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sexta-feira, 11 de junho de 2010

COMPRAS


Qualidade total na administração de compras
Autor: Martín Taype Molina


Um dos fatores transcendentais para o êxito duma empresa no mercado é a qualidade de seus produtos ou serviços.
Assim mesmo é de conhecimento geral que nas últimas décadas existe uma tendência mundial por parte dos clientes a requisitos mais exigentes respeito à qualidade.
Baixo esta premissa é indiscutível que todas as áreas funcionais duma empresa devam ter uma gestão eficiente e eficaz, embora uma das áreas mais importantes e tradicionalmente críticas nas empresas é a área de logística, a qual é responsável do aprovisionamento adequado e oportuno de bens e serviços às demais áreas da empresa para que estas possam cumprir com seus objetivos estratégicos.
Um dos enfoques gerenciais mais difundidos e de maior influencia nas empresas é o da Qualidade Total.
De acordo com esta perspectiva, os fornecedores se integram à empresa num mesmo linguaje de eficiência e qualidade, pelo que é necessário selecionar-los adequadamente e estabelecer relações baseadas na confiança (em temas de qualidade, condições econômicas, prazos de entrega, etc.), passando do conflito antigo à cooperação, convertendo a os fornecedores em sócios dos lucros.

Desta maneira se superam as antigas tensões e as vantagens unilaterais que havia entre compradores e fornecedores, onde a relação comprador – provedor estava orientada fundamentalmente a tirar uma maior vantagem do oponente, tendo como principal indicador o preço do produto comprado ou do serviço contratado e considerando ao resto das variáveis como de pouca importância. Finalmente o usuário final era o prejudicado, porque tinha que suportar as deficiências na qualidade do adquirido.

Entre os fatores gerais que se deve ter em conta para ter uma relação estável cliente provedor, podemos citar os seguintes:
●as condições administrativas e financeiras,
●as características de qualidade e especificações técnicas dos produtos ou serviços,
●as quantidades pactuadas de entrega (incluindo condições de embalagem, meio de transporte e prazos),
●preços e condições de pagamento,
●procedimentos de comunicação de necessidades, assessoria mútua, certificação e garantia de qualidade, entre outros.

Quando se fala dum provedor baixo este novo enfoque, se fala de pessoas e empresas honestas de quem seguramente foi necessário documentar-se bem com anterioridade, a fim de conhecer-los.
O processo não é difícil, si se considera que a empresa pode trabalhar com um número reduzido de provedores bem selecionados, que processariam ordenes de compra de maior volumem, por períodos maiores que a sua vez ofereçam assessoria e ajuda tecnológica.
Em conseqüência o desenvolvimento de provedores é um elemento crucial para uma administração eficiente das compras.

Assegurar a qualidade é uma forma de garantir permanentemente a satisfação do cliente, o que se baseia no cumprimento das especificações técnicas de desenho ou as especificações pactuadas.
Se bem uma parte da qualidade do produto final corresponde ao processo produtivo realizado pela empresa, existe outra parte que corresponde aos insumos adquiridos do provedor.
Para avaliar sua qualidade existe uma serie de normas técnicas de inspeção e ensaio assim como auditorias, registros e certificações de qualidade.

Calidad total en la administración de compras
Autor: Martín Taype Molina
Uno de los factores trascendentales para el éxito de una empresa en el mercado es la calidad de sus productos o servicios.
Así mismo es de conocimiento general que en las últimas décadas existe una tendencia mundial por parte de los clientes hacia requisitos más exigentes respecto a la calidad.
Bajo esta premisa es indiscutible que todas las áreas funcionales de una empresa deban tener una gestión eficiente y eficaz, sin embargo una de las áreas más importantes y tradicionalmente críticas en las empresas es el área de logística, la cual es responsable del aprovisionamiento adecuado y oportuno de bienes y servicios a las demás áreas de la empresa para que éstas puedan cumplir con sus objetivos estratégicos.

Uno de los enfoques gerenciales más difundidos y de mayor influencia en las empresas es el de la Calidad Total.
De acuerdo con esta perspectiva, los proveedores se integran a la empresa en un mismo lenguaje de eficiencia y calidad, por lo que es necesario seleccionarlos adecuadamente y establecer relaciones basadas en la confianza (en temas de calidad, condiciones económicas, plazos de entrega, etc.), pasando del conflicto antiguo a la cooperación, convirtiendo a los proveedores en socios de las ganancias.

De esta manera se superan las antiguas tensiones y las ventajas unilaterales que había entre compradores y proveedores, en donde la relación comprador – proveedor estaba orientada fundamentalmente a sacar una mayor ventaja del oponente, teniendo como principal indicador el precio del producto comprado o del servicio contratado y considerando el resto de variables como de poca importancia. Finalmente el usuario final era el perjudicado, porque tenía que soportar las deficiencias en la calidad de lo adquirido.

Entre los factores generales que se deben tener en cuenta para lograr una relación estable cliente proveedor, podemos citar los siguientes: las condiciones administrativas y financieras, las características de calidad y especificaciones técnicas de los productos o servicios, las cantidades pactadas de entrega (incluyendo condiciones de envase o embalaje, medio de transporte y plazos), precios y condiciones de pago, procedimientos de comunicación de necesidades, asesoría mutua, certificación y garantía de calidad, entre otros.

Cuando se habla de un proveedor bajo este nuevo enfoque, se habla de personas y empresas honestas de quienes seguramente hubo que documentarse bien antes, a fin de conocerlos.
El proceso no es difícil, si se considera que la empresa puede trabajar con un número reducido de proveedores bien seleccionados, que procesarían órdenes de compra de mayor volumen, por periodos mayores que a su vez ofrezcan asesoría y ayuda tecnológica.
En consecuencia el desarrollo de proveedores es un elemento crucial para una administración eficiente de las compras.

Asegurar la calidad es una forma de garantizar permanentemente la satisfacción del cliente, lo que se basa en el cumplimiento de las especificaciones técnicas de diseño ó las especificaciones pactadas.
Si bien una parte de la calidad del producto final corresponde al proceso productivo realizado por la empresa, existe otra parte que corresponde a los insumos adquiridos del proveedor.
Para evaluar su calidad existen una serie de normas técnicas de inspección y ensayo así como auditorias, registros y certificaciones de calidad.

terça-feira, 8 de junho de 2010

COMUNICAÇÃO



ESCUTAR,


- IMPERATIVO PARA O PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO
A habilidade de escutar resulta a menos trabalhada sendo uma das mais importantes a potenciar nos futuros comunicadores, pois a verdadeira comunicação não começa falando senão escutando. A principal condição do comunicador é saber escutar.
Por isso nesta monografia se abordam conceitos e aspectos gerais sobre o tema em questão, que facilitarão uma aproximação e melhor compreensão do que significa e reporta para cada individuo, especialmente para os futuros comunicadores, saber escutar.
Introdução
“Se necessita coragem para parar-se e falar. Porém muito mais para se sentar e escutar”.
Winston Churchill.
Segundo especialistas a habilidade da escuta é bem mais difícil de encontrar e desenvolver que a de ser “Bom comunicador”, porém proporciona mais autoridade e influencia que esta última. Se não se sabe escutar, se corre o risco de comunicar muito bem coisas que não sejam de importância para o público. Ademais vai se privar de receber conhecimentos que por outra via não receberia.
A escuta e a retroalimentação são componentes essenciais do processo de comunicação, os que lhe outorgam seu caráter bidirecional, os que fecham o processo. Sem eles não há comunicação. Quando não se tomam em conta só pode falar-se de informação.
A pesar de ser parte dum processo único, nos últimos anos os especialistas tem vido outorgando uma atenção especial à habilidade da escuta, dando-lhe um tratamento relativamente independente dentro do estudo sobre o processo de comunicação.
Desenvolvimento
Por quê?
Que é escutar?
Segundo Carmen Margarita Fagot escutar é acolher incondicionalmente ao outro como é e como está. A escuta é um elemento essencial e o mais importante da comunicação; o que lhe outorga, conjuntamente com a retroalimentação, seu caráter bidirecional e fecham o processo comunicativo.
Escutar supõe uma volição: querer escutar
Escutar significa dirigir a atenção às palavras do outro, tratando de atingir uma percepção exata da palavra falada e extrair o essencial da mensagem ouvida e não fazer juízos antecipados, sem haver compreendido cabalmente à informação brindada pelo interlocutor. Por isso é necessário deixar que os demais falem; o que não quer dizer não falar.
Existem pessoas muito caladas que não por isso escutam aos demais.
Estas podem manter um diálogo interno, mental em tanto calam ou incluso miram a seu interlocutor aparentando escutar.
Escutar e ouvir são a mesma coisa?
Quando se fala de ouvir se destaca o processo fisiológico que tem lugar quando as ondas recebidas causam uma serie de vibrações que são transmitidas ao cérebro. O escutar em câmbio tem lugar quando o cérebro reconstrói estes efeitos eletromagnéticos e formam uma representação do som original à que se lhe atribui determinado significado. Neste sentido o ouvir não pode ser parado porque o sentido do ouvido recolhe as ondas do som e as transmite ao cérebro as queira ou não as queira. Em troca o escutar não é tão automático e temos a experiência de que às vezes ouvimos, mas não escutamos.
Depois que os sonidos se têm convertido em impulsos eletroquímicos e transmitidos ao cérebro, uma decisão, a miúdo inconsciente é feita respeito a prestar ou não atenção ao ouvido. Sendo verdade que o processo empeça primeiro como fisiológico, a continuação se converte num processo psicológico. Em efeito, as necessidades, os desejos, motivações, percepções e experiências passadas são as que determinarão a primazia da atenção e indicarão quais, de todos os estímulos recebidos, focalizarão mais a atenção e nesse sentido são estes os escutados.
Outros aspectos que tem que ver com o processo que vai do ouvir ao escutar são: o elemento da compreensão e o da evocação ou lembrança. O elemento da compreensão do som está composto de muitos elementos:
 Duma estrutura gramatical que decifre a mensagem (decodificar).
 Do conhecimento que se tem da fonte da mensagem.
 Do contexto social, que indica que tipo de pressupostos culturais faz interpretar as mensagens duma determinada maneira.
 Também a habilidade para evocar ou lembrar informação é entendida em função do número de vezes que a informação há sido ouvida ou repetida; a quantidade de informação armazenada no cérebro.
A verdadeira escuta é um processo ativo que envolve aspectos mais complexos que o ato passivo de ouvir, embora sem o umbral mínimo da audição fosse impossível a escuta.
Que benefícios aportam saber escutar?
Identifica Robertson que escutar resulta favorável, pois eleva a auto-estima da pessoa que fala, gerando-lhe um clima positivo para a comunicação e as relações interpessoais. Amplia o vocabulário indiretamente. Vários estudos têm demonstrado que os indivíduos que tem mais sucesso,independentemente de sua ocupação, são os que contam com um vocabulário mais amplo. Uma razão pela que estas pessoas atingem melhores resultados, é que dispõem de mais opções para solucionar problemas.
O homem pensa em forma de categorias que se definem mediante as palavras. Quanto mais amplo é o vocabulário, maior é a capacidade de que dispõem as categorias do pensamento para proporcionar mecanismos com os quais identificar e resolver os problemas. Os meios mais efetivos para ampliar o vocabulário e, por tanto, ter uma melhor variedade de opções, são a leitura e a atenção do que fala. Também quem sabe escutar atentamente descobre e se beneficia não só do estilo dos demais, senão também do conteúdo de suas mensagens, por tanto se pode dizer que aprende de forma indireta.
Em correspondência com o anteriormente expressado se considera importante destacar que existem quatro tipos de escuta:
 Atenta: Quando o ouvinte atende para obter informação e puder participar ativamente. Utilizam-se com muita freqüência na aula para escutar ordens, instruções, mensagens.
 Analítica: Quando o ouvinte analisa a mensagem para responder ou resolver alguma questão, si chega a emitir um juízo, então é um "escutar crítico". Esta forma pode se manifestar ao escutar para responder perguntas, para dar a opinião, resumir idéias, etc.
 Apreciativa: Quando se escuta para desfrutar e se deleitar como goze espiritual ou estilístico. Utilizam-se ao ouvir a música, uma canção ou uma obra literária, poemas, fábulas, contos.
 Marginal: Quando não constitui uma atividade principal, senão que se escutam os sons que estão no outro plano, como os sons do ambiente, a música de fundo, se escuta sem se propor.
Os que sabem escutar se mostram pacientes na atividade comunicativa. Ser bom ouvinte não é tão fácil, pois na comunicação frontal intervêm também os recursos não verbais que matizam a informação e, às vezes, são determinantes na comunicação mútua.
Cabe destacar dois tipos de obstáculos para a escuta: Cognitivos e Atitudinais.
O principal obstáculo de tipo cognitivo radica na diferencia de ritmo entre escutar e pensar: o pensamento do ouvinte pode ser mais veloz que as palavras que recebe, ou vice-versa.
Há alguns recursos para manter a capacidade de escuta coordenada com o discurso do emissor; a pessoa que sabe escutar pode seguir mentalmente a linha do pensamento do interlocutor, selecionar quais são as principais idéias da mensagem, recordar as idéias anteriores e relacionar-las com as que vão sucedendo-se e mostrar-lhe indícios de compreensão ou de dificuldade de compreensão.
O principal obstáculo atitudinal para a escuta plena é a tendência a julgar; que funciona como um filtro perceptivo e pode provocar distorções na mensagem que alguém nos transmite, provocadas por idéias preconcebidas ou estereótipos sobre a pessoa ou o conteúdo de sua intervenção.
Estes obstáculos provocam que a escuta seja incompleta ou inclusive podem manifestar-se externamente num diálogo.
A escuta ativa é a capacidade de escutar mais além das palavras literais, compreender também os significados subjacentes e ler os sentimentos de quem fala, é dizer, compreender não só o que diz, senão também o que sente.
Para isto é imprescindível perceber as idéias expressadas e o significado atitudinal ou emocional, considerando o ponto de vista da outra pessoa e não só o próprio.
A escuta ativa tem vantagens:
 Reduz a tensão.
 Se fazem amigos.
 Se estimula ao que fala.
 Ajuda a tomar melhores decisões.
 Se aproveita a experiência de outras pessoas que trabalham no mesmo campo.
 Se aprende a trabalhar melhor.
Existem comportamentos que ajudam à escuta ativa:
Componentes verbais:
 Solicitar aclarações.
 Formular perguntas abertas.
 Verificar a compreensão da mensagem mediante paráfrases, resumos ou reformulações.
 Participar no diálogo com intervenções que tem em conta os aportes da outra pessoa.
Componentes não verbais:
 Silencio.
 Mirada natural à pessoa que fala.
 Gestos de assentimento.
 Gestos de acompanhamento.
 Tono de voz reflexivo e ritmo pausado.
 Postura aberta e à pessoa que fala.
 Distancia adequada.
A Dra. V. Ojalvo, (1999), expressa que uma boa escuta implica:
 A capacidade de sentir, de perceber sensorialmente o que transmite outra pessoa.
 A capacidade de interpretar, de compreender a mensagem captada, este aspecto exige tomar consciência das possibilidades de tergiversação das mensagens, tratar de diferenciar os fatos das suposições e as opiniões.
 A capacidade de avaliar, de decidir a importância e validade em determinado contexto do escutado.
 A capacidade de responder a mensagem do interlocutor.
 Não ser o único que fala, mostrar consideração e amabilidade ao interlocutor, ter a vontade de fazer que a escuta seja parte ativa do processo de comunicação, interessar-se em qualquer tema que inicie a pessoa que fala julgar o conteúdo da mensagem e não sua forma de expressão, por empenho em entender, evitar distrações, manter aberta e flexível a mente, são atitudes que segundo alguns, ajudam a escutar melhor.
Conclusões
Se pode referir que tendo em conta os pressupostos anteriormente abordados se faz indispensável que os profissionais da comunicação potenciem a habilidade da escuta para contribuir ao logro de sua competência comunicativa e para a captura de conhecimentos que os conduzirão a um desempenho acorde com as exigências atuais.
Bibliografia
Báez García, Mireya. Hacia una comunicación más eficaz. Editorial Pueblo y Educación. Cuba. 2006.
Melendo, Maité. Comunicación e integración personal. Sal Térrea. Santander. 1985.
Melendo, Maité. La escucha. Desclee Brower. Bilbao. 2001.
Sanz Pujol, Gloria. Comunicación efectiva. Editorial Grao. Barcelona. 2005.
Ojalvo Mitrany Victoria. ¿Cómo hacer más efectiva la comunicación? en: Comunicación educativa. Colectivo de autores del CEPES, U.H. Ciudad Habana, 1999, pág141.
ESPANHOL

ESCUCHAR, IMPERATIVO PARA EL PROFESIONAL DE LA COMUNICACIÓN


La habilidad de escuchar resulta la menos trabajada para ser una de la más importante a potenciar en los futuros comunicadores pues la verdadera comunicación no comienza hablando sino escuchando. La principal condición del comunicador es saber escuchar.
Por ello en esta monografía se abordan conceptos y aspectos generales sobre el tema en cuestión, que facilitarán un acercamiento y mejor comprensión de lo que significa y reporta para cada individuo, especialmente para los futuros comunicadores, saber escuchar.
Introducción
“Se necesita coraje para pararse y hablar. Pero mucho más para sentarse y escuchar”. Winston Churchill.
Según especialistas la habilidad de la escucha es más difícil de encontrar y desarrollar que la de ser “Buen comunicador”, pero proporciona más autoridad e influencia que esta última. Si no se sabe escuchar, se corre el riesgo de comunicar muy bien cosas que no le interese al público. Además va a privarse de recibir conocimientos que por otra vía no recibiría.
La escucha y la retroalimentación son componentes esenciales del proceso de comunicación, los que le otorgan su carácter bidireccional, los que cierran el proceso. Sin ellos no hay comunicación. Cuando no se toman en cuenta sólo puede hablarse de información.
A pesar de ser parte de un proceso único, en los últimos años los especialistas han venido otorgando una atención especial a la habilidad de la escucha, dándole un tratamiento relativamente independiente dentro del estudio sobre el proceso de comunicación.
Desarrollo
¿Por qué? ¿Qué es escuchar?
Según Carmen Margarita Fagot escuchar es acoger incondicionalmente al otro como es y como está. La escucha es un elemento esencial y el más importante de la comunicación; el que le otorga, conjuntamente con la retroalimentación, su carácter bidireccional y cierran el proceso comunicativo.
Escuchar supone una volición: querer escuchar
Escuchar significa dirigir la atención hacia las palabras del otro, tratando de lograr una percepción exacta de la palabra hablada y extraer lo esencial del mensaje oído y no hacer juicios anticipados, sin haber comprendido cabalmente la información brindada por el interlocutor. Por eso es necesario dejar que los demás hablen lo que no quiere decir no hablar.
Se sabe que hay personas muy calladas que no por ello escuchan a los demás.
Estas pueden mantener un diálogo interno, mental mientras callan o incluso miran a su interlocutor aparentando escuchar.
¿Escuchar y oír son la misma cosa?
Cuando se habla de oír se subraya el proceso fisiológico que tiene lugar cuando las ondas recibidas causan una serie de vibraciones que son transmitidas al cerebro. El escuchar en cambio tiene lugar cuando el cerebro reconstruye ya estos efectos electromagnéticos y forman una representación del sonido original a la que se le asigna determinado significado. En ese sentido el oír no puede ser parado porque el sentido del oído recoge las ondas del sonido y las transmite al cerebro las quiera o no las quiera. En cambio el escuchar no es tan automático y tenemos la experiencia de que a veces oímos pero no escuchamos.
Después que los sonidos se han convertido en impulsos electroquímicos y transmitidos al cerebro, una decisión, a menudo inconsciente es hecha respecto a prestar o no atención a lo oído. Siendo verdad que el proceso empieza primero como fisiológico, enseguida se convierte en un proceso psicológico. En efecto, las necesidades, los deseos, motivaciones, percepciones y experiencias pasadas son las que determinarán la primacía de la atención y señalarán cuáles, de todos los estímulos recibidos, focalizarán más la atención y en ese sentido son estos los escuchados.
Otros aspectos que tienen que ver con el proceso que va del oír al escuchar son: el elemento de la comprensión y el de la evocación o recuerdo. El elemento de la comprensión de los sonidos está compuesto de muchos elementos:
 De una estructura gramatical que descifre el mensaje (decodificar).
 Del conocimiento que se tiene de la fuente del mensaje.
 Del contexto social, que indica qué tipo de presupuestos culturales hacen interpretar los mensajes de una determinada manera.
 También la habilidad para evocar o recordar información es entendida en función del número de veces que la información ha sido oída o repetida; la cantidad de información almacenada en el cerebro.
La verdadera escucha es un proceso activo que envuelve aspectos más complejos que el acto pasivo de oír, aunque sin el umbral mínimo de la audición sería imposible la escucha.
¿Qué beneficios aporta saber escuchar?
Identifica Robertson que escuchar resulta beneficioso, pues eleva la autoestima de la persona que habla, generándole un clima positivo para la comunicación y las relaciones interpersonales. Amplía el vocabulario indirectamente. Varios estudios han demostrado que los individuos que tienen más éxitos, independientemente de su ocupación, son los que cuentan con un vocabulario más amplio. Una razón por la que estas personas alcanzan mejores logros, es que disponen de más opciones para solucionar problemas.
El hombre piensa en forma de categorías que se definen mediante las palabras. Cuanto más amplio es el vocabulario, mayor es la capacidad de que disponen las categorías del pensamiento para proporcionar mecanismos con los cuales identificar y resolver los problemas. Los medios más efectivos para ampliar el vocabulario y, por tanto, para tener una mejor variedad de opciones, son la lectura y la atención del que habla. También quien sabe escuchar atentamente descubre y se beneficia no sólo del estilo de los demás, sino también del contenido de sus mensajes, por tanto se puede decir que aprende de forma indirecta.
En correspondencia con lo anteriormente expresado se considera importante destacar que existen cuatro tipos de escucha:
 Atencional: Cuando el oyente atiende para obtener información y poder participar activamente. Se utiliza con mucha frecuencia en el aula para escuchar órdenes, instrucciones, mensajes.
 Analítica: Cuando el oyente analiza el mensaje para responder o resolver alguna cuestión, si llega a emitir un juicio, entonces es un "escuchar crítico". Esta forma puede manifestarse al escuchar para responder preguntas, para dar la opinión, resumir ideas, etc.
 Apreciativa: Cuando se escucha para disfrutar y deleitarse como goce espiritual o estilístico. Se utiliza al oír la música, una canción o una obra literaria, poemas, fábulas, cuentos.
 Marginal: Cuando no constituye una actividad principal, sino que se escuchan los sonidos que están en otro plano, como los sonidos del ambiente, la música de fondo, se escucha sin proponérselo.
Los que saben escuchar se muestran pacientes en la actividad comunicativa. Ser buen oyente no es tan fácil, pues en la comunicación frontal intervienen también los recursos no verbales que matizan la información y, a veces, son determinantes en la comunicación mutua.
Cabe destacar dos tipos de obstáculos para la escucha: Cognitivos y Actitudinales.
El principal obstáculo de tipo cognitivo radica en la diferencia de ritmo entre escuchar y pensar: el pensamiento del oyente puede ser más veloz que las palabras que recibe, o viceversa.
Hay algunos recursos para mantener la capacidad de escucha coordinada con el discurso del emisor; la persona que sabe escuchar, puede seguir mentalmente la línea del pensamiento del interlocutor, seleccionar cuáles son las principales ideas del mensaje, recordar las ideas anteriores y relacionarlas con las que van sucediéndose y mostrarle indicios de comprensión o de dificultad de comprensión.
El principal obstáculo actitudinal para la escucha plena es la tendencia a juzgar; que funciona como un filtro perceptivo y puede provocar distorsiones en el mensaje que alguien nos transmite, provocadas por ideas preconcebidas o estereotipos sobre la persona o el contenido de su intervención.
Estos obstáculos provocan que la escucha sea incompleta o incluso pueden manifestarse externamente en un diálogo.
La escucha activa es la capacidad de escuchar más allá de las palabras literales, comprender también los significados subyacentes y leer los sentimientos de quien habla, es decir, comprender no sólo lo que dice, sino también lo que siente.
Para ello es imprescindible percibir las ideas expresadas y el significado actitudinal o emocional, considerando el punto de vista de la otra persona y no sólo el propio.
La escucha activa tiene ventajas:
 Reduce la tensión.
 Se hacen amigos.
 Se estimula al que habla.
 Ayuda a tomar mejores decisiones.
 Se aprovecha la experiencia de otras personas que trabajan en el mismo campo.
 Se aprende a trabajar mejor.
Existen comportamientos que ayudan a la escucha activa:
Componentes verbales:
 Solicitar aclaraciones.
 Formular preguntas abiertas.
 Verificar la comprensión del mensaje mediante paráfrasis, resúmenes o reformulaciones.
 Participar en el diálogo con intervenciones que tienen en cuenta las aportaciones de la otra persona.
Componentes no verbales:
 Silencio.
 Mirada natural hacia la persona que habla.
 Gestos de asentamiento.
 Gestos de acompañamiento.
 Tono de voz reflexivo y ritmo pausado.
 Postura abierta y hacia la persona que habla.
 Distancia adecuada.
La Dra. V. Ojalvo, (1999), expresa que una buena escucha implica:
 La capacidad de sentir, de percibir sensorialmente lo que transmite otra persona.
 La capacidad de interpretar, de comprender el mensaje captado, este aspecto exige tomar conciencia de las posibilidades de tergiversación de los mensajes, tratar de diferenciar los hechos de las suposiciones y las opiniones.
 La capacidad de evaluar, de decidir la importancia y validez en determinado contexto de lo escuchado.
 La capacidad de responder el mensaje del interlocutor.
 No ser el único que habla, mostrar consideración y amabilidad hacia el interlocutor, tener la voluntad de hacer que la escucha sea parte activa del proceso de comunicación, interesarse en cualquier tema que inicie la persona que habla, juzgar el contenido del mensaje y no su forma de expresión, poner empeño en entender, evitar distracciones, mantener abierta y flexible la mente son actitudes que según algunos, ayudan a escuchar mejor.
Conclusiones
Se puede referir que teniendo en cuenta los presupuestos anteriormente abordados se hace indispensable que los profesionales de la comunicación potencien la habilidad de la escucha para contribuir al logro de su competencia comunicativa y para la aprehensión de conocimientos que los conducirá a un desempeño a tono con las exigencias actuales.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

DESTELLOS DE INTELIGENCIA


REFLEXIONES
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EL SECRETO DE LA FLOR DE ORO.
Estaba Buda reunido con los aldeanos en la falda de una montaña, cuando se acercaron hacia ellos un príncipe con todo su ejército. El príncipe le regaló a Buda una flor de oro y le preguntó cuál era el secreto de la felicidad (serenidad). Buda levantó lentamente la flor cogida con las dos manos y la mantuvo unos minutos, sin decir palabra, ante el asombro de todos. Sólo Ananda sonrió. Desde ese momento Buda le nombró como primer discípulo.
Buda quería curar los pensamientos de la mente y sabía que la serenidad es un estado de ánimo, una actitud.
No podía curar los pensamientos con palabras, que son más pensamientos.

“La Mente-Serenidad trasciende, rebasa, es algo más, que el yo-pensamiento (sin dejar de serlo)."
LA OPCIÓN DE LA SERENIDAD.
- La creencia en Dios se debate entre el sí y el no de los pensamientos a través de la Razón.
- El Budismo acepta la duda y escoge una forma de vida dirigida a la Serenidad, dejando siempre una puerta abierta.
- Sentir la Serenidad no sabemos a dónde nos llevará, pero ahora estamos sintiendo Serenidad.
"No se trata de creer, sino de sentir".
LA SABIDURÍA RECOBRADA (Mónica Cavallé).
Lo que llamamos mundo son las olas del Océano del Tao.
Sólo es el Tao, la Vida.
La Unidad se manifiesta y se celebra como diferencia.
No somos nosotros los que vivimos.
La única Vida vive en nosotros.

LOS MONGOLES EN BAGDAD (José Luis Sampedro).
"Cuando reflexionemos sobre nuestra época actual, no nos parecerán lo más grave las injusticias de los malvados, sino el escandaloso silencio de las buenas personas"
(Martin Luther King).
CÁTAROS (Jean Blum).
En ninguna parte Jesús pretende ser el hijo único de Dios. Dios es su Padre, pero como el de todos los hombres, jamás pretende el privilegio de la exclusividad.
Es más, este hijo sobre el que se ha afirmado que es único,
¡enseña a los demás hombres el Padre Nuestro!

EL MISTERIO DE LA VOLUNTAD PERDIDA (José Antonio Marina).
Si la idea que tengamos de ser libres depende de nuestra capacidad de serlo, me temo que las adicciones pueden crecer indefinidamente, dependiendo de las creencias que tengamos sobre nuestra voluntad.

"La Voluntad es una realidad si crees en ella".

REFLETINDO
O SEGREDO DA FLOR DE OURO.
Estava Buda reunido com os aldeãos na falda duma montanha, quando se acercaram a eles um príncipe com todo seu exército. O príncipe regalou a Buda uma flor de ouro e perguntou qual era o segredo da felicidade (serenidade). Buda levantou lentamente a flor segurada com as duas mãos e há manteve uns minutos, sem dizer palavra, ante o assombro de todos. Só Ananda sorriu. Desde esse momento Buda lhe nomeou como primeiro discípulo.
Buda queria curar os pensamentos da mente e sabia que a serenidade é um estado de animo, uma atitude. Não podia curar os pensamentos com palavras, que são mais pensamentos.

"A Mente-Serenidade transcende, trasborda, é algo más, que o eu - pensamento (sem deixar de ser-lo)."

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A OPÇÃO DA SERENIDADE.
- A crença em Deus se debate entre o sim e o não dos pensamentos através da Razão.
- O Budismo aceita a duvida e escolhe uma forma de vida dirigida à Serenidade, deixando sempre uma porta aberta.
- Sentir a Serenidade não sabemos onde nos levará, porém agora estamos sentindo Serenidade.

"No se trata de acreditar, senão de sentir".

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A SABIDURÍA RECOBRADA (Mónica Cavallé).

O que chamamos mundo são as ondas do Oceano do Tão. Só é o Tão, a Vida. A Unidade se manifesta e se celebra como diferencia. Não somos nós os que vivemos. A única Vida vive em nós.
LOS MONGOLES EN BAGDAD (Jose Luis Sampedro).
"Quando reflitamos sobre nossa época atual, não nos parecerão o mais grave as injustiças dos malvados, senão o escandaloso silencio das boas pessoas"
(Martin Luther King).

CÁTAROS (Jean Blum).
Em nenhuma parte Jesus pretende ser o filho único de Deus. Deus é seu Pai, porém como o de todos os homens, jamais pretende o privilegio da exclusividade. É mais, este filho sobre o que se ha afirmado que é único, ensina aos demais homens o Pai Nosso!
O MISTERIO DA VONTADE PERDIDA (Jose Antonio Marina).
Se a idéia que tenhamos de nossa capacidade para ser livres é um componente real de nossa capacidade de ser o, me temo que as adições possam crescer indefinidamente, dependendo das crenças que tenhamos sobre nossa vontade.

"A Vontade é uma realidade se acreditas nela".

domingo, 6 de junho de 2010

BUDISMO ZEN


budismo zen en nuestra vida laboral y personal

Todos tenemos un modelo de vida por el que nos guiamos en el día a día. A veces esos modelos vienen de la experiencia, otras veces de la religión, otras de construcciones propias. El budismo zen es la rama japonesa del budismo, religión universal, no teísta, tolerante, que busca el auto perfeccionamiento y la felicidad personal. Como todas, contiene un modelo expresado en las llamadas 4 Nobles Verdades, especie de mandamientos. Estos son:
1.- Existe el sufrimiento, la aflicción, la insatisfacción. Es algo que llevamos dentro porque no siempre vivimos la vida que quisimos vivir. Normalmente vivimos lo que nos imponen los padres, las costumbres, la sociedad en general, y esa situación crea el sufrimiento. Trabajamos en lo que no nos gusta, estamos obligados a juntarnos con personas que no nos son agradables, estamos obligados a obedecer reglas que consideramos tontas o inadecuadas. Para constatar nuestro grado de sufrimiento, debemos adoptar una actitud totalmente objetiva ante la vida. El lema es “la realidad es lo que es y no lo que parece”.
2.- El sufrimiento tiene una causa: el deseo. Sufrimos porque tenemos deseos de ser, de tener, de defender. No nos gusta la identidad que tenemos, luchamos por tener, luchamos por defender. Todo eso, a costa de nuestro Yo. El Dalai Lama tiene una frase muy feliz: los occidentales gastan su salud persiguiendo el dinero, y luego gastan su dinero tratando de recuperar su salud.
3.- El sufrimiento puede ser anulado. Existen las vías para hacerlo, y el budismo entrega herramientas para ello. Las técnicas de relajación y meditación persiguen ese fin. En la medida que, con esas técnicas, aprendemos a manejar nuestro deseo, aumentaremos en el grado de felicidad con que vivimos la vida. Aprenderemos a actuar y decidir en forma serena, tranquila, en paz. Anularemos el estrés, que es la expresión del sufrimiento en nuestra cultura.
4.- Los extremos son perniciosos, malos. Tan malo es el dejarse llevar por las pasiones como el anular totalmente la identidad, lo que somos. Existe el Camino del Medio, que nos permite avanzar en el camino del autoconocimiento y la obtención de la felicidad hasta el punto en que nos es cómodo, aceptable, adecuado. Cada cual sabe cuándo es feliz; cada cual es capaz de llegar a ese grado y disfrutar de su vida, de su familia, de su trabajo.
Para avanzar en el Camino del medio existen 8 directivas éticas y comportamentales que seguir, llamadas el Óctuple Sendero, y que se refieren a la manera como interactuamos en la vida:
Comprensión correcta (conocer y entender objetivamente la vida y nuestro entorno)
Pensamiento correcto (evitar los deseos, el odio, los pensamientos negativos)
Palabra correcta (hablar lo justo y necesario, no mentir)
Acción correcta (no matar, robar, herir, violar, etc.)
Ocupación correcta (ganarse la vida de forma digna, sin hacer daño a otros)
Esfuerzo correcto (detectar y recanalizar los malos instintos y enfatizar los buenos. Adquirir buenas actitudes)
Atención correcta (estar consciente de nuestra externalidad, de nuestros pensamientos, emociones, reacciones corporales)
Concentración correcta (relajarse y meditar con aplicación, sin desear más que el propio despertar)
El zen se practica a través de la relajación y meditación, y de la observancia de las 4 Nobles Verdades, y de las normas del Óctuple Sendero. La persona que practica el zen logrará un estado de paz interior que le permitirá aumentar sus capacidades sociales y laborales, y por ende el éxito en lo que se plantee.


Refiero por pertinentes al tema algunas frases de Epicuro escritas en el siglo 3o A.C. :

- La felicidad y la dicha no la proporcionan ni la cantidad de riquezas ni la dignidad de nuestras ocupaciones ni ciertos cargos y poderes, sino la ausencia de sufrimiento, la mansedumbre de nuestras pasiones y la disposición del alma al delimitar lo que es por naturaleza.
- El hombre es infeliz, ya por el temor, ya por el deseo ilimitado y vano.
Quien a esto ponga brida puede procurarse la feliz sabiduría.
- Si quieres hacer rico al sabio, no aumentes sus riquezas sino limita sus deseos.
Y otra buenísima sobre la ley:
- Las leyes están establecidas para los sabios, no para que no cometan injusticia, sino para que no la sufran.

sábado, 5 de junho de 2010



A Planificação de Recursos Empresariais

O avanço da informática permitiu desenvolver ferramentas que beneficiam às empresas e permitem uma melhor operação no manejo da informação permitindo a tomada de decisões que facilitam a concreção de planos e estratégias que as favoreçam.
A diretoria não pode ignorar o que representa a planificação de recursos empresariais. ERP é um software onde existem dois tipos de processos de negócios (padronizados e especializados) com a finalidade de integrar-los e unificar a informação numa mesma base de dados. Precisamente, para esta implementação se recomenda a formação duma equipe integrada pelos mesmos funcionários da empresa, de diferentes departamentos, ou um outsourcing com empresa externa para que se encarregue do processo.
O processo de implantação do ERP é complexo porque envolve todos os aspectos do negócio. Desenhar um plano estratégico para a implantação é importante porque se trata de estruturar e integrar todos os processos da empresa. Si se unifica a base de dados a informação é mais veraz, se perde menos tempo em procurar informação de departamento em departamento, se cometem menos erros e se trabalha mais rápido.
ERP (Planificação de Recursos Empresariais) é um sistema de gestão empresarial integral para todos os departamentos de qualquer empresa, sejam estas medias ou grandes. Entre suas áreas se encontram as principais: Finanças, Comercial, Logística, Produção, Compras, Vendas, Contabilidade, Marketing, Planificação, Manufatura e Recursos Humanos, Orçamento, Inventario, administrativos, contáveis, de faturamento. Esta Integração gera uma redução de custos administrativos, uma maior eficiência para manejar os inventários, um verdadeiro conhecimento dos gastos e valores dos inventários, assim como também informação atualizada e veraz que ajuda ao executivo a tomar decisões precisas.
Considere se, que todo o ERP se concretiza pela tomada de decisões dentro da empresa. O ERP é um software instalado através duma rede empresarial que permite compartir a base de dados com os departamentos principais da empresa. Estes sistemas de informação são muito custosos, porém produzem grandes benefícios, já que unificam e ordenam a informação em um único lugar. É uma vantagem competitiva num sector do mercado.
Ao fazer a implantação é bom fazer uma análise dos processos de negócio, a conveniência de conhecer o funcionamento de cada processo para melhorar-lo antes e para evitar inconsistências à hora de integrar-los. Uma vez concluída a implantação é importante dar seguimento fazendo auditagem.
Quando se compra o software o que se tem que fazer é modificar os processos, fazer o que se conhece como Re-Engenharia de Processos.
O ERP é integração da informação porque se unifica a base de dados e a informação se atualiza em tempo real e ela está disponível para todos os funcionários na empresa. O último passo da implantação é fazer testes com a informação real para ver onde estão as falhas.
O ERP tem suas vantagens:
●Uma melhor tomada de decisões, maior fluidez nos processos do negócio e nos processos de produção.
●Aumento de Produtividade da empresa ou negócio.
●Redução de inventários.
●Incremento em vendas por tempo de resposta aos clientes.
●Diminuição de compras.
●Diminuição de custos bancários por cheques expedidos.
●Permite reunir as áreas do negocio e permite ter maior controle e planificação
Cabe destacar ademais, que as conseqüências de uma errônea estratégia de implementação poderiam ir contra os interesses do negócio, já que si não se tomam em conta os aspectos mencionados anteriormente se pode chegar ao fracasso, ou simplesmente a implementar um sistema por status pero que realmente não cumpre com os objetivos de gerar mais benefícios que o custo de sua aquisição. Simplesmente, se converterá num sistema de alta tecnologia, porém de baixa funcionalidade.
Em resumo é sumamente importante tomar em conta se o sistema de informação a programar é o adequado e que não interfere contra os interesses gerais do negócio.
Ajuda a aperfeiçoar as funções que se devem desenvolver em todas aquelas empresas que realmente são competitivas.
O ERP desempenha um rol importante no Fluxo de Atividades das empresas.
Os orçamentos devem de ser ingressados ao sistema do ERP para que não se incorram em gastos não planejados.
Os requerimentos devem de ser capturados pelos usuários ou gerados pelo sistema (ERP) através de um MRP (Planejamento dos Recursos de Manufatura) em base aos niveles de inventario.
Uma vez identificados os requerimentos devem de ser autorizados pelo responsável da área e o sistema deverá validar se a área em questão tem orçamento para comprar o requerimento.
De acordo ao requerimento o comprador deverá converter ditos requerimentos em ordens de compra.
As ordens de compra deverão de ser atendidas pelo fornecedor selecionado pelo comprador.
O Armazém, Planta ou usuário deverá receber os materiais, matéria prima ou serviços respectivamente e a recepção dos mesmos deverá estar registrada no sistema (ERP).
Em caso de ser matéria Prima, se deverá conhecer seu status dentro do processo de produção para desta maneira identificar maiores necessidades de matéria prima (Se conecta ao MRP).
A Área de contas por pagar recebe as Notas Fiscais dos fornecedores, só poderá receber aquelas NF que estejam relacionadas a uma recepção de materiais, matéria prima ou serviços.
O sistema validará que se tenha orçamento para pagar e indicará uma data na qual se possa pagar ao fornecedor de acordo aos termos e condições da compra.

La planificación de recursos empresariales (ERP)
El avance de la informática ha conllevado a desarrollar herramientas que favorecen a las empresas a fin de permitirle una mejor operatividad en el manejo de la información que de paso a decisiones que conlleven a la creación de planes, estrategias que le favorezcan.
La gerencia no puede ignorar lo que representa la planificación de recursos empresariales (ERP), que como nos lo recuerda la participante Gabriela Toro de la cátedra de Tópicos gerenciales del Programa de postgrado de la especialidad Gerencia de la calidad y productividad de Faces de la UC es un software en donde existen dos tipos (estandarizada y especializada) de determinados procesos de negocios con el fin de integrar los procesos de una empresa y unificar la información en una misma base de datos, justamente, para la implementación de este proceso se recomienda un equipo con los mismos empleados de la empresa de distintos departamentos o un outsourcing empresa externa para que se encargue del proceso.
ERP es un sistema, que optimiza la cadena de valor interna y es mediante un software instalado a través de la red empresarial permitiendo el compartir la base de datos. El proceso de implantación de la ERP es complejo porque trata todos los aspectos del negocio. Diseñar un plan estratégico para la implantación es importante porque se trata de estructurar e integrar los procesos de la empresa. Si se unifica la base de datos la información es más veraz, se pierde menos tiempo en buscar información de departamento en departamento, se cometen menos errores y se trabaja más rápido.
La ERP ( Planificación de Recursos Empresariales) es un sistema de gestión empresarial integral para todos los departamentos de cualquier empresa, sean medianas o grandes. Entre sus áreas se encuentran las principales: Finanzas, Comercial, Logística, Producción, Compras, Ventas, Contabilidad, Mercadeo, Planeación, Manufactura y Recursos Humanos, Presupuesto, Inventario, administrativos, contables, de facturación. Esta Integración genera una reducción de costos administrativos, una mayor eficiencia para manejar los inventarios, un verdadero conocimiento de los gastos y valores de los inventarios, así como también información actualizada y verídica que ayuda al ejecutivo a tomar decisiones tanto.
Téngase presente, que todo el ERP se lleva a cabo por la toma de decisiones dentro de la empresa. El ERP es un software instalado a través de una red empresarial que permite compartir la base de datos con los departamentos principales de la empresa. Estos sistemas de información son muy costosos pero traen beneficios a la empresa, ya que unifica y ordena la información en un solo lugar. Es una ventaja competitiva en un sector de mercado.
Al hacer la implantación es bueno hacer un análisis de los procesos de negocio, la conveniencia de conocer el funcionamiento de cada proceso para mejorarlo antes y para evitar inconsistencia a la hora de integrarlos. Una vez concluida la implantación es importante dar seguimiento haciendo auditorias.
Cuando se compra el software lo que se tiene es modificar los procesos, hacer lo que se conoce como reingeniería de procesos.
El ERP es integración de la información porque se unifica la base de datos y la información se actualiza en tiempo real y está disponible para todos los empleados en la empresa. EL último paso de la implantación es hacer pruebas con la información real para ver donde están las fallas.
El ERP tiene sus ventajas:
• Una mejor toma de decisiones, mayor fluidez en los procesos del negocio y en los procesos de producción.
• Aumento de Productividad de la planta o negocio.
• Reducción de inventarios.
• Incremento en ventas por tiempo de respuesta a clientes.
• Disminución de compras.
• Disminución de comisiones bancarias por cheques expedidos por órdenes.
• Permite reunir las áreas del negocio y puedes tener mayor control y planeación por ejemplo el SAP, el cual da capacitación por el sistema.
Cabe destacar además, como lo señala Graciela Toro, que las consecuencias de una mala estrategia de implementación podría ir en contra de los intereses del negocio, ya que si no se toma en cuenta los aspectos mencionados anteriormente se puede llegar al fracaso, o simplemente a implementar un sistema por status pero que realmente no cumple con los objetivos de generar más del costo de su adquisición. Simplemente, se convertirán en un sistema de alta tecnología pero de baja funcionalidad.
En resumen es sumamente importante tomar en cuenta si el sistema de información a implementar es el adecuado y que no contravenga contra los intereses generales del negocio.
Ayuda a optimizar las funciones que deben desempeñarse en todas aquellas empresas que realmente son competitivas.
El ERP desempeña un rol importante en el Flujo de Actividades de las empresas.
Los presupuestos deben de ser ingresados al sistema de ERP para que no se incurran en gastos no planeados.
Los requerimientos deben de ser capturados por los usuarios o generados por el sistema (ERP) a través de un MRP en base a los niveles de inventario.
Una vez identificados los requerimientos deben de ser autorizados por el responsable del área y el sistema deberá validar si el área en cuestión tiene presupuesto para comprar el requerimiento.
De acuerdo al requerimiento el comprador deberá convertir dichos requerimientos en órdenes de compra.
Las órdenes de compra deberán de ser atendidas por el proveedor seleccionado por el comprador.
El Almacén, Planta o usuario deberá recibir los materiales, materia prima o servicios respectivamente y la recepción de los mismos deberá estar registrada en el sistema (ERP).
En caso de ser materia Prima, se deberá conocer su estatus dentro del proceso de producción para de esta manera identificar si se requiere más materia prima (Se conecta al MRP).
El Área de cuentas por pagar recibe las facturas de los proveedores, solo podrá recibir aquellas facturas que estén relacionadas a una recepción de materiales, materia prima o servicios.
El sistema validará que se tenga presupuesto para pagar y asignará una fecha en la cual se pueda pagar al proveedor de acuerdo a los términos y condiciones de la compra.

Fonte: Gestiopolis.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

COMPRAS Y ABASTECIMIENTO


ADMINISTRAÇÃO DA CADEIA DE ABASTECIMENTO (Supply chain)

Como saber que material se necessita? Quanto e onde é requerido? Que porcentagem da capacidade instalada se está aproveitando? A administração da cadeia de abastecimento é a ferramenta para solucionar estas e outras duvidas.
Para conhecer mais respeito da gestão da cadeia de abastecimento comecemos por definir que é a cadeia de abastecimento:
Cadeia de abastecimento
Inclui todas as atividades relacionadas com o fluxo e transformação de bens e produtos, desde a etapa da matéria prima até o consumo pelo usuário final, desde o fornecedor das matérias primas até a prateleira do varejo.
Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento
É um processo gerencial relativamente novo que teve grande impulso na década passada e gera reduções de custos significativos permitindo às empresas maior nível de competitividade e maiores lucros.
No novo milênio a concorrência se apresenta entre as cadeias de abastecimento e não entre as companhias individuais. A gerencia da cadeia de abastecimento gira em redor da integração eficiente de fornecedores, fabricantes, distribuidores, atacadistas e varejistas, desta forma se consegue reduzir substancialmente os custos e ao mesmo tempo se melhoram os níveis de serviço ao cliente.
A gerencia da cadeia de abastecimento cobre as seguintes áreas: rede de logística, armazenagem, gerencia do inventario, compras, alianças estratégicas, informática e telecomunicações como elementos chaves nas comunicações e tomada de decisões.
As empresas que queiram ter êxito necessitam tornar eficientes seus processos em todas as áreas
Causas do desenvolvimento da gestão da cadeia de abastecimento
Têm-se identificado cinco fatores como os detonantes para colocar à gestão da cadeia de abastecimento no centro da atenção das empresas:
●O rápido desenvolvimento dos fluxos de informação, também conhecido como a revolução da informação, apoiado nas novas tecnologias.
●A aparição do comercio eletrônico, tanto entre empresas como entre empresas e consumidores finais.
●A empoderação dos clientes devido ás novas tecnologias e à grande quantidade de empresas que produzem para ele. O cliente se há voltado mais exigente em termos de qualidade dos produtos, tempos de entrega, comodidade, serviço, etc.
●A grande mobilidade dos capitais impulsionada pela internacionalização da economia e a desregularão aos fluxos de capitais.
●A possibilidade de estabelecer novos relacionamentos entre empresas competidoras traduzida na consecução de alianças que permitam fazer mais eficientes os processos, tanto na gestão de compras ou entregas como outros processos chaves e geradores de altos custos.
Que é o inovador?
Você se pode perguntar: porém que é o inovador da gestão da cadeia de abastecimento se sempre as empresas se hão tido que ocupar de administrar seus processos de distribuição, transporte, entrega e serviço ao cliente?
O novo do conceito é que integram ditos processos aos objetivos e à estratégia corporativa, o que anteriormente se manejava de forma isolada pelo departamento de compras ou pelo de distribuição agora confluí num mesmo sistema que permite aproveitar sinergias em prol de diminuições de custos e maior eficiência frente aos clientes.
Anteriormente era comum que os departamentos de compras e produção funcionaram sem ou com muito pouca comunicação entre eles, agora com a gestão integrada não podem operar do mesmo jeito já que o desperdício bem seja de matérias primas (na parte de compras) ou de tempos (em produção) redundam em ineficiências que diminuem os níveis de competitividade.
Hoje produção pode fazer saber, em tempo real, a produção que necessita e que não necessita assim mesmo os vendedores podem comunicar a produção, rapidamente e com exatidão, as referencias e as quantidades dos produtos vendidos e qual é o período de tempo que devem cumprir etc. Se trata de fazer que o fluxo de informação funcione em chave com o fluxo de transformação nas empresas.
Para atingir estas eficiências se têm desenvolvido tecnologias como os MRP, ERP e CRM, que permitem às empresas transformar seus fluxos de produção e informação arcaicos em lubrificadas maquinários capazes de integrar os processos chaves: gestão de subministros, gestão de materiais e gestão da demanda.
Os benefícios
Entre os principais benefícios que gera a gestão integral da cadeia de abastecimento se pode mencionar:
●Fidelidade dos clientes: Conseguindo maiores níveis de eficiência nos processos produtivos é possível melhorar o serviço ao cliente em termos de preço, tempo de entrega, condições de compra, etc., o qual se reflete no comportamento do cliente ante a empresa e seus produtos e melhorando o posicionamento em sua mente, atingindo desta maneira maior capacidade de reter clientes. Se deve entender que os clientes, embora tenham obtido maior poder nos últimos anos devido às novas tecnologias e a que podem escolher entre grande quantidade de empresas produzindo para eles, tem tendência a não mobilidade se acham o que procuram porque esta mobilidade lhes representa custos, seja em termos econômicos ou em termos de tempo e desgaste.
●Entrada a novos mercados: Só é possível afrontar a concorrência internacional si se tem a capacidade para fazer-lo, si se tem preços e processos competitivos. Esta competência não só se apresenta quando as empresas se envolvem em processos de exportação senão quando novos concorrentes internacionais incursionam nos mercados domésticos.
●Liderança de mercado: Uma vez obtida à fidelidade dos clientes e tendo a capacidade de atrair aos novos, será possível pensar em liderar ao mercado, ao fim de contas é o cliente quem define aos líderes.
●Novas relações comerciais e competitivas: A tendência é à competitividade e as alianças, em ordem de diminuir custos e gerar maior dimensão de mercado.
Em que focar-se para ter sucesso
A empresa que pretenda melhorar realmente seus níveis de eficiência baseando-se na gestão da cadeia de abastecimento deve focar suas estratégias no conhecimento do cliente, a diminuição de custos e a excelência operativa. Quando a empresa é capaz de entender a seu cliente e os processos requeridos para satisfazer-lo seguramente poderá chegar a ele com êxito.
Se pode concluir então que a gestão da cadeia de abastecimento é um macro-processo de negócios que envolve todas as funções na empresa e que se deve focar no cliente final para ser exitosa.

Carlos López
calbarrobagestiopolis.com


ADMINISTRACIÓN DE LA CADENA DE ABASTECIMIENTO

¿Cómo saber qué material se necesita? ¿cuánto y dónde es requerido? ¿qué porcentaje de la capacidad instalada se está aprovechando? La administración de la cadena de abastecimiento es la herramienta para solucionar estas y otras dudas
Para conocer más acerca de la gestión de la cadena de abastecimiento comencemos por definir qué es la cadena de abastecimiento:
Cadena de abastecimiento
Incluye todas las actividades relacionadas con el flujo y transformación de bienes y productos, desde la etapa de materia prima hasta el consumo por el usuario final, desde el proveedor de las materias primas hasta el estante del detallista
La Gerencia de la Cadena de Abastecimiento
Es un proceso gerencial relativamente novedoso que tuvo gran impulso en la década pasada y genera reducciones de costos significativos permitiendo a las empresas mayor nivel de competitividad y mayores ganancias.
En el nuevo milenio la competencia se presenta entre las cadenas de abastecimiento y no entre las compañías individuales. La gerencia de la cadena de abastecimiento gira alrededor de la integración eficiente de proveedores, fabricantes, distribuidores, y minoristas, de esta forma se consigue reducir substancialmente los costos y al mismo tiempo se mejoran los niveles de servicio al cliente.
La gerencia de la cadena de abastecimiento cubre las siguientes áreas: red de logística, almacenaje, gerencia del inventario, compras, alianzas estratégicas, informática y telecomunicaciones como elementos claves en las comunicaciones y toma de decisiones.
Las empresas que quieren tener éxito necesitan hacer eficientes sus procesos en todas las áreas
Causas del desarrollo de la gestión de la cadena de abastecimiento
Se han identificado cinco factores como los detonantes para colocar a la gestión de la cadena de abastecimiento en el centro de atención de las empresas:
●El rápido desarrollo de los flujos de información, también conocido como la revolución de la información, apoyado en las nuevas tecnologías.
●La aparición del comercio electrónico, tanto entre empresas como entre empresas y consumidores finales.
●La empoderación de los clientes debido a las nuevas tecnologías y a la gran cantidad de empresas que producen para él. El cliente se ha vuelto más exigente en términos de calidad de los productos, tiempos de entrega, comodidad, servicio, etc.
●La gran movilidad de los capitales impulsada por la internacionalización de la economía y la desregulación a los flujos de capitales.
●La posibilidad de establecer nuevas relaciones entre empresas competidoras traducida en la consecución de alianzas que permitan hacer más eficientes los procesos, tanto en gestión de compras o entregas como otros procesos claves y generadores de altos
Qué es lo novedoso?
Uno se puede preguntar ¿pero qué es lo novedoso de la gestión de la cadena de abastecimiento si siempre las empresas se han tenido que ocupar de gestionar sus procesos de distribución, transporte, entrega y servicio al cliente?
Lo nuevo del concepto es que integra dichos procesos a los objetivos y a la estrategia corporativa, lo que anteriormente se manejaba de forma aislada por el departamento de compras o por el de distribución ahora confluye en un mismo sistema que permite aprovechar sinergias en pro de disminuciones de costos y mayor eficiencia frente a los clientes.
Anteriormente era común que los departamentos de compras y producción funcionaran sin o con muy poca comunicación entre sí, ahora con la gestión integral no pueden operar de la misma manera ya que los desperdicios, bien sea de materias primas (en la parte de compras) o de tiempos (en producción) redundan en ineficiencias que disminuyen los niveles de competitividad.
Hoy producción le puede hacer saber, en tiempo real, a producción qué necesita y qué no necesita, así mismo los vendedores le pueden comunicar a producción, rápidamente y con exactitud, las referencias y las cantidades de los productos vendidos y cuál es el período de tiempo que deben cumplir, etc. Se trata de hacer que el flujo de información funcione en llave con el flujo de transformación en las empresas.
Para lograr estas eficiencias se han desarrollado tecnologías como los MRP, ERP y CRM, que les permiten a las empresas transformar sus flujos de producción e información arcaicos en aceitadas maquinarias capaces de integrar los procesos claves: gestión de suministros, gestión de materiales y gestión de la demanda.
Los beneficios
Entre los principales beneficios que genera la gestión integral de la cadena de abastecimiento se pueden mencionar:
●Lealtad de los clientes: Consiguiendo mayores niveles de eficiencia en los procesos productivos es posible mejorar el servicio al cliente en términos de precio, tiempo de entrega, condiciones de compra, etc., lo cual se refleja en el comportamiento del cliente ante la empresa y sus productos y mejorando el posicionamiento en su mente, alcanzando de esta manera mayor capacidad de retener clientes. Se debe entender que los clientes, aunque han obtenido mayor poder en los últimos años debido a las nuevas tecnologías y a que pueden escoger entre gran cantidad de empresas produciendo para ellos, tienen tendencia a la no movilidad si encuentran lo que buscan porque esta movilidad les representa costos, ya sea en términos económicos o en términos de tiempo y desgaste.
●Entrada a nuevos mercados: Solo es posible afrontar la competencia internacional si se tiene la capacidad para hacerlo, si se tienen precios y procesos competitivos. Esta competencia no solo se presenta cuando las empresas se inmiscuyen en procesos de exportación sino cuando nuevos entrantes internacionales incursionan en los mercados domésticos.
●Liderazgo de mercado: Una vez obtenida la lealtad de los clientes y teniendo la capacidad de atraer a los nuevos, será posible pensar en liderar el mercado, al fin de cuentas es el cliente el que define a los líderes.
●Nuevas relaciones comerciales y competitivas: La tendencia es hacia la coompetencia y las alianzas, en orden de disminuir costos y generar mayores tamaños de mercado.
En qué enfocarse para tener éxito
La empresa que pretenda mejorar realmente sus niveles de eficiencia basándose en la gestión de la cadena de abastecimiento debe enfocar sus estrategias en el conocimiento del cliente, la disminución de costos y la excelencia operacional. Cuando la firma es capaz de entender a su cliente y los procesos requeridos para satisfacerlo seguramente podrá llegar a él con éxito.
Se puede concluir entonces que la gestión de la cadena de abastecimiento es un macroproceso de negocios que involucra todas las funciones en la empresa y que se debe enfocar en el cliente final para ser exitosa.

Carlos López
calbarrobagestiopolis.com

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MEJORA CONTINUA Y KAIZEN


La frase
La educación es algo que recibimos cuando nuestro padre nos manda a la universidad, pero no estará completa mientras no mandemos allí a nuestro propio hijo.


Mejoramiento continuo y Kaizen

"Se requiere hábito de Mejora Continua al nivel de toda la organización y comprometerse a alcanzar la Calidad Total al nivel de toda la institución o empresa".
Richard Schonberger.

Generalidades y concepto de Mejoramiento Continuo
El mejoramiento continuo, debe verse como una cultura que puede aplicarse a todos los ámbitos de la vida, aunque en nuestro caso el enfoque será hacia las organizaciones.
La aplicación del mejoramiento continuo en las organizaciones debemos verla como una herramienta para la solución de dificultades o hacia el aprovechamiento de oportunidades, el mismo se relaciona con la palabra japonesa Kaizen y que proviene de la unión de dos vocablos que expresan lo siguiente: Kai “cambio” y zen “para mejorar”, por lo que la expresión completa significa “cambio para mejorar”. El japonés Maasaki Imai fue su creador exponiendo en síntesis que Kaizen representaba un cambio permanente hacia una mejora o lo que es lo mismo un “mejoramiento continuo”.
Una expresión sobre lo anterior la expone Beltrán, R., en El mejoramiento continuo: una ansiada y escurridiza cualidad empresarial y cito: “ Es una forma de vida, una cultura en la cual todos los que trabajan en la empresa tienen sus ojos, su mente y sus oídos bien abiertos para poder reconocer las oportunidades de mejoramiento y capitalizarlas en acciones concretas que se reflejan en mejores procesos y productos”.
El mejoramiento continuo mejora la calidad de los productos y servicios, disminuye los costos, mejora los métodos de trabajo, posibilita la satisfacción de las necesidades de los clientes y de la organización. disminuye los tiempos de trabajo de todo el proceso.
Es muy importante tener en cuenta lo que representan, el conocimiento en sentido general y específico, así como la obtención de la información necesaria para el desarrollo de los procesos de la organización.
Para desarrollar y mejorar los procesos de trabajo, para ser más competitivos en esta época moderna, es fundamental realizar cambios en el proceso, o sea, hacerlo más efectivo y más eficiente. Lo anterior debe realizarse con mente amplia, con una estrategia adecuada, y teniendo en cuenta las características de la organización y de su entorno.
Varios autores han planteado su enfoque sobre el concepto de mejoramiento continuo, se citan algunos de ellos.
Deming, E. (1996), “la calidad total requiere de un proceso constante, que será llamado Mejoramiento Continuo, donde la perfección siempre se busca, pero nunca se logra”.
Abell, D. (1994), “extensión histórica de uno de los principios de la gerencia científica, establecida por Frederick Taylor que expresa, que todo método de trabajo es susceptible de ser mejorado”.
Sullivan, L. (1994), “esfuerzo para aplicar mejoras en cada área de la organización”.
Harrington, J. (1993), ”mejorar un proceso significa, cambiarlo para hacerlo más efectivo, eficiente y adaptable, qué cambiar y cómo cambiar depende del enfoque especifico del empresario y del proceso”.
Ventajas y desventajas del Mejoramiento Continuo
Este proceso de mejoramiento continuo nos ofrece grandes beneficios, entre ellos se destacan a continuación algunas de sus ventajas, no obstante, si no se observan determinados aspectos pudieran aparecer algunas desventajas que darían al traste con nuestras aspiraciones.
Ventajas
• Posibilita la identificación, tratamiento y solución de los problemas y/o el aprovechamiento de oportunidades.
• Permite eliminar o atenuar las debilidades y afianzar e incrementar las fortalezas.
• Analizar los procesos, renovar y actualizar los mismos, permitiéndole a las organizaciones ser más competitivas, eficaces y eficientes.
• Obtener mejoras a corto plazo, no sólo en la parte productiva o de servicio sino en la administrativa también.
• Aunque no es un método para disminuir productos defectuosos, posibilita su disminución, ahorrando materias primas y materiales, por lo que reduce los costos, para la organización y para los clientes.
• Permite el ajuste de los procesos con el desarrollo tecnológico, incrementando la productividad.
Desventajas
• Para la obtención de resultados tangibles es necesario que los cambios se realicen en toda la organización.
• En múltiples ocasiones es imprescindible hacer inversiones de consideración.
• Si no se observan las medidas adecuadas, con celeridad y oportunidad el proceso se puede tornar muy largo para la consecución de los resultados deseados.
Elementos esenciales para la implantación de un adecuado Mejoramiento Continuo
Para la implantación de un mejoramiento continuo se requiere la observación y aplicación de un grupo de aspectos entre los cuales se exponen:
• El diseño del proceso de implantación debe estar bien perfilado, teniendo en cuenta las características concretas de la organización y con un enfoque sobre la base de pequeñas mejoras de manera continua en todos los procesos y actividades, no grandes cambios en situaciones puntuales. Un elemento esencial es el establecimiento de una correcta política de calidad que pueda expresar con claridad que se espera de la producción o los servicios que se brinden a los clientes, así como el aporte concreto por los trabajadores.
• Muy importante es que la máxima dirección de la organización no sólo este involucrada sino además comprometida en las acciones que se deben implantar, y que cada jefe ejerza un liderazgo adecuado en su radio de acción.
• Estar definida una acción estratégica en la cual participen activamente todos los integrantes de la organización, con conocimiento de lo que cada uno debe realizar, ya que las acciones deben tomarse en todas los equipos y procesos y son las personas las que las llevarán a efecto. Con relación a las personas no debe descuidarse en ningún momento la superación continua como aspecto esencial para mantener a las mismas con la competencia laboral necesaria. El proceso además de incorporar a todos los integrantes de la organización debe ser continuo y progresivo.
• Identificar los problemas existentes a través de un diagnostico bien elaborado y bien desarrollado.
• No perder de vista en ningún momento las necesidades y requerimientos de los clientes externos, así como la motivación y satisfacción laboral de los clientes internos.
• Un aspecto decisivo lo constituye la comunicación entre la organización y todos los órganos y empleados de la misma, de los órganos entre si e igualmente los trabajadores en general todo esto desde el punto de vista interno, pero observar y mantener igualmente la comunicación con el entorno de la organización.
• Su desarrollo no debe ser a todo costo, sino que sea económico, o sea, que los resultados sean superiores a los gastos que originen su aplicación.
Desarrollo del proceso de Mejoramiento Continuo
La aplicación del mejoramiento continuo requiere que la organización tenga correctamente definida su misión que es su razón de ser, se encuentra en un entorno determinado y realiza una producción o presta un servicio, lo cual hace que la misma posea sus especificidades y sus características, no obstante para el desarrollo de un proceso de mejoramiento continuo es necesario realizar y sistematizar un grupo de aspectos que pudiéramos considerarlos etapas del mismo. En sentido general se expondrán estas.
1. Identificación de los problemas y/o selección de oportunidades.
2. Identificación y análisis de las causas de los problemas.
3. Determinación, diseño e implantación de las soluciones.
4. Seguimiento, control y aseguramiento de los resultados obtenidos.
Identificación de los problemas y/o selección de oportunidades
La identificación de los problemas y/o selección de las oportunidades constituye un elemento de primordial significación para la realización del mejoramiento continuo, ya que es la base para la continuidad de las demás etapas y de su correcta definición y profundización dependerán los resultados ulteriores.
Especial interés se debe tener, por su significación, en los problemas de calidad y productividad, sobre los cuales deben estar bien perfiladas sus definiciones, así como en que consisten estos, unido a esto deben determinarse las oportunidades de mejora.
En ocasiones en las organizaciones sólo se identifican los problemas de manera elemental y no se precisan ni se cuantifican adecuadamente estos, con indicadores que nos permitan obtener un reflejo profundo y veraz sobre el mismo.
Muy importante, diría imprescindible, que el método que se utilice para la determinación de los problemas o para detectar oportunidades debe contar con la participación de todos los empleados.
Identificación y análisis de las causas de los problemas
Una vez identificados y precisados los problemas con exactitud se deben determinar las causas que los originan, tanto para una situación global o específica.
La determinación de las causas debe llevar implícita su especificación, así como la profundidad del impacto que origina a través de indicadores precisos.
En este punto tener gran cuidado no confundir las causas con los síntomas, error que con frecuencia se comete, determinando también la magnitud de ésta y si con su eliminación se elimina el problema en su totalidad.
La observación para la etapa anterior con relación a la identificación del problema y la participación de los empleados, es válida para la determinación de las causas.
Determinación, diseño e implantación de las soluciones
Con las dos primeras etapas culminadas podemos comenzar las acciones para eliminar los problemas y/o aprovechar las oportunidades con la aplicación de soluciones viables al efecto y para ello se debe diseñar un programa de soluciones.
El paso para determinar las soluciones no debe realizarse con premura ni aferrándose a las primeras soluciones que se encuentren, con esto no se expresa que las primeras soluciones no pudieran ser las mejores, sino que debemos ser cautelosos y tratar de buscar alternativas o variantes para seleccionar las mejores, sólo con lo anterior definido de esa forma debemos comenzar la implantación a través de un programa de acciones que nos garantice soluciones y a la vez nos permita un control y seguimiento ulterior.
Seguimiento, control y aseguramiento de los resultados obtenidos.
Aún con las etapas anteriores perfiladas correctamente no tenemos la certeza de esto si no establecemos un seguimiento y control de los resultados que nos permita mantenernos en el sentido orientado o realizar las rectificaciones en casos de desviaciones.
Este paso debe definir quién debe realizar el control y seguimiento y la medición de los indicadores escogidos para medir la efectividad del proceso de manera integral, o sea, tanto en los resultados materiales como en la satisfacción de los clientes externos e internos.
Resumen
Estudiamos como la aplicación del mejoramiento continuo en las organizaciones debe verse como una herramienta para la solución de dificultades o hacia el aprovechamiento de oportunidades, y su relación con la palabra japonesa Kaizen y que proviene de la unión de : Kai “cambio” y zen “para mejorar”, por lo que la expresión completa significa “cambio para mejorar”.
Tener clara la expresión que su utilización es para desarrollar y mejorar los procesos de trabajo y para ser más competitivos, entre otros aspectos importantes.
Es recomendación de este autor, que si importante es el estudio de las ventajas, tanto o más lo es observar los aspectos que pudieran ocasionar desventajas para el proceso.
Aunque en este resumen no detallaremos los elementos esenciales para la implantación de un adecuado mejoramiento continuo si recomendamos con énfasis que sean estudiados en detalle por la significación tan importante que poseen estos.
Las etapas para la aplicación del mejoramiento continuo requieren no solamente un riguroso estudio sino de una correcta aplicación por lo expuesto con relación a las especificidades y características de la organización.
Recordamos las etapas para el desarrollo de un proceso de mejoramiento continuo, las cuales son:
• Identificación de los problemas y/o selección de oportunidades.
• Identificación y análisis de las causas de los problemas.
• Determinación, diseño e implantación de las soluciones.
• Seguimiento, control y aseguramiento de los resultados obtenidos.
Fuente: Gestiopolis.
Bibliografía
Beer, M. (1992). La renovación de las empresas. A través del camino critico.
España: Edic. Mc. Graw Hill Harvard Business School..
Harrington, J. (1993). Mejoramiento de los procesos en la empresa. México:
Editorial Mc. Graw Hill Interamericana SA.
(1997). Administración del mejoramiento continuo.
Colombia: Editorial Mc. Graw Hill Interamericana SA.
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Mejoramiento Continuo. Extraído el 14 de julio de 2005 de Monografías.com.
Ing. Clemente Valdés Herrera - rsnncfarrobagmail.com

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