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domingo, 29 de agosto de 2010



Os 10 empregos do futuro


O futuro vem carregado de novos empregos e oportunidades de negócios, porém também vem carregado da necessidade de preparação para estes trabalhos.
Aqui expomos os 10 empregos mais procurados num futuro muito próximo


•Nanomédico: Os avanços em nanotecnología permitirão curar doenças com robôs desde dentro do corpo. O campo de atuação para médicos com alta qualificação tecnológica será imenso.

•Especialista em Avatares: Mais perto do que pensamos à ciência ficção, as pessoas disporão de seu “outro eu virtual” e haverá profissionais virtuais como professores ou pessoal de atenção ao público. Desenhar e criar estas identidades serão um trabalho muito demandado.

•Reciclador de Urânio: Ao filo do desarme faltarão profissionais que transformem as cabeças nucleares em combustíveis para centrais nucleares. Outro trabalho que demanda uma preparação muito complexa.

•Cirurgião de aumento de memória: Já está comprovado que é possível agregar memória extra a nosso cérebro mediante uma operação cirúrgica. Teremos mais adiante como os computadores um cérebro externo com porto USB.

•Bioinformático: Trabalho demandado hoje dia, já que estão sendo muito solicitadas para o estudo de genomas, proteínas e desenvolver fármacos. São cientistas que combinam conhecimentos de biologia com informática.

•Polícia de modificação do clima: Serão os encarregados de fiscalizar os atos que alteram os padrões climáticos. Também serão os encarregados de controlar e autorizar os lançamentos de foguetes de iodo de prata para provocar chuvas.

•Granjeiro de espécies transgênicas: Nós gostemos ou não, cada vez se requerem mais profissionais para a produção de animais geneticamente modificados.

•Jornalista de audiências segmentadas: Trabalho para profissionais do jornalismo que se encarregarão de criar noticias, entretenimento e informação adaptados a necessidades e interesses pessoais.

•Advogado global: Com o desenvolvimento de internet os advogados poderão assessorar a través da rede a clientes de todo o mundo cobrando por isto.

•Arquiteto espacial: Já existem desenhos de estufas em Marte e colônias na lua. Especializar-se neste ramo suporá um trabalho constante para nosso futuro.


Los 10 empleos del futuro

El futuro viene cargado de nuevos empleos y oportunidades de negocios, pero también viene cargado de necesidad de preparación para estos trabajos.
Aquí mostramos los 10 empleos más demandados en un futuro muy próximo


Nanomédico: Los avances en nanotectonología permitirán curar dolencias con robots desde dentro del cuerpo.El campo de actuación para médicos con alta cualificación tecnológica será inmenso.

•Especialista en Avatares: Más cercano de lo que pensamos a la ciencia ficción, las personas dispondrán de su “otro yo virtual” y habrá profesionales virtuales como profesores o personal de atención al público. Diseñar y crear estas identidades será un trabajo muy demandado.

•Reciclador de Uranio: Al hilo del desarme harán falta profesionales que tranformen las cabezas nucleares en combustibles para centrales atómicas. Otro trabajo que requiere una preparación muy completa.

•Cirujano de aumento de memoria: Ya está comprobado que es posible añadir memoria extra a nuestro cerebro mediante una operación quirúrgica.¿ Tendremos más adelante como los ordenadores un cerebro externo con puerto USB?

•Bioinformático: Trabajo demandado hoy día, ya que están siendo muy solicitados para el estudio de genomas, proteínas y desarrollar fármacos. Son científicos que combinan conociemientos de biología con informática.

•Policía de modificación del clima: Serán los encargados de fiscalizar los actos que alteran los patrones climáticos. También serán los encargados de controlar y autorizar los lanzamientos de cohetes de yodo de plata para provocar lluvias.

•Granjero de especies transgénicas: Nos guste o no nos guste, cada vez se requieren más profesionales para la producción de animales genéticamente modificados.

•Periodista de audiencias segmentadas: Trabajo para profesionales del periodismo que se encargarán de crear noticias, entretenimiento e información adaptados a necesidades e intereses personales.

•Abogado global: Con el desarrollo de internet los abogados podrán asesorar a través de la red a clientes de todo el mundo cobrando por ello.

•Arquitecto espacial: Ya existen diseños de invernaderos en Marte y colonias en la luna. Especializarse en ésta rama te supondrá un trabajo sin paro para nuestro el futuro.

sábado, 28 de agosto de 2010

PARABENS!!!

RSE


Sustentabilidade e o Relatório Stern

O setor do transporte se "afoga" entre emissões poluentes e suspende a luta climática
Volkswagen e Toyota respondem à pressão institucional advogando pela movilidade elétrica e os fornecedores “limpos”
Carbon Disclosure Project insta às companhias a melhorar seus planos meio-ambientais

Por Beatriz Lorenzo.-

Falar de câmbio climático é falar também de batatas quentes que voam a grande velocidade dumas mãos a outras, da desídia institucional e da indiferença; é falar de obstinação e de fracassos internacionais como o acontecido depois das reuniões da Cume de Copenhague. E, sem embargo, o inimigo se faz cada vez mais forte e supõe uma ameaça constante para a saúde e a sobrevivência do planeta e a população. Depois de sua bem sucedida publicação em 2006, o Relatório Stern há conseguido dotar ao fenômeno climático de pessoalidade econômica, mais além de seu impacto meramente ambiental e sobre a saúde. Entre as conclusões do documento têm levantado não pouca poeira os dados que asseguram que se necessita um investimento equivalente ao 1% do PIB mundial para mitigar os efeitos do câmbio climático e que de não se fazer dito investimento o mundo se exporia a uma recessão que poderia atingir o 20% do PIB global. O relatório também sugere a imposição de “eco-taxas” para minimizar os desequilíbrios socioeconômicos e afirma que “nossas ações nas próximas décadas podem implicar o risco duma interrupção da atividade econômica e social durante o resto deste século e o seguinte, duma escala parecida à das grandes guerras e a Grande Depressão”.
Está, por tanto, sobradamente justificada a necessidade de que os diversos sectores econômicos tomem as rédeas dum corcel que leva já demasiado tempo desbocado, já não somente por razões de simples proteção meio-ambiental senão atendendo também aos impactos econômicos. E a realidade é que a pesar do patente descenso dos últimos meses nas emissões poluentes da indústria e os transportes a nível mundial- algo que tem muito a ver com os estragos da crise econômica- as emissões seguem sendo demasiadas, tal e como reflete um recente informe de Carbon Disclosure Project que revela que a maioria das empresas de transporte não se adaptam aos riscos e oportunidades que exige o câmbio climático.
NECESIDADE DE TRANSPARENCIA
O organismo insta assim ao setor do transporte a intensificar seus esforços à hora de frear as emissões de carbono, trás os devastadores resultados do estudo que encontrou que menos dos 40% das grandes companhias tem posto em andamentos planos de redução de carbono. Um fracasso quanto menos surpreendente se temos em conta que o setor do transporte gera os 13% das emissões mundiais de gases de efeito estufa e os 60% do consumo de petróleo nos países desenvolvidos.
Nesta ordem de coisas, a desídia demonstrada pelo setor a horas de acometer ações ambientais contrasta fortemente com as potentes campanhas de publicidade que costumam por o acento no teórico baixo potencial contaminante dos automóveis. Como claro exemplo de publicidade “enganosa” muito habitual merece destacar-se o tratamento publicitário do sistema híbrido como “mecanismo limpo”, pese a que na realidade este sistema segue sendo contaminante embora o seja menos que os sistemas convencionais.
Ante a situação, a aposta institucional se dirige uma vez mais ao terreno da transparência. Fazendo sua a premissa de “maior transparência, maior controle”, a Agência Européia de Meio Ambiente (EEA) e a Comissão Européia, tem apresentado faz uns meses uma ferramenta interativa que permite deixar à vista pública os dados sobre emissões contaminantes, assim como o volume e a classe de resíduos dos complexos industriais europeu, já seja poluentes do solo, o ar e água. Uma decisão que, junto com publicações como o recente estudo de Carbon Disclosure Project, põe em evidencia a necessidade de que as companhias superem sua abulia para re-dirigir seus modelos de negócio à proteção meio-ambiental.
FORNECEDORES LIMPOS
Dentre os gigantes empresariais que tem reagido às advertências institucionais destacam os casos de Toyota e Volkswagen, que tem apresentado recentemente ações encaminhadas a reduzir a contaminação, que complementam e renovam os programas de ação ambiental recolhidos na documentação corporativa de ambas as empresas. No caso da empresa alemã, se há levado a cabo na China a firma dum acerto pelo que a companhia aportara dados, experiência e seus conhecimentos no desenvolvimento de mobilidade elétrica. A- través deste projeto se desenvolverão estratégias sobre como a mobilidade elétrica pode reduzir a pressão sobre o meio ambiente derivada da polução e o ruído, especialmente nas grandes cidades. A iniciativa se centrará na análise do impacto meio-ambiental de diferentes meios de transporte, assim como em assegurar soluções desenvolvidas em vários campos.
Por sua parte, e trás um estudo piloto dum ano em Grã Bretanha Toyota há despregado seu Plano Ambiental a sua ampla rede de distribuidores, assumindo o objetivo de reduzir significativamente as emissões de CO2 na cadeia de subministro da companhia. O plano está estruturado de modo que os benefícios revertam a Toyota, seus distribuidores, e a comunidade em geral, obedecendo ao significado essencial do investimento responsável.
A aposta da Toyota supõe um passo adiante na árdua tarefa de lutar pela redução das emissões na cadeia de subministro. E é que na maioria dos setores econômicos ainda persistem graves problemas tais como o enorme potencial contaminante das atividades integradas na cadeia de subministro, tais como o transporte de carga. As armas surgidas para lutar contra este problema são ainda escassas, porém destacam os bônus de carbono que funcionam de forma que uma empresa que não possa eliminar ou reduzir a poluição durante seu processo produtivo o de manejo de compras, colabore a través destes bônus com iniciativas de outras companhias que sim possam aportar programas em prol do meio-ambiente.
Como ferramenta ótima para melhorar a sustentabilidade da cadeia de subministro de todos os setores econômicos em geral se destaca também os relatórios cada vez mais interativos e completos. Assim, a Global Reporting Initiative (GRI) sustem que "apresentar relatórios" pode ser uma parte da resposta à gestão sustentável das cadeias de subministro, e da promoção da responsabilidade empresarial nos fornecedores.

Sostenibilidad y el informe Stern (espanhol)

El sector del transporte se "ahoga" entre emisiones contaminantes y suspende en la lucha climática
Volkswagen y Toyota responden a la presión institucional abogando por la movilidad eléctrica y los proveedores “limpios”
Carbon Disclosure Project insta a las companies a mejorar sus planes medioambientales
Beatriz Lorenzo.-
Hablar de cambio climático es hablar también de patatas calientes que vuelan a gran velocidad de unas manos a otras, de desidia institucional y de indiferencia; es hablar de obstinación y de fracasos internacionales como el acontecido tras las reuniones de la Cumbre de Copenhague. Y, sin embargo, el enemigo se hace cada vez más fuerte y supone una amenaza constante para la salud y la supervivencia del planeta y la población. Tras su sonada publicación en 2006, el Informe Stern ha conseguido dotar al fenómeno climático de personalidad económica, más allá de su impacto meramente ambiental y sobre la salud. Entre las conclusiones del documento han levantado no poca polvareda los datos que aseguran que se necesita una inversión equivalente al 1% del PIB mundial para mitigar los efectos del cambio climático y que de no hacerse dicha inversión el mundo se expondría a una recesión que podría alcanzar el 20% del PIB global. El informe también sugiere la imposición de ecotasas para minimizar los desequilibrios socioeconómicos y afirma que “nuestras acciones en las décadas inmediatamente venideras pueden implicar el riesgo de una disrupción de la actividad económica y social durante el resto de este siglo y el siguiente, de una escala parecida a la de las grandes guerras y la Gran Depresión”.
Está, por tanto, sobradamente justificada la necesidad de que los diversos sectores económicos tomen las riendas de un corcel que lleva ya demasiado tiempo desbocado, ya no solamente por razones de simple protección medioambiental sino atendiendo también a los impactos económicos. Y la realidad es que a pesar del patente descenso de los últimos meses en las emisiones contaminantes de la industria y los transportes a nivel mundial- algo que tiene mucho que ver con los estragos de la crisis económica-las emisiones siguen siendo demasiadas, tal y como refleja un reciente informe de Carbon Disclosure Project que revela que la mayoría de las empresas de transporte no se adaptan a los riesgos y oportunidades que plantea el cambio climático.
NECESIDAD DE TRANSPARENCIA
El organismo insta así al sector del transporte a intensificar sus esfuerzos a la hora de frenar las emisiones de carbono, tras los devastadores resultados del estudio que encontró que menos del 40% de las grandes compañías ha puesto en marcha planes de reducción de carbono. Un fracaso cuanto menos sorprendente si tenemos en cuenta que el sector del transporte genera el 13% de las emisiones mundiales de gases de efecto invernadero y el 60% del consumo de petróleo en los países desarrollados.
En este orden de cosas, la desidia demostrada por el sector a la hora de acometer acciones ambientales contrasta fuertemente con las potentes campañas de publicidad que suelen poner el acento en el teórico bajo potencial contaminante de los automóviles. Como claro ejemplo de publicidad “engañosa” muy habitual merece destacarse el tratamiento publicitario del sistema híbrido como “mecanismo limpio”, pese a que en la realidad este sistema sigue siendo contaminante aunque lo sea menos que los sistemas convencionales.
Ante la situación, la apuesta institucional se dirige una vez más al terreno de la transparencia. Haciendo suya la premisa de “a mayor transparencia, mayor control”, la Agencia Europea de Medio Ambiente (EEA) y la Comisión Europea, han presentado hace unos meses una herramienta interactiva que permite dejar a la vista pública los datos sobre emisiones contaminantes, así como el volumen y la clase de desechos de los complejos industriales europeo, ya sea contaminantes del suelo, el aire o el agua. Una decisión que, junto con publicaciones como el reciente estudio de Carbon Disclosure Project, ponen en evidencia la necesidad de que las compañías superen su abulia para redirigir sus modelos de negocio a la protección medioambiental.
PROVEEDORES LIMPIOS
De entre los gigantes empresariales que han reaccionado a las advertencias institucionales destacan los casos de Toyota y Volkswagen, que han presentado recientemente acciones encaminadas a reducir la contaminación, que complementan y remozan los programas de acción ambiental recogidos en la documentación corporativa de ambas empresas. En el caso de la empresa alemana, se ha llevado a cabo en China la firma de un acuerdo por el que la compañía aportará datos, experiencia y sus conocimientos en el desarrollo de movilidad eléctrica. A través de este proyecto se desarrollarán estrategias sobre cómo la movilidad eléctrica puede reducir la presión sobre el medio ambiente derivada de la polución y el ruido, especialmente en las grandes ciudades. La iniciativa se centrará en el análisis del impacto medioambiental de diferentes medios de transporte, así como en asegurar soluciones desarrolladas en varios campos.
Por su parte, y tras un estudio piloto de un año en Gran Bretaña Toyota ha desplegado su Plan Ambiental a su amplia red de distribuidores, asumiendo el objetivo de reducir significativamente las emisiones de CO2 en la cadena de suministro de la compañía. El plan está estructurado de modo que los beneficios reviertan a Toyota, sus distribuidores, y la comunidad en general, obedeciendo al significado esencial de la inversión responsable.
La apuesta de Toyota supone un paso adelante en la ardua tarea de luchar contra la reducción de emisiones en la cadena de suministro. Y es que en la mayoría de sectores económicos todavía persisten graves problemas tales como el enorme potencial contaminante de actividades integradas en la cadena de suministro, tales como el transporte de carga. Las armas surgidas para luchar contra este problema son todavía escasas pero destacan los bonos de carbono que funcionan de forma que una empresa que no pueda eliminar o reducir la contaminación durante su proceso productivo o de manejo de mercancía, colabore a través de estos bonos con iniciativas de otras compañías que sí puedan aportar programas en pro del medioambiente.
Como herramienta óptima para mejorar la sostenibilidad de la cadena de suministro de todos los sectores económicos en general destacan también los reportes cada vez más interactivos y completos. Así, la Global Reporting Initiative (GRI) sostiene que "presentar informes" puede ser una parte de la respuesta a la gestión sostenible de las cadenas de suministro, y de la promoción de la responsabilidad empresarial en los proveedores.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

RSE




¿Cómo debe actuar un Community Manager de RSE?
Publicado por Fernando Legrand

11 Agosto, 2010

La figura del Community Manager (o Gestor de Comunidades Online) viene en firme ascenso durante este 2010. Son nuevos puestos que se crean en las estructuras de comunicación de empresas y organizaciones para ser “la voz, los ojos y los oídos” en las redes sociales.
Y en un ámbito como el de la Responsabilidad Social, aún con cierto recelo por comunicar sus acciones, cada vez surge como más necesario profesionalizar el proceso de escucha activa en las redes.
A diferencia de otras estrategias, al comunicar RSE no estamos vendiendo un producto o acercando una promoción a nuestros seguidores en Facebook. Se trata, sobre todo, de hacer visibles nuestras buenas prácticas, otorgarle transparencia a la gestión, contarlo de primera mano y escuchar las opiniones sobre aquello que hacemos, e incluso, trabajar en un marco de colaboratividad con otros pares construyendo conocimiento.
Entre las empresas y organizaciones que ya están gestionando perfiles especiales de RSE en las redes sociales se encuentran dos errores básicos: O bien colocan a un becario para el puesto de CM; o contratan para este fin a una agencia de Social Media que conoce de todo… menos de RSE.
En este contexto es que surgen algunas preguntas:
¿El Community Manager (CM) debe ser alguien que esté dentro de la estructura de la organización?
¿Es preferible contratar a una agencia de Social Media?
¿En el ámbito específico de la RSE, qué cualidades deben tener?

Para tratar de dar respuestas a estas preguntas y ofrecer algunas claves de este trabajo cada vez más requerido, he consultado a Verónica Magán (CM de Fundación Venezuela Sin Límites); María José Calvimontes (CM de CapacitaRSE) y a Estefanía Salazar (CM de Fundación Venezolana para el Avance de la Ciencia -FundaVac-).

¿Cuál es la principal finalidad de un CM para una institución que promueve RSE?
Estefanía Salazar: Desde FundaVAC el community management nos ha servido para establecer vínculos estratégicos, identificar líderes, estimular la colaboratividad y difundir noticias y recursos de conocimiento. Así todo, nuestra gestión de community management está en pleno crecimiento y aprendizaje, básicamente porque hemos encontrado un reto singular: no todos nuestros grupos de interés tienen vida activa en la Web 2.0.
Verónica Magán: Dado que la Web 2.0 es el canal de comunicación natural de la Responsabilidad Social Empresarial (RSE), y que los Community Managers (CM) son la cara de las organizaciones en esta nueva era tecnológica, considero que los CM de la RSE deben ser, principalmente, honestos, colaboradores, dispuestos a compartir, y transparentes.
Esos valores se trasladan así a la organización que representamos y le contribuye en un mayor vínculo con sus públicos de interés.
María José Calvimontes: Un CM es el que CREA comunidad en forma responsable. No sólo importa el qué (que genere lazos) sino el cómo lo hace. Crea Conocimiento, estando al día de las últimas noticias y tendencias de su sector; Crea Responsabilidad, siendo honesto, transmitiendo información veraz y mencionando las fuentes; Crea Empatía, interesándose por su comunidad online y aprendiendo a “leer” sus emociones; Crea Asertividad, manifestando sus convicciones en nombre de la organización.
En CapacitaRSE, por nuestra naturaleza de ser un centro de educación online, la figura del CM es central para nuestro relacionamiento y para la construcción del conocimiento colectivo de RSE en las distintas redes sociales en las que tenemos presencia.
¿Cuál debe ser la “ubicación” del CM en la estructura organizacional?
En los tres casos de Fundación VSL, CapacitaRSE y FundaVAC, se encuentran dentro del área de comunicación, reportando directamente a las gerencias ejecutivas de cada organización.
Pero en estructuras más complejas pueden reportar directamente al Gerente de Comunicación.
¿Y si elegimos contratar una agencia de Social Media, qué ocurre?
Las agencias de Social Media son muy efectivas para este tipo de trabajos, porque cuentan entre su staff a profesionales que pasan más de 12 horas “enganchados” en las redes sociales (ya sea por trabajo o de modo personal). Conocen el terreno, conocen cómo generar una alta tasa de menciones, aseguran posicionamiento en Google, pero… no saben de RSE. Entonces, el principal problema es que a la hora de interactuar, y tener que responder una pregunta específica, pueden generar un problema de reputación (ya sea por acción u omisión).
No nos olvidemos que aún hablamos de un “nicho”, de algo muy específico que se va conociendo cada vez más pero que tiene su terminología particular y cuenta ya con una nutrida comunidad de expertos conversando.
Una solución para esto, sería tener un puente de comunicación directa entre el CM “externo” y gente del área de RSE. Pero las respuestas, en las redes sociales, no pueden tardar horas (o días) en responderse. Y el hecho de estar externalizado, puede jugar en contra.
Otra opción, sería la capacitación por parte de las agencias de Social Media, o bien por parte del equipo interno de la empresa que decida gestionar sus comunidades online.
Y una última, requerir un servicio de Social Media Management por parte de agencias o consultoras que cuenten con personal entendido en el tema. Sigue siendo una solución externa, pero convive con un CM interno.
¿Qué cualidades debe tener un CM de RSE?
María José Calvimontes: Siguiendo con la idea de que el Community Manager es alguien que CREA, considero que debe ser alguien con Compromiso (que esté identificado e involucrado con la RSE, que tenga Redacción (utilizando un lenguaje correcto y conozca la terminología específica), que Escuche (interactuando, no sólo actuando), y que tenga Apertura (valorando la diversidad de opiniones y esté dispuesto a aprender constantemente).
Además, debe ser alguien dispuesto a la Colaboración (que sepa moverse en el ámbito de lo 2.0), que entienda que se trata de Reciprocidad (que tenga como práctica diaria corresponder y agradecer), que trabaje con Entusiasmo (que sea capaz de evangelizar y atraer a la RSE y al entorno digital), y que tenga Afición (que le gusten las nuevas tecnologías para estar siempre a la vanguardia en su aplicación de comunicación de la RSE).
Verónica Magan: Los Community Managers de la RSE no sólo tienen la responsabilidad de difundir información de la organización y compartir con sus públicos, sino que también tienen la gran responsabilidad de hacer llegar los conceptos de la RSE a más personas. Debido a que son conceptos que rompen los esquemas tradicionales de las empresas, no es una labor fácil.
Por ende, el Community Manager debe trabajar en colaboración con su competencia, enviar mensajes sencillos, personales y amigables para que más y más personas entiendan lo que significa la RSE y generando valor a la Web 2.0.
Estefanía Salazar: La capacitación a los grupos de interés es vital, en mi opinión, para construir comunidades dinámicas que alimenten la labor del Community Manager, trabaje con empresas o con organizaciones sin fines de lucro y a su vez incentive iniciativas de Responsabilidad Social enmarcadas en el área. Invitaría a otras personas que ya se desempeñen como Community Managers -o aspiran a serlo- a que no rehúyan la posibilidad de ser acompañantes/docentes para que otros también hagan uso de las TIC.
Si te interesa más sobre este tema, te sugiero anotarte en el I Congreso Virtual de RSE que se realizará los próximos 23 y 24 de Septiembre, donde abordaré más detalles del universo de la RSE 2.0.
También se hará en Buenos Aires la Social Media Week y el 22/9 habrá un panel especial sobre RSE 2.0

Como deve atuar um Community Manager de RSE?
Autor: Fernando Legrand
11 Agosto, 2010
A figura do Community Manager (ou Gestor de Comunidades Online) vêm em firme ascensão durante 2010. São novos postos que se criam nas estruturas de comunicação de empresas e organizações para ser “a voz, os olhos e os ouvidos” nas redes sociais.
E num âmbito como o da Responsabilidade Social, ainda com certo receio por comunicar suas ações, cada vez surge como mais necessário profissionalizar o processo de escuta ativa nas redes.
A diferencia de outras estratégias, ao comunicar RSE não estamos vendendo um produto ou acercando uma promoção a os nossos seguidores em Facebook. Trata-se, sobre todo, de fazer visíveis nossas boas práticas, lhe outorgar transparência à gestão, contar-lo de primeira mão e escutar as opiniões sobre aquilo que fazemos, e incluso, trabalhar num marco de colaboratividade com outros pares construindo conhecimento.
Entre as empresas e organizações que já estão administrando perfis especiais de RSE nas redes sociais se encontram dois erros básicos: O bem colocam a um estagiário para o posto de CM; ou contratam para este fim a uma agencia de Social Media que conhece de todo… menos de RSE.
Neste contexto é que surgem algumas perguntas:
El Community Manager (CM) deve ser alguém que esteja dentro da estrutura da organização?
É preferível contratar a una agencia de Social Media?
No âmbito específico da RSE, que qualidades devem ter?

Para tratar de dar respostas a estas perguntas e oferecer algumas claves deste trabalho cada vez mais procurado, temos consultado a Verónica Magán (CM da Fundação Venezuela Sem Límites); María José Calvimontes (CM de CapacitaRSE) e a Estefanía Salazar (CM de Fundação Venezuelana para o Avanço da Ciência -FundaVac-).

Qual é a principal finalidade dum CM para uma instituição que promove RSE?
Estefanía Salazar: Desde FundaVAC o community management nos tem servido para estabelecer vínculos estratégicos, identificar líderes, estimular a colaboratividade e difundir noticias e recursos de conhecimento. Assim todo,nossa gestão de community management está em pleno crescimento e aprendizado, basicamente porque temos encontrado um desafio singular: não todos nossos grupos de interesse possuem vida ativa na Web 2.0.
Verónica Magán: Dado que a Web 2.0 é o canal de comunicação natural da Responsabilidade Social Empresarial (RSE), e que os Community Managers (CM) são o rosto das organizações nesta nova era tecnológica, considero que os CM da RSE devem ser, principalmente, honestos, colaboradores, dispostos a compartilhar, e transparentes.
Estes valores se trasladam assim à organização que representamos e lhe contribui em um maior vínculo com seus públicos de interesse.
María José Calvimontes: Um CM é o que CRIA comunidade em forma responsável. Não só importa o que (que gere laços) senão o como o faz. Cria Conhecimento, estando ao dia das últimas noticias e tendências de seu setor; Cria Responsabilidade, sendo honesto, transmitindo informação veraz e mencionando as fontes; Cria Empatia, interessando-se por sua comunidade online e apreendendo a “ler” suas emoções; Cria Assertividade, manifestando suas convicções em nome da organização.
Em CapacitaRSE, por nossa natureza de ser um centro de educação online, a figura do CM é central para nosso relacionamento e para a construção do conhecimento coletivo de RSE nas distintas redes sociais nas que temos presencia.
Qual deve ser o “posicionamento” do CM na estrutura organizacional?
Nos três casos de Fundação VSL, CapacitaRSE e FundaVAC, se encontram dentro da área de comunicação, reportando diretamente às gerencias executivas de cada organização.
Porém em estruturas mais complexas podem reportar diretamente ao Gerente de Comunicação.
E se escolhemos contratar uma agencia de Social Media que acontece?
As agencias de Social Media são muito efetivas para éste tipo de trabalhos, porque contam entre seu staff a profissionais que passam mais de 12 horas “enganchados” nas redes sociais (ja seja por trabalho ou de modo pessoal). Conhecem o terreno, conhecem como gerar uma alta taxa de menções, assegura posicionamento em Google, mas… não sabem de RSE. Então, o principal problema é que à hora de interatuar, e ter que responder uma pergunta específica, podem gerar um problema de reputação (já seja por ação u omissão).
Não esqueçamos que ainda falamos dum “nicho”, de algo muito específico que se vai conhecendo cada vez más porém que tem sua terminologia particular e conta já com uma nutrida comunidade de expertos conversando.
Uma solução para isto, seria ter uma ponte de comunicação direta entre o CM “externo” e gente da área de RSE. Mas as respostas, nas redes sociais, não podem tardar horas (ou dias) em se responder. E o fato de ser externo, pode jogar em contra.
Outra opção, seria a capacitação por parte das agencias de Social Media, ou bem por parte do equipe interno da empresa que decida administrar suas comunidades online.
E uma última, requerer um serviço de Social Media Management por parte de agencias ou consultoras que contem com pessoal entendido no tema. Segue sendo uma solução externa, mas convive com um CM interno.
Que qualidades deve ter um CM de RSE?
María José Calvimontes: Seguindo com a idéia de que o Community Manager é alguém que CRIA, considero que deve ser alguém com Compromisso (que esteja identificado e envolvido com a RSE, que tenha Redação (utilizando uma linguagem correta e conheça a terminologia específica), que Escute (interatuando, não só atuando), e que tenha Abertura (valorando a diversidade de opiniões e esteja disposto a aprender constantemente).
Além disso, deve ser alguém disposto à Colaboração (que saiba mover-se no âmbito do 2.0), que entenda que se trata de Reciprocidade (que tenha como prática diária corresponder e agradecer), que trabalhe com Entusiasmo (que seja capaz de evangelizar e atrair à RSE e ao entorno digital), e que tenha Afeição (que lhe gostem as novas tecnologias para estar sempre à vanguarda em sua aplicação de comunicação da RSE).
Verónica Magan: Os Community Managers da RSE não só tem a responsabilidade de difundir informação da organização e compartir com seus públicos, senão que também tem a grande responsabilidade de fazer chegar os conceitos da RSE a mais pessoas. Devido a que são conceptos que quebram os esquemas tradicionais das empresas, não é uma tarefa fácil.
Logo, o Community Manager deve trabalhar em colaboração com sua competência, enviar mensagens singelos, pessoais e amigáveis para que mais e mais pessoas entendam o que significa a RSE e gerando valor à Web 2.0.
Estefanía Salazar: A capacitação aos grupos de interesse é vital, em minha opinião, para construir comunidades dinâmicas que alimentem a labor do Community Manager, trabalhe com empresas ou com organizações sem fins de lucro e a sua vez incentive iniciativas de Responsabilidade Social enquadradas na área. Convidaria a outras pessoas que já se desempenhem como Community Managers -ou aspiram a ser-lo- a que não fujam da possibilidade de ser acompanhantes/docentes para que outros também façam uso das TIC.
Se te interessa mais sobre este tema, te sugiro anotar-te no I Congreso Virtual de RSE que se realizará os próximos 23 y 24 de Setembro, onde abordarei mais detalhes do universo da RSE 2.0.
Também se fará em Buenos Aires a Social Media Week e o 22/9 haverá um painel especial sobre RSE 2.0

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

RSE


RECICLAGEM



A reciclagem – ou a devolução de determinados produtos para o ciclo de processamento industrial – é um
processo que vem ganhando escala pela quantidade de benefícios que gera. Ela proporciona economia
para as empresas, renda para a população, além de benefícios ambientais, sociais e econômicos para
uma família, uma cidade e para todo o planeta.
BENEFÍCIOS AMBIENTAIS
A reciclagem devolve ao ciclo de produção materiais que, em contato com a natureza, podem contaminar o solo,
comprometer a qualidade da água e poluir o ar.
E contribui para a redução do volume de dejetos depositados nos lixões e nos aterros sanitários.
Reciclar significa menos gasto de energia elétrica, economia de recursos naturais e redução da poluição do ar.

Brasil produz atualmente 240 mil toneladas de lixo por dia.
A revista Época em sua última edición, no artigo “Uma Solução para Lixo” de Aline Ribeiro, afirma que só são 182.000 toneladas.
Como seja, é um volume importante.
O melhor exemplo dos benefícios gerados pela reciclagem pode ser encontrado na cadeia produtiva do alumínio.
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Alumínio - Abia, o país tem o sistema mais
eficiente de reaproveitamento desse metal em todo o mundo.
De cada 100 latinhas de bebidas consumidas no país, nada menos do que 94 são reprocessadas pela indústria.
Os últimos dados disponíveis mostram que o Brasil reciclou, no ano de 2006, 317 mil toneladas do
metal. Essa quantidade expressiva, equivalente a 38% do alumínio consumido no país, torna-se mais
impressionante ainda quando se sabe que, para se obter 1 quilo de alumínio, são necessárias 74
latinhas vazias. Ou seja, o total de alumínio reciclado no Brasil é o equivalente a 22,5 bilhões de
latinhas. No caso do alumínio, a economia é muito maior.
A produção de 1 quilo de alumínio primário a partir de sucata consome 95% menos eletricidade do que a
produção da mesma quantidade do metal com base no minério que lhe dá origem, a bauxita.
Isso sem falar na economia do próprio minério: cada quilo de alumínio reciclado permite
a economia de pelo menos 5 quilos de bauxita, evitando a sua retirada do meio ambiente.
A reciclagem de uma única lata de refrigerante gera energia para manter um aparelho de TV ligado
durante três horas ou uma lâmpada de 100 watts por 20 horas. Como um quilo equivale a 74 latas,
reciclar esse peso significa economizar a eletricidade necessária para manter essa lâmpada acesa durante dois
meses inteiros.
BENEFÍCIOS SOCIAIS
Estima-se que, no Brasil, 100 mil pessoas vivam exclusivamente de coletar latas de alumínio para reciclagem.
Isso lhes garante uma renda média de até três salários mínimos por mês.
A reciclagem de 1 quilo de cacos de vidro gera 1 quilo de vidro novo.
Isso representa a economia de pelo menos 1,3 quilos dos minérios utilizados como matéria-prima para
fabricação desse produto.
A utilização de apenas 10% de cacos na produção de uma tonelada de vidro representa
uma economia de 2,9% de energia elétrica.
A reciclagem do vidro reduz a emissão de gases poluidores pelas fábricas e evita que se jogue na natureza
um produto de difícil decomposição.
O mesmo acontece com o plástico. A reutilização desse material impede que ocorra um enorme prejuízo ao
meio ambiente, pois ele é muito resistente a radiações, calor, ar e água.
Além de, queimado, ser uma fonte de emissão de gás carbônico e outros produtos tóxicos.
Segundo alguns cálculos, a reciclagem do plástico no Brasil mantém cerca de 20 mil empregos diretos em
300 indústrias de reciclagem.
A reciclagem de lixo por meio da compostagem – um conjunto de técnicas aplicadas para controlar a
decomposição de materiais orgânicos – dá origem a um adubo mais eficiente do que o fertilizante produzido com
base em matérias-primas. Ou seja: é um produto de excelente qualidade para agricultura.

Entidades como o Cempre - Compromisso Empresarial para a Reciclagem (www.cempre.org.br), ,fornecem manuais e cartilhas que orientam como montar um programa de coleta seletiva.


RECICLADO (español)
El reciclado – o devolución de determinados productos para el ciclo de procesamiento industrial – es un
proceso que viene ganando escala por la cantidad de beneficios que genera. Él proporciona economía
para las empresas, renta para la población, además de beneficios ambientales, sociales y económicos para
una familia, una ciudad y para todo el planeta.
BENEFICIOS AMBIENTALES
El reciclado devuelve al ciclo de producción materiales que, en contacto con la naturaleza, pueden contaminar
el suelo, comprometer la calidad del agua y contaminar el aire.
Y contribuye para la reducción del volumen de basuras depositado en los basureros y en los aterramientos
Sanitarios.
Reciclar significa menos gasto de energía eléctrica, economía de recursos naturales y reducción de la
contaminación del aire.

Brasil produce actualmente 240 mil toneladas de basura por día.
La revista Época en su última edición, en el articulo Una Solución para la basura, afirma que sólo son 182.000 toneladas. Como sea, es un volumen nada despreciable.
El mejor ejemplo de los beneficios generados por el reciclado puede ser encontrado en la cadena productiva
del aluminio. De acuerdo con datos de la Asociación Brasileña de la Industria del Aluminio - Abia, el país tiene
o sistema más eficiente de reaprovechamiento de ése metal en todo el mundo.
De cada 100 latitas de bebidas consumidas en el país, nada menos de que 94 son reprocesadas por la industria.
Los últimos datos disponibles muestran que Brasil recicló, en el año 2006, 317 mil toneladas del metal.
Ésa cantidad expresiva, equivalente a 38% del aluminio consumido en el país, se torna más
impresionante aún cuando se sabe que, para obtenerse 1 quilo de aluminio, son necesarias 74
latitas vacías. O sea, el total del aluminio reciclado en Brasil es el equivalente a 22,5 billones de
latitas. En el caso del aluminio, la economía es mucho mayor.
La producción de 1 quilo de aluminio primario a partir de chatarra consume 95% menos electricidad que la
producción de la misma cantidad del metal con base en el mineral que le da origen, la bauxita.
Esto sin hablar de la economía del propio mineral: cada quilo de aluminio reciclado permite
la economía de por lo menos 5 quilos de bauxita, evitando su extracción del medio ambiente.
El reciclado de una única lata de refrigerante genera energía para mantener un aparato de TV conectado
durante tres horas o una lámpara de 100 watts por 20 horas. Como un quilo equivale a 74 latas,
reciclar ése peso significa economizar la electricidad necesaria para mantener ésa lámpara encendida durante
dos meses enteros.
BENEFÍCIOS SOCIAIS
Se estima que, en Brasil, 100 mil personas vivan exclusivamente de recolectar latas de aluminio para reciclado.
Ello les garante una renta media de hasta tres salarios mínimos por mes.
El reciclado de 1 quilo de cascos de vidrio genera 1 quilo de vidrio nuevo.
Esto representa la economía de por lo menos 1,3 quilos de los minerales utilizados como materia prima para
la fabricación de ése producto.
La utilización de apenas 10% de cascos en la producción de una tonelada de vidrio representa
una economía de 2,9% de energía eléctrica.
El reciclado del vidrio reduce la emisión de gases contaminantes por las fábricas y evita que se arroje en la
naturaleza un producto de difícil descomposición.
Lo mismo acontece con el plástico. La reutilización de este material impide que ocurra un enorme perjuicio al
medio ambiente, pues él es muy resistente a radiaciones, calor, aire y agua.
Además de, quemado, ser una fuente de emisión de gas carbónico y otros productos tóxicos.
Según algunos cálculos, el reciclado de plástico en Brasil mantiene cerca de 20 mil empleos directos en
300 industrias de reciclado.
El reciclado de residuos orgánicos por medio de compostaje – un conjunto de técnicas aplicadas para controlar la
descomposición de materiales orgánicos – da origen a un adobo más eficiente que el fertilizante producido con
base en materias primas. O sea: es un producto de excelente calidad para la agricultura.

Entidades como Cempre - Compromiso Empresarial para el Reciclado (www.cempre.org.br), proveen manuales y cartillas que orientan como montar un programa de colecta selectiva.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010



Como preparar uma boa apresentação profissional?

Uma correta apresentação profissional fará que aumentem suas chances de encontrar um bom emprego. Por: Oscar H. Canorio *

Sua apresentação profissional é uma ferramenta fundamental de comunicação, que utilizará em reuniões com suas redes de contacto e em entrevistas. Sua apresentação profissional responde a algo que você escutará com freqüência:
Fale-me de você...
Oferece-lhe a oportunidade de se - posicionar na mente de seu interlocutor de forma breve e positiva. Uma vez redigida, pratique em voz alta de modo que soe natural e não estudada.
Recomendações gerais para redigir sua apresentação Profissional:
● Desafie-se a você mesmo a resumir sua apresentação, de modo que possa se descrever em menos de 2 minutos.
Estruture-la redor das seguintes categorias gerais:
● Profissão. Comece por estabelecer sua identidade profissional em tempo presente
(Sou Gerente de Sistemas Informáticos). Transmita uma vívida imagem pessoal, associando-se a sua profissão e / o nível profissional em vez de seu anterior título laboral ou empresa.
● Experiência. Ressalte as aptidões e habilidades. Por exemplo, um Gerente de Recursos Humanos poderia discutir suas aptidões em relações laborais, capacitação, desenvolvimento e administração de benefícios.
● Tipos de Organizações / Ambientes. Resuma as organizações ou ambientes onde há trabalhado, como por exemplo, uma empresa que esteja entre as 100 mais destacadas do país, uma grande companhia de seguros, um negócio independente, uma repartição governamental ou uma instituição sem fins de lucro.
Também pode mencionar outro tipo de atividade, tal como docência, participação na diretoria duma empresa ou duma instituição sem fins de lucro, ou algum rol de liderança em agrupações profissionais.
● Fortalezas pessoais. Identifique as qualidades pessoais que o distinguem de outros em seu campo. Poderia destacar um conhecimento técnico valioso e especialmente profundo, um enfoque excepcional para a resolução de problemas, ou alguma outra especialidade.

•Exemplos de apresentações pessoais.
Nos seguintes exemplos observe que se cria uma clara impressão de valor ante os possíveis empregadores:
Sou um experimentado especialista em informática, focado à solução de problemas de hardware e software. Ademais de ser um Profissional Certificado Microsoft, estou capacitado em várias linguagens de programação. Durante minha carreira têm trabalhado em instituições tão diversas como uma universidade, um call center e um banco de grande prestigio.
Minha capacidade é a de escutar e me comunicar claramente com usuários menos experientes que eu e ajudar-los a usar seus sistemas operativos.
Sou um encarregado de oficina, com mais de 10 anos de experiência supervisando as operações diárias duma importante organização dentro da indústria alimentícia.
Tenho fama de poder fazer as coisas rápida, eficiente e o mais economicamente possível, já se trate de imprimir folhetos, trocar o sistema telefônico da oficina ou organizar as festas internas.
Meu espírito detalhista e minha capacidade de forjar fortes relações com fornecedores me ajudam a que as cosas fluíam com eficiência.

* Proprietário do grupo em LinkedIn “Oportunidades Laborais em Argentina”(com mais de 21.000 membros).É Economista, Licenciado em Administração, com um MBA na UADE Business School.


¿Cómo preparar una buena presentación profesional? – (español)
Una correcta presentación profesional hará que aumenten las chances de encontrar un buen empleo.
Por: Oscar H. Canorio *
Su presentación profesional es una herramienta fundamental de comunicación, que utilizará en reuniones con sus redes de contacto y en entrevistas. Su presentación profesional responde a algo que escuchará con frecuencia:
Hábleme de usted.
Le ofrece la oportunidad de posicionarse en la mente de su interlocutor de forma breve y positiva. Una vez redactada, practíquela en voz alta de modo que suene natural y no estudiada.
Recomendaciones generales para redactar su presentación Profesional:
● Desafíese a sí mismo a resumir su presentación, de modo que pueda describirse en menos de 2 minutos.
Estructúrela alrededor de las siguientes categorías generales:
● Profesión. Comience por establecer su identidad profesional en tiempo presente
(Soy Gerente de Sistemas Informáticos). Transmita una vívida imagen personal, asociándose a su profesión
y / o nivel profesional en vez de a su anterior título la-boral o empresa.
● Experiencia. Resalte las aptitudes y habilidades. Por ejemplo, un Gerente de Re-cursos Humanos podría
discutir sus aptitudes en relaciones laborales, capacita-ción, desarrollo y administración de beneficios.
● Tipos de Organizaciones / Entornos. Resuma las organizaciones o entornos donde ha trabajado, como
por ejemplo una empresa que esté entre las 100 más destacadas del país, una gran compañía de seguros, un negocio independiente, una repartición gubernamental o una institución sin fines de lucro.
También puede mencionar otro tipo de actividad, tal como docencia, participación en el directorio de una empresa o de una institución sin fines de lucro, o algún rol de liderazgo en agrupaciones profesionales.
● Fortalezas personales. Identifique las cualidades personales que lo distinguen de otros en su campo.
Podría destacar un conocimiento técnico y valioso especial-mente profundo, un enfoque excepcional hacia la resolución de problemas, o alguna otra especialidad.

•Ejemplos de presentaciones personales.
En los siguientes ejemplos observe que se logra crear una clara impresión de valor ante los posibles empleadores:
Soy un experimentado especialista en informática, enfocado hacia solución de problemas de hardware y software. Además de ser un Profesional Certificado Microsoft, estoy capa-citado en varios lenguajes de programación. Durante mi carrera he trabajado en instituciones tan diversas como una universidad, un call center y un banco de gran prestigio.
Mi capacidad es la de escuchar y la comunicarme claramente con usuarios menos experimentados que yo y ayudarlos a usar sus sistemas operativos.
Soy un encargado de oficina, con más de 10 años de experiencia supervisando las ope-raciones diarias de una importante organización dentro de la industria alimenticia.
Tengo fama de poder hacer las cosas rápida, eficiente y lo más económicamente posible, ya se trate de imprimir folletos, cambiar el sistema telefónico de la oficina u organizar las fiestas internas.
Mi espíritu detallista y mi capacidad de forjar fuertes relaciones con proveedores me ayudan a que las cosas fluyan con eficiencia.

* Propietario del grupo en LinkedIn “Oportunidades Laborales en Argentina”(con más de 21.000 miembros).Es Contador Público, Licenciado en Administración, con un MBA en la UADE Business School.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

COMPRAS Y RSE


Las Compras y el Planeta

(*) Ecologización de los contratos institucionales
(*)"Ecologizar es una expresión propuesta por el arquitecto y ambientalista brasileño Mauricio Andrés Ribeiro en su libro[1] "Ecologizar, pensando el ambiente humano". Esta expresión no consta en el Diccionario Aurelio ni tampoco en el de la Real Academia Española .Ello significa adoptar una acción de introducir la dimensión ecológica en los diferentes campos de la vida y de la sociedad.

“Con las cosas que ellos compran, los gobiernos y las instituciones ejercen una gran influencia sobre el futuro de nuestro planeta."

Casi toda adquisición que una organización hace, desde una resma de papel hasta una fotocopiadora o un nuevo edificio de oficinas, tiene un costo oculto para el ambiente natural y los pueblos del mundo.
Muchos productos exigen el uso de enormes volúmenes de agua, madera, energía, metales y otros recursos que no siempre son renovables.
Y muchas veces ellos contienen productos químicos tóxicos que, cuando liberados en el medio ambiente, comprometen la salud de los seres humanos y los sistemas ecológicos de los cuales dependemos.
Esos impactos pueden ocurrir en cualquier fase del ciclo de vida de un producto: la obtención de las materias primas, fabricación, embalaje, transporte, uso y hasta aún después de la eliminación.
Debido a la magnitud de su compra, mientras tanto, los gobiernos y las grandes instituciones también pueden ser una fuerza poderosa para el cambio.
En la Unión Europea, apenas, las adquisiciones del gobierno totalizaron más de U$S 1 trillón, o aproximadamente 14 por ciento del PIB. Empresas, universidades, entidades religiosas, y otras grandes instituciones como las Naciones Unidas y el Banco Mundial también poseen un poder de compra significativo.
En los Estados Unidos, cerca de 3.700 facultades y universidades colectivamente compran cerca de US $ 250 billones en bienes y servicios, equivalente a casi 3 % del PIB de la nación.
Para muchas compras institucionales, ya existen alternativas que usan menos recursos, son menos contaminantes y menos perjudiciales a la salud humana y ambiental que sus contrapartes convencionales.
Estas incluyen a los vehículos híbridos, papel reciclado y productos de limpieza no tóxicos. Al aumentar la demanda por esos ítems, estas instituciones pueden desempeñar un papel fundamental en la construcción de mayores mercados para bienes y servicios verdes o ecológicamente correctos.
Contratos de compra verdes
Contratos "Greening" o contratos de compra verde significan que, además de especificar los requisitos básicos en cuanto a cantidad, precio, función o requisitos de seguridad, los compradores institucionales formulan también exigencias ambientales a sus proveedores.
En los contratos con los proveedores, los compradores pueden pedir que:
● Los productos exhiban uno o más atributos ambientales positivos, tales como material reciclado, uso eficiente de energía o del agua en su fabricación, baja toxicidad, o biodegradabilidad (tampoco está en el diccionario RAE).
● Productos que puedan generar menos residuos, incluso con menos embalaje, o ser reutilizables, o parcialmente reacondicionados.
● Productos que satisfagan determinados criterios ambientales durante su fabricación o producción, como el papel que puede ser tratado y libre de cloro o ser hecho de madera de una floresta administrada de forma sustentable.
● Proveedores que recuperan o retiran ítems (logística inversa), tales como pilas, equipos electrónicos, alfombras, al final de su vida útil.
● Los propios proveedores tengan credenciales ambientales, como la creación de sistemas de gestión ambiental.
Pioneros en adquisición Verde
"En todo el mundo, un número creciente de universidades, empresas, agencias gubernamentales y otras instituciones están reviendo sus hábitos de compra e incorporación de las preocupaciones ambientales en todas las fases de sus contratos."
¿Y Usted?...
A nivel corporativo, los pioneros de compra verde incluyen empresas en prácticamente todos los sectores de la economía, incluyendo bancos, hoteles, automóviles, minoristas de vestuario y supermercados.
Muchas de estas empresas son motivadas claramente por el auto-interés: ellas están descubriendo que al adoptar medidas de eficiencia energética y otras mudanzas relativamente pequeñas en sus operaciones internas, pueden reducir sus impactos ambientales, y al mismo tiempo mejorar su rentabilidad.
Muchas empresas también perciben que pueden perder competitividad, prosiguiendo con métodos de uso intensivo de recursos o ambientalmente destructivos. Pero el equilibrio de compra verde con el lucro de las empresas puede ser un proceso delicado, en algunos casos, él además puede ser una desventaja competitiva para "hacer la cosa ecológicamente correcta."
Ejemplos de compras ecológicas en empresas seleccionadas

Canon
Da prioridad en su adquisición global de casi 4,6 mil ítems aprobados por la empresa de material de escritorio verde.
Ahora trabaja en las compras y contratos verdes de las plantas en Japón, Asia y América do Norte.
Federal Express
En 2002, se comprometió a substituir todos los 44 mil vehículos de la flota por camiones diesel-eléctricos, que aumentan la eficiencia de combustible y cortan por la mitad el smog y hollín , disminuyendo las emisiones en un 90 por ciento.
IKEA
Da preferencia a la madera proveniente de florestas que sean certificadas como siendo administradas de forma sostenible o en fase de transición para éstos patrones.
Migros
En 2002, o supermercado suizo se tornó el primer minorista europeo en parar de comprar suministros de óleo de palma proveniente de fuentes ecológicamente insalubres en Malasia e Indonesia.
Toyota
En 2001, cambió cerca de 1.400 ítems de materiales de escritorio y 300 computadores y otros equipos para alternativas verdes. Ha conseguido adquirir 100 por ciento verde en éstas áreas a partir de 2002. En el año fiscal de 2001, compró 500 mil Kw hora de energía eólica y pretende aumentar estos para 2 millones de Kw hora por año.
Muchos gobiernos han reconocido el valor de las operaciones de greening como una forma de racionalizar los costos y alcanzar objetivos más ambiciosos de la política ambiental, como la reducción de residuos y cumplimiento de metas de eficiencia energética.
Varios países, incluyendo Alemania, Austria, Canadá, Dinamarca, Alemania, Japón los Estados Unidos, y ahora también Brasil, tienen ahora rigurosas leyes o políticas nacionales que exigen que las instituciones del gobierno compren verde (a pesar que actualmente ello no signifique que estas siempre hacen eso).
También ha habido una onda de adquisiciones ecológicas por ciudad, estado y gobiernos regionales.
Algunos gobiernos e industrias desarrollan actividades de compras centradas en la compra de productos reciclados o energéticamente eficientes, pero el interés por energías renovables y otras compras verdes están también aumentando.
Presiones y Drivers
"Las instituciones de todo tipo cada vez más enfrentan una amplia gama de consumidores y presiones regulatorias para comprar verde".
Muchos gobiernos ya ofrecen descuentos, incentivos fiscales y otros incentivos económicos para estimular a empresas, escuelas, individuos y otros consumidores para invertir en todo, desde aparatos de eficiencia energética hasta vehículos que utilizan combustibles alternativos. Los gobiernos también están usando su autoridad reguladora para esencialmente forzar a las instituciones a hacer compras más verdes. Las nuevas leyes o reglamentos que exigen que los fabricantes deban cumplir ciertas normas de eficiencia energética, reciclado o logística inversa influencian la forma como muchas empresas proyectan fabricar sus productos en el futuro.
Los gobiernos no son los únicos a empujar a las instituciones a comprar productos ecológicos.
En todo el mundo, los consumidores individuales están comenzando a traducir preocupaciones personales sobre su salud, el medio ambiente y la justicia social en más compras verdes a nivel doméstico.
Esos consumidores esperan cada vez más un mejor desempeño ambiental por parte de las instituciones, las empresas a las que compran y los productos que compran.. Un número creciente de consumidores, accionistas y organizaciones no-gubernamentales (ONG) también están participando de boicots y otras acciones directas de presión a las empresas para cambiar sus prácticas de compra.
En otros casos, las ONG están participando activamente en sociedades con empresas líderes para ayudarlos a reorientar su significativo poder de compra para fines ambientales.
Superando Obstáculos
"En un nivel práctico, el éxito de la compra verde muchas veces se resume al papel del comprador profesional."
Un departamento de compras de una institución ejerce un poder considerable.
Al comprar en forma centralizada, una única decisión tomada por apenas uno o un puñado de compradores puede tener un efecto cascada enorme, influenciando los productos utilizados por centenas o hasta millares de individuos. Como resultado, las actividades de compra de los compradores institucionales, generalmente, tienen consecuencias mucho mayores para el planeta de lo que las decisiones diarias de la mayoría de los consumidores domésticos.
Infelizmente, muchos compradores todavía no están aprovechando su enorme poder para palanquear la mudanza.
En algunos casos, ellos simplemente no están conscientes de la influencia que podrían tener. Pero también enfrentan graves cuestiones jurídicas, políticas, institucionales y obstáculos en todas las fases de su trabajo para crear un programa de compra verde y para la selección de productos ecológicamente correctos. A menos que esas barreras sean abordadas y las diferencias entre las buenas intenciones y los resultados prácticos sean estrechadas, hoy las pioneras en iniciativas de compra verde podrían ser engullidas por la creciente onda de consumo.
Identificación de productos ecológicos
"La ausencia de informaciones sobre los productos dejó a fabricantes, ambientalistas y consumidores confusos sobre lo que exactamente constituye lo “verde "del producto o servicio."
Un desafío significativo en la compra "verde" es saber exactamente que procurar.
Relativamente poco es conocido sobre las características ambientales de la mayoría de los productos y servicios en el mercado hoy, tornándose difícil para los compradores comparar los productos de una forma eficaz.
Rastrear los orígenes de un producto en la cadena de producción puede ser particularmente difícil.
Sin tiempo o basamento científico para ampliar la investigación de ofertas de productos verdes, muchos clientes prefieren simplemente ser informados de lo que comprar.
Felizmente, herramientas sofisticadas están siendo desarrolladas para ayudar a los fabricantes y compradores a evaluar el desempeño ambiental de los productos. Una técnica bastante promisoria, la evaluación del ciclo de vida (ACV), propone una metodología para identificar y cuantificar las entradas, salidas e impactos ambientales potenciales de un determinado producto o servicio a lo largo de su vida.
El acuerdo es igualmente emergente, por lo menos entre algunas partes interesadas, sobre la definición de ciertos productos verdes, como papel y productos de limpieza. Muchos compradores (consumidores y otros) pueden también procurar orientación nacional, regional y global así como iniciativas de marcas verdes.
Y muchas organizaciones publican orientaciones de compra verde o listas de productos para sus compradores de referencia o manuales de entrenamiento detallado para conducir a los compradores durante el proceso.
Ampliar el Movimiento
"Compras verdes no es la única manera de minimizar los problemas asociados al consumo excesivo. Pero es un paso importante en el camino para alcanzar un mundo más sostenible. Como individuos tendremos de presionar a las organizaciones en las que trabajamos y dependemos para unirse a nosotros en la construcción de un mundo nuevo".
Hoy, las iniciativas a nivel internacional, regional, local procuran enfrentar los obstáculos para la compra verde y acelerar su adopción.
Por ejemplo, una serie de organizaciones y redes, principalmente en Europa, América del Norte y Japón, ahora publican sus informaciones de compras verdes, recogen historias de éxito, y divulgan las tendencias.
Muchos esfuerzos también están en marcha para extender la compra verde en el mundo en desarrollo, no obstante aún exista un trabajo considerable a ser efectuado. Una forma en que las instituciones pueden ayudar a extender la compra verde para el mundo en desarrollo es usando sus propias adquisiciones para fortalecer los mercados locales.
Por ejemplo, las Naciones Unidas, Banco Mundial, agencias donantes, y empresas multinacionales que operan en esos países puede tentar comprar una parcela mayor de sus productos y servicios de proveedores locales verdes, ayudando a construir la capacidad para la producción sostenible.
Claramente, las instituciones del mundo tienen un poder significativo para traer cambios ambientales y sociales a través de sus compras. Pero no importa cuán ambientalmente correcta esta compra es; ella todavía usa recursos y genera residuos.
Para realmente mitigar los impactos de su consumo, las instituciones tendrán que encontrar formas de satisfacer sus necesidades sin tener que comprar nuevos productos, por ejemplo, eliminar compras innecesarias y prolongar la vida de los productos existentes.
Recursos Worldwatch Web:
• Worldwatch Paper 166: poder de compra: Aprovechamiento de adquisiciones institucionales para las personas y el planeta


As Compras e o Planeta

(*) Ecologização dos contratos institucionais
(*)"Ecologizar é uma expressão proposta pelo arquiteto e ambientalista brasileiro Maurício Andrés Ribeiro no seu livro[1] "Ecologizar, pensando o ambiente humano". Esta expressão não consta no Dicionário Aurélio.Isso significa adotar uma ação de introduzir a dimensão ecológica nos vários campos da vida e da sociedade.

“Com as coisas que eles compram, os governos e as instituições exercem grande influência sobre o futuro do nosso planeta."
Quase toda aquisição que uma organização faz desde uma resma de papel até uma copiadora ou um novo edifício de escritórios, tem um custo escondido para o ambiente natural e os povos do mundo.
Muitos produtos exigem o uso de enormes volumes de água, madeira, energia, metais e outros recursos que nem sempre são renováveis.
E muitas vezes eles contêm produtos químicos tóxicos que, quando libertados no ambiente, comprometem a saúde dos seres humanos e os sistemas ecológicos dos quais dependemos.
Esses impactos podem ocorrer em qualquer fase do ciclo de vida de um produto: a obtenção das matérias-primas, fabricação, embalagem, transporte, uso e até mesmo após da eliminação.
Devido à magnitude da sua compra, no entanto, os governos e as grandes instituições também podem ser uma força poderosa para a mudança.
Na União Européia, apenas, a aquisição do governo totalizaram mais de U$S 1 trilhão , ou aproximadamente 14 por cento do PIB. Empresas, universidades, entidades religiosas, e outras grandes instituições como as Nações Unidas e o Banco Mundial também possuem um poder de compra significativo.
Nos Estados Unidos, cerca de 3.700 faculdades e universidades coletivamente compram cerca de US $ 250 bilhões em bens e serviços, equivalente a quase 3 por cento do PIB da nação.
Para muitas compras institucionais, já existem alternativas que usam menos recursos, são menos poluentes e menos prejudiciais à saúde humana e ambiental do que suas contrapartes convencionais.
Estes incluem os veículos híbridos, papel reciclado, papel e produtos de limpeza não tóxicos. Ao aumentar a demanda por esses itens, estas instituições podem desempenhar um papel fundamental na construção de maiores mercados para bens e serviços verdes.
Contratos de compra verdes
Contratos"Greening" ou contratos de compra verde significam que, além de especificar os requisitos básicos para a quantidade, preço, função ou requisitos de segurança, os compradores institucionais fazem exigências ambientais a seus fornecedores também.
Nos contratos com os fornecedores, os compradores podem pedir que:
● Os produtos exibam um o mais atributos ambientais positivos, tais como material reciclado, uso eficiente de energia ou água em sua fabricação, baixa toxicidade, ou biodegradabilidade.
● Produtos que possam gerar menos resíduos, inclusive com menos embalagem, ou ser reutilizáveis, ou parcialmente recondicionados.
● Produtos que satisfaçam determinados critérios ambientais durante sua fabricação ou a produção, como o papel que pode ser tratado e livre de cloro ou ser feito de madeira de uma floresta gerida de forma sustentável.
● Fornecedores que recuperam ou retiram itens (logística inversa), tais como pilhas, equipamentos eletrônicos, tapetes, no final da sua vida útil.
● Os próprios fornecedores possuam credenciais ambientais, como a criação de sistemas de gestão ambiental.
Pioneiros na aquisição Verde
"Em todo o mundo, um número crescente de universidades, empresas, agências governamentais e outras instituições estão revendo seus hábitos de compra e integração das preocupações ambientais em todas as fases de seus contratos."
E Você?...
No nível corporativo, os pioneiros de compra verde incluem empresas em praticamente todos os setores da economia, incluindo bancos, hotéis, automóveis, varejistas de vestuário e supermercados.
Muitas dessas empresas são motivadas pelo auto-interesse esclarecido: eles estão descobrindo que ao adotar medidas de eficiência energética e outras mudanças relativamente pequenas em suas operações internas, eles podem reduzir os seus impactos ambientais, bem como melhorar a sua rentabilidade.
Muitas empresas também percebem que podem perder competitividade, prosseguindo com métodos de uso intensivo de recursos ou ambientalmente destrutivos. Porém o equilíbrio de compra verde com o lucro das empresas pode ser um processo delicado, em alguns casos, ele ainda pode ser uma desvantagem competitiva para "fazer a coisa certa."
Exemplos de compras ecológicas em empresas selecionadas

Canon
Dá prioridade na sua aquisição global de quase 4,6 mil itens aprovados pela empresa de material de escritório verde.
Agora trabalha para as compras e contratação verde das plantas no Japão, Ásia e América do Norte.
Federal Express
Em 2002, comprometeu-se a substituir todos os 44 mil veículos da frota com caminhões diesel-elétrico, que poderiam aumentar a eficiência de combustível e cortar pela metade o smog e fuligem, diminuindo emissões em 90 por cento.
IKEA
Dá preferência à madeira proveniente de florestas que sejam certificadas como sendo geridas de forma sustentável ou em fase de transição para estes padrões.
Migros
Em 2002, o supermercado suíço se tornou o primeiro varejista europeu para parar de comprar suprimentos de óleo de palma a partir de fontes ecologicamente insalubres na Malásia e na Indonésia.
Toyota
Em 2001, trocou cerca de 1.400 itens de materiais de escritório e 300 computadores e outros equipamentos para alternativas verdes. Tem conseguido adquirir 100 por cento verde nestas áreas em 2002. No ano fiscal de 2001, comprou 500 mil kW. hora de energia eólica e pretende aumentar estes para 2 milhões de kW. hora por ano.
Muitos governos têm vindo a reconhecer o valor das operações de greening como uma forma de racionalizar os custos e atingir objetivos mais ambiciosos da política ambiental, como a redução de resíduos e cumprimento de metas de eficiência energética.
Vários países, incluindo Alemanha, Áustria, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Japão e os Estados Unidos têm agora as rigorosas leis ou políticas nacionais exigir que as agências do governo para comprar verde (embora isso não signifique que eles sempre fazem isso).
Também tem havido uma onda de aquisições ecológicas por cidade, estado e governos regionais.
Alguns governos e indústrias desenvolvem atividades de compras centradas na compra de produtos reciclados ou energeticamente eficientes, mas o interesse em energias renováveis e outras compras verdes estão também aumentando.
Pressões e Drivers
"As instituições de todos os tipos cada vez mais enfrentam uma ampla gama de consumidores e pressões regulatórias para comprar verde".
Muitos governos já oferecem descontos, incentivos fiscais e outros incentivos econômicos para encorajar empresas, escolas, indivíduos e outros consumidores para investir em tudo, desde aparelhos de eficiência energética até veículos que utilizam combustíveis alternativos. Os governos também estão usando sua autoridade reguladora para essencialmente forçar as instituições a fazer compras mais verdes. As novas leis ou regulamentos que exigem que os fabricantes devem cumprir certas normas de eficiência energética ou reciclagem influenciam a forma como muitas empresas já projetaram fabricar os seus produtos.
Os governos não são os únicos a empurrar as instituições a comprar produtos ecológicos.
Em todo o mundo, os consumidores individuais estão começando a traduzir preocupações pessoais sobre sua saúde, o ambiente e a justiça social em mais verde comprando a nível doméstico.
Esses consumidores esperam cada vez mais um melhor desempenho ambiental por parte das instituições, as empresas que apóiam e os produtos que compram.. Um número crescente de consumidores, acionistas e organizações não-governamentais (ONGs) também estão participando de boicotes e outras ações diretas de pressão a empresas para mudar suas práticas de compra.
Em outros casos, as ONGs estão participando ativamente em parcerias com empresas líderes para ajudá-los a reorientar seu poder de compra significativo para fins ambientais.
Superando Obstáculos
"Em um nível prático, o sucesso da compra verde muitas vezes se resume ao papel do comprador profissional."
Um departamento de compras de uma instituição exerce um poder considerável.
Ao comprar em forma centralizada, uma única decisão feita por apenas um ou um punhado de compradores podem ter um efeito cascata enorme, influenciando os produtos utilizados por centenas ou mesmo milhares de indivíduos. Como resultado, as atividades de compra dos compradores institucionais, geralmente, tem conseqüências muito maiores para o planeta do que as escolhas diárias da maioria dos consumidores domésticos.
Infelizmente, muitos compradores ainda não estão aproveitando seu enorme poder para alavancar a mudança.
Em alguns casos, eles simplesmente não estão cientes da influência que poderiam ter. Mas eles também enfrentam graves questões jurídicas, políticas, institucionais e obstáculos em todas as fases do seu trabalho de criar um programa de compra verde para seleção de produtos verdes. A menos que essas barreiras sejam abordadas e as diferenças entre boas intenções e resultados práticos sejam estreitadas, hoje as pioneiras em iniciativas de compra verde poderiam ser engolidas pela crescente onda de consumo.
Identificação de produtos ecológicos
"A ausência de informações sobre o som ambiente deixou fabricantes, ambientalistas e outros confusos sobre o que exatamente constitui o " verde "do produto ou serviço."
Um desafio significativo na compra de "verde" é saber exatamente o que procurar.
Relativamente pouco é conhecido sobre as características ambientais da maioria dos produtos e serviços no mercado hoje, tornando-se difícil para os compradores a comparar os produtos de forma eficaz.
Rastrear as origens de um produto na cadeia de produção pode ser particularmente difícil.
Sem tempo ou baseamento científico para ampliar a investigação de ofertas de produtos verdes, muitos clientes preferem simplesmente ser informados do que comprar.
Felizmente, ferramentas sofisticadas estão sendo desenvolvidas para ajudar os fabricantes e compradores a avaliar o desempenho ambiental dos produtos. Uma técnica bastante promissora, a avaliação do ciclo de vida (ACV), propõe uma metodologia para identificar e quantificar as entradas, saídas e impactos ambientais potenciais de um determinado produto ou serviço ao longo de sua vida.
O acordo é igualmente emergente, pelo menos entre algumas partes interessadas, sobre a definição de certos produtos verdes, como papel e produtos de limpeza. Muitos compradores (consumidores e outros) podem também procurar orientação nacional, regional e global assim como iniciativas de marcas verdes.
E muitas organizações publicam orientações de compra verde ou listas de produtos para seus compradores de referência ou manuais de treinamento detalhado para conduzir os compradores durante o processo.
Espalhar o Movimento

"Compras verdes não é a única maneira de minimizar os problemas associados ao consumo excessivo. Mas é um passo importante no caminho para alcançar um mundo mais sustentável. Como indivíduos terão de pressionar as organizações nas que trabalham e dependem para se juntar a nós na construção de um mundo novo ".
Hoje, as iniciativas a nível internacional, regional, local procuram enfrentar os obstáculos para a compra de verde e acelerar a sua adoção.
Por exemplo, uma série de organizações e redes, principalmente na Europa, América do Norte e Japão, agora publica as informações de compras verdes, recolhe histórias de êxito, e divulga as tendências.
Muitos esforços também estão em andamento para espalhar a compra verde no mundo em desenvolvimento, embora ainda exista um trabalho considerável a ser feito. Uma forma em que as instituições podem ajudar a espalhar a compra verde para o mundo em desenvolvimento é usando suas próprias aquisições para fortalecer os mercados locais.
Por exemplo, as Nações Unidas, Banco Mundial, agências doadoras, e empresas multinacionais que operam nesses países pode tentar comprar uma parcela maior de seus produtos e serviços de fornecedores locais verdes, ajudando a construir a capacidade para a produção sustentável.
Claramente, as instituições do mundo têm um poder significativo para trazer mudanças ambientais e sociais através das suas compras. Mas não importa quão ambientalmente correta esta compra é ela ainda usa recursos e geram resíduos.
Para realmente mitigar os impactos do seu consumo, as instituições terão de encontrar formas de satisfazer as suas necessidades sem ter que comprar novos produtos, por exemplo, eliminar compras desnecessárias e prolongar a vida dos produtos existentes.
Worldwatch Web Resources - Recursos Worldwatch Web:
• Worldwatch Paper 166: poder de compra: Aproveitamento de aquisições institucionais para as pessoas e o planeta

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