismo esta obra indica que, aunque ambas son correctas, se prefieren las formas Nochebuena y Nochevieja a las separadas Noche Buena y Noche Vieja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por otro lado, términos como feliz, próspero, amor, paz, felicidad, que suelen verse con inicial mayúscula («El presidente del Gobierno deseó una Feliz Navidad a los periodistas») se escriben, al tratarse de nombres comunes, con minúscula inicial: «El presidente del Gobierno deseó una feliz Navidad a los periodistas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8723153202391621335?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8723153202391621335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8723153202391621335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8723153202391621335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8723153202391621335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_23.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0KSgJT90o60/TvRNNlfSBKI/AAAAAAAADWY/ychzZ0HnR0k/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2281236513564359131</id><published>2011-12-22T09:27:00.000-08:00</published><updated>2011-12-22T09:27:31.593-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2kybteUzM_s/TvNoarZ45UI/AAAAAAAADWM/Yts3No98Exk/s1600/Feliz%2BNatal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="187" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-2kybteUzM_s/TvNoarZ45UI/AAAAAAAADWM/Yts3No98Exk/s320/Feliz%2BNatal.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2281236513564359131?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2281236513564359131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2281236513564359131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2281236513564359131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2281236513564359131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/blog-post_6726.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2kybteUzM_s/TvNoarZ45UI/AAAAAAAADWM/Yts3No98Exk/s72-c/Feliz%2BNatal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-906554596431631044</id><published>2011-12-22T05:34:00.000-08:00</published><updated>2011-12-22T05:34:49.696-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1TUapQP_LKw/TvMx0xNjHNI/AAAAAAAADVo/wiIRlji5uJY/s1600/Dom%2BQuixote.bmp" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="94" width="97" src="http://4.bp.blogspot.com/-1TUapQP_LKw/TvMx0xNjHNI/AAAAAAAADVo/wiIRlji5uJY/s320/Dom%2BQuixote.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;M&lt;b&gt;agí Camps gana el Premio Delibes de Periodismo con un canto al idioma común&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El periodista catalán Magí Camps ha ganado hoy el XVI Premio Nacional de Periodismo Miguel Delibes por «El rosco de los americanismos», un artículo publicado en La Vanguardia que el jurado ha considerado un canto al idioma común de 400 millones de personas.&lt;br /&gt;Publicado en ese rotativo catalán el pasado 7 de febrero, el jurado ha valorado en su fallo unánime, firmado esta mañana, «el mensaje que transmite en pro de la integración lingüística entre pueblos, culturas y países que tienen el idioma español como vehículo común de comunicación y hermandad».&lt;br /&gt;Camps (Barcelona, 1961), licenciado en Periodismo y también en Filología Hispánica, es redactor jefe de edición y coordinador del Libro de Redacción y del equipo de correctores de estilo en La Vanguardia, en cuyo suplemento cultural analiza las novedades editoriales vinculadas a las lenguas española y catalana.&lt;br /&gt;El artículo galardonado arranca con una parodia de la letanía de preguntas con que el presentador del popular concurso televisivo Pasapalabra somete a los concursantes: «Con la letra a: verbo que en Costa Rica significa escuchar a alguien sin contradecirle, a pesar de no estar de acuerdo con él (Asuntar)».&lt;br /&gt;Y así hasta una amplia relación de ejemplos de palabras cuyo significado es diferente según se utilice en cada país y que figuran entre las más de 70.000 voces y 120.000 acepciones contenidas en el Diccionario de americanismos cuya consulta recomienda Magí Camps.&lt;br /&gt;«Si quieren seguir jugando al rosco de los americanismos —sugiere el autor en su artículo—, buceen por sus más de dos mil páginas y descubran qué poco sabemos de ese mundo que está justo ahí, en la otra orilla».&lt;br /&gt;El jurado, presidido por José Jesús Hernández —máximo responsable de la Asociación de la Prensa de Valladolid (APV), convocante del premio—, ha estado formado por los periodistas Joaquín Sánchez (El Mundo-El Correo de Burgos), Lola Leonardo (El Mundo-Diario de Valladolid) y Pedro Damián de Diego (Agencia EFE).&lt;br /&gt;A esta edición han concurrido un total de diecisiete candidaturas, según fuentes de la organización.&lt;br /&gt;El premio, dotado con 8.000 euros, ha sido convocado y promovido por la APV, con el patrocinio de Caja España-Duero, y tiene como objetivo resaltar artículos publicados en prensa que traten sobre el tema del buen uso del lenguaje en los medios de comunicación.&lt;br /&gt;Desde su creación, en 1996, han obtenido este galardón Joaquín Sánchez (2010); Luis María Anson (2009); Antonio Álamo (2008); Tomás Hoyas (2007); María de los Ángeles Sastre (2006); Andrés Trapiello (2005); Valentín García Yebra (2004); Javier Marías (2003); Juan José Millás (2002); Carlos Luis Álvarez "Cándido" (2001) y José Jiménez Lozano (2000).&lt;br /&gt;Completan la relación de distinguidos Jesús Marchamalo (1999); Álex Grijelmo (1998); Vicente Verdú (1997) y Fernando Lázaro Carreter (1996).&lt;br /&gt;Su entrega se realizará en Valladolid el próximo año en una fecha aún por determinar pero próxima a la festividad de San Francisco de Sales (24 de enero), patrón de los periodistas.&lt;br /&gt;Publicado 22/12/2011&lt;br /&gt;Agencia Efe&lt;br /&gt;Miércoles, 21 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-906554596431631044?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/906554596431631044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=906554596431631044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/906554596431631044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/906554596431631044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/m-agi-camps-gana-el-premio-delibes-de.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1TUapQP_LKw/TvMx0xNjHNI/AAAAAAAADVo/wiIRlji5uJY/s72-c/Dom%2BQuixote.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7662941985260447749</id><published>2011-12-22T02:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-22T02:09:00.260-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-15mhOPwJ0sU/TvMBq-Wkh1I/AAAAAAAADVc/RpaMkhnOiRs/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-15mhOPwJ0sU/TvMBq-Wkh1I/AAAAAAAADVc/RpaMkhnOiRs/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;petrolero no es lo mismo que petrolífero&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El empleo de petrolero con el significado de 'que contiene o produce petróleo' es inadecuado; en estos casos es preferible utilizar el adjetivo petrolífero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con frecuencia se produce una confusión entre los adjetivos petrolero y petrolífero, y por ello es habitual leer o escuchar frases como «El presidente ejecutivo del grupo petrolífero anunció este martes la próxima compra por su empresa del 10 % de sus propias acciones», «La petrolera rusa aporta sus filiales que poseen licencias para explorar y obtener crudo en 14 yacimientos petroleros».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se recuerda que aquello que pueda contener petróleo en su interior, o producirlo, es petrolífero (como los pozos, los yacimientos o las plataformas) y no petrolero, que significa 'perteneciente o relativo al petróleo' y cuyo uso es correcto en expresiones como «industria petrolera» o «crisis petrolera».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, en los ejemplos anteriores hubiera sido más adecuado: «El presidente ejecutivo del grupo petrolero anunció este martes la próxima compra por su empresa del 10 % de sus propias acciones», «La petrolera rusa aporta sus filiales, que poseen licencias para explorar y obtener crudo en 14 yacimientos petrolíferos». &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7662941985260447749?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7662941985260447749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7662941985260447749' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7662941985260447749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7662941985260447749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_22.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-15mhOPwJ0sU/TvMBq-Wkh1I/AAAAAAAADVc/RpaMkhnOiRs/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5381822167433506940</id><published>2011-12-21T03:06:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T03:06:12.151-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RjehLSfHqUA/TvG9kUzONhI/AAAAAAAADVQ/NTQJAQ3jbNo/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-RjehLSfHqUA/TvG9kUzONhI/AAAAAAAADVQ/NTQJAQ3jbNo/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;lotería navideña: escritura correcta de algunos términos relacionados&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con motivo del próximo sorteo de Navidad, que se celebrará en España el día 22 de diciembre, conviene recordar la escritura adecuada de algunos términos relacionados con él.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se escriben con minúscula inicial lotería, sorteo, premio, décimo, billete, serie, pedrea, participación o reintegro, ya que se trata de nombres comunes y con inicial mayúscula los nombres Navidad y Niño en las expresiones lotería o sorteo de Navidad y lotería o sorteo del Niño, excepto cuando se alude a las denominaciones oficiales: Sorteo Extraordinario de Navidad y Sorteo Extraordinario del Niño, que son con iniciales mayúsculas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto al término gordo, el uso de la mayúscula o la minúscula depende de su función: como adjetivo (premio gordo), con minúscula, pero cuando se emplee como sustantivo, con mayúscula inicial, ya que se considera, en lo que a lotería pública se refiere, el premio por antonomasia: «A mi hermano le ha tocado el Gordo».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5381822167433506940?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5381822167433506940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5381822167433506940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5381822167433506940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5381822167433506940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/recomendacion-del-dia-loteria-navidena.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RjehLSfHqUA/TvG9kUzONhI/AAAAAAAADVQ/NTQJAQ3jbNo/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7922675521942611060</id><published>2011-12-20T04:47:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T04:47:23.048-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aZGeRIroruk/TvCDBCBe_cI/AAAAAAAADVE/ryvNtKL8n0s/s1600/Cervantes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-aZGeRIroruk/TvCDBCBe_cI/AAAAAAAADVE/ryvNtKL8n0s/s320/Cervantes.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tenemos una imagen esclerotizada de la Academia de la Lengua; no es tan rígida y prevalece el sentido del humor, dice a Crónica Ignacio Padilla&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juan Carlos Talavera | Cultura &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CAMBIOS&lt;strike&gt;&lt;strike&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/b&gt;. &lt;i&gt;La AML no va a detener usos de palabras, porque es lo que da corrección al lenguaje, dice Ignacio Padilla.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenemos una imagen muy esclerotizada de la Academia Mexicana de la Lengua (AML), señala el escritor Ignacio Padilla, quien desde hace algunos meses trabaja como miembro correspondiente en la comisión de Comunicación e Informática. Sin embargo, se trata de una congregación de hombres y mujeres muy sabios donde prevalece un lenguaje moderno, vital, y un gran sentido del humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quizá hace 20 años –antes de que llegara Víctor García de la Concha a la Real Academia Española (RAE)– ésta era una academia totalmente argamasillesca, rígida, solemne, que carecía de un sentido de modernidad. Pero hoy podemos asegurar que todas las academias, desde la RAE, están rejuveneciendo, explica en entrevista a Crónica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahora estas academias aplican esa gran lección de Miguel de Cervantes Saavedra, autor de Don Quijote de la Mancha: la utilización del humor. “Y justo ese es uno de los grandes saldos del siglo XXI tan políticamente correcto, el humor y, creo que la AML así lo está demostrando”, apunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como el conocimiento de los trabajos de la Academia es reducido, Ignacio Padilla, ha propuesto hacer tan públicas, como sea posible, las sesiones de la AML “porque tiene mucho de qué enorgullecerse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Son gente muy relajada, moderna y graciosa”, donde participan Vicente Leñero, Margo Glantz, Miguel León Portilla, Gonzalo Celorio, Felipe Garrido, Vicente Quirarte, Patrick Johansson, Marguerite Frenk, entre otros Son gente muy agradable e inteligente que se reúne cada semana o cada quince días.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRABAJAR LA LENGUA. Formar parte de una organización como la Academia Mexicana de la Lengua es complejo, reconoce Padilla, escritor ligado a la generación del Crack y autor de Amphitryon y La gruta del toscano, dado que el nivel de exigencia aumenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, de los académicos he aprendido que no deben ni pueden tener miedo a equivocarse, “porque su visión del lenguaje no es la de los poseedores de la verdad, sólo son los registradores; ellos no imponen, sugieren, proponen y reflexionan sobre el lenguaje. No son los dueños del idioma”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y aclara: la academia, hoy, es la primera en reconocer que el lenguaje es de quien lo habla, así como la tierra es de quien la trabaja. La academia es un testigo que pone cierto orden pero que no ordena, en el sentido de imponer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El flujo de la lengua es tan interesante como pudo ser visto durante el más reciente concurso para conocer la palabra más hermosa del idioma español…y la palabra que ganó es un topónimo que nadie sabe exactamente de dónde viene y que no es castellano. Es la palabra Querétaro, propuesta por Gael García, señala el también autor de Todos los osos son zurdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ganó esta palabra por su sonoridad; es una esdrújula. Lleva una “q” que tiene algo de cervantino pero no se sabe bien si es nahua, purépecha u otomí. Y nadie sabe qué significa”, apunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si la palabra más hermosa del español nadie sabe qué significa y no es castellana, quiere decir que el idioma español está más vivo que nunca, que el idioma se está enriqueciendo con lo que se consideraban antes barbarismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hay palabras que a mí me incomodan, dice, sobre todo el uso de “bizarro”, que originalmente significaba valiente y hoy se utiliza como extraño. “En este caso la academia no va a impedir que bizarro se utilice como sinónimo de extraño, pues así las nuevas generaciones están ocupando esta palabra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otro ejemplo es cuando escuchamos a nuestros más importantes y cultos comunicadores utilizar la palabra “eventualmente” como algo que sucede a la postre. Cuando en español significaría de vez en cuando. Pero la AML no va a detener esos usos, ya que el uso es el que le da corrección al lenguaje. No es la corrección la que permite el uso, concluye.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7922675521942611060?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7922675521942611060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7922675521942611060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7922675521942611060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7922675521942611060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/tenemos-una-imagen-esclerotizada-de-la.html' title=''/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-aZGeRIroruk/TvCDBCBe_cI/AAAAAAAADVE/ryvNtKL8n0s/s72-c/Cervantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7783485279996993045</id><published>2011-12-20T02:08:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T02:09:42.467-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sA1s0wKZcqU/TvBebtWrD9I/AAAAAAAADU4/cFIsFYEPMBo/s1600/fUNDEU.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="71" width="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-sA1s0wKZcqU/TvBebtWrD9I/AAAAAAAADU4/cFIsFYEPMBo/s320/fUNDEU.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Recomendación del día&lt;/b&gt;&lt;i&gt;miniempleo, mejor que minijob&lt;/i&gt;Es preferible emplear la expresión española miniempleo en lugar de la inglesa minijob.A raíz de ciertas propuestas en España y en otros países para incorporar a desempleados al mercado laboral, se está utilizando profusamente el término minijob: «Los minijobs encierran solo precariedad».Minijob es un término inglés, por lo que se recomienda emplear su versión española: miniempleo.Miniempleo se escribe en una sola palabra y sin guion; lo adecuado es, pues, escribir «Los miniempleos funcionan en Alemania desde el año 2003» o «Miniempleos de 400 euros al mes» en lugar de «Los mini-empleos funcionan en Alemania desde el año 2003» o «Mini empleos de 400 euros al mes», como aparece a veces en los medios.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7783485279996993045?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7783485279996993045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7783485279996993045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7783485279996993045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7783485279996993045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_20.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sA1s0wKZcqU/TvBebtWrD9I/AAAAAAAADU4/cFIsFYEPMBo/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6054397609740832300</id><published>2011-12-19T05:15:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T05:15:15.421-08:00</updated><title type='text'>CONJUNCIONES</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dSo2lrJkz2A/Tu84iOaHQAI/AAAAAAAADUs/sio4sFe-PF8/s1600/eSPA%25C3%2591OL.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="182" width="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-dSo2lrJkz2A/Tu84iOaHQAI/AAAAAAAADUs/sio4sFe-PF8/s320/eSPA%25C3%2591OL.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;CON LA LENGUA: LAS CONJUNCIONES (2)&lt;/b&gt;CONJUNCIÓN ADVERSATIVA. A diferencia de la copulativa, que tiene función sumativa, la conjunción adversativa enlaza dos frases u oraciones, o  dos elementos oracionales, estableciendo entre ellos una contrariedad u  oposición. Es común que se trate de dos oraciones, una afirmativa  y otra negativa, que se contraponen. Son por definición adversativas las conjunciones siguientes: mas, pero, empero, sino, aunque… Hacen su misma función locuciones adversativas como sin embargo, no obstante, antes bien, etc. La conjunción mas (no lleva tilde, lo cual la diferencia del  adverbio de cantidad más) es equivalente a la conjunción pero: «Ella estaba equivocada, pero no lo sabía»; «Ella estaba equivocada, mas no lo sabía». Mas se usa poco en el lenguaje común, y se emplea sobre todo en el lenguaje literario, con fines estilísticos. Sin embargo, fuera del lenguaje literario su uso es  frecuente cuando en un texto se ha empleado la conjunción pero, para evitar la repetición de esta.En el Castellano antiguo la conjunción mas solía emplearse con el  significado de 'sino', uso que se conserva en la plegaria conocida como «Padre nuestro…no nos dejes caer en la tentación, mas líbranos de todo mal…».De las conjunciones adversativas la más empleada hoy es pero, a diferencia  del lenguaje antiguo, en que prevalecía mas.Pero puede tener un carácter restrictivo, en el sentido de que el  significado  de la segunda oración es limitado, pero no negado del todo: «Ella es bonita, pero es un  poco antipática». También puede ser excluyente, porque el significado de la segunda  oración es excluido o negado totalmente, y no sólo restringido: «Esa es tu  opinión, pero no la mía». En el primer caso se da a entender que la antipatía de ella  restringe  o disminuye su belleza, pero no la anula totalmente. En el segundo caso la opinión de uno niega o excluye en absoluto la del otro.Es frecuente que empleemos pero encabezando una oración con el  propósito, más que de contrariedad con otra oración, de enfatizar algo que se ha dicho antes: «–La policía detuvo a Fulano. –¡Pero si yo se lo dije, que se cuidara!».Empero es conjunción equivalente a pero, aunque se diferencian  en que  pero sólo se usa encabezando la oración a la cual pertenece, mientas que  empero puede usarse de ese modo, pero también dentro, y no a la cabeza de su  oración: «Él ha envejecido, pero se conserva muy bien»; «Él ha envejecido; se conserva, empero, muy bien».Hoy empero es de uso restringido; se usa más que todo en el lenguaje literario.Publicado 19/12/2011Alexis Márquez RodríguezTal Cual.Martes, 6 de diciembre del 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6054397609740832300?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6054397609740832300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6054397609740832300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6054397609740832300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6054397609740832300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/conjunciones.html' title='CONJUNCIONES'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dSo2lrJkz2A/Tu84iOaHQAI/AAAAAAAADUs/sio4sFe-PF8/s72-c/eSPA%25C3%2591OL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4649387982694157404</id><published>2011-12-19T02:35:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T02:36:22.472-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4hydNTJmcOg/Tu8TfnPFThI/AAAAAAAADUg/GVd3dsqvwGk/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-4hydNTJmcOg/Tu8TfnPFThI/AAAAAAAADUg/GVd3dsqvwGk/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5687786288221343250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;posible se mantiene invariable en las construcciones lo más/lo menos + adjetivo + posible&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término posible se mantiene invariable en las construcciones lo más/lo menos + adjetivo + posible, aunque el adjetivo esté en plural: «Hemos de ser lo más diligentes posible» o «Las comisiones serán lo menos elevadas posible» en lugar de «Hemos de ser lo más diligentes posibles» o «Las comisiones serán lo menos elevadas posibles».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas expresiones en las que posible permanece invariable siempre comienzan por lo; como señala el Diccionario panhispánico de dudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por el contrario, si lo que aparece antes de más o menos es un sustantivo en plural, se empleará posibles: «Hicieron las casas más baratas posibles», «Usa los términos menos agresivos posibles».&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4649387982694157404?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4649387982694157404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4649387982694157404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4649387982694157404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4649387982694157404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_19.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-4hydNTJmcOg/Tu8TfnPFThI/AAAAAAAADUg/GVd3dsqvwGk/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-573991134148996528</id><published>2011-12-16T07:44:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T07:48:35.762-08:00</updated><title type='text'>NEOLOGISMOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gBJFKgQteF4/TutoJOZOlmI/AAAAAAAADUU/dG6X09rXuPg/s1600/Lingua%2BLatina"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 307px; height: 164px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-gBJFKgQteF4/TutoJOZOlmI/AAAAAAAADUU/dG6X09rXuPg/s320/Lingua%2BLatina" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686753462177404514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;DE CÓMO LOS NEOLOGISMOS ENRIQUECEN LA LENGUA&lt;br /&gt;La licenciada española María del Carmen Méndez analizó su desarrollo en la prensa.Para investigar utilizó diarios de España y Latinoamérica, entre ellos el Río Negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El lenguaje está vivo. Y las palabras, esas pequeñas islas de energía que componen su cuerpo crítico, permanecen en constante vibración. Cambian, se retuercen entre los límites de su estructura íntima del mismo modo en que colisionan con otras palabras en la búsqueda a veces frenética de una huida hacia nuevos horizontes expresivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los neologismos son la prueba fehaciente de cómo la lengua crece y reacciona a los cambios culturales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabiendo esto mejor que la gran mayoría de los hablantes de nuestra lengua, María del Carmen Méndez Santos, licenciada en Filología Hispánica y doctora en Lexicología, elaboró el tema de su tesis por la que obtuvo un sobresaliente cum laude: «Los neologismos morfológicos del español en el lenguaje de la prensa», texto que ya se transformó en un libro editado de 620 páginas por la Editorial Académica de Española. Para este profundo trabajo, María del Carmen, quien es profesora en la Universidad de de Vigo, utilizó como materia prima diarios hispanos y latinoamericanos incluyendo entre ellos al Río Negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Según ha explicado, su investigación está compuesta de una reflexión teórica acerca de los mecanismos de formación de palabras en español en la prensa de España e Hispanoamérica e incluye un lemario, a modo de diccionario, definido y etiquetado con un repertorio de casi 3.000 palabras nuevas del español.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La profesional conversó con este diario acerca del dinamismo inherente al lenguaje y su desarrollo en el universo periodístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Por qué escogiste a los diarios como el espacio o el territorio de tu estudio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Seleccioné la prensa por varias razones, entre ellas, la principal es que la lengua escrita refleja el uso de los hablantes cultos y los periodistas son modelo de lengua para mucha gente. Su capacidad de difusión y de influencia, sobre todo en la actualidad donde nos encontramos sumergidos en la sociedad de la información, obliga a que sean estudiados. Además, la urgencia del lenguaje que sufren provoca que los periodistas empleen todos los recursos a su mano, aunque algunos nos gusten menos que otros, y eso conlleva la aparición en numerosas ocasiones de verdaderos tesoros léxicos. Otras opciones hubieran sido el lenguaje literario, pero que adolece de numerosas creaciones puntuales que surgen por el placer de crear palabras; el lenguaje técnico tiene unas reglas muy específicas y muy diferentes de la creación léxica general, etc. Creo que los estudios de todas esas disciplinas nos ofrecerían un panorama completo de la creación en español. Claro está, ese trabajo es ingente y, dentro de mis limitaciones, yo me he centrado y he aportado mi granito de arena al estudio sobre el lenguaje periodístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Son entonces los diarios un reflejo del lenguaje y del sentido del lenguaje que utilizan las personas e incluso de aquellos que leen los diarios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–El movimiento del léxico se lleva a cabo en las dos direcciones: los periodistas toman léxico de todas las fuentes que tienen cercanas (préstamos, tecnicismos, sus propias creaciones, etc.) y las hacen propias y divulgan. No obstante, además de difundir esas creaciones, también toman léxico y formas coloquiales, propias del lenguaje informal, y las generalizan mediante su empleo. Es un flujo recíproco y que se enriquece mutuamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–A veces me parece que esta reconstrucción de las palabras obedece a una falta o ausencia o carencia de palabras en el uso cotidiano. Como si en lugar de referir a un enriquecimiento funcionara como una prueba de que el lenguaje está perdiendo materia primera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Los neologismos enriquecen la lengua, ya sea mediante préstamos que tienen más prestancia o más glamour —porque las propias están desgastadas o no reflejan la misma precisión de matices—, ya sea porque no tenemos una palabra para designar esa realidad en nuestra lengua y la tomamos prestada o la creamos. Ambas opciones son aceptables y el uso y los hablantes son los que acaban decidiendo inconscientemente cuáles triunfan y cuáles no. Podemos pensar que algunos neologismos simplemente son fruto de una virguería léxica o del placer lingüístico de un periodista, pero, en todo caso, los excesos se criban con el tiempo. ¿Cuántas palabras que estuvieron muy de moda han pasado a mejor vida? Es muy difícil prever qué palabras permanecerán y cuáles se borrarán de nuestro vocabulario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Luego de leer seguramente miles de diarios, ¿qué visión tienes del ser periodístico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Pues a mí me parece que, dentro de toda la diversidad que podemos encontrar en las páginas de un diario, los periódicos son como microcosmos. Me encanta, y aprecio sinceramente, la capacidad que tienen algunos periodistas para elaborar sus notas con un estilo muy objetivo, técnico, pero a la vez cercano; a aquellos que hacen de sus columnas verdaderas obras de arte léxicas; a aquellos que buscan emplear una retórica y una redacción pulcra y buscan todos los sinónimos a su alcance, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me parece que el carácter poliédrico de los diarios que bebe de múltiples influencias (políticas, administrativas, de lenguaje técnicos, de préstamos de otras lenguas, de coloquialismos, de rasgos literarios, etc.) refleja las múltiples tendencias que podemos apreciar en el español actual. Por último, me gustaría decir que los periodistas están muy expuestos a la crítica. Con frecuencia se dice que escriben mal, que escriben con poca riqueza, etc., pero es que sufren la constante revisión del público, por eso, creo, que no debemos ser inflexibles, aunque sería ideal que intentasen ser lo más correctos que pudiesen en sus redacciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Cómo crees que la web está influyendo en la creación, reinterpretación o el ensamblado de nuevas palabras dentro de nuestra lengua?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Creo que internet es revolucionario por sí mismo y eso también provoca un reflejo en el lenguaje, ya desde el mismo punto de vista de que creamos o reutilizamos palabras para referirse al mismo proceso: bajar o subir información, descargar, etc. o inventar nuevas palabras: tuitero, tuitear, googlear y demás. Claro, creo que en la red podemos ver todos los fenómenos lingüísticos amplificados, pero el autocontrol, normalmente, rige la comunicación porque si no fuese así, no lograríamos entendernos. Es difícil hacer predicciones, pero está claro que la realidad virtual ya se ha incorporado en nuestras vidas hasta puntos insospechados, tanto como que estemos haciendo esta entrevista vía virtual :) y que cuando necesito añadir expresividad a mi discurso añada un emoticono. La lengua en internet busca su camino y cumplir su función, siempre ha sido así y siempre lo será: la adaptación al medio garantiza el éxito. El español debe ser capaz de ser útil para la comunicación en todos los niveles, eso será una garantía de buena salud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 16/12/2011&lt;br /&gt;Redacción&lt;br /&gt;www.rionegro.com.ar&lt;br /&gt;martes, 6 de diciembre del 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-573991134148996528?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/573991134148996528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=573991134148996528' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/573991134148996528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/573991134148996528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/neologismos.html' title='NEOLOGISMOS'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gBJFKgQteF4/TutoJOZOlmI/AAAAAAAADUU/dG6X09rXuPg/s72-c/Lingua%2BLatina' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-147032710998818873</id><published>2011-12-16T04:01:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T04:04:01.001-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MSaNukcf2xM/TuszYDt6EzI/AAAAAAAADUI/HeHvuTrn2pQ/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-MSaNukcf2xM/TuszYDt6EzI/AAAAAAAADUI/HeHvuTrn2pQ/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686695442893116210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;un medio de transporte medicalizado, y no hospitalizado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La palabra adecuada para referirse a un medio de transporte preparado para ofrecer servicios médicos es medicalizado y no hospitalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En las noticias referentes a la lesión y posterior traslado del jugador del F.C. Barcelona David Villa, se han empleado en algunos medios frases como «El delantero viaja hoy a Barcelona en un avión hospitalizado» o «El Guaje subirá a bordo de un avión hospitalizado que le llevará directamente a Barcelona».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hospitalizar significa ‘internar a un enfermo en un hospital o clínica’. Para referirse al medio de transporte dotado de los instrumentos necesarios para poder ofrecer un servicio médico, el término que indican los principales diccionarios de uso es medicalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así, en los ejemplos anteriores lo más adecuado hubiera sido «El delantero viaja hoy a Barcelona en un avión medicalizado» o «El Guaje subirá a bordo de un avión medicalizado que le llevará directamente a Barcelona».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-147032710998818873?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/147032710998818873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=147032710998818873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/147032710998818873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/147032710998818873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_825.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MSaNukcf2xM/TuszYDt6EzI/AAAAAAAADUI/HeHvuTrn2pQ/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3947395013576762268</id><published>2011-12-16T02:47:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T02:57:36.975-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OwZTW-PF8wA/Tusj_e1sqkI/AAAAAAAADT8/JZsF_4uq4JY/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-OwZTW-PF8wA/Tusj_e1sqkI/AAAAAAAADT8/JZsF_4uq4JY/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686678528002402882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;la Moncloa y la Zarzuela se escriben con artículo   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los nombres de la sede de la Presidencia del Gobierno español y de la residencia de los reyes de España van precedidos por el artículo la y, por tanto,  no es apropiado suprimirlo cuando se utiliza la forma abreviada la Moncloa (por Palacio de la Moncloa) o la Zarzuela (por Palacio de la Zarzuela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al igual que se hace con la denominación de los edificios que albergan las sedes de instituciones u organismos de Estado de otros países: el Elíseo (por el Palacio del Eliseo), la Moneda (por el Palacio de la Moneda), lo apropiado es aplicar el mismo criterio a los españoles y así en frases como  «Encuentro en Moncloa entre el presidente del Gobierno y el líder de la oposición», «Zarzuela hará público el desglose de sus gastos anuales» lo adecuado hubiera sido decir «Encuentro en la Moncloa entre el presidente del Gobierno y el líder de la oposición », «La Zarzuela hará públic o el desglose de sus gastos anuales». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3947395013576762268?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3947395013576762268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3947395013576762268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3947395013576762268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3947395013576762268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_16.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-OwZTW-PF8wA/Tusj_e1sqkI/AAAAAAAADT8/JZsF_4uq4JY/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6631370750353901751</id><published>2011-12-15T03:45:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T03:50:12.007-08:00</updated><title type='text'>HABLANDO ESPAÑOL...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-2tvssa9yld8/TuneIXPH5FI/AAAAAAAADTw/WVR3tqE-hYc/s1600/151_1200.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 151px; height: 151px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2tvssa9yld8/TuneIXPH5FI/AAAAAAAADTw/WVR3tqE-hYc/s320/151_1200.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686320239789728850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"En ningún sitio se habla el mejor español del mundo"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;La RAE culmina su 'Nueva gramática' con el tomo dedicado a la fonética y la fonología.- La obra incluye por primera vez un DVD que recoge la gran variedad de acentos del español&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAVIER RODRÍGUEZ MARCOS - Madrid - 15/12/2011&lt;br /&gt;FUENTE: EL PAÍS - ESPAÑA          &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;José Manuel Blecua está afónico, toda una paradoja para un hombre que ha consagrado buena parte de sus investigaciones a la lengua hablada. Por más que, paradoja sobre paradoja, el sillón que ocupa en la Real Academia Española desde 2006 corresponda a la letra muda, la h. Así, su nombramiento hace un año como director de la institución le pilló ultimando el tomo de fonética y fonología de la Nueva gramática de la lengua española, presentado hoy. Ese volumen, publicado por Espasa con una tirada de 20.000 ejemplares que se venden a 39,90 euros, culmina una obra monumental coordinada por Ignacio Bosque que hace dos años sacó a la luz los volúmenes dedicados a la morfología y la sintaxis.&lt;br /&gt;Queda cerrada así una gramática cuya edición anterior se remontaba a 1931, todo un viaje en el tiempo para una disciplina que en estos 80 años ha conocido varias revoluciones y contrarrevoluciones. Fruto de unas y otras y de avances técnicos inimaginables para los padres de la filología es el DVD que complementa las 532 páginas del nuevo tomo, trufado de resonancias magnéticas, diagramas, espectrogramas, oscilogramas y, por supuesto, explicaciones lo más sencillas posible de la rama más viva y, a la vez, menos popular de la lingüística. "¡Cuántas veces habré intentado yo imitar en clase el acento de los mexicanos para explicar un caso!", dice Blecua, risueño, en su despacho de la Academia. Bajo el título de Las voces del español. Tiempo y espacio, el disco presenta la situación actual de la lengua y su evolución histórica y geográfica; además, incluye un curso de fonética acústica y articulatoria y recoge muestras de los acentos y entonaciones de todos los países hispanohablantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los participantes en esa particular antología del español universal son todos titulados universitarios de entre 20 y 40 años y residentes en las capitales de cada país. Se trataba, explica José Manuel Blecua, de respetar la variedad de la lengua sin perderse en ella: "¿Qué hacer si no en Ecuador, donde hay tres regiones lingüísticas distintas?" Como todas las publicaciones de la RAE de los últimos años, también la gramática es fruto del trabajo de la Asociación de Academias de la Lengua Española, integrada por 22 países, incluidos Filipinas y Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Una gramática que sesea&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por supuesto, en las reuniones de trabajo que han dado lugar al tomo de fonética y fonología se seseaba. "Solo somos un 10% los hablantes que no lo hacemos. Lo curioso es que en España haya todavía gente que cree que el seseo es una incorrección. Una alumna estadounidense me dijo una vez: "Qué bien pronuncia usted la z". Yo le respondí: "Pero si soy de Zaragoza. No es ningún mérito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Me voy de casa para ir de caza". Solo una minoría de los hispanohablantes pronuncia de forma diferente los dos sustantivos de esa frase. El origen del fenómeno está en las diferencias que a principios del siglo XVI se establecieron entre el norte y el sur de España. El origen meridional de los viajeros que marcharon a América inclinó la balanza. Pero, ¿no se sigue usando como modelo la pronunciación septentrional de la Península? "No. En los Cervantes rige la de cada profesor", responde el responsable de la RAE, que antes fue director académico de ese instituto. "En Israel, por ejemplo, hay muchos argentinos y siempre se plantean que hacer con el voseo, que es algo muy localizado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El mito del español de Valladolid&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si la fonética estudia desde un punto de vista físico el aspecto material de los sonidos del lenguaje, independientemente de su función en la lengua, la fonología se ocupa de ellos teniendo en cuenta esa función. Las dos des de "dedo" no se pronuncian igual. Cambian según su posición en la sílaba o en la palabra. A un mismo fonema le pueden corresponder sonidos diferentes. Como parte de la gramática, subraya Blecua, la fonología es "la parte más descriptiva y menos normativa". La RAE dice cómo es la lengua oral, no cómo debe ser. "No existe una lengua mejor que otra. En ningún sitio se habla el mejor español del mundo", dice. ¿Y el viejo mito del español de Valladolid? "Es eso, un mito que se debe a Madame D'Aulnoy, una viajera francesa del siglo XVII que escribió un libro muy bonito sobre España. Cuando preguntó dónde se hablaba el mejor español le dijeron que en Valladolid y ahí se quedó. Yo aprendí a hablar allí, así que no se enfadarán conmigo si digo que el mejor español se habla en Cochabamba, en el DF, en Buenos Aires, en Tenerife... y en Valladolid".&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6631370750353901751?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6631370750353901751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6631370750353901751' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6631370750353901751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6631370750353901751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/hablando-espanol.html' title='HABLANDO ESPAÑOL...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2tvssa9yld8/TuneIXPH5FI/AAAAAAAADTw/WVR3tqE-hYc/s72-c/151_1200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7633841350931558865</id><published>2011-12-15T02:36:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T02:38:14.828-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-_7rl98DADDA/TunN5JizlrI/AAAAAAAADTk/LMpEN-PSfNI/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_7rl98DADDA/TunN5JizlrI/AAAAAAAADTk/LMpEN-PSfNI/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686302386230105778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recomendación del día&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;el uso de la expresión de cara a es en muchos casos inapropiado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;El empleo de la expresión de cara a es en muchos casos innecesario y a veces equivocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los servicios de información meteorológica de algunos medios esta expresión se ha convertido en una construcción recurrente: «Un frente frío afectará al centro peninsular de cara a la jornada de hoy», «De cara a la noche los chubascos vendrán acompañados de fenómenos tormentosos», «De cara a principio de mes comenzaron a registrarse temperaturas más frías»...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La expresión de cara a quiere decir, según el Diccionario panhispánico de dudas, ‘frente a, mirando en dirección a’ y ‘con vistas a’, significados con los que en las frases mencionadas como ejemplo no tienen mucho sentido, especialmente la última, que trata de algo sucedido en el pasado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habría sido preferible en estos casos omitir el de cara a, que oscurece el significado de las frases, y decir, sencillamente: «Un frente frío afectará hoy al centro peninsular», «Por la noche los chubascos vendrán acompañados de fenómenos tormentosos», «A principio de mes comenzaron a registrarse temperaturas más frías».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundéu BBVA&lt;br /&gt;www.fundeu.es&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7633841350931558865?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7633841350931558865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7633841350931558865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7633841350931558865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7633841350931558865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_15.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_7rl98DADDA/TunN5JizlrI/AAAAAAAADTk/LMpEN-PSfNI/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4280736644998555079</id><published>2011-12-14T11:05:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T11:10:42.165-08:00</updated><title type='text'>COSMOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-2kMIJKeXocU/Tuj0d87ZMQI/AAAAAAAADTY/u-uEIRqbUhk/s1600/Cosmos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 235px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-2kMIJKeXocU/Tuj0d87ZMQI/AAAAAAAADTY/u-uEIRqbUhk/s320/Cosmos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686063324963877122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cosmos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Quién contiene a la diversidad y es la Naturaleza&lt;br /&gt;quién es la amplitud de la tierra y la rudeza y sexualidad de la tierra&lt;br /&gt;y la gran caridad de la tierra, y también el equilibrio&lt;br /&gt;quién no ha dirigido en vano su mirada por las ventanas de los ojos&lt;br /&gt;o cuyo cerebro no ha dado en vano audiencia a sus mensajeros&lt;br /&gt;quién contiene a los creyentes y a los incrédulos&lt;br /&gt;quién es el amante más majestuoso&lt;br /&gt;quién, hombre o mujer, posee debidamente su trinidad de realismo&lt;br /&gt;de espiritualidad y de lo estético o intelectual&lt;br /&gt;quién después de haber considerado su cuerpo&lt;br /&gt;encuentra que todos sus órganos y sus partes son buenos&lt;br /&gt;quién, hombre o mujer, con la teoría de la tierra y de su cuerpo&lt;br /&gt;comprende por sutiles analogías todas las otras teorías&lt;br /&gt;la teoría de una ciudad, de un poema&lt;br /&gt;y de la vasta política de los Estados&lt;br /&gt;quién cree no sólo en nuestro globo con su sol y su luna&lt;br /&gt;sino en los otros globos con sus soles y sus lunas&lt;br /&gt;quién hombre o mujer, al construir su casa&lt;br /&gt;no para un día sino para la eternidad&lt;br /&gt;ve a las razas, épocas, efemérides, generaciones.&lt;br /&gt;El pasado, el futuro, morar allí, como el espacio&lt;br /&gt;indisolublemente juntos. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walt Withman&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4280736644998555079?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4280736644998555079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4280736644998555079' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4280736644998555079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4280736644998555079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/cosmos.html' title='COSMOS'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-2kMIJKeXocU/Tuj0d87ZMQI/AAAAAAAADTY/u-uEIRqbUhk/s72-c/Cosmos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-622298047086429870</id><published>2011-12-14T10:42:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T10:45:48.959-08:00</updated><title type='text'>AMANECE, QUE NO ES POCO...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-tifs9Dx70mE/Tujuck2xOvI/AAAAAAAADTA/ImeZ3XCmGsA/s1600/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tifs9Dx70mE/Tujuck2xOvI/AAAAAAAADTA/ImeZ3XCmGsA/s320/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686056704252394226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AMANECE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanece y el sol hoy nos convida&lt;br /&gt;A vivir juntos otro día de vida&lt;br /&gt;El pasado pasó, va en el bagaje,&lt;br /&gt;es breve el tiempo, largo nuestro viaje.&lt;br /&gt;El divino presente nos envuelve…&lt;br /&gt;La rutina, el amor, pequeñas cosas,&lt;br /&gt;los momentos felices, las tristezas, &lt;br /&gt;los hijos, los amigos, y los nietos,&lt;br /&gt;nuestros secretos, verdades, mentiras,&lt;br /&gt;deben caber en él, son nuestra vida…&lt;br /&gt;Tú lo comprendes, por eso te amo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AMANHECE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Amanhece e o sol hoje convida&lt;br /&gt;A viver juntos outro dia de vida&lt;br /&gt;O passado passou, vai à bagagem,&lt;br /&gt;breve é o tempo, longa nossa viagem.&lt;br /&gt;O divino presente nos envolve…&lt;br /&gt;A rotina, o amor, pequenas coisas,&lt;br /&gt;os momentos felizes, a saudade, &lt;br /&gt;os filhos, os amigos e os netos,&lt;br /&gt;nossos segredos, verdades, mentiras,&lt;br /&gt;devem caber nele, são nossa vida…&lt;br /&gt;Você o compreende por isso te amo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-622298047086429870?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/622298047086429870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=622298047086429870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/622298047086429870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/622298047086429870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/amanece-que-no-es-poco.html' title='AMANECE, QUE NO ES POCO...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tifs9Dx70mE/Tujuck2xOvI/AAAAAAAADTA/ImeZ3XCmGsA/s72-c/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2026848143698155092</id><published>2011-12-14T05:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T05:44:07.834-08:00</updated><title type='text'>LA DUDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LoKRX7u9yh8/TuinPyTd_cI/AAAAAAAADS0/oLPU3AixEDY/s1600/diccionario.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 247px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-LoKRX7u9yh8/TuinPyTd_cI/AAAAAAAADS0/oLPU3AixEDY/s320/diccionario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685978419198557634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Consultar un diccionario es señal de seriedad, no de debilidad&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Consultar un diccionario es una señal de seriedad, no de debilidad, ha dicho en una entrevista a Efe el periodista Ramón Alemán, autor del libro Lavadora de textos, en el que ha recogido varios de los artículos que ha publicado en el blog que con el mismo título tiene en internet.&lt;br /&gt;El libro, que será presentado el jueves próximo, ha sido prologado por Alberto Gómez Font, coordinador general de la Fundación del Español Urgente, y Ramón Alemán reconoce que le provocó risa la idea de los amigos que le propusieron pasar al papel algo que está gratis en internet, pero considera que la Lavadora de textos impresa es una fórmula para ofrecer un servicio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por su experiencia, Ramón Alemán sabe que cuando alguien tiene una duda acerca de cómo se escribe una palabra alguien da la respuesta en lugar de reconocer que no lo sabe y consultar en un diccionario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ello, y de ahí el subtítulo del libro La duda, el sentido común y otras herramientas útiles para escribir bien, recomienda consultar un diccionario, porque es una señal de seriedad, no de debilidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramón Alemán recomienda combinar la duda con el sentido común, la humildad y el respeto a las normas para escribir bien, lo cual significa hacerlo con corrección, sin faltas de ortografía y con una gramática coherente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los argumentos que expone en su página en internet acerca del bien escribir son el resultado de preguntas sobre las cuales aunque tuviera la certeza de conocer la respuesta las ha consultado sobre todo en los manuales de Manuel Seco, José Martínez de Sousa, Fernando Lázaro Carreter y Álex Grijelmo, entre otros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante la entrevista Ramón Alemán recordó que comenzó a hacer la labor de corrector cuando trabajaba en el periódico La Gaceta de Canarias, que ha desaparecido, y como no había quien hiciera el cierre del diario le tocó ser el primero al hacer la elección por orden alfabético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Una situación ante la que «flipó» pero le sirvió para darse cuenta de que le gustaba más mirar en los diccionarios que asistir a ruedas de prensa, y además hacía el trabajo en horario nocturno y sin jefes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramón Alemán simultaneó el trabajo de periodista con el de corrector durante unos veinte años y en el periódico La Opinión de Tenerife coordinó el equipo de corrección y elaboró el segundo manual de estilo del diario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Por las circunstancias de la profesión» se apartó del mundo de la prensa de forma momentánea y decidió centrarse en la corrección, por lo que se desplazó hasta Madrid para ser «domesticado» en el Centro de Aplicaciones del Lenguaje y la Edición.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En esa academia reconoce que le «metieron en vereda, peinaron y vistieron» y desde entonces se dedica, aunque no de forma exclusiva porque no da para vivir, a la corrección de textos, que, fundamentalmente es de estilo y de pruebas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tras dejar de manera momentánea el periodismo pensó que la corrección de textos podría ser una salida profesional y entendió que no tenía mucho sentido entregar el currículo porque trabajaría en un ámbito pequeño, Canarias, y creó una web en la que ofreció sus servicios a potenciales clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que la página en internet no fuese algo estático siguió el consejo de hacer un blog en el que resolvería dudas, lo que le ha llevado a tener un estilo propio y la web ha tenido más éxito del esperado, comentó Ramón Alemán.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 14/12/2011&lt;br /&gt;Agencia Efe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2026848143698155092?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2026848143698155092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2026848143698155092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2026848143698155092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2026848143698155092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/la-duda.html' title='LA DUDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LoKRX7u9yh8/TuinPyTd_cI/AAAAAAAADS0/oLPU3AixEDY/s72-c/diccionario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4042672507665311109</id><published>2011-12-14T02:10:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T02:11:17.620-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-bCmqNLQIzvw/Tuh2Gy6MQmI/AAAAAAAADSo/-wgD0S8_lbE/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-bCmqNLQIzvw/Tuh2Gy6MQmI/AAAAAAAADSo/-wgD0S8_lbE/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685924388672389730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;uso de balance y saldo en informaciones sobre accidentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balance y saldo son dos palabras adecuadas para referirse al resultado de los daños o las víctimas de un accidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balance es la ‘comparación de lo favorable y desfavorable de una situación’, y también el resultado de esta comparación. Como evolución de este significado el uso ha generado otro: ‘Total de daños o de víctimas resultante de algo’ (un accidente, por ejemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por lo tanto, aunque antes el empleo de este término se restringía al ámbito económico, actualmente diversos diccionarios de uso ya recogen el nuevo significado. Así, son adecuadas frases como «Se eleva a 45 el balance de fallecidos en la catástrofe» o «10 personas muertas ha sido el trágico balance del accidente».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saldo, que en economía es el resultado de un balance, significa también 'resultado final de un asunto, favorable o desfavorable para alguien o para algo', por lo que su utilización es asimismo apropiada en frases como: «El accidente dejó un saldo de dos personas muertas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se advierte de que para estas frases hay otros términos, como resultado, número, total, recuento, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;También se recuerda que es preferible, para estos contextos, utilizar los verbos provocar, causar, resultar,... antes que saldarse, que la mayoría de los diccionarios de uso no recoge con este sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4042672507665311109?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4042672507665311109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4042672507665311109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4042672507665311109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4042672507665311109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_14.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bCmqNLQIzvw/Tuh2Gy6MQmI/AAAAAAAADSo/-wgD0S8_lbE/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3230503280910375285</id><published>2011-12-13T05:15:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T05:18:29.970-08:00</updated><title type='text'>COMODINES</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Vfd1XAIy0Ro/TudQQBHav_I/AAAAAAAADSc/_yp2lcCSBVI/s1600/eSPA%25C3%2591OL.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 182px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vfd1XAIy0Ro/TudQQBHav_I/AAAAAAAADSc/_yp2lcCSBVI/s320/eSPA%25C3%2591OL.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685601290686218226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LA PALABRA: COMODINES (1)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Existen palabras muy peculiares, que, al margen de su posible significado, se aplican a diversos objetos y situaciones. Las solemos llamar «comodines», vocablo que el DRAE define como «1. m. En algunos juegos de naipes, carta que se puede aplicar a cualquier suerte favorable. 2. m. Cosa que se hace servir para fines diversos, según conviene a quien la usa. 3. Pretexto habitual y poco justificado».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estos «comodines» se dan en el habla coloquial de un país o región determinados. En Venezuela el «comodín» más frecuente y característico es «vaina», palabra no muy bien definida, en tanto que venezolanismo, en el  DRAE, aunque es de advertir que su uso es también frecuente en algunos otros países hispanoamericanos. La versatilidad de «vaina» se muestra en la diversidad de expresiones a que da origen: «pásame esa vaina» (referido a cualquier objeto); «¡deja la vaina!»; «¡ah, vaina!»; «se formó una vaina»; «¡qué vaina tan buena!»; «¡qué buena vaina!»; «la vaina está fea»; «echar vainas»; «¿cómo está la vaina?»;  «de vaina»; «echarse una vaina»; «¡ni de vaina!»; «¡qué vaina tan  seria!»…«Vaina» se aplica tanto a objetos materiales como a  situaciones y objetos ideales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otro «comodín» venezolano es «coroto». Lo  mismo que «vaina», «coroto» es cualquier objeto material. De ahí que sean frecuentes  expresiones como «¡Adiós corotos!»; «los corotos de cocina»; «los corotos de la  casa»; «pásame ese coroto»; «recoge los corotos»; «no dejes esos corotos regados»;  «alzarse con los corotos»; «meterse en los corotos»; «¡Corotos!», y algunas más.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es muy común en nuestro país llamar «coroto» al poder político: «El presidente como que no quiere aflojar el coroto». Y alguna vez, no sé si actualmente, en la cárcel, cuando se ordenaba la libertad de un preso, o su traslado  a otro penal, un ordenanza lo llamaba en la reja de la prevención: «¡Fulano de Tal, con sus corotos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe la creencia de que nuestro «coroto» se origina en una referencia al  pintor francés Camille Corot (1796-1875), de quien se dice que Guzmán Blanco tenía algunos cuadros. El profesor Rosenblat ha señalado la falsedad de esa  suposición, pues la palabra «coroto» ya se usaba en Venezuela mucho antes de la época de Guzmán. Según él, esa palabra puede ser de origen indígena.&lt;br /&gt;Publicado 13/12/2011&lt;br /&gt;Alexis Márquez Rodrígu&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3230503280910375285?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3230503280910375285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3230503280910375285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3230503280910375285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3230503280910375285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/comodines.html' title='COMODINES'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Vfd1XAIy0Ro/TudQQBHav_I/AAAAAAAADSc/_yp2lcCSBVI/s72-c/eSPA%25C3%2591OL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1633649047321727422</id><published>2011-12-13T02:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T02:58:17.755-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-8PPHyBaUbsc/TucvqRRsWlI/AAAAAAAADSQ/rz7G6PZxEQM/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-8PPHyBaUbsc/TucvqRRsWlI/AAAAAAAADSQ/rz7G6PZxEQM/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685565457817164370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;el verbo adecuado es legitimar y no legitimizar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;13/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legitimar significa ‘convertir algo en legítimo’ o ‘probar algo conforme a las leyes’, por lo que debe evitarse la forma legitimizar, tal y como recomienda el Diccionario panhispánico de dudas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así pues, son correctas frases como: «Con la llegada de la democracia se legitimaron partidos que antes estaban prohibidos» o «Un notario legitimó su derecho a la herencia».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El sustantivo correspondiente es legitimación y no legitimización.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además, en ocasiones se confunde inadecuadamente legitimar con legalizar que es ‘dar carácter legal a algo’, aunque con el significado de ‘certificar la autenticidad de una firma o un documento’ en los diccionarios Clave yVox se recoge el uso de ambos: «El notario deberá legitimar/legalizar las firmas de los contratantes».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1633649047321727422?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1633649047321727422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1633649047321727422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1633649047321727422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1633649047321727422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_13.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-8PPHyBaUbsc/TucvqRRsWlI/AAAAAAAADSQ/rz7G6PZxEQM/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1812317521322280030</id><published>2011-12-12T03:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T04:01:37.109-08:00</updated><title type='text'>IDIOMA ESPAÑOL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-9bMKti72Hwc/TuXstWbScKI/AAAAAAAADSE/Ou8xiKXT4vg/s1600/Cervantes.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-9bMKti72Hwc/TuXstWbScKI/AAAAAAAADSE/Ou8xiKXT4vg/s320/Cervantes.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685210368483422370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CON LA LENGUA: LAS CONJUNCIONES (1)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vimos que las preposiciones sirven para enlazar palabras  dentro de la frase u oración, agregando algún elemento significativo a la relación entre las palabras enlazadas. Parecidamente, la conjunción es también una partícula que enlaza, no palabras, sino frases u oraciones, e igualmente introduce en el enlace una noción semántica, es decir, un elemento de significación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Según el valor semántico de las conjunciones, estas se agrupan en varias clases.&lt;br /&gt;Las conjunciones más comunes son las copulativas. Estas enlazan dos o más elementos con un valor sumativo. Si decimos, por ejemplo,  «Isabel y Fernando fueron reyes de España», la conjunción «y» señala que los dos nombres están juntos, se suma uno al otro para formar, en este caso, el  sujeto compuesto de la oración. La conjunción «y» toma la forma «e» cuando el  segundo de los elementos enlazados comienza por «i» o por «hi», para evitar el choque cacofónico de las dos «íes»: «Él usa sarcasmos e ironías en sus escritos»; «Había nobles e hidalgos de todo tipo». En este último caso no se emplea la forma «e» cuando la «i» forma un diptongo: «Matan y hieren sin razón alguna».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando la relación entre los elementos enlazados por la conjunción  copulativa  es negativa, en lugar de «y» se emplea la forma «ni»: «Ese no es médico ni  nada». Por ser «ni» una conjunción  copulativa de signo negativo podría inducir al error de considerar que no es sumativa. Pero sí lo es. En el ejemplo propuesto hay dos elementos que se suman: el no ser médico y el no ser nada. Es como si dijéramos «Ese no es médico y no es nada».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando se trata de la enumeración de dos o más elementos afirmativos lo  usual es emplear «y» sólo delante del último elemento de la serie: «Ella estaba cansada, molesta y llena de dudas»; «Era un tipo alto, fornido, de piel oscura y cabello ensortijado». Lo mismo ocurre con la conjunción «ni»: «No había aceite, leche, harina pan, ni nada».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, esto no es una regla, y en ambos casos podría repetirse la  conjunción delante de cada elemento de la serie, lo cual suele hacerse con fines   estilísticos: «Ella estaba  cansada y molesta y llena de dudas»; «Era un tipo alto  y fornido y de piel oscura y cabello ensortijado». Esta repetición de la conjunción «y»  enfatiza la presencia de los elementos de la serie. En las oraciones negativas es frecuente que se repita la  conjunción  «ni» a fin de enfatizar la negación: «No había aceite, ni leche, ni harina pan, ni nada».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En todo caso, la repetición de la conjunción —fenómeno conocido como  «polisíndeton»— lo mismo que su supresión total —conocida como «asíndeton»— es  un recurso que con frecuencia se emplea con fines literarios, tanto en la prosa como  en el verso. &lt;br /&gt;Publicado 12/12/2011&lt;br /&gt;Alexis Márquez Rodríguez  &lt;br /&gt;Últimas Noticias. Venezuela&lt;br /&gt;Domingo, 27 de noviembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1812317521322280030?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1812317521322280030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1812317521322280030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1812317521322280030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1812317521322280030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/idioma-espanol.html' title='IDIOMA ESPAÑOL'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9bMKti72Hwc/TuXstWbScKI/AAAAAAAADSE/Ou8xiKXT4vg/s72-c/Cervantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8299729853349721356</id><published>2011-12-12T03:18:00.001-08:00</published><updated>2011-12-12T03:20:09.123-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-O5ReNKraNM0/TuXjK5M4nzI/AAAAAAAADR4/93IgR7wTXcE/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-O5ReNKraNM0/TuXjK5M4nzI/AAAAAAAADR4/93IgR7wTXcE/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685199880918179634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;DEFINICIÓN;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;polizona es el femenino de polizón&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;12/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polizona es el femenino de polizón y así figurará en la próxima edición del Diccionario académico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En algunas noticias sobre la mujer que intentó introducirse ayer en el avión que iba a trasladar a Japón al F. C. Barcelona, algunos medios se han referido a ella como la polizón y una polizón: «Una polizón quiso viajar con el Barça a Tokio», «A la polizón se le requirió la tarjeta de embarque».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Diccionario panhispánico de dudas señala que polizón —que significa ‘persona que viaja clandestinamente en un barco o un avión o, por extensión, en otro medio de transporte’—, aunque se ha empleado tradicionalmente como epiceno masculino (el polizón, la polizón), en la actualidad se emplea en femenino con la forma polizona, y así figurará en la próxima edición del Diccionario académico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por lo tanto, en las noticias citadas hubiera sido preferible escribir: «Una polizona quiso viajar con el Barça a Tokio» y «A la polizona se le requirió la tarjeta de embarque».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8299729853349721356?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8299729853349721356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8299729853349721356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8299729853349721356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8299729853349721356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_12.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-O5ReNKraNM0/TuXjK5M4nzI/AAAAAAAADR4/93IgR7wTXcE/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2217613122221951044</id><published>2011-12-12T00:20:00.000-08:00</published><updated>2011-12-12T00:23:14.308-08:00</updated><title type='text'>APOCOPADO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-hwGKtGPol4w/TuW5uyG4wCI/AAAAAAAADRs/4uMB70ZavUE/s1600/Dom%2BQuixote.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 97px; height: 94px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-hwGKtGPol4w/TuW5uyG4wCI/AAAAAAAADRs/4uMB70ZavUE/s320/Dom%2BQuixote.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685154318000898082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Apocopado, sí, solo cuando corresponde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por Graciela Melgarejo | LA NACION&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La última frase del cuento inmortal "El jardín de senderos que se bifurcan", de Jorge Luis Borges, es: "No sabe (nadie puede saber) mi innumerable contrición y cansancio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La frase se refiere en realidad a lo que Borges explica, en 1941, en el prólogo al libro de cuentos del mismo nombre: "Las siete piezas de este libro no requieren mayor elucidación. La séptima ("El jardín?") es policial; sus lectores asistirán a la ejecución y a todos los preliminares de un crimen, cuyo propósito no ignoran pero que no comprenderán, me parece, hasta el último párrafo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aunque no se trata de un crimen, y por lo tanto nadie debería sentirse profundamente arrepentido (o contrito), es cierto que un lector de esta columna se siente (profundamente) cansado. Desde Miramar, "su lugar en el mundo", el historiador, crítico teatral e investigador de cine y teatro Mario Gallina cuenta por qué empieza a sentirse tan cansado: "Siempre que leo su columna, me acuerdo de que debo escribirle para esta consulta. Mi hijo, que es profesor en letras, me dice que tenga presente que es «la primera vez» no «la primer vez». Otros me dicen que está aceptado de ambas maneras. Por eso, cada vez que escucho a Tinelli anunciar: «¡La primer pareja de la noche!», me cae fatal. Tal vez sería bueno que trate el tema en su columna?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El lector Gallina tiene razón. Tanta, que este tema ya fue tratado, más de una vez, en las columnas de "Diálogo semanal con los lectores", que escribía la profesora Lucila Castro. Por ejemplo, el 1º de agosto de 2005 se explicaba: "Desde Rosario, escribe Aldo Angel Zucca: «Es frecuente oír y leer en diversas publicaciones que los adjetivos ordinales correspondientes a primero y tercero son expresados como primer y tercer cuando califican a un sustantivo femenino: la primer semana , la tercer semana . Considero que debería decirse: la primera semana y la tercera semana . Desearía saber cuál de las dos formas es la correcta».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"La apócope de los pronombres numerales ordinales, en función adjetiva, primero y tercero se utiliza cuando va delante del sustantivo al que se refiere, aunque entre éste y el adjetivo se interponga otro adjetivo: el primer acontecimiento ; el tercer infausto suceso . La apócope es normal cuando el sustantivo que sigue es masculino, pero no cuando es femenino; así se dirá la primera semana del año o la tercera semana del año . Es cierto, y es una lástima, que el uso incorrecto se está extendiendo cada vez más."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es útil y didáctico agregar también aquí una precisión, que figura en el Diccionario panhispánico de dudas : "La apócope es opcional si primero aparece antepuesto y coordinado con otro adjetivo: «Schoenberg [...] escribe como si fuera el primero y último día de la creación» (Melo Notas [Méx. 1990]); «El final absurdo de su primer y último amigo lo dejó indiferente» (Jodorowsky Pájaro [Chile 1992])". Por supuesto, esto vale también para tercero : " «Esta placa que nos tomaron a los compañeros del tercer y cuarto curso» (Martínez Perón [Arg. 1989]); «La sesión de la mañana del tercero y último día de la reunión había resultado de gran interés» (Zaragoza Concerto [Esp. 1981])".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El DPD advierte también que "la apócope ante sustantivos femeninos es un arcaísmo que debe evitarse en el habla culta actual: *la primer vez , *la tercer vez ". Justamente, en el Diccionario de dudas de la lengua española , su autor, el lexicógrafo y académico Manuel Seco, aclaraba, con ejemplos, esto mismo: " «Primer mancha de la sangre / más noble, a mis manos muere» (Calderón de la Barca, El mágico prodigioso , acto I, verso 691); «La primer pulga se dice / que fue de aquí natural» (Rojas Zorrilla, Entre bobos anda el juego , acto III, verso 686). Pero este uso no debe imitarse".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efectivamente, este uso no debe imitarse. Y tampoco debería citarse, pero se hace, el cuento de Borges ya mencionado como "El jardín de [los] senderos que se bifurcan". Comprueben que no es lo mismo: "El jardín de senderos que se bifurcan" suena mejor y es el título que eligió su autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© LA NACION&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lineadirecta@lanacion.com.ar&lt;br /&gt;Twitter: @gramelgar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2217613122221951044?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2217613122221951044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2217613122221951044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2217613122221951044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2217613122221951044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/apocopado.html' title='APOCOPADO'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-hwGKtGPol4w/TuW5uyG4wCI/AAAAAAAADRs/4uMB70ZavUE/s72-c/Dom%2BQuixote.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1098420801548178213</id><published>2011-12-10T04:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-10T04:54:13.002-08:00</updated><title type='text'>RAMÓN ALEMÁN</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LSL3648O-BA/TuNWP27CfSI/AAAAAAAADRg/iHv9ah0lOcw/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-LSL3648O-BA/TuNWP27CfSI/AAAAAAAADRg/iHv9ah0lOcw/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684481985112866082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Presentación de la obra «Lavadora de textos»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El filólogo Alberto Gómez Font, coordinador general de la Fundación del Español Urgente (Fundéu BBVA) y miembro de la Academia Norteamericana de la Lengua Española (ANLE), presentará el próximo día 15 el libro Lavadora de textos, del periodista y corrector de textos tinerfeño Ramón Alemán. La presentación tendrá lugar a las 18.00 horas en la sala de Ámbito Cultural de El Corte Inglés de Santa Cruz de Tenerife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El libro Lavadora de textos es una recopilación de los artículos publicados hasta ahora por Ramón Alemán en el blog del mismo título (en la dirección de Internet www.lavadoradetextos.com) y ha sido prologado por Gómez Font. Los textos abordan con rigor, pero también con sencillez y con un poco de humor, asuntos relativos a la lengua española y proponen usar la duda y el sentido común como herramientas para escribir bien.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buena parte de los artículos de Lavadora de textos pretenden resolver dudas de amigos, periodistas y lectores del blog, y otros son respuestas a preguntas que el propio autor se hizo en su día sobre algunos misterios de la ortografía, la ortotipografía y la gramática del español. Las soluciones en ambos casos —cuando las había— las encontró Ramón Alemán en la Real Academia Española, en la Fundación del Español Urgente y en la sabiduría de grandes maestros como Manuel Seco, José Martínez de Sousa, Fernando Lázaro Carreter, Leonardo Gómez Torrego y Álex Grijelmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por lo tanto, las respuestas que da el libro nunca se apoyan en argumentos particulares del autor, sino en los razonamientos de quienes mejor conocen los íntimos secretos de la lengua española. Sí hay, no obstante, algunas opiniones personales sobre varios asuntos en los que los guardianes de nuestro idioma no terminan de ponerse de acuerdo. Esas opiniones, tan legítimas como discutibles, han sido siempre fruto de la humildad, el respeto por las normas, la capacidad de dudar y el sentido común que todo corrector de textos debe mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Lavadora de textos, Gómez Font señala en el prólogo: «Los primeros libros que conocí de esta familia —uso el término familia porque son libros estrechamente emparentados— fueron el de mi suegro, Fernando Lázaro Carreter, titulado El dardo en la palabra, una recopilación de columnas idiomáticas que publicó durante años en algunos diarios de Madrid y de provincias, y la serie de libros del lingüista venezolano Alexis Márquez Rodríguez titulados Con la lengua».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y añade: «No es habitual que un periodista sea al mismo tiempo corrector de estilo, y mucho menos corrector ortotipográfico, y no es porque ambas profesiones estén reñidas, sino porque tradicionalmente los correctores de los periódicos revisaban lo que escribían los periodistas. Y Ramón Alemán une los dos saberes, pues sabe mucho de ambas cosas, y si destacó como periodista también destaca como experto en las tareas de revisión y corrección de textos, oficio que hoy casi ha desaparecido de las redacciones de los periódicos españoles».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramón Alemán (Tenerife, 1966) es corrector de textos y periodista con más de veinte años de experiencia. En la actualidad simultanea ambos oficios. Es coordinador de Lavadora de textos, el servicio de corrección profesional que él mismo creó para la empresa de comunicación Contextos. Es miembro de la asociación La Unión de Correctores (UniCo).&lt;br /&gt;Publicado 09/12/2011&lt;br /&gt;www.lavadoradetextos.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1098420801548178213?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1098420801548178213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1098420801548178213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1098420801548178213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1098420801548178213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/ramon-aleman.html' title='RAMÓN ALEMÁN'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LSL3648O-BA/TuNWP27CfSI/AAAAAAAADRg/iHv9ah0lOcw/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7193235194764906254</id><published>2011-12-09T05:57:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T06:02:26.907-08:00</updated><title type='text'>FERNANDO PESSOA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-hCJPhvRsLx4/TuIUGIRtYDI/AAAAAAAADRU/48BlcySV9Bk/s1600/Cultura%2BBrasilera.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 42px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-hCJPhvRsLx4/TuIUGIRtYDI/AAAAAAAADRU/48BlcySV9Bk/s320/Cultura%2BBrasilera.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684127775228518450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puedo tener defectos, vivir ansioso y estar irritado algunas veces, pero no olvido de que mi vida es la mayor empresa del mundo. &lt;br /&gt;Y que puedo evitar que ella vaya a falencia. &lt;br /&gt;Ser feliz es reconocer que vale la pena vivir a pesar de todos los desafíos, incomprensiones y períodos de crisis. &lt;br /&gt;Ser feliz es dejar de ser víctima de los problemas y tornarse el autor de su propia historia. &lt;br /&gt;Es atravesar desiertos fuera de sí, pero ser capaz de encontrar un oasis en lo recóndito de su alma. &lt;br /&gt;Es agradecer a Dios cada mañana por el milagro de la vida. &lt;br /&gt;Ser feliz es no tener miedo de los propios sentimientos. &lt;br /&gt;Es saber hablar de sí mismo. &lt;br /&gt;Es tener coraje para oír un 'no'. &lt;br /&gt;Es tener seguridad para recibir una crítica, aunque sea injusta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Piedras en el camino? &lt;br /&gt;Las guardo todas, un día voy a construir un castillo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.&lt;br /&gt;E que posso evitar que ela vá a falência.&lt;br /&gt;Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.&lt;br /&gt;Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e&lt;br /&gt;se tornar um autor da própria história.&lt;br /&gt;É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma .&lt;br /&gt;É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.&lt;br /&gt;Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.&lt;br /&gt;É saber falar de si mesmo.&lt;br /&gt;É ter coragem para ouvir um 'não'.&lt;br /&gt;É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedras no caminho?&lt;br /&gt;Guardo todas, um dia vou construir um castelo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7193235194764906254?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7193235194764906254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7193235194764906254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7193235194764906254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7193235194764906254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fernando-pessoa.html' title='FERNANDO PESSOA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hCJPhvRsLx4/TuIUGIRtYDI/AAAAAAAADRU/48BlcySV9Bk/s72-c/Cultura%2BBrasilera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5059318584777909608</id><published>2011-12-09T04:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T04:15:18.157-08:00</updated><title type='text'>SI LO VA A USAR, ESCRÍBALO BIEN: NO ES 'EL ABC', SINO 'EL ABECÉ'</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-8EdcipqfE5o/TuH7iL0SgeI/AAAAAAAADRI/qN1UrU9kWz0/s1600/Ortografia-2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 212px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-8EdcipqfE5o/TuH7iL0SgeI/AAAAAAAADRI/qN1UrU9kWz0/s320/Ortografia-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684100769424507362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: © archivo Efe / Sáshenka Gutiérrez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Consejos de Fernando Ávila, delegado para Colombia de la Fundéu BBVA, para mejorar la ortografía. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con bastante frecuencia los titulares de notas orientativas, guías o instrucciones son «El ABC de los impuestos», «El ABC de las elecciones», «El ABC de las mascotas»…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta forma de titular, que tiene incluso un portal icónico llamado «El ABC del bebé», cuyo cabezote alude en su diseño a los entrañables cubos de madera de nuestra época de lactantes, alterna a veces con el Astete, «El Astete del Contribuyente» y con para dummies, «Guía tributaria para dummies».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La última no constituye ninguna ofensa a la inteligencia del público, pues si bien dummies es ‘tontos’, cualquier lector, tonto o inteligente, sabe que existe una serie de libros amarillos que se llaman «Internet para dummies», «Alemán para dummies», «Mozart para dummies»…, que en cuatrocientas páginas introducen al tema, de forma didáctica, con textos suaves, caricaturas y juegos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La segunda, el Astete, recuerda el famoso catecismo del padre Gaspar Astete, que mi generación se aprendió de memoria, como camino para dejar impresos en el alma los principios que guiarían la vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El recurso del ABC es el más socorrido, solo que no se debe escribir así.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La forma correcta es abecé, sustantivo masculino que la Academia define como ‘conjunto de rudimentos o principios de una disciplina o ciencia’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo de ABC  es como una taquigrafía personal, tan válida como escribir TBC en vez de te besé, pero tan fuera de lugar como este en el titular de un periódico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo correcto, entonces, es «El abecé del contribuyente», «El abecé de la tauromaquia», «El abecé de la tecnología táctil»…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahí les dejo la inquietud, amigos tituladores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ICBF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La nueva Ortografía de la lengua española, editada en el 2010, dice que las siglas que no se leen, como ICBF, se escriben en mayúscula sostenida. Es error dejar solo la inicial mayúscula (*Ibcf), lo que se puede hacer si la sigla tiene las vocales necesarias para ser leída, como Unicef y Unesco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 8000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los números de cuatro dígitos se escriben sin el punto o el espacio de mil (*8.000), como se venía haciendo con los años, 1999, 2006, 2010. Así pues, se escribe 4567 vacas, 5632 desplazados, 8765 manzanas. El punto o espacio se usa a partir de cinco dígitos, 56.789 toros, 45.230 pesos, 99.999 posibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adolece de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adolece no significa ‘carece’, sino ‘tiene un defecto’, por lo que un cajero no adolece de seguridad, sino de inseguridad; un paciente no adolece del corazón, sino de taquicardia, o un expediente no adolece de buena ortografía, sino de errores de escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 09/12/2011&lt;br /&gt;Fernando Ávila&lt;br /&gt;www.eltiempo.com, Colombia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5059318584777909608?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5059318584777909608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5059318584777909608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5059318584777909608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5059318584777909608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/si-lo-va-usar-escribalo-bien-no-es-el.html' title='SI LO VA A USAR, ESCRÍBALO BIEN: NO ES &apos;EL ABC&apos;, SINO &apos;EL ABECÉ&apos;'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8EdcipqfE5o/TuH7iL0SgeI/AAAAAAAADRI/qN1UrU9kWz0/s72-c/Ortografia-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-680118987141920576</id><published>2011-12-09T04:08:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T04:11:08.330-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-_aOKF8ZB_0E/TuH6lv-bkwI/AAAAAAAADQ8/lQpRWl2wPzw/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_aOKF8ZB_0E/TuH6lv-bkwI/AAAAAAAADQ8/lQpRWl2wPzw/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684099731158700802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;hacer clic, clicar y cliquear, formas válidas en español&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;09/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En español existen tres formas diferentes para expresar la acción de pulsar alguno de los botones del ratón (en algunos países de Hispanoamérica mouse): hacer clic, clicar y cliquear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La expresión hacer clic se creó a partir de la voz clic, que según el Diccionario académico es la 'onomatopeya usada para reproducir ciertos sonidos, como el que se produce al apretar el gatillo de un arma, pulsar un interruptor', y también la 'pulsación que se hace en alguno de los botones del ratón de un ordenador para dar una instrucción tras haber señalado un enlace o icono en la pantalla'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con esa misma palabra se creó el verbo clicar (que se conjuga igual que picar) y está recogido en varios diccionarios de uso del español actual con el significado de 'pulsar alguno de los botones del ratón de la computadora'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, a partir de clic también se formó el verbo cliquear (que se conjuga como saquear), que es la forma preferida en algunos países de América.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-680118987141920576?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/680118987141920576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=680118987141920576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/680118987141920576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/680118987141920576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_09.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_aOKF8ZB_0E/TuH6lv-bkwI/AAAAAAAADQ8/lQpRWl2wPzw/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1876846411003957121</id><published>2011-12-08T04:24:00.000-08:00</published><updated>2011-12-08T04:26:44.341-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Vh_QhjlotIw/TuCsst7v81I/AAAAAAAADQw/5kSBhpsDKwQ/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vh_QhjlotIw/TuCsst7v81I/AAAAAAAADQw/5kSBhpsDKwQ/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683732613985989458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Recomendación del día:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;dimisionario y dimitido no significan lo mismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;08/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para referirse a la persona que dimite, es decir, la que renuncia voluntariamente a su cargo, el término adecuado es dimisionario o dimitente, tal y como indica el Diccionario panhispánico de dudas, y no dimitido, que es el participio del verbo dimitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así en frases como el «El director dimitido agradeció el apoyo a sus colaboradores», lo apropiado hubiera sido «El director dimisionario agradeció el apoyo a sus colaboradores».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además del verbo dimitir, para referirse a alguien que renuncia voluntariamente a su cargo puede emplearse el verbo cesar, pero si a una persona se la hace renunciar, lo adecuado es usar el verbo destituir o la perífrasis dar el cese.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1876846411003957121?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1876846411003957121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1876846411003957121' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1876846411003957121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1876846411003957121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_08.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Vh_QhjlotIw/TuCsst7v81I/AAAAAAAADQw/5kSBhpsDKwQ/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5528719698080294374</id><published>2011-12-07T04:44:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T04:46:12.531-08:00</updated><title type='text'>"ereader"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-RP8VhqmesrQ/Tt9f3j7guSI/AAAAAAAADQk/BoLvjph7tQw/s1600/diccionario.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 247px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-RP8VhqmesrQ/Tt9f3j7guSI/AAAAAAAADQk/BoLvjph7tQw/s320/diccionario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683366662907148578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El Diccionario de la lengua española (DRAE) por primera vez en un 'ereader'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El diccionario más prestigioso en español y Dixio, la tecnología inteligente de diccionarios, se han unido para ofrecer el mejor contenido con la mayor usabilidad&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tagus eReader ya ha llegado a las tiendas de Casa del Libro y lo ha hecho por la puerta grande. Se trata del primer dispositivo que incluye el Diccionario de la lengua española de la Real Academia Española (RAE) con tecnología Dixio. El diccionario más prestigioso en español y Dixio, la tecnología inteligente de diccionarios, se han unido para ofrecer el mejor contenido con la mayor usabilidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; El Diccionario de la lengua española, con más de 88.000 entradas, se ha digitalizado en formato .dix, y con él la tecnología Dixio reconoce ya más de 4.780.000 términos (verbos conjugados, plurales, femeninos, frases hechas, formas derivadas o verbos con pronombres átonos). La versión del diccionario inteligente para Tagus eReader ofrece, además, otros tres diccionarios: la Wordnet para definiciones en inglés y los bilingües Español-Inglés e Inglés-Español de Semantix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así pues, los lectores que utilicen este nuevo ereader disfrutarán de las prestaciones que ofrece el diccionario inteligente. Con solo tocar la palabra que no entienden, Dixio hace un análisis del contexto del término, detecta su idioma y ofrece, al instante, la mejor definición o traducción en una ventana emergente y sin que el lector haya tenido que seleccionar previamente un diccionario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 07/12/2011&lt;br /&gt;Redacción&lt;br /&gt;www.noticiascadadia.com&lt;br /&gt;Lunes, 5 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5528719698080294374?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5528719698080294374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5528719698080294374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5528719698080294374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5528719698080294374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/ereader.html' title='&quot;ereader&quot;'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RP8VhqmesrQ/Tt9f3j7guSI/AAAAAAAADQk/BoLvjph7tQw/s72-c/diccionario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6236438122084035363</id><published>2011-12-07T04:40:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T04:42:33.199-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1jI-UXOkqYs/Tt9fDQ6OeLI/AAAAAAAADQY/7fwXfPNdIqQ/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1jI-UXOkqYs/Tt9fDQ6OeLI/AAAAAAAADQY/7fwXfPNdIqQ/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683365764448286898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;apelar contra una sentencia, mejor que apelar una sentencia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;07/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En español es preferible la forma apelar contra una sentencia que apelar una sentencia, aunque este último uso está muy extendido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los principales diccionarios de uso del español explican que el verbo apelar es intransitivo, por lo que en las construcciones donde aparece debe ir seguido de una preposición (que en este caso es contra): «El gobierno italiano apelará contra la resolución emitida hoy por la Corte Europea»; «La familia de la víctima apeló contra la sentencia que absuelve al acusado».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No obstante, algunos de aquellos diccionarios indican que hoy en día es común el uso de apelar como verbo transitivo, pero todos señalan que es preferible su forma intransitiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6236438122084035363?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6236438122084035363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6236438122084035363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6236438122084035363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6236438122084035363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_07.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1jI-UXOkqYs/Tt9fDQ6OeLI/AAAAAAAADQY/7fwXfPNdIqQ/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-525201569579498767</id><published>2011-12-06T04:48:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T04:52:36.127-08:00</updated><title type='text'>JOSÉ ANTONIO MILLÁN</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-y0jV_f82uxs/Tt4PsxYpwwI/AAAAAAAADQM/bqcXgMt_5pM/s1600/diccionario.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 247px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-y0jV_f82uxs/Tt4PsxYpwwI/AAAAAAAADQM/bqcXgMt_5pM/s320/diccionario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682997041633542914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El lexicógrafo como Tántalo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;&lt;br /&gt;"&gt;El experto José Antonio Millán explica los logros de la nueva edición del 'Diccionario del español actual' (Aguilar), de Manuel Seco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUENTE: EL PAÍS - JOSÉ ANTONIO MILLÁN 06/12/2011&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El experto José Antonio Millán explica los logros de la nueva edición del 'Diccionario del español actual' (Aguilar), de Manuel Seco. Una ambiciosa obra tras la que se esconden 40 años de trabajo para adaptar la esencia de la lengua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando en 1988 accedí a la dirección editorial de Taurus Ediciones, en sus locales (donde también estaba Aguilar), tras una puerta casi siempre cerrada, descubrí que se afanaba un grupito de personas en torno a unos ficheros. Pregunté, y me dijeron que eran Manuel Seco y su equipo, que elaboraban su nuevo diccionario, comenzado en 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edición incluye 200.000 acepciones ilustradas por unas 280.000 citas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por supuesto, como todo profesional de la lengua conocía sus obras gramaticales y el Diccionario de dudas y dificultades. Pedí al entonces director de Aguilar, Mauricio Santos, que me lo presentara (prometiendo no distraer demasiado su labor), y ahí empecé mi relación con el Diccionario del español actual, todavía nonato. Efectivamente: habrían de pasar aún 11 años para que la obra viera la luz. Apareció en 1999, y era una absoluta novedad en el ámbito de la lexicografía española: un diccionario que tenía la desfachatez de no basarse en otros anteriores, sino en usos de nuestra lengua, literaria o no. Porque muchos diccionarios se hacen a partir de otros, y eso ha perpetuado no solo auténticos fantasmas lexicográficos (palabras que nunca han existido, pero que se acarrean de obra en obra), sino también voces desusadas, definiciones viciadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La pretensión de Seco y su pequeño equipo, dirigido por Olimpia Andrés, fue partir de ejemplos reales de uso de la lengua de España a partir de 1950. La estructura o planta de las definiciones se creó también exprofeso para esta obra, con lo que el resultado fue un diccionario de la lengua real, contemporánea, y hecho con criterios modernos. Del éxito logrado da cuenta el hecho feliz de que ahora aparezca la segunda edición actualizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quienes hemos comprobado durante estos años la minuciosidad del trabajo que había detrás del Diccionario del español actual podemos adivinar el placer que habrá supuesto para sus artífices la elaboración de una edición corregida y aumentada. Recordemos que la documentación inicial empezó en 1970 a partir de libros y periódicos, por supuesto en papel. Las citas aspirantes a documentar una acepción se confiaron a fichas de papel, y la redacción se llevó a cabo del mismo modo, y solo al final se pasó a soporte informático para la edición. Desde la aparición de la obra en 1999 se ha ampliado muchísimo el número de periódicos en línea, y además existen los corpus de la Academia, lo que (unido a la continuación del trabajo de documentación) ha hecho posible perfeccionar el diccionario, y aportaré un pequeño ejemplo de cómo. En la primera edición, las 141.000 acepciones se ilustraban con 200.000 citas. Sin embargo había acepciones que, aun estando claras para el lexicógrafo, no tenían una cita que las atestiguara en el gran corpus manejado (y recordemos que estábamos aún en la era a. G., antes de Google). Estos ejemplos "de procedencia no localizada", se han sustituido ahora por citas bien referenciadas: por ejemplo, la acepción dos de barbacoa, que antes estaba ilustrada con un ejemplo creado ad hoc, ahora lleva una cita de Elvira Lindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque esta escritora, y Vila-Matas, y García Gual, y Umbral, y Martín de Riquer (y, si se me permite la confidencia, el autor de estas líneas), y multitud de periódicos y revistas, junto a obras de enseñanza y divulgación, y catálogos y folletos, han ido aportando a lo largo de más de 40 años los ejemplos de uso que luego, destilados en el alambique del lexicógrafo, han formado, gota a gota, las 83.000 palabras, que totalizan casi 200.000 acepciones ilustradas por 280.000 citas de la nueva edición.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Tenemos por fin aquí el Diccionario del español actual definitivo? ¡Ay!, la tarea del lexicógrafo, aunque esté informatizado, es la de un moderno Tántalo, que ve aparecer en la lejanía una fruta más jugosa, apenas está degustando la que con tantos esfuerzos ha podido coger. Los consultantes y lectores de esta obra disfrutarán de la claridad de las definiciones, de las precisas indicaciones de construcción y régimen (útiles tanto para el hispanohablante como para el extranjero), de los iluminadores ejemplos. Pero eso no impedirá que un puñadito de personas se detengan en la lectura de una novela, del prospecto de una medicina, y anoten una cita valiosa que aclara una acepción que no tuvieron en cuenta en la última edición: ¡queda para la siguiente!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-525201569579498767?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/525201569579498767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=525201569579498767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/525201569579498767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/525201569579498767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/jose-antonio-millan.html' title='JOSÉ ANTONIO MILLÁN'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-y0jV_f82uxs/Tt4PsxYpwwI/AAAAAAAADQM/bqcXgMt_5pM/s72-c/diccionario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-2627994039410664044</id><published>2011-12-05T06:01:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T06:06:01.359-08:00</updated><title type='text'>MI DIOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-V4dA2RQxyRY/TtzPYyrdO1I/AAAAAAAADQA/qRdfZXzXfL8/s1600/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-V4dA2RQxyRY/TtzPYyrdO1I/AAAAAAAADQA/qRdfZXzXfL8/s320/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682644854662576978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MI DIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mi dios no tiene ni templos ni iglesias.&lt;br /&gt;No tiene altares donde tú le rezas.&lt;br /&gt;No tiene sacerdotes, monjes, nada&lt;br /&gt;que medie entre tu ser y su mirada&lt;br /&gt;Mi dios no tiene libros, pergaminos&lt;br /&gt;que te cuenten aquello que él nos dijo&lt;br /&gt;Mi dios no tiene santos ni profetas &lt;br /&gt;que te administren su divina gracia. &lt;br /&gt;Mi dios todos los días&lt;br /&gt;realiza para mí muchos milagros  &lt;br /&gt;Hace nacer el sol, reír a los niños&lt;br /&gt;florecer a las plantas , cantar pájaros.&lt;br /&gt;Multiplica semillas y pechos turgentes.&lt;br /&gt;Hace nacer la vida, correr agua, nadar peces,&lt;br /&gt;crecer los dientes, zumbar a las abejas. &lt;br /&gt;Mi dios no tiene nombre, no precisa,&lt;br /&gt;tampoco reconoce estados o países, &lt;br /&gt;ni razas o colores que dividan.&lt;br /&gt;Mi dios me reconoce como humano,&lt;br /&gt;como imperfecto ser en construcción,&lt;br /&gt;y sana mis heridas y mis penas&lt;br /&gt;con la grandeza inmensa del perdón.&lt;br /&gt;Mi Dios regala amor, sabiduría, &lt;br /&gt;la gratitud por una vida plena. &lt;br /&gt;La paz para una muerte merecida.&lt;br /&gt;Y una duda fugaz, nuestro destino…  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-2627994039410664044?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/2627994039410664044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=2627994039410664044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2627994039410664044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/2627994039410664044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/mi-dios.html' title='MI DIOS'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-V4dA2RQxyRY/TtzPYyrdO1I/AAAAAAAADQA/qRdfZXzXfL8/s72-c/Puesta%2Bde%2Bsol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3750351293224714206</id><published>2011-12-05T03:01:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T03:03:24.292-08:00</updated><title type='text'>LAS PALABRAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-3IcqGBFQvRg/TtykzfMi07I/AAAAAAAADP0/VsSritOQe6g/s1600/idioma%2Bmanchego.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-3IcqGBFQvRg/TtykzfMi07I/AAAAAAAADP0/VsSritOQe6g/s320/idioma%2Bmanchego.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682598034289120178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PORQUE ME PARECE O PORQUE ME GUSTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando hablamos, cuando escribimos, solemos tener una conciencia más o menos precisa de por qué elegimos una palabra y no otra para expresarnos mejor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, cuando se trata de hablar sobre el idioma, muchos dan su opinión porque algo les «parece» que es así, o simplemente porque les «gustaría» que fuera así. Por ejemplo, en la columna pasada, se mencionó la palabra descabalado, y sobre ella fueron muchos los lectores que hicieron alguna observación. Algunos dedujeron, a pesar de los ejemplos, alguna etimología equivocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como la lengua, y el uso de la lengua, se hace entre todos, otros lectores enderezaron la cuestión. Así opinó la forista BeatrizGalindo cuando uno asimiló descabalado a descalabrado : Descabalado y descalabrado pueden parecerse, pero no tienen ninguna relación. Descabalado, como bien observa Tehuelchen, viene de cabal y descalabrado viene de des-calaverado porque descalabrar, en su primera acepción, es 'herir en la cabeza' y de ahí, en general, 'herir', 'lastimar', 'estropear', etcétera".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas y otras pequeñas «trampas» que plantea nuestro propio idioma se están volviendo cada vez más usuales, sobre todo en los medios, si se juzga por los ejemplos que la Fundación Urgente del Español (Fundéu) hace circular diariamente en Internet. Veamos la diferencia, según Fundéu, de utilizar efectivo, eficaz o eficiente: «Estos términos no deben confundirse. Efectivo, usado como adjetivo, tiene el sentido de 'real o verdadero': «El nombramiento será efectivo el próximo mes», y, aplicado a cosas, tiene el significado de eficaz, 'capaz de lograr el efecto que se desea': «La aspirina es efectiva contra el dolor de cabeza», aunque en este caso es preferible emplear eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Sin embargo, es incorrecto usar efectivo —referido a personas— como sinónimo de eficiente: 'que realiza satisfactoriamente la función a la que está destinado', 'competente, que rinde en su actividad'. Así, un empleado es eficiente en su trabajo. Por tanto, eficiente se aplica a personas, y eficaz a cosas y a personas. Efectivo se emplea también con el significado de 'dinero en monedas o billetes'. En este caso debe evitarse la voz inglesa cash».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Podríamos agregar también que es incorrecto el uso de efectivo para designar al individuo integrante de un efectivo  —como 'número de hombres que tiene una unidad militar, en contraposición con la plantilla que le corresponde'—, cuando lo correcto es utilizar el sustantivo concreto que corresponda, como soldado, policía, bombero, etcétera.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La explicación antes citada recuerda —sobre todo, porque en la columna pasada se hablaba, también, de las traducciones al español— otra de Fundéu, pero referida a los «falsos amigos». El artículo se llama, precisamente, «Falsos amigos: entre la traducción y la invención», y aquí van algunos pasajes: «Un falso amigo es una palabra o expresión de una lengua extranjera que es muy parecida en la forma, pero no en el significado, a otra palabra de la lengua propia. De modo que es fácil que se produzca una confusión con el significado de ambas. El Diccionario de uso del español de María Moliner define falso amigo como 'palabra o expresión de una lengua extranjera que por ser muy similar a otra de la lengua propia puede ser interpretada incorrectamente'. Uno de los ejemplos que suelen citarse es la palabra inglesa exit, que pasaría a ser un falso amigo si erróneamente se pensara que en español significa éxito, y no salida, que es su verdadera traducción».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre los «falsos amigos» en inglés y en francés citados en el artículo no podía faltar el cada vez más popular bizarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La consulta del lector Aldo Dimatteo se relacionaría de alguna manera con lo anterior. Escribe Dimatteo el 16/11: «Cuando se mencionan las Juntas de Clasificación de los docentes, ¿no son «de Calificación»?» No, el nombre completo del organismo es «Juntas de Clasificación Docente y Disciplina». Aunque, después de los hechos del jueves pasado, la disciplina se añora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado 05/12/2011&lt;br /&gt;Graciela Melgarejo&lt;br /&gt;www.lanacion.com.ar&lt;br /&gt;Lunes, 5 de diciembre del 2011&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3750351293224714206?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3750351293224714206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3750351293224714206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3750351293224714206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3750351293224714206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/las-palabras.html' title='LAS PALABRAS'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3IcqGBFQvRg/TtykzfMi07I/AAAAAAAADP0/VsSritOQe6g/s72-c/idioma%2Bmanchego.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7607348645207194036</id><published>2011-12-05T02:55:00.001-08:00</published><updated>2011-12-05T02:57:14.564-08:00</updated><title type='text'>WALT WITHMAN</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-5D7m9j0U04Y/TtyjPxiGOdI/AAAAAAAADPo/zl0zMxBGhI4/s1600/WhitmnW-129x143.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 143px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-5D7m9j0U04Y/TtyjPxiGOdI/AAAAAAAADPo/zl0zMxBGhI4/s320/WhitmnW-129x143.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682596321224440274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con el reflujo del océano de la vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" (...) Mientras recorro las playas que no conozco&lt;br /&gt;mientras escucho la endecha&lt;br /&gt;las voces de los hombres y mujeres náufragos&lt;br /&gt;mientras aspiro las brisas impalpables que me asedian&lt;br /&gt;mientras el océano, tan misterioso&lt;br /&gt;se aproxima a mi cada vez más&lt;br /&gt;yo no soy sino un insignificante madero abandonado por la resaca&lt;br /&gt;un puñado de arena y hojas muertas&lt;br /&gt;y me confundo con las arenas y con los restos del naufragio.&lt;br /&gt;Oh! desconcertado, frustrado, humillado hasta el polvo&lt;br /&gt;oprimido por el peso de mi mismo&lt;br /&gt;pues me he atrevido a abrir la boca&lt;br /&gt;sabiendo ya que en medio de esa verbosidad cuyos ecos oigo&lt;br /&gt;jamás he sospechado qué o quién soy&lt;br /&gt;a no ser que, ante todos mis arrogantes poemas&lt;br /&gt;mi yo real esté de pie, impasible, ileso, no revelado&lt;br /&gt;señero, apartado, escarneciéndome con señas y reverencias burlonamente amables&lt;br /&gt;con carcajadas irónicas a cada una de las palabras que he escrito&lt;br /&gt;indicando en silencio estos cantos y, luego, la arena en que asiento mis pies.&lt;br /&gt;Ahora sé que nada he comprendido, ni el objeto más pequeño&lt;br /&gt;y qué ningún hombre puede comprenderlo.&lt;br /&gt;La naturaleza está aquí a la vista del mar&lt;br /&gt;aprovechándose de mí para golpearme y para herirme&lt;br /&gt;porqué me he atrevido a abrir la boca para cantar.&lt;br /&gt;He oído lo que decían los charlatanes sobre el principio y el fin,&lt;br /&gt;Pero yo no hablo del principio y del fin.&lt;br /&gt;Jamás hubo otro principio que el de ahora, ni más juventud o vejez que las de ahora,&lt;br /&gt;Y nunca habrá otra perfección que la de ahora,&lt;br /&gt;Ni más cielo o infierno que éstos de ahora.&lt;br /&gt;Instinto, instinto, instinto.&lt;br /&gt;Siempre el instinto procreando el mundo.&lt;br /&gt;Surgen de la sombra los iguales, opuestos y complementarios, siempre sustancia y crecimiento, siempre sexo,&lt;br /&gt;Siempre una red de identidades, siempre distinciones, siempre la vida fecundada.&lt;br /&gt;De nada vale trabajar con primor; cultos e ignorantes lo saben.&lt;br /&gt;Seguro como lo más seguro, enclavado con plomo en las columnas, abrazado al poste firme,&lt;br /&gt;Fuerte como un caballo, afectuoso, soberbio, ecléctico,&lt;br /&gt;Yo y este misterio aquí estamos frente a frente.&lt;br /&gt;Limpia y tierna es mi alma, y limpio y tierno es todo lo que no es mi alma,&lt;br /&gt;Si falta uno de los dos, ambos faltan, y lo visible es prueba de lo invisible,&lt;br /&gt;Hasta que se vuelva invisible y haya de ser probado a su vez.&lt;br /&gt;Cada época ha humillado a las otras enseñando lo mejor y desechando lo peor,&lt;br /&gt;Y yo, como conozco la perfecta justeza y la eterna constancia de las cosas,&lt;br /&gt;No discuto, me callo, y me voy a bañarme para admirar mi cuerpo.&lt;br /&gt;Hermoso es cada uno de mis órganos y de mis atributos, y los de todo hombre bello y sano,&lt;br /&gt;Ni una pulgada de mi cuerpo es despreciable, y ni una debe ser menos conocida que las otras.&lt;br /&gt;Me siento satisfecho: miro, bailo, río, canto;&lt;br /&gt;Cuando mi amante compañero de lecho, que ha dormido abrazado a mí toda la noche, se va con paso quedo al despuntar el alba,&lt;br /&gt;Dejándome cestas cubiertas con lienzos blancos que llenan con su abundancia mi casa,&lt;br /&gt;Yo las acepto con naturalidad, ¿pues habría de tasarlas hasta el último céntimo para conocer exactamente el valor de su regalo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Quién anda por ahí anhelante, místico desnudo?&lt;br /&gt;¿Cómo es que saco fuerzas de la carne que tomo?&lt;br /&gt;¿Qué es un hombre, realmente? ¿Qué soy yo? ¿Qué vosotros?&lt;br /&gt;Cuanto diga que es mío deberás apropiártelo.&lt;br /&gt;De otra forma, escucharme sería perder tu tiempo.&lt;br /&gt;No voy gimoteando a través de la tierra:&lt;br /&gt;Que los meses se pasan, que la tierra es fangosa, miserable y muy sucia.&lt;br /&gt;Gemidos y plegarias serviles son remedios para enfermos e inválidos; quede el conformarse muy lejos de mi vida,&lt;br /&gt;Yo me pongo el sombrero dentro y fuera de casa.&lt;br /&gt;¿Por qué tengo que orar? ¿Y adorar y andar con ceremonias?&lt;br /&gt;Después de escudriñar en los estratos, de analizarlo todo, de hablar con los expertos y calcular minucias,&lt;br /&gt;He llegado a saber que el sebo más sabroso va adherido a mis huesos.&lt;br /&gt;Me veo en todos, ninguno es más que yo, ni es menos un grano de cebada.&lt;br /&gt;Sé que soy fuerte y sano,&lt;br /&gt;Todo marcha hacia mí, constantemente,&lt;br /&gt;Todo me escribe y debo descifrar lo que me dice.&lt;br /&gt;Sé que soy inmortal.&lt;br /&gt;Sé que mi órbita no podrá ser descrita con compás de artesano,&lt;br /&gt;Que no me perderé como se apaga la espiral que en la sombra traza un niño con fuego de un carbón encendido.&lt;br /&gt;Sé que soy venerable,&lt;br /&gt;Y no fuerzo a mi espíritu a que explique o defienda,&lt;br /&gt;Pues las leyes más fijas nunca piden disculpas&lt;br /&gt;(Después de todo no soy más orgulloso que el cimiento que sustenta mi casa),&lt;br /&gt;Existo como soy, con eso basta,&lt;br /&gt;Y si nadie lo sabe me doy por satisfecho,&lt;br /&gt;Lo mismo que si todos y uno a uno lo saben,&lt;br /&gt;Hay un mundo al que tengo por el mayor de todos, que soy yo y que lo sabe,&lt;br /&gt;Si llego a mi destino, ya sea hoy ya sea dentro de millones de años,&lt;br /&gt;Puedo aceptarlo ahora o seguir aguardando, con igual alegría.&lt;br /&gt;La base donde apoyo mis pies es de granito,&lt;br /&gt;Me río cuando dicen que puede disolverse,&lt;br /&gt;Porque conozco lo que dura el tiempo.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7607348645207194036?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7607348645207194036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7607348645207194036' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7607348645207194036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7607348645207194036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/walt-withman.html' title='WALT WITHMAN'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5D7m9j0U04Y/TtyjPxiGOdI/AAAAAAAADPo/zl0zMxBGhI4/s72-c/WhitmnW-129x143.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-6464988965793506059</id><published>2011-12-05T02:50:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T02:52:14.814-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-y6FgDnITGP8/TtyiMmXVPQI/AAAAAAAADPc/H3mPlwLPEEk/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-y6FgDnITGP8/TtyiMmXVPQI/AAAAAAAADPc/H3mPlwLPEEk/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682595167175261442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;tener ascendiente o ascendencia,no tener ascendente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05/12/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para indicar que alguien o algo ejerce influencia sobre otra persona o conjunto de personas pueden emplearse las expresiones tener ascendiente y tener ascendencia.&lt;br /&gt;Sin embargo, en ocasiones se encuentra en los medios la variante tener ascendente: «Ignacio González es, sin duda, la persona con más ascendente político sobre Aguirre», «Considera que Ronaldinho tiene gran ascendente entre los hinchas», «La imagen del País Vasco tiene mucho ascendente y se puede trabajar mucho».&lt;br /&gt;Entre las diversas definiciones de ascendente que recogen los diccionarios de español, no figura la de ‘influencia o autoridad moral’; con ese sentido se emplea ascendiente: «Ignacio González es, sin duda, la persona con más ascendiente político sobre Aguirre».&lt;br /&gt;Según indica el Diccionario panhispánico de dudas en la entrada «ascendencia», también puede utilizarse este término con el mismo sentido: «Considera que Ronaldinho tiene gran ascendencia entre los hinchas».&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-6464988965793506059?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/6464988965793506059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=6464988965793506059' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6464988965793506059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/6464988965793506059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_05.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-y6FgDnITGP8/TtyiMmXVPQI/AAAAAAAADPc/H3mPlwLPEEk/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-4764885477523281340</id><published>2011-12-02T04:42:00.001-08:00</published><updated>2011-12-02T04:44:05.939-08:00</updated><title type='text'>HABLAR ES PENSAR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-wmPmA9FZu4U/TtjH3bLtUyI/AAAAAAAADPQ/3beVEGkyrtI/s1600/joseluisgomez--644x362.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 180px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wmPmA9FZu4U/TtjH3bLtUyI/AAAAAAAADPQ/3beVEGkyrtI/s320/joseluisgomez--644x362.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681510684931478306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;José Luis Gómez: «Defenderé el lenguaje oral en la Academia»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;El creador de La Abadía ocupará el sillón del «gran Ayala, lúcido defensor de la libertad»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;FUENTE: ANTONIO ASTORGA / MADRID &lt;br /&gt;José Luis Gómez&lt;br /&gt;En segunda votación, por una mayoría «amplia y generosa», el actor y director escénico José Luis Gómez se convirtió anoche en nuevo académico de la Española, donde ocupará la silla Z, vacante desde el fallecimiento del inolvidable Francisco Ayala. La candidatura del fundador de La Abadía fue propuesta por Francisco Nieva, Emilio Lledó y Juan Luis Cebrián.&lt;br /&gt;José Luis Gómez (Huelva, 1940) ha convertido en fieramente humano el oficio de actor, que consiste en dejarse afectar por pasiones y conflictos que no le son propios: «Todo lo que sé de mi oficio lo he aprendido de las gentes de mi oficio. Lo más valioso del aprendizaje fue que me despertaran la pasión de aprender. Cuando alguien tiene la pasión de aprender encuentra a los maestros. El principal mérito estará siempre en el discípulo». Y así, se siente honrado por entrar en la Docta Casa: «Brota en mí un sentimiento de gratitud —declaraba anoche a ABC— hacia la Academia, los académicos y todos los que han hecho una labor fundamental en favor de la cultura española». Gratitud que extiende José Luis Gómez a su oficio de teatro: «Soy un enamorado del teatro, que me ha permitido desarrollar mis mejores actitudes. La fundación de La Abadía es una búsqueda del sentido de mi profesión».&lt;br /&gt;Cuando su padre le envió a Alemania para que se convirtiera en un «hostelero de postín», Gómez pasó por Fráncfort, París, Lausana... Pero aquellos sueños acariciados se truncaron. Cuando regresó a España, el actor se da cuenta de que el habla escénica no estaba siempre a la altura de la literatura dramática española, «de la complicidad de una literatura muy poética —el barroco, Valle, Lorca...—; yo sentía que el utillaje, el instrumentario de la escena, no estaba a la altura de esa complejidad de su literatura. El habla escénica no se refiere a una buena emisión de los textos, a un buen decir, a un buen recitar; no, no. Se refiere a la emisión de la palabra en acción, la palabra en vida, lo que María Zambrano podía llamar la palabra entrañada». La palabra emitida desde el cuerpo y el corazón. Hablar es pensar.&lt;br /&gt;¿Qué aportará José Luis Gómez a la escena de la Real Academia? «Yo creo que una defensa de la oralidad, un alegato en favor de la lengua en acción en los escenarios españoles. Hay que tener en cuenta que a nuestra lengua, el español, y al teatro de la sociedad española no siempre se les otorga la categoría que realmente tienen. Es mucho más fácil que se interesen por una obra en polaco, en checo y, por supuesto, en inglés o en francés en los escenarios internacionales que en español. Atención. Y hay otro asunto. La extraordinario extensión demográfica del español no trae consigo necesariamente un alto prestigio como lengua de cultura. Tenemos que luchar por eso».&lt;br /&gt;Premio Nacional de Teatro y reconocido como el mejor actor en el Festival de Cannes por «Pascual Duarte» película con la que le arrebató la Palma de Oro al «taxista» Robert de Niro: «fue el azar», explica]. Y tiene un emocionado recuerdo para Francisco Ayala, cuyo sillón «Z» ocupará: «Grandísimo escritor español, y andaluz como yo, y un lúcido defensor de la libertad al que yo rindo homenaje, desde ahora y desde aquí».&lt;br /&gt;El teatro es el reducto de la palabra en acción. El castellano, como lengua escénica, tiene desde hoy un extraordinario paladín en la Real Academia, un defensor a ultranza desde el principio del verbo.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-4764885477523281340?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/4764885477523281340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=4764885477523281340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4764885477523281340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/4764885477523281340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/hablar-es-pensar.html' title='HABLAR ES PENSAR'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wmPmA9FZu4U/TtjH3bLtUyI/AAAAAAAADPQ/3beVEGkyrtI/s72-c/joseluisgomez--644x362.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-91261388578964668</id><published>2011-12-02T04:03:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T04:07:20.865-08:00</updated><title type='text'>JULIO CASTRO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-nEu-icbXwf0/Tti-9ry4YII/AAAAAAAADPE/hmylj_Sy_3Y/s1600/P1020356%2B-%2Bpuesta%2Bsol.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 76px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nEu-icbXwf0/Tti-9ry4YII/AAAAAAAADPE/hmylj_Sy_3Y/s320/P1020356%2B-%2Bpuesta%2Bsol.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681500896865312898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PIRULO DE TAPA FUENTE: PÁGINA 12&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;JULIO&lt;br /&gt;Por Eduardo Galeano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los huesos de Julio Castro está el más certero retrato de la dictadura militar.&lt;br /&gt;Dime a quién odias y te diré quién eres: a Julio lo mataron y lo desaparecieron porque era un hombre solidario y digno,&lt;br /&gt;porque jamás humilló ni se dejó humillar,&lt;br /&gt;porque era querido y queriente,&lt;br /&gt;porque era respetador y respetado,&lt;br /&gt;porque era un hombre vivido y sabio, el más modesto de los sabios, y su sencilla manera de vivir y de escribir ofendía a la arrogancia armada,&lt;br /&gt;y porque tenía un invencible sentido del humor, que siempre lo ayudó a ser más fuerte que el miedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;(El periodista y maestro Julio Castro, fundador del Frente Amplio uruguayo, estaba desaparecido desde 1977. Ayer el gobierno uruguayo confirmó que identificaron sus restos.)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-91261388578964668?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/91261388578964668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=91261388578964668' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/91261388578964668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/91261388578964668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/julio-castro.html' title='JULIO CASTRO'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nEu-icbXwf0/Tti-9ry4YII/AAAAAAAADPE/hmylj_Sy_3Y/s72-c/P1020356%2B-%2Bpuesta%2Bsol.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1348046732373260578</id><published>2011-12-02T02:50:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T02:52:26.745-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-8LWjqIbkWYM/TtitrMYOyRI/AAAAAAAADOs/9RKihryNldI/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-8LWjqIbkWYM/TtitrMYOyRI/AAAAAAAADOs/9RKihryNldI/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681481887496718610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;tenis: claves para una buena redacción &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;En las informaciones relacionadas con la final de la Copa Davis, que se disputa este fin de semana en Sevilla (España), es muy común el abuso de extranjerismos, en algunos casos innecesarios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los más habituales y que tienen un equivalente en español son:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. set: manga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. tie break: muerte súbita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. hacer un break: romper el servicio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. ace: saque directo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. match point: punto de partido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. net: red&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. out:  fuera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. deuce:  iguales&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. winner: golpe ganador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando los extranjerismos no tengan un equivalente en español o cuando, habiéndolo, se decida mantener la forma inglesa, deben escribirse en cursiva o entrecomillados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, conviene recordar que la superficie sobre la que se juega recibe el nombre de tierra batida, arcilla o polvo de ladrillo; estas últimas denominaciones son más comunes en algunos países de América.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1348046732373260578?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1348046732373260578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1348046732373260578' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1348046732373260578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1348046732373260578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda_02.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8LWjqIbkWYM/TtitrMYOyRI/AAAAAAAADOs/9RKihryNldI/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-646981252052975910</id><published>2011-12-01T04:57:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T04:58:10.659-08:00</updated><title type='text'>FALSOS AMIGOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-2ZYHILXJJhk/Ttd5w225k5I/AAAAAAAADOg/BMHRlfRSrWU/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-2ZYHILXJJhk/Ttd5w225k5I/AAAAAAAADOg/BMHRlfRSrWU/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681143335217632146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Falsos amigos: entre la traducción y la invención&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un falso amigo es una palabra o expresión de una lengua extranjera que es muy parecida en la forma, pero no en el significado, a otra palabra de la lengua propia. De modo que es fácil que se produzca una confusión con el significado de ambas.&lt;br /&gt;El Diccionario de uso del español de María Moliner define falso amigo como: ‘palabra o expresión de una lengua extranjera que por ser muy similar a otra de la lengua propia puede ser interpretada incorrectamente’.&lt;br /&gt;Uno de los ejemplos que suele citarse es la palabra inglesa exit, que pasaría a ser un falso amigo si erróneamente se pensara que en español significaéxito, y no salida, que es su verdadera traducción.&lt;br /&gt;Falsos amigos en francés&lt;br /&gt;	Armée: su traducción es ‘ejército’, y no ‘armada’.&lt;br /&gt;	Adopter: su traducción es ‘aprobar, aceptar’. En español existe adoptar y, a veces, se emplea erróneamente con el significado de la palabra francesa.&lt;br /&gt;	Bizarre: su traducción es ‘raro’. En español, bizarro significa ‘valiente’.&lt;br /&gt;	Équipage: su traducción es ‘tripulación’, no ‘equipaje’.&lt;br /&gt;Falsos amigos en inglés&lt;br /&gt;	Actual: su traducción es ‘real’, no ‘actual’.&lt;br /&gt;	Appreciable: se traduce por (cantidad) ‘importante’, por tanto es incorrecto emplear apreciable como sinónimo de importante.&lt;br /&gt;	Candid: significa ‘sincero’, no ‘cándido, simple, sencillo’.&lt;br /&gt;	Confident: se traduce por ‘confiado, seguro’, y no por ‘confidente’.&lt;br /&gt;	Establishment: significa ‘fundación’, no ‘establecimiento’.&lt;br /&gt;	Eventually: ‘finalmente’, no ‘eventualmente’.&lt;br /&gt;	Evidence: su traducción es ‘prueba’,  y no ‘evidencia’.&lt;br /&gt;	Severe: quiere decir ‘grave’, no ‘severo’.&lt;br /&gt;	Topic: se traducción por ‘tema, asunto’, no ‘tópico’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRUCO&lt;br /&gt;La expresión falso amigo, en español, es en sí misma un falso amigo, calco del francés faux-ami. Según la Wikipedia fue usado por primera vez por Koessler y Derocquigny en su libro Les faux-amis ou les trahisons du vocabulaire anglais(en español, Los falsos amigos o las traiciones del vocabulario inglés) de 1928.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-646981252052975910?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/646981252052975910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=646981252052975910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/646981252052975910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/646981252052975910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/falsos-amigos.html' title='FALSOS AMIGOS'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2ZYHILXJJhk/Ttd5w225k5I/AAAAAAAADOg/BMHRlfRSrWU/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3782041384723194050</id><published>2011-12-01T04:19:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T04:22:17.540-08:00</updated><title type='text'>EL IDIOMA. DE CAMILO Y CHE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1-SkUh3lXa4/TtdxGc6OwMI/AAAAAAAADOU/wwGjtzKnlyQ/s1600/camilo-cienfuegos-ernesto-che-guevara.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 246px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1-SkUh3lXa4/TtdxGc6OwMI/AAAAAAAADOU/wwGjtzKnlyQ/s320/camilo-cienfuegos-ernesto-che-guevara.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681133810604753090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUENTE: Fundéu - www.cubadebate.cu&lt;br /&gt;Hay personajes históricos que trascienden de tal forma que sus nombres no mueren cuando ellos desaparecen; por el contrario, se convierten en palabras de uso común.&lt;br /&gt; Un ejemplo es bayardo, término castellanizado a partir del nombre de Pedro Du Terrail (1476-1524), señor de Bayard, capitán francés tan célebre por su valor como por su caballerosidad y gentileza, alrededor de cuya figura se tejen episodios de leyenda. Se le conocía como «caballero sin miedo y sin tacha» y esta frase fue retomada por la poetisa cubana Mirta Aguirre en su Canción antigua al Che Guevara, donde, además, emplea —referido al Che— el término bayardo —¿Dónde estás, caballero bayardo…—, porque este calificativo ha pasado a caracterizar a aquellos que se destacan por esas cualidades. Por eso, también se aplica al patriota insigne de Camagüey, Ignacio Agramonte y Loynaz, el Mayor, el bayardo camagüeyano, paradigma de coraje y delicadeza.&lt;br /&gt;Por su parte, Camilo Cienfuegos y Ernesto Guevara, héroes de nuestra última guerra de liberación nacional, de una u otra forma, han dejado su huella en el idioma.&lt;br /&gt;Por ejemplo, se debate acerca de cuál es el gentilicio que nombra a los vecinos del capitalino reparto Camilo Cienfuegos, si camilense, camileño o camilero. El uso se encargará de definir el asunto, pues las tres variantes están correctamente formadas.&lt;br /&gt;En más de una ocasión, he escuchado el término camilada para definir las continuas ocurrencias, bromas y maldades ejecutadas por quien sería una de las más carismáticas figuras de nuestra historia. Aún no aparece en ningún diccionario; pero creo que no hay palabra que defina mejor esa idea. Una vez más la vida y el uso se encargarán de decidir si la palabrita se queda en el habla del cubano o no. No podemos olvidar que nuestro Apóstol, José Martí, hombre culto por demás, decía: «[…] no hay por qué invalidar vocablos útiles, ni por qué cejar en la faena de dar palabras nuevas a ideas nuevas».&lt;br /&gt;En cuanto a Ernesto Guevara… convirtió un término común en nombre propio. Pues sí,che es un vocativo —función del sustantivo propia de la conversación o coloquio— habitual en Uruguay, Argentina y también en el portugués del sur de Brasil, donde dicen/tche/. Hoy se reserva para el trato íntimo; sin embargo, en narraciones de la época colonial, abundan diálogos en los que se incluye como tratamiento de respeto. Aunque se usó en Valencia, España, nada indica que el che del cono suramericano proceda de la madre patria; es de origen guaraní, lengua en la que puede significar 'tú' o 'usted'.&lt;br /&gt;El apodo del Che, como sabes, le fue dado por sus compañeros de la guerrilla en la Sierra, cubanos a quienes sonaba inusual, raro, el empleo reiterado que Guevara hacía de este vocativo al dirigirse a cualquiera de ellos.De este modo, camilense, camileñoo camilero; camilada y che forman parte del español nuestro de cada día.&lt;br /&gt;Publicado 01/12/2011&lt;br /&gt;María Luisa García Moreno&lt;br /&gt; Pionero, Cuba,&lt;br /&gt;Octubre del 2011&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3782041384723194050?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3782041384723194050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3782041384723194050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3782041384723194050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3782041384723194050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/el-idioma-de-camilo-y-che.html' title='EL IDIOMA. DE CAMILO Y CHE'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1-SkUh3lXa4/TtdxGc6OwMI/AAAAAAAADOU/wwGjtzKnlyQ/s72-c/camilo-cienfuegos-ernesto-che-guevara.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-8685061723296432624</id><published>2011-12-01T02:37:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T02:38:46.491-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-kcSH--FQ9PI/TtdZEBX0tNI/AAAAAAAADOI/N8VLDpUqr6M/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kcSH--FQ9PI/TtdZEBX0tNI/AAAAAAAADOI/N8VLDpUqr6M/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681107380573877458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;mula es quien transporta la droga, mulero quien lo contrata&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para referirse a la persona que trafica con drogas y transporta la mercancía en su cuerpo lo apropiado es emplear la palabra mula y usar el término mulero para quien contrata y controla a otros para que hagan de mulas.﻿ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En las noticias relacionadas con el tráfico de estupefacientes se pueden leer frases como «Detenidos dos muleros que llevaban en el interior del cuerpo dos kilos de cocaína» o «Desarticulada una organización de traficantes de droga que usaban como muleros a niños y bebés para introducir cocaína en Europa».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acuerdo con la acepción de mula como 'persona que transporta droga en pequeñas cantidades', que recoge el Diccionario de la Real Academia Española, en los ejemplos anteriores hubiera sido más adecuado decir: «Detenidos dos mulas que llevaban en el interior del cuerpo dos kilos de cocaína» o «Desarticulada una organización de traficantes de droga que usaban niños y bebés como mulas para introducir cocaína en Europa».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aunque este mismo diccionario no recoge mulero con el significado de 'persona que contrata y controla a otros para que hagan de mulas', su uso, en ese sentido, está muy extendido: «Desarticulada una organización de muleros que usaban niños y bebés como mulas para introducir cocaína en Europa».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-8685061723296432624?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/8685061723296432624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=8685061723296432624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8685061723296432624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/8685061723296432624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/12/fundeu-recomienda.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kcSH--FQ9PI/TtdZEBX0tNI/AAAAAAAADOI/N8VLDpUqr6M/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5499852787522272729</id><published>2011-11-30T04:07:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T04:09:57.595-08:00</updated><title type='text'>REAL ACADEMIA ESPAÑOLA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Rb_viV7sK1w/TtYcs05-qmI/AAAAAAAADN8/nFB4HYV99wY/s1600/Cervantes.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Rb_viV7sK1w/TtYcs05-qmI/AAAAAAAADN8/nFB4HYV99wY/s320/Cervantes.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680759536416107106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;La Academia, bajo sospecha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;'El dardo en la Academia' denuncia la ineficacia y el conservadurismo de la RAE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUENTE: EL MUNDO.es - Luis Alemany | Madrid&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hace 20 días, el académico Javier Marías proclamó en una entrevista con la agencia Efe una de esas frases tan 'marianas', un poco divinas y un poco hastiadas: "Supongo que a los escritores de la Academia, los filólogos nos deben de considerar un grupo de ignorantes; a veces me pregunto si no estamos ahí un poco de adorno, lo cual es una sensación que no me agrada mucho".&lt;br /&gt;Su quejío ha sido un presagio de la edición de los dos volúmenes de 'El dardo en la Academia', la reunión de 13 artículos escritos por filólogos que denuncian el funcionamiento de la Real Academia Española. Sus reproches: falta de rigor, conservadurismo e instrumentalización política, alto coste, falta de fiscalización por parte de las administraciones que la financian... Montserrat Alberte, editora de los dos volúmenes junto a Silvia Senz, responde explica en un correo electrónico las razones de su trabajo.&lt;br /&gt;Legitimidad&lt;br /&gt;"Ningún ensayo de 'El dardo en la Academia' pone en cuestión la legitimidad de las tareas de normalización lingüística. Lo que se critica, cada ensayo con un énfasis particular y con más o menos exhaustividad, son diversos aspectos de la tarea normalizadora de la RAE: los fundamentos ideológicos, teóricos y metodológicos de la norma académica y su vigencia (nos referimos, por ejemplo, a sus criterios de corrección, los modelos de normalización que aplica, su doctrina teórica, el conocimiento del lenguaje del que parte, y las creencias que maneja); la calidad (transparencia, consistencia, arbitrariedad, subjetividad, disponibilidad...) de la norma y de los recursos en línea; la adecuación de la norma a las necesidades reales de normalización (que son muy diversas y cuyo desarrollo la RAE está obstaculizando alarmantemente, sobre todo en el caso de la terminología y la neología en castellano); los propósitos de la tarea normalizadora de la RAE (que obedecen a fines económicos y geopolíticos y no a necesidades de los hablantes), y los ardides que emplea para que su tarea no se cuestione, como fomentar en el hablante la creencia en una serie de mitos lingüísticos sin base científica alguna".&lt;br /&gt;"Uno de los mitos que fomenta para garantizar su continuidad (y la de sus miembros) como autoridad idiomática es el de que, sin su labor de normalización, la lengua se fragmentaría. A demostrar la falta de base científica de esta idea se dedican diversos capítulos de la obra, que no sólo desmontan el mito académico, sino que conceptualizan la idea de unidad y disgregación idiomáticas en los términos que corresponden al conocimiento actual sobre qué es una lengua y cómo funciona, y precisan de qué modo se mantiene realmente dicha unidad".&lt;br /&gt;Reproches políticos&lt;br /&gt;"[A la Academia le reprochamos] que, valiéndose de su conexión con el poder y la autoridad que de ella deriva, pretenda convertirse en el único organismo de normalización de la lengua, en prácticamente todos los campos estandarizables, tenga o no atribuciones para ello".&lt;br /&gt;"[La Real Academia] recibe cuantías de financiación pública (del Estado, de ayuntamientos y de las 17 autonomías) que no se corresponden con la calidad y disponibilidad de sus obras y recursos y que tendrían mejor destino si se dedicaran a la muy necesaria investigación sobre la lengua española y sobre las tecnologías lingüísticas. La RAE perjudica gravemente al avance de la lengua española en los términos de desarrollo que le urgen".&lt;br /&gt;"Su labor se traduce en un suculento negocio editorial, aspecto sobre el que ELMUNDO.es ha publicado fabulosos datos"&lt;br /&gt;"Su papel no está al servicio de la unidad real de la lengua, sino de la unidad normativa (que es otra cosa y tiene fines sobre todo comerciales), y también del fomento de una falsa idea de comunidad cultural hispánica esencialmente homogénea; dos fines que en realidad logran el efecto contrario al perseguido, porque los hablantes no se reconocen en la representación de la hispanofonía que ofrece la RAE (y estamos asistiendo a evidencias de ello en Argentina) y además hace tiempo que están cobrando consciencia de que lo único que la RAE hace es favorecer una imagen del español y de su comunidad de hablantes favorable a ciertos intereses geopolíticos de España y, sobre todo, a los intereses crematísticos de las corporaciones que cofinancian (y publican) a la RAE por medio de la Fundación pro RAE y la Fundación Carolina, muchas de las cuales llevan lustros establecidas en América Latina, explotando sin contrapartidas el mercado idiomático, cuando la lengua es de todos".&lt;br /&gt;¿Una alternativa a esta RAE?&lt;br /&gt;"En la obra no dibujamos expresamente un perfil alternativo, sino que dejamos abiertas diversas posibilidades. Por ejemplo, un sistema de normalización liberal, sin organismos oficiales pero con autoridades idiomáticas por mérito propio, que es el que siempre se ha aplicado para la lengua inglesa, con excelentes resultados; particularmente, es el que preferimos las editoras".&lt;br /&gt;"[Otra opción sería] un organismo de política lingüística moderno, con diversas ramificaciones según las diversas necesidades de normalización, pero en ningún caso único ni centralizado; formado por lingüistas y filólogos, con conocimientos actualizados y cuya metodología de trabajo se correspondiera con la de la lingüística del siglo XXI. Todos los autores consideramos que cada país donde el español es lengua de uso habitual u oficial ha de poder establecer sus propios organismos normalizadores autónomos y sus propias líneas de política lingüística. Incluso nos parece perfectamente lícito que en el seno de un mismo país se desarrollen distintos estándares idiomáticos y explicamos por qué eso no impide la unidad de una lengua. Si después hay o no voluntad de coordinación entre organismos y de continuidad entre estándares, ya depende del clima de entendimiento, sin engaños ni chantajes, que se propicie".&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5499852787522272729?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5499852787522272729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5499852787522272729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5499852787522272729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5499852787522272729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/real-academia-espanola.html' title='REAL ACADEMIA ESPAÑOLA'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Rb_viV7sK1w/TtYcs05-qmI/AAAAAAAADN8/nFB4HYV99wY/s72-c/Cervantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-29163808886452376</id><published>2011-11-30T02:58:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T03:01:48.377-08:00</updated><title type='text'>RECORDANDO A WALT WHITMAN</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-C5HYuodMhy0/TtYMzHR-hUI/AAAAAAAADNw/dd9uy4vAbBk/s1600/WhitmnW-129x143.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 143px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-C5HYuodMhy0/TtYMzHR-hUI/AAAAAAAADNw/dd9uy4vAbBk/s320/WhitmnW-129x143.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680742052241769794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Existo Como Soy&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No abandones las ansias de hacer de tu vida algo extraordinario. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me celebro y me canto a mí mismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando conozco a alguien no me importa si es blanco, negro, judío o musulmán. Me basta con saber que es un ser humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo insignificante es tan importante como todo lo demás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando doy, me doy a mí mismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo que satisface al alma, es la verdad. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La vida es lo poco que nos sobra de la muerte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda pulgada cúbica de espacio es un milagro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No soy sentimental ni miro desde arriba a hombres ni a mujeres de los que no me aparto. No soy más orgulloso que humilde… Me humilla quien humilla a los otros, y nada se hace o dice que no recaiga en mí…. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si nadie me ve, no me importa, y si todos me ven, no me importa tampoco. Un mundo me ve, el más grande de todos los mundos: Yo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mira tan lejos como puedas, hay espacio ilimitado allá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yo no hablo del principio y del fin. Jamás hubo otro principio que el de ahora, ni más juventud o vejez que las de ahora, Y nunca habrá otra perfección que la de ahora, ni más cielo o infierno que éstos de ahora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pregunto quién eres, eso carece de importancia para mí. No puedes hacer ni ser más que aquello que yo te inculco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;¡VIVE !!! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dejes que termine el día sin haber crecido un poco, sin haber sido feliz, sin haber aumentado tus sueños. &lt;br /&gt;No te dejes vencer por el desaliento. No permitas que nadie te quite el derecho a expresarte, que es casi un deber. No abandones las ansias de hacer de tu vida algo extraordinario. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dejes de creer que las palabras y las poesías sí pueden cambiar el mundo. Pase lo que pase nuestra esencia está intacta. Somos seres llenos de pasión. La vida es desierto y oasis. Nos derriba, nos lastima, nos enseña, nos convierte en protagonistas de nuestra propia historia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aunque el viento sople en contra, la poderosa obra continúa: Tú puedes aportar una estrofa. No dejes nunca de soñar, porque en sueños es libre el hombre. No caigas en el peor de los errores: el silencio. La mayoría vive en un silencio espantoso. No te resignes. Huye. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Emito mis alaridos por los techos de este mundo”, dice el poeta. Valora la belleza de las cosas simples. Se puede hacer bella poesía sobre pequeñas cosas, pero no podemos remar en contra de nosotros mismos. Eso transforma la vida en un infierno. Disfruta del pánico que te provoca tener la vida por delante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vívela intensamente, sin mediocridad. Piensa que en ti está el futuro y encara la tarea con orgullo y sin miedo. Aprende de quienes puedan enseñarte. Las experiencias de quienes nos precedieron de nuestros “poetas muertos”, te ayudan a caminar por la vida. La sociedad de hoy somos nosotros… Los “poetas vivos”. No permitas que la vida te pase a ti sin que la vivas . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existo como soy, con eso basta, Y si nadie lo sabe me doy por satisfecho.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-29163808886452376?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/29163808886452376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=29163808886452376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/29163808886452376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/29163808886452376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/recordando-walt-whitman.html' title='RECORDANDO A WALT WHITMAN'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-C5HYuodMhy0/TtYMzHR-hUI/AAAAAAAADNw/dd9uy4vAbBk/s72-c/WhitmnW-129x143.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7953414165632666490</id><published>2011-11-30T02:45:00.001-08:00</published><updated>2011-11-30T02:48:19.392-08:00</updated><title type='text'>VIVE!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-wv760JwRuAM/TtYJclyqW6I/AAAAAAAADNk/gFY4dqcMYPI/s1600/WhitmnW-129x143.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 143px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wv760JwRuAM/TtYJclyqW6I/AAAAAAAADNk/gFY4dqcMYPI/s320/WhitmnW-129x143.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680738366760049570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;¡VIVE!!! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixes que termine o dia sem haver crescido um pouco, sem haver sido feliz, sem haver aumentado teus sonhos. &lt;br /&gt;Não te deixes vencer pelo desalento. Não permitas que ninguém te tire o direito a te expressar, que é quase um dever. Não abandone os anseios de fazer de tua vida algo extraordinário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixes de acreditar que as palavras e as poesias sim podem trocar o mundo. Passe o que passe nossa essência está intacta. Somos seres cheios de paixão. A vida é deserto e Oasis. Nos derruba, nos machuca, nos ensina, nos converte em protagonistas de nossa própria história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o vento sopre contra, a poderosa obra continua: Você pode aportar uma estrofe. Não deixes nunca de sonhar, porém em sonhos é livre o homem. Não caias no pior dos erros: o silencio. A maioria vive num silencio espantoso. Não te resignes. Foge. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Emito meus alaridos pelos tetos deste mundo”, diz o poeta. Valoriza a beleza das coisas simples. Pode-se fazer bela poesia sobre pequenas coisas, porém não podemos remar contra nós mesmos. Isso transforma a vida num inferno. Desfruta do pânico que te provoca ter a vida por diante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vive intensamente, sem mediocridade. Pensa que em você está o futuro e encara a tarefa com orgulho e sem medo. Aprende de quem possam ensinar-te. As experiências de quem nos precederam de nossos “poetas mortos”, te ajudam a caminhar pela vida. A sociedade de hoje somos nós… Os “poetas vivos”. Não permitas que a vida passe por você sem que a vivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existo como sou com isso basta, e se ninguém o sabe me dou por satisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;W. Whitman&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7953414165632666490?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7953414165632666490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7953414165632666490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7953414165632666490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7953414165632666490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/vive.html' title='VIVE!!!'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wv760JwRuAM/TtYJclyqW6I/AAAAAAAADNk/gFY4dqcMYPI/s72-c/WhitmnW-129x143.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3573726778309900122</id><published>2011-11-30T02:41:00.000-08:00</published><updated>2011-11-30T02:43:16.280-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-zH4fIPlSQQs/TtYIp1VOROI/AAAAAAAADNY/jLNHcXuK4qA/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-zH4fIPlSQQs/TtYIp1VOROI/AAAAAAAADNY/jLNHcXuK4qA/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680737494758212834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;sida no es lo mismo que VIH&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El término sida no es sinónimo de VIH, pues sida es el nombre de la enfermedad, y la sigla VIH (virus de inmunodeficiencia humana) designa al virus que la causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La palabra sida se formó como acrónimo de «síndrome de inmunodeficiencia adquirida» y debido  a su uso extendido se ha convertido en un sustantivo común, por lo que se aconseja que se escriba con minúsculas, y no SIDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así, en frases como «Los enfermos de SIDA reclaman confidencialidad y menos rechazo» o «Todos contra el SIDA este 1 de diciembre», habría sido más adecuado escribir «Los enfermos de sida reclaman confidencialidad y menos rechazo» y «Todos contra el sida este 1 de diciembre».&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3573726778309900122?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3573726778309900122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3573726778309900122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3573726778309900122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3573726778309900122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/fundeu-recomienda_30.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zH4fIPlSQQs/TtYIp1VOROI/AAAAAAAADNY/jLNHcXuK4qA/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-983175610264410054</id><published>2011-11-29T05:13:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T05:15:23.084-08:00</updated><title type='text'>LOS CROMOSOMAS DEL IDIOMA ESPAÑOL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-EsaC_uruLSA/TtTaqdwsYCI/AAAAAAAADNM/ox8vuLgoXC4/s1600/Dom%2BQuixote.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 97px; height: 94px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-EsaC_uruLSA/TtTaqdwsYCI/AAAAAAAADNM/ox8vuLgoXC4/s320/Dom%2BQuixote.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680405453099261986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Los cromosomas del idioma español&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;por Álex Grijelmo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debía dirigirme al aeropuerto de Bogotá, en diciembre de 1997, y una empleada colombiana del Hotel de la Ville, coqueto y francés, en el norte de la ciudad, me advirtió: “No vaya usted por esa avenida, porque a estas horas se encontrará un trancón”.&lt;br /&gt;Jamás habría empleado yo la palabra “trancón”. Habría hablado de “embotellamiento” o “atasco”. Pero entendí perfectamente un vocablo que oía por vez primera en mi vida. ¿Por qué? Porque sabía reconocer sus cromosomas, asociarlo en  un instante con “atrancar” y con “tranco”, y con “tranquera”. Los hablantes colombianos han llegado, pues, a crear en español un concepto no heredado -quienes llegaron tras Colón jamás pudieron referirse a un atasco de naos en hora punta-, y que no figura en la última edición del Diccionario de la Real Academia Española,  pero han inventado legítimamente una palabra que responde al genio de nuestro idioma, una voz con familia conocida cuya genética podemos identificar. En otros países de habla hispana se buscó también la palabra adecuada para designar una acumulación de vehículos que suman tal cantidad que no pueden pasar por un punto estrecho, y se acudió a los conceptos del atasco en una tubería o al cuello de botella que canaliza el líquido a borbotones hacia el exterior del recipiente. En Colombia los hablantes pensaron también en algo que impide el paso, y se tropezaron con el tranco de la puerta.&lt;br /&gt;Estos cromosomas de las palabras -tan vinculados a la genética del idioma- constituyen la base que nos permite asegurar que 400 millones de personas hablamos la misma lengua.&lt;br /&gt;En Zacatecas (México) , precisamente durante el congreso sobre el idioma español, necesité comprar lo que en España se llaman cuchillas de afeitar, concepto que, tomando la parte por el todo ( sinécdoque) , incluye no sólo la hoja sino también el manguito de plástico en el que ésta se inserta para mayor comodidad del usuario. En fin, necesitaba cuchillas. La dependienta me entendió muy bien, a pesar de que ella tampoco habría empleado nunca la expresión que yo acababa de usar. “Ah, ya sé”, me respondió. “Usted lo que quiere es un rastrillo”.&lt;br /&gt;En efecto, la cuchilla de afeitar, o de depilar, se acompaña por una especie de rastrillo que pasa por la superficie de la cara, o de las piernas, para arrancar el vello y respetar la piel, como el rastrillo del labrador quita las piedras sin llevarse la tierra.&lt;br /&gt;He utilizado en páginas anteriores la palabra “altoparlante”. Un español acudiría siempre al vocablo “altavoz” (un español que no fuera periodista, porque en ese caso lo normal sería que emplease baffle).Sin embargo, “altoparlante” y “altavoz” pueden entrar en el vocabulario de diálogo entre dos usuarios de español procedentes de México y España, porque se entenderán bien con ellas: conocen sus cromosomas. Igual que cualquier hispanohablante comprendería al mexicano que pidiese “agua de la llave” donde tal vez él piensa “agua del grifo”, que le invita a “platicar” un rato, o que le recomienda cocer pescado “a fuego manso”; o al peruano que se refiere a “la municipalidad” en vez de al “ayuntamiento”; o a la colombiana que describe a un novio como “muy avorazado”. Porque todas esas expresiones tienen cromosomas relacionados con la llave que abre y cierra, con la plática del cura, con el calor inocuo frente al fuego violento, con el concepto de municipio y con el adjetivo que se obtiene al exprimir la palabra voracidad.&lt;br /&gt;En los últimos años han llegado al diario donde trabajo numerosos periodistas latinoamericanos, que cumplen en la Redacción sus prácticas o sus becas, generalmente tras unos meses de estudios en la Escuela de Periodismo Universidad Autónoma- El País. A veces utilizan en sus reportajes ―que se publican con normalidad en el diario, puesto que durante su estadía ejercen como redactores― palabras que, perteneciendo al idioma español, tienen mayor presencia en sus países que en España, donde el uso las sustituye por otras igualmente válidas. Por ejemplo, ellos emplean muy a menudo “inclusive” en el lugar de “incluso”. Algunos editores les han corregido, sobre todo años atrás. Yo creo que no habría que hacerlo, y ésa parece ser la tendencia actual. Por ejemplo, el 5 de agosto de 1988 se publica en la sección de Deportes una información de Hernán Iglesias, argentino que cursaba el posgrado en la Escuela de Periodismo de El País. Y explica su texto: “La comisión se expidió ayer también sobre los casos del Betis y el Valencia”. En efecto, “se expidió” sonará raro a muchos hispanohablantes, pero el Diccionario registra tal expresión como propia de Chile y Uruguay (vemos que también en Argentina, como no podía ser de otra manera si tenemos en cuenta la situación geográfica de los tres países), y la define así en la entrada “expedir”: “Pronominal [por tanto, expedirse, es decir, como el periodista argentino emplea el verbo]. Manejarse, desenvolverse en asuntos o actividades”, y pese a ser una expresión propia de determinados países, los cientos de miles de lectores de El País de Madrid habrán comprendido perfectamente su significado, que habrán asociado sin duda con “despachar”.&lt;br /&gt;Hablar un mismo idioma no equivale a utilizar las mismas palabras para todo. A los españoles nos suenan hermosísimas muchas expresiones de América Latina porque se hunden en lo más profundo de nosotros mismos y se nos muestran como soluciones lógicas, pero diferentes, para nuestras propias ideas; y definen además con exactitud nuestras propias ideas; aunque de un modo distinto. Supongo que lo mismo le ocurre a un latinoamericano al escuchar a un español  o a cualquier otro hispano hablante de un país distinto al suyo. Eso es la unidad del idioma, el genio profundo que da vigor a todo el sistema lingüístico, la sima que podemos compartir 21 países y que arroja hacia la superficie criaturas identificables porque proceden de la misma cultura. Que no es ya la cultura que impusieron los españoles a partir de 1492, sino la que todos los pueblos hispano hablantes han ido creando conjuntamente durante estos siglos.&lt;br /&gt;La unidad del idioma no se altera en absoluto por el hecho de que un español bucee en la “piscina” mientras un mexicano nada en la “alberca ” y un argentino se baña en la “pileta”, estando todos ellos en el mismo lugar. Las tres -precisas, hermosas- parten de lo más profundo de nuestro ser intelectual colectivo. Podemos ver el ADN de “piscina” en piscis, y en “piscifactoría “, y hasta saber que la palabra procede de aquellos estanques de los jardines que se adornaban con peces; y relacionar su significado con un lugar donde se almacena agua y donde, como peces en el agua, podemos aumentar la velocidad mediante unas aletas como las del pez, y también nadar al estilo rana. Y la “alberca ” mexicana ( del árabe al birka, estanque) nos llevará por la genética y la historia a terrenos de regadío rurales donde se hacía preciso almacenar el agua para luego esparcirla, y donde los mozos del campo se remojaban para ahuyentar la sofoquina. Y a la “pileta” podemos asociarla con “pila”y con “pilón” (“¡al pilón, al pilón”, se grita en los pueblos de Castilla cuando el grupo verbenero se quiere bajar del escenario demasiado pronto), y tal expresión española es como las dos anteriores.&lt;br /&gt;Los jóvenes mexicanos harán un clavado en el agua donde los barceloneses se tirarían de cabeza o los limeños, entre otros, disfrutarían de una zambullida, y el estilo empleado al hacerlo le parecería lindo a un chiapaneco y bonito a un sevillano; y ambos se entenderían también, por más que el sevillano nunca dijese “lindo” ni el chiapaneco “bonito”, igual que el español pronunciaría “paliza ” donde el americano “golpiza” y los dos entenderán la expresión del otro sin haberla pronunciado jamás. Y ambos sabrán de lo que hablan cuando el mexicano cite “la computadora” y el europeo “el ordenador”, influido aquél por el por el inglés (pero con familia en el español: computar, cómputo…) y éste por el francés (pero con los genes de las romances: orden, ordenar, el que ordena: ordenador).&lt;br /&gt;Y si preguntamos en Argentina cuánto nos falta para llegar a una calle pueden contestarnos que “dos cuadras” donde nosotros diríamos “dos manzanas”, pero tan metafórica resulta una expresión como otra y las comprenderemos sin problemas.&lt;br /&gt;El cada vez más intenso intercambio cultural entre los dos lados hispanos del Atlántico va reproduciendo un fenómeno curioso: las palabras específicas -esas soluciones distintas a cada lado, halladas en las esencias del idioma- circulan ahora cada vez más desde Latinoamérica hacia España, asumidas rápidamente por quienes las reconocen como propias aun inventadas a miles de kilómetros de distancia. Los españoles, por ejemplo, hablan ya del “ninguneo” que sufre alguien, una expresión y un verbo (ningunear) inexistentes en la península hace apenas diez años; y “grabadora” “está sustituyendo a “casete” con la fuerza del oleaje que la impulsó desde América; y el “culebrón” ha reemplazado a la “telenovela” en las pantallas y en el vocabulario de la gente. y con la gente empieza a abrirse paso la palabra “engentarse”, que podemos definir como “saturación de presencia humana “, “estar ahíto de gente”; por ejemplo, en un bar de moda en el cual se hace imposible llegar a la barra para pedir una copa. O en una fiesta a la que han acudido más invitados de los que se esperaba. Situaciones ambas que le engentan a uno y le incitan a marcharse, o al menos a desearlo.&lt;br /&gt;El intercambio de palabras, sin embargo, no data de los tiempos actuales. De ello puede dar buena imagen la historia de la voz “tiza “, que designa esa arcilla terrosa blanca que se utiliza para escribir en los encerados. Un elemento, por cierto, que va desapareciendo de los colegios, sustituida por los rotuladores de alcohol y las pizarras (que ya no lo son) de plástico blanco; pero que permanecerá aún muchos años entre los jugadores de billar, quienes usan un compuesto de greda y yeso para afinar la suela de los tacos y al que llaman igualmente “tiza”. Pues bien, la palabra “tiza” procede del náhuatl, del vocablotizatl que decían los indígenas, y de allí se llevaron la palabra los españoles. Sin embargo, los mexicanos llaman a la tiza “gis”, palabra de raíz griega (del griego gipsum, yeso) llevada a México precisamente. ..por los españoles.&lt;br /&gt;El lenguaje del fútbol en España ha dado paso a numerosos argentinismos, y así los locutores hablan de “botar un saque de esquina “, en una acepción del verbo “botar” (lanzar, arrojar) que rara vez se usa para otros lanzamientos en la Península y las islas. Pocos españoles saben que la palabra “hincha “, que todos ellos conocen como descriptiva del apasionado seguidor de un equipo, nació en Uruguay, y que arranca del hecho de que el forofo que más animaba al Nacional de Montevideo de principios de siglo era Reyes, el que hinchaba los balones; el “hincha “.&lt;br /&gt;La palabra “auspiciar” -apoyar, proteger-, que el lingüista Rafael Lapesa recogía en 1966 como propia del español de América y desconocida en España, circula ya con su documento de identidad por toda la Península y cualquier español habla ya de algo “novedoso “, una voz que entró en el Diccionario en los años veinte, a propuesta de Ramón Menéndez Pidal, con marchamo de americanismo  y con letras de canciones -Chabuca Granda, Les Luthiers, Los Chalchaleros, Los Cuatro Cuartos, Cholo Aguirre y sus ríos. .. Víctor Jara, Quilapayún, Facundo Cabral, Alberto Cortez, Cafrune, Larralde, Chavela Vargas- o con las frases de la literatura, llegaron también términos como “quebrada ” (arroyo en Argentina, lo que un chileno llamaría “acequia”), o “pollera” (falda), o “vereda” (acera en Argentina) o “capitalino” ( de la capital). En ellas vemos con precisión su significado: ¿No es hermoso pensar en los quiebros que da el agua del riachuelo, o en los pollitos que alguna mujer reunió en su falda, o en la vereda en la que un día se plantó el cemento de la acera?; y las entendemos; y por eso podemos pensarlas.&lt;br /&gt;Lo mismo sucede cuando una camarera latinoamericana le pregunta a un español: ” ¿Le provoca un café?”. Tal vez tenga la tentación de contestar que le provoca más la camarera, pero habrá entendido el significado profundo de “provocar” en español.&lt;br /&gt;¿Y cómo no comprender lo que se intenta decir cuando alguien anima a otro: “hombre, no te me achicopales”? Y los hispanohablantes europeos reconoceremos que achicopalarse refleja mucho más que acobardarse o retraerse, que no se trata de un vocablo equivalente sino de otra manera de emplear el español, en este caso con sus influencias indígenas, para llegar a un resultado singular, cuyos cromosomas podemos relacionar con “achicarse” o hacerse pequeño ante una adversidad.  Más fácil aún resultará entender a la mexicana que nos presente a su novio con buen humor, resolviendo de un plumazo las dudas del lado europeo del Atlántico entre “mi compañero”, “mi amigo”, “mi prometido”, “mi chico”.” que las distintas formas de convivencia han acabado por superar y que derivan en que la gente que aún no ha llegado a cierta edad se enrede en dudas al referirse a su pareja. Pero la mexicana dirá: “…Y aquí le presento a mi pioresnada”. Y la comprenderemos perfectamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-983175610264410054?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/983175610264410054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=983175610264410054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/983175610264410054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/983175610264410054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/los-cromosomas-del-idioma-espanol.html' title='LOS CROMOSOMAS DEL IDIOMA ESPAÑOL'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EsaC_uruLSA/TtTaqdwsYCI/AAAAAAAADNM/ox8vuLgoXC4/s72-c/Dom%2BQuixote.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-1908474133778865870</id><published>2011-11-29T04:42:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T04:44:39.789-08:00</updated><title type='text'>CIBERLUNES</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-QQGiINJUwPM/TtTTgbViZWI/AAAAAAAADNA/GBASacT-zD0/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-QQGiINJUwPM/TtTTgbViZWI/AAAAAAAADNA/GBASacT-zD0/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680397584068404578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fundéu BBVA en Chile:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ciberlunes" es la forma española para "Cyber Monday"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redacción internacional, 28 nov (EFE).- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Fundación del Español Urgente (Fundéu BBVA) en Chile aclara que la forma adecuada de escribir la traducción de "Cyber Monday" al español es "Ciberlunes", en una sola palabra y con inicial mayúscula.&lt;br /&gt;En las noticias en español sobre el día de grandes descuentos en los precios del comercio electrónico que tendrá lugar hoy, 28 de noviembre, conocido en inglés como "Cyber Monday", se observan diferentes maneras de escribir su nombre: "Este lunes se realizará en Chile el esperado Cyber Monday"; "Ahora viene el ciberlunes, cuando los minoristas en línea ponen sus productos en descuento"; "El Ciber Lunes debería ser el día con más compras a través de Internet de la temporada".&lt;br /&gt;La Fundéu BBVA, que trabaja en Chile con el asesoramiento de la Academia Chilena de la Lengua, recomienda usar la traducción española "Ciberlunes" en lugar de la expresión inglesa "Cyber Monday". Además, recuerda que este término debe escribirse en una sola palabra y con inicial mayúscula, por tratarse de un nombre propio.&lt;br /&gt;La Fundación del Español Urgente (www.fundeu.es) es una institución promovida por la Agencia Efe y patrocinada por BBVA que tiene como principal objetivo el buen uso del español en los medios de comunicación. EFE&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-1908474133778865870?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/1908474133778865870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=1908474133778865870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1908474133778865870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/1908474133778865870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/ciberlunes.html' title='CIBERLUNES'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QQGiINJUwPM/TtTTgbViZWI/AAAAAAAADNA/GBASacT-zD0/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-7202077321588722996</id><published>2011-11-29T04:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T04:39:45.644-08:00</updated><title type='text'>IDIOMA MANCHEGO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-oJrlopd86gA/TtTSU2znlAI/AAAAAAAADM0/gTYG-2dyMLU/s1600/idioma%2Bmanchego.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-oJrlopd86gA/TtTSU2znlAI/AAAAAAAADM0/gTYG-2dyMLU/s320/idioma%2Bmanchego.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680396285772272642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El 'idioma manchego', palabras de otros tiempos que se usan todavía&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foto: cazaril.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los últimos años se han popularizado, gracias a humoristas de Castilla-La Mancha (España) que han cosechado grandes éxitos en programas de televisión, palabras propias del 'idioma manchego', que parecen sacadas de otras épocas y otros lugares, pero que son de uso común en la región. &lt;br /&gt;El profesor del IES Juan de Ávila, de Ciudad Real, Juan Manuel Sánchez, se encarga de estudiar el origen y la evolución de las palabras propias de la tierra, que en muchas ocasiones se tratan de arcaismos y arabismos que han permanecido en el habla de los castellanomanchegos o influencias de otras regiones limítrofes, como Aragón, Andalucía o Castilla y León.&lt;br /&gt;La mayor parte de estas palabras, tal y como explica este profesor en una entrevista a Efe, hacen alusión a aspectos de la vida cotidiana, como la alimentación, las fiestas, los vestidos y otros elementos de las zonas rurales relacionados sobre todo con la agricultura y la ganadería, aunque en sus estudios también ha detectado términos que se podrían denominar neologismos adaptados.&lt;br /&gt;En la gastronomía, se conservan arabismos como alajú o ajú, un dulce que todavía se sigue haciendo por navidad a base de pan tostado, almendras y miel, u otros más comunes como el alfajor, también típico de las fiestas navideñas.&lt;br /&gt;Pero las raíces árabes no solo se conservan en la repostería, sino también en los platos principales y ese es el caso de la alboronía, un guiso de berenjenas que incluso puede llegar a considerarse el origen del tradicional pisto manchego.&lt;br /&gt;Alifarse, por arreglarse, o alcaucero, como sinónimo de alfarero, son otros arabismos que se conservan en la forma de hablar de los castellanomanchegos.&lt;br /&gt;Del Siglo de Oro, se siguen escuchando numerosos arcaismos en el habla castellanomanchega, con términos como cristianar por bautizar, liévada para aludir a la levadura del pan o atacarse en el sentido de abrocharse los pantalones y arreglarse la vestimenta.&lt;br /&gt;Agujetas para denominar los cordones de los zapatos, orilla para hacer referencia al tiempo atmosférico, como por ejemplo «se ha quedado la orilla buena» o baruto pero también banduendo que definen a una persona que está todo el día fuera de casa, son otros de los términos que todavía se escuchan en la región.&lt;br /&gt;Pero no se debe perder de vista que Castilla-La Mancha se compone de cinco provincias y en cada una de ellas o en cada zona geográfica se dan elementos característicos que nada tienen que ver unos con otros.&lt;br /&gt;Así, en el noreste de Castilla-La Mancha se deja sentir más la influencia de los aragonesismos o catalanismos, y se usan palabras como esparteña, que es la aguja del espartero; bajoca para denominar a las judías verdes; empentar como sinónimo de sujetar o empujar, y sardiné que es el escalón que hay en la puerta y que recuerda al término sardinell, una obra de ladrillos puestos de canto uno al lado del otro.&lt;br /&gt;Hacia el noroeste, se encuentran palabras con influencias del antiguo leonés y rasgos característicos de este habla, como la introducción de una i que da palabras comoblasfemiar por blasfemar o matanzia por matanza, en alusión al sacrificio del cerdo para el consumo de la carne.&lt;br /&gt;Palabras como alporrio o apuporrio para referirse a una cosa que es inservible o flamaen el sentido de llama todavía continúan en uso, procedentes del habla leonesa.&lt;br /&gt;Por el sur, la influencia del andaluz es normal en muchas de las palabras y también aporta términos específicos, como tarama, que es la leña pequeña, o alcacel, que alude a la cebada verde.&lt;br /&gt;Si se reduce un poco más el ámbito geográfico, Sánchez apunta algunos localismos «interesantes», como la pérdida de la ñ en Quintanar de la Orden (Toledo) y otras localidades cercanas de la provincia de Ciudad Real, donde se dice panuelo por pañueloo menique en lugar de meñique.&lt;br /&gt;La confusión de la l y la r en la pronunciación es otro de los rasgos más locales, abundante en zonas de Cuenca y Guadalajara, donde se puede escuchar sordado en lugar de soldado e incluso, tal y como recuerda el profesor, Garcilaso de la Vega dejó escrito en su testamento: «Entiérrenme en San Pedro Mártil».&lt;br /&gt;Pero no todas las palabras propias de Castilla-La Mancha tienen orígenes remotos, sino que Sánchez ha resaltado que, en ocasiones, términos nuevos en el lenguaje se transforman, para parecerse a otros que ya existen en el vocabulario.&lt;br /&gt;Así, en algunas zonas rurales se llama tomatosis a la enfermedad de la mixomatosis, que afecta a los conejos, mientras que el examen psicotécnico se denomina chicotécnico.&lt;br /&gt;Sin embargo, el profesor afirma que las diferencias en el habla no solo se dan por cuestiones geográficas, sino que también tienen que ver otros aspectos como la edad, pues los jóvenes están más expuestos a la influencia de los medios de comunicación, lo que en ocasiones conlleva la pérdida de las variantes de los pueblos y, por lo tanto, la desaparición de la riqueza lingüística que, «hasta hace poco se conservaba de forma natural».&lt;br /&gt;Para conservar las peculiaridades en el habla, el profesor propone la organización de actividades en universidades populares para que «no se olviden las palabras, los bailes tradicionales, las canciones y los refranes». &lt;br /&gt;Publicado 29/11/2011&lt;br /&gt;Agencia Efe&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-7202077321588722996?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/7202077321588722996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=7202077321588722996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7202077321588722996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/7202077321588722996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/idioma-manchego.html' title='IDIOMA MANCHEGO'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oJrlopd86gA/TtTSU2znlAI/AAAAAAAADM0/gTYG-2dyMLU/s72-c/idioma%2Bmanchego.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-3131856940500939940</id><published>2011-11-29T04:07:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T04:11:05.491-08:00</updated><title type='text'>INVENTOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-IxhG1aJTVb4/TtTLQipzfNI/AAAAAAAADMo/4pXlpBxpW18/s1600/idea%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-IxhG1aJTVb4/TtTLQipzfNI/AAAAAAAADMo/4pXlpBxpW18/s320/idea%2B2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680388515061529810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Diez inventos españoles que pasaron a la historia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Muchos objetos y aparatos de uso común en todo el mundo han sido creados en España&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;BITACORAS.COM&lt;br /&gt;Día 29/11/2011 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando se habla del origen de los grandes inventos que han revolucionado la vida de la humanidad, la mayoría de la gente piensa en países como Estados Unidos, Alemania o Japón. Sin embargo, España ocupa también un honorable lugar en la lista de naciones que vieron nacer innovadores productos para la civilización.&lt;br /&gt;En nuestro repaso diario a la blogosfera, hoy traemos una lista elaborada por la bitácora “Qué quieres” donde se detallan algunos de los inventos concebidos en España que ya forman parte de la historia:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1.-El submarino:&lt;/span&gt; Uno de los primeros prototipos data de 1859, cuando el catalán Narciso Monturiol diseñó y construyó un buque sumergible impulsado manualmente, el Ictíneo I, al que años más tarde incorporaría un sistema de propulsión mediante vapor. Sin embargo, fueel ingeniero murciano Isaac Peral quien revolucionó la navegación submarina, al diseñar un buque sumergible impulsado por energía eléctrica. Construido en acero y con fines militares, el submarino de Peralfue botado con éxito en 1888. En la actualidad se encuentra expuesto en el puerto de Cartagena.&lt;br /&gt;2.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El autogiro:&lt;/span&gt; Junto al submarino, este aparato precursor de los helicópteros modernos es otro de los grandes inventos españoles de los últimos 150 años. Ideado por el también murciano Juan de la Cierva a comienzos de los años 20, se compone del fuselaje de un avión convencional con una hélice frontal y unas alas muy cortas, al que se le acopla un rotor en la parte superior. A pesar de que de la Cierva construyó el primer aparato capaz de volar, en los últimos años una teoría sostiene que la idea original es del mallorquín Pere Sastre Obrador.&lt;br /&gt;3.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El Chupa Chups&lt;/span&gt;: Una idea tan sencilla como introducir un palo en un caramelo supuso una auténtica revolución en el mundo de las golosinas, ya que permitía a los niños comerse el caramelo con menor riesgo de atragantarse. Inventado por Enric Bernat en 1958, alcanzó su máxima popularidad gracias al personaje de televisión Kojak.&lt;br /&gt;4.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;La fregona&lt;/span&gt;: El ingeniero del Ejército del Aire Manuel Jalón Corominas es el responsable de que dejásemos de fregar el suelo de rodillas. Corría el año 1956, cuando se le ocurrió acoplar al palo de una escoba un penacho de fajas de algodón que se escurrían en un cubo con unos rodillos accionados mediante un pedal. A lo largo de los años, el invento se fue perfeccionando y en la actualidad es utilizado por cientos de millones de hombres y mujeres en todo el mundo.&lt;br /&gt;5.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;La bota:&lt;/span&gt; Se trata de un recipiente flexible originario de Navarra y elaborado con piel de cabra que permite conservar y transportar el vino. Entre sus grandes ventajas destaca que mantiene el contenido a una temperatura óptima. Aprender a beber directamente de ella es todo un arte.&lt;br /&gt;6.- &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El porrón:&lt;/span&gt; Elaborado con vidrio o cerámica, este utensilio creado en Cataluña se utilizaba para servir el vino en la mesa. Su nombre proviene de una variedad de pato buceador, cuya forma es semejante a la del porrón.&lt;br /&gt;7.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El botijo:&lt;/span&gt; Es una pieza de alfarería cuya utilidad es mantener fresca el agua, mediante su evaporación en la arcilla porosa de que está fabricado. Todavía hoy continúa siendo de uso muy habitual en diversas partes del país.&lt;br /&gt;8.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El Cóctel Molotov:&lt;/span&gt; Aunque el nombre de esta bomba de fabricación casera procede de Rusia y se desarrolló tal y como hoy la conocemos en 1939 en Finlandia, durante la Guerra Civil española el ejército republicano inventó un tipo de bomba incendiaria muy similar a esta.&lt;br /&gt;9.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El arcabuz:&lt;/span&gt; Inventado hacia 1450, fue el primer cañón portátil de la historia. Su nombre procede del holandés y significa “cañón de gancho”. A pesar de que podía ser transportado y utilizado por un solo hombre, los primeros modelos tenían que ser disparados apoyados sobre una especie de trípode y su proceso de carga era muy lento y complejo. Con el paso de los años, el arcabuz fue perfeccionándose y aligerándose, hasta que en la segunda mitad del siglo XVI acabó dando paso al mosquete.&lt;br /&gt;10.-&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El cigarrillo&lt;/span&gt;: Aunque el tabaco es originario de América, el cigarrillo es un invento genuinamente español, fruto del ingenio de los mendigos de de la ciudad de Sevilla, que en el siglo XVI empezaron a aprovechar los desperdicios del tabaco y a liarlos en finas hojas de papel de arroz. Hasta 1825, año en que empezaron a ser empaquetados y comercializados, nadie vio el potencial de este producto, cuyas primeras cajetillas manufacturadas comenzaron a venderse en 1833.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-3131856940500939940?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/3131856940500939940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=3131856940500939940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3131856940500939940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/3131856940500939940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/inventos.html' title='INVENTOS'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IxhG1aJTVb4/TtTLQipzfNI/AAAAAAAADMo/4pXlpBxpW18/s72-c/idea%2B2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-5318750742862858218</id><published>2011-11-29T02:24:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T02:25:17.220-08:00</updated><title type='text'>FUNDÉU RECOMIENDA...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-9lqq_WLIqLw/TtSy6hvccmI/AAAAAAAADMc/zs3BeBM4hqw/s1600/fUNDEU.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 71px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-9lqq_WLIqLw/TtSy6hvccmI/AAAAAAAADMc/zs3BeBM4hqw/s320/fUNDEU.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680361748580561506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recomendación del día&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;los términos desecho y deshecho tienen distintos significados&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Deshecho y desecho son términos que, aunque solo los diferencia una hache intercalada, tienen significados distintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deshecho es el participio del verbo deshacer, mientras que desecho, que significa 'residuo o cosa que se desecha después de haber escogido lo mejor y más útil', es un sustantivo derivado del verbo desechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No es apropiado, entonces, escribir «Se sospecha que podría haberse desecho de sus dos hijos de 2 y 6 años» en lugar de «Se sospecha que podría haberse deshecho de sus dos hijos de 2 y 6 años», ya que se está refiriendo al verbo deshacer(se).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El sustantivo desecho se emplea en frases como: «El camión recogerá de madrugada los materiales de desecho».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7964798822371319545-5318750742862858218?l=espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/feeds/5318750742862858218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7964798822371319545&amp;postID=5318750742862858218' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5318750742862858218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7964798822371319545/posts/default/5318750742862858218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espanhol-escritoriovirtual.blogspot.com/2011/11/fundeu-recomienda_29.html' title='FUNDÉU RECOMIENDA...'/><author><name>Oscar Ricardo García</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15819641245003498907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2KdFQMH2NOI/TDCCoFoUbOI/AAAAAAAABdo/Y4eZ1cwF3xQ/S220/DSCF0102.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9lqq_WLIqLw/TtSy6hvccmI/AAAAAAAADMc/zs3BeBM4hqw/s72-c/fUNDEU.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7964798822371319545.post-9205841084750937862</id><published>2011-11-28T06:09:00.001-08:00</published><updated>2011-11-28T06:11:36.792-08:00</updated><title type='text'>¿Tener o ser?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-ARO4pcJC16c/TtOWWuFgmjI/AAAAAAAADMQ/XNVahR6uROc/s1600/Escribir.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 216px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ARO4pcJC16c/TtOWWuFgmjI/AAAAAAAADMQ/XNVahR6uROc/s320/Escribir.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680048872116754994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;El dilema entre tener y ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por Alina Diaconu  | Para LA NACION&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;La disyuntiva no es nueva. A fines de la década del 60, Erich Fromm la desarrolló en aquel famoso libro titulado, precisamente, así: ¿Tener o ser?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 2002, un director de cine francés, Nicolas Philibert filmó un documental sumamente elogiado y laureado en Europa con la misma idea, poniéndole como título: Ser y tener . La película transcurría en una escuela rural, entre un profesor y sus heterogéneos alumnos, y allí se conversaba sobre este dilema.&lt;br /&gt;El interrogante que plantea Fromm sugiere la idea de que en la vida los individuos estuviéramos impelidos a optar por una de las dos posibilidades, como si, justamente, fuese muy difícil aunarlas.&lt;br /&gt;"La diferencia entre ser y tener -decía el famoso psicoanalista alemán en su libro- no es esencialmente la misma que entre Oriente y Occidente. La diferencia está, antes bien, entre una sociedad interesada principalmente en las personas y otra interesada en las cosas."&lt;br /&gt;Fromm tomaba como referentes a los que él llamaba "maestros de la vida", Cristo, Buda, en su prédica del desapego de los bienes materiales, en su apuesta a la elevación del propio potencial humano. E insistía en la necesidad de un esfuerzo continuo para "reducir el modo de tener y aumentar el modo de ser".&lt;br /&gt;Esta idea aparece también en escritores como Goethe y el autor de haikus japonés Basho, en pensadores como el místico Meister Eckhart y hasta en Marx, que aconsejaba "ser mucho y no tener mucho".&lt;br /&gt;El así calificado "capitalismo feroz" de nuestros días no hizo más que acrecentar la tentación de acaparar objetos y posesiones, en desmedro, claro está, de la otra necesidad básica del ser humano, que es la búsqueda interior, su sed espiritual y la reafirmación de una identidad más ética y altruista que la que responde a los requerimientos narcisistas del "yo".&lt;br /&gt;Esa identidad interna, ese "ser" profundo, sería lo que nos sostendría como un eje medular, per se. No lo ganaríamos de un modo superficial, a través de círculos de pertenencia o por medio de la adquisición de objetos capaces de crear la ilusión de un estatus social.&lt;br /&gt;Con respecto a las ofertas de un mundo excesivamente materialista y consumista en que vivimos -y esto se manifiesta sobre todo ahora, al aproximarse las Fiestas- recuerdo la experiencia de una amiga de la infancia.&lt;br /&gt;Al llegar por primera vez a la ciudad canadiense de Montreal después de 
