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quinta-feira, 4 de março de 2010

O AMOR


Lo que salva al amor





L.Barbosa cuenta la historia de una isla donde vivían los principales sentimientos del hombre: Alegría, Tristeza, Vanidad, Sabiduría, y Amor. Un día, la isla comenzó a hundirse en el océano; todos consiguieron alcanzar sus barcos, menos el Amor.
Cuando fue a pedirle a la Riqueza que lo salvase, esta dijo:
- “No puedo, estoy cargada de joyas y oro”.
Se dirigió al barco de la Vanidad, que respondió:
- “Lo siento mucho, mas no quiero ensuciar mi barco”.
El Amor corrió para la Sabiduría, pero ella también lo rechazó, diciendo:
- “Quiero estar sola, estoy reflexionando sobre la tragedia, y más tarde voy a escribir un libro sobre esto”.
El Amor comenzó a ahogarse. Cuando estaba casi muriendo, apareció un barco – conducido por un viejo – que lo terminó salvando.
- “¡Gracias, muchas gracias!” – dijo, tan pronto se recuperó del susto.
– “¿Pero quién es usted?”
- “Soy el Tiempo” – respondió el viejo.
Solo el Tiempo es capaz de salvar el Amor.

Paulo Coelho

O que salva o amor

L.Barbosa conta a história de uma ilha onde viviam os principais sentimentos do homem: Alegria, Tristeza, Vaidade, Sabedoria, e Amor. Um dia, a ilha começou a afundar no oceano; todos conseguiram alcançar seus barcos, menos o Amor.
Quando foi pedir a Riqueza que o salvasse, esta disse:
- “Não posso, estou carregada de jóias e ouro”.
Dirigiu-se ao barco da Vaidade, que respondeu:
- “Sinto muito, mas não quero sujar meu barco”.
O Amor correu para a Sabedoria, mas ela também recusou, dizendo:
- “Quero estar sozinha, estou refletindo sobre a tragédia, e mais tarde vou escrever um livro sobre isto”.
O Amor começou a se afogar. Quando estava quase morrendo, apareceu um barco – conduzido por um velho – que o terminou salvando.
- “Obrigado” – disse, assim que se refez do susto.
– “Mas quem é você”?
- “Sou o Tempo” – respondeu o velho. Só o Tempo é capaz de salvar o Amor.

Paulo Coelho

VERDADE SUPREMA


"Não há que renunciar à vida cotidiana; se pode meditar e seguir cumprindo as obrigações mundanas, assim fluirá a Energia inclusive quando estejas absorto no trabalho, pois no mesmo espírito que meditas assim manifestarás tuas atividades. Deste jeito, tua atitude para as pessoas, os objetos e os acontecimentos trocarão gradualmente. Tuas ações se acompanharão tuas meditações. O que tem que renunciar totalmente é ao egoísmo que nos liga ao mundo; renunciar ao falso ego é a autentica renunciação*
"Quando se desconhece a Verdade Suprema o estudo do saber é inútil; porém quando se realiza a Verdade Suprema, o estudo do saber já é inútil"

VERDAD SUPREMA
"No hay que renunciar a la vida cotidiana; se puede meditar y seguir cumpliendo las obligaciones mundanas, así fluirá la Energía incluso cuando estés absorto en el trabajo, pues en el mismo espíritu que meditas así manifestarás tus actividades. De este modo, tu actitud hacia las personas, los objetos y los acontecimientos cambiará gradualmente. Tus acciones se acompasarán a tus meditaciones. A lo que hay que renunciar totalmente es al egoísmo que nos liga al mundo; renunciar al falso ego es la auténtica renunciación* "Cuando se desconoce la Verdad Suprema el estudio del saber es inútil; pero cuando se realiza la Verdad Suprema, el estudio del saber ya es inútil"
Textos procedentes de fuentes que fueron parte de conversaciones o respuestas de Sri BHAGAVAN RAMANA MAHARSHI.

A dança das abelhas




Somos aquilo que sentimos e percebemos. Se estamos zangados, somos a raiva. Se estamos apaixonados, somos o amor. Se contemplamos um pico nevado, somos a montanha. Ao assistir a um programa de televisão de baixa qualidade, somos o programa de televisão. Enquanto sonhamos, somos o sonho. Podemos ser qualquer coisa que quisermos, mesmo sem uma varinha mágica.

Somos aquello que sentimos y percibimos. Si estamos irritados, somos la rabia. Si estamos apasionados, somos el amor. Si contemplamos un pico nevado, somos la montaña. Al asistir a un programa de televisión de baja calidad, somos el programa de televisión. Mientras soñamos, somos el sueño. Podemos ser cualquier cosa que queramos, aún sin una varita mágica.

Extraído do livro "O sol meu coração" de Thich Nhat Hanh
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quarta-feira, 3 de março de 2010



CIÊNCIA E HUMILDADE

“A ciência é um método para comprovar afirmações sobre o mundo natural, não um compendio imutável de verdades absolutas. Os fundamentalistas ao “conhecer” as respostas antes de começar, e ao obrigar depois à natureza a se por a camisa de força dos seus pré concepções desacreditadas se situam por fora do caminho da ciência, ou de qualquer investigação intelectual honesta”.
Stephen Jay Gould
"Começando com o que não sabemos que é muito mais do que sabemos"
Ao debater se necessita ser honesto acerca do que realmente sabemos e o que é só crença pessoal, suposição, ou hipótese.
Nas ciências físicas e sociais, na psicologia, a metafísica, e a religião, acredito que o estudo de todas as questões deveria começar com a proposta oposta:
Definição do "desconhecimento”. (Ignorância que a chamam...)
Se um júri que representa tradições discrepantes não pudesse convier que a evidência demonstre que a resposta é "verdade”, todas as partes, em boa consciência, deveriam qualificar-la como crença, suposição, ou hipótese.
Aplicando este critério, a maior parte do que rotulamos como "verdade” teria que ser considerado ainda na coluna do "desconhecido".
Quando tomamos a consciência este enfoque, imediatamente põe em claro a lista "do que não sabemos", que por longe excede à do que estamos interados. Os seguintes são alguns exemplos das muitas perguntas importantes para as quais “ainda” no sabemos as respostas. Agregue as de você próprias ao ler.
Antropologia.
Qual foi a primeira civilização?
Quem descobriu a alta matemática?
Quem começou os primeiros idiomas?
Por que se baseiam na matemática?
Quem domesticou aos gatos e aperfeiçôo as coletas para o consumo humano?
Quem descobriu os valores medicinais das ervas?
Biologia/Química.
Como começou a vida na Terra, e onde? (é dizer, como vinculamos a física e a bioquímica?)
Como se formaram as diversas espécies?
Como surgiram as diversas raças?
Qual é a menor forma de vida?
Que causa o sonho?
Onde residem as indicações para a diferenciação celular?
Qual são a relação do meio ambiente e os genes para a inteligência?
Qual é o ponto final da morte física?
Cosmologia:
Qual é a origem do Universo?
Como e quando surgiu a consciência?
Existem seres conscientes similares aos humanos?
Temos descoberto todos os planetas do Sol?
Qual é a natureza da realidade fora deste universo?
Física.
De onde vem a matéria do Universo?
Que é a matéria obscura?
Qual é a partícula menor?
Qual é a natureza das anti-partículas ou das partículas?
Há um espectro de energia no medido?
Que é a forma sutil de energia vista por muitos entrar ao corpo no nascimento e sair dele na morte?
Psicologia.
Onde reside a personalidade?
Que são os sonhos?
Porque os placebos curam?
Como percebemos objetos/eventos a distancia?
Qual é a natureza da consciência não-humana?
Onde se armazenam as lembranças?
“Há muita experiência humana e evidencia acumulada que aponta às ainda "desconhecidas" respostas para todas estas perguntas, porém a definitiva " verdade " ainda nos esquiva.
Para ter alguns outros exemplos, ver Why Aren't Black Holes Black?(Por que os buracos pretos não são pretos?) por Robert M. Hazen y Maxime Singer; Archor Books, 1997).
Para cada pergunta por contestar, se tem proposto muitas hipóteses e suposições, porém poucas seriam aceitas por um “júri planetário". Não se requere um voto unânime para definir a verdade universal; somente é necessário um consenso entre epistemologos competentes.
A errada aplicação da etiqueta “verdade” origina prejuízos, antagonismos, e guerras. Que se afirme “verdade” quando a honradez exige que algo se etiquete como "desconhecido " divide às pessoas.
Se fossemos verdadeiramente honestos sobre “o que não sabemos ", seria muito mais singelo ter um diálogo que identifique o conhecimento comumente aceito.
Em nossa busca da verdade ou de pontos em comum, qualquer hipótese seria é tão boa como qualquer outra como ponto de partida. Pois apreendemos mais da complexidade de nosso universo, da que o mais provável é que a última verdade esteja mais além de nossa imaginação mais desenfreada de todos modos.
Depois de pormos de acordo sobre "o que não sabemos "numa área em particular, a discussão pode identificar rapidamente " o que sabemos ", é dizer, aquilo sobre o que há consenso geral. Na maioria dos aspectos da vida que é na realidade muito pequena; o " desconhecido " precisamente domina em todos os campos que consideramos do conhecimento humano. Ao parecer, para sentir-nos menos nervosos sobre o muito que não sabemos, temos criado o extenso âmbito de nossas ainda-não- provadas crenças e o chamado conhecimento.
Mas que é este assim chamado conhecimento?
Para ilustrar a variedade de afirmações sobre algumas das ante ditas áreas desconhecidas:
Há varias hipóteses sobre a origem do Universo que se excluem mutuamente (explosão aleatória faz mais de 15 mil milhões de anos, criação por Deus numa semana, filho de outro universo, concepção consciente de grandes forças). Varias explicações sobre como começou a vida (relâmpagos que alcançam o mar primordial, panspermia, ativação pela voz dum criador, semeada no nascimento do Universo). Pelo menos três perspectivas de como chegou a existir o homo sapiens (criação direta, mutação ao azar, manipulação por seres mais avançados).
Os aderentes a estas variam teorias falam, escrevem e atuam como se já possuíram uma verdade exclusiva. Porque são resistentes a admitir que estão dando somente sua melhor estimação ou inspiração e rejeitam as outras hipóteses?
Y.G. Kimura em "The Cosmic Light” ( algo assim como a Luz Cósmica) (University of Science and Philosophy Quarterly. Spring, 1999) diz:
"As pessoas são intolerantes com outras com diferentes pontos de vista, por que... no fundo não estão seguros da... validez de suas próprias crenças, e... não desejam fazer-lhe frente à possibilidade... de que eles poderiam não saber a verdade após de todo".
Este medo de não ter suficiente certeza faz às pessoas mais inflexíveis que o que o conhecimento dos fatos permite?
Alguns simplesmente exageram seu caso porque isso lhes presta a atenção ou o poder sobre os outros? Estas perguntas também exemplificam “o que não sabemos". Sabemos que as pessoas distorcem a verdade, porém não sabemos por que.
Qualquer seja a razão das injustificadas pretensões à verdade, o seguinte pulo no progresso humano requeira mais honradez acerca "do que não sabemos". Somente com ela podemos estar abertos para descobrir a "autêntica verdade". Os científicos de mente ampla e os metafísicos têm estado sempre abertos a tal busca.
Porém, quando reina o dogma, como o faz na maioria dos laboratórios de hoje, nos sermões, nas salas de aula, e na media, há pouca esperança para um profundo avance no que concerne ao lugar e propósito dos humanos no Universo.
Publicado por ESTEBAN PÉREZ
Traduzido e resumido por Oscar Ricardo García

CIENCIA Y HUMILDAD


“La ciencia es un método para comprobar afirmaciones sobre el mundo natural, no un compendio inmutable de verdades absolutas. Los fundamentalistas al “conocer” las respuestas antes de empezar, y al obligar después a la naturaleza a ponerse la camisa de fuerza de sus preconcepciones desacreditadas se sitúan por fuera del camino de la ciencia, o de cualquier investigación intelectual honesta”.
Stephen Jay Gould

"COMENZANDO CON LO QUE NO SABEMOS QUE ES MUCHO MAS QUE LO QUE SABEMOS"
Al debatir se necesita ser honesto acerca de lo que realmente sabemos e de lo que es sólo creencia personal, suposición, o hipótesis.
En las ciencias físicas y sociales, en la psicología, la metafísica, y la religión, creo que el estudio de todas las cuestiones debería comenzar con el planteamiento opuesto:
Estipulación del " desconocimiento".
Si un jurado que representa tradiciones discrepantes no pudiera convenir que la evidencia demuestra que la respuesta es "verdad ", todas los partes, en buena conciencia, deberían calificarla como creencia, suposición, o hipótesis.
Aplicando este estándar, la mayor parte de lo que rotulamos como " verdad " tendría que ser considerado todavía como en la columna de lo "desconocido".
Cuando uno toma a conciencia este enfoque, enseguida pone en claro la lista de "lo que no sabemos", que por lejos excede a la de lo que estamos enterados.
Los siguientes son algunos ejemplos de las muchas preguntas importantes para las cuales no sabemos las respuestas.
Agregue las suyas propias al leer.
Antropología.
¿Cuál fue la primera civilización?
¿Quién descubrió la alta matemática?
¿Quiénes comenzaron los primeros idiomas?
¿Por qué se basan en matemática?
¿Quién domesticó a los gatos y perfeccionó las cosechas para la consumición humana?
¿Quién descubrió los valores medicinales de las hierbas?
Biología/Química.
¿Cómo comenzó la vida en la Tierra, o dondequiera?
(es decir, ¿cómo vinculamos la física y la bioquímica?)
¿Cómo se formaron las diversas especies?
¿Cómo surgieron las diversas razas?
¿Cuál es la forma de vida más pequeña?
¿Qué causa el sueño?
¿Dónde residen las indicaciones para la diferenciación celular?
¿Cuál es la relación del medio ambiente y los genes para la inteligencia?
¿Cuál es el punto final de la muerte física?
Cosmología
¿Cuál es el origen del Universo?
¿Cómo y cuándo surgió la consciencia?
¿Existen seres conscientes similares a los humanos?
¿Hemos descubierto todos los planetas del Sol?
¿Cuál es la naturaleza de la realidad fuera de este universo?
Física.
¿De dónde viene la materia del Universo?
¿Qué es la materia oscura?
¿Cuál es la partícula más pequeña?
¿Cuál es la naturaleza de las antipartículas o de las partículas?
¿Hay un espectro de energía no medido?
¿Qué es la forma sutil de energía vista por muchos entrar al cuerpo en el nacimiento y salir de él en la muerte?
Psicología.
¿Dónde reside la personalidad?
¿Qué son los sueños?
¿Por qué los placebos curan?
¿Cómo percibimos objetos/eventos a distancia?
¿Cuál es la naturaleza de la consciencia no-humana?
¿Dónde se almacenan los recuerdos?
Hay mucha experiencia humana y evidencia acumulada que apunta a las aún "desconocidas" respuestas para todas estas preguntas, pero la definitiva " verdad " todavía nos elude.
(Por algunos otros ejemplos, ver Why Aren't Black Holes Black?, por Robert M. Hazen y Maxime Singer; Archor Books, 1997).
Para cada pregunta por contestar, se han propuesto muchas hipótesis y suposiciones, pero pocas serían aceptadas por un " jurado planetario". No se requiere un voto unánime para definir la verdad universal; solamente es necesario un consenso entre epistemólogos competentes.
La errada aplicación de la etiqueta " verdad " da lugar a prejuicios, antagonismos, y guerras. Que se afirme " verdad " cuando la honradez exige que algo se etiquete como "desconocido " divide a la gente.
Si fuéramos verdaderamente honestos sobre " lo que no sabemos ", sería mucho más sencillo tener un diálogo que identifique el conocimiento comúnmente aceptado.
En nuestra búsqueda de la verdad o de puntos en común, cualquier hipótesis seria es tan buena como cualquier otra como punto de partida. Pues aprendemos más de la complejidad de nuestro universo, de la que lo más probable es que la última verdad esté más allá de nuestra imaginación más desenfrenada de todos modos.
Después de ponernos de acuerdo sobre " lo que no sabemos " en un área en particular, la discusión puede identificar rápidamente " lo que sabemos ", es decir, aquello sobre lo que hay consenso general.
En la mayoría de los aspectos de la vida que es en realidad muy pequeña; lo " desconocido " precisamente domina en todos los campos que consideramos de conocimiento humano. Al parecer, para sentirnos menos nerviosos sobre lo mucho que no sabemos, hemos creado el extenso ámbito de nuestras todavía-no- probadas creencias y lo llamados conocimiento.
¿Pero qué es este así llamado conocimiento?
Para ilustrar la variedad de afirmaciones sobre algunas de las antedichas áreas desconocidas: Hay varias hipótesis sobre el origen del Universo que se excluyen mutuamente (explosión aleatoria hace más de 15 mil millones de años, creación por Dios en una semana, vástago de otro universo, concepción consciente de grandes fuerzas). Varias explicaciones sobre cómo comenzó la vida (relámpagos que alcanzan el mar primordial, panspermia, activación por la voz de un creador, sembrada en el nacimiento del Universo).
Por lo menos tres perspectivas de cómo llegó a existir el homo sapiens (creación directa, mutación al azar, manipulación por seres más avanzados).
Los adherentes a estas varias teorías hablan, escriben y actúan como si ya poseyeran una verdad exclusiva.
¿Por qué son reacios a admitir que están dando solamente su mejor estimación o inspiración y son hostiles a otras hipótesis?
Y.G. Kimura en "The Cosmic Light (University of Science and Philosophy Quarterly. Spring, 1999) dice:
"La gente es intolerante con otros con diferentes puntos de vista, porque... en el fondo no están seguros de la... validez de sus propias creencias, y... no desean hacerle frente a la posibilidad... de que ellos podrían no saber la verdad después de todo".
¿Este miedo de no tener suficiente certeza hace a la gente más inflexible que lo que el conocimiento de los hechos permite?
¿Algunos simplemente exageran su caso porque eso les da la atención o el poder sobre los otros?
Estas preguntas también ejemplifican " lo que no sabemos".
Sabemos que la gente distorsiona la verdad, pero no sabemos por qué.
Cualquiera sea la razón de las injustificadas pretensiones a la verdad, el siguiente salto en el progreso humano requiere más honradez acerca de "lo que no sabemos".
Solamente con ella podemos estar abiertos para descubrir la "auténtica verdad". Los científicos de mente amplia y los metafísicos han estado siempre abiertos a tal búsqueda.
Pero, cuando reina el dogma, como lo hace en la mayoría de los laboratorios de hoy, en los sermones, en los salones de clase, y en los medios, hay poca esperanza para un profundo avance en lo que concierne al lugar y propósito de los humanos en el Universo.
Publicado por ESTEBAN PÉREZ

terça-feira, 2 de março de 2010

MESTRES E CONTOS ZEN


EL MAESTRO ZEN Y EL GATO



Un gran maestro zen budista, responsable por el monasterio de Mayu Kagi, tenía un gato, que era la verdadera pasión de su vida. Así, durante las aulas de meditación, mantenía el gato a su lado - para disfrutar lo más posible de su compañía.
Cierta mañana, el maestro - que ya estaba bastante viejo - apareció muerto. El discípulo más reconocido ocupó su lugar.
- ¿Que vamos a hacer con el gato? - preguntaron los otros monjes.
En un homenaje al recuerdo de su antiguo instructor, el nuevo maestro decidió permitir que el gato continuase frecuentando las aulas de budismo zen.
Algunos discípulos de monasterios vecinos, que viajaban mucho por la región, descubrieron que, en uno de los más afamados templos del lugar, un gato participaba de las meditaciones. La historia comenzó a correr.
Muchos años pasaron. El gato murió, pero los alumnos del monasterio estaban tan acostumbrados a su presencia, que trajeron otro gato. Mientras tanto, los otros templos comenzaron a introducir gatos en sus meditaciones: creían que el gato era el verdadero responsable por la fama y la calidad de la enseñanza de Mayu Kagi y se olvidaban que el antiguo maestro era un excelente instructor.
Una generación transcurrió y comenzaron a surgir tratados técnicos sobre la importancia del gato en la meditación zen. Un profesor universitario desarrolló una tesis - aceptada por la comunidad académica - que el felino tenía la capacidad de aumentar la concentración humana y eliminar las energías negativas.
Y así, durante un siglo, el gato fue considerado como parte esencial en el estudio del budismo zen en aquella región.
Hasta que un día, apareció un maestro que tenía alergia al pelo de animales domésticos y resolvió retirar al gato de sus prácticas diarias con los alumnos.
Hubo una importante reacción negativa - pero el maestro insistió. Como era un excelente instructor, los alumnos continuaban con el mismo rendimiento escolar, a pesar de la ausencia del gato.
Poco a poco, los monasterios - siempre en busca de ideas nuevas, y ya cansados de tener que alimentar tantos gatos - fueron eliminando los animales de las aulas de clase. En veinte años, comenzaron a surgir nuevas tesis revolucionarias - con títulos convincentes como "La importancia de la meditación zen, sin el gato", o "Equilibrando al universo zen solo por el poder de la mente, sin la ayuda de animales".
Transcurrió un siglo más y el gato salió por completo del ritual de meditación zen en aquella región. Pero fueron precisos doscientos años para que todo volviera a la normalidad - ya que nadie se preguntó, durante todo este tiempo, porque el gato estaba allí.
Y cuántos de nosotros, en nuestras vidas, nos permitimos preguntarnos: ¿por qué tengo que actuar de esta manera? ¿Hasta qué punto, en aquello que hacemos, estamos usando "gatos" inútiles, que no tenemos el coraje de eliminar, porque nos dijeron que los "gatos" eran importantes para que todo funcionase bien?
¿Por qué no buscamos una manera diferente de actuar?

O MESTRE ZEN E O GATO


Um grande mestre zen budista, responsável pelo mosteiro de Mayu Kagi, tinha um gato, que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado - para desfrutar o mais possível de sua companhia.
Certa manhã, o mestre - que já estava bastante velho - apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.
- O que vamos fazer com o gato? - perguntaram os outros monges.
Numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse freqüentando as aulas de zen-budismo.
Alguns discípulos de mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.
Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com a sua presença, que arranjaram outro gato. Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsável pela fama e a qualidade do ensino de Mayu Kagi e esqueciam-se que o antigo mestre era um excelente instrutor.
Uma geração se passou e começaram a surgir tratados técnicos sobre a importância do gato na meditação zen. Um professor universitário desenvolveu uma tese - aceita pela comunidade acadêmica - que o felino tinha capacidade de aumentar a concentração humana e eliminar as energias negativas.
E assim, durante um século, o gato foi considerado como parte essencial no estudo do zen-budismo naquela região.
Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pêlos de animais domésticos e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.
Houve uma grande reação negativa - mas o mestre insistiu. Como era um excelente instrutor, os alunos continuavam com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausência do gato.
Pouco a pouco, os mosteiros - sempre em busca de idéias novas, e já cansados de ter que alimentar tantos gatos - foram eliminando os animais das aulas. Em vinte anos, começaram a surgir novas teses revolucionárias - com títulos convincentes como "A importância da meditação sem o gato", ou "Equilibrando o universo zen apenas pelo poder da mente, sem a ajuda de animais".
Mais um século se passou e o gato saiu por completo do ritual de meditação zen naquela região. Mas foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal - já que ninguém se perguntou, durante todo este tempo, por que o gato estava ali.
E quantos de nós, em nossas vidas, ousamos perguntar: por que tenho que agir desta maneira? Até que ponto, naquilo que fazemos, estamos usando "gatos" inúteis, que não temos coragem de eliminar, porque nos disseram que os "gatos" eram importantes para que tudo funcionasse bem?
Por que não buscamos uma maneira diferente de agir?

segunda-feira, 1 de março de 2010

MESTRES E CONTOS ZEN




Un Cuento
Monge Ryôtan Tokuda



Había una panadería frente a un templo budista. El monje del templo precisó viajar y pidió que el dueño de la panadería cuidase del templo, atendiese a las visitas etc. Aconteció que llegó un monje viajante a la aldea. Antiguamente, los monjes viajaban, en una especie de entrenamiento monástico, visitando a otros monjes, maestros y monasterios. Desafiaban a los más fuertes en el Dharma y se mantenían permanentemente entrenando. El recién llegado también practicaba así. En esas batallas del Dharma, con preguntas y respuestas, quien perdía era obligado a dejar el templo; quien ganaba podía quedar como responsable. Una batalla del Dharma era algo muy serio. No era una batalla de lucha, pero sí de conocimiento, de experiencias, de lenguaje.
El monje visitante estaba llegando y el dueño de la panadería, preocupadísimo, oía la sugestión del jefe de la aldea: "Afeite su cabeza, coloque el manto y apenas siéntese delante de la pared como si estuviese meditando. Haga como si estuviese en ejercicio de silencio, nada hable, ni escuche y no responda." El dueño de la panadería se animó: "Ah, es fácil, eso yo puedo hacerlo." Afeitó su cabeza, se colocó el manto y se sentó mirando para la pared.
En ese momento llegó el monje visitante y comenzó a hacer preguntas sobre el Dharma. El dueño de la panadería asumió un tono grave e indicó "Shhh". El monje entendió, "Ah, él está haciendo muchos días de entrenamiento en silencio, mas ya que estoy aquí después de tan larga caminata en las montañas, voy a aprovechar para preguntar con gestos, así él también puede responder con gestos, sin romper el voto de silencio."
Gesticulando, el monje preguntó, "¿Como es su corazón, su espíritu?" El dueño de la panadería respondió con un gran gesto para las diez direcciones, o sea los cuatro puntos cardinales, los cuatro puntos medios entre ellos, para arriba y para abajo: "Mi corazón es como el océano". Vino la segunda pregunta, "¿Como vivir en este mundo?", y el dueño de la panadería mostró los cinco dedos de la mano, los cinco preceptos: no matar, no robar, no cometer adulterio, no conducir a los otros al error, no usar drogas. El monje se sintió tocado, "¡Ah, qué bonito!" Y mostró tres dedos de la mano, preguntando, "¿Donde están las tres joyas, el Buda, el Dharma, la Sangha?" A lo que el dueño de la panadería respondió con el puño, "No los busque lejos, están aquí muy cerca, próximos de sus ojos, están aquí." Impresionado, el monje viajante se marchó.
Viendo esto, el jefe de la aldea corrió hasta el panadero, "¿Que aconteció? Él se marchó muy impresionado, ¡cuénteme!" Y el dueño de la panadería explicó, "Aquel monje es muy estúpido. Primero, hizo un gesto con las manos, preguntando cuanto costaba el pan, si el pan de la panadería era muy pequeño, y yo abrí bien los brazos, mostrando que mi pan es bien grande. Él preguntó cuánto cuestan diez panes y yo le mostré cinco dedos, diciendo cinco monedas, pero él me mostró tres dedos, pidiendo que le vendiese por tres, y yo pensé, ¡que sin vergüenza, y por poco no le acerté un puñetazo en un ojo!"
Esta es una historia muy graciosa que muestra a cada uno de los protagonistas viendo lo que está pensando en su propia mente, interpretando a su manera. [...] Lo que usted ve depende de su interés. Aquello que no le interesa, aún estando frente a sus ojos, usted no lo ve. Muchas veces ocurre lo opuesto, usted ve lo que no existe, usted crea. Por eso, no confíe mucho en aquello que esta viendo. ¿Cómo podemos ver las cosas verdaderamente? [...]
¿Aquí hay una mesa, pero que es una mesa? ¿Madera, árbol, clavos y que más? Al fin de cuentas, nada, vacio. Todo es vacio.
(Originalmente publicado en el Bodisatva)

Um Conto
Monge Ryôtan Tokuda

Havia uma padaria em frente a um templo buddhista. O monge do templo precisou viajar e pediu que o dono da padaria cuidasse do templo, atendesse as visitas etc. Ocorre que chegou um monge viajante à aldeia. Antigamente, os monges viajavam, numa espécie de treinamento monástico, visitando outros monges, mestres e mosteiros. Desafiavam os mais fortes no Dharma e mantinham-se treinando. O recém chegado também praticava assim. Nessas batalhas do Dharma, com perguntas e respostas, quem perdia era obrigado a deixar o templo; quem ganhava podia ficar como responsável. Uma batalha do Dharma era algo muito sério. Não era uma batalha de luta, mas de conhecimento, de experiências, de linguagem.
O monge visitante estava chegando e o dono da padaria, preocupadíssimo, ouvia a sugestão do chefe da aldeia: "Raspe a cabeça, coloque o manto e apenas sente-se diante da parede como se estivesse meditando. Faça como se estivesse em treinamento de silêncio, nada fale, nem escute e nem responda." O dono da padaria se animou: "Ah, é fácil, isso eu posso fazer." Raspou a cabeça, colocou o manto e sentou-se voltado para a parede.
Nisso chegou o monge visitante e começou a fazer perguntas sobre o Dharma. O dono da padaria assumiu um tom grave e fez "Shhh". O monge entendeu, "Ah, ele está fazendo muitos dias de treinamento em silêncio, mas já que estou aqui depois de tão longa caminhada nas montanhas, vou aproveitar e perguntar com gestos, assim ele também pode responder com gestos, sem quebrar o voto de silêncio."
Gesticulando, o monge perguntou, "Como é o seu coração, seu espírito?" O dono da padaria respondeu com um grande gesto para as dez direções, ou seja os quatro pontos cardeais, os quatro pontos médios entre eles, para cima e para baixo: "Meu coração é como o oceano". Veio a segunda pergunta, "Como viver neste mundo?", e o dono da padaria mostrou os cinco dedos da mão, os cinco preceitos: não matar, não roubar, não cometer adultério, não conduzir os outros a erros, não usar intoxicantes. O monge sentiu-se tocado, "Ah, que bonito!" E mostrou três dedos da mão, perguntando, "Onde estão as três jóias, o Buddha, o Dharma, a Sangha?" Ao que o dono da padaria respondeu com o punho, "Não procure longe, está aqui muito perto, perto do olho, está aqui." Impressionado, o monge viajante foi embora.
Vendo isso, o chefe da aldeia correu até o padeiro, "O que aconteceu? Ele foi embora muito impressionado, me conta!" E o dono da padaria explicou, "Aquele monge é muito estúpido. Primeiro, fez um gesto com as mãos, perguntando quanto custava o pão, se o pão da loja era muito pequeno, e eu abri bem os braços, mostrando que meu pão é bem grande. Ele perguntou quanto custam dez pães e eu mostrei-lhe cinco dedos, dizendo cinco moedas, mas ele me mostrou três dedos, pedindo que vendesse por três, e eu pensei, que sem vergonha, e por pouco não lhe acertei um soco no olho!"
Esta é uma história muito engraçada que mostra cada um vendo o que está pensando em sua própria mente, interpretando à sua maneira. [...] O que você vê depende e seu interesse. Aquilo que não lhe interessa, ainda que esteja lá, você não vê. Muitas vezes ocorre o oposto, você vê o que não existe, você cria. Por isso, não confie muito naquilo que esteja vendo. Como podemos ver as coisas verdadeiramente? [...] [A]qui há uma mesa, mas mesa, o que é? Madeira, árvore, pregos e o que mais? Afinal de contas, nada, vazio. Tudo é vazio.
(Originalmente publicado no Bodisatva)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

DESTINOLOGIA


EL DESTINO DE CADA UNO


Pasamos por momentos de plena felicidad en nuestra vida.
Momentos estos que nos marcan de una forma sorprendente y nos transforman; nos conmueven, nos enseñan y muchas veces, nos lastiman profundamente.
Las personas que entran en nuestra vida, siempre entran por alguna razón, algún propósito.
Ellas nos encuentran o nosotros las encontramos sin proponernos, no hay programación de la hora en que encontraremos a estas personas.
Así, todo lo que podemos pensar es que existe un destino, en que cada uno encuentra aquello que es importante para sí mismo.
Aún cuando la persona que entró en nuestra vida, aparentemente, no nos ofrezca nada, ella no entró por casualidad, no está pasando por nosotros apenas por pasar.
El universo entero conspira para que las personas se encuentren y rescaten algo unas con las otras.
Discutir lo que cada uno nos traerá, no nos mostrará nada, y además nos hará perder tiempo demás desperdiciando la oportunidad de conocer el alma de esas personas.
Conocer el alma significa conocer lo que las personas sienten, lo que ellas realmente desean de nosotros, o lo que ellas buscan en el mundo, pues solo así es que podremos tenerlas por entero en nuestra vida.
La amistad es algo que importa mucho en la vida del ser humano, sin ese vínculo nosotros no tendremos armonía ni paz.
Precisamos de amigos para enseñarnos, compartir, conducirnos, alegrarnos y también para cumplir nuestra mayor misión en la tierra:
"Amar al prójimo como a nosotros mismos"
Y para que esto acontezca, es preciso que nos aceptemos en primer lugar y después miremos para el prójimo y observemos nuestro reflejo.
Esas personas entran en nuestra vida, algunas veces de manera tan extraña, que hasta nos intrigan.
Pero cada una de ellas es especial y no obstante que el momento sea breve, con certeza ellas dejarán alguna cosa para nosotros. Observe su vida, comience a recordar todas las personas que ya pasaron por usted y lo que cada una dejó.
Usted estará buscando su propia identidad, que fue siendo construida de a poco, de momentos que acontecieron en su vida, y que hasta hoy interfieren en su camino. Cuando sienta que alguien no le agrada, dese una segunda chance de conocerlo mejor, usted podrá tener muchas sorpresas dándose una nueva oportunidad.
Cuando sienta que alguien es especial para usted, diga a esta persona lo que siente, y habrá dado un momento de felicidad a la vida de alguien.
No deje para hacer las cosas mañana, puede ser demasiado tarde.
Haga hoy todo lo que tenga ganas. Abrace a su amigo, a sus hermanos, o a sus hijos. Brinde una sonrisa para todos, hasta para su enemigo.
Si está amando, ame de verdad, viva cada minuto de ese amor sin medir esfuerzos. Sea alegre todas las mañanas, aunque el día no prometa nada nuevo. ¡Planee su destino!
Lance a los vientos sus sueños, eles se esparcirán por los aires y volverán a usted en forma de realidad.
Nada en esta vida acontece por acaso. Nadie llega hasta nosotros por casualidad. Existe un refrán popular muy sabio que dice:
“Las personas no se encuentran por casualidad, ni permanecen en nuestra vida por causa de ese simple albur".
Piense en ello.

Algunas veces, el destino de personas de nuestra familia se torna nuestro propio destino.
Son principalmente aquellos que fueron rechazados por nosotros o por otras personas de la familia, aquellos de quien tal vez nos avergonzamos o cuyo destino nos asuste.
Siempre que nos demos cuenta de esto, el destino de ellos se repite en nosotros.
En vez de poder seguir nuestro destino personal, somos poseídos por este destino”.
Bert Hellinger

Brahma Kumaris dice:
"No hay dos días que sean iguales. No hay dos personas que sean iguales. La actuación de cualquier persona está siempre cambiando. También mi propia actuación muda diariamente. ¿Yo estoy haciendo lo mismo que hice ayer?
No, eso mudó. Por lo tanto, porque yo mantendría la misma actitud que tuve con relación a algo que aconteció en el pasado?
Nosotros no precisamos sentirnos presos a una actitud específica de la mente.
Yo estoy cambiando. Los otros están cambiando. El mundo está cambiando".



Portugués


O DESTINO DE CADA UM

Passamos por momentos de plena felicidade em nossa vida.
Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente e nos transformam; comovem-nos, nos ensinam e muitas vezes, nos machucam profundamente.
As pessoas que entram em nossa vida, sempre entram por alguma razão, algum propósito.
Elas nos encontram ou nós as encontramos meio que sem querer, não há programação da hora em que encontraremos estas pessoas.
Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo.
Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, mas ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar.
O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgate algo umas com as outras.
Discutir o que cada um nos trará, não nos mostrará nada, e ainda nos fará perder tempo demais desperdiçando a oportunidade de conhecer a alma dessas pessoas.
Conhecer a alma significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, ou o que elas buscam no mundo, pois só assim é que poderemos tê-las por inteiro em nossa vida.
A amizade é algo que importa muito na vida do ser humano, sem esse vínculo nós não teremos harmonia e nem paz.
Precisamos de amigos para nos ensinar, compartilhar, nos conduzir, nos alegrar e também para cumprirmos nossa maior missão na terra:
"Amar ao próximo como a si mesmo"
E para que isso aconteça, é preciso que nos aceitemos em primeiro lugar e depois olhemos para o próximo e enxerguemos o nosso reflexo.
Essas pessoas entram na nossa vida, às vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam até.
Mas cada uma delas é especial e mesmo que o momento seja breve, com certeza elas deixarão alguma coisa para nós. Observe a sua vida, comece a recordar todas as pessoas que já passaram por você e o que cada uma deixou.
Você estará buscando a sua própria identidade, que foi sendo construída aos poucos, de momentos que aconteceram na sua vida, e que até hoje interferem em seu caminho. Quando sentir que alguém não lhe agrada, dê uma segunda chance de conhecê-lo melhor, você poderá ter muitas surpresas cedendo mais uma oportunidade.
Quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente, e terá feito um momento de felicidade na vida de alguém.
Não deixe para fazer as coisas amanhã, poderá ser tarde demais.
Faça hoje tudo o que tiver vontade. Abrace o seu amigo, os seus irmãos, os seus filhos. Dê um sorriso para todos, até ao seu inimigo.
Se estiver amando, ame pra valer, viva a cada minuto deste amor sem medir esforços. Sejam alegres todas as manhãs, mesmo que o dia não prometa nada de novo. Planeje o seu destino!
Sopre aos ventos os seus sonhos, eles irão se espalhar pelos ares e voltar a você em forma de realidade.
Nada nesta vida acontece por acaso. Ninguém chega até nós por um simples acaso. Existe um dito popular muito sábio que diz:
“As pessoas não se encontram por acaso, nem permanecem em nossa vida por causa desse simples acaso".
Pense nisso.


Por vezes, o destino de pessoas de nossa família se torna o nosso próprio destino.
São principalmente aqueles que foram rejeitados por nós ou por outras pessoas da família, aqueles de quem talvez nos envergonhem ou cujo destino nos amedronte.
Sempre que nos demos conta disso, o destino deles se repete em nós.
“Em vez de podermos seguir nosso destino pessoal, somos possuídos por este destino”.

Bert Hellinger


Brahma Kumaris diz:
"Não há dois dias que sejam iguais. Não há duas pessoas que sejam iguais. A atuação de qualquer pessoa está sempre mudando. Mesmo a minha própria atuação muda diariamente. Eu estou fazendo o mesmo que eu fiz ontem?
Não, isso mudou. Portanto, por que eu manteria a mesma atitude que eu tive em relação a algo que aconteceu no passado?
Nós não precisamos nos sentir presos a uma atitude específica da mente.
Eu estou mudando. Os outros estão mudando. O mundo está mudando".

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