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sábado, 21 de agosto de 2010

COMMUNITY MANAGER RSE


RSE
Community Manager


Um Community Manager de RSE é o que CRIA comunidade em forma
responsável. Não só importa o que (que gere laços), senão como o faz.


E o deveria fazer com:

CREA

● Conhecimento:
Que esteja ao dia nas últimas noticias e tendências do setor e que tenha habilidades de comunicação e marketing.

● Responsabilidade:
Que seja honesto, transmita informação veraz, mencione as fontes e se faça cargo de seus
comentários e declarações.

● Empatia:
Que se interesse genuinamente por quem formam sua comunidade, que saiba ‘ler’ suas
emoções e comunicar em conseqüência.

● Assertividade:
Que em nome da organização saiba manifestar suas convicções e, se requerido,
defender seus direitos, sem agressividade.

● Engajamento:
Que esteja identificado e envolvido com a RSE e com a organização, para ser sua voz para
fora (e a voz dos clientes para dentro).

● Redação:
Que utilize uma linguagem correta e seja cuidadoso com as normas básicas de estilo, e que conheça a terminologia de RSE.

● Escuta:
Que interatue, não só atue. Que esteja atento ao que se diz, se opina, se promove, se
consulta, se aconselha e se critica.

● Abertura:
Que valore a diversidade de opiniões e teorias. Que esteja disposto a apreender e a se adaptar a novas exigências.

● Colaboração:
Que saiba se movimentar nos espaços 2.0 com lógica social, é dizer que esteja disposto a dar, somar e construir em conjunto.

● Reciprocidade:
Que tenha como prática diária corresponder, agradecer e, quando seja o caso, devolver favores.

● Entusiasmo:
Que acredite no que faze e transmita essa atitude. Que seja capaz de evangelizar e atrair, à RSE e ao entorno digital.

● Afeição:
Que lhe gostem as novas tecnologias e assim esteja sempre à vanguarda em sua aplicação na comunicação de RSE.

▬ Podes contatar a María José Calvimontes através de Twitter (@mjcalvimontes

Community Manager (espanhol)

Un Community Manager de RSE es el que CREA comunidad en forma
responsable. No sólo importa el qué (que genere lazos), sino el cómo lo hace.
Y lo debería hacer con:

CREA
● Conocimiento:
Que esté al día en las últimas noticias y tendencias del sector y que tenga habilidades de comunicación y marketing.
● Responsabilidad:
Que sea honesto, transmita información veraz, mencione las fuentes y se haga cargo de sus
comentarios y declaraciones.
● Empatía:
Que se interese genuinamente por quienes forman su comunidad, que sepa ‘leer’ sus
emociones y comunicar en consecuencia.
● Asertividad:
Que en nombre de la organización sepa manifestar sus convicciones y, si se requiere,
defender sus derechos, sin agresividad.
● Compromiso:
Que esté identificado e involucrado con la RSE y con la organización, para ser su voz hacia
afuera (y la voz de los clientes hacia adentro).
● Redacción:
Que utilice un lenguaje correcto y sea cuidadoso con las normas básicas de estilo, y que
conozca la terminología de RSE.
● Escucha:
Que interactúe, no sólo actúe. Que esté atento a lo que se dice, se opina, se promueve, se
consulta, se aconseja y se critica.
● Apertura:
Que valore la diversidad de opiniones y teorías. Que esté dispuesto a aprender y a adaptarse a nuevas exigencias.
● Colaboración:
Que sepa moverse en los espacios 2.0 con lógica social, es decir que esté dispuesto a dar, sumar y construir en conjunto.
● Reciprocidad:
Que tenga como práctica diaria el corresponder, agradecer y, cuando se dé el caso, devolver favores.
● Entusiasmo:
Que crea en lo que hace y transmita esa actitud. Que sea capaz de evangelizar y atraer, a la RSE y al entorno digital.
● Afición:
Que le gusten las nuevas tecnologías y así esté siempre a la vanguardia en su aplicación en la comunicación de RSE.

▬ Puedes contactar a María José Calvimontes a través de Twitter (@mjcalvimontes

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

RSE


Que fazer com as pilhas ?
( e as baterias?...)

Baseado num artigo de Susana Papale(2003)




Embora as pilhas sejam uma cômoda fonte de energia produtora de eletricidade a partir de reações químicas, uma vez esgotadas e no lixo constituem um resíduo especialmente perigoso.
A todas as chamamos genericamente pilhas, porém seus nomes são variados e derivam da composição interna. Podem ser alcalinas, carvão-zinco, níquel- cádmio, botão segundo tenham mercúrio, lítio e óxido de prata, zinco-ar.
Delas se alimenta hoje boa parte dos aparelhos que usa o homem moderno, porém o problema principal começa no momento de jogar-las ao lixo, já que, por exemplo, uma micro-pilha de mercúrio pode contaminar 600.000 litros de água ao liberar seus componentes de mercúrio ou cádmio, o qual ao entrar em contato com a terra e posteriormente quando se furam e chegam ao lençol de água, contaminam a cadeia alimentar.
Se tomarmos em conta que, só em Estados Unidos se eliminam 200 milhões de pilhas por ano, nos daremos conta que o tema é mais que preocupante.
Quando a indústria eletrônica atingiu níveis de miniaturização quase inimagináveis em seus desenhos, com a conseqüente facilidade para a fabricação de aparelhos portáteis, se produziu uma grande explosão de produção seguida dum grande consumo. Igual que em muitos outros ramos, a indústria e o comércio não se perguntaram pelo impacto que causariam no meio ambiente tais produtos. Assim nos encontramos hoje no mundo e em nosso país (está falando da Argentina), que não há escapado desta corrente, com o uso crescente de pilhas, sem se haver desenvolvido métodos adequados para a eliminação ou reciclagem destes elementos.
Brasil aprovou a Lei 12305, de 2 de agosto de 2010 que cria a “Logística Reversa”, porém eu ainda não conheço as previsões em o referido a pilhas e baterias.
Na Argentina e segundo o INDEC, ingressaram em 1991 4.013.539 k de pilhas.
Não existem iniciativas governamentais tendentes a procurar soluções a pesar de considerar-se a pilha um resíduo perigoso segundo a lei nacional (Argentina) N°24051. A lei chama de substâncias eco tóxicas a todo aquele desfecho que quando se libera, produz efeitos adversos imediatos ou retardados no meio ambiente.
Tem surgido nos últimos anos algumas experiências levadas a cabo por organizações não governamentais (ONG), em diferentes pontos do país tais como Bariloche, Córdoba e Mar del Plata, porém ainda não se pode afirmar cientificamente com absoluta segurança sobre os resultados dessas experiências (vitrificado, encapsulado, aterro, etc. ).
Em outros países, tais como Suécia, desde 1986 se faz coleta de pilhas.
Em Suíça se consideram resíduos perigosos e está proibido enterrar-las ou depositar-las em aterros sanitários. Neste país se recupera o mercúrio, o zinco e o manganês para ser reciclados, ademais de alentar o uso de equipes com pilhas recarregáveis, tendo ditos aparatos um desconto dos 10% e um cartão com o símbolo ISO, que alerta ao consumidor sobre o perigo das pilhas, recordando ao usuário que uma vez esgotadas devem retornar ao ponto de venda.
Em Áustria desde 1991 se proíbe jogar-las com o lixo comum.
Em Espanha desde 1993 já não se fabricam pilhas com alto conteúdo de mercúrio e na Alemanha obrigam ao fabricante e ao comerciante a reciclar-las desde 1993.
A Associação Européia de Fabricantes de Pilhas Secas (Euro pile),é uma entidade que representa a várias companhias e propôs e instrumentou um programa de redução gradual do uso do mercúrio.
Desde 1994 já não se fabricam pilhas com dito metal pesado.
Finalmente, no Japão se reciclam.
A pergunta é: que podemos fazer? Ainda sendo prática, a pilha não é energeticamente eficiente, sua fabricação consume 50 vezes mais energia que a que produz.
É conveniente o uso de aparelhos conectados à rede elétrica e preferir as pilhas recarregáveis, embora sejam mais caras e contém cádmio, sua durabilidade as faz menos perigosas.
Alternativa é optar pelas pilhas alcalinas com mínimo de mercúrio e preferentemente opções das que se pode fazer uso.
Também é recomendável usar calculadoras ou aparelhos a energia solar e não deixar as pilhas ao alcanço das crianças. Podem levar-las à boca e fazer uma inconsciente ingestão de metais pesados com seu conseguinte perigo para a saúde.
Em nosso país, (volta a falar de Argentina), pelo momento, é preferível e mais prudente arrojar as pilhas com o lixo doméstico, por quanto ela irá parar nos aterros sanitários e contaminará menos, já que neles se conta com uma cobertura para que os metais e outros elementos contaminantes não cheguem aos lençóis freáticos.
No Brasil, está possibilidade não é geral, existem aterros com a proteção dos lençóis e outros lixões sem nenhuma proteção. Deve se estudar cada caso.
Os lixiviados ou águas lixiviantes dos aterros, líquidos altamente contaminantes, devem ser tratados adequadamente antes de seu destino final, é importante não jogar as pilhas com o lixo doméstico naquelas cidades que não contam com aterro sanitário, por quanto terminariam nos lixões a céu aberto e contaminariam severamente o solo danando ao ecossistema.
Neste caso é preferível se conectar com organizações que se ocupem da coleta seletiva, como assim também peticionar às autoridades competentes, tanto locais como nacionais, a posta em prática de programas de coleta e reciclagem.
Os fabricantes de pilhas têm a responsabilidade de colaborar na solução apropriada que evite a contaminação produzida por seus produtos, pondo toda sua tecnologia ao serviço do ambiente.
O Estado deve intervir urgentemente para definitivamente estabelecer os mecanismos que facilitem a coleta das mesmas em recipientes adequados e adotar as medidas para sua reciclagem e destino final ambientalmente seguro (aterro de segurança para resíduos perigosos).
Este tema compromete por igual a fabricantes, técnicos e governos, que devem desenvolver obrigatoriamente e à breve, métodos eficazes para a eliminação segura das pilhas e evitar assim o impacto ambiental que produzem seus componentes contaminantes, pondo em prática políticas ambientais que façam da qualidade de vida não uma declaração senão uma realidade.
As pilhas respondem a essa caracterização de substâncias perigosas chamadas eco - tóxicas porque são desfechos que, liberado, têm ou podem ter efeitos adversos imediatos ou retardados no meio ambiente.
• USAR APARELHOS CONECTADOS A REDE ELÉTRICA.
• PREFERIR PILHAS RECARREGAVEIS.
• OPTAR POR PILHAS ALCALINAS.
• NÃO COMPRAR BRINQUEDOS A PILHA.
• USAR CALCULADORAS E APARELHOS A ENERGÍA SOLAR.
• NÃO DEIXAR PILHAS AO ALCANÇO DAS CRIANÇAS.


¿Qué hacer con las pilas?
Por Susana Papale *

Aunque las pilas son una cómoda fuente de energía productora de electricidad a partir de reacciones químicas, una vez agotadas en la basura constituyen un residuo especialmente peligroso.
A todas las llamamos genéricamente pilas, pero sus nombres son variados y derivan de la composición interna. Pueden ser alcalinas, carbón-zinc, níquel-cadmio, botón según tengan mercurio, litio y óxido de plata, zinc-aire.
De ellas se alimenta hoy buena parte de la aparatología que usa el hombre moderno, pero el problema principal comienza en el momento de arrojarlas a la basura, ya que, por ejemplo, una micrópilo de mercurio puede contaminar 600.000 litros de agua al liberar sus componentes de mercurio o cadmio, el cual al entrar en contacto con la tierra y posteriormente cuando perchonan y llegan a la ñapa de agua, contaminan la cadena alimentaría.
Si tomamos en cuenta que, sólo en Estados Unidos se eliminan 200 millones de pilas por año, nos daremos cuenta que el tema es más que preocupante.
Cuando la industria electrónica logró niveles de miniaturización casi inimaginables en sus diseños, con la consiguiente facilidad para la fabricación de aparatos portátiles, se produjo una gran explosión de producción seguida de un gran consumo. Al igual que en muchos otros rubros, la industria y el comercio no se preguntaron por el impacto que causarían en el medio ambiente tales productos. Así nos encontramos hoy en el mundo y en nuestro país, que no ha escapado a esta corriente, con el uso creciente de pilas, sin haber desarrollado métodos adecuados para la eliminación o reciclado de estos elementos.
En la Argentina y según el INDEC, ingresaron en 1991 4.013.539 k de pilas.
No existen iniciativas gubernamentales tendientes a buscar soluciones a pesar de considerar a la pila un residuo peligroso según la ley nacional 24051. La ley llama sustancias ecotóxicas a todo aquel desecho que si se libera, produce efectos adversos inmediatos o retardados en el medio ambiente.
Han surgido en los últimos años algunas experiencias llevadas a cabo por organizaciones no gubernamentales (ONG), en diferentes puntos del país tales como Bariloche, Córdoba y Mar del Plata, pero aún no se puede afirmar científicamente con absoluta seguridad sobre los resultados de esas experiencias (vitrificación, encapsulado, enterramiento, etc).
En otros países, tales como Suecia, desde 1986 se hace recolección de pilas.
En Suiza se consideran residuos peligrosos y está prohibido enterrarlas o depositarlas en rellenos sanitarios. En este país se recupera el mercurio, el zinc y el manganeso para ser reciclados, además de alentar el uso de equipos con pilas recargables, teniendo dichos aparatos un descuento del 10% y una etiqueta con el símbolo ISO, que alerta al consumidor sobre la peligrosidad de las pilas, recordando al usuario que una vez agotadas deben retornar al punto de venta.
En Austria desde 1991 se prohíbe arrojarlas con la basura común.
En España desde 1993 ya no se fabrican pilas con alto contenido de mercurio y en Alemania obligan al fabricante y al comerciante a reciclarlas desde 1993.
La Asociación Europea de Fabricantes de Pilas Secas (Euro pile), es una entidad que representa a varias compañías y propuso e instrumentó un programa de reducción gradual del uso del mercurio.
Desde 1994 ya no se fabrican pilas con dicho metal pesado.
Finalmente, en Japón se reciclan.
La pregunta es ¿qué podemos hacer?. Aunque práctica, la pila no es energéticamente eficiente, su fabricación insume 50 veces más energía que la que produce.
Es conveniente el uso de aparatos conectados a la red eléctrica y preferir las pilas recargables, si bien son más caras y contienen cadmio, su durabilidad las hace menos peligrosas.
Otra alternativa es optar por las pilas alcalinas con mínimo de mercurio y preferentemente opciones de las que se puede hacer uso.
También es recomendable usar calculadoras o aparatos a energía solar y no dejar las pilas al alcance de los niños. Pueden llevarlas a la boca y hacer una inconsciente ingesta de metales pesados con su consiguiente peligro para la salud.
En nuestro país, por el momento, es preferible y más prudente arrojar las pilas con la basura doméstica, por cuanto esta irá a parar a los rellenos sanitarios y contaminará menos, ya que en ellos se cuenta con una cobertura para que los metales y otros elementos contaminantes no pasen a las ñapas.
Los lixiviados de los rellenos, líquidos altamente contaminantes, son tratados adecuadamente antes de su destino final, Es importante no arrojar las pilas con la basura domiciliaria en aquellas ciudades que no cuentan con relleno sanitario, por cuanto irían a parar a los basurales a cielo abierto y contaminarían severamente el suelo dañando el ecosistema.
En este caso es preferible conectarse con organizaciones que se ocupen de la recolección, como así también peticionar a las autoridades competentes, tantos locales como nacionales, la puesta en práctica de programas de recolección y reciclado.
Los fabricantes de pilas tienen la responsabilidad de colaborar en la solución apropiada que evite la contaminación producida por sus productos, poniendo toda su tecnología al servicio del ambiente.
El Estado debe intervenir urgentemente para definitivamente establecer los mecanismos que faciliten la recolección de las mismas en recipientes adecuados y adoptar las medidas para su reciclado y destino final ambientalmente seguro (relleno de seguridad para residuos peligrosos).
Esta tema compromete por igual a fabricantes, técnicos y gobiernos, quienes deben desarrollar obligatoriamente y a la brevedad, métodos eficaces para la eliminación segura de las pilas y evitar así el impacto ambiental que producen sus componentes contaminantes, poniendo en práctica políticas ambientales que hagan de la calidad de vida no una declaración sino una realidad.
Para concluir es preciso tener en cuenta la Ley Nacional de Residuos Peligrosos número 24051, la cual incluye con la categoría de desechos peligrosos a aquellos que tengan como constituyentes, compuestos de zinc, cadmio, mercurio, etc.
Las pilas responden a esa caracterización de sustancias peligrosas llamadas ecotóxicas porque son desechos que, si se liberan, tienen o pueden tener efectos adversos inmediatos o retardados en el medio ambiente.
• USAR APARATOS CONECTADOS A LA RED ELÉCTRICA.
• PREFERIR PILAS RECARGABLES.
• OPTAR POR PILAS ALCALINAS.
• NO COMPRAR JUGUETES A PILA.
• USAR CALCULADORAS Y APARATOS A ENERGÍA SOLAR.
• NO DEJAR PILAS AL ALCANCE DE LOS NIÑOS.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ADULTOS MAYORES


SER MAIOR DE 60 ANOS EM 2010

MÓNICA CEBERIO BELAZA - Madrid - 19/01/2010

A ONU prevê que em 2045 os maiores de 60 anos superem aos menores de 14.
Os países em desenvolvimento seguem as pautas de crescimento dos desenvolvidos.
A população envelhece não só no primeiro mundo, senão em todo o planeta, de forma inevitável e num "processo sem precedentes na história da humanidade", segundo o último informe da Divisão de População de Nações Unidas, publicado esta semana.
Uma de cada nove pessoas tem mais de 60 anos e se prevê que seja uma de cada cinco dentro de 40 anos.
Em 2045 o número total de maiores desta idade superará por primeira vez ao de menores de 14 no mundo todo (o que já aconteceu nos países desenvolvidos em 1998).
"O envelhecimento da população é profundo e terá implicações em todas as facetas da vida", sinala o informe, que menciona especificamente as conseqüências na poupança, o consumo, os mercados de trabalho, as aposentadorias, os impostos, a epidemiologia, os sistemas de saúde, a composição das famílias ou os fluxos migratórios.
O aumento na esperança de vida das regiões em vias de desenvolvimento e o controle da natalidade estão trocando de forma espetacular as pirâmides de população, que darão uma reviravolta em 100 anos: de 1950 a 2050 a porcentagem de maiores haverá passado de 8% a 22% quase uma quarta parte da humanidade.
No ano 2000 havia 600 milhões de maiores, cifra que triplicava a de 1950. Neste momento há 737 milhões.
Os demógrafos não esperam que as decrescentes taxas de fertilidade voltem em nenhum caso a ser as mesmas que no passado, pelo que consideram que o envelhecimento não se freará senão que seguirá em aumento, sobre todo nos países em vias de desenvolvimento, onde mais se está reduzindo a mortalidade.

A idade média mundial é de 28 anos.
O país mais envelhecido é Japão, com 44 anos, e o mais jovem Níger, com apenas 15.
Prevê-se que em 2050 esta idade média aumente 10 anos, até os 38.
O informe da ONU se baseia em estimações e cálculos elaborados com dados atualizados -não todos- até agosto de 2009.

●- Nível de desenvolvimento. Uma de cada cinco pessoas nos países desenvolvidos tem mais de 60 anos.
E as predições da ONU indicam que em 2050 serão uma de cada três.
Na Ásia, América Latina e o Caribe são agora uma de cada dez (chegarão ao 20% em 2050), e uma de cada 19 na África (11% em 2050).
O envelhecimento avança muito rápido nos países em vias de desenvolvimento, sobre tudo nas economias emergentes.
China vai passar de um 12% de maiores de 60 anos a um 31% em só 40 anos; a Índia, de 7% a uns 20%; e Brasil, de 10% a uns 29%.

●- Esperança de vida. O ser humano tem ganhado mais de 20 anos de vida desde 1950. Há passado de ter como horizonte vital 48 anos -de média mundial- a ter 68.
E, quem tem chegado aos 60, podem esperar razoavelmente viver 18 anos mais se são homens e 21 a mais se são mulheres.
Obviamente, há diferenças em função do desenvolvimento dos países: nos mais desenvolvidos os homens em média vivem 20 anos mais e as mulheres 24, em tanto que nos menos desenvolvidos a esperança de vida dessa idade é de 15 anos para os homens e 17 para as mulheres.

●- Trabalho e aposentadorias. Em 1950 havia 12 pessoas de 15 a 64 anos por cada maior de 60 anos.
Em 2009 foram nove e em 2050 se prevê que esse número cairá a quatro, o que suporá um desafio para os sistemas de aposentadorias de todo o mundo.
A idade de aposentadoria varia em função dos países: costuma ser aos 65 anos nos desenvolvidos e entre os 55 e 60 nos que estão em vias de desenvolvimento.
Porém, nestes últimos, a pesar duma idade de aposentadoria mais baixa, uma porcentagem da população maior costuma seguir trabalhando ante a falta de cobertura social e de aposentadorias.
Em 30 países -a maioria africana- mais da metade dos maiores de 65 anos são economicamente ativos, em tanto que em países como a França só trabalha o 2%.

●- Octogenários e centenários. O 14% dos maiores de 60 anos em 2009 tinha mais de 80, e a porcentagem vai aumentando.
Prevê-se que sejam os 20% deste segmento de idade em 2050.
Os centenários também crescem. Foram uns 454.000 em 2009 e a ONU predize que existam mais de quatro milhões dentro de 40 anos.

●- Homens e mulheres. Por sua alta esperança de vida, há uns 66 milhões mais de mulheres que de homens maiores de 60 anos.
Por cada 83 homens há 100 mulheres, distância que aumenta nas pessoas com mais de 80: 59 homens por cada 100 mulheres.
Quanto mais desenvolvido é o país, maiores as diferenças de longevidade em função do sexo.

●- Sós ou acompanhados. O 14% dos maiores de 60 anos vivem sozinhos, porcentagem que chega aos 19% no caso das mulheres.
Os homens se casam mais com mulheres jovens que morrem depois que eles e tendem mais a se casar si se divorciam ou ficam viúvos.

A transição demográfica em marcha

A redução tanto da mortalidade como da fertilidade causa necessariamente o envelhecimento da população, e os câmbios nestes indicadores durante os últimos 60 anos tem sido muito profundos.
A taxa de natalidade tem caído quase à metade: de 4,9 crianças por mulher em 1950 se há passado a 2,6 no período 2005-2010.
A ONU prevê que esta cifra siga diminuindo até as duas crianças por mulher nos anos 2045-2050 - o mínimo para assegurar uma correta troca geracional-.
Nos países desenvolvidos a taxa já é nestes momentos menor: de 1,6 crianças por mulher.
O informe da ONU prevê um aumento da natalidade nestes Estados nos próximos 40 anos e que siga diminuindo nas regiões em desenvolvimento, onde se há passado de seis crianças por mulher em 1950 a 2,7 nestes momentos.

A mortalidade diminui, porém com grandes diferenças entre os países em desenvolvimento: em Hong Kong, Mação ou Singapura a esperança de vida é superior aos 80 anos em tanto que em Afeganistão e Zimbábue não supera os 45.
E em alguns países africanos a presença do AIDS implica elevadíssimas taxas de mortalidade infantil.
Quase todos os países desenvolvidos têm uma esperança de vida de mais de 70 anos (salvo alguns Estados do Leste de Europa como Ucrânia ou Rússia).
A diferenç a em anos de vida entre nascer em um deles ou em um dos menos desenvolvidos do mundo é de 21 anos.


SER MAYOR DE 60 AÑOS EN 2010 (espanhol)
MÓNICA CEBERIO BELAZA - Madrid - 19/01/2010


La ONU prevé que en 2045 los mayores de 60 años superen a los menores de 14.
Los países en desarrollo siguen las pautas de crecimiento de los desarrollados.
La población envejece no sólo en el primer mundo, sino en todo el planeta, de forma imparable y en un "proceso sin precedentes en la historia de la humanidad", según el último informe de la División de Población de Naciones Unidas, publicado esta semana.
Una de cada nueve personas tiene más de 60 años y se prevé que sea una de cada cinco dentro de 40 años.
En 2045 el número total de mayores de esta edad superará por primera vez al de menores de 14 en todo el mundo (lo que ya ocurrió en los países desarrollados en 1998).
"El envejecimiento de la población es profundo y tendrá implicaciones en todas las facetas de la vida", señala el informe, que menciona específicamente las consecuencias en el ahorro, el consumo, los mercados de trabajo, las jubilaciones, los impuestos, la epidemiología, los sistemas de salud, la composición de las familias o los flujos migratorios.
El aumento en la esperanza de vida de las regiones en vías de desarrollo y el control de la natalidad están cambiando de forma espectacular las pirámides de población, que darán un vuelco en 100 años: de 1950 a 2050 el porcentaje de mayores habrá pasado del 8% al 22% casi una cuarta parte de la humanidad.
En el 2000 había 600 millones de mayores, cifra que triplicaba la de 1950. En estos momentos hay 737 millones.
Los demógrafos no esperan que las decrecientes tasas de fertilidad vuelvan en ningún caso a ser las mismas que en el pasado, por lo que consideran que el envejecimiento no se frenará sino que seguirá en aumento, sobre todo en los países en vías de desarrollo, donde más se está reduciendo la mortalidad.

La edad media mundial es de 28 años.
El país más envejecido es Japón, con 44, y el más joven Níger, con apenas 15.
Se prevé que en 2050 está edad media aumente 10 años, hasta los 38.
El informe de la ONU se basa en estimaciones y cálculos elaborados con datos actualizados -no todos- hasta agosto de 2009.

●- Nivel de desarrollo. Una de cada cinco personas en los países desarrollados tiene más de 60 años.
Y las predicciones de la ONU indican que en 2050 serán una de cada tres.
En Asia, América Latina y el Caribe son ahora una de cada diez (llegarán al 20% en 2050), y una de cada 19 en África (el 11% en 2050).
El envejecimiento avanza muy rápido en los países en vías de desarrollo, sobre todo en las economías emergentes.
China va a pasar de un 12% de mayores de 60 años a un 31% en solo 40 años; la India, de un 7% a un 20%; y Brasil, de un 10% a un 29%.

●- Esperanza de vida. El ser humano ha ganado más de 20 años de vida desde 1950. Ha pasado de tener como horizonte vital 48 años -de media mundial- a tener 68.
Y, quienes han llegado a los 60, pueden esperar razonablemente vivir 18 años más si son hombres y 21 más si son mujeres.
Obviamente, hay diferencias en función del desarrollo de los países: en los más desarrollados los hombres de media viven 20 años más y las mujeres 24, mientras que en los menos desarrollados la esperanza de vida a esa edad es de 15 años para los hombres y 17 para las mujeres.

●- Trabajo y pensiones. En 1950 había 12 personas de 15 a 64 años por cada mayor de 60 años.
En 2009 fueron nueve y en 2050 se prevé que ese número caiga a cuatro, lo que supondrá un reto para los sistemas de pensiones de todo el mundo.
La edad de jubilación varía en función de los países: suele ser a los 65 años en los desarrollados y entre los 55 y 60 en los que están en vías de desarrollo.
Pero, en estos últimos, a pesar de una edad de jubilación más baja, un porcentaje de la población mayor suele seguir trabajando ante la falta de cobertura social y de pensiones.
En 30 países -la mayoría africanos- más de la mitad de los mayores de 65 años son económicamente activos, mientras que en países como Francia sólo trabaja el 2%.

●- Octogenarios y centenarios. El 14% de los mayores de 60 años en 2009 tenía más de 80, y el porcentaje va en aumento.
Se prevé que sean el 20% de este segmento de edad en 2050.
Los centenarios también crecen. Fueron unos 454.000 en 2009 y la ONU predice que haya más de cuatro millones dentro de 40 años.

●- Hombres y mujeres. Por su alta esperanza de vida, hay unos 66 millones más de mujeres que de hombres mayores de 60 años.
Por cada 83 hombres hay 100 mujeres, distancia que aumenta en las personas con más de 80: 59 hombres por cada 100 mujeres.
Cuanto más desarrollado es el país, mayores son las diferencias de longevidad en función del sexo.

●- Solos o acompañados. El 14% de los mayores de 60 años viven solos, porcentaje que llega al 19% en el caso de las mujeres.
Los hombres se casan más con mujeres jóvenes que mueren después que ellos y tienden más a casarse si se divorcian o si se quedan viudos.

La transición demográfica en marcha

La reducción tanto de la mortalidad como de la fertilidad causa necesariamente el envejecimiento de la población, y los cambios en estos indicadores durante los últimos 60 años han sido muy profundos.
La tasa de natalidad ha caído casi a la mitad: de 4,9 niños por mujer en 1950 se ha pasado a 2,6 en el periodo 2005-2010.
La ONU prevé que esta cifra siga disminuyendo hasta los dos niños por mujer en los años 2045-2050 -el mínimo para asegurar un correcto reemplazo generacional-.
En los países desarrollados la tasa ya es en estos momentos menor: de 1,6 niños por mujer.
El informe de la ONU prevé un aumento de la natalidad en estos Estados en los próximos 40 años y que siga disminuyendo en las regiones en desarrollo, donde se ha pasado de seis niños por mujer en 1950 a 2,7 en estos momentos.

La mortalidad disminuye, pero con grandes diferencias entre los países en desarrollo: en Hong Kong, Macao o Singapur la esperanza de vida es superior a los 80 años mientras que en Afganistán y Zimbabue no supera los 45.
Y en algunos países africanos la presencia del VIH implica elevadísimas tasas de mortalidad infantil.
Casi todos los países desarrollados tienen una esperanza de vida de más de 70 años (salvo algunos Estados del Este de Europa como Ucrania o Rusia).
La diferencia en años de vida entre nacer en uno de ellos o en uno de los menos desarrollados del mundo es de 21 años.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

FILOSOFIA PERENNE


A ‘Filosofia Perene’ entra na empresa a través do desenvolvimento pessoal
Por Victor Gay Zaragoza

O cambio e a evolução são o único que perdura com o passo do tempo. Embora, há uma mensagem que se há vido repetindo ao longo de toda a história da humanidade.
Se realizarmos um percorrido através das diferentes interpretações que se tem feito do ser
humano, comprovamos como em essência sempre tem existido um denominador comum.
Ao conhecer as idéias dos grandes filósofos e sábios procedentes de todos os cantos do
planeta descobrimos elementos compartilhados. E este achado traz consigo uma revelação que
está pondo-se em prática nas empresas socialmente responsáveis.
Esta essência comum a encontramos descrita em diferentes fontes.
Desde os textos sagrados indianos até os evangelhos cristianos.
Desde os sutras do Buda até os poemas místicos sufis.
E, mais recentemente, nas páginas dos últimos bestsellers dos principais gurus do
management contemporâneo, entre os que destacam Stephen Covey, Fredy Kofman e Alex Rovira.
Embora difiram na forma, o conteúdo de todos eles comparte uma série de princípios e
valores.
Este denominador comum há sido conhecido como a ‘Filosofia Perene’, um término que foi
acunhado no século XVI pelo erudito italiano Agostino Steuco, autor da obra “De Perennis
Philosofia”.
Embora, a democratização deste conceito no se produzo até mediados do
século XX, quando o reconhecido filósofo britânico Aldous Houxley publicó “La Filosofia
Perene” (*).
Por descrever-la brevemente, esta corrente filosófica, existencial e espiritual se baseia
fundamentalmente nos seguintes princípios:
●-Todo o que existe forma parte de uma mesma unidade, que podemos sentir dentro e fora de
nós.
●- O que nos separa do contato com esta unidade é a ignorância de no saber quem somos e a
inconsciência de não querer saber-lo.
●- O autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal são processos e ferramentas que nos
permitem crescer cambiar e evoluir em direção para esta unidade.
●- A paz interior é o indicador mais fiável de que temos atingido a unidade com nós
mesmos, com os demais e com a realidade da que todos formamos parte.
Porém, de que maneira se tem posto em prática os princípios da ‘Filosofia Perene?
Para responder a esta pergunta basta com olharmos no legado de dois dos grandes líderes do século XX: Mahatma Gandhi e Martin Luther King.
Ainda hoje são lembrados e admirados por liderar dois dos movimentos políticos mais efetivos da história da humanidade: a independência da Índia e a igualdade de direitos entre raças nos EEUU.
O êxito de Gandhi e Luther King não radica no “que conseguiram” senão em “como o conseguiram”.
Os dois compartilharam seu compromisso por seu próprio autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Prova disto é que subiram liberar-se da tirania da ignorância e a inconsciência, trabalhando primeiramente sobre se mesmos.
E ao descobrir quem eles eram e entrar em contato com sua paz interior, dedicaram sua vida ao serviço dos demais.
Em seus discursos, os dois coincidiram em que existia uma unidade mais além das diferenças superficiais, como a raça, a cultura e a religião.
De aí que os dois encarnaram o principio da “não violência”, um conceito ideado pelo filósofo e escritor russo Leon Tolstoi, cuja obra “O reino de Deus”, determinou o estilo de liderança de Gandhi e Luther King.
Como todo o mundo sabe, seus resultados foram assombrosos.
Porém o que tal vez há passado mais despercebido é que a essência de sua liderança efetiva foram os princípios e valores da ‘Filosofia Perene’.
Extrapolando estes casos de êxito tão inspiradores ao contexto econômico atual, descobrimos que no âmbito dos Recursos Humanos e a gestão do talento, ao longo dos últimos anos se tem começado a utilizar o Coaching, a Programação Neurolingüística (PNL) e o Eneagrama.
Estas ferramentas estão demonstrando sua efetividade à hora de potenciar o desenvolvimento pessoal e a melhora da cultura organizacional das empresas socialmente responsáveis.
Se bem não se costuma falar muito disto, quase todos os diretivos das grandes multinacionais participam em processos de Coaching e assistem a cursos de Eneagrama para crescer e criar equipes de trabalho mais eficientes.
Se aprofundarmos na essência destas ferramentas modernas de management, vemos como seus principais pilares são autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal.
É dizer, os mesmos que tem movimentado aos grandes filósofos, sábios e líderes ao longo da história da humanidade. Embora ainda esta dando seus primeiros passos, temos motivos mais que suficientes para celebrar a chegada da ‘Filosofia Perene’ ao mundo da empresa.
Víctor Gay Zaragoza é consultor especializado na dimensão humana da empresa e professor do máster em desenvolvimento pessoal e liderança da Universitat de Barcelona (UB). Ao longo de sua carreira há trabalhado e colaborado para empresas como Accenture, Unilever, Heineken, Epson y Barry Callebaut entre outras.
(*) Aldous Huxley - A Filosofia Perene ( por John White)
A Filosofia Perene ocupa-se primordialmente da Realidade divina, una e substancial do mundo múltiplo das coisas, das vidas e das mentes. Mas a natureza dessa Realidade una é tal, que só pode ser aprendida direta e imediatamente por aqueles que decidiram preencher certas condições, tornando-se amorosos e puros de coração.
"Eu vivo e, entretanto, não sou eu quem vive mas Cristo que vive em mim", ou talvez fosse mais exato usar o verbo transitivamente e dizer ; "Eu vivo e, entretanto não sou eu quem vive ; pois é o Logos que me vive", vive-me como um ator vive o seu papel. Nesse caso, é claro, o ator é sempre infinitamente superior ao papel. No que concerne à vida real, não existem personagens shakespearianos .
Por não sabermos quem somos, por não termos consciência de que o Reino dos Céus está dentro de nós, procedemos de maneiras geralmente tolas, não raro insensatas, às vezes criminosas e tão caracteristicamente humanas.
Somos salvos, libertados e iluminados ao perceber o bem, até então despercebido, que já existe dentro de nós, retornando ao nosso Fundamento eterno e permanecendo onde sempre estivemos sem o saber.
Platão fala a mesma coisa ao afirmar, na República , que "a virtude da sabedoria, mais do que qualquer outra coisa, contém um elemento divino que sempre subsiste". E no Teéteto e ressalta a idéia, tão freqüentemente repetida pelos que praticam a religião espiritualista, de que só nos tornando divinos podemos conhecer Deus, e tornar-nos divinos é identificar-nos com o elemento divino que, na verdade, constitui nossa natureza fundamental, mas do qual, em nossa ignorância quase sempre voluntária, preferimos permanecer inconscientes.

La ‘Filosofía Perenne’ entra en la empresa a través del desarrollo personalPor Víctor Gay Zaragoza

El cambio y la evolución son lo único que perdura con el paso del tiempo. Sin embargo, hay un mensaje que se ha venido repitiendo a lo largo de toda la historia de la humanidad.
Si realizamos un recorrido a través de las diferentes interpretaciones que se han hecho del ser
humano, comprobamos como en esencia siempre ha existido un denominador común.
Al conocer las ideas de los grandes filósofos y sabios procedentes de todos los rincones del
planeta descubrimos elementos compartidos. Y este hallazgo trae consigo una revelación que está
poniéndose en práctica en las empresas socialmente responsables.
Esta esencia común la encontramos descrita en diferentes fuentes.
Desde los textos sagrados hindúes hasta los evangelios cristianos.
Desde los sutras del Buda hasta los poemas místicos sufíes.
Y, más recientemente, en las páginas de los últimos bestsellers de los principales gurús del
management contemporáneo, entre los que destacan Stephen Covey, Fredy Kofman y Alex Rovira.
Aunque difieran en la forma, el contenido de todos ellos comparte una serie de principios y
valores.
Este denominador común ha sido conocido como la ‘Filosofía Perenne’, un término que fue
acuñado en el siglo XVI por el erudito italiano Agostino Steuco, autor de la obra De Perenni
Philosofia. Sin embargo, la democratización de este concepto no se produjo hasta mediados del
siglo XX, cuando el reconocido filósofo británico Aldous Houxley publicó La Filosofía Perenne.
Por describirla brevemente, esta corriente filosófica, existencial y espiritual se basa
Fundamentalmente en los siguientes principios:
●-Todo lo que existe forma parte de una misma unidad, que podemos sentir dentro y fuera de
nosotros.
●- Lo que nos separa del contacto con esta unidad es la ignorancia de no saber quiénes somos y la
inconsciencia de no querer saberlo.
●- El autoconocimiento y el desarrollo personal son procesos y herramientas que nos permiten
crecer,
cambiar y evolucionar en dirección hacia esta unidad.
●- La paz interior es el indicador más fiable de que hemos alcanzado la unidad con nosotros
mismos, con los demás y con la realidad de la que todos formamos parte.
Pero, ¿de qué manera se han puesto en práctica los principios de la ‘Filosofía Perenne? Para responder a esta pregunta basta con fijarnos en el legado de dos de los grandes líderes del siglo XX: Mahatma Gandhi y Martin Luther King.
Todavía hoy son recordados y admirados por liderar dos de los movimientos políticos más efectivos de la historia de la humanidad: la independencia de la India y la igualdad de derechos entre razas en los EEUU.
El éxito de Gandhi y Luther King no radica en “lo que consiguieron” sino en “cómo lo consiguieron”.
Los dos compartieron su compromiso por su propio autoconocimiento y desarrollo personal.
Prueba de ello es que supieron liberarse de la tiranía de la ignorancia y la inconsciencia, trabajando primeramente sobre sí mismos.
Y al descubrir quiénes eran y entrar en contacto con su paz interior, dedicaron su vida al servicio de los demás.
En sus discursos, los dos coincidieron en que existía una unidad más allá de las diferencias superficiales, como la raza, la cultura y la religión.
De ahí que los dos encarnaran el principio de “la no violencia”, un concepto ideado por el filósofo y escritor ruso Leon Tolstoi, cuya obra “El reino de Dios”, determinó el estilo de liderazgo de Gandhi y Luther King.
Como todo el mundo sabe, sus resultados fueron asombrosos.
Pero lo que tal vez ha pasado más desapercibido es que la esencia de su liderazgo efectivo fueron los principios y valores de la ‘Filosofía Perenne’.
Extrapolando estos casos de éxito tan inspiradores al contexto económico actual, descubrimos que en el ámbito de los Recursos Humanos y la gestión del talento, a lo largo de los últimos años se han empezado a utilizar el Coaching, la Programación Neurolingüística (PNL) o el Eneagrama.
Estas herramientas están demostrando su efectividad a la hora de potenciar el desarrollo personal y la mejora de la cultura organizacional de las empresas socialmente responsables.
Si bien no se suele hablar mucho de ello, casi todos los directivos de las grandes multinacionales participan en procesos de Coaching y asisten a cursos de Eneagrama (*) para crecer y crear equipos de trabajo más eficientes.
Si profundizamos en la esencia de estas herramientas modernas de management, vemos como sus principales pilares son el autoconocimiento y el desarrollo personal.
Es decir, los mismos que han movido a los grandes filósofos, sabios y líderes a lo largo de la historia de la humanidad. Aunque todavía está dando sus primeros pasos, tenemos motivos más que suficientes para celebrar la llegada de la ‘Filosofía Perenne’ al mundo de la empresa.
Víctor Gay Zaragoza es consultor especializado en la dimensión humana de la empresa y profesor del master en desarrollo personal y liderazgo de la Universitat de Barcelona (UB). A lo largo de su carrera ha trabajado y colaborado para empresas como Accenture, Unilever, Heineken, Epson y Barry Callebaut entre otras.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

COMPRAS


Estudiar para innovar – español

La importancia de la gestión de compras en la innovación

Cases de Consultoría

● Gustaríamos de incentivar la innovación entre nuestros proveedores, participando del desarrollo de nuevos productos y servicios. Cuál es la mejor manera de conseguir esto y cuáles son los potenciales peligros?

Pregunta: Comprador sénior, Southampton, England.

Responde: RONAN CARTER, Director de Abastecimiento, Allergan

Incentivar la reducción de costos es relativamente simple. Usted puede pedir a los proveedores para reducir sus costos y la complejidad de sus propias cadenas de suministro, y compartir algunas de las economías obtenidas.
En cambio, incentivar la innovación es mucho más difícil. Los grupos industriales, el aprendizaje de otros sectores y la recepción de ideas de su base de proveedores son las áreas clave para innovar. Para permitir a los proveedores hacer esto, ellos precisan ser socios del negocio, entender sus necesidades estratégicas.
Una alternativa es convidarlos para reuniones de estrategia, para atender a sus clientes y entender el escenario competitivo donde su empresa actúa. Usted precisa incentivar la generación de ideas. Yo tengo hecho eso, especialmente con proveedores en el mercado interno, premiando la generación de la idea con un criterio do pago de remuneración por resultados. Para obtener una puntuación máxima, los proveedores están obligados a traer un mínimo de tres ideas por año, y tener por lo menos una de ellas implementadas. El pago por resultados solo funciona si hubiera una cuota de ganancia real - el proveedor recibe una participación por superar las expectativas.

Responde: CHRIS GRAVES, Director de Contratos & Servicios - Yorkshire Organización de Compras

Ninguna empresa tiene recursos ilimitados para innovar. La clave es concentrarse en los proveedores, donde están reunidas las condiciones para la innovación - Es el único proveedor capaz? Están interesados en su empresa? Usted puede confiar en ellos?
Cualquier definición de prioridades es mejor atendida a través de una gestión estructurada de la relación con el proveedor (SEM - Supplier Relationship Management) del programa. Usted puede realizar un día de "innovación", donde usted solicite ideas para nuevos productos y servicios.
Después de haber decidido sobre la asociación con los proveedores, un abordaje estructurado es necesario para filtrar, focalizar y desarrollar ideas. El patrocinio executivo sénior (máximo nivel) es necesario en ambos lados para garantizar el compromiso, la tracción y la obtención del éxito.
En el ámbito SRM, también puede valer la pena pensar como motivar al proveedor, no solo para llegar a una nueva idea, sino para ofrecer un flujo continuo de ventajas innovadoras para su negocio a través de la creación de incentivos financieros.

Responde: ASTRID Berkman, asociado, CE Harris

Existen tres cosas a considerar: Compromiso, Colaboración y Creatividad.
Usted precisa de la autorización de sus proveedores para dedicar las personas, ideas y tiempo para innovar. En contrapartida, ellos esperan su compromiso de que serán beneficiados - por ejemplo, participación en los lucros, relaciones públicas y referencias, compromisos de ambas partes pueden ser formalmente reflejados en sus disposiciones contractuales y comerciales.
El desarrollo conjunto de nuevos productos y servicios exigen la colaboración entre entre usted y sus proveedores, así como entre sus proveedores. La creación de un objetivo común y un ambiente de apertura contribuirán para eso.
Estimular la creatividad a través de la innovación, talleres utilizando Ingeniería de valor, benchmarking y mirando lo que se está haciendo en otros sectores. Una vez que las ideas son generadas y jerarquizadas usted puede crear equipos virtuales que generarán una idea, la concepción de la solución, desarrollarán el producto o servicio y podrán probarlo.
Puntos clave
• Para ser innovadores sus proveedores precisan entender su negocio
• Crear incentivos, ofreciendo recompensas financieras para las buenas ideas
• Obtener altos niveles de buy-in (comprar en) por parte de ambos, su propia organización y el proveedor.

Estudar para inovar

A importância da gestão de compras na inovação

Cases de Consultoria

● Gostaríamos de incentivar a inovação entre nossos fornecedores, participando do desenvolvimento de novos produtos e serviços. Qual é a melhor maneira de conseguir isso e quais são os potenciais perigos?
Pergunta: Comprador sênior, Southampton, England.
Responde: RONAN CARTER, Diretor de Abastecimento, Allergan
Incentivar a redução de custos é relativamente simples. Você pode pedir aos fornecedores para reduzir custos e a complexidade de suas próprias cadeias de fornecimento, e compartilhar algumas das economias obtidas.
No entanto, incentivar a inovação é bem mais difícil. Os grupos industriais, a aprendizagem de outros setores e a recepção de idéias de sua base de fornecedores são áreas-chave para inovar. Para permitir aos fornecedores fazer isso, eles precisam ser parceiros de negócios, entender suas necessidades estratégicas.
Uma alternativa é convidá-los para reuniões de estratégia, para atender seus clientes e entender o cenário competitivo onde sua empresa atua. Você precisa incentivar a geração de idéias. Eu tenho feito isso, especialmente com fornecedores no mercado interno, premiando a geração da idéia com critério do pagamento de remuneração por resultados. Para obter uma pontuação máxima, os fornecedores são obrigados a trazer um mínimo de três idéias por ano, e ter pelo menos uma destas implementadas. O pagamento por resultados só funciona se houver uma quota de ganho real - o fornecedor recebe uma participação por superar as expectativas.
Responde: CHRIS GRAVES, diretor de contratos - serviços, Yorkshire aquisição Organização
Nenhuma empresa tem recursos ilimitados para inovar. A chave é concentrar-se nos fornecedores, onde estão reunidas as condições para a inovação - É o único fornecedor capaz? Estão interessados em sua empresa? Você pode confiar neles?
Qualquer definição de prioridades é mais bem servida através de uma gestão estruturada da gestão relação fornecedora (SEM - Supplier Relationship Management) do programa. Você pode realizar um dia de "inovação", onde você solicite idéias para novos produtos e serviços.
Depois de ter decidido sobre a parceria com os fornecedores, uma abordagem estruturada é necessária para filtrar, focalizar e desenvolver idéias. Patrocínio executivo sênior é necessário em ambos dos lados para garantir o compromisso, a tração e a obtenção do sucesso para estabelecer o momentum.
No âmbito SRM, também pode valer a pena pensar como motivar ao fornecedor, não só para chegar a uma idéia, mas para oferecer um fluxo contínuo da vantagem inovadora para o seu negócio através da criação de incentivos financeiros.
Responde: ASTRID Berkman, associado, CE Harris
Existem três coisas a considerar: Compromisso, Colaboração e Criatividade.
Você precisa de autorização de seus fornecedores para dedicar as pessoas, idéias e tempo para inovar. Em contrapartida, eles esperam seu compromisso de que serão beneficiados - por exemplo, participação nos lucros, relações públicas e referências, compromissos de ambas as partes podem ser formalmente refletidos em suas disposições contratuais e comerciais.
O desenvolvimento conjunto de novos produtos e serviços exigem a colaboração entre você e os seus fornecedores, bem como entre seus fornecedores. A criação dum objetivo comum e uma ambiente de abertura contribuíram para isso.
Estimular a criatividade através da inovação, oficinas utilizando engenharia de valor, benchmarking e olhando o que é feito em outros setores. Uma vez que as idéias são geradas e priorizadas você pode criar equipes virtuais que irão possuir uma idéia, a concepção da solução, desenvolver o produto ou serviço e testá-lo.
Pontos-chave
• Para ser inovadores seus fornecedores precisam entender seu negócio
• Criar incentivos, oferecendo recompensa financeira para as idéias
• Obter altos níveis de buy-in (comprar em) por parte de ambos, sua própria organização e do fornecedor

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


O FUTURO DO TRABALHO




“Os avanços em tecnologia e na gestão trocarão a forma em que a força laboral mundial opera” Alejandro Angeles- 2005




Para o ano de 2070, alguns países haverão introduzido em sua legislação laboral uma política de só quatro dias de trabalho por semana.
Pelo menos essa é a predição que se ventila em LongBets.com, um site no que se podem fazer
prognósticos e justificar-los com argumentos lógicos.
Um estudo do Departamento de Trabalho dos EE. UU. (The future at Work), concluiu que existem três grandes
tendências que dará forma ao futuro do trabalho neste século:
● Trocas nos padrões demográficos,
● O câmbio tecnológico,
● O caminho da globalização econômica.
Em si, o futuro do trabalho se definirá por três fatores principais, diz Daniel Hammermesh,
do Instituto para o Estudo do Trabalho, da Universidade de Texas. Diz que pelo lado da demanda,
a globalização e o desenvolvimento tecnológico reorganizarão e criarão novas formas de emprego.
Pelo que faz à oferta, a capacitação, a mobilidade e o envelhecimento dos trabalhadores determinarão
o alcanço e as conseqüências sociais de tais ajustes.
Além do mais, influirá o que cada governo determine em quanto a suas políticas laborais.
Na realidade, o futuro das condições de trabalho implica questões mais sérias que uma aposta, porém o
fato é que desde já, as prospectivistas e futurólogos oferecem suas versões do que está por vir neste terreno.
■ Tendências Demográficas
As tendências demográficas na América do Norte supõem desafios econômicos de grande importância para
México, Canadá e Estados Unidos nas próximas décadas. (Estas tendências não são muito diferentes para o Brasil e Argentina).
Estados Unidos e Canadá serão os primeiros a enfrentar o fenômeno conhecido como "baby boomers” (1),
quando estes alcancem a idade de 65 anos durante a década do 2010.
Sua aposentadoria, junto a taxas decrescentes de fertilidade, diminuirá o crescimento da força laboral.
Canadá envelhecerá mais rápido que os Estados Unidos e México, a pesar de ser um país mais novo
demograficamente, mostrará cocientes de dependência dos adultos maiores similares aos de seu vizinho
do Norte para o ano 2050.
Por exemplo, um crescente envelhecimento da população incrementará a demanda dos serviços de
saúde. Igualmente importante, os câmbios na população produzem câmbios no tamanho e a composição
demográfica da força de trabalho.
Embora México não enfrente o envelhecimento de sua população até a década do 2030, têm a oportunidade
de aproveitar seu bonus demográfico a favor do crescimento e desenvolvimento econômico.
Este país tem muito por fazer em termos do desenvolvimento do capital humano; por tanto, México
necessita dum esforço grande e duradouro para incrementar a capacidade e a produtividade de sua mão de obra
antes do que o país comece a enfrentar o processo de envelhecimento.
■ Câmbios tecnológicos
O ritmo do câmbio tecnológico é quase seguro que se acelere nos próximos 10-15 anos, com as sinergias
entre as tecnologias e disciplinas da geração de avanços na investigação e o desenvolvimento, os processos de
produção, e a natureza dos produtos e serviços.
No campo das Tecnologias de Informação (TI), por exemplo, os avanços em microprocessadores apoiarão o
reconhecimento de voz em tempo real e a tradução, e a inteligência artificial e a robótica contarão com maiores
avanços. O uso da robótica na indústria da manufatura admite a possibilidade de se reconfigurar rapidamente
as máquinas para produzir protótipos e a aparição de novas carreiras, com implicações para a logística de
fabricação e os inventários.
Os avanços tecnológicos implicarão que aumente a demanda de pessoal altamente qualificado, que permitirá
maior crescimento da produtividade, e a possibilidade de cambiar a natureza das relações laborais.
■ Globalização Econômica
A chegada do movimento de globalização econômica internacional tem suposto um câmbio evidente nas
fórmulas de competência estratégica, ao passar duma busca da diferenciação como modelo de vantagem
competitiva frente aos competidores, ao acesso a mercados laborais de baixo custo que permitem voltar a
estratégias competitivas baseadas na redução dos custos de produção.
A disponibilidade de mercados laborais de baixo preço há permitido superar a limitação natural que tinham
os sistemas de produção dos países mais desenvolvidos, os quais devido a seu próprio desenvolvimento
econômico haviam alcançado um aumento dos fatores laborais que impossibilitava qualquer tipo de estratégia
de redução de custos.
A logística internacional é hoje em dia um dos elementos chave neste novo ordenamento econômico
Internacional, já que permite a conexão entre centros de produção e consumo muito afastados, tudo isto duma
maneira rápida e eficaz; se pode afirmar que a geografia há deixado de ser uma limitação ou barreira estratégica
devido aos avanços recentes da logística internacional.
A globalização econômica há afetado a inter-relação entre as estratégias competitivas de baixos custos e se
tem introduzido como um novo elemento nos estudos de direção estratégica, o anterior há permitido um
salto desde programas de direção estratégica de tipo setorial ou nacional até desenhos estratégicos com um
âmbito plenamente internacional e global.
Os câmbios teóricos dos programas de direção estratégica associados à aparição do fenômeno de
globalização econômica afetam conceitos como a curva de experiência, vantagem competitiva nacional, cadeia
de valor, estratégias competitivas genéricas, economia de escala, entre outros, os quais, sem perder sua validez,
devem ser reavaliados em função das novas formas de produção, comércio internacional e variação de
estratégias competitivas.
A combinação destas três tendências (demografia, tecnologia e globalização econômica) nos leva a mostrar
o caminho do futuro do mercado de trabalho.
A Organização de Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE) afirmou que de 10 novos empregos nos
países desenvolvidos, 8 são para trabalhadores do conhecimento: profissionais com capacidades técnicas,
formação prática, habilidades diretivas e espírito empreendedor.
O século XX foi considerado o século da Física, nosso século está marcado pelos surpreendentes avanços das
ciências da vida e seus implicações no conhecimento dos seres vivos, de sua relação com o entorno e
a forma de brindar mais saúde e qualidade de vida à população.
Baseado em que a criação da riqueza estará fundamentada nas ramas da investigação científica,
exporemos alguns perfis das ocupações que no mercado internacional começam a requerer.
As Ciências Ambientais e Geomática, (Geomática trata das atividades de produção, coleta, armazenagem, análise, transmissão e
gerenciamento de informações geográficas. Inclui atividades como topografia, cartografia, hidrografia, geodésica, fotogrametria, sensoriamento remoto,
Processamento Digital de Imagens, Banco de Dados Espaciais, Cadastro Técnico, Sistemas de Informação Geográficos SIG, mapeamento digital e
os sistemas de posicionamento por satélite, como o GPS.se encontram entre as profissões com maior grau de desenvolvimento a
futuro imediato). O câmbio climático ocupa um lugar importante entre os científicos ambientais e especialistas
em saúde a fim de estabelecer alternativas de investigação médica e biológica especializada para atender os
efeitos que têm sido causados pelo abuso e consumo de bens e produtos em detrimento do meio ambiente,
o que gerará uma acelerada perda de capital natural.
Em quanto ao cuidado da saúde, a tendência aponta para as especialidades em medicina genômica, o amplo
espectro da medicina genômica cobre as enfermidades geradoras de incapacidade humana e a um grande
número dos defeitos do nascimento. O estudo da função dos genes, especialmente daqueles com um
papel importante no desenvolvimento do embrião humano, permitirá conhecer melhor os mecanismos
moleculares que originam estas doenças, abrindo assim novas oportunidades para sua prevenção e tratamento.
O conhecimento da seqüência do genoma humano e das variações genéticas entre os indivíduos permitirá
intervir significativamente no tratamento das doenças, principalmente a través da
farmacogenômica e a terapia gênica. A primeira se refere ao desenvolvimento e uso de medicamentos mais
individualizados baseados nas particularidades genéticas dos indivíduos a fim de gerar novos fármacos
mais efetivos e menos tóxicos. A segunda, por sua parte, se refere ao uso do material genético para o
tratamento de enfermidades.
Assim mesmo os terapeutas e radiologistas, encontrarão as melhores plataformas de desenvolvimento, pois
atualmente nos Estados Unidos estas profissões abarcam 10 de cada 20 atividades rentáveis, já que sua prática
está vinculada à atenção de adições, enfermidades agudas, atenção de adultos maiores e padecimentos
relacionados com o estresse, como gastrite, enxaqueca e os infartos, entre outras, atendendo as afecções melhor
conhecidas como enfermidades específicas de desenvolvimento.
Para completar este ciclo, a investigação em Biotecnologia, que se dedica ao desenvolvimento de aplicações
farmacológicas específicas, será a encarregada de se manter à vanguarda no seguimento e registro de
nossa "biologia evolutiva", pelo que seu estudo se projeta cada vez mais como a "ciência do verdadeiro
futuro".
Embora esta ciência não seria possível sem o desenvolvimento de software e equipe estruturada com tecnologia
de ponta, por tanto, a Engenharia em Mecatrônica, será a responsável de automatizar os processos industriais
para fazer nossas atividades mais singelas. Para isto, se capacita em conhecimentos multidisciplinares de
mecânica, eletrônica de contrôle, sistemas de informação e câmbio das tecnologias, a fim de melhorar os
serviços que diariamente utilizamos.
A Telemática e a Cibernética começam a se afiançar como os gurus da infra-estrutura, para processar
informação multimídia, criando sistemas complexos virtuais, de contrôle e comunicação que se aplicam em
todas as empresas, para administrar seus serviços e recursos através de redes para otimizar ao máximo suas
capacidades.
Entre as carreiras menos exploradas, porém com o gráu mais alto de desenvolvimento, se encontram a
Nanotecnologia e a Engenharia Molecular, que se encarregam do desciframento do genoma humano,
analisando seu desenho e arquitetura para estabelecer mapas precisos da composição molecular.
Tomar a decisão sobre a carreira a estudar, requer de informação prática e precisa sobre as oportunidades
no futuro. Oportunidades que derivam da relação entre população, acontecer econômico e desenvolvimento de
capacidades que contribuem ao fortalecimento e desenvolvimento do capital humano.
Numa economia impulsionada pela inovação e o conhecimento... em mercados que participam na intensa
competência e a renovação constante... num mundo de enormes oportunidades e riscos... numa sociedade
complexa que enfrenta desafios do tipo empresarial, político, científico, tecnológico, de saúde e meio ambiente...
o engenho, a agilidade e as habilidades são cruciais para uma nova competitividade.
Os melhores empregadores do mundo procuram pessoas competentes, criativas e inovadoras que contem
com a destreza requerida para conseguir o posicionamento dos novos produtos e serviços derivados da
demanda no mercado de trabalho; por isto, é importante conhecer as novas opções que permitam a
integração de cidadãos capazes de ter efeitos positivos na vida cotidiana de cada um dos habitantes
do mundo.
Aproveita a oportunidade de explorar aqueles rincões em que a criatividade e a competitividade permitam ser
um cidadão do mundo, tenta forjar um melhor futuro e oportunidades.
Como afirmava F.D. Roosevelt;"sempre que te perguntem se podes fazer um trabalho, contesta que sim e
começa rapidamente a apreender como se faz"(2)
É um campo fértil, pois os desenvolvimentos em tecnologia dos últimos anos indicam espaços a preencher.
De fato, se olharmos para trás, nos daríamos conta de que muitos trabalhos atuais no existiam então.
Do mesmo jeito, alguns empregos desaparecerão, pelo mesmo desenvolvimento.
Criam e erradicam
"As novas tecnologias criam novos empregos, mas erradicam outros também", diz Ian Pearson, o futurólogo
oficial de British Telecom. "Em tanto se acelera o câmbio tecnológico, é natural que existam câmbios no
mercado laboral, sobre tudo devido à inteligência artificial".
Por sua parte, William Mitchell, autor de `E-topia`, um celebrado livro sobre a forma em que trabalharemos e
viveremos no futuro, diz que a tendência, devido às novas tecnologias, é que cada vez mais o trabalho
chegará ao trabalhador, em lugar de que o trabalhador chegue a um lugar determinado e justificar sua existência
laboral aí.
"Com maior freqüência diz Mitchell, o trabalho se realizará numa oficina informal que estará na própria casa
, no carro, no ônibus ou na casa do vovô".
Em conseqüência, para muitos profissionais e executivos, a linha entre o trabalho e as atividades pessoais
se começará a desvanecer e se forjarão novos hábitos, incluindo o de não ter que depender duma só
fonte de emprego, algo que os expertos chamam "trabalho distribuído".
Embora, o mesmo passará com os empregadores, afirma Thomas W. Malone, um teórico da nova organização
da Escola de Management Sloan, do MIT.
"As implicações para os negócios são muito mais profundas do que muita gente imagina", diz o autor
do livro "O futuro do trabalho", “ parecerá que nos encontramos no umbral dum novo mundo laboral no
que muitas empresas não terão um centro físico, senão uma rede distribuída de instalações reais e virtuais".
Segundo Malone, isto levará as empresas a um câmbio radical na linha de mando: já não um contrôle total sobre
as pessoas à vista, senão uma coordenação de talentos.
“Nos 2015, haverá no mundo todo 660 milhões de pessoas jovens trabalhando ou procurando trabalho,
o que representa um aumento do 7,5 por cento com respeito à quantidade de jovens na força laboral no
2003." (Fonte: GET Model 2004)
Esta só projeção faz que quem trabalha em empresas de Recursos Humanos, neste caso a nível
internacional, esteja ocupado e preocupado em avaliar e criar os mecanismos necessários para fazer uma
razoável previsão a respeito a um não tão afastado cenário no mundo laboral.
Neste sentido o âmbito universitário é um dos de maior interesse.
Resulta clave identificar as carreiras preferidas, quantidade de estudantes e formados por ano e especialmente
conhecer seus objetivos e aspirações profissionais em sua futura inserção laboral.
Embora, esta informação só nos dirá a que distância está de poder satisfazer a demanda e atuar em
conseqüência conforme nossas possibilidades de gestão e de implementação de câmbios, promoção de
novas orientações, e possivelmente desenho de programas conjuntos entre a atividade privada e os
organismos do estado. Sem nenhuma dúvida, não temos que esperar estarem mais próximos ao ano 2015
para compartilhar com nossos estudantes universitários todo o que já sabemos tanto do atual como do futuro
mundo laboral.

Breve resenha
No fins dos 80, as empresas desenvolviam programas e convocavam jovens profissionais para lograr
cobrir posições chaves na companhia.
Os 90 aportaram câmbios nas estruturas econômicas e culturas empresariais que puseram de manifesto uma
carência de perfis que se adaptassem a estas novas culturas.
Poderíamos dizer que foi o início do que logo seria a necessidade de pessoas especializadas em determinadas
áreas. O passe do conhecimento geral, ao conhecimento específico.
Começa a figura do "Especialista em..." A indústria tecnológica é a que melhores exemplos permitem neste
sentido.
Situação atual
A partir dos 2002 e a nível local, se produz uma reativação da economia que gera alta demanda tanto de
profissionais como de técnicos muito difícil de satisfazer, especialmente no setor industrial.
Não obstante, a análise e perspectiva que nos vemos forçados a ter, deixa de ser exclusivamente sobre
aspectos locais. Está sumamente claro que estamos transitando e convivendo num novo mundo totalmente
globalizado. Este cenário é o gênesis dos grandes câmbios do mundo laboral.
Não há maior desafio que o de estar preparados para assegurarmos a vital incorporação ao mundo do trabalho.
Estamos falando já não só duma carreira (é matéria de outro estudo identificar às carreiras mais procuradas)
, tampouco de ter um pós grau, mestrado, MBA, ferramentas que já formam parte praticamente do mínimo
requerido a nível de formação para ocupar determinadas posições.
Em verdade se trata dum câmbio profundo de esquemas e pautas culturais. Quando não é nosso chefe, é
nosso cliente que é um estrangeiro que ademais de não dominar em alguns casos nossa língua, e ainda
falando português ou espanhol têm marcadas diferenças idiomáticas e possui ao mesmo tempo uma cultura
muito diferente à nossa.
Não é menor que ademais em determinados serviços nosso horário de trabalho comece as 4 AM.
É extensa a lista de diferenças, porém são válidas em todos os casos as mesmas perguntas:
• Que tão flexíveis somos para nos adaptar a todos estes câmbios?
• Que tão alertas estamos às tendências e acontecimentos no cenário do emprego?
• Em que medida estamos convencidos de que devemos auto capacitarmos e exprimir as possibilidades que nos
dá para isto Internet?
• Se a carreira escolhida não está relacionada a aspectos comerciais ou de vendas,
teremos a capacidade de adaptar nos a modelos salariais com componentes variáveis sujeitos a resultados?
•Se tem terminado carreiras como Engenharia, Administração de empresas, Marketing, Sistemas, Ciências
Econômicas, etc. Saberei resignar minhas aspirações de ocupar postos gerenciais procurando adquirir um bem
tão apreciado como é hoje a "experiência"?
Nos EE. UU. o 95 por cento das empresas Fortune 1000 têm estratégias de terceirização no exterior.
Trabalho flexível
Trabalho a tempo parcial, esquemas flexíveis e o tele trabalho são opções cada vez mais comuns em todas as
nações industrializadas.
Os 11 por cento dos postos de trabalho em serviços, do mundo todo, se poderia exercer em forma remota.
O sistema educativo chinês está gerando um monte de graduados universitários (3,1 milhões só este ano), em
comparação com só 1,3 milhões nos Estados Unidos - embora, não têm habilidades práticas e
possuem pouco conhecimento do inglês, buscam pessoas com grande especialização e com cada vez mais
exigentes competências. Isto se adquire com a prática laboral e a atualização continuada.
•Melhorar as habilidades
•Capacitação cruzada ( Cross-training)
•Flexibilidade
•Estar alerta às tendências e acontecimentos no cenário do emprego.
O desenvolvimento de habilidades e a capacitação permanente - e o aprendizagem de por vida - estarão à
ordem do dia.
Os funcionários escolhem capacitar-se, se a capacitação está diretamente vinculada à remuneração, embora,
muitos ainda não fizeram, a pesar de necessitar-lo.
Os funcionários terão a responsabilidade de fazer uma analise periódico de seus interesses laborais,
Identificar vias adicionais e alternativas para o avanço Professional.
A empresa de recursos humanos, Manpower, nos traz um estudo sobre as quatro grandes
tendências do futuro do trabalho.
O estudo está dirigido os empresários para que entendam o que vem e para que se organizem ou
re-organizem no contexto do talento que necessitarão no futuro, o talento que encontrarão no mercado,
como encontrar-lo, como melhor contratar-lo e, muito importante, como melhor manter-lo.
As tendências que nos trazem, e que explicam com mais detalhe, são as seguintes:
1. ● Falta de coincidência do talento, com a redução da população laboral e os câmbios na
natureza do trabalho.
2. ● Eleição nas mãos dos que têm os conhecimentos que mais se demandarão exigindo às
empresas a repensar suas formas de contratar, de administrar a sua força laboral e de estruturar
sua forma de trabalhar.
3. ● O aumento da sofisticação dos clientes, exigindo às empresas a repensar suas formas de
vender e de oferecer melhor valor e eficiência.
4. ● As revoluções tecnológicas, que trocarão como e onde trabalhamos e exigirão às empresas
que se flexibilizem e que sejam de rápida resposta.
Estes temas laborais são muito importantes já que, os trabalhadores que tem este talento necessário serão os
que mais terão o poder em suas mãos para decidir onde querem trabalhar, que compensação lhes atrair e
como querem ser tratados.
Embora esteja dirigido aos empresários, sempre nos ajuda aos trabalhadores ver por que caminho vão as coisas,
se estamos perto ou longe desse caminho e que há que fazer para estar nele.

(1)Baby boom é uma expressão inglesa surgida trás a Segunda Guerra Mundial para definir o período de
tempo com um extraordinário número de nascimentos que se deu entre 1946 e 1964.
Por extensão se denomina geração baby boom ou baby boomers aos indivíduos nascidos durante estes anos.
(2)Franklin Delano Roosevelt (1882-1945)






EL FUTURO DEL TRABAJO (español)

“Los avances en tecnología y en gestión cambiarán la forma en que la fuerza laboral mundial opera”
Alejandro Ángeles- 2005
Para el año 2070, un puñado de países habrá introducido en su legislación laboral una política de sólo
cuatro días de trabajo a la semana.
Por lo menos esa es la predicción que se ventila en LongBets.com, un sitio en el que se pueden hacer
Pronósticos y justificarlos con razonamientos lógicos.
Un estudio del Departamento de Trabajo de los EE. UU. (The future at Work), arrojó que existen tres grandes
tendencias que darán forma al futuro del trabajo en este siglo:
● Cambios en los patrones demográficos,
● El cambio tecnológico,
● y el camino de la globalización económica.
En sí, el futuro del trabajo se definirá por tres factores principales, dice Daniel Hammermesh,
del Instituto para el Estudio del Trabajo, de la Universidad de Texas. Dice que por el lado de la demanda,
la globalización y el desarrollo tecnológico reorganizarán y crearán nuevas formas de empleo.
Por lo que hace a la oferta, la capacitación, la movilidad y el envejecimiento de los trabajadores determinarán
el alcance y las consecuencias sociales de tales ajustes.
Además, influirá lo que cada gobierno determine en cuanto a sus políticas laborales.
En realidad, el futuro de las condiciones de trabajo implica cuestiones más serias que una apuesta, pero el
hecho es que desde ya, los prospectivistas y futurólogos ofrecen sus versiones de lo que está por venir en
este terreno.
Tendencias Demográficas
Las tendencias demográficas en América del Norte suponen retos económicos de gran importancia para México,
Canadá y Estados Unidos en las próximas décadas.
Estados Unidos y Canadá serán los primeros en enfrentar el fenómeno conocido como "baby boomers"(1),
cuando estos alcancen la edad de 65 años durante la década del 2010.
Su jubilación, junto a las tasas decrecientes de fertilidad, disminuirá el crecimiento de la fuerza laboral.
Canadá envejecerá más rápido que los Estados Unidos y México, a pesar de ser un país joven demográficamente,
mostrará cocientes de dependencia de los adultos mayores similares a los de su vecino del Norte para el año
2050. Por ejemplo, un creciente envejecimiento de la población incrementará la demanda de los servicios de
salud. Igualmente importante, los cambios en la población producen cambios en el tamaño y la composición
demográfica de la fuerza de trabajo.
Aunque México no enfrentará el envejecimiento de su población hasta la década del 2030, tiene la oportunidad
de aprovechar su bono demográfico a favor del crecimiento y desarrollo económico.
Este país tiene mucho por hacer en términos del desarrollo de capital humano; por lo tanto, México requiere de
un esfuerzo grande y sostenido para incrementar la capacidad y la productividad de su mano de obra antes de
que el país comience a enfrentar el proceso de envejecimiento.
Cambios tecnológicos
El ritmo del cambio tecnológico es casi seguro que se acelere en los próximos 10-15 años, con las sinergias entre
las tecnologías y disciplinas de la generación de avances en la investigación y el desarrollo, los procesos de
producción, y la naturaleza de los productos y servicios.
En el campo de las Tecnologías de Información (TI), por ejemplo, los avances en microprocesadores apoyarán el
reconocimiento de voz en tiempo y la traducción, y la inteligencia artificial y la robótica contarán con mayores
avances. El uso de la robótica en la industria manufacturera admite la posibilidad de reconfigurar rápidamente
las máquinas para producir prototipos y la aparición de nuevas carreras, con implicaciones para la logística de
fabricación y los inventarios.
Los avances tecnológicos, implicarán que aumente la demanda de personal altamente calificado, que permitirá
mayor crecimiento de la productividad, y la posibilidad de cambiar la naturaleza de las relaciones laborales.
Globalización Económica
La llegada del movimiento de globalización económica internacional ha supuesto un cambio evidente en las
fórmulas de competencia estratégica, al pasar de una búsqueda de la diferenciación como modelo de ventaja
competitiva frente a los competidores, al acceso a mercados laborales de bajo costo que permiten volver a
estrategias competitivas basadas en la reducción de los costos de producción.
La disponibilidad de mercados laborales de bajo precio ha permitido superar la limitación natural que tenían
los sistemas de producción de los países más desarrollados, los cuales debido a su propio desarrollo econômico
habían alcanzado una carestía de los factores laborales que imposibilitaba cualquier tipo de estrategia de
reducción de costos.
La logística internacional es hoy en día uno de los elementos claves en este nuevo ordenamiento económico
internacional ya que permite la conexión entre centros de producción y consumo muy lejanos, todo ello de una
manera rápida y eficaz; se puede afirmar que la geografía ha dejado de ser una limitación o barrera estratégica
debido a los avances recientes de la logística internacional.
La globalización económica ha afectado la interrelación entre las estrategias competitivas de bajos costos y se
ha introducido como un nuevo elemento en los estudios de dirección estratégica, lo anterior ha permitido un
salto desde programas de dirección estratégica de tipo sectorial o nacional hasta diseños estratégicos con un
ámbito plenamente internacional y global.
Los cambios teóricos de los programas de dirección estratégica asociados a la aparición del fenómeno de
globalización económica afectan conceptos como la curva de experiencia, ventaja competitiva nacional, cadena
de valor, estrategias competitivas genéricas, economía de escala, entre otros, los cuales, sin perder su validez,
deben ser reevaluados en función de las nuevas formas de producción, comercio internacional y variación de
estrategias competitivas.
La combinación de estas tres tendencias (demografía, tecnología y globalización económica) nos llevan a mostrar
el camino del futuro del mercado de trabajo.
La Organización de Cooperación de Desarrollo Económico (OCDE) afirmó que de 10 nuevos empleos en los países
desarrollados, 8 son para trabajadores del conocimiento: profesionales con capacidades técnicas, formación
práctica, habilidades directivas y espíritu emprendedor.
El siglo XX fue considerado el siglo de la Física, nuestro siglo está marcado por los sorprendentes avances de las
ciencias de la vida y sus implicaciones en el conocimiento de los seres vivos, de su relación con el entorno y
la forma de brindar más salud y calidad de vida a la población.
Basándonos en que la creación de la riqueza estará fundamentada en las ramas de la investigación científica,
expondremos algunos perfiles de las ocupaciones que en el mercado internacional se comienzan a requerir.
Las Ciencias Ambientales y Geomática, se encuentran entre las profesiones con mayor rango de desarrollo a
futuro inmediato. El cambio climático ocupa un lugar importante entre los científicos ambientales y especialistas
en salud a fin de establecer alternativas de investigación médica y biológica especializada para atender los
efectos que han sido causados por el abuso y consumo de bienes y productos en detrimento del medio ambiente,
lo que generará una acelerada pérdida de capital natural.
En cuanto al cuidado de la salud, la tendencia apunta hacia las especialidades en medicina genómica, el amplio
espectro de la medicina genómica cubre a las enfermedades generadoras de discapacidad humana y a un gran
número de los defectos del nacimiento. El estudio de la función de los genes, especialmente de aquellos con un
papel importante en el desarrollo del embrión humano, permitirá conocer mejor los mecanismos moleculares
que originan estas enfermedades, abriendo así nuevas oportunidades para su prevención y tratamiento.
El conocimiento de la secuencia del genoma humano y de las variaciones genéticas entre los individuos permitirá
intervenir significativamente en el tratamiento de las enfermedades, principalmente a través de la
farmacogenómica y la terapia génica. La primera se refiere al desarrollo y uso de medicamentos más
individualizados basados en las particularidades genéticas de los individuos a fin de generar nuevos fármacos
más efectivos y menos tóxicos. La segunda, por su parte, se refiere al uso de material genético para el
tratamiento de enfermedades.
Así mismo los terapistas y radiólogos, encontrarán las mejores plataformas de desarrollo, pues actualmente en
Estados Unidos estas profesiones abarcan 10 de cada 20 actividades rentables, ya que su práctica está vinculada
a la atención de adicciones, enfermedades agudas, atención de adultos mayores y padecimientos relacionados
con el estrés, como gastritis, migraña y los infartos, entre otras, atendiendo las afecciones mejor conocidas como
enfermedades específicas de desarrollo.
Para completar este ciclo, la investigación en Biotecnología, que se dedica al desarrollo de aplicaciones
farmacológicas específicas, será la encargada de mantenerse a la vanguardia en el seguimiento y registro de
nuestra "biología evolutiva", por lo que su estudio se proyecta cada vez más como la "ciencia del verdadero
futuro".
Sin embargo esta ciencia no sería posible sin el desarrollo de software y equipo estructurado con tecnología de
punta, por lo tanto, la Ingeniería en Mecatrónica, será la responsable de automatizar los procesos industriales
para hacer nuestras actividades más sencillas. Para ello, se capacita en conocimientos multidisciplinarios de
mecánica, electrónica de control, sistemas de información y cambio de las tecnologías, a fin de mejorar los
servicios que diariamente utilizamos.
La Telemática y la Cibernética comienzan a afianzarse como los gurús de la infraestructura, para procesar
información multimedia, creando sistemas complejos virtuales, de control y comunicación que se aplican en
todas las empresas, para administrar sus servicios y recursos a través de redes para optimizar al máximo sus capacidades.
Entre las carreras menos exploradas, pero con el rango más alto de desarrollo, se encuentran la Nanotecnología
y la Ingeniería Molecular, que se encargan del desciframiento del genoma humano, analizando su diseño y
arquitectura para establecer mapas precisos de la composición molecular.
Tomar la decisión sobre la carrera a estudiar, requiere de información práctica y precisa sobre las oportunidades
en el futuro. Oportunidades que derivan de la relación entre población, acontecer económico y desarrollo de
capacidades que contribuyen al fortalecimiento y desarrollo del capital humano.
En una economía impulsada por la innovación y el conocimiento... en mercados que participan en la intensa
competencia y la renovación constante... en un mundo de enormes oportunidades y riesgos... en una sociedad
compleja que enfrenta retos de tipo empresarial, político, científico, tecnológico, de salud y medio ambiente...
el ingenio, la agilidad y las habilidades son cruciales para una nueva competitividad.
Los mejores empleadores del mundo, buscaran personas competentes, creativas e innovadoras que cuenten
con la destreza requerida para lograr el posicionamiento de los nuevos productos y servicios derivados de la
demanda en el mercado de trabajo; por ello, es importante conocer las nuevas opciones que permitan la
integración de ciudadanos capaces de tener efectos positivos en la vida cotidiana de cada uno de los habitantes
del mundo.
Date la oportunidad de explorar aquellos rincones en que la creatividad y la competitividad te permitan ser
un ciudadano del mundo, intenta forjar un mejor futuro y oportunidades. Como afirmaba F.D. Roosevelt;
"siempre que te pregunten si puedes hacer un trabajo, contesta que sí y ponte enseguida a aprender cómo
se hace"(2)
Es un campo fértil, pues los desarrollos en tecnología de los últimos años indican huecos a llenar.
De hecho, si se pensara hacia atrás, nos daríamos cuenta de que muchos trabajos actuales no existían entonces.
De la misma suerte, algunos empleos desaparecieron, por el mismo desarrollo.
Crean y erradican
"Las nuevas tecnologías crean nuevos empleos pero erradican otros también", dice Ian Pearson, el futurólogo
oficial de British Telecom. "En tanto se acelera el cambio tecnológico, es natural que hayan cambios en el
mercado laboral, sobre todo debido a la inteligencia artificial".
Por su parte, William Mitchell, autor de `E-topia`, un celebrado libro sobre la forma en que trabajaremos y
viviremos en el futuro, dice que la tendencia, debido a las nuevas tecnologías, es que cada vez más el trabajo
llegará al trabajador, en lugar de que el trabajador llegue a un lugar determinado y justificar su existencia
laboral ahí.
"Con mayor frecuencia dice Mitchell, el trabajo se realizará en una oficina formal que estará en la casa de uno,
en el auto, en el autobús o en la casa de la abuela".
En consecuencia, para muchos profesionales y ejecutivos, la línea entre el trabajo y las actividades personales
se comenzará a desvanecer y se forjarán nuevos hábitos, incluyendo el de no tener que depender de una sola
fuente de empleo, algo que los expertos llaman "trabajo distribuido".
Sin embargo, lo mismo pasará con los patrones, afirma Thomas W. Malone, un teórico de la nueva organización
de la Escuela de Management Sloan, del MIT.
"Las implicaciones para los negocios son mucho más profundas que lo que mucha gente imagina", dice el autor
del libro "El futuro del trabajo", pareciera que nos encontramos en el umbral de un nuevo mundo laboral en el
que muchas empresas no tendrán un centro físico, sino una red distribuida de instalaciones reales y virtuales".
Según Malone, esto llevará a las empresas a un cambio radical en la línea de mando: ya no un control total sobre
la gente a la vista, sino una coordinación de talentos.
En el 2015, habrá en todo el mundo 660 millones de personas jóvenes trabajando o buscando trabajo,
lo que representa un aumento del 7,5 por ciento con respecto a la cantidad de jóvenes en la fuerza laboral en
el 2003." (Fuente: GET Model 2004)
Esta sola proyección hace que quienes trabajan en empresas de Recursos Humanos, en este caso a nivel
internacional, estén ocupados y preocupados en evaluar y crear los mecanismos necesarios para hacer una
razonable previsión respecto a un no tan lejano escenario en el mundo laboral.
En este sentido el ámbito universitario es uno de los de mayor interés.
Resulta clave identificar las carreras preferidas, cantidad de estudiantes y egresados por año y especialmente
conocer sus objetivos y aspiraciones profesionales en su futura inserción laboral.
Sin embargo, esta información solo nos dirá a qué distancia estamos de poder satisfacer la demanda y actuar en
consecuencia conforme nuestras posibilidades de gestión y de implementación de cambios, promoción de
nuevas orientaciones, y posiblemente diseño de programas conjuntos entre la actividad privada y los
organismos de estado. Sin ninguna duda, no tenemos que esperar estar más próximos al año 2015 para
compartir con nuestros estudiantes universitarios todo lo que ya sabemos tanto del actual como del futuro
mundo laboral.

Breve reseña
Hacia fines de los 80, las empresas desarrollaban programas y convocaban a jóvenes profesionales para lograr
cubrir posiciones claves en la compañía.
Los 90 aportaron cambios en las estructuras económicas y culturas empresarias que pusieron de manifiesto una
carencia de perfiles que se adaptasen a estas nuevas culturas.
Podríamos decir que fue el inicio de lo que luego sería la necesidad de personas especializadas en determinadas
áreas. El pase del conocimiento general, al conocimiento específico.
Comienza la figura del "Especialista en..." La industria tecnológica es la que mejores ejemplos permite en este
sentido.
Situación actual
A partir del 2002 y a nivel local, se produce una reactivación de la economía que genera alta demanda tanto de
profesionales como de técnicos muy difícil de satisfacer, especialmente en el sector industrial.
No obstante, el análisis y perspectiva que nos vemos obligados a tener deja de ser exclusivamente sobre
aspectos locales. Está sumamente claro que estamos transitando y conviviendo en un nuevo mundo totalmente
globalizado. Este escenario es el génesis de los grandes cambios del mundo laboral.
No hay mayor desafío que el de estar preparados para asegurarnos la vital incorporación al mundo del trabajo.
Estamos hablando ya no solo de una carrera (es materia de otro estudio identificar a las carreras más requeridas)
, tampoco de tener un postgrado, maestría, MBA, herramientas que ya forman parte prácticamente del mínimo
requerido a nivel de formación para ocupar determinadas posiciones.
En verdad se trata de un cambio profundo de esquemas y pautas culturales. Cuando no es nuestro jefe, es
nuestro cliente quién es un extranjero que amén de no dominar en algunos casos nuestro idioma, y aún
hablando español tiene marcadas diferencias idiomáticas y posee al mismo tiempo una cultura muy diferente
a la nuestra.
No es menor que además en determinados servicios nuestro horario de trabajo comience a las 4 AM.
Es extensa la lista de diferencias, pero son válidas en todos los casos las mismas preguntas:
•¿Qué tan flexibles somos para adaptarnos a todos estos cambios?
•¿Qué tan alertas estamos a las tendencias y acontecimientos en el escenario del empleo?
•¿En qué medidas estamos convencidos de que debemos auto capacitarnos y exprimir las posibilidades que nos
da para ello Internet?
• Sí la carrera elegida no está relacionada a aspectos comerciales o de ventas,
¿tendremos la capacidad de adaptarnos a modelos salariales con componente variables sujetos a resultados?
•Sí he terminado carreras como la de Ingeniería , Administración de empresas, Marketing, Sistemas, Ciencias
Económicas, etc. ¿Sabré resignar mis aspiraciones de ocupar cargos gerenciales procurando adquirir un bien tan
preciado como es hoy la "experiencia"?
En los EE. UU., el 95 por ciento de las empresas Fortune 1000 tienen estrategias de tercerización en el exterior.
Trabajo flexible
Trabajo a tiempo parcial, esquemas flexibles y el teletrabajo son opciones cada vez más comunes en todas las
naciones industrializadas.
El 11 por ciento de los puestos de trabajo en servicios, de todo el mundo, se podría ejercer en forma remota.
El sistema educativo chino está generando un montón de graduados universitarios (3,1 millones este año), en
comparación con solamente 1,3 millones en los Estados Unidos - sin embargo, no tienen habilidades prácticas y
tienen poco conocimiento del inglés, buscan personas con gran especialización y con cada vez más exigentes
competencias. Esto se adquiere con la práctica laboral y la actualización continua.
•Mejorar las habilidades
•Capacitación cruzada ( Cross-training)
•Flexibilidad
•Estar alerta a las tendencias y acontecimientos en el escenario del empleo.
El desarrollo de habilidades y la capacitación permanentes - y el aprendizaje de por vida - estarán a la orden del
día
Los empleados eligen capacitarse, si la capacitación está directamente vinculada a la remuneración, sin embargo,
muchos todavía no lo han hecho, a pesar de necesitarlo.
Los empleados tendrán la responsabilidad de hacer un análisis periódico de sus intereses laborales, identificar
vías adicionales y alternativas para el avance profesional.
La empresa de recursos humanos, Manpower, nos trae un estudio sobre las cuatro grandes
tendencias del futuro del trabajo.
El estudio está dirigido a empresarios para que entiendan lo que se les viene y para que se organicen o
reorganicen en el contexto del talento que necesitarán en el futuro, el talento que encontrarán en el mercado,
cómo encontrarlo, como mejor contratarlo y, muy importante, cómo mejor mantenerlo.
Las tendencias que nos traen, y que explican en más detalle, son las siguientes:
5. ● Falta de coincidencia del talento, con la reducción de la población laboral y los cambios en la
naturaleza del trabajo.
6. ● Elección en manos de los que tienen los conocimientos que más se demandarán, exigiendo a las
empresas a repensar sus formas de contratar, de gestionar a su fuerza laboral y de estructurar su
forma de trabajar.
7. ● El aumento de la sofisticación de los clientes, exigiendo a las empresas a repensar sus formas de
vender y de ofrecer mejor valor y eficiencia.
8. ● Las revoluciones tecnológicas, que cambiarán cómo y donde trabajamos y exigirán a las empresas
que se flexibilicen y que sean de rápida respuesta.
Estos temas laborales son muy importantes ya que, los trabajadores que tiene este talento necesario serán los
que más tendrán el poder en sus manos para decidir dónde quieren trabajar, qué compensación les atraerá y
cómo quieren ser tratados.
Aunque está dirigido a los empresarios, siempre nos ayuda a los trabajadores ver por qué camino van las cosas,
si estamos cerca o lejos de ese camino y qué hay que hacer para estar en él.

La empresa de recursos humanos, Manpower, nos trae un estúdio sobre las cuatro grandes
tendencias del futuro del trabajo.
El estudio está dirigido a empresarios para que entiendan los que les viene y para que se organicen o
reorganicen en el contexto del talento que necesitarán en el futuro, el talento que encontrarán en el mercado,
cómo encontrarlo, como mejor contratarlo y, muy importante, cómo mejor mantenerlo.
Las tendencias que nos traen, y que explican en más detalle, son las siguientes:
1. Falta de coincidencia del talento, con la reducción de la población laboral y los cambios en la naturaleza
del trabajo.
2. Elección en mános de los que tienen los conocimientos que más se demandarán, exigiendo a las
empresas a repensar sus formas de contratar, de gestionar a su fuerza laboral y de estructurar su forma
de trabajar.
3. El aumento de la sofisticación de los clientes, exigiendo a las empresas a repensar sus formas de vender
y de ofrecer mejor valor y eficiencia.
4. Las revoluciones tecnológicas, que cambiarán cómo y donde trabajamos y exigirán a las empresas que se
flexibilicen y que sean de rápida respuesta.
Estos temas laborales son muy importantes ya que, los trabajadores que tiene este talento necesario serán los
que más tendrán el poder en sus manos para decidir donde quieren trabajar, qué compensación les atraerá y
cómo quieren ser tratados.
Aunque está dirigido a los empresarios, siempre nos ayuda a los trabajadores ver por qué camino van las cosas,
si estamos cerca o lejos de ese camino y qué hay que hacer para estar en ese camino.

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