AUTO-ESTIMA.-
"Quando pensei na auto-estima como um direito humano, me pareceu algo muito obvio.
Toda criança tem o direito de desenvolver um saudável senso do Eu, pensar bem de si mesmo, ter confiança nas suas capacidades
e tomar seu lugar próprio no circulo da vida.
Quem pode opor-se a isso?
Porem, quanto mais pensava nisso, mais chegava a minha mente a palavra " Direito".
Existem no mundo muitos tipos de direitos, direitos humanos, direitos civis, direitos divinos e direitos de nascimento
Alguns direitos parecem uma função da Constituição e a Lei, no entanto outros transcendem os sistemas judiciais criados pelo
homem e parecem mais uma expressão do espírito eterno.
O direito a auto-estima pode ser considerado de ambas as perspectivas.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, estabelecida em 1948 nas Nações Unidas é uma maravilhosa expressão do Espírito
Humano. Só consta de seis páginas, resume os direitos fundamentais, experiências e aspirações de todos os seres humanos, sem consideração de raça, religião, sexo, idade ou naturalidade. Suas primeiras palavras estabelecem uma ponte entre a política e as pessoas,fazendo eco à voz de um coração global que nos une mais além de qualquer diferença.
" O reconhecimento da dignidade inerente, assim como da igualdade e do caráter inalienável dos direitos de todos os membros da família humana é a base da liberdade, a justiça e a paz no mundo"
Após ler todo isso, a pergunta é:
Se podem cumprir todos estes direitos?
Que são os Direitos Humanos?
Segundo a declaração da “ONU”...” todos os seres humanos nascem livres e iguais em quanto a dignidade e direitos”
“Não importam suas características individuais de aparência externa ou interna da pessoa, não importa qual é sua origem, sua genética, seu status social e econômico".
Ele, ela e todos têm o direito a vida e segurança (e a felicidade?)
Não só a escravidão e a servidão são perversões da relação humana, se não que além a tortura, o castigo cruel, degradante e
desumano o apreensão arbitraria e o exílio e violação de qualquer classe são transgressões dos direitos humanos que todos merecemos que se respeitem.
Se podem cumprir estes direitos?... o são só noções etéreas que só tomarão forma quando cada um de nós as reclame?
Ter o direito de expressão é uma coisa, outra muito diferente é fazer-lo realmente.
Historicamente estes Direitos Humanos são um paradigma relativamente recente, pelo menos politicamente falando.
Em tanto as religiões como o cristianismo, o budismo, o islamismo e outras, sempre reconheceram a divindade da alma humana, os governos estão atrasados com respeito a essa consciência.
Porque além do Direito Humano, do Direito Civil, e ate do Direito Divino, existe um direito que todos possuímos que é a base para todo o que somos e fazemos nesta vida.
Estou falando do Direito do Nascimento.
Com isto falo não só do Direito que toda criança por nascer tenha um nascimento amoroso, suave, consciente, e não violento.
Além disso, cada um de nós tem o Direito de continuar no mundo o milagre do crescimento que experimentou no ventre materno.
Tem Direito de desenvolver todos seus dons e talentos, de evoluir e converter-se na melhor expressão possível dele mesmo.
Por baixo da liberdade de pensar e falar o que deseja, de adorar a Deus como VC escolha e trabalhar como lhe goste; está o Direito mais fundamental, saber quem VC è, desenvolver sua auto-estima e experimentar seu EU essencial.
UMA HISTORIA
Na África, existe um povoadinho no qual, quando um casal planeja ter uma criança, a mulher vai se sentar baixo de uma determinada árvore, no em tanto esta aí, espera até que ouve a canção da alma do neném que vai vir. Senta-se em silêncio o tempo que seja necessário, ouvindo cuidadosamente. Se esse dia não ouve a canção, regressa à arvore na manhã seguinte, para continuar sua silenciosa busca.
Quando ouve a canção do neném, regressa a sua casa e a canta a seu esposo. Então, em quanto fazem o amor, a cantam juntos e concebem a seu filho.
Durante toda a gravidez, o casal canta esta canção ao neném por nascer. E quando nasce, o miram aos olhos e lhe cantam a canção outra vez.
No momento em que o neném è apresentado a sua família, lhe cantam a canção.
Quando o apresentam no povo, todo o povo lhe canta sua canção.
E assim acontece em cada fato importante, em toda a vida dessa pessoa
Ao transformar se em adulto, quando acaba sua educação, quando se casa, quando tem sucesso, sempre lhe cantam a mesma canção.
E quando essa pessoa morre e a sepultam, o povo canta sua canção pela ultima vez e nunca mais.
(Historia contada pelo Dr. Thomas Verny no Congresso da APPPAH reunido em San Francisco, Estados Unidos em Dezembro de 1997)
AUTOESTIMA
A auto-estima não è algo tão simples como aparenta.
Em princípio, é obvio que respeitar se a si mesmo e sentir confiança na própria capacidade para realizar coisas com sucesso é uma enorme vantagem na vida.
Além, parece lógico que, quando mais um se respeita a si mesmo, sabendo que aquele que um è existe e tem valor independente
do que faz, pode mais:
1.- desenvolver sua capacidade para ter sucesso,
2.- aprender dos seus erros,
3.- enamorar se do aprendizado, crescimento e o descobrimento de sua viagem pela vida.
A maioria dos seres humanos sensíveis pode ver o lógico e sensato de desenvolver um senso saudável do EU.
O Dicionário Webster define a auto-estima como: " confiança, respeito e satisfação em si mesmo"
Com sinceridade esta definição me parece bastante pobre.
Amar-se a si mesmo e amar aos outros são coisas virtualmente inseparáveis.
Quando VC tem pouca ou nenhuma auto-estima, tende a comparar-se com os demais.
Isto è desafortunado, porque uma vez que VC cai na comparação não pode ganhar. e como conseqüência se sente mais desesperado
ainda.
O principal problema com a comparação è que VC è único, e a pessoa com a que se compara é única também.
Infortunadamente os pais cometem esse erro muito freqüentemente.
Porque não podes ser como teu irmão?. Porque não podes ser como João?, Ele não tem problemas em matemáticas.
Frases como estas inibem o senso do EU da criança.
Profundamente em seu interior toda criança sabe que deve ser respeitada por ela mesma, por quem ele è, não comparado com
alguém que ele não é e nunca poderá ser.
Freqüentemente as crianças crescem com uma terrível sensação de injustiça, porque foram humilhados desta vergonhosa maneira.
Os pais falam estas coisas só porque não tem consciência de si mesmos.
Quando eram crianças ouviam as mesmas palavras de seus pais. Decoraram este tipo de comunicação e a repetem quando seus
filhos atuam como o faziam eles.
VC. não è produto da casualidade, VC. é um presente de Deus ao mundo, e o mundo é um presente de Deus para VC.
VC é único e irrepetível. VC. não foi modelado baixo a figura de outro ser humano, incluídos seus irmãos com os quais comparte
uma grande quantidade de genes.
VC é único e essa é a realidade.
Quanto antes o compreenda em melhor posição estarão VC e o mundo.
Vocês enxergaram um bebê?.
Ele é o resumo de milhares de anos de evolução de nossa espécie.
Ele é o resultado de nossa capacidade de adaptação ao meio.
Não existe melhor expressão do potencial humano que uma criança.
Ela é como uma esponja absorvendo todo conhecimento a seu redor.
Aos três anos já possui toda sua capacidade inteligente desenvolvida.
Como deveríamos falar-lhes a nossos filhos?
Como podemos ajudar-lhes a pensar bem de si mesmos?,
Como podemos ensinar-lhes a melhorar sem desaprova-lhes por seus fracassos?
Ao crescer baixo a influência da crítica e a comparação tendemos a projetar outra dança em nossos relacionamentos, esta è a dança entre " sou superior", "sou inferior".
As pessoas com uma auto-estima elevada não precisam fazer sentir inferiores aos demais para destacar se eles.
A vida è um premio, não um castigo.
VC admite sua liberdade e assume sua responsabilidade pelos resultados da sua conduta.
Significa que VC está no comando da sua existência. VC è quem dirige.
Como resultado disto, VC enxerga com clareza e entende muito bem o tema da autoridade.
Em quanto crescemos estamos rodeados de autoridades.
As primeiras pelo geral são nossos pais, sem falar de tios, primos, avos. Depois nossos professores, chefes, etc.
Muitas crianças não possuem tão claro o conceito de autoridade.
Tendemos a crescer entregando gradualmente nosso poder a uma diversidade de "autoridades", e para quando atingimos a maturidade nos transformamos em adultos sem autoridade.
Nosso corpo completa seu desenvolvimento, pero espiritualmente ficamos detidos.
Possuímos corpos desenvolvidos, nos sentimos como crianças sem poder e controlados pelos "verdadeiros" adultos aí fora.
Alem disso, como possivelmente fomos abusados, física, mental ou verbalmente pelas autoridades de nossa juventude, podemos
possuir uma impressão negativa de toda a gente com poder.
Tendemos a julgar à gente como autoritária, se tem segurança em sim mesmos.
O tema da autoridade se encontra lotado de conflitos, internos e externos.
Não desejamos entregar nosso poder, pero parecemos adictos a isso.
Depois culpamos aos demais porque nos controlam.
Quando nos sentimos oprimidos parece que temos só dois caminhos, o sumis são, ou rebelião.
Quando VC è abusado por alguém em posição de poder e não tem maneira de manejar-lho apropriadamente nesse momento, pode
compensar-lho desconectando se do centro de seu poder e criando uma aguda luta interna entre a criança abusada que VC se
identifica e a autoridade abusiva de quem VC se sente vitima.
VC leva essas duas identidades com VC a todos os lados. e dependendo da estimulação pode representar um ou outro papel.
Em outras palavras, si se encontra em presença de uma poderosa figura de autoridade, como são seu chefe ou seu professor,
VC se refugia em sua identidade de criança abusada.
Si está frente a uma vitima professional, sua figura de autoridade interior pode irromper de forma inapropriada.
Acredito que um passo fundamental na recuperação de seu poder è aprender a falar se SIM a sim mesmo.
Isso afirma a validade dos seus sentimentos, sua experiência e suas crenças.
Seu direito a ser VC. è um direito Humano baseado em dizer sim a VC mesmo.
Alem disso, falar sim lhe da imediatamente autorização para ser si mesmo.
Dar-se permissão è importante, por que se espera que alguém se o dei, isso significa que a autoridade vem de fora.
Falar sim a Vc mesmo, faz de sua autoridade interior um sanador que o ajuda a recuperar-se de uma vida de abnegação ( negação de si mesmo).
Falar sim para seus filhos os ajuda a apreender a falar-se sim a sim mesmos.
Não estou falando que VC deveria dizer-lhes sim o tempo todo. Eles também necessitam ouvir o NÃO.
Procure falar SIM as suas almas, quando está negando um pedido.
Quando seu filho fala " Mãe-, posso ir a brincar fora, não é necessário que VC fale " Não, tem que fazer tua tarefa". Em
troca pode falar" Sim. Após que faças tua tarefa podes sair a brincar!.
Existem crianças com um forte senso de confiança em si mesmos e de autoridade que são muito louváveis. Eles são o reflexo do
SIM de seus pais antes da concepção.
Muitas crianças são penosamente tímidas.. as vezes se trata de insegurança desde sua primeira etapa de desenvolvimento.
Outras vezes uma alma parece entrar nesta vida já frágil ou ferida.
Se VC esta criando ou ensinando a uma criança assim, é possível que note que ele tem algumas necessidades especiais.
Mas a necessidade mas especial de todas è a de aprender a ouvir as palavras SIM ou ESTA BEM, BOM, ou TE ESCUTO.
Quanto mas escute a estas crianças, mas acessíveis se voltaram e mas compartiram conosco.E, na medida de se vaiam abrindo
apreenderam que são perfeitos como são, e que possuem uma voz que vale a pena ouvir.
Encontrar a própria voz è parte de sentir a própria autoridade.
Cada pessoa, acredito, possui uma voz única, e com isto me refiro a um som, a um jeito de falar y sim.... a uma canção em
seu coração.
Provavelmente seja a mesma canção que a mulher africana espera ouvir em quanto convida a seu futuro filho a este planeta.
Com minha companheira Dolores trabalhamos como voluntários na Casa do Caminho, em Xerém – Rio de Janeiro; durante um período de três meses. Nesta casa, modelo no Brasil, ouvimos a canção de muitas crianças, e somos gratos por isto.
Fonte: Bob Mandel – Thomas Verny
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Complicando o que é simples
Gato Ritual - Complicando o que é simples
Quando um mestre espiritual e seus discípulos começavam sua meditação do anoitecer, o gato que vivia no Monastério fazia tanto barulho que os distraía. Então o professor ordenou que o gato fosse amordaçado durante a prática noturna. Anos depois, quando o mestre morreu, o gato continuou a ser amarrado durante a meditação. E quando o gato eventualmente morreu, outro gato foi trazido para o Monastério e amarrado. Séculos depois, quando todos os fatos do evento estavam perdidos no passado, praticantes intelectuais que estudavam os ensinamentos daquele mestre espiritual escreveram longos tratados escolásticos sobre a significância de se amordaçar um gato durante a prática da meditação...
Conto Zen
Quando um mestre espiritual e seus discípulos começavam sua meditação do anoitecer, o gato que vivia no Monastério fazia tanto barulho que os distraía. Então o professor ordenou que o gato fosse amordaçado durante a prática noturna. Anos depois, quando o mestre morreu, o gato continuou a ser amarrado durante a meditação. E quando o gato eventualmente morreu, outro gato foi trazido para o Monastério e amarrado. Séculos depois, quando todos os fatos do evento estavam perdidos no passado, praticantes intelectuais que estudavam os ensinamentos daquele mestre espiritual escreveram longos tratados escolásticos sobre a significância de se amordaçar um gato durante a prática da meditação...
Conto Zen
segunda-feira, 28 de abril de 2008
EN BUSCA DE TU ORO PERDIDO
En Busca de tu Oro Perdido.
Una persona importante para mí me contó la historia verídica de una estatua de barro de Buda. Medía 3 metros de altura y durante generaciones había sido considerada sagrada por los habitantes del lugar. Un día, debido al crecimiento de la ciudad, decidieron trasladarla a un sitio más apropiado, tarea que encomendaron a un reconocido monje. Al moverla, la estatua se deslizó y cayó, agrietándose en varias partes. Compungidos, el monje y su equipo decidieron pasar la noche meditando sobre las alternativas. Fueron horas largas, oscuras y lluviosas. De pronto el monje, al observar la escultura resquebrajada, cayó en la cuenta que la luz de su vela se reflejaba a través de las grietas de la estatua. Primero pensó que eran las gotas de lluvia. Luego se acercó a una grieta y observó algo más. Decidió tomar un riesgo que parecía una locura: Comenzó a romper el barro con un martillo, descubriendo que debajo se escondía un Buda de Oro sólido y brillante. Durante siglos este hermoso tesoro había sido cubierto por el ordinario barro para protegerlo de los posibles ataques de bandidos. El pueblo fue atacado y saqueado, pero el Buda fue ignorado por los bandidos, y los sobrevivientes decidieron seguir ocultándolo detrás del barro. Con el tiempo, la gente comenzó a pensar que el Buda de Oro era una leyenda, hasta que, finalmente, todos olvidaron el verdadero tesoro porque pensaron que algo tan hermoso no podía ser cierto.
Esto es lo que ocurre con nuestra verdadera esencia. Tenemos oro dentro de nosotros, pero a medida que vamos cediendo a las presiones y circunstancias sociales, familiares, materiales...vamos alejándonos de la esencia, cubriendo de barro nuestro oro. Y como sucede en la historia, incluso nos olvidamos de que exista ese tesoro dentro de nosotros. Perdemos la ilusión por emprender nuevos proyectos, la energía para superar los desafíos permanentes de nuestra existencia. Sin embargo, ese oro siempre permanece dentro de nosotros, esperando a que algún día “rompamos” ese barro, como hizo el monje. Este oro significa que toda persona es única y valiosa, irrepetible, y tiene un don especial, algo que si consigue despertar, provocará en ella una fuente inagotable de felicidad, energía y éxito. Toda persona tiene un potencial enorme dentro de sí misma, todo ser humano tiene un héroe dentro que desea emprender el viaje de crecimiento y superación que le llevará a su auténtico destino, su misión en este mundo. Sin embargo, vemos montones de personas que viven resignadas por su vida, por sus circunstancias, por sus limitaciones. ¡Han olvidado que dentro de su gruesa capa de barro hay verdadero oro!
Porque si no ¿Para qué estamos aquí, para qué hemos venido a este mundo? ¿Para nacer, comer, trabajar, ganar dinero, casarnos, tener hijos, tener un coche, una casa, una hipoteca, un plan de pensiones, enfermar, morirnos y desaparecer? Ni mucho menos. Yo, como coach, tengo una firme convicción: Todos hemos llegado aquí para aportar algo importante. Y hay que descubrirlo. ¿Cómo? Mediante el coaching podemos iniciar esta vía sin retorno de autoconocimiento y crecimiento personal y profesional. Haciéndonos preguntas constantemente, no dejando de buscar, manteniéndonos alerta a las señales que nos envía la vida, pensando que cada día aprendemos algo nuevo, y arriesgándonos a ir escarbando en ese barro, solos o con la ayuda de un coach.
¡Nunca pensemos que somos mediocres! Si tienes alguna duda, lector o lectora...ten por seguro que eres únic@, que tienes una grandeza y una profundidad en lo más hondo de ti...¿No es terrible dejar esa grandeza en el sótano y no rescatarla jamás? Si no has descubierto ese don, ese oro dentro de ti, tu auténtico talento desaprovechado, la profesión que te entusiasma y enciende la chispa de tu pasión...si no te sientes satisfech@ con tu vida o con tu trabajo...entonces ¡Despierta, porque nunca es tarde! De pronto, te darás cuenta de que existen otros mundos por descubrir, de que ni tú mism@ te imaginabas capaz de hacer cosas tan increíbles, que tienes algo importante que aportar a este mundo, que la vida de pronto cobra un nuevo sentido...Busca tu oro perdido...¡Rompe el barro que lo oculta! Y empieza ya, porque el mejor momento es ahora.
Como dijo Elisabeth Kübler-Ross, “Es muy importante que hagáis lo que de verdad os importe...sólo así podréis bendecir la vida cuando la muerte esté cerca.”
JAVIER CARRIL. Coach.
coachcarril@telefonica.net
Copyright © 2006, Asociación Española de Coaching - Todos Los derechos reservados.
Una persona importante para mí me contó la historia verídica de una estatua de barro de Buda. Medía 3 metros de altura y durante generaciones había sido considerada sagrada por los habitantes del lugar. Un día, debido al crecimiento de la ciudad, decidieron trasladarla a un sitio más apropiado, tarea que encomendaron a un reconocido monje. Al moverla, la estatua se deslizó y cayó, agrietándose en varias partes. Compungidos, el monje y su equipo decidieron pasar la noche meditando sobre las alternativas. Fueron horas largas, oscuras y lluviosas. De pronto el monje, al observar la escultura resquebrajada, cayó en la cuenta que la luz de su vela se reflejaba a través de las grietas de la estatua. Primero pensó que eran las gotas de lluvia. Luego se acercó a una grieta y observó algo más. Decidió tomar un riesgo que parecía una locura: Comenzó a romper el barro con un martillo, descubriendo que debajo se escondía un Buda de Oro sólido y brillante. Durante siglos este hermoso tesoro había sido cubierto por el ordinario barro para protegerlo de los posibles ataques de bandidos. El pueblo fue atacado y saqueado, pero el Buda fue ignorado por los bandidos, y los sobrevivientes decidieron seguir ocultándolo detrás del barro. Con el tiempo, la gente comenzó a pensar que el Buda de Oro era una leyenda, hasta que, finalmente, todos olvidaron el verdadero tesoro porque pensaron que algo tan hermoso no podía ser cierto.
Esto es lo que ocurre con nuestra verdadera esencia. Tenemos oro dentro de nosotros, pero a medida que vamos cediendo a las presiones y circunstancias sociales, familiares, materiales...vamos alejándonos de la esencia, cubriendo de barro nuestro oro. Y como sucede en la historia, incluso nos olvidamos de que exista ese tesoro dentro de nosotros. Perdemos la ilusión por emprender nuevos proyectos, la energía para superar los desafíos permanentes de nuestra existencia. Sin embargo, ese oro siempre permanece dentro de nosotros, esperando a que algún día “rompamos” ese barro, como hizo el monje. Este oro significa que toda persona es única y valiosa, irrepetible, y tiene un don especial, algo que si consigue despertar, provocará en ella una fuente inagotable de felicidad, energía y éxito. Toda persona tiene un potencial enorme dentro de sí misma, todo ser humano tiene un héroe dentro que desea emprender el viaje de crecimiento y superación que le llevará a su auténtico destino, su misión en este mundo. Sin embargo, vemos montones de personas que viven resignadas por su vida, por sus circunstancias, por sus limitaciones. ¡Han olvidado que dentro de su gruesa capa de barro hay verdadero oro!
Porque si no ¿Para qué estamos aquí, para qué hemos venido a este mundo? ¿Para nacer, comer, trabajar, ganar dinero, casarnos, tener hijos, tener un coche, una casa, una hipoteca, un plan de pensiones, enfermar, morirnos y desaparecer? Ni mucho menos. Yo, como coach, tengo una firme convicción: Todos hemos llegado aquí para aportar algo importante. Y hay que descubrirlo. ¿Cómo? Mediante el coaching podemos iniciar esta vía sin retorno de autoconocimiento y crecimiento personal y profesional. Haciéndonos preguntas constantemente, no dejando de buscar, manteniéndonos alerta a las señales que nos envía la vida, pensando que cada día aprendemos algo nuevo, y arriesgándonos a ir escarbando en ese barro, solos o con la ayuda de un coach.
¡Nunca pensemos que somos mediocres! Si tienes alguna duda, lector o lectora...ten por seguro que eres únic@, que tienes una grandeza y una profundidad en lo más hondo de ti...¿No es terrible dejar esa grandeza en el sótano y no rescatarla jamás? Si no has descubierto ese don, ese oro dentro de ti, tu auténtico talento desaprovechado, la profesión que te entusiasma y enciende la chispa de tu pasión...si no te sientes satisfech@ con tu vida o con tu trabajo...entonces ¡Despierta, porque nunca es tarde! De pronto, te darás cuenta de que existen otros mundos por descubrir, de que ni tú mism@ te imaginabas capaz de hacer cosas tan increíbles, que tienes algo importante que aportar a este mundo, que la vida de pronto cobra un nuevo sentido...Busca tu oro perdido...¡Rompe el barro que lo oculta! Y empieza ya, porque el mejor momento es ahora.
Como dijo Elisabeth Kübler-Ross, “Es muy importante que hagáis lo que de verdad os importe...sólo así podréis bendecir la vida cuando la muerte esté cerca.”
JAVIER CARRIL. Coach.
coachcarril@telefonica.net
Copyright © 2006, Asociación Española de Coaching - Todos Los derechos reservados.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Para refletir
“O maior desafio do homem é conhecer-se a si mesmo"
“El mayor desafío del hombre es conocerse a si mismo”
“El mayor desafío del hombre es conocerse a si mismo”
segunda-feira, 21 de abril de 2008
RefleAccionar
Reflexiones para la Acción.
SOLTAR
Esta frase: "Entrénate en soltar aquello que tienes miedo de perder" la escuché la semana pasada, en la película Episodio III, de la guerra de las galaxias.
> Me pregunté ¿qué cosas, que nos producen inefectividad y malestar tememos perder? Estas son algunas de las respuestas que encontré y quiero compartir contigo:
> La razón: Peleamos por tener razón, como si en ello se nos fuera la vida. En cierto sentido es así: Si vivimos en el paradigma de "pienso, luego existo"; si mi pensamiento y mis razones son cuestionadas, mi propia existencia lo es.
"Las convicciones son cárceles." Federico Nietzsche
"La cosa más maravillosa que podemos experimentar es el misterio." Albert Einstein
> Viejos hábitos: Aprendimos a hacer las cosas de determinada manera, y, muchas veces no actualizamos esa manera de hacer. Sin embargo, en un mundo cambiante, y como seres cambiantes que somos, lo que en una circunstancia pudo dar un muy buen resultado, actualmente puede no funcionar igual.
"Las cadenas del hábito son demasiado débiles para sentirlas hasta que son demasiado fuertes para romperlas." Samuel Johnson
> Nuestras explicaciones: Cuando no obtenemos lo que queremos, aquellas cosas que nos importan, nos damos excelentes explicaciones del por qué no lo logramos. Nos quedamos conformes con las explicaciones... y nos resignamos a no alcanzar los resultados que son importantes para nosotros.
"Nunca sabemos qué sucederá a continuación; tampoco sabemos por qué sucede lo que sucede. Inventamos explicaciones individuales, familiares, nacionales, religiosas o culturales. Queremos saber para poder predecir, para elegir un curso de acción o para intentar controlar nuestra vida, aunque sea un poco. Pero la verdad es que no sabemos." Janet Cedar Spring
> El pasado: Creemos que porque algo "malo" sucedió una vez, seguramente volverá a sucedernos en una circunstancia similar. Entremos al presente defendiéndonos de un pasado que ya no existe, y proyectándolo hacia el futuro, generando, de esta manera, una profecía autocumplida.
> Soltar tus razones te permitirá encontrar nuevas razones compartidas, soltar tus viejos hábitos te permitirá ser flexible y adquirir nuevas maneras de hacer, soltar las explicaciones tranquilizadores te permitirá lograr mejores resultados, soltar el pasado te permitirá diseñar un futuro a tu medida. Soltar no es perder... sino abrirte a incorporar algo nuevo.
Gracias por tu atención.
Pablo Buol
"La angustia está relacionada con las expectativas y se suprime eliminando las exigencias."
Humberto Maturana
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"El logro es, ante todo, el producto de la constante elevación de nuestras aspiraciones y expectativas."
Jack Nicklaus
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"Yo hago lo mío, y tú haces lo tuyo.
No estoy en este mundo para satisfacer tus expectativas,
y no estás en este mundo para satisfacer las mías.
Tú eres tú, y yo soy yo.
Si por casualidad nos encontramos, es hermoso.
Si no, no hay nada que debamos hacer"
Fritz Perls
Expectativas efectivas
EXPECTATIVA: (Del lat. exspectatum: mirado, visto)
1. Esperanza de realizar o conseguir algo. || 2. Posibilidad razonable de que algo suceda.
Expectativas y sufrimiento.
Las expectativas sobre lo que esperamos que suceda son una de las principales fuentes de inefectividad y sufrimiento con que nos enfrentamos las personas, tanto en nuestro ámbito laboral como en el personal.
Cuando no sucede lo que esperamos, generalmente somos presa de enojos, resentimiento y frustración.
Por otra parte, nuestras expectativas son también las que nos dan la posibilidad y motivación para trabajar en pos de los resultados que son importantes para nosotros. Sin ellas seríamos presa de la resignación, el desgano, la indiferencia.
Por lo tanto, la cuestión no está en suprimir nuestras expectativas, sino en aprender a generar expectativas efectivas.
Expectativas e intereses.
¿Cómo surgen nuestras expectativas? En principio surgen a partir de nuestras necesidades e intereses.
Entonces, podemos comenzar a re diseñar nuestras expectativas, cuestionando los intereses que le dan origen: ¿Qué es lo que realmente me importa? ¿Es un deseo propio, o impuesto por otros (sociedad, costumbres, etc.)? ¿Son expectativas legítimas o son exigencias irracionales?
Expectativas y juicios.
Las expectativas no surgen sólo a partir de nuestros deseos, sino fundamentalmente, a partir de nuestros juicios (opiniones, creencias) sobre lo que es posible o lo que "debería ser".
Esta es una de las principales áreas de intervención del Coaching Ontológico, cuestionando con respeto las interpretaciones y opiniones que nos producen inefectividad y sufrimiento, para encontrar interpretaciones más generativas, que nos lleven al logro de resultados efectivos, con bienestar.
Pablo Buol
Si careces de expectativas, ningún resultado será un FRACASO. Y...
Si careces de expectativas, ningún resultado será un ÉXITO.
Por lo tanto...
La cuestión no está en suprimir tus expectativas, sino en aprender a generar expectativas efectivas.
"La competencia se define como una característica subyacente en una persona, que está causalmente relacionada con una actuación exitosa en un puesto de trabajo."
Boyatzis
"Gran parte de los problemas de efectividad y sufrimiento que enfrentamos en el mundo actual (de las organizaciones y en la vida personal) está relacionado con incompetencias que presentamos en la forma de conversar y relacionarnos con otros. Por ejemplo, es posible encontrar equipos de trabajo altamente competentes en lo técnico que sin embargo presentan problemas de confianza que hacen difícil la coordinación de acciones, problemas de resentimiento que generan culturas de rumor o problemas de resignación que hacen imposible aprovechar las oportunidades que ofrece el futuro."
Julio Olalla
Competencias Genéricas
COMPETENCIA: El conjunto de conocimientos, habilidades, destrezas y actitudes cuya aplicación se traduce en un desempeño superior, que contribuye al logro de los objetivos.
Competencias Técnicas o Específicas.
Para ejercer cualquier profesión (ingeniero, médico, contador, etc.) es necesario haberse capacitado en los conocimientos técnicos de dicha profesión... desarrollar las competencias específicas para el ejercicio de esta actividad o puesto de trabajo.
Esto no es ninguna novedad. Sin embargo es importante comenzar a darnos cuenta que estas competencias específicas son necesarias, aunque no suficientes, para el ejercicio profesional o el desarrollo efectivo de los puestos laborales.
Para lograr la excelencia tenemos también que desarrollar habilidades para conversar, coordinar acciones, negociar, liderar, tomar decisiones, etc. Estas son las que llamamos competencias genéricas.
Competencias Genéricas.
Las Competencias Genéricas son aquéllas que tienen que ver, no con lo técnico, sino con lo esencialmente humano. O sea, son todas aquellas habilidades y recursos que todos tenemos, al menos en potencia, por el simple hecho de ser humanos. Y, por lo tanto, tienen incidencia en todas las áreas donde las personas nos movemos.
Ahora, tener estas habilidades en potencia, no significa tenerlas desarrolladas. Generalmente no nos damos cuenta la diferencia que haría en nuestra vida el poder entrenarnos en estas competencias genéricas. Y muchas veces insistimos en hacer más de lo mismo... y logramos más de los mismos resultados que no nos satisfacen.
¿Cuáles son estas Competencias Genéricas? Podemos agruparlas en Competencias Personales, y Competencias Relacionales. Veamos algunas:
COMPETENCIAS PERSONALES: Tienen que ver con el desarrollo de la inteligencia emocional, la proactividad, nuestro nivel de pensamiento, la toma de decisiones, nuestra disposición al aprendizaje, a cómo enfrentamos los obstáculos y diseñamos nuestro futuro.
COMPETENCIAS RELACIONALES: Son aquellas que entran en juego con las otras personas: Nuestra capacidad de comunicarnos, escuchar al otro y hacernos escuchar, coordinar acciones con otros tanto como integrante de un equipo como en posiciones de liderazgo, la habilidad para negocias, resolver conflictos, generar una visión compartida, etc.
Entrenamiento.
Estas habilidades, que todos tenemos, pueden y deben desarrollarse. No las aprendimos en nuestro hogar, no las entrenamos en la escuela y tampoco en la universidad.
¿Cómo aprender a desarrollarlas? Nosotros proponemos una posibilidad, a través de nuestros cursos. Sin embargo, no hay un sólo camino, sino muchos. Lo importante es que encuentres el tuyo.
Pablo Buol
"La excelencia depende más de las competencias emocionales que de las capacidades cognitivas." Daniel Goleman
EL JUEGO DE LA VIDA.
"Trabajo y juego pueden no ser diferentes. Cuando pones toda tu energía y tu corazón en el trabajo, la diferencia con el juego se disuelve." Shakti Gawain
Cuando escuchamos la frase "la vida es como un juego", generalmente lo asociamos a un juego de azar. Sin embargo podemos ver varios elementos que están presentes en todo juego, como en la vida. Veamos algunos:
LIMITES: No existe juego posible si no hay límites, los límites definen el escenario del juego. De forma similar, la vida se nos presenta mediante límites, tanto espaciales como temporales.
REGLAS: Todo juego, para ser jugado, precisa de reglas claras y definidas. Si cambiamos las reglas, el juego cambia. De la misma manera la vida tiene sus reglas. Algunas las conocemos, otras no. Algunas las vamos aprendiendo en el cotidiano vivir, otras van evolucionando con el contexto histórico y social. Es importante darnos cuenta que el desconocimiento de una regla no nos exime de la misma.
JUGADORES: Obvio ¿no? ¿Acaso podría haber juego sin jugador? En el juego de la vida, cada ser viviente es protagonista.
ACCIONES: Son las que permiten que el juego se desarrolle. Si no hay acción, no hay movimiento, no hay resultado. Igual sucede en la vida: son nuestras acciones, y las de nuestro entorno, las que generan resultados.
ESTRATEGIA: Tanto en el juego, como en la vida, accionamos en base a estrategias. A veces son estrategias pensadas y planificadas... otras, estrategias automáticas que repetimos en forma casi inconsciente. La estrategia que adoptemos es la que define el rango de acciones posibles, y por supuesto, los resultados finales. La primera norma para una estrategia acertada es tener una visión clara del escenario del juego y los objetivos que queremos lograr.
Por estas similitudes que encontramos entres nuestras actitudes dentro del juego y en la vida cotidiana, es que utilizamos, en nuestros entrenamientos, juegos de dinámicas de grupo.
Pablo Buol
"Todo sistema social descansa en determinadas normas de funcionamiento, sean estas formales o informales. Es lo que llamamos “reglas de juego”. Hay juegos muy diferentes: algunos de ellos tienden a promover la confianza entre los miembros de un sistema, mientras que hay otros que tienen el efecto contrario, el de corroerla. Un sistema que estimula la cooperación desarrollará confianza; en cambio, un sistema que estimula la competencia entre sus miembros provocará formas diversas de desconfianza.
Las normas de comportamiento no sólo determinan los juegos o prácticas sociales básicas en los que los miembros de un sistema se verán comprometidos; también definen los comportamientos obligatorios, prohibidos y permitidos…
Toda organización, toda empresa, tiene también sus propias normas de comportamiento, y éstas influyen en el nivel de confianza de sus miembros. Mientras más confusas sean, y más arbitrariamente sean aplicadas o consideradas, mayor será la desconfianza con la que se opere." Rafael Echeverría "la empresa emergente"
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Reflexiones para la Acción.
SOLTAR
Esta frase: "Entrénate en soltar aquello que tienes miedo de perder" la escuché la semana pasada, en la película Episodio III, de la guerra de las galaxias.
> Me pregunté ¿qué cosas, que nos producen inefectividad y malestar tememos perder? Estas son algunas de las respuestas que encontré y quiero compartir contigo:
> La razón: Peleamos por tener razón, como si en ello se nos fuera la vida. En cierto sentido es así: Si vivimos en el paradigma de "pienso, luego existo"; si mi pensamiento y mis razones son cuestionadas, mi propia existencia lo es.
"Las convicciones son cárceles." Federico Nietzsche
"La cosa más maravillosa que podemos experimentar es el misterio." Albert Einstein
> Viejos hábitos: Aprendimos a hacer las cosas de determinada manera, y, muchas veces no actualizamos esa manera de hacer. Sin embargo, en un mundo cambiante, y como seres cambiantes que somos, lo que en una circunstancia pudo dar un muy buen resultado, actualmente puede no funcionar igual.
"Las cadenas del hábito son demasiado débiles para sentirlas hasta que son demasiado fuertes para romperlas." Samuel Johnson
> Nuestras explicaciones: Cuando no obtenemos lo que queremos, aquellas cosas que nos importan, nos damos excelentes explicaciones del por qué no lo logramos. Nos quedamos conformes con las explicaciones... y nos resignamos a no alcanzar los resultados que son importantes para nosotros.
"Nunca sabemos qué sucederá a continuación; tampoco sabemos por qué sucede lo que sucede. Inventamos explicaciones individuales, familiares, nacionales, religiosas o culturales. Queremos saber para poder predecir, para elegir un curso de acción o para intentar controlar nuestra vida, aunque sea un poco. Pero la verdad es que no sabemos." Janet Cedar Spring
> El pasado: Creemos que porque algo "malo" sucedió una vez, seguramente volverá a sucedernos en una circunstancia similar. Entremos al presente defendiéndonos de un pasado que ya no existe, y proyectándolo hacia el futuro, generando, de esta manera, una profecía autocumplida.
> Soltar tus razones te permitirá encontrar nuevas razones compartidas, soltar tus viejos hábitos te permitirá ser flexible y adquirir nuevas maneras de hacer, soltar las explicaciones tranquilizadores te permitirá lograr mejores resultados, soltar el pasado te permitirá diseñar un futuro a tu medida. Soltar no es perder... sino abrirte a incorporar algo nuevo.
Gracias por tu atención.
Pablo Buol
"La angustia está relacionada con las expectativas y se suprime eliminando las exigencias."
Humberto Maturana
--------------------------------------------------------------------------------
"El logro es, ante todo, el producto de la constante elevación de nuestras aspiraciones y expectativas."
Jack Nicklaus
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"Yo hago lo mío, y tú haces lo tuyo.
No estoy en este mundo para satisfacer tus expectativas,
y no estás en este mundo para satisfacer las mías.
Tú eres tú, y yo soy yo.
Si por casualidad nos encontramos, es hermoso.
Si no, no hay nada que debamos hacer"
Fritz Perls
Expectativas efectivas
EXPECTATIVA: (Del lat. exspectatum: mirado, visto)
1. Esperanza de realizar o conseguir algo. || 2. Posibilidad razonable de que algo suceda.
Expectativas y sufrimiento.
Las expectativas sobre lo que esperamos que suceda son una de las principales fuentes de inefectividad y sufrimiento con que nos enfrentamos las personas, tanto en nuestro ámbito laboral como en el personal.
Cuando no sucede lo que esperamos, generalmente somos presa de enojos, resentimiento y frustración.
Por otra parte, nuestras expectativas son también las que nos dan la posibilidad y motivación para trabajar en pos de los resultados que son importantes para nosotros. Sin ellas seríamos presa de la resignación, el desgano, la indiferencia.
Por lo tanto, la cuestión no está en suprimir nuestras expectativas, sino en aprender a generar expectativas efectivas.
Expectativas e intereses.
¿Cómo surgen nuestras expectativas? En principio surgen a partir de nuestras necesidades e intereses.
Entonces, podemos comenzar a re diseñar nuestras expectativas, cuestionando los intereses que le dan origen: ¿Qué es lo que realmente me importa? ¿Es un deseo propio, o impuesto por otros (sociedad, costumbres, etc.)? ¿Son expectativas legítimas o son exigencias irracionales?
Expectativas y juicios.
Las expectativas no surgen sólo a partir de nuestros deseos, sino fundamentalmente, a partir de nuestros juicios (opiniones, creencias) sobre lo que es posible o lo que "debería ser".
Esta es una de las principales áreas de intervención del Coaching Ontológico, cuestionando con respeto las interpretaciones y opiniones que nos producen inefectividad y sufrimiento, para encontrar interpretaciones más generativas, que nos lleven al logro de resultados efectivos, con bienestar.
Pablo Buol
Si careces de expectativas, ningún resultado será un FRACASO. Y...
Si careces de expectativas, ningún resultado será un ÉXITO.
Por lo tanto...
La cuestión no está en suprimir tus expectativas, sino en aprender a generar expectativas efectivas.
"La competencia se define como una característica subyacente en una persona, que está causalmente relacionada con una actuación exitosa en un puesto de trabajo."
Boyatzis
"Gran parte de los problemas de efectividad y sufrimiento que enfrentamos en el mundo actual (de las organizaciones y en la vida personal) está relacionado con incompetencias que presentamos en la forma de conversar y relacionarnos con otros. Por ejemplo, es posible encontrar equipos de trabajo altamente competentes en lo técnico que sin embargo presentan problemas de confianza que hacen difícil la coordinación de acciones, problemas de resentimiento que generan culturas de rumor o problemas de resignación que hacen imposible aprovechar las oportunidades que ofrece el futuro."
Julio Olalla
Competencias Genéricas
COMPETENCIA: El conjunto de conocimientos, habilidades, destrezas y actitudes cuya aplicación se traduce en un desempeño superior, que contribuye al logro de los objetivos.
Competencias Técnicas o Específicas.
Para ejercer cualquier profesión (ingeniero, médico, contador, etc.) es necesario haberse capacitado en los conocimientos técnicos de dicha profesión... desarrollar las competencias específicas para el ejercicio de esta actividad o puesto de trabajo.
Esto no es ninguna novedad. Sin embargo es importante comenzar a darnos cuenta que estas competencias específicas son necesarias, aunque no suficientes, para el ejercicio profesional o el desarrollo efectivo de los puestos laborales.
Para lograr la excelencia tenemos también que desarrollar habilidades para conversar, coordinar acciones, negociar, liderar, tomar decisiones, etc. Estas son las que llamamos competencias genéricas.
Competencias Genéricas.
Las Competencias Genéricas son aquéllas que tienen que ver, no con lo técnico, sino con lo esencialmente humano. O sea, son todas aquellas habilidades y recursos que todos tenemos, al menos en potencia, por el simple hecho de ser humanos. Y, por lo tanto, tienen incidencia en todas las áreas donde las personas nos movemos.
Ahora, tener estas habilidades en potencia, no significa tenerlas desarrolladas. Generalmente no nos damos cuenta la diferencia que haría en nuestra vida el poder entrenarnos en estas competencias genéricas. Y muchas veces insistimos en hacer más de lo mismo... y logramos más de los mismos resultados que no nos satisfacen.
¿Cuáles son estas Competencias Genéricas? Podemos agruparlas en Competencias Personales, y Competencias Relacionales. Veamos algunas:
COMPETENCIAS PERSONALES: Tienen que ver con el desarrollo de la inteligencia emocional, la proactividad, nuestro nivel de pensamiento, la toma de decisiones, nuestra disposición al aprendizaje, a cómo enfrentamos los obstáculos y diseñamos nuestro futuro.
COMPETENCIAS RELACIONALES: Son aquellas que entran en juego con las otras personas: Nuestra capacidad de comunicarnos, escuchar al otro y hacernos escuchar, coordinar acciones con otros tanto como integrante de un equipo como en posiciones de liderazgo, la habilidad para negocias, resolver conflictos, generar una visión compartida, etc.
Entrenamiento.
Estas habilidades, que todos tenemos, pueden y deben desarrollarse. No las aprendimos en nuestro hogar, no las entrenamos en la escuela y tampoco en la universidad.
¿Cómo aprender a desarrollarlas? Nosotros proponemos una posibilidad, a través de nuestros cursos. Sin embargo, no hay un sólo camino, sino muchos. Lo importante es que encuentres el tuyo.
Pablo Buol
"La excelencia depende más de las competencias emocionales que de las capacidades cognitivas." Daniel Goleman
EL JUEGO DE LA VIDA.
"Trabajo y juego pueden no ser diferentes. Cuando pones toda tu energía y tu corazón en el trabajo, la diferencia con el juego se disuelve." Shakti Gawain
Cuando escuchamos la frase "la vida es como un juego", generalmente lo asociamos a un juego de azar. Sin embargo podemos ver varios elementos que están presentes en todo juego, como en la vida. Veamos algunos:
LIMITES: No existe juego posible si no hay límites, los límites definen el escenario del juego. De forma similar, la vida se nos presenta mediante límites, tanto espaciales como temporales.
REGLAS: Todo juego, para ser jugado, precisa de reglas claras y definidas. Si cambiamos las reglas, el juego cambia. De la misma manera la vida tiene sus reglas. Algunas las conocemos, otras no. Algunas las vamos aprendiendo en el cotidiano vivir, otras van evolucionando con el contexto histórico y social. Es importante darnos cuenta que el desconocimiento de una regla no nos exime de la misma.
JUGADORES: Obvio ¿no? ¿Acaso podría haber juego sin jugador? En el juego de la vida, cada ser viviente es protagonista.
ACCIONES: Son las que permiten que el juego se desarrolle. Si no hay acción, no hay movimiento, no hay resultado. Igual sucede en la vida: son nuestras acciones, y las de nuestro entorno, las que generan resultados.
ESTRATEGIA: Tanto en el juego, como en la vida, accionamos en base a estrategias. A veces son estrategias pensadas y planificadas... otras, estrategias automáticas que repetimos en forma casi inconsciente. La estrategia que adoptemos es la que define el rango de acciones posibles, y por supuesto, los resultados finales. La primera norma para una estrategia acertada es tener una visión clara del escenario del juego y los objetivos que queremos lograr.
Por estas similitudes que encontramos entres nuestras actitudes dentro del juego y en la vida cotidiana, es que utilizamos, en nuestros entrenamientos, juegos de dinámicas de grupo.
Pablo Buol
"Todo sistema social descansa en determinadas normas de funcionamiento, sean estas formales o informales. Es lo que llamamos “reglas de juego”. Hay juegos muy diferentes: algunos de ellos tienden a promover la confianza entre los miembros de un sistema, mientras que hay otros que tienen el efecto contrario, el de corroerla. Un sistema que estimula la cooperación desarrollará confianza; en cambio, un sistema que estimula la competencia entre sus miembros provocará formas diversas de desconfianza.
Las normas de comportamiento no sólo determinan los juegos o prácticas sociales básicas en los que los miembros de un sistema se verán comprometidos; también definen los comportamientos obligatorios, prohibidos y permitidos…
Toda organización, toda empresa, tiene también sus propias normas de comportamiento, y éstas influyen en el nivel de confianza de sus miembros. Mientras más confusas sean, y más arbitrariamente sean aplicadas o consideradas, mayor será la desconfianza con la que se opere." Rafael Echeverría "la empresa emergente"
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
PRIMERO LO PRIMERO
EL ALGODÓN NO ENGAÑA
Hay un dicho que afirma que “lo que
estás haciendo habla tan alto que
no puedo oír lo que dices”. Como
dice Robin Sharma en su libro
Éxito: “Puedes afirmar que tu prioridad
es tu familia, pero si tu familia no aparece
de forma dominante en tu programa de
actividades, lo único cierto es que tu familia no
constituye tu principal prioridad. Puedes asegurar
que estar en buena forma física es un
valor para ti, pero si no veo en tu agenda semanal
señalada ninguna sesión de gimnasio,
habrá que aceptar que tu salud no es tan importante
para ti como dices.”
Coaching de Negocios
54 Negocio al día Marzo 2008 Nº 10
Autor
Iciar Piera Iglesias
Coach Personal & Ejecutivo
http://www.coachingparaelexito.com
Primero,
lo primero
Piensa por un instante en lo “primero” en tu vida, las tres o cuatro
cosas que más te importan. Ahora, sé honesto: ¿le estás dando a
estas cosas la importancia y el tiempo que se merecen? Si eres
como la mayoría de los profesionales atareados que llegan al
coaching, la respuesta es NO.
No puedes tener éxito ni felicidad duraderos si
tu agenda diaria no se ajusta a tus valores más
profundos. Si existe discrepancia entre lo que
haces y lo que eres te está faltando integridad.
Cuanto mayor sea la distancia entre tus compromisos
diarios y tus valores, menos felicidad
obtendrás porque no estarás acompasando tus
palabras y tus actos.
Tu programa de actividades es el mejor barómetro
para saber qué valoras realmente y qué crees
que de verdad es importante.
¿QUIÉN CONDUCE EL AUTOBÚS?
Nuestras vidas están en constante movimiento y
en la vorágine de cosas por hacer es fácil olvidarse
que tenemos la capacidad de elegir lo que
hacemos.
Muy a menudo las personas creen que no tienen
el poder de elegir; sienten que son las circunstancias
de sus vidas las que controlan los
resultados. Es el trabajo, lo mucho que viaja, el
sueldo bajo, la responsabilidad de ser padres,
no tener tiempo libre, quienes condicionan sus
acciones. Sin embargo la realidad es que
cuando no tengo tiempo para hacer algo es
porque estoy eligiendo hacer otra cosa en su
lugar. Cuando oigo a mis clientes que no han
tenido tiempo para cumplir alguno de sus compromisos
porque han tenido que preparar una
reunión o algo urgente ha roto sus planes, mi
pregunta siempre es la misma: “¿Quieres decir
que has elegido preparar tu reunión en lugar
de cumplir con tu compromiso?”. Habitualmente
esta pregunta suele ir acompañada de
justificaciones de porque no tuvieron otra opción
y de cómo ellos no son los responsables.
No hago esta pregunta para acusarles de falta
de compromiso sino para ayudarles a recuperar
su poder. Mientras sigas señalando a tu empresa,
tu jefe, tus hijos, el tiempo, el dinero o
cualquier cosa externa a ti como la responsable
de tus decisiones, seguirás sin tener la capacidad
de poder cambiarlo. Sólo cuando
somos conscientes de nuestras elecciones diarias,
y de cómo estas van dibujando nuestra
vida, recuperamos nuestro poder y podemos
elegir diferente o reafirmar la elección que hicimos.
Tener presente nuestras elecciones nos da
poder, mientras responsabilizar al tiempo, la
empresa, el jefe, lo disminuye, al convertirnos
en víctimas de las circunstancias. Elegir parece
muy obvio, y sin embargo es necesario ser
consciente de que para tener la vida que quieres
debes elegir y saber que has elegido. Se
trata de vivir tu vida conscientemente. Elegir es
una acción, una acción interna.
“LO BUENO” ES ENEMIGO DE “LO MEJOR”
Mis clientes quieren vivir una vida plena y yo
quiero eso para ellos. Una vez que somos
conscientes de nuestras elecciones y de que
no existe el “tengo que”, es importante constatar
que casi siempre que le decimos que SI
a algo en nuestra vida le estamos diciendo
que NO a otra cosa. Si le estás diciendo que SI
a pasar más tiempo con tu familia, ese SI lleva
ligado toda una serie de NO. Como NO a trabajar
hasta altas horas de la noche o los fines
de semana, o NO a otros momentos de ocio,
amistades.
Siempre le estamos diciendo NO a algo. Si no lo
dices a lo aparente o urgente probablemente lo
estés diciendo a cosas más fundamentales e importantes.
Incluso cuando lo urgente es “lo
bueno”, lo bueno puede si se lo permitimos, estar
apartándonos de lo que para nosotros es “lo
mejor”. A menudo “lo bueno” es enemigo de “lo
mejor”.
EL EQUILIBRIO OCURRE EN MEDIO DE LA ACCIÓN
Piensa en la imagen del malabarista que se desplaza
en bicicleta mientras hace girar varias
bolas en sus manos. En nuestro día a día nosotros
somos ese malabarista, nos desplazamos
por la vida haciendo equilibrios con nuestros diferentes
roles. Si en algún momento el malabarista
deja de dar pedales, se cae.
El equilibrio es un proceso dinámico. Con cada
una de nuestras elecciones nos acercamos al
equilibrio o nos alejamos de él. Una vida en equilibrio
no es lo mismo que una vida equilibrada; no
se trata de tener la misma medida en cada una
de las áreas de tu vida: la misma de familia, trabajo,
ocio. Ese no es el objetivo. Hay un punto de
equilibrio fluctuante entre todas las áreas importantes
de tu vida. No hay un momento en que la
vida estará en perfecto equilibrio: no hay un lugar
en el que descansar. Mientras sigamos vivos nos
iremos acercando a ese equilibrio o nos iremos
alejando de él. n
Negocio al día Marzo 2008 Nº 10 55
“
“
El equilibrio es un
proceso dinámico.
Con cada una de
nuestras elecciones
nos acercamos al
equilibrio o nos
alejamos de él
Hay un dicho que afirma que “lo que
estás haciendo habla tan alto que
no puedo oír lo que dices”. Como
dice Robin Sharma en su libro
Éxito: “Puedes afirmar que tu prioridad
es tu familia, pero si tu familia no aparece
de forma dominante en tu programa de
actividades, lo único cierto es que tu familia no
constituye tu principal prioridad. Puedes asegurar
que estar en buena forma física es un
valor para ti, pero si no veo en tu agenda semanal
señalada ninguna sesión de gimnasio,
habrá que aceptar que tu salud no es tan importante
para ti como dices.”
Coaching de Negocios
54 Negocio al día Marzo 2008 Nº 10
Autor
Iciar Piera Iglesias
Coach Personal & Ejecutivo
http://www.coachingparaelexito.com
Primero,
lo primero
Piensa por un instante en lo “primero” en tu vida, las tres o cuatro
cosas que más te importan. Ahora, sé honesto: ¿le estás dando a
estas cosas la importancia y el tiempo que se merecen? Si eres
como la mayoría de los profesionales atareados que llegan al
coaching, la respuesta es NO.
No puedes tener éxito ni felicidad duraderos si
tu agenda diaria no se ajusta a tus valores más
profundos. Si existe discrepancia entre lo que
haces y lo que eres te está faltando integridad.
Cuanto mayor sea la distancia entre tus compromisos
diarios y tus valores, menos felicidad
obtendrás porque no estarás acompasando tus
palabras y tus actos.
Tu programa de actividades es el mejor barómetro
para saber qué valoras realmente y qué crees
que de verdad es importante.
¿QUIÉN CONDUCE EL AUTOBÚS?
Nuestras vidas están en constante movimiento y
en la vorágine de cosas por hacer es fácil olvidarse
que tenemos la capacidad de elegir lo que
hacemos.
Muy a menudo las personas creen que no tienen
el poder de elegir; sienten que son las circunstancias
de sus vidas las que controlan los
resultados. Es el trabajo, lo mucho que viaja, el
sueldo bajo, la responsabilidad de ser padres,
no tener tiempo libre, quienes condicionan sus
acciones. Sin embargo la realidad es que
cuando no tengo tiempo para hacer algo es
porque estoy eligiendo hacer otra cosa en su
lugar. Cuando oigo a mis clientes que no han
tenido tiempo para cumplir alguno de sus compromisos
porque han tenido que preparar una
reunión o algo urgente ha roto sus planes, mi
pregunta siempre es la misma: “¿Quieres decir
que has elegido preparar tu reunión en lugar
de cumplir con tu compromiso?”. Habitualmente
esta pregunta suele ir acompañada de
justificaciones de porque no tuvieron otra opción
y de cómo ellos no son los responsables.
No hago esta pregunta para acusarles de falta
de compromiso sino para ayudarles a recuperar
su poder. Mientras sigas señalando a tu empresa,
tu jefe, tus hijos, el tiempo, el dinero o
cualquier cosa externa a ti como la responsable
de tus decisiones, seguirás sin tener la capacidad
de poder cambiarlo. Sólo cuando
somos conscientes de nuestras elecciones diarias,
y de cómo estas van dibujando nuestra
vida, recuperamos nuestro poder y podemos
elegir diferente o reafirmar la elección que hicimos.
Tener presente nuestras elecciones nos da
poder, mientras responsabilizar al tiempo, la
empresa, el jefe, lo disminuye, al convertirnos
en víctimas de las circunstancias. Elegir parece
muy obvio, y sin embargo es necesario ser
consciente de que para tener la vida que quieres
debes elegir y saber que has elegido. Se
trata de vivir tu vida conscientemente. Elegir es
una acción, una acción interna.
“LO BUENO” ES ENEMIGO DE “LO MEJOR”
Mis clientes quieren vivir una vida plena y yo
quiero eso para ellos. Una vez que somos
conscientes de nuestras elecciones y de que
no existe el “tengo que”, es importante constatar
que casi siempre que le decimos que SI
a algo en nuestra vida le estamos diciendo
que NO a otra cosa. Si le estás diciendo que SI
a pasar más tiempo con tu familia, ese SI lleva
ligado toda una serie de NO. Como NO a trabajar
hasta altas horas de la noche o los fines
de semana, o NO a otros momentos de ocio,
amistades.
Siempre le estamos diciendo NO a algo. Si no lo
dices a lo aparente o urgente probablemente lo
estés diciendo a cosas más fundamentales e importantes.
Incluso cuando lo urgente es “lo
bueno”, lo bueno puede si se lo permitimos, estar
apartándonos de lo que para nosotros es “lo
mejor”. A menudo “lo bueno” es enemigo de “lo
mejor”.
EL EQUILIBRIO OCURRE EN MEDIO DE LA ACCIÓN
Piensa en la imagen del malabarista que se desplaza
en bicicleta mientras hace girar varias
bolas en sus manos. En nuestro día a día nosotros
somos ese malabarista, nos desplazamos
por la vida haciendo equilibrios con nuestros diferentes
roles. Si en algún momento el malabarista
deja de dar pedales, se cae.
El equilibrio es un proceso dinámico. Con cada
una de nuestras elecciones nos acercamos al
equilibrio o nos alejamos de él. Una vida en equilibrio
no es lo mismo que una vida equilibrada; no
se trata de tener la misma medida en cada una
de las áreas de tu vida: la misma de familia, trabajo,
ocio. Ese no es el objetivo. Hay un punto de
equilibrio fluctuante entre todas las áreas importantes
de tu vida. No hay un momento en que la
vida estará en perfecto equilibrio: no hay un lugar
en el que descansar. Mientras sigamos vivos nos
iremos acercando a ese equilibrio o nos iremos
alejando de él. n
Negocio al día Marzo 2008 Nº 10 55
“
“
El equilibrio es un
proceso dinámico.
Con cada una de
nuestras elecciones
nos acercamos al
equilibrio o nos
alejamos de él
segunda-feira, 14 de abril de 2008
TODO ES COACHING?
EL COACHING Y LAS PERSONAS
JOSÉ MARÍA GASALLA
“¿Nos podríais preparar un presupuesto para hacer “coaching” a un equipo de 25 personas para transformar sus competencias administrativas en comerciales en 3 días?”
“¿Tendríais un coach en finanzas para preparar a un no financiero? ¿Y un ex-director general (algún “prejubilado de lujo”) que quiera hacer de coach de nuestro Presidente? ¿Y sería posible que nuestros mandos en vez de jefes actuasen como coaches?”
¡¡Marchando cuarto y mitad de coaching!!
Parece como si todo valiese. Todo es coaching. Todo el mundo, desde jóvenes de 25 años a seniors de 80 se está convirtiendo en coach: en el mercado académico, sanitario, de parejas, familiar, en las ONG´S, en la Administración y, por supuesto, en el mundo de las empresas. Es un concepto de moda y cada cual quiere aprovecharlo a su manera antes que “se queme”.
Está claro que la necesidad existe, la demanda también. Quizás dedicamos menos tiempo a la conversación con jefes, compañeros de trabajo, amigos profesionales. Quizás también, la confianza está disminuyendo cuando hablamos de altos niveles en la empresa. Y siempre andamos con prisa, “no tenemos tiempo”.
La única o mejor forma entonces es contratar un proceso de coaching sistematizado y con el tiempo delimitado y acordado desde el principio.
Pero, ¿cuál es el papel de un coach? ¿Qué es y qué no es?. “Copiando” de mi libro “Marketing para la Formación de Directivos” (pag 130), :“El coach no es un solucionador de problemas, un instructor, ni siquiera un maestro o experto. Su papel más bien es el de facilitador (de auto-observación, de aprendizaje, de proceso, de conciencia). Ayuda al cliente, pupilo, “coache” a reencuadrar sus problemas, a verlos desde otra perspectiva, a descubrir nuevas alternativas a través de la conversación. “Es un “extractor” de la potencialidad del pupilo y ayuda a éste a redescubrirse, tanto en sus fuerzas como en sus debilidades (vulnerabilidades). Ayuda a saber al que ya sabe. El papel del coach gira alrededor de las preguntas y no de las respuestas.
Nuestro gran maestro del coaching en España, Carlos Herreros nos dice, en su gran libro “El coaching: cura, libera y subvierte”, que los directivos en su día a día aplican su energía hacia “vectores divergentes ocultos” que no se corresponden con las líneas de actuación que “a priori” había pensado. No es fácil combatir contra estos mecanismos inconscientes que nos impiden cambiar. Como dice Carlos “esto exige que los directivos en cuestión se replanteen las creencias que desde siempre han tenido como ciertas”. “Nos demanda que admitamos sentimientos, ante nosotros mismos y ante los demás (lo cual es siempre muy embarazoso), que normalmente nunca estaríamos dispuestos a admitir y mucho menos a mostrar”.
Esta Learning Letter nos ilustra diferentes aproximaciones hacia el coaching de grandes profesionales que están en este momento en “ la arena” en España.
Por otra parte, quiero resaltar el esfuerzo que se está haciendo desde AECOP para crear un mínimo filtro, a través de certificaciones, en lo que aparece como oferta de coaching. Esa es una de las vías por las que hay que avanzar.
Termino con las máximas que más frecuentemente se asignan a cada uno de los sietes sabios de Grecia. Las he recogido de un libro de Alexandre Rangel sobre “la sabiduría de las parábolas”.
“Los hombres son malos en su mayoría” Bías, de Priene
“La moderación es mejor” Cleóbulo, de Lindo
“Conócete a ti mismo” Xilon, de Esparta
“Sé moderador en la prosperidad y prudente en la adversidad” Periandro, de Corinto
“Sabes cual es el momento oportuno” Pítaco, de Mitilene
“Está preparado para mandar aquél que aprende a obedecer” Sólom, de Atenas
“La ignorancia es intolerable”, Tales, de Mileto.
JOSÉ MARÍA GASALLA
“¿Nos podríais preparar un presupuesto para hacer “coaching” a un equipo de 25 personas para transformar sus competencias administrativas en comerciales en 3 días?”
“¿Tendríais un coach en finanzas para preparar a un no financiero? ¿Y un ex-director general (algún “prejubilado de lujo”) que quiera hacer de coach de nuestro Presidente? ¿Y sería posible que nuestros mandos en vez de jefes actuasen como coaches?”
¡¡Marchando cuarto y mitad de coaching!!
Parece como si todo valiese. Todo es coaching. Todo el mundo, desde jóvenes de 25 años a seniors de 80 se está convirtiendo en coach: en el mercado académico, sanitario, de parejas, familiar, en las ONG´S, en la Administración y, por supuesto, en el mundo de las empresas. Es un concepto de moda y cada cual quiere aprovecharlo a su manera antes que “se queme”.
Está claro que la necesidad existe, la demanda también. Quizás dedicamos menos tiempo a la conversación con jefes, compañeros de trabajo, amigos profesionales. Quizás también, la confianza está disminuyendo cuando hablamos de altos niveles en la empresa. Y siempre andamos con prisa, “no tenemos tiempo”.
La única o mejor forma entonces es contratar un proceso de coaching sistematizado y con el tiempo delimitado y acordado desde el principio.
Pero, ¿cuál es el papel de un coach? ¿Qué es y qué no es?. “Copiando” de mi libro “Marketing para la Formación de Directivos” (pag 130), :“El coach no es un solucionador de problemas, un instructor, ni siquiera un maestro o experto. Su papel más bien es el de facilitador (de auto-observación, de aprendizaje, de proceso, de conciencia). Ayuda al cliente, pupilo, “coache” a reencuadrar sus problemas, a verlos desde otra perspectiva, a descubrir nuevas alternativas a través de la conversación. “Es un “extractor” de la potencialidad del pupilo y ayuda a éste a redescubrirse, tanto en sus fuerzas como en sus debilidades (vulnerabilidades). Ayuda a saber al que ya sabe. El papel del coach gira alrededor de las preguntas y no de las respuestas.
Nuestro gran maestro del coaching en España, Carlos Herreros nos dice, en su gran libro “El coaching: cura, libera y subvierte”, que los directivos en su día a día aplican su energía hacia “vectores divergentes ocultos” que no se corresponden con las líneas de actuación que “a priori” había pensado. No es fácil combatir contra estos mecanismos inconscientes que nos impiden cambiar. Como dice Carlos “esto exige que los directivos en cuestión se replanteen las creencias que desde siempre han tenido como ciertas”. “Nos demanda que admitamos sentimientos, ante nosotros mismos y ante los demás (lo cual es siempre muy embarazoso), que normalmente nunca estaríamos dispuestos a admitir y mucho menos a mostrar”.
Esta Learning Letter nos ilustra diferentes aproximaciones hacia el coaching de grandes profesionales que están en este momento en “ la arena” en España.
Por otra parte, quiero resaltar el esfuerzo que se está haciendo desde AECOP para crear un mínimo filtro, a través de certificaciones, en lo que aparece como oferta de coaching. Esa es una de las vías por las que hay que avanzar.
Termino con las máximas que más frecuentemente se asignan a cada uno de los sietes sabios de Grecia. Las he recogido de un libro de Alexandre Rangel sobre “la sabiduría de las parábolas”.
“Los hombres son malos en su mayoría” Bías, de Priene
“La moderación es mejor” Cleóbulo, de Lindo
“Conócete a ti mismo” Xilon, de Esparta
“Sé moderador en la prosperidad y prudente en la adversidad” Periandro, de Corinto
“Sabes cual es el momento oportuno” Pítaco, de Mitilene
“Está preparado para mandar aquél que aprende a obedecer” Sólom, de Atenas
“La ignorancia es intolerable”, Tales, de Mileto.
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