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sábado, 14 de novembro de 2009

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ENTREVISTA A LEONARDO BOFF. TEÓLOGO

´El hombre actual va al encuentro de mucho sufrimiento´

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Leonardo Boff, ayer en las instalaciones del Club INFORMACION
Leonardo Boff, ayer en las instalaciones del Club INFORMACION PILAR CORTÉS

Leonardo Boff anticipa un colapso económico y ambiental si no se alcanza un pacto social mundial sobre el cambio climático. El teólogo brasileño ofreció ayer una conferencia en el Club INFORMACION para presentar La Carta de la Tierra, un documento asumido por la Unesco en el año 2000 y que podría incorporarse en breve a la Carta de los Derechos Humanos de la ONU.

JORDI NAVAS Lo que se ve es una visión de lo invisible". Esta frase, inscrita en el mural de José María Subirach en el aeropuerto, es lo primero que Leonardo Boff se ha encontrado a su llegada a Alicante. Y no le ha dejado indiferente. Para el teólogo brasileño, profesor de ética, religión y ecología en la Universidad de Río de Janeiro, a la invisibilidad del 95 por ciento del universo, que es materia oscura, y del 95 por ciento de los seres vivos, que son microorganismos, se suma la ceguera del hombre, "que no capta ni lo visible".
Lo visible es el calentamiento global y la explotación desaforada de los recursos de la tierra que, en opinión del padre de la Teología de la Liberación, colocan a la humanidad ante una disyuntiva dramática: "O cambiamos o morimos". Esta es la advertencia que planteó ayer en el Club INFORMACION, donde presentó la conferencia "La Carta de la Tierra, un modo de vida sostenible", dentro de los actos programados con motivo del "Día de la escucha".


- ¿Qué relación hay entre la crisis económica y el cambio climático?

El hombre actual va al encuentro de mucho sufrimiento, pero es un sufrimiento que nos va a hacer cambiar. La crisis se sitúa ahora en los bordes del sistema, pero pronto llegará al régimen del trabajo, a la escasez de agua potable, a eventos extremos que harán que la humanidad se una.

- Su mensaje es pesimista...

Como dice Saramago, hay que ser pesimista porque la realidad es pésima. Hay 105 millones de agentes químicos que están en el proceso productivo y que se terminan acumulando en la tierra o en el cuerpo humano. Estamos asistiendo a fenómenos climáticos extremos y a un clima perturbado. Pero cabe la esperanza, porque el dolor que amenaza a la humanidad es más el de un parto que el de un cáncer. Lo nuevo se está destapando.

- ¿Cuál es la vía a seguir para revertir la situación?

Para cambiar la tendencia hay que recurrir a la visibilidad que dan los foros sociales mundiales y a la creación de redes articuladas, porque todos somos eco-interdependientes. En América Latina, se está planteando una dimensión espiritual basada en el derecho de la naturaleza y en el bienestar entendido más como equilibrio que como riqueza.

- ¿Qué papel va a jugar el G-20?

Obama ha aportado una visión multipolar, pero no podemos esperar nada del G-20, que se reúne para salvar al sistema y volver a lo mismo de antes. La esperanza de futuro se apoya en un pacto social mundial basado en principios de transparencia y solidaridad.

- ¿Cómo ve el caso de España?

Ayer tuve una reunión con 50 grandes empresarios en Madrid. Estos empresarios se han dado cuenta de que hay que evitar el colapso y, por ello, están con un pie en el sistema, pero con el otro en un modelo diferente, que presta atención a la eficiencia energética y a la innovación.

- ¿Qué espera de la próxima Cumbre de Copenhague ?

Es una de las citas más importantes de la historia de la humanidad. Confío en que se llegue a un consenso sobre una cifra para la reducción de emisiones.


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A ARTE DA COMUNICAÇÃO


Um aprendizado para o trabalho em equipe.

Neste artigo se abordará o tema da comunicação como o fundamento para trabalhar em equipe. Assim mesmo se observarão alguns conselhos dados por expertos no referido ao trabalho em equipe. O fundamento deste escrito é o livro de Peter Senge “A Quinta disciplina”.

A capacidade para administrar equipes de trabalho se reconhece naquelas pessoas que compreendem e manejam de maneira adequada a arte de levarem-se bem com todas as pessoas. E dizer, aqueles que são capazes de trabalhar em equipe entendem a riqueza de estabelecer relações humanas adequadas nos diferentes campos da vida. Por isto, neste escrito se pretende dar-lhe ao leitor informação sobre como, por que e para que do aprendizado da comunicação assertiva, habilidade que implica saber dialogar e discutir.

Para poder comunicar-se efetivamente é necessário aprender a escutar aos demais desde a realidade deles e não desde a nossa. Para isto requeremos desenvolver o pensamento crítico que se convertera na ferramenta para poder compreender a mensagem que desejam transmitir os demais tendo em conta quem são eles e assim poder analisar e avaliar o dito com uma perspectiva mais ampla.

Dialogar é a ação de conversar com outros com o fim de intercambiar idéias que produzam benefícios de diversa índole. O diálogo implica discussão, porque através da exposição de idéias se argumenta de maneira sólida o porquê das mesmas. Debate-se com o propósito de entender a postura dos outros e a de si mesmo através de escutar com o fim de ampliar a visão mediante a escuta das mensagens dos outros, quem são uma fonte de riqueza quando se aprende a escutar e debater com o fim de chegar a acordos que beneficiem a todos.

As pessoas que sabem trabalhar em equipe são pessoas interessadas em conhecer os argumentos dos outros e reconhecem o valor de discutir sobre distintas idéias que produzam beneficio e não se afanam por impor suas idéias senão enriquecer-las mediante os aportes de todos os membros da equipe e reconhecem quando alguém aporta idéias ganhadoras.

Atualmente as organizações requerem de pessoas capazes de relacionar-se sadiamente com outros. É importante entender que as relações humanas sadias são aquelas em onde existe diálogo e discussão desde a perspectiva que estamos mencionando neste escrito. É dizer, são pessoas que reconhecem que o importante não é impor, senão compreender e chegar a acordos.

Quem aprende a trabalhar em equipe não participa em conversações vãs que não leva a nenhuma ação positiva aos “membros da equipe”. Por isto, sua atitude demonstra que valorisam a humildade como a qualidade necessária para conversar tanto na convergência como na divergência.

Os verdadeiros aprendizes do trabalho em equipe são quem põem em prática o diálogo e a discussão com o fim de potenciar-se mediante a intervenção dos outros, por isto, o verdadeiro trabalho em equipe implica unir conhecimentos, habilidades e valores dos membros a favor de todos e com isto, cada individuo aprende do outro e com o outro a corrigir erros, potenciar debilidades e descobrir fortalezas que levem ao crescimento da equipe.

Aprender a disciplina do trabalho em equipe implica para cada pessoa ter a disponibilidade de transformar os vínculos de competência por vínculos de cooperação que intensifique nas pessoas valores tais como a solidariedade, o companheirismo, a reflexão, a disponibilidade, a amabilidade, porém todos eles requerem primeiro a humildade. Neste ponto aclaramos que os valores não servem de palavra senão em ação, por isto, os que sabem trabalhar em equipe o evidenciam mediante seu comportamento.

Ter uma direção comum se converte numa condição indispensável para o trabalho em equipe. Aqueles que sabem aonde se dirigem e o que querem lograr, está em possibilidade de harmonizar energias e evitar o desperdício das mesmas. Para isto, requerem do diálogo e a discussão que permita o intercâmbio de idéias sobre possíveis ações que conduzam ao logro dos objetivos traçados. Mediante posto em marcha o diálogo se está em condições de alinhar se como equipe e desenvolver a capacidade para criar os resultados desejados coletivamente através de gerar nos membros uma visão compartida emanada do convencimento que produz o conversar. Diane Ryan em seu livro "6 Questions to Help You Build Trust on Your Team”, (algo assim como: 6 perguntas para ajudar você a construir a confiança em sua equipe) menciona que a confiança é clave para a eficácia duma equipe e esta se cultiva entre os membros da equipe demonstrando que se acredita que são competentes e que estão à altura do trabalho por fazer e se valorisam os aportes que fazem. O que se pode notar nesta idéia é que a conversação é o meio necessário para construir a confiança a qual é bilateral e quanto mais pronto se transmita por meio de comunicação assertiva, mais pronto se observará como cresce entre os empregados.

Partimos da premissa de que o pensamento é uma construção social que se enriquece e potencia na medida em que as pessoas aprendam a dialogar. Compartir conhecimentos tanto teóricos como os emanados das experiências permite às pessoas que têm aprendido a comunicar-se entender os problemas e com isto buscar as melhores soluções de maneira coletiva. Neste ponto é importante aclarar que o pensamento é um fenômeno sistemático que surge de nosso modo de interatuar e intercambiar discursos, por isso, é importante para quem deseja apreender a trabalhar em equipe e atuar de maneira que geremos outras ações cooperativas que redundem no crescimento pessoal e coletivo. De acordo com as idéias deste parágrafo, perguntemo- nos ,será que a forma de atuar egoísta por parte da maioria das pessoas obstaculiza o aprendizado do diálogo e a discussão?

Julie Gilbert menciona o seguinte em seu livro “Need growth idéas?” (algo assim como necessidade de crescimento das idéias) É difícil fazer crescer às empresas com esta difícil situação econômica, mas é absolutamente essencial para sobreviver. Recomenda buscar idéias de crescimento numa fonte de inovação a miúdo passado por alto: pergunte-lhe às pessoas. É necessário começar por desenhar uma visão de aonde quer que se dirija a organização. Logo, enumerar os ativos da empresa, traçar um mapa com suas capacidades e identificar novas tendências no mercado. Ao perguntar-lhe aos colaboradores não só explorará uma fonte de idéias facilmente accessível, senão que se assegurará de que sua gente esteja comprometida com o futuro da empresa.

A seguir se dão 4 técnicas que permitirão desenvolver a capacidade de escutar e dialogar:

• Verificar: "Me permites repetir o que falaste para assegurar-me de que te entendi?"

• Esclarecer: "Me parece que isto é o que queres dizer…"

• Mostrar apoio: "Te escuto, por favor, continua"

• Estruturar: "Que te parece se vemos os sintomas, tratamos de definir o problema e posteriormente discutimos possíveis soluções”

Ao respeito John Baldoni em seu livro “Never let your ego stop you from learning“ (não permita a seu ego deter seu aprendizagem) recomenda que não permitamos que nosso ego se interponha em nosso desejo por aprender. Os líderes exitosos mantém suas mentes abertas a coisas novas porque sabem que, sem importar o alto que seja seu grau de domínio, sempre há algo mais por descobrir. Diz-nos que quando enfrentemos desafios, inclusive aqueles que temos enfrentado muitas vezes, adotamos o enfoque dum aprendiz: faça perguntas ou encontre formas novas para solucionar o problema

Aprender a comunicar-se com leva a aprender mais sobre nós mesmo já que nos permite reconhecer a natureza de nossos pensamentos na medida em que intercambiamos idéias com os outros. As condições básicas para o diálogo são:

• Ter consciência de nossas idéias, opiniões, prejuízos, necessidades e motivos com o objetivo de submeter-los ao exame que deles faça o grupo; é dizer, não devemos adotar pensamentos rígidos e não negociáveis que nos façam sentir obrigados a defender-los.

• Considerar aos demais de maneira consciente como colegas com o fim de estabelecer vínculos de igualdade que permitam o fluxo de idéias. Este tipo de relação não implica que se deva concordar ou compartir os mesmos pensamentos, pelo contrário, o poder desta maneira de interatuar opera quando há diferenças nos conceitos. Por tanto se faz imprescindível o apreender a visualizar aos "adversários" como "colegas com outras perspectivas", com o fim de intercambiar formas de pensamento de maneira relaxada e respeitosa que nos ajude a deixar atrás os sentimentos de rejeição que comumente se dão quando as pessoas não possuem a disciplina de manter a mente aberta e acreditam que não há outra forma de captar o mundo fora do que eles percebem.

• Estabelecer relações simétricas onde se evite a idéia de superioridade e/ou subordinação. As relações onde os indivíduos se percebem como iguais permitem que o fluxo de formas de pensar se leve a cabo mediante um diálogo aberto e de maneira mais equilibrada.

• É necessário ao início da formação duma equipe de aprendizagem que exista um árbitro que "conserve o contexto do diálogo". As funções a desempenhar por dito árbitro são:

• Ajudar, convidar e animar aos membros da equipe a formar parte do processo e os resultados.

•Manter o diálogo em marcha e em equilíbrio.

•Guardar o equilíbrio entre sua pericia e sua atitude serviçal, mas sem adotar o papel de "experto" ou "doutor", que quitaria a ênfase às idéias e à responsabilidade dos outros membros da equipe.

•Compreender que a arte do diálogo consiste em experimentar o fluxo do significado e em ver o que é preciso agora.

•Evitar que surjam entre os membros "rotinas defensivas"; é dizer, evitar que os membros da equipe assumam atitudes que obstruam o fluxo harmônico, tais como: "Vítima", "sabe-tudo", "crítico não propositivo", "eu não posso", "o indiferente", "o néscio".

Ao respeito, John Maeda em seu livro “Critique-me, please” menciona que no mundo dos negócios, a diferença do mundo das artes, a crítica a miúdo se percebe de maneira negativa. Mas a crítica construtiva é essencial em qualquer âmbito que requer criatividade, inovação e a resolução de problemas. Devido a que a liderança requeira as três coisas, os líderes devem estar seguros de que não só estão abertos à crítica, senão que a buscam de maneira ativa. Recomenda aos líderes que lhe solicitem a seus subordinados, seus pares e a seus clientes que lhe sinalem quais são as debilidades de suas idéias e enfoques. Opina que a crítica pode ser um método útil para testar as idéias e assegurar-se de que as pessoas e as equipes se responsabilizam de seus acertos e erros.

O desenvolvimento de habilidades e destrezas para a reflexão, colaboração e a indagação, serão os cimentos para desenvolver a habilidade de comunicação que permita superar situações como as simpatias ou antipatias pessoais que levam a truncar o fluxo de idéias. Por todo o exposto concluímos que o processo de aprendizagem grupal consiste num vaivém continuo entre a prática e o desempenho, em onde os membros da equipe aprendam a fazer-se conscientes da sua própria atuação. Isto permitirá formar equipes maduras, capazes de indagar e analisar temas complexos e conflitantes que lhes permitam a possibilidade de crescer continuamente através de aprender a reflexionar-atuar de maneira simultânea.

M.C. Luz Angélica Rodríguez Ebrard

Maestra de tempo completo do Departamento de Ciências Administrativas da Universidade Autônoma de Ciudad Juárez.

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