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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010




Todos necesitamos curarnos.
Segundo Jeancarlos

Todos tenemos algo de huraños y todos sufrimos por la indiferencia de los demás,
a todos nos hace falta amor y cariño, todos tenemos algún modo de sufrimiento mental,
todos queremos ser felices.
La cura para las personas hurañas, para quienes padecen y sufren de aislamiento,
para quienes sufren de soledad, y para quienes son víctimas de la indiferencia
es el amor a los demás.
Algunas de las virtudes o llamas que dan vida a la hoguera brillante,
luminosa y dichosa del amor a los demás son:


• Cariño en la mirada
• Cariño en las palabras
• Cariño en las acciones
• Cariño en las intenciones.
• Cariño en las motivaciones
• Cariño en las actitudes
• Ternura
• Compasión
• Comprensión
• Respeto
• Sacrificio con alegría.
• Sacrificio compasivo
• Sacrificio responsable
• Dulzura amorosa
• Dulzura amistosa
• Suavidad prudente
• Suavidad obediente
• Diligencia sacrificada
• Diligencia bondadosa
• Diligencia compasiva
• Diligencia prudente
• Mansedumbre
• Responsabilidad
• Empatía
• Obediencia con felicidad.
• Desprendimiento dichoso.
• Compartir con sacrificio
• Compartir con alegría.
• Resignación amable
• Resignación cariñosa.
• Empatía comprensiva.
• Empatía mística.
• Gratitud resignada.
• Gratitud dichosa
• Gratitud amable.
• Gratitud tolerante
• Verdad prudente
• Verdad benevolente.
• Verdad cariñosa.
• Verdad tolerante.
• Verdad responsable.
• Transparencia en nuestras acciones.
• Etc.
Entre tantas, aquí se han mencionado solo unas virtudes y en algunos casos se han colocado algunas de sus derivaciones por considerarlo oportuno y como guía para nuestros queridos lectores, compañeros estudiantes y practicantes del Dharma.
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Todos necessitamos nos curar.
Segundo Jeancarlos
Todos necessitamos nos curar.
Todos têm algo de intratável e todos sofreram pela indiferença dos demais,
a todos nos faz falta amor e carinho, todos têm algum jeito de sofrimento mental,
todos querem ser felizes.
A cura para as pessoas intratáveis, para os que padecem e sofrem de isolamento,
aqueles que sofrem de solidão, e para aqueles que são vítimas da indiferença,
é o amor aos demais.
Algumas das virtudes ou chamas que dão vida à fogueira brilhante,
luminosa e ditosa do amor aos demais são:
• Carinho no olhar
• Carinho nas palavras
• Carinho nas ações
• Carinho nas intenções.
• Carinho nas motivações
• Carinho nas atitudes
• Ternura
• Compaixão
• Compreensão
• Respeito
• Sacrifício com alegria.
• Sacrifício compassivo
• Sacrifício responsável
• Doçura amorosa
• Doçura amistosa
• Suavidade prudente
• Suavidade obediente
• Diligencia sacrificada
• Diligencia bondosa
• Diligencia compassiva
• Diligencia prudente
• Mansidão
• Responsabilidade
• Empatia
• Obediência com felicidade.
• Desprendimento ditoso.
• Compartir com sacrifício
• Compartir com alegria.
• Resignação amável
• Resignação carinhosa.
• Empatia compreensiva.
• Empatia mística.
• Gratidão resignada.
• Gratidão ditosa
• Gratidão amável.
• Gratidão tolerante
• Verdade prudente
• Verdade benevolente.
• Verdade carinhosa.
• Verdade tolerante.
• Verdade responsável.
• Transparência em nossas ações.
• Etc.
Entre tantas, aqui se tem mencionado só umas virtudes e em alguns casos se tem colocado algumas de suas derivações por se considerar oportuno e como guia para nossos queridos leitores, companheiros estudantes e praticantes do Dharma.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

BUDISMO


EL BUDISMO.



"Buddhism has the characteristics of what would be expected in a cosmic religion for the future: it transcends a personal God, avoids dogmas and theology; it covers both the natural & spiritual, and it is based on a religious sense aspiring from the experience of all things, natural and spiritual, as a meaningful unity."

"O Budismo tem as características do que seria esperado de uma religião cósmica para o futuro: ele transcende um Deus pessoal, evita os dogmas e a teologia; ele cobre o natural e espiritual, e é baseado num senso religioso inspirado na experiencia de superação de todas as coisas, naturais e espirituais, como uma unidade significativa."

“El budismo tiene las características de lo que sería esperado de una religión cósmica para el futuro: él transciende a un Dios personal, evita los dogmas y la teología; él cubre lo natural y lo espiritual, y esta basado en un sentido religioso inspirado en la experiencia de superación de todas las cosas, naturales y espirituales, como una unidad significativa.”

Albert Einstein.
Source / Fonte: http://www.e-sangha.com/

BUDISMO ZEN


No amar lo que no tiene valor.

ZENGETSU, un maestro chino de la dinastía Tang, escribió los siguientes consejos para sus alumnos:

Vivir en el mundo y no obstante no crear apegos al polvo del mundo es el camino de un verdadero estudiante del Budismo Zen.
Cuando seas testigo de una buena acción de otra persona, estimúlate a ti mismo a seguir su ejemplo.
Al oír respecto de una acción equivocada de alguien, aconséjate a no imitarla.
Aún que estés solo en un cuarto oscuro, compórtate como si estuvieras frente a frente con un convidado distinguido.
Expresa tus sentimientos, pero no te tornes más expresivo que tu verdadera naturaleza.
La pobreza es tu tesoro. Nunca la cambies por una vida fácil.
Una persona puede parecer tonta y sin embargo no serlo.
Ella puede apenas estar guardando cuidadosamente su sabiduría.
Las virtudes son fruto de la autodisciplina y no caen del cielo por sí mismas tal como la lluvia o la nieve.
La modestia es el fundamento de todas las virtudes.
Que tus vecinos lo descubran antes que te hagas conocido de ellos.
Un corazón noble nunca se impone.
Sus palabras son como joyas preciosas, raramente exhibidas y de gran valor.
Para un estudiante sincero, todo día es un día feliz.
El tiempo pasa, pero él nunca queda atrás.
Ni la gloria ni la vergüenza pueden conmoverlo.
Censúrate a ti mismo, nunca a otra persona.
No discutas lo que es cierto y lo que es equivocado.
Algunas cosas, no obstante siendo ciertas, fueron consideradas equivocadas por varias generaciones.
Ya que el valor de la rectitud puede ser reconocido después de siglos, no hay necesidad de buscar una valorización inmediata.
Vive con las causas y deja los resultados para la gran ley del universo.
Pasa cada día en contemplación pacífica.

Sem Apego à Poeira

ZENGETSU, um mestre chinês da dinastia T’ang, escreveu o seguinte conselho para seus alunos:
Viver no mundo e, contudo não criar apegos à poeira do mundo é o caminho de um verdadeiro estudante do Zen.
Quando testemunhar a boa ação de outra pessoa, encoraje a si próprio a seguir seu exemplo. Ao ouvir a respeito da ação errada de alguém, aconselhe-se a não imitá-la.
Mesmo que esteja só em um quarto escuro, comporte-se como se estivesse frente a frente com um convidado distinto. Expresse os seus sentimentos, mas não se torne mais expressivo do que a sua verdadeira natureza.
A pobreza é o seu tesouro. Nunca a troque por uma vida fácil.
Uma pessoa pode parecer tola e, contudo não sê-lo. Ela pode apenas estar guardando cuidadosamente sua sabedoria.
As virtudes são fruto da autodisciplina e não caem do céu por si mesmas tal como a chuva ou a neve.
A modéstia é o fundamento de todas as virtudes. Que seus vizinhos o descubram antes que você se faça conhecido deles.
Um coração nobre nunca se impõe. Suas palavras são como jóias preciosas, raramente exibidas e de grande valor.
Para um estudante sincero, todo dia é um dia feliz. O tempo passa, mas ele nunca fica para trás. Nem a glória nem a vergonha podem comovê-lo.
Censure a si mesmo, nunca a outra pessoa. Não discuta o que é certo e o que é errado.
Algumas coisas, embora certas, foram consideradas erradas por várias gerações. Já que o valor da retidão pode ser reconhecido depois de séculos, não há necessidade de se ansiar por uma valorização imediata.
Viva com as causas e deixe os resultados para a grande lei do universo. Passe cada dia em contemplação pacífica.
Extraído do Livro "Histórias Zen", de Paul Repps

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

DESTINOLOGÍA


Qué é o destino?


Durante sua vida, a pessoa se interesa por muitas coisas e entre elas uma das mais importantes é o Destino.
Há um provérbio que diz:
“Uma vez que o destino há sido determinado não pode ser trocado”.
A respeito não se tem explicado corretamente como se forma um destino ou que efeitos têm o destino nas pessoas.
De fato, não se entende corretamente o que é o destino.
Que é o destino? Como se forma? Como podemos trocar nosso destino?
Quando olhamos e aprendemos cerca das coisas do mundo, aquilo que nos infunde mais respeito é o Karma.
Quanto melhor entendermos o Karma, do poder que uma causa origina, mais medo nos infunde.
A razão é que este Karma é a origem que permite que exista o destino da humanidade.
Aceitando sem darte conta, millares de coisas que te aconteceram, que você tem feito, formas o Karma.
Este Karma cria o destino, o qual te controla.
Por muito que tratemos que alguém com um grande Karma faça algo bom, é impossível.
A consciência do ser humano está influenciada pelo Karma que há dentro de si mesmo.
A natureza da água troca segundo quem a bebe. Se a bebe uma serpente se converterá em veneno e se a bebe um cervo, se converterá em antídoto*
(na Ásia os chifres do cervo se utilizam para elaborar antídoto para venenos).
Se lhe damos a água à serpente e lhe pedimos que formasse um antídoto, será impossível.
Todas as substâncias e formas de vida que existem no mundo portam seu próprio karma.
Por exemplo, uma peça de metal ou uma planta tem seu próprio karma.
E devido a seu karma podem manter sua identidade.
Karma quer dizer que o que te há acontecido se acumula em você.
Aparece desde dentro, quando se ativa, incluso sem você querer-lo.
Em relação ao karma aquilo do que temos de esta mais atentos é o apego. Qualquer coisa que fazes cria karma dentro de você.
Por isso se tens muito apego às coisas materiais ou às pessoas, se formará um grande karma em você.
Em segundo lugar vem a inveja.
A inveja forma o Karma maior.
Se alguém tem um grande apego ou inveja então não se pode reencarnar.
Em alguns casos mais sérios podem inclusive cair na situação na que não possam nascer como seres humanos.
O Karma se forma através de tua conduta.
Se formares karma através do apego ou inveja é como se te amarrasses com tuas próprias mãos.
Não podes mover-te por você mesmo e ficas ancorado nesta situação.
O mundo existe de acordo a uma simples fórmula.
Quer dizer que todos os fenômenos do mundo existem de acordo a esta fórmula.
Este princípio se baseia em que as coisas que passam, são o resultado das coisas que havia.
O mundo há existido milhões de anos de acordo com este princípio e existirá no futuro também de acordo a este princípio.
Este princípio também existe nas atividades do que és.
Examinemos então como se forma uma alma humana e que atividade realiza quando renasce comparando-o com o processo no qual as plantas produzem sementes.
O processo de produzir sementes é o mesmo nas plantas e os seres humanos. Em outras palavras ambos se regem pelo princípio da mesma maneira.
Para a planta a terra é sua fundação e a semente sua natureza básica. Esta natureza básica ou semente tem que ser plantada em sua fundação ou terra para produzir um fruto.
Ninguém pode negar este fato.
A semente leva a cabo as atividades próprias de sua vida e recebe diferente influências dependendo como foi plantada, numa terra de boa ou má qualidade. Influênciada pelas condições ambientais a semente pode perecer ou melhorar.
É uma verdade universal que qualquer forma de vida pode obter um bom fruto ou se estragar de acordo a sua fundação e as influências que o rodeia.
A alma humana é exatamente igual.
Os seres humanos não produzem frutos, produz a consciência, a alma que está em seu interior.
E quando esta consciência morre, renasce e aparece como uma vida de novo. Na essência desta alma ou consciência permanecem as coisas que havia na outra vida, e quando renasce o que havia nela, sua natureza continua suas ações.
Uma alma se faz renascer a si mesma devido a um vínculo especial que existe em sua fundação e repete as mesmas ações que lhe fizeram existir no passado.
Por tanto a essência do destino é a atividade que existe na natureza básica quando há revivido.
Esta atividade se forma com o que aconteceu a você e se converte na origem que influirá em todas as atividades de tua consciência que te farão aceitar, julgar ou pensar algo.
Quando uma pessoa comete um erro, porque repete esse erro continuamente? Aquilo que há sido gravado em sua consciencia tentará atuar de novo.
Por isso se comete um erro uma vez, a força desse erro lhe induzirá a se equivocar de novo.
Desta maneira a influência do que há em você produz um resultado que moldará tua natureza básica e a fará forte ou fraca.
Por isso o destino de tua natureza básica está determinado, decidido, pelas coisas que existem em você.
Devido a este fato deveríamos explicar às pessoas que sempre cometem erros acerca deste princípio e que se deram conta (enxergaram) deste fenômeno.
Se dão conta uma vez, podem guiar-se pela direção correta, ver o que é, e tratar de trocar seu destino começando por não aceitar e por em prática algo errôneo.
Se trocarmos as coisas desta maneira, o destino trocará para melhor.
O destino controla a vida de cada indivíduo, e mais ainda pode controlar um grupo, e, além disso, pode controlar una nação.
Se alguém com um mau destino governa uma nação, então arruinará a nação, e se este tipo de pessoas se voltem influentes na sociedade, esta experimentará cada vez mais dificuldades.
Alguém com um mau destino sempre faz a vida difícil.
Então quando alguém nasce com um mau destino, tem que viver sofrendo?
Não necessariamente.
Com os números em matemática podes criar infinitos problemas.
Do mesmo jeito podes criar inúmeras questões com o que há no mundo.
Em matemática 5 + 5 são 10 e 5 + 12 são 17.
Porque os problemas são diferentes, sabemos que as respostas serão diferentes.
Uma vez que entendemos isto as pessoas podem trocar seus problemas criando problemas que darão distintas respostas.
Como podemos trocar o destino?
Primeiro temos de saber elaborar problemas, da mesma maneira que deves saber como elaborar problemas em matemática.
Primeiro deves saber os números e logo entender a fórmula.
Em matemática o problema é a origem da resposta.
No mundo, todos os fenômenos existem de acordo com os problemas do cada coisa que existe.
Nos fenômenos do mundo podemos ver coisas boas e coisas más, todas elas sucedem em relação a um problema.
Chegado ao ponto de trocar o destino duma consciência, se um se dá conta do que tem em sua própria consciência, é possível.
Desta maneira, não importa o muito máu que seja um destino, se alguém entende corretamente o que é, não fará coisas dependendo do seu pensamento, senão do que é.
Se é assim pode liberar-se do seu máu destino.
Se chegas a entender completamente acerca do próprio destino, e um se dá conta , isto não é correto, se o faço me prejudicarei, então você não quer fazer nada que o prejudique.
Trocar o destino de você mesmo é possível sabendo exatamente o que é, e se iluminando do que é.
Através da Iluminação um não aceita seu próprio destino e em troca cria um novo destino.
O destino pode ser trocado por qualquer um, facilmente.
Embora sem a Iluminação e sem poder reconhecer o que é, cambiar o próprio destino é impossível.
As pessoas com um bom destino coletam uma boa vida e através desta vida criam um bom destino em seu interior com o que podem viver felizmente, infinitas vidas no futuro, mas temos que entender que as pessoas com mau destino, acumulado através dos erros de sua vida, podem destruir sua natureza básica e fundação.
Todo o mundo está determinado de acordo ao princípio do vínculo. O vínculo está dentro de ti, e aparece quando se encontra com o mundo. Um bom ou mau vínculo se mantém em estado latente na consciência e dependendo das atividades da consciência, te equivocas, ou te iluminas, ou fracassas ou consegues o sucesso.
Qual é o propósito de nossa vida?
O propósito da nossa vida é que a vida é a origem que nos permite existir. Porque o que fazemos nesta vida nos permitirá existir no futuro.
Através de nossa atual vida influiremos na base do destino desta vida e das vidas futuras.
Então, como se forma esta base?
Forma-se com nosso juizo, conduta e esfôrço.
O que há dentro de nós se converte na origem de nossa consciência e esta origem cria uma influência constante em nós.
Destino é a prova de que o que lhe tem passado a si mesmo se vai acumulando e se converte no Karma e este Karma te controla.
Quando uma substância se junta com outra substância, uma nova natureza aparece. Quando incorporas algo dentro de você através de certo vínculo, isto que entrou em você atua, se deixa ver através dos teus atos.
E esta nova natureza em teu interior provocará todo tipo de fenômenos.
Porque algumas pessoas fracassam em tanto outras tem êxito, incluso quando fazem o mesmo?
Porque o destino que foram formando é diferente o um do outro.
Porque é diferente?
Porque o que tem dentro proveniente do seu passado é diferente em cada indivíduo. Porque as coisas que existem em seu interior são diferentes, seus pensamentos, seu juízo, sua conduta são diferentes.
Quando alguém faz algo, se tem muito Karma acumulado, então seu juízo não é correto, não lhe da importância sobre que eleição tomar.
Por isso sempre fracassam.
Porém gente com um pequeno Karma faz as coisas bem porque pensam detidamente acerca do que é.
Durante nossas vidas quando fazemos algo e não nos sai bem, perguntamos o porque devería chamar-nos imediatamente a atenção.
Embora a maior parte das pessoas no entenda este fenômeno bem e não o considera importante.
De fato os pensamentos dos seres humanos não são muito diferentes entre si.
E devido a que aprendemos coisas similares através da educação, nossos pensamentos são similares.
Se nos comparamos (os coreanos) com Europa ou Japão não encontraremos demasiadas diferenças como se são mais bonitos, ou falam melhor ou se comportam mais educadamente.
Não obstante, porque não há existido um modelo de ensino correto em nossa sociedade (Coréia), a maneira de pensar dos seus habitantes há desenvolvido uma sociedade sinistra.
Em especial o modelo do Confucionismo há influído de maneira especial em nossa sociedade.
Neste modelo não têm problemas, só respostas.
Sam-Kang e O-Ryun dizem, os súditos devem ser leais ao Rey, os filhos devem obedecer a seus pais, Deveria haver confiança entre amigos.
Estas palavras soam muito bem, não obstante não contém elementos importantes, não há questões, problemas nelas.
Não há nenhum caminho, nenhum método de como aqueles que possuem tais qualidades as têm conseguido.
São só respostas.
Como resultado, as soluções mais essênciais dadas pelo confucionismo têm provocado que pessoas façam coisas sem nenhuma utilidade. Se examinares este ponto na história, te darás conta de muitas equivocações.
Aqueles ensinos que tem só respostas, não são mais que de dar ordens.
As pessoas que recebem este tipo de educação pensam que tudo irá bem recebindo ordens.
Só de seguir as ordens, vai e consegue o resultado, porém quando um homem inteligente o escuta se preocupa e pensa Me pedem que consiga um resultado, mas não me dão o caminho, como então posso conseguir o resultado?
Finalmente se lhe faz saber que é impossível conseguir o resultado que querem; então a pessoa que deu a ordem diz, Você é um mau homem que desobedece e desafia uma ordem.
Desta maneira o diminuiam ou inclusive lhe tiravam a vida.
Através da história podemos verificar estes fenômenos repetidamente. Se pessoas com mente fraca escutam este tipo de educação, sentirão medo, temerão por sua vida e serão incapazes de desobedecer qualquer ordem.
Quando observamos que este tipo de educação há sido a causa da matança de tantas pessoas corretas e a causa de que a sociedade se voltou tenebrosa, não podemos evitar o que se nos fique um mau estar no corpo.
A influência desta educação e pensamento ainda existe na atualidade.
Quando pomos em marcha um novo movimento necessário para a sociedade, o primeiro é estabelecer o propósito.
Significa que temos de mostrar os problemas.
Segundo temos que mostrar as soluções para conseguir o propósito estabelecido.
Terceiro, uma lei básica deve se apresentar, deveria ter uma guia, contendo o porquê deste movimento e como os resultados serão obtidos.
Quarto deveria escolher às pessoas que dirigirão corretamente o movimento. Imagina que começamos um movimento na sociedade sem ter em conta estes pontos, seria um esfôrço inútil.
Temos tido em Coréia do Sul o Movimento da nova comunidade por bastante tempo, porém não posso conseguir estas quatro condições corretamente. Porque o propósito não era claro, não se lhes mostraram os problemas às pessoas, com o que não se necessitaram soluções ao não haver problemas, e ao não haver uma guia para conseguir soluções, todo o importante ficou fora.
É assim que inclusive gastando e investindo enormes quantidades de dinheiro, só tem conseguido coisas sem valor.
Que as estradas se hajam pavimentado e os caminhos rurais alargado, não são suficientes.
Foi possível porque se obteve das pessoas o dinheiro para o cimento, e suas terras para as estradas.
Estas coisas não as conseguiu o movimento, senão o dinheiro e o esfôrço das pessoas.
O governo gastou mais dinheiro e pessoas em manter seu partido que em fazer estradas e ao final este movimento não há sido de nenhuma ajuda para promover trabalho como solução dos problemas sociais e espirituais das pessoas.
Este tipo de coisas forma uma sociedade errônea.
As idéias do confucionismo.
Ensinos que têm respostas, mas não problemas criam ao final este tipo de realidade.
Imagina a situação na que não há Iluminação e não temos nenhum interêsse no que é, então não pensaríamos em que os problemas são importantes.
Se nos damos conta desta situação, nos daremos conta de que a causa é nosso Karma.
Temos que lembrar que este tipo de realidade acontece pela influência do Karma.
Que movimenta teu pensamento?
Teu pensamento existe na situação de que o que há dentro de você atua continuamente e exerce uma influência.
Este pensamento pode te fazer uma pessoa que pense que o que é é importante ou pode te fazer uma pessoa que pensa que o que é não é importante.
Precisamente este fato forma o destino.
A causa da bondade, da maldade, fortuna e desgraça radica no que é.
Não seria difícil para nós escapar desta realidade tão perigosa e criar uma sociedade com um futuro esperançado.
Poderia ser possível se resolvêramos corretamente os problemas que temos inclusive de um em um.
Desde o momento em que os resolvemos, o destino da sociedade cambia e nosso destino cambia.
Mas devido a que a maioria das pessoas ignora o que é e não pensa que os problemas que temos são importantes é muito difícil fazer algo que forme um bom destino do país.
Que uso prático tem a sabedoria neste país?
É norma comum que as pessoas oferecem seu dinheiro às pessoas no poder, porém lhe dão as costas a um ser iluminado.
Não podemos obter uma resposta sem um problema.
Por isso não é necessário escutar o que as pessoas dizem se não há questões no que falam.
O ensino de que tipo de influência tem certa atitude em nós, é o melhor ensino.
No mundo os humanos podem formar certas questões.
Boas questões formam boas respostas, porém na sociedade de hoje em dia não tem pessoas que desejem formular boas questões.
Ao final, como conseqüência de obter soluções sem questões, as pessoas se verão forçadas a sofrer no futuro e quero remarcar que esta é a causa que forma coisas miseráveis que fazem que as pessoas vivam suas vidas na obscuridade.
Nossa sociedade (Coréia do Sul) se tem convertido na nação dos máster diplomas onde a competição por entrar nas Universidades é a mais extrema.
O ter um doutorado ou uma carreira, com as melhores pontuações, é o caminho curto para o êxito, o caminho para fazer-te rico.
Assim as pessoas tratam de estudar o mais que podem para obter boas notas. Embora estudem, a importância dos problemas não se lhes ensina com o que ao fim as pessoas que não podem ver ou saber acerca dos problemas vivem como cegos.
Se olhares ao que é a resposta está aí mesmo.
Mas as pessoas não querem saber acerca disto.
As pessoas sempre enxergam as coisas através de seu pensamento e tratam de obter resultados.
As pessoas não tratam de obter resultados depois de encontrar o problema, em vez de mirar para o céu a procura dum milagre, ou pensar que alguém verá e o solucionará.
Nossa sociedade se há convertido numa sociedade obscura.
Os meios de comunicação anunciam que os juros estão subindo e que há previsões de que a economia se recuperará em breve.
É um placebo para bobos.
Um ponto importante é que os problemas não são visíveis.
A não existência de problemas, faz tudo mais ambíguo.
Dizem os governantes que tem criado mais postos de trabalho, porém se as pessoas não trabalham forte, não pode haver esperança para a nação.
As pessoas são à base da nação.
Quando as pessoas trabalham forte, com um modelo de pensamento igual, a nação se desenvolve corretamente.
Como se pode resolver um problema social?
Se temos o número 5 e a resposta é 77, então 5 + X= 77.
Para conseguir a resposta deveria somar 72.
Quando fazemos algo deveríamos investigar e buscar através de que questões obterão o propósito procurado.
Se damos uma resposta porém ignoramos o problema, como podemos resolver-lo?
Teríamos que ter muito em conta enquanto vivemos este ponto: como desenvolvemos as tarefas que nos tem sido designadas?
Não só o destino individual senão também o da sociedade e o da nação, todos se formam de acordo aos vínculos entre o que é.
A base da sociedade são as pessoas e também a base da nação são as pessoas dissa sociedade.
Não deveríamos esquecer que quando fazemos algo errado, não só nos danamos a nós mesmos senão que também causamos um dano maior à sociedade, à nação e ao mundo.
Vos falo que o destino e a consciência se formam com o que é.
E uma vez que algo começa a existir dentro de você, mantém a atividade. Uma sociedade equivocada vai criando muitas pessoas com o pensamento errado, e estas pessoas continuam atuando com o pensamento errado.
Qual é a causa?
A causa é que o que há dentro das pessoas e está decidido de antemão.
Porém inclusive se numa vida passada escolheste coisas erradas, e têm um mau destino,se podes entender realmente e te iluminar acerca deste destino nesta vida, podes criar um bom destino que continuará em intermináveis vidas futuras.
Guia de la Vida.com


Qué es el destino?


Durante la vida, la gente se interesa por muchas cosas y entre ellas una de las más importantes es el destino.
Hay un proverbio que dice:
“Una vez que el destino ha sido determinado no puede ser cambiado”.
Al respecto no se ha explicado correctamente como se forma un destino o que efectos tiene el destino en las personas.
De hecho, no se entiende correctamente lo que es el destino.
Que es el destino? Como se forma? Como podemos cambiar nuestro destino?
Cuando miramos y aprendemos acerca de las cosas del mundo, aquello que nos infunde más respeto es el Karma. Cuanto más entendemos el Karma, del poder que una causa conlleva, más miedo nos infunde.
La razón es que este Karma es el origen que permite que exista el destino de la humanidad.
Aceptando sin darte cuenta, miles de cosas que te han pasado, que has hecho, formas el Karma.
Este Karma crea el destino, el cual te controla.
Por mucho que tratemos que alguien con un gran Karma haga algo bueno, es imposible. La consciencia del ser humano está influenciada por el Karma que hay dentro de si mismo.
La naturaleza del agua cambia según quien la bebe. Si la bebe una serpiente se convertirá en veneno y si la bebe un ciervo, se convertirá en antídoto*
(en Asia los cuernos del ciervo se utilizan para elaborar antídoto para venenos).
Si le damos el agua a la serpiente y le pedimos que forme un antídoto, le será imposible.
Todas las sustancias y formas de vida que existen en el mundo portan su propio karma.
Por ejemplo una pieza de metal o una planta tienen su propio karma. Y debido a su karma pueden mantener su identidad.
Karma quiere decir que lo que te ha pasado se acumula en ti.
Aparece desde adentro, cuando se activa, incluso sin tu quererlo.
En relación al karma aquello de lo que hemos de estar más atentos es el apego. Cualquier cosa que haces crea karma dentro de ti. Por eso si tienes mucho apego a las cosas materiales o a la gente, se formará un gran karma en ti.
En segundo lugar viene la envidia. La envidia forma el Karma más grande.
Si alguien tiene un gran apego o envidia entonces no se puede reencarnar.
En algunos casos más serios pueden incluso caer en la situación en la que no puedan nacer como seres humanos.
El Karma se forma a través de tu conducta. Si formas karma a través del apego o envidia es como si te atases con tus propias manos.
No puedes moverte por ti mismo y quedas anclado en esta situación.
El mundo existe de acuerdo a una simple fórmula.
Quiere decir que todos los fenómenos del mundo existen de acuerdo a esta fórmula.
Este principio se basa en que las cosas que pasan, son el resultado de las cosas que había.
El mundo ha existido millones de años de acuerdo con este principio y existirá en el futuro también de acuerdo a este principio.
Este principio también existe en las actividades de lo que es.
Examinemos pues como se forma un alma humana y que actividades realiza cuando renace comparándolo con el proceso en que las plantas producen semillas.
El proceso de producir semillas es el mismo en las plantas y los seres humanos. En otras palabras ambos se rigen por el principio de la misma manera.
Para la planta la tierra es su fundación y la semilla la naturaleza básica. Esta naturaleza básica o semilla tiene que ser plantada en su fundación o tierra para producir un fruto.
Nadie puede negar este hecho.
La semilla lleva a cabo las actividades propias de su vida y recibe diferentes influencias dependiendo de si ha sido plantada en una tierra de buena o mala calidad. Influenciada por las condiciones ambientales la semilla puede perecer o mejorar.
Es un hecho universal que cualquier forma de vida puede obtener un buen fruto o echarse a perder de acuerdo a su fundación y las influencias de lo que le rodea.
El alma humana es exactamente igual.
Los seres humanos no producen frutos, producen la consciencia, el alma que está en su interior.
Y cuando esta consciencia muere, renace y aparece como una vida de nuevo. En la esencia de esta alma o consciencia permanecen las cosas que había en la otra vida, y cuando renace lo que había en ella, su naturaleza continúa sus acciones.
Un alma se hace renacer a sí misma debido a un vínculo especial que existe en su fundación y repite las mismas acciones que le hicieron existir en el pasado.
Por lo tanto la esencia del destino es la actividad que existe en la naturaleza básica cuando ha revivido.
Esta actividad se forma con lo que te pasó y se convierte en el origen que influirá en todas las actividades de tu consciencia que te harán aceptar, juzgar o pensar algo.
Cuando una persona comete un error, porqué repite ese error continuamente? Aquello que ha sido grabado en su consciencia intentará actuar de nuevo.
Por eso si comete un error una vez, la fuerza de ese error le inducirá a equivocarse de nuevo.
De esta manera la influencia de lo que hay en ti produce un resultado que moldeará tu naturaleza básica y la hará fuerte o débil.
Por eso el destino de tu naturaleza básica está determinado, decidido, por las cosas que existen en ti.
Debido a este hecho deberíamos explicar a la gente que siempre comete errores acerca de este principio y que se dieran cuenta de este fenómeno.
Si se dan cuenta una vez, pueden guiarse por la dirección correcta, ver lo que es, y tratar de cambiar su destino empezando por no aceptar y poner en práctica algo erróneo.
Si cambiamos las cosas de esta manera, el destino cambiará para mejor.
El destino controla la vida de cada individuo, y más aún puede controlar un grupo, y más aún puede controlar una nación.
Si alguien con un mal destino gobierna una nación, entonces arruinará la nación, y si este tipo de personas se vuelven influyentes en la sociedad, esta experimentará cada vez más dificultades.
Alguien con un mal destino siempre se hace la vida difícil.
Entonces cuando alguien nace con un mal destino, tienen que vivir sufriendo? No necesariamente.
Con los números en matemáticas puedes crear infinitos problemas.
De la misma manera puedes crear innumerables cuestiones con lo que hay en el mundo.
En matemáticas 5 y 5 son 10 y 5 más 12 son 17.
Porque los problemas son diferentes sabemos que las respuestas serán diferentes.
Una vez entendemos esto la gente puede cambiar sus problemas creando problemas que darán distintas respuestas.
Como podemos cambiar el destino?
Primero hemos de saber elaborar problemas, de la misma manera que debes saber como elaborar problemas en matemáticas.
Primero debes saber los números y luego entender la fórmula.
En matemáticas el problema es el origen de la respuesta.
En el mundo, todos los fenómenos existen de acuerdo con los problemas de cada cosa que existe.
En los fenómenos del mundo podemos ver cosas buenas y cosas malas, todas ellas suceden en relación a un problema.
Llegado al punto de cambiar el destino de una consciencia, si uno se da cuenta de lo que hay en su propia consciencia, es posible.
De esta manera, no importa por muy malo que sea un destino, si alguien entiende correctamente lo que es, no hará cosas dependiendo en su pensamiento, sino de lo que es.
Si es así puede liberarse de su mal destino.
Si se llega a entender completamente acerca del propio destino, y uno se da cuenta de esto no es correcto, si lo hago me perjudicaré, entonces uno no quiere hacer nada que le perjudique.
Cambiar el destino de uno mismo es posible sabiendo exactamente lo que es, y iluminándose de lo que es.
A través de la Iluminación uno no acepta su propio destino y en cambio crea un nuevo destino.
El destino puede ser cambiado por cualquiera, fácilmente.
No obstante sin la Iluminación y sin poder reconocer lo que es, cambiar el propio destino es imposible.
La gente con un buen destino cosecha una buena vida y a través de esta vida crean un buen destino en su interior con lo que pueden vivir felizmente, infinitas vidas en el futuro, pero hemos de entender que la gente con mal destino, acumulado a través de los errores de su vida, pueden destruir su naturaleza básica y fundación.
Todo el mundo está determinado de acuerdo al principio del vínculo. El vínculo está dentro de ti, y aparece cuando se encuentra con el mundo. Un buen o mal vínculo se mantiene en estado latente en la consciencia y dependiendo de las actividades de la consciencia, te equivocas, o te iluminas, o fracasas o consigues el éxito.
Cual es el propósito de nuestra vida?
El propósito de nuestra vida es que la vida es el origen que nos permite existir. Porque lo que hacemos en esta vida nos permitirá existir en el futuro.
A través de nuestra actual vida influiremos en la base del destino de esta vida y de las vidas futuras.
Entonces, como se forma esta base?
Se forma con nuestro juicio, conducta y esfuerzo.
Lo que hay dentro de nosotros se convierte en el origen de nuestra consciencia y este origen crea una influencia constante en nosotros.
Destino es la prueba de que lo que le ha pasado a uno mismo se va acumulando y se convierte en el Karma y este Karma te controla.
Cuando una sustancia se junta con otra sustancia, una nueva naturaleza aparece. Cuando añades algo dentro de ti a través de cierto vínculo, esto que ha entrado en ti actúa, se deja ver a través de tus actos.
Y esta nueva naturaleza en tu interior provocará todo tipo de fenómenos.
Por qué algunas personas fracasan mientras otras tienen éxito, incluso cuando hacen lo mismo?
Porque el destino que han ido formando es diferente el uno del otro.
Por qué es diferente?
Por que lo que tienen dentro proveniente de su pasado es diferente en cada individuo. Porque las cosas que existen en su interior son diferentes, sus pensamientos, su juicio, su conducta son diferentes.
Cuando alguien hace algo, si tiene mucho Karma acumulado, entonces su juicio no es correcto, no le da importancia sobre que elección tomar.
Por eso siempre fracasan.
Pero gente con un pequeño Karma hace las cosas bien porque piensan detenidamente acerca de lo que es.
Durante nuestras vidas cuando hacemos algo y no nos sale bien, preguntarnos el porqué debería llamarnos inmediatamente la atención.
Sin embargo la mayoría de la gente no entiende este fenómeno bien y no lo considera importante.
De hecho los pensamientos de los seres humanos no son muy diferentes entre si.
Y debido a que aprendemos cosas similares a través de la educación, nuestros pensamientos son similares.
Si nos comparamos (los coreanos) con Europa o Japón no encontraremos demasiadas diferencias como si son más guapos, o hablan mejor o se comportan más educadamente.
No obstante, porque no ha existido un modelo de enseñanza correcto en nuestra sociedad (Corea), la manera de pensar de sus habitantes ha desarrollado una sociedad siniestra.
En especial el modelo del Confucionismo ha influido de manera especial en nuestra sociedad.
En este modelo no hay problemas, solo respuestas.
Sam-Kang y O-Ryun dicen, los súbditos deben ser leales al rey, los hijos deben obedecer a sus padres, Debería haber confianza entre amigos.
Estas palabras suenan muy bien, no obstante no contienen elementos importantes., no hay cuestiones, problemas en ellas.
No hay ningún camino, ningún método de cómo aquellos que tienen tales cualidades las han conseguido.
Son solo respuestas.
Como resultado, las soluciones más esenciales dadas por el confucionismo han provocado que la gente haga cosas sin ninguna utilidad. Si examinas este punto en la historia, te darás cuenta de muchas equivocaciones.
Aquellas enseñanzas que tienen solo respuestas, no son más que de dar órdenes.
La gente que recibe este tipo de educación piensa que todo irá bien recibiendo órdenes.
Solo han de seguir las órdenes, ve y consigue el resultado, pero cuando un hombre inteligente lo escucha se preocupa y piensa Me piden que consiga un resultado, pero no me dan el camino, como entonces puedo conseguir el resultado?
Finalmente si les hace saber que es imposible conseguir el resultado que quieren la persona que dio la orden le dice, Eres un mal hombre que desobedece y desafía una orden.
De esta manera le menospreciaban o incluso le quitaban la vida.
A través de la historia podemos verificar estos fenómenos repetidamente. Si gente con mente débil escucha este tipo de educación, sentirá miedo, temerá por su vida y será incapaz de desobedecer cualquier orden.
Cuando observamos que este tipo de educación ha sido la causa de la matanza de tanta gente válida y la causa de que la sociedad se haya vuelto tenebrosa, no podemos evitar el que se nos quede un malestar en el cuerpo.
La influencia de esta educación y pensamiento todavía existe en la actualidad.
Cuando ponemos en marcha un nuevo movimiento necesario para la sociedad, lo primero es establecer el propósito.
Significa que hemos de mostrar los problemas.
Segundo tenemos que mostrar las soluciones para conseguir el propósito establecido.
Tercero, una ley básica debe presentarse, deberíamos tener una guía, conteniendo el porqué de este movimiento y como los resultados serán obtenidos.
Cuarto, deberíamos elegir a la gente que dirigirá correctamente el movimiento. Imagina que empezamos un movimiento en la sociedad sin tener en cuenta estos puntos, sería un esfuerzo inútil.
Hemos tenido en Corea del Sur el Movimiento de la nueva comunidad por bastante tiempo, pero no pudo conseguir estas 4 condiciones correctamente. Porque el propósito no era claro, no se les mostraron los problemas a la gente con lo que no se necesitaron soluciones al no haber problemas, y al no haber una guía para conseguir soluciones, todo lo importante se quedó fuera.
Es así que incluso gastando e invirtiendo enormes cantidades de dinero, solo ha conseguido cosas sin valor.
Que las carreteras se hayan pavimentado y los caminos rurales ensanchado, no es suficiente.
Fue posible porque se obtuvo de la gente el dinero para el cemento, y sus tierras para las carreteras.
Estas cosas no las consiguió el movimiento, sino el dinero y el esfuerzo de la gente.
El gobierno gastó más dinero y gente en mantener su partido que en hacer carreteras y al final este movimiento no ha sido de ninguna ayuda para promover trabajo como solución de los problemas sociales y espirituales de la gente.
Este tipo de cosas forman una sociedad errónea.
Las ideas del confucionismo.
Enseñazas que tienen respuestas pero no problemas crean este tipo de realidad al final.
Imagina la situación en la que no hay Iluminación y no tenemos ningún interés en lo que es, entonces no pensaríamos en que los problemas son importantes.
Si nos damos cuenta de esta situación, nos daremos cuenta de que la causa es nuestro Karma.
Tenemos que recordar que este tipo de realidad ocurre por la influencia del Karma.
Qué mueve tu pensamiento?
Tu pensamiento existe en la situación de que lo que hay dentro de ti actúa continuamente y ejerce una influencia.
Este pensamiento puede hacerte una persona que piense que lo que es es importante o puede hacerte una persona que piensa que lo que es no es importante.
Precisamente este hecho forma el destino.
La causa de la bondad, de la maldad, fortuna y desgracia radica en lo que es.
No seria difícil para nosotros escapar de esta realidad tan peligrosa y crear una sociedad con un esperanzador futuro.
Podría ser posible si resolviéramos correctamente los problemas que tenemos incluso de uno en uno.
Desde el momento en que los resolvemos, el destino de la sociedad cambia y nuestro destino cambia.
Pero debido a que la mayoría de la gente ignora lo que es y no piensa que los problemas que tenemos son importantes es muy difícil hacer algo que forme un buen destino del país.
Qué uso práctico tiene la sabiduría en este país?
Es norma común que la gente ofrezca su dinero a la gente en el poder, pero le dan la espalda a un ser iluminado.
No podemos obtener una respuesta sin un problema.
Por eso no es necesario escuchar lo que la gente dice si no hay cuestiones en lo que hablan.
La enseñanza de que tipo de influencia tiene cierta cosa en nosotros, es la mejor enseñanza.
En el mundo los humanos pueden formar ciertas cuestiones.
Buenas cuestiones forman buenas respuestas, pero en la sociedad de hoy en día no hay gente que quiera formar buenas cuestiones.
Al final, como consecuencia de obtener soluciones sin cuestiones, la gente se verá forzada a sufrir en el futuro y quiero remarcar que esta es la causa que forma cosas miserables que hacen que la gente viva sus vidas en la oscuridad.
Nuestra sociedad (Corea del Sur) se ha convertido en la nación de los master diplomas donde la competición por entrar en las Universidades es la más extrema.
El tener un doctorado o una carrera, con las mejores puntuaciones, es el camino corto para el éxito, el camino para hacerte rico.
Así la gente trata de estudiar lo más que pueden para obtener buenas notas. Aunque estudian, la importancia de los problemas no se les enseña con lo que al final gente que no puede ver o saber acerca de los problemas vive como un ciego.
Si miras a lo que es la respuesta está allí mismo.
Pero la gente no quiere saber acerca de esto.
La gente siempre ve las cosas a través de su pensamiento y trata de obtener resultados.
La gente no trata de obtener resultados después de encontrar el problema, en vez de mirar hacia el cielo en busca de un milagro, o pensar que alguien vendrá y lo solucionará.
Nuestra sociedad se ha convertido en una sociedad oscura.
Los medios de comunicación anuncian que los intereses están subiendo y que hay previsiones de que la economía se recuperará pronto.
Es un placebo para tontos.
Un punto importante es que los problemas no son visibles.
La no existencia de problemas lo hace todo más ambiguo.
Dicen los gobernantes que han creado más puestos de trabajo, pero si la gente no trabaja duro, no puede haber esperanza para la nación.
La gente es la base de la nación.
Cuando la gente trabaja duro, con un modelo de pensamiento igual, la nación se desarrolla correctamente.
Cómo se puede resolver un problema social?
Si tenemos el número 5 y la respuesta es 77, entonces 5 + X= 77.
Para conseguir la respuesta deberíamos añadir 72.
Cuando hacemos algo deberíamos investigar y buscar a través de qué cuestiones obtendremos el propósito buscado.
Si damos una respuesta pero ignoramos el problema, cómo podemos resolverlo?
Tendríamos que tener muy en cuenta mientras vivamos este punto: como desarrollamos las tareas que nos han sido asignadas?
No solo el destino individual sino también el de la sociedad y el de la nación, todos se forman de acuerdo a los vínculos entre lo que es.
La base de la sociedad es la gente y también la base de la nación es la gente de esa sociedad.
No deberíamos olvidar que cuando hacemos algo equivocado, no solo nos dañamos a nosotros mismos sino que también causamos un daño mayor a la sociedad, a la nación y al mundo.
Os digo que el destino y la consciencia se forman con lo que es.
Y una vez algo comienza a existir dentro de ti, mantiene la actividad. Una sociedad equivocada, va creando mucha gente con el pensamiento equivocado, y esta gente continúa actuando con el pensamiento equivocado.
Cuál es la causa?
La causa es que lo que hay dentro de la gente está decidido de antemano.
Pero incluso si en una vida pasada elegiste cosas equivocadas, y tienes un mal destino, si puedes entender realmente e iluminarte acerca de este destino en esta vida, puedes crear un buen destino que continuará en interminables vidas futuras.
Guia de la Vida.com

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

DESTINOLOGIA


“Nas mãos do Destino”

Um grande guerreiro japonês chamado Nobunaga decidiu atacar o inimigo embora ele
tivesse apenas um décimo do número de homens que seu oponente.
Ele sabia que poderia ganhar mesmo assim, mas seus soldados tinham dúvidas.
No caminho para a batalha ele parou em um templo Shintó e disse aos seus homens:
“Após eu visitar o relicário eu jogarei uma moeda”.
Se a Cara sair, iremos vencer; se sair a Coroa, iremos com certeza perder.
“O Destino nos tem em suas mãos.”
Nobunaga entrou no templo e ofereceu uma prece silenciosa.
Então saiu e jogou a moeda.
A Cara apareceu.
Seus soldados ficaram tão entusiasmados a lutar que eles ganharam a batalha facilmente.
Após a batalha, seu segundo em comando disse-lhe orgulhoso:
“Ninguém pode mudar a mão do Destino!”
“Realmente não…” disse Nobunaga mostrando-lhe reservadamente sua moeda, que tinha sido duplicada, possuindo a Cara impressa nos dois lados.
(Conto Zen)
Carpe Diem


En las manos del Destino (versión en español)

Un gran guerrero japonés llamado Nobunaga decidió atacar al enemigo a pesar
de tener apenas un décimo del número de hombres que su oponente.
El sabía que podría ganar aún así, pero sus soldados tenían dudas.
En el camino rumbo a la batalla el paró en un templo Shintó y dijo a sus hombres:
Después de visitar al relicario yo arrojaré una moneda al aire.
Si sale Cara, venceremos; si sale Cruz, con certeza perderemos.
“El Destino nos tiene en sus manos.”
Nobunaga entró al templo y ofreció una silenciosa plegaria.
Entonces salió y arrojó la moneda.
La Cara apareció.
Sus soldados quedaron tan entusiasmados por luchar que ellos ganaron la batalla fácilmente.
Después de la batalla, su segundo en el comando le dijo orgulloso:
“¡Nadie puede mudar la mano del Destino!”
“Realmente no…” respondió Nobunaga mostrándole reservadamente su moneda, que había sido duplicada, poseyendo la Cara impresa en los dos lados.
(Cuento Zen)
Carpe Diem

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

DESTINOLOGIA


Qual é tua missão na vida?
O “Destino” como “Missão existencial”

Autor: Lic. Juan Carlos Basconcello

“O destino ri das probabilidades”.
George Lytton


“Acreditamos que governamos nossos atos, mas algo em nosso interior nos leva inexoravelmente até nosso destino”
Autor Anônimo.


Para a Destinología, todo sujeito cumpre uma missão na vida.
Melhor dito, o próprio destino não constitui senão uma “missão existencial” a cumprir na vida. Toda criança vem cumprir as expectativas paternas não realizadas, a resolver as frustrações, medos, desejos, temores, ambiciões, problemas não resolvidos, entre outros, dos mesmos.
Essa “missão” adjudicada pela geração adulta a uma criança é enunciada através de frases breves do tipo:
“Será um…”, “Logrará chegar à universidade”, “Será um bom desportista”, etc.
Em têrmos destinológicos, se diria que a criança vem concretizar as profecias e desejos paternos.
A criança vem levar a cabo os desejos insatisfeitos dos pais.
Em outros têrmos, as crianças são tomadas como “depositárias” dos desejos e anseios dos pais (ou da família).
Também são “depositárias” dos modelos de comportamentos efetivamente realizados pelos pais.
Desta maneira, as privações, frustrações, logros não realizados, os ideais de vida de cada pai, as proezas, etc., são apresentados como problemáticas que o filho deve resolver.
O futuro da criança tem de ser ideal e perfeito, ainda os determinismos da natureza e as vicissitudes da vida, tanto como do “destino iniludível” ão de empalidecer ante sua presença.
Ao brindar-lhe um clima de vida ideal, a criança assume um ideal narcisista e pleno.
Esta plenitude provém da projeção dos desejos paternos sobre o destino da criança. Nesta projeção e na assunção da criança dos desejos e expectativas paternas posicionamos o fundamento do que denominamos programa mental.
Em outros termos, o que os pais projetam sobre a criança, não constitui simplesmente um ideal, ou inclusive a simples projeção de seu narcisismo ou amor próprio, senão ainda mais: constitui nada menos que a “adjudicação dum destino melhor”, que supere as angústias e penúrias paternas.
Assim, os desejos dos pais são “delegados através de sua prolongação inter-geracional: os filhos”.
Desta maneira, os desejos paternos e suas predições através de ditos, alusões e reflexões sobre o destino da criança são projetados como verdadeiros “projetos de vida” ou “roteiro existencial” ideal para a criança. As vicissitudes de sua história irão matizando esta posição egocêntrica e narcisista em que se posiciona a criança.
O destino individual se erige assim no cumprimento necessário e “inconsciente” da missão encomendada por progenitores: “Ser o melhor estudante”, “O melhor espôso”, comerciante, desportista, ou pesquisador.
Dela, “Será a “melhor dançarina, atriz ou estrela de televisão.
Completar a história incompleta dos pais constitui assim, uma das principais missões psicológicas de cada sujeito.
Compreender o destino dum sujeito requer da compreensão de sua missão na vida. Podemos afirmar que os enunciados precedentes constituem a face positiva deste processo de “imposição inter-geracional” dos desejos inconclusos dos pais.
A outra face, a negativa, resulta interessante desde o ponto de vista da missão curativa da Destinología.
E consiste em que, junto com os anseios positivos se depositam na criança as expectativas e desejos negativos dos programadores de nossa mente, os estilos de vidas que a criança observa e escuta de seus pais, como os exemplos de fracassos, temores, angústias, tipos de conflitos, problemas de casal, maltrato emocional, as adições em suas diversas formas, condutas perversas ou inclusive estilos incongruentes e contraditórios de comportamentos que sua concreção aparece como psicótica ou anormal.
O sentido de sua vida, de sua história, de seu “caráter”, “personalidade” ou “subjetividade”, etc., adquire sentido segundo os desejos e expectativas paternas. Assim, o destino dum sujeito não consiste senão na materialização particular dos desejos e ideais paternos embora o encontro com o novo - segundo o “princípio de criatividade”- determine sempre as variações no destino dum sujeito.
Os desejos paternos do tipo “Será um homem bem sucedido”, “É um fracasso”, “É um idiota”, etc., significam nos ouvidos da criança ou desde o espetáculo de sua mirada, o central de seu destino segundo os personagens mais importantes de sua vida.
Por tanto e sem pretender que a idéia seja algo novo nas ciências humanas, as frases, idéias, pensamentos, reflexões ou exemplos que delimitam nosso ser, nossa origem e nosso destino, constituem as projeções conscientes ou inconscientes de nossos pais ou seus substitutos.
Melhor dito, os relatos vinculados ao nascimento duma criança constituem os mitos da origem que dão o nascimento do destino dum sujeito.
Embora, a vida que vivemos não constitui totalmente uma vida já vivida por outros, como nossos pais etc., senão que o sujeito impõe sua própria marca às determinações de seu destino: um oposicionismo marcado a respeito dum pai dominante, bom trato a uma mulher como oposição a um pai que golpeia, amor à prática como oposição à teorização paterna, etc.
Ademais, poderíamos enunciar que na essência da subjetividade encontramos esta atitude de “afirmação do ego” e a busca de diferença e oposicionismo a respeito dos personagens centrais de nossa história.
Até se poderia afirmar o caráter desafiante de todo desejo, pronto temos assim à filha e seu desafio às diretivas maternas, o desafio à norma paterna a respeito duma criança adolescente, até a transgressão de toda norma como inerente a certos desejos subjetivos. Sem embargo, todos seguem “os passos de nossos antecessores” e isso não evita que “sejamos nós” através das características pessoais.
Trata-se de que através do inconsciente estamos ligados aos nossos pais, e eles aos deles, etc.
Se algo faliu em nossos avós, a energia fica bloqueada e não flui, com o que nós a vivemos também embora não sejamos conscientes.
Por exemplo, se há algum membro da família que está esquecido ou afastado porque os demais negam sua existência, todo o sistema familiar sofre uma pressão enorme a nível inconsciente.
As mortes inexplicáveis, as normas da família transgredidas, a homossexualidade rejeitada, os medos profundos, os abusos sexuais sofridos, etc. de nossos progenitores se trasladam é se transmitem aos descendentes até que de alguma forma não se resolvam aceitando sua existência.
A base está em que a família é uma unidade em si mesma.
Se o sistema familiar tem alguma parte desequilibrada, todas as partes ficam afetadas.
É a forte sensação de pertencer a um grupo ao que não podes falhar; fazes o que seja para sobreviver e seguir pertencendo ao grupo.
Em outras palavras, a consciência e a psique se transmitem de geração em geração. Existe uma consciência de clã. A liberação da pessoa passa pelo reconhecimento de seus laços ancestrais.
Porém o que é claro desde muito tempo é que todos viveram “re-presentando” a história de outros através da “própria história”. Neste sentido, nos ajuda a entender que incorporamos as histórias observadas e deduzidas, os modelos de vidas, as expectativas e predições paternas, ainda em forma “superada”.
Mas quando a “superação”, como por exemplo, o discípulo a respeito do mestre, do filho a respeito ao pai, ou a filha a respeito da mãe, assistimos a “Destinos problemáticos” que requerem a assistência do Destinólogo.
Para dar um exemplo histórico, podemos recordar a Cleópatra, que vivia como Afrodita, é dizer, seu destino constituiu a encarnação de Afrodita, como o fato de morrer mordida por uma serpente no seio.
Esta “re-presentação” duma deusa constituiu a essência de sua identidade, de sua subjetividade e de seu destino. Temos outros casos, como a filha em relação à mãe, seu ser e sua essência se encontra em seu modelo estrutural que é a mãe.
Na família, os vínculos fraternos costumam se erigir no campo da rivalidade estruturante entre os irmãos.
Assim, o irmão menor sonha com realizar o destino e os privilégios do irmão maior.
O mesmo acontece entre as irmãs maiores e menores.
Melhor dito, suster que os seres humanos costumam repetir o destino de nossos pais e irmãos, tios e tias, avós, não resulta tão inverossímil depois das afirmações precedentes desde o campo da Destinología.

¿Cuál es tu misión en la vida?
El “Destino” como “Misión existencial”


“El destino se ríe de las probabilidades”.
George Lytton


Creemos que gobernamos nuestros actos, pero algo en nuestro interior nos lleva inexorablemente hacia nuestro destino”
Autor Anónimo.


Para la Destinología, todo sujeto cumple una misión en la vida.
Mejor dicho, el propio destino no constituye sino una “misión existencial” a cumplir en la vida. Todo niño viene a cumplir las expectativas paternas no realizadas, a resolver las frustraciones, miedos, deseos, temores, ambiciones, problemas no resueltos, entre otros, de los mismos.
Esa “misión” adjudicada por la generación adulta a un niño, es enunciada a través de frases breves del tipo:
“Será un…”, “Logrará llegar a la universidad”, “Será un buen deportista”, etc.
En términos destinológicos, se diría que el niño viene a concretar las profecías y deseos paternos.
El niño viene a llevar a cabo los deseos insatisfechos de los padres.
En otros términos, los niños son tomados como “depositarios” de los deseos y anhelos de los padres.
También son “depositarios” de los modelos de comportamientos efectivamente realizados por los padres.
De esta manera, las privaciones, frustraciones, logros no realizados, los ideales de vidas de cada padre, las proezas, etcétera, son presentados como problemáticas que el hijo debe resolver.
El futuro del niño ha de ser ideal, perfecto y aun los determinismos de la naturaleza y los avatares de la vida, tanto como del “destino insoslayable” han de palidecer ante su presencia.
Al brindarle un clima de vida ideal, el niño asume un ideal narcisístico y pleno.
Esta plenitud proviene de la proyección de los deseos paternos sobre el destino del niño. En esta proyección y en la asunción del niño de los deseos y expectativas paternas ubicamos el fundamento de lo que denominamos programa mental.
En otros términos, lo que los padres proyectan sobre el niño, no constituye simplemente un ideal, o incluso la simple proyección de su narcisismo o amor propio, sino aún más: constituye nada menos que la “adjudicación de un destino mejor”, que supere las angustias y penurias paternas.
Así, los deseos los padres son “delegados a través de su prolongación inter-generacional: los hijos”.
De esta manera, los deseos paternos y sus predicciones a través de dichos, alusiones y reflexiones sobre el destino del niño son proyectadas como verdaderos “proyectos de vidas” o “guión existencial” ideal para el niño. Los avatares de su historia irán matizando esta posición egocéntrica y narcisística en que se ubica al niño.
El destino individual se erige así en el cumplimiento necesario e “inconsciente” de la misión encomendada por progenitores: “Ser el mejor hombre”, “El mejor esposo”, comerciante, deportistas, o investigador.
Desde ella, “Será la “mejor bailarina, actriz o estrella de televisión.
Completar la historia incompleta de los padres constituye así, una de las principales misiones psicológicas de cada sujeto.
Comprender el destino de un sujeto requiere de la comprensión de su misión en la vida. Podemos afirmar que los enunciados precedentes constituyen la faz positiva de este proceso de “imposición inter-generacional” de los deseos inconclusos de los padres.
La otra faz, la negativa, resulta interesante desde el punto de vista de la misión curativa de la Destinología.
Y consiste en que, junto con los anhelos positivos se depositan en el niño las expectativas y deseos negativos de los programadores de nuestra mente, los estilos de vidas que el niño observa y escucha de sus padres, como los ejemplos de fracasos, temores, angustias, tipos de conflictos, problemas de parejas, maltrato emocional, las adicciones en sus diversas formas, conductas perversas o incluso estilos incongruentes y contradictorios de comportamientos que su concreción aparece como psicótica o anormal.
El sentido de su vida, de su historia, de su “carácter”, “personalidad” o “subjetividad”, etc., adquiere sentido según los deseos y expectativas paternas. Así, el destino de un sujeto no consiste sino en la materialización particular de los deseos e ideales paternos aunque el encuentro con lo nuevo -según el “principio de creatividad”- determine siempre las variaciones en el destino de un sujeto.
Los deseos paternos del tipo “Será un hombre exitoso”, “Es un fracaso”, “Es un idiota”, etc., significan a oídos del niño o desde el espectáculo de su mirada, lo central de su destino según los personajes más importantes de su vida.
Por lo tanto y sin pretender que la idea sea algo nuevo en las ciencias humanas, las frases, ideas, pensamientos, reflexiones o ejemplos que delimitan nuestro ser, nuestro origen y nuestro destino, constituyen las proyecciones conscientes o inconscientes de nuestros padres o sus sustitutos.
Mejor dicho, los relatos vinculados al nacimiento de un niño constituyen los mitos de origen que dan el nacimiento del destino de un sujeto.
Sin embargo, la vida que vivimos no constituye totalmente una vida ya vivida por otros, como nuestros padres etc., sino que el sujeto impone su propia impronta a las determinaciones de su destino: un oposicionismo marcado respecto de un padre dominante, buen trato a una mujer como oposición a un padre golpeador, amor a la práctica como oposición a la teorización paterna, etc.
Además, podríamos enunciar que en la esencia de la subjetividad encontramos esta actitud de “afirmación de sí” y la búsqueda de diferencia y oposicionismo respecto o de los personajes centrales de nuestra historia.
Hasta se podría afirmar el carácter desafiante de todo deseo pronto tenemos así la hija y su desafío a las directivas maternas, el desafío a la norma paterna respecto de un niño adolescente, hasta la trasgresión de toda norma como inherente a ciertos deseos subjetivos. Sin embargo, todos seguimos “los pasos de nuestros antecesores” y eso no evita que “seamos nosotros” a través de las improntas personales.
Se trata de que a través del inconsciente estamos ligados a nuestros padres, y ellos a los suyos, etc.
Si algo falló en nuestros abuelos, la energía queda bloqueada y no fluye, con lo que nosotros la vivimos también aunque no seamos conscientes.
Por ejemplo, si hay algún miembro de la familia que está olvidado o apartado porque los demás niegan su existencia, todo el sistema familiar sufre una presión enorme a nivel inconsciente.
Las muertes inexplicables, las normas de la familia transgredidas, la homosexualidad rechazada, los miedos profundos, los acosos sexuales sufridos, etc. de nuestros progenitores se trasladan y se transmiten a los descendientes hasta que de alguna forma no se resuelvan aceptando su existencia.
La base está en que la familia es una unidad en sí misma.
Si el sistema familiar tiene alguna parte desequilibrada, todas las partes quedan afectadas.
Es la fuerte sensación de pertenencia a un grupo al que no puedes fallar; haces lo que sea para que sobrevivir y seguir perteneciendo al grupo.
En otras palabras, la conciencia y la psique se transmite de generación en generación. Existe una conciencia de clan. La liberación de la persona pasa por el reconocimiento de sus lazos ancestrales.
Pero lo que es claro desde hace tiempo es que todos vivimos “re-presentando” la historia de otros a través de la “propia historia”. En este sentido, nos ayuda a entender que incorporamos las historias observadas y deducidas, los modelos de vidas, las expectativas y predicciones paternas, aunque en forma “superada”.
Pero cuando la “superación”, como por ejemplo el discípulo respecto del maestro, del hijo respecto el padre, o la hija respecto de la madre, asistimos a “Destinos problemáticos” que requieren la asistencia del Destinólogo.
Para dar un ejemplo histórico, podemos recordar a Cleopatra, quién vivía como Afrodita, es decir, su destino constituyó la encarnación de Afrodita, como el hecho de morir mordida por una serpiente en el seno.
Esta “re-presentación” de una diosa constituyó la esencia de su identidad, de su subjetividad y de su destino. Tenemos otros casos, como la hija en relación a la madre, su ser y su esencia se encuentra en su modelo estructural que es la madre.
En la familia, los vínculos fraternos suelen erigirse en el campo de rivalidad estructurante entre los hermanos.
Así, el hermano menor sueña con realizar el destino y los privilegios del hermano mayor.
Lo mismo sucede entre las hermanas mayores y menores.
Mejor dicho, sostener que los seres humanos solemos repetir el destino de nuestros padres y hermanos, tíos y tías, abuelos y abuelas, no resulta tan inverosímil después de las afirmaciones precedentes desde el campo de la Destinología.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

DESTINOLOGIA


¿Es posible predecir el Destino?
Segundo Juan Carlos Basconcello



“No creo en la casualidad ni en la necesidad; mi voluntad es el destino”.
John Milton


Se ha dicho que nuestro destino es “incontrolable”, “ineludible” y hasta “insoslayable”. Sin embargo, podemos afirmar que los seres humanos lucharon siempre por controlar tanto la naturaleza como el medio social y cultural. Mejor dicho la humanidad siempre intentó conocer y explicar para controlar los factores naturales y socioculturales que determinan -siempre en sentido relativo- su destino. La ciencia, las herramientas, en la tecnología, etc., constituyeron diferentes medios para dominar nuestro destino. Hasta se podría afirmar que el afán de dominio de nuestro destino constituyó siempre la motivación principal de la vida humana. Influir en el propio destino en el sentido del cambio constituye, un motivo crucial que nos aventura en experiencias diversas que van desde el deporte, la investigación, escalar una montaña, escribir un libro, o aventuras dislocada o “locas”, y hasta los sufrimientos cuando no concordamos con los patrones o modelos de conductas previas intentando superar el modelo familiar, los condicionamientos sociales y económicos como la pobreza, o incluso del abandono del propio país en búsqueda de la libertad, entre muchos otros ejemplos. Cuando ignoramos las causas de los procesos corporales, mentales y sociales, la angustia, el temor o el sentimiento de peligro invaden nuestras mentes.
El miedo resultante, nos transforma en seres precavidos y esto orienta nuestra vida hacia su protección. Mejor dicho, la ignorancia de las diversas causas que determinan nuestro destino nos llevó a ser precavidos en muchos aspectos de nuestra vida. El carácter de imprevisibilidad de los acontecimientos de la vida nos torna previsores. Claro es que resultan imprevisibles debido a que desconocemos las causas y procesos que determinan los procesos naturales y sociales. De lo contrario y tal como demostró la Psicología experimental en los experimentos sobre grupos, aprendizajes, liderazgos, influencia social, normalización, etc., todo se podría estudiar y hasta controlar en cierta medida.
Pero en lo que hace a nuestra historia emocional, nuestra biografía en devenir, las cosas son muy diferentes. Ignoramos las causas inconscientes de nuestro destino, los “porqués” o causas de la mismas, las motivaciones de nuestra conducta y surge la necesidad de saber respecto de nuestra mente y el sentido de nuestro destino o nuestra vida. Con el pensamiento vulgar y cotidiano resulta imposible conocer las causas de nuestro destino para controlar o anticipar las repeticiones de los infortunios de la vida cotidiana. Pero sí tenemos conocimiento de la historia de un sujeto, su infancia, modelo de familia, modelos paternos, estilos de crianzas, acontecimientos traumáticos, educación emocional y sexual, motivaciones e intereses, formas de pensar, etcétera, podríamos realizar una hipótesis estimativa y provisional respecto de su destino y aventurar una predicción relativa. Es decir la posibilidad de predecir el destino de un sujeto será siempre hipotética, provisoria y relativa a los conocimientos que tenemos de su programa mental. Pero la predicción detallada y puntual de ciertas conductas resultaría casi imposible. Lo que es posible predecir respecto de un sujeto son las líneas generales de su destino, estilo de vida familiar y su concreción en una nueva familia, tipo y formas de vinculación con la pareja similar a la familia de origen, costumbres vinculadas a la clase social de origen, comportamiento relacionado con su cultura, creencias y prejuicios, y muchos otros comportamientos que se relacionan con los modelos previos internalizado en su programa mental. Sin embargo, estamos aludiendo siempre a aproximaciones y a posibilidades cercanas pues el principio de cambio o de creatividad de podría modificar los acontecimientos en otra dirección. Por ejemplo, los denominados “hijos del divorcio”, a menudo, cometen los mismos errores que sus padres, un hijo sale parecido al padre en muchos aspectos, etc.
De la misma manera , un hijo respecto de su Padre, contendrá en forma potencial en su programa mental muchas pautas de comportamientos internalizados en su familia respecto del modelo paterno y que determinarán muchas repeticiones en su conducta posterior. Los ejemplos son innumerables aunque podemos afirmar en forma rotunda que para el profesional de la Destinología resulta fácil predecir muchos comportamientos a partir del conocimiento del programa mental de un sujeto. Mejor dicho el futuro de un sujeto se encuentra contenido en forma potencial en el programa mental de todo individuo. Es decir lo que fue “allá”, en la infancia, y fuera simbolizado a través de pensamientos, imágenes, o identificaciones respeto de los modelos principales del sujeto, decididamente se manifestarán en forma activa en el presente o en el futuro del sujeto. Un aspecto importante respecto de la predecibilidad de una conducta es que la capacidad para predecir comportamiento indica el grado de conocimiento de la subjetividad humana de todo profesional vinculado al campo de las ciencias humanas. La capacidad predictiva indicaría que el modelo construido por el destinológo ha constituido un acercamiento y una cercanía más rotunda con la verdad del sujeto contenida en su programa mental. Como analista en sistemas mentales, el destinológo, indefectiblemente, deberá conocer el funcionamiento de los programas mentales, y a partir de la misma predecir el comportamiento futuro del sujeto.

É possível predizer o destino?

“Não acredito na casualidade nem na necessidade; minha vontade é o destino”.
John Milton


Tem se dito que nosso destino é “incontrolável”, “iniludível” e até “inevitável”. Embora, podemos afirmar que os seres humanos lutaram sempre por controlar tanto a natureza como o ambiente social e cultural.
Melhor dito a humanidade sempre tentou conhecer e explicar, para controlar, os fatores naturais e socioculturais que determinam - sempre em sentido relativo - seu destino.
A ciência, as ferramentas, a tecnologia, etc., constituíram diferentes meios para dominar nosso destino.
Até se poderia afirmar que o afã de domínio de nosso destino constituiu sempre a motivação principal da vida humana.
Influir no próprio destino, no sentido da modificação dele, constitui um motivo crucial que nos aventura em experiências diversas que vão desde o esporte, a investigação, escalar uma montanha, escrever um livro, ou aventuras deslocadas ou “loucas”, e até os sofrimentos quando não concordamos com os padrões ou modelos de condutas prévias, tentando superar o modelo familiar, os condicionamentos sociais e econômicos como a pobreza, ou inclusive do abandono do próprio país em busca da liberdade, entre muitos outros exemplos.
Quando ignoramos as causas dos processos corporais, mentais e sociais, a angústia, o temor e o sentimento de perigo invadem nossas mentes.
O medo resultante nos transforma em seres precavidos e isto orienta nossa vida para sua proteção.
Melhor dito, a ignorância das diversas causas que determinam nosso destino nos levou a ser precavidos em muitos aspetos de nossa vida.
O caráter de imprevisibilidade dos acontecimentos da vida nos torna previsores. Claro é que resultam imprevisíveis devido a que desconhecemos as causas e processo que determinam os processos naturais e sociais.
Do contrário, e tal como demonstrou a Psicologia experimental nos experimentos sobre grupos, aprendizados, liderança, influência social, normalização, etc., tudo se poderia estudar e até controlar em certa medida.
Mas no que faz a nossa história emocional, nossa biografia que virá, as coisas são muito diferentes.
Ignoramos as causas inconscientes de nosso destino, os “porém” ou causas das mesmas, as motivações de nossa conduta e surge a necessidade de saber a respeito de nossa mente e o sentido de nosso destino ou nossa vida.
Com o pensamento vulgar e cotidiano resulta impossível conhecer as causas de nosso destino para controlar ou antecipar as repetições dos infortúnios da vida cotidiana.
Porém se temos conhecimento da história dum sujeito, sua infância, modelo de família, modelos paternos, estilos de criação, acontecimentos traumáticos, educação emocional e sexual, motivações e interesses, formas de pensar, etc., poderíamos realizar uma hipótese estimativa e provisional a respeito do seu destino e aventurar uma predição relativa.
É dizer a possibilidade de predizer o destino dum sujeito será sempre hipotética, provisória e relativa aos conhecimentos que temos do seu programa mental.
Porém a predição detalhada e pontual de certas condutas resultaria quase impossível.
O que é possível predizer a respeito dum sujeito são as linhas gerais do seu destino, estilo de vida familiar e sua concreção numa nova família, tipo e formas de vinculação com o parceiro similar à família da origem, costumes vinculadas à classe social da origem, comportamento relacionado com sua cultura, crenças e prejuízos, e muitos outros comportamentos que se relacionam com os modelos prévios internalizados em seu programa mental.
Sem embargo, estamos aludindo sempre a aproximações e a possibilidades próximas, pois o princípio da troca ou da criatividade poderia modificar os acontecimentos em outra direção.
Por exemplo, os denominados “filhos do divórcio”, a miúdo, cometem os mesmos erros que seus pais, um filho sai parecido ao pai em muitos aspetos, etc.
Do mesmo jeito, um filho a respeito do seu Pai, conterá em forma potencial em seu programa mental muitas pautas de comportamentos internalizados em sua família a respeito do modelo paterno e que determinarão muitas repetições em sua conduta posterior.
Os exemplos são inumeráveis embora possamos afirmar em forma terminante que para o profissional da Destinología resulta fácil predizer muitos comportamentos a partir do conhecimento do programa mental dum sujeito.
Dito de outra maneira: o futuro dum sujeito se encontra contido em forma potencial no programa mental de todo indivíduo.
É dizer o que foi “lá”, na infância, e fora simbolizado através de pensamentos, imagens, ou identificações a respeito dos modelos principais do sujeito, decididamente se manifestarão em forma ativa no presente ou no futuro do sujeito.
Um aspeto importante a respeito da previsibilidade duma conduta é que a capacidade para predizer comportamentos indica o grau de conhecimento da subjetividade humana de todo profissional vinculado ao campo das ciências humanas.
A capacidade de predizer indicaria que o modelo construido pelo destinólogo há constituído uma aproximação e uma cercania mais determinante com a verdade do sujeito contida em seu programa mental.
Como analista em sistemas mentais, o destinológo, indefectivelmente, deverá conhecer o funcionamento dos programas mentais, e a partir da mesma predizer o comportamento futuro do sujeito.

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