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sábado, 4 de outubro de 2008

Outro aporte para o Trabalho em Equipe

Trabalho em Equipe
Discurso Bonito e Prática Difícil


por José Geraldo de Souza



Nos últimos tempos, as empresas redescobriram o trabalho em equipe, pois não podemos dizer que esse modelo nunca existiu, ao contrário, é um velho conhecido desde muito tempo atrás. Com os programas de qualidade, esta forma de trabalhar voltou como uma onda muito forte ao cotidiano de muitas pessoas. A partir daí, hoje dificilmente não se exige das pessoas esse comportamento dentro de qualquer empresa. No entanto, para desenvolvê-lo é preciso, por exemplo, um ingrediente fundamental que é muito escasso nas organizações: o tempo.



Uma verdadeira equipe de trabalho precisa de tempo para que seus membros possam, por exemplo, ajustar suas diferenças individuais (de percepção, de forma de trabalhar, de relações...). Este é o primeiro passo para o caminho em direção à produtividade da equipe; quando uma equipe amadurece, estas diferenças são colocadas a serviço do coletivo. Além deste aspecto, o verdadeiro trabalho em equipe implica em uma organização interna de papéis, recursos e dinâmica de funcionamento, acertos de convivência, grau de autonomia decisória e relações com o líder. Esses detalhes precisam aparecer e serem tratados rapidamente pela equipe, sob pena de adiar seus melhores níveis de produtividade e de sucesso. Sabemos que isto não é fácil de se conseguir, nem tampouco rápido de se consolidar pois em meio ao trabalho cotidiano de muita pressão, principalmente por resultados, as soluções, nem sempre são fáceis de se implementar.



No entanto, para chegar ao estado de produtividade ideal é importante que a equipe separe periodicamente um espaço e um tempo para realizar alinhamentos: das expectativas, das relações, dos conflitos, das individualidades em direção aos objetivos e aos resultados. Desta forma é mais adequada a construção daquilo que se denomina “pactos de convivência” entre os membros da equipe. São condições, expectativas e percepções individuais explicitadas e negociadas em relação à situação em que a equipe se encontra, ou deseja chegar. Construir um pacto deste tipo implica, portanto, em sentar junto com uma certa periodicidade e resolver questões do tipo:



• definição de objetivos e metas

• divisão de papéis e funções

• ajustes interpessoais

• resolução de conflitos

• definição da organização do trabalho e dos níveis de autonomia

• relações com o líder



No fundo, é uma metodologia que propõe uma solução negociada de conviver mais focada, do que um treinamento genérico. Este tipo de intervenção tem se mostrado muito eficaz para equipes que precisam promover ajustes internos, no sentido de construir-se, ou de alavancar seus resultados e trazer saúde relacional à sua convivência cotidiana. Normalmente despende o mesmo número de horas de um treinamento comum, porém seu método, além de focado, respeita muito mais as características do desenvolvimento de equipes: o tempo e o esforço de construção utilizando as soluções que saem da própria equipe.

Organização e Trabalho em Equipe

Dez ótimas dicas para o trabalho em equipe
Cada vez mais o trabalho em equipe é valorizado. Porque ativa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que "1+1= 3". Por tudo isto aqui ficam dez dicas para trabalhar bem em equipe.

1. Seja paciente

Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal "cada cabeça uma sentença". Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

2. Aceite as ideiás dos outros

As vezes é difícil aceitar idéias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.



3. Não critique os colegas

As vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as idéias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as idéias, nunca a pessoa.

4. Saiba dividir

Ao trabalhar em equipe, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

5. Trabalhe

Não é por trabalhar em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

6. Seja participativo e solidário

Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

7. Dialogue
Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

8. Planeje

Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

9. Evite cair no "pensamento de grupo"

Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.

10. Aproveite o trabalho em equipe

Afinal o trabalho de equipe, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais perto de seus colegas, e também de aprender com eles.
"Uno no descubre nuevas tierras sin consentir perder de vista la orilla por un largo tiempo" Andrè Guide
- novelista francés - Premio Nobel de Literatura.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

TRABAJAR EN EQUIPO

PALABRAS DE LÍDER


Stephen Covey es el experto en gestión del rendimiento humano más reconocido a nivel mundial. Autor del bestseller Los siete hábitos de la gente altamente efectiva, que lleva vendidos 14 millones de ejemplares y fue publicado en 38 idiomas en 75 países, Covey explica a continuación, cómo un líder altamente efectivo puede lograr que su equipo también lo sea.



1 Defina un propósito. Demuéstrele a todos en la organización que entiende el rol y las responsabilidades de cada uno. Articule claramente por qué el trabajo de cada persona es importante y proponga expectativas de antemano.
2 Aliente el trabajo en equipo. Cuando se les da a los empleados la posibilidad de contribuir en las ideas, emergen mejores soluciones. El trabajo en equipo es la característica principal de una cultura en la cual todos tienen su voz y es escuchada.
3 Encuentre e inspire confianza en otros. Reconociendo las contribuciones de cada persona al equipo, la división de tareas se vuelve simple. Entienda que cada miembro de un equipo aporta una experiencia de valor. Guiando esa experiencia, los empleados comienzan a sentir que son parte del equipo.
4 Libere el potencial. Las políticas y los procedimientos son importantes, pero seguir siempre las reglas puede llevar a ideas rígidas. Algunas de las mejores ideas provienen de nuevas formas de pensar.
5 Entienda las necesidades de sus empleados. Para un líder, el crecimiento de su equipo es fundamental para el crecimiento del resto del negocio. Cuando un líder entiende sus sueños y sus aspiraciones, los empleados se sienten escuchados.
6 Transmita reconocimiento. Como líder, comunique el valor y el potencial para que los empleados hagan su mejor trabajo. Y reconozca siempre un trabajo bien hecho.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

NO CULPES A NADIE

Un mensaje de Pablo Neruda
No culpes a Nadie

Nunca te quejes de nadie, ni de nada, porque fundamentalmente tu has hecho lo que querías en tu vida. Acepta la dificultad de edificarte a ti mismo y el valor de empezar corrigiéndote.

El triunfo del verdadero hombre surge de las cenizas de su error. Nunca te quejes de tu soledad o de tu suerte, enfréntala con valor y acéptala. De una manera u otra es el resultado de tus actos y prueba que tu siempre has de ganar.

No te amargues de tu propio fracaso ni se lo cargues a otro, acéptate ahora o seguirás justificándote como un niño.

Recuerda que cualquier momento es bueno para comenzar y que ninguno es tan terrible para claudicar. No olvides que la causa de tu presente es tu pasado así como la causa de tu futuro será tu presente. Aprende de los audaces, de los fuertes, de quien no acepta situaciones, de quien vivirá a pesar de todo, piensa menos en tus problemas y más en tu trabajo y tus problemas sin eliminarlos morirán. Aprende a nacer desde el dolor y a ser más grande que el más grande de los obstáculos, mírate en el espejo de ti mismo y serás libre y fuerte y dejarás de ser un títere de las circunstancias porque tu mismo eres tu destino.

Levántate y mira el sol por las mañanas y respira la luz del amanecer. Tú eres parte de la fuerza de tu vida, ahora despiértate, lucha, camina, decídete y triunfarás en la vida; nunca pienses en la suerte, porque la suerte es: el pretexto de los fracasados.

Pablo Neruda.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

EL PERDON

"Madurez es lo que alcanzo cuando ya no tengo necesidad de juzgar ni culpar nada ni a nadie de lo que me sucede".
Anthony de Mello

"Vengándose, uno iguala a su enemigo; perdonando, uno se muestra superior a él".
F. Bacón


Pido perdón a los niños por haber dedicado este libro a una persona mayor. Tengo una seria excusa: esta persona mayor es el mejor amigo que tengo en el mundo. Pero tengo otra excusa: esta persona mayor es capaz de comprenderlo todo, incluso los libros para niños. Tengo una tercera excusa todavía: esta persona mayor vive en Francia, donde pasa hambre y frío. Tiene, por consiguiente, una gran necesidad de ser consolada. Si no fueran suficientes todas esas razones, quiero entonces dedicar este libro al niño que fue hace tiempo esta persona mayor. Todas las personas mayores antes han sido niños. (Pero pocas de ellas lo recuerdan). Corrijo, por consiguiente, mi dedicatoria:
A LEON WERTH cuando era niño
Antoine de Saint-Exupéry

El sentido, el significado, no está en las cosas. Está en nosotros...
El perdón es la clave de la paz interior, porque es la técnica mental mediante la cual nuestros sentimientos se transforman, pasando del miedo al amor.
El ego es el gran criticón. Está siempre al acecho de nuestros defectos y de los ajenos.
Es fácil perdonar a la gente que jamás ha hecho nada que nos enfureciera. Y sin embargo, las personas que nos enfurecen son nuestros maestros más importantes: nos indican los límites de nuestra capacidad de perdonar.
Perdonar es optar por ver a las personas tal como son "ahora". Cuando estamos enfadados con alguien, es por algo que esa persona dijo o hizo antes de ese momento. Pero la gente no es lo que hizo o dijo. Las relaciones renacen cuando dejamos de dar importancia a la percepción del pasado...
Nuestra neurosis en las relaciones se deriva generalmente de que tenemos un programa preestablecido para la otra persona, o para la relación como tal.
Marianne Williamson

LA OTRA MEJILLA
En un antiguo monasterio se conservaban, en una vitrina, tres manuscritos muy valiosos. Los monjes vivían de su trabajo rural y de las limosnas que les dejaban los fieles curiosos que se acercaban a conocer los tres rollos, únicos en el mundo. Eran viejos papiros, con fama universal.
En cierta oportunidad un ladrón robó dos rollos. Los monjes avisaron con rapidez al abad. El superior buscó la parte que había quedado y con todas sus fuerzas corrió tras el agresor y lo alcanzó:
- ¿Que has hecho? Me has dejado con un solo rollo. No me sirve. Nadie va a venir a leer un mensaje que está incompleto. Tampoco tiene valor lo que me robaste. O me das lo que es del templo o te llevas también este texto. Así tienes la obra completa.
- Padre, estoy desesperado, necesito urgente hacer dinero con estos escritos santos. - Respondió el ladrón.
- Bueno, toma el tercer rollo. Si no se va a perder en el mundo algo muy valioso. Véndelo bien. Estamos en paz. Que Dios te ilumine.
Los monjes no llegaron a comprender la actitud del abad. Estimaron que había estado flojo con el ladrón, y que era el monasterio el que había perdido. Pero guardaron silencio, y todos dieron por terminado el episodio.
Cuenta la historia que a la semana , el ladrón regresó. Pidió hablar con el Padre Superior:
- Aquí están los tres rollos, no son míos. Los devuelvo. Te pido en cambio que me permitas ingresar como monje. Mi vida se ha transformado.
Nunca ese hombre, había sentido la grandeza del perdón, la presencia de la generosidad excelente.El abad recuperó los tres manuscritos para beneficio del monasterio, ahora mucho más concurrido por la leyenda del robo y del resarcimiento. Y además consiguió un monje trabajador y de una honestidad a toda prueba.

El perdón.

El tema del día era el resentimiento y el maestro nos había pedido que lleváramos papas y una bolsa de plástico.
Ya en la clase, elegimos una papa por cada persona con quien guardábamos algún resentimiento. Escribimos su nombre en ella y la guardamos dentro de la bolsa.
Algunas bolsas eran realmente pesadas.
El ejercicio consistía en que, durante una semana, lleváramos a todos lados con nosotros esa bolsa de papas. Naturalmente la condición de las papas se iba deteriorando con el tiempo. El fastidio de acarrear con la bolsa todo el tiempo me mostró claramente el peso espiritual que cargaba a diario y cómo mientras ponía atención en ella para no olvidarla en ningún lado, desatendía cosas que eran más importantes para mí.
Todos tenemos papas pudriéndose en nuestra mochila sentimental. Este ejercicio fue una gran metáfora del precio que pagaba a diario para mantener el resentimiento por algo que ya había pasado y no podía cambiarse.
Me di cuenta que cuando hacía importantes los temas incompletos o las promesas no cumplidas me llenaban de resentimiento, aumentaba mi estrés, no dormía bien y mi atención se dispersaba.
Perdonarlas y dejarlas ir me llenó de paz y calma, alimentando mi espíritu. La falta de perdón es como un veneno que tomamos a diario en gotas pero que finalmente nos termina envenenando. Muchas veces pensamos que el perdón es un regalo para el otro, sin darnos cuenta que los únicos beneficiarios somos nosotros mismos.
El perdón es una expresión de amor.
El perdón nos libera de ataduras que nos amargan el alma, y nos enferman el cuerpo. No significa que estés de acuerdo con lo que pasó, ni que lo apruebes. Perdonar no significa dejar de darle importancia a lo que sucedió ni darle la razón a alguien que te lastimó. Simplemente significa dejar de lado aquellos pensamientos negativos que nos causaron dolor o enojo. El perdón se basa en basa en la aceptación de lo que pasó.
La falta de perdón ata a las personas desde el resentimiento. Te tiene encadenado, la falta de perdón es el veneno más destructivo para el espíritu ya que neutraliza los recursos emocionales que tienes.
El perdón es una declaración que puedes y debes renovar a diario. Muchas veces, la persona más importante a la que tienes que perdonar es a ti mismo, por todas las cosas que no fueron de la manera que pensabas.
“La declaración del perdón es la clave para liberarte”.
¿Con qué personas estás resentido?
¿A quiénes no puedes perdonar?
¿Tú eres infalible y por eso no puedes perdonar los errores ajenos?
“Perdona para que puedas ser perdonado”
“Recuerda que con la vara que mides, serás medido…”
“Disminuye tu carga y estarás más libre de moverte hacia tus objetivos.”

El perdón enriquece a quien lo da.
Aligera la carga…

¿Qué cosas vas a llevarte cuando dejes esta vida? ¿Rencores? ¿Enojos?
El otro, aquel a quien no perdonamos sigue su vida…
Pero nosotros nos quedamos con el peso del rencor…
Quiénes somos para exigirles a los demás que sean como nosotros queremos, como nosotros creemos que deben ser…
No nos da vergüenza decir una palabrota, decir una palabra hiriente… pero pedir perdón nos ruboriza… no nos sale espontáneamente…
“Yo te perdono”
Qué lindo suena, ¿No es cierto?
¡Y qué bien se siente al decirlo!

Anónimo.
Extraído del libro “Tómate tiempo”

El enemigo

Yo tuve un enemigo que mis pasos seguía, y aunque parezca extraño yo no lo conocía.
Mis planes y metas, todo desbarataba,mis mejores deseos, por él no los lograba.
Un día pude atraparlo, reclamé su cinismo, le destapé la cara y me encontré a mí mismo.
Pero desde ese día, todo se transformó,pues aquel enemigo, mi amigo se volvió.
Ese subconsciente que antes interfería, ahora me ayudaba y mis deseos cumplía;una vez que mis planes a él yo le confiaba,casi sin darme cuenta él solo los lograba.
Convencía a la gente, entusiasmo me dio, logró oportunidades y mi salud cuidó.Hoy que estamos de acuerdo y descubrí esa fuerza, todo me viene fácil y nada hay que me venza.
Ya puedo dar a otros y no temo al destino,porque soy sólo yo quien marca mi camino.
Ahora que ya no existe conflicto entre los dos, puedo llegar a todo… inclusive hasta Dios.

Desconozco el autor

quarta-feira, 30 de julho de 2008

AUTO-ESTIMA

AUTO-ESTIMA.-

"Quando pensei na auto-estima como um direito humano, me pareceu algo muito obvio.

Toda criança tem o direito de desenvolver um saudável senso do Eu, pensar bem de si mesmo, ter confiança nas suas capacidades
e tomar seu lugar próprio no circulo da vida.

Quem pode opor-se a isso?

Porem, quanto mais pensava nisso, mais chegava a minha mente a palavra " Direito".



Existem no mundo muitos tipos de direitos, direitos humanos, direitos civis, direitos divinos e direitos de nascimento

Alguns direitos parecem uma função da Constituição e a Lei, no entanto outros transcendem os sistemas judiciais criados pelo
homem e parecem mais uma expressão do espírito eterno.

O direito a auto-estima pode ser considerado de ambas as perspectivas.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, estabelecida em 1948 nas Nações Unidas é uma maravilhosa expressão do Espírito
Humano. Só consta de seis páginas, resume os direitos fundamentais, experiências e aspirações de todos os seres humanos, sem consideração de raça, religião, sexo, idade ou naturalidade. Suas primeiras palavras estabelecem uma ponte entre a política e as pessoas,fazendo eco à voz de um coração global que nos une mais além de qualquer diferença.
" O reconhecimento da dignidade inerente, assim como da igualdade e do caráter inalienável dos direitos de todos os membros da família humana é a base da liberdade, a justiça e a paz no mundo"




Após ler todo isso, a pergunta é:

Se podem cumprir todos estes direitos?

Que são os Direitos Humanos?

Segundo a declaração da “ONU”...” todos os seres humanos nascem livres e iguais em quanto a dignidade e direitos”


“Não importam suas características individuais de aparência externa ou interna da pessoa, não importa qual é sua origem, sua genética, seu status social e econômico".

Ele, ela e todos têm o direito a vida e segurança (e a felicidade?)


Não só a escravidão e a servidão são perversões da relação humana, se não que além a tortura, o castigo cruel, degradante e
desumano o apreensão arbitraria e o exílio e violação de qualquer classe são transgressões dos direitos humanos que todos merecemos que se respeitem.

Se podem cumprir estes direitos?... o são só noções etéreas que só tomarão forma quando cada um de nós as reclame?

Ter o direito de expressão é uma coisa, outra muito diferente é fazer-lo realmente.

Historicamente estes Direitos Humanos são um paradigma relativamente recente, pelo menos politicamente falando.

Em tanto as religiões como o cristianismo, o budismo, o islamismo e outras, sempre reconheceram a divindade da alma humana, os governos estão atrasados com respeito a essa consciência.

Porque além do Direito Humano, do Direito Civil, e ate do Direito Divino, existe um direito que todos possuímos que é a base para todo o que somos e fazemos nesta vida.

Estou falando do Direito do Nascimento.

Com isto falo não só do Direito que toda criança por nascer tenha um nascimento amoroso, suave, consciente, e não violento.

Além disso, cada um de nós tem o Direito de continuar no mundo o milagre do crescimento que experimentou no ventre materno.

Tem Direito de desenvolver todos seus dons e talentos, de evoluir e converter-se na melhor expressão possível dele mesmo.

Por baixo da liberdade de pensar e falar o que deseja, de adorar a Deus como VC escolha e trabalhar como lhe goste; está o Direito mais fundamental, saber quem VC è, desenvolver sua auto-estima e experimentar seu EU essencial.



UMA HISTORIA



Na África, existe um povoadinho no qual, quando um casal planeja ter uma criança, a mulher vai se sentar baixo de uma determinada árvore, no em tanto esta aí, espera até que ouve a canção da alma do neném que vai vir. Senta-se em silêncio o tempo que seja necessário, ouvindo cuidadosamente. Se esse dia não ouve a canção, regressa à arvore na manhã seguinte, para continuar sua silenciosa busca.

Quando ouve a canção do neném, regressa a sua casa e a canta a seu esposo. Então, em quanto fazem o amor, a cantam juntos e concebem a seu filho.

Durante toda a gravidez, o casal canta esta canção ao neném por nascer. E quando nasce, o miram aos olhos e lhe cantam a canção outra vez.

No momento em que o neném è apresentado a sua família, lhe cantam a canção.


Quando o apresentam no povo, todo o povo lhe canta sua canção.

E assim acontece em cada fato importante, em toda a vida dessa pessoa

Ao transformar se em adulto, quando acaba sua educação, quando se casa, quando tem sucesso, sempre lhe cantam a mesma canção.

E quando essa pessoa morre e a sepultam, o povo canta sua canção pela ultima vez e nunca mais.


(Historia contada pelo Dr. Thomas Verny no Congresso da APPPAH reunido em San Francisco, Estados Unidos em Dezembro de 1997)


AUTOESTIMA


A auto-estima não è algo tão simples como aparenta.

Em princípio, é obvio que respeitar se a si mesmo e sentir confiança na própria capacidade para realizar coisas com sucesso é uma enorme vantagem na vida.

Além, parece lógico que, quando mais um se respeita a si mesmo, sabendo que aquele que um è existe e tem valor independente
do que faz, pode mais:

1.- desenvolver sua capacidade para ter sucesso,

2.- aprender dos seus erros,

3.- enamorar se do aprendizado, crescimento e o descobrimento de sua viagem pela vida.

A maioria dos seres humanos sensíveis pode ver o lógico e sensato de desenvolver um senso saudável do EU.

O Dicionário Webster define a auto-estima como: " confiança, respeito e satisfação em si mesmo"

Com sinceridade esta definição me parece bastante pobre.

Amar-se a si mesmo e amar aos outros são coisas virtualmente inseparáveis.

Quando VC tem pouca ou nenhuma auto-estima, tende a comparar-se com os demais.

Isto è desafortunado, porque uma vez que VC cai na comparação não pode ganhar. e como conseqüência se sente mais desesperado
ainda.

O principal problema com a comparação è que VC è único, e a pessoa com a que se compara é única também.

Infortunadamente os pais cometem esse erro muito freqüentemente.

Porque não podes ser como teu irmão?. Porque não podes ser como João?, Ele não tem problemas em matemáticas.

Frases como estas inibem o senso do EU da criança.

Profundamente em seu interior toda criança sabe que deve ser respeitada por ela mesma, por quem ele è, não comparado com
alguém que ele não é e nunca poderá ser.

Freqüentemente as crianças crescem com uma terrível sensação de injustiça, porque foram humilhados desta vergonhosa maneira.

Os pais falam estas coisas só porque não tem consciência de si mesmos.

Quando eram crianças ouviam as mesmas palavras de seus pais. Decoraram este tipo de comunicação e a repetem quando seus
filhos atuam como o faziam eles.

VC. não è produto da casualidade, VC. é um presente de Deus ao mundo, e o mundo é um presente de Deus para VC.

VC é único e irrepetível. VC. não foi modelado baixo a figura de outro ser humano, incluídos seus irmãos com os quais comparte
uma grande quantidade de genes.

VC é único e essa é a realidade.

Quanto antes o compreenda em melhor posição estarão VC e o mundo.

Vocês enxergaram um bebê?.

Ele é o resumo de milhares de anos de evolução de nossa espécie.

Ele é o resultado de nossa capacidade de adaptação ao meio.

Não existe melhor expressão do potencial humano que uma criança.

Ela é como uma esponja absorvendo todo conhecimento a seu redor.

Aos três anos já possui toda sua capacidade inteligente desenvolvida.

Como deveríamos falar-lhes a nossos filhos?

Como podemos ajudar-lhes a pensar bem de si mesmos?,

Como podemos ensinar-lhes a melhorar sem desaprova-lhes por seus fracassos?

Ao crescer baixo a influência da crítica e a comparação tendemos a projetar outra dança em nossos relacionamentos, esta è a dança entre " sou superior", "sou inferior".

As pessoas com uma auto-estima elevada não precisam fazer sentir inferiores aos demais para destacar se eles.

A vida è um premio, não um castigo.

VC admite sua liberdade e assume sua responsabilidade pelos resultados da sua conduta.

Significa que VC está no comando da sua existência. VC è quem dirige.

Como resultado disto, VC enxerga com clareza e entende muito bem o tema da autoridade.

Em quanto crescemos estamos rodeados de autoridades.

As primeiras pelo geral são nossos pais, sem falar de tios, primos, avos. Depois nossos professores, chefes, etc.

Muitas crianças não possuem tão claro o conceito de autoridade.

Tendemos a crescer entregando gradualmente nosso poder a uma diversidade de "autoridades", e para quando atingimos a maturidade nos transformamos em adultos sem autoridade.

Nosso corpo completa seu desenvolvimento, pero espiritualmente ficamos detidos.

Possuímos corpos desenvolvidos, nos sentimos como crianças sem poder e controlados pelos "verdadeiros" adultos aí fora.

Alem disso, como possivelmente fomos abusados, física, mental ou verbalmente pelas autoridades de nossa juventude, podemos
possuir uma impressão negativa de toda a gente com poder.

Tendemos a julgar à gente como autoritária, se tem segurança em sim mesmos.

O tema da autoridade se encontra lotado de conflitos, internos e externos.

Não desejamos entregar nosso poder, pero parecemos adictos a isso.

Depois culpamos aos demais porque nos controlam.

Quando nos sentimos oprimidos parece que temos só dois caminhos, o sumis são, ou rebelião.

Quando VC è abusado por alguém em posição de poder e não tem maneira de manejar-lho apropriadamente nesse momento, pode
compensar-lho desconectando se do centro de seu poder e criando uma aguda luta interna entre a criança abusada que VC se
identifica e a autoridade abusiva de quem VC se sente vitima.

VC leva essas duas identidades com VC a todos os lados. e dependendo da estimulação pode representar um ou outro papel.

Em outras palavras, si se encontra em presença de uma poderosa figura de autoridade, como são seu chefe ou seu professor,
VC se refugia em sua identidade de criança abusada.

Si está frente a uma vitima professional, sua figura de autoridade interior pode irromper de forma inapropriada.

Acredito que um passo fundamental na recuperação de seu poder è aprender a falar se SIM a sim mesmo.

Isso afirma a validade dos seus sentimentos, sua experiência e suas crenças.

Seu direito a ser VC. è um direito Humano baseado em dizer sim a VC mesmo.
Alem disso, falar sim lhe da imediatamente autorização para ser si mesmo.

Dar-se permissão è importante, por que se espera que alguém se o dei, isso significa que a autoridade vem de fora.


Falar sim a Vc mesmo, faz de sua autoridade interior um sanador que o ajuda a recuperar-se de uma vida de abnegação ( negação de si mesmo).

Falar sim para seus filhos os ajuda a apreender a falar-se sim a sim mesmos.

Não estou falando que VC deveria dizer-lhes sim o tempo todo. Eles também necessitam ouvir o NÃO.

Procure falar SIM as suas almas, quando está negando um pedido.

Quando seu filho fala " Mãe-, posso ir a brincar fora, não é necessário que VC fale " Não, tem que fazer tua tarefa". Em
troca pode falar" Sim. Após que faças tua tarefa podes sair a brincar!.

Existem crianças com um forte senso de confiança em si mesmos e de autoridade que são muito louváveis. Eles são o reflexo do
SIM de seus pais antes da concepção.

Muitas crianças são penosamente tímidas.. as vezes se trata de insegurança desde sua primeira etapa de desenvolvimento.

Outras vezes uma alma parece entrar nesta vida já frágil ou ferida.

Se VC esta criando ou ensinando a uma criança assim, é possível que note que ele tem algumas necessidades especiais.

Mas a necessidade mas especial de todas è a de aprender a ouvir as palavras SIM ou ESTA BEM, BOM, ou TE ESCUTO.

Quanto mas escute a estas crianças, mas acessíveis se voltaram e mas compartiram conosco.E, na medida de se vaiam abrindo
apreenderam que são perfeitos como são, e que possuem uma voz que vale a pena ouvir.

Encontrar a própria voz è parte de sentir a própria autoridade.

Cada pessoa, acredito, possui uma voz única, e com isto me refiro a um som, a um jeito de falar y sim.... a uma canção em
seu coração.

Provavelmente seja a mesma canção que a mulher africana espera ouvir em quanto convida a seu futuro filho a este planeta.


Com minha companheira Dolores trabalhamos como voluntários na Casa do Caminho, em Xerém – Rio de Janeiro; durante um período de três meses. Nesta casa, modelo no Brasil, ouvimos a canção de muitas crianças, e somos gratos por isto.

Fonte: Bob Mandel – Thomas Verny

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