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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Dr. BRIAN WEISS


Entrevista a Brian Weiss

A presente é uma entrevista jornalística feita em Lisboa por SAPO Mulher ao Dr. Brian Weiss. Ela também foi reproduzida no Fórum Espírita e em outros meios.


SAPO Mulher: Como é que tudo começou?
O que o levou a dedicar-se à Terapia de Regressão?
Dr. Brian Weiss: Eu não acreditava em nada disto. Tenho uma formação muito clássica do ponto de vista acadêmico.
Tudo começou, na verdade, com Catherine, uma paciente, a quem fiz hipnose, pois queria levá-la à infância, onde os seus sintomas tinham começado.
Acontece que a sua mente subconsciente viajou 4 mil anos no tempo. Ela descreveu uma vida, emoções detalhadas.
Eu já tinha feito pessoas recuar no tempo, mas isto foi diferente das terapias tradicionais que até então tinha feito. Ela descreveu uma vida em que se afogou e depois desse relato os seus sintomas patológicos deixaram de manifestar-se. Eu como psiquiatra, queria (e quero) as melhoras dos meus pacientes.
Embora estivesse ainda incrédulo com este processo menos ortodoxo, continuei a fazê-lo e a ver que, ao recuar a essas vidas passadas, os sintomas desapareciam. Isto foi há 22 anos.
SAPO Mulher: Como é que reagiu a esta “descoberta”. O Dr. Weiss tem uma formação científica?
Dr. Brian Weiss: Logo de início fiquei com uma sensação de assombro. Tenho, na verdade uma formação científica e, como médico, tenho também uma perspectiva pragmática. Por exemplo, se descobrir que colocando o polegar na testa de alguém, livro essa pessoa dos sintomas, vou repetir a experiência.
Portanto, de início não acreditava, mas os resultados falaram por si. No caso de Catherine, os sintomas que tinha desde a infância desapareceram em cerca de duas semanas. Depois experimentei com outros pacientes e os resultados nunca deixaram de ser positivos. E por aí afora.
SAPO Mulher: Qual a grande diferença entre a hipnose e a regressão?
Dr. Weiss: Hipnose é meramente uma técnica, que consiste em focar a concentração de uma forma tranqüila. Por exemplo, quando lemos um bom livro é fácil ficarmos mergulhados e deixar de sentir todos os estímulos exteriores. No estado de hipnose a memória está bem mais apurada, é possível regredir à infância, à altura que se está no útero materno e também a vidas passadas.
Portanto, a hipnose é uma técnica; regressão quando se vai até vidas passadas. Em vez da hipnose pode-se recuar no tempo, também, através da meditação.
SAPO Mulher: Quando se fala em Regressão fala-se de um Ser que existe dentro de nós e que nos acompanha ao longo das nossas vidas. Qual a natureza desse Ser? O conceito leva-nos para alguma cosmogonia? A alguma crença religiosa?

Dr. Weiss: Essa “pessoa” que nos acompanha ao longo das vidas, somos nós – a nossa verdadeira natureza. Chama-se a nossa Alma ou o nosso Espírito. O nosso corpo físico, a pessoa que todos os dias levanta e tem a sua vida, não somos nós. É só a manifestação física e temporal de um Ser verdadeiro intemporal.
O nosso corpo é como a roupa que usamos: vestimo-la e tiramo-la no fim.
Esta idéia leva-nos à cosmologia que nos diz que somos imortais, eternos. Somos almas. E este conceito está associado a todas as religiões em geral e a nenhuma em particular. E nesse “apanhado” acredito que essa energia da alma é Amor.
Assim, quando penso em Deus, não penso num homem velho, barbudo, etc., mas sim numa Energia que existe em todas as células do nosso corpo.
É algo pouco ortodoxo e mesmo controverso, mas considero que existe apenas uma religião. E essa religião é o Amor. Entendo perfeitamente o Dalai Lama, quando diz: ”não abandonem a vossa religião para se virarem para o Budismo. Aproveitem os ensinamentos de Amor e Compaixão na vossa religião, pois estão mais próximos da vossa vivência e são Universais”.
E, de fato, todas as religiões vão dar ao mesmo sítio - Amor, Compaixão, Não Violência… ou seja, aos níveis mais avançados da espiritualidade.
Aliás, isto não é um plano meramente esotérico. A própria ciência está a chegar a conclusões que crenças ancestrais dizem há milhares de anos. Com freqüência, os monges budistas são convidados especiais em seminários de Física Quântica e eventos dos ramos avançados da ciência. E as suas mensagens de Compaixão podem ser lidas tanto na perspectiva Budista como à luz da espiritualidade sufi ou no credo cristão… É indiferente!
SAPO Mulher: Acha que todas as pessoas devem fazer regressão ou esta terapia é só para algumas?
Dr. Weiss: Mesmo sem sintomas a curar, considero que toda a gente pode e deve fazer regressão na sua vida. Mais do que por curiosidade, é um modo de nos conhecermos melhor, de evoluirmos no nosso plano espiritual.
SAPO Mulher: Quando reencarnamos vamos para sempre ao mesmo sítio de onde viemos anteriormente?
Dr. Weiss: Não necessariamente. Depende das lições que necessitamos de aprender. Trata-se de aprender o Amor, a Compaixão, a Paciência, a Caridade e outros valores espirituais e, para tal, tanto podemos ressurgir na China como na América, ser ricos ou pobres. Uma mulher é uma alma feminina grande parte das vezes, mas pode também reencarnar como Homem para saber o que é essa realidade.
Pode-se reencarnar repetidamente aqui em Portugal ou Espanha, mas por vezes essa alma pode escolher uma materialização na África, porque lá necessita aprender uma lição.
SAPO Mulher: Depois de tantos best-sellers em todo o mundo o que se segue agora na sua carreira?

Dr. Weiss: Agora sinto necessidade de partilhar experiências. Depois de tempos de pesquisa, da edição dos livros, sinto que devo expandir esses conhecimentos e estar mais próximo das pessoas. Acredito que agora é importante viajar; partilhar experiências com as pessoas. É a isso que estou agora a dedicar-me.
- O Dr. Weiss acredita em Projeciologia? Como define e como usar a nosso favor?
Dr. Weiss: Trata-se de uma projeção da consciência para fora do corpo.
Nos Estados Unidos e provavelmente noutros sítios, os cientistas estão a pesquisar um fenômeno chamado “non local consciousness”, ou seja, um processo de consciência não limitado ao cérebro ou ao corpo que, mesmo assim, nos permite estar “a par” de acontecimentos distantes.
Não creio que a alma tenha necessariamente que sair do corpo. Há pessoas que acreditam nisso. Eu penso que é apenas uma expansão da consciência através de canais energéticos.
Os Governos, russo e americano estão a realizar experiências com pessoas com ditos poderes psíquicos que, mesmo sem conhecimentos prévios, conseguem descrever e localizar bases militares no outro lado do mundo. As descrições são confirmadas por satélites.
É verdade que as pessoas conseguem ver à distância, ter projeções e, também, receber informações, como por exemplo, de alguém que morre. Isto está sempre a acontecer, e a ciência está a interessar-se por estes “mistérios da consciência”.
- Quais os eventuais perigos de fazer uma regressão com alguém menos preparado para fazê-lo?
Dr. Weiss: As pessoas já têm os sintomas e a regressão é a descoberta das causas. Portanto, não se criam sintomas. Mas se a pessoa que está a orientar não tem muita prática, o perigo é fazer com que a pessoa acelere o ritmo próprio do paciente. O bom terapeuta vai à "velocidade" do paciente e não tenta acelerar. Se o fizer, os efeitos talvez fiquem abaixo das expectativas.
- A regressão individual poderá ter algum tipo de contra indicação? Será que não podemos ter acesso a uma informação para qual ainda não estamos preparados para resolver?
Dr. Weiss: As informações que recebemos vão ser sempre uma ajuda para superar. Aliás, percebe-se quando as pessoas estão ou não prontas. O que lhes é dado a ver é que o as pessoas estão preparadas a ver. Isto é como nas terapias tradicionais: deixar ir o paciente ao seu ritmo, respeitar o seu timing; senão, o máximo que acontece é não haver resultados ou efeitos.
- Qual a lição mais importante que aprendeu, ou que está a aprender, com esta sua vida?
Dr. Weiss: O mais importante não é ter conhecido a reencarnação, mas sim saber que continuamos; que o nosso corpo morre e nós não; saber que não morremos porque nunca nascemos. Entramos e saímos dos corpos. - Embora ainda seja prematuro, pois ainda não é possível na prática efetuar esta experiência (pelo menos que se saiba oficialmente), gostaria de saber sua opinião em relação a futuros clones humanos. Ou seja, acha que estes teriam as mesmas vivências do clonado ou não teriam absolutamente nenhum registro de vida anterior?
Dr. Weiss: Se alguém é um clone tem origem numa célula, que contem todo o DNA e material responsável pela memória e definição genética. Mas a memória de que se fala em regressão nada tem a ver com a genética. Por exemplo, se construímos um carro e depois fazemos outro igual, ambos são entidades diferentes.
No caso da clonagem, a genética pode ser idêntica, mas a alma não. É como com os gêmeos verdadeiros, podem ser iguais do ponto de vista genético, mas são entidades diferentes do ponto de vista espiritual.

Fonte: Fórum Espírita
SAPO Mulher Nov.2009.

Entrevista a Brian Weiss (español)

SAPO Mujer: ¿Cómo es que todo comenzó?
¿Que lo llevó a dedicarse a la Terapia de Regresión?
Dr. Brian Weiss: Yo no acreditaba en nada de esto. Tengo una formación muy clásica desde el punto de vista académico.
Todo comenzó, en verdad, con Catherine, una paciente, a quien hice hipnosis, pues quería llevarla a la infancia, donde sus síntomas habían comenzado.
Acontece que su mente subconsciente viajó 4 mil años en el tiempo. Ella describió una vida, emociones detalladas.
Yo ya había hecho a algunas personas retroceder en el tiempo, pero esto fue diferente de las terapias tradicionales que hasta entonces había hecho. Ella describió una vida en la que se ahogó y después de ese relato sus síntomas patológicos dejaron de manifestarse. Yo como psiquiatra, quería (y quiero) la mejoría de mis pacientes.
No obstante estuviese aún incrédulo con este proceso menos ortodoxo, continué a aplicarlo y a ver qué, al regresar a esas vidas pasadas, los síntomas desaparecían. Esto fue hace 22 años.
SAPO Mujer: ¿Cómo es que reaccionó a este “descubrimiento”?. ¿El Dr. Weiss tiene una formación científica?
Dr. Brian Weiss: Luego del inicio quede con una sensación de asombro. Tengo, en verdad una formación científica y, como médico, tengo también una perspectiva pragmática. Por ejemplo, si descubro que colocando el pulgar en la cabeza de alguien, libro a esa persona de los síntomas, voy a repetir la experiencia.
Por lo tanto, de inicio no acreditaba, pero los resultados hablaron por si solos. En el caso de Catherine, los síntomas que tenía desde la infancia desaparecieron en aproximadamente dos semanas. Después experimenté con otros pacientes y los resultados nunca dejaron de ser positivos. Y por allí fui.
SAPO Mujer: ¿Cual es la gran diferencia entre la hipnosis y la regresión?
Dr. Weiss: Hipnosis es meramente una técnica, que consiste en enfocar la concentración de una forma tranquila. Por ejemplo, cuando leemos un buen libro es fácil quedarnos sumergidos y dejar de sentir todos los estímulos exteriores. En estado de hipnosis la memoria es mucho más esmerada, y es posible regresar a la infancia, a la altura que se está en el útero materno y también a vidas pasadas.
Por lo tanto, la hipnosis es una técnica; regresión es cuando se va hasta vidas pasadas. En vez de con la hipnosis se puede retroceder en el tiempo, también, a través de la meditación.
SAPO Mujer: Cuando se habla de Regresión se habla de un Ser que existe dentro de nosotros y que nos acompaña a lo largo de nuestras vidas. ¿Cuál es la naturaleza de ese Ser? ¿El concepto nos lleva para alguna cosmogonía? ¿A alguna creencia religiosa?
Dr. Weiss: Esa “persona” que nos acompaña a lo largo de las vidas, somos nosotros – nuestra verdadera naturaleza. Llamase nuestra Alma o nuestro Espíritu. Nuestro cuerpo físico, la persona que todos los días se levanta y tiene su vida, no somos nosotros. Es solo la manifestación física y temporal de un Ser verdadero e intemporal.
Nuestro cuerpo es como la ropa que usamos: la vestimos y nos la quitamos en el final.
Esta idea nos lleva a la cosmología que nos dice que somos inmortales, eternos. Somos almas. Y este concepto está asociado a todas las religiones en general y a ninguna en particular. Y en este “marco” acredito que esa energía del alma es Amor.
Así, cuando pienso en Dios, no pienso en un hombre viejo, barbudo, etc., pero si en una Energía que existe en todas las células do nuestro cuerpo.
Es algo poco ortodoxo y mismo controvertido, mas considero que existe apenas una religión. Y esa religión es el Amor. Entiendo perfectamente al Dalai Lama, cuando dice:”no abandonéis vuestra religión para transformaros para el Budismo. Aprovechad las enseñanzas de Amor y Compasión existentes en vuestra religión, pues están más próximos de vuestras vivencias y son Universales”.
Y, de hecho, todas las religiones van a dar al mismo sitio - Amor, Compasión, No Violencia… o sea, a los niveles más avanzados de la espiritualidad.
Además, esto no es un plan meramente esotérico. La propia ciencia está pronta a arribar a conclusiones que creencias ancestrales afirman desde hace millares de años. Con frecuencia, los monjes budistas son convidados especiales a seminarios de Física Cuántica y eventos de las ramas avanzadas de la ciencia. Y sus mensajes de Compasión pueden ser leídos tanto desde la perspectiva Budista como a la luz de la espiritualidad sufí o en el credo cristiano… ¡Es indiferente!
SAPO Mujer: ¿Cree que todas las personas deben hacer regresión o esta terapia es solo para algunas?
Dr. Weiss: Incluso sin síntomas a curar, considero que toda la gente puede y debe hacer regresión en su vida. Más que por curiosidad, es un modo de conocernos mejor, de evolucionar en nuestro plano espiritual.
SAPO Mujer: ¿Cuando reencarnamos vamos siempre al mismo sitio de donde vinimos anteriormente?
Dr. Weiss: No necesariamente. Depende de las lecciones que necesitamos aprender. Se trata de aprender el Amor, la Compasión, la Paciencia, la Caridad y otros valores espirituales y, para ello, tanto podemos resurgir en la China como en América, ser ricos o pobres. Una mujer es un alma femenina gran parte de las veces, pero puede también reencarnar como hombre para saber lo que es esa realidad.
Se puede reencarnar repetidamente aquí en Portugal o en España, pero algunas veces esa alma puede escoger una materialización en África, porque allá necesita aprender una lección.
SAPO Mujer: ¿Después de tantos best-sellers en todo el mundo que es lo que sigue ahora en su carrera?

Dr. Weiss: Ahora siento la necesidad de compartir experiencias. Después de tiempos de pesquisa, de la edición de dos libros, siento que debo expandir esos conocimientos y estar más próximo de las personas. Acredito que ahora es importante viajar; compartir experiencias con las personas. Es a esto que estoy procurando actualmente dedicarme.
SAPO Mujer- ¿El Dr. Weiss acredita en Projeciologia? ¿Como la define y como se la puede usar a nuestro favor?
Dr. Weiss: Se trata de una proyección de la consciencia para fuera del cuerpo.
En los Estados Unidos y probablemente en otros sitios, los científicos están pesquisando un fenómeno llamado “non local consciousness”, o sea, un proceso de conciencia no limitado al cerebro o al cuerpo que, aún así, nos permite estar “a la par” de acontecimientos distantes.
No creo que el alma tenga necesariamente que salir del cuerpo. Hay personas que acreditan en esto. En realidad pienso que es apenas una expansión de la consciencia a través de canales energéticos.
Los Gobiernos ruso y americano están realizando experiencias con personas con estos poderes psíquicos que, aún sin conocimientos previos, consiguen describir y localizar bases militares en el otro lado del mundo. Las descripciones son confirmadas por satélites.
Es verdad que las personas consiguen ver a la distancia, tener proyecciones y, también, recibir informaciones, como por ejemplo, de alguien que muere. Esto está siempre por suceder, y la ciencia está interesada por estos “misterios de la conciencia”.
SAPO Mujer- ¿Cuales son los eventuales peligros de hacer una regresión con alguien menos preparado para hacerlo?
Dr. Weiss: Las personas ya tienen los síntomas y la regresión es la descubierta de las causas. Por lo tanto, no se crean síntomas. Pero si la persona que está para orientar no tiene mucha práctica, el peligro es hacer que la persona acelere el ritmo propio del paciente. El buen terapeuta va a la "velocidad" del paciente y no intenta acelerar. Si lo hiciera, los efectos tal vez queden debajo de las expectativas.
SAPO Mujer- ¿La regresión individual podrá tener algún tipo de contra indicación? ¿Será que no podemos tener acceso a una información para la cual aún no estamos preparados para resolver?
Dr. Weiss: Las informaciones que recibimos van a ser siempre una ayuda para superarnos. Además, se percibe cuando las personas están o no prontas. Lo que les es dado a ver es que lo las personas están preparadas para ver. Esto es como en las terapias tradicionales: dejar ir al paciente a su ritmo, respetar su timing; sino, lo máximo que acontece es no haber resultados o efectos.
SAPO Mujer- ¿Cual es la lección más importante que aprendió, o que está por aprender, en esta su vida?
Dr. Weiss: Lo más importante no es haber conocido la reencarnación, pero sí saber que continuamos; que nuestro cuerpo muere y nosotros no; saber que no morimos porque nunca nacemos. Entramos y salimos de los cuerpos.
SAPO Mujer– No obstante aún sea prematuro, pues aún no es posible en la práctica efectuar esta experiencia (por lo menos que se sepa oficialmente), me gustaría saber su opinión con relación a futuros clones humanos. O sea, ¿cree que estos tendrían las mismas vivencias del clonado o no tendrían absolutamente ningún registro de su vida anterior?
Dr. Weiss: Si alguien es un clon tiene su origen en una célula, que contiene todo el DNA y material responsable por la memoria y definición genética. Pero la memoria de que se habla en la regresión no tiene nada que ver con la genética. Por ejemplo, si construimos un carro y después hacemos otro igual, ambos son entidades diferentes.
En el caso del clonado, la genética puede ser idéntica, pero el alma no. Es como con los gemelos verdaderos, pueden ser iguales desde el punto de vista genético, pero son entidades diferentes desde el punto de vista espiritual.

Fonte: Fórum Espírita
SAPO Mulher Nov.2009.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ESCRITORIO DE LA LENGUA ESPAÑOLA




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BRIAN WEISS


Brian Weiss,
MD, um graduado da Universidade de Columbia e Yale Medical School, e presidente fundador e presidente emérito do Departamento de Psiquiatria no Mount Sinai Medical Center, em Miami, é a autoridade principal de América em terapia de regressão de vidas passadas.
Sua formação e vasta experiência em psicoterapia tradicional definiram um novo rumo mais de uma década atrás, quando uma de suas pacientes começou a recordar traumas de vidas passadas que pareciam conter a chave para seus pesadelos e ataques de ansiedade. Perplexo e inicialmente cético, o ceticismo de Weiss sumiu quando o paciente começou a canalizar mensagens do "espaço entre vidas" que continham revelações notáveis sobre a família Weiss e seu filho morto. Percebendo que a terapia de regressão a vidas passadas apresentaram potencial como um novo método terapêutico poderoso, Weiss foi sobre a cura do paciente e iniciar uma nova fase, mais significativa da sua própria carreira.
Weiss é autor de vários livros best-seller baseado em sua experiência, como psiquiatra e terapeuta. Em seu primeiro livro, Muitas vidas, Muitos mestres, ele descreve vividamente as idéias de uma paciente jovem chamada Catherine, que veio para realizações importantes sobre as circunstâncias da sua vida atual e intrincados no segmento de seres dentro de sua experiência anterior. Em Through Time Into Healing, apresenta estudos de casos que ilustram o potencial de cura de vidas passadas terapia de regressão e de várias técnicas para excluir lembranças de vidas passadas. Only Love Is Real descreve almas gêmeas reunificadas, e em mensagens dos Mestres explica como podemos aproveitar o incrível poder da força suprema do universo de amor.
Agora é perito na terapia de regressão a vidas passadas, Weiss tem sido destaque em diversas revistas, jornais e programas de televisão, incluindo The Oprah Winfrey Show, Larry King Live, 20/20, 48 horas, e no Discovery Channel e CNN . Ele mantém uma clínica privada em Miami.


BRIAN WEISS – (español)
MD, un graduado de la Universidad de Columbia y Yale Medical School, es presidente fundador y presidente emérito del Departamento de Psiquiatría en el Mount Sinai Medical Center, en Miami, es la autoridad principal de América en terapia de regresión de vidas pasadas. Su formación y vasta experiencia en psicoterapia tradicional definieron un nuevo rumbo más de una década atrás, cuando una de sus pacientes comenzó a recordar traumas de vidas pasadas que parecían contener la llave para sus pesadillas y ataques de ansiedad. Perplejo e inicialmente escéptico, el escepticismo de Weiss desapareció cuando el paciente comenzó a canalizar mensajes del "espacio entre vidas" que contenían revelaciones notables sobre la familia Weiss y su hijo muerto. Percibiendo que la terapia de regresión a vidas pasadas presentaba un importante potencial como un nuevo método terapéutico poderoso, Weiss fue sobre la cura del paciente y a iniciar una nova fase, más significativa de su propia carrera.
Weiss es autor de varios libros best-seller basado en su experiencia, como psiquiatra y terapeuta. En su primer libro, Muchas vidas, Muchos maestros, él describe vívidamente las ideas de una paciente joven llamada Catherine, que vino para realizaciones importantes sobre las circunstancias de su vida actual e intrincados en el segmento de seres dentro de su experiencia anterior. En Through Time Into Healing, presenta estudios de casos que ilustran el potencial de cura de vidas pasadas terapia de regresión y de varias técnicas para excluir recuerdos de vidas pasadas. Only Love Is Real describe almas gemelas reunificadas, y en mensajes de los Maestros explica cómo podemos aprovechar el increíble poder de la fuerza suprema del universo de amor.
Ahora es perito en la terapia de regresión a vidas pasadas, Weiss ha sido destacado por diversas revistas, diarios y programas de televisión, incluyendo The Oprah Winfrey Show, Larry King Live, 20/20, 48 horas, y en el Discovery Channel y CNN . Ele mantiene una clínica privada en Miami.

O que as pessoas estão dizendo sobre Brian Weiss
"O psiquiatra Brian Weiss parte o véu entre os mundos e nos dá um vislumbre sobre a verdadeira beleza da alma humana."
- Joan Borysenko, PhD, autor de Your Soul's Compass

Lo que las personas están diciendo sobre Brian Weiss
"El psiquiatra Brian Weiss parte el velo entre los mundos y nos da una nueva percepción sobre la verdadera belleza del alma humana."
- Joan Borysenko, PhD, autor de Your Soul's Compass

Pensamentos de Brian Weiss
●“Quando você olhar nos olhos de outra pessoa, e de mais outra, e vir a sua própria alma retribuindo o olhar, então você saberá que atingiu outro nível de consciência”.
●“Cuando usted mire en los ojos de otra persona, y en los de otra más, y vea a su propia alma retribuyendo la mirada, entonces usted sabrá que alcanzó otro nivel de consciencia”.
● “Quando as nossas intuições, os nossos sentimentos mais íntimos e o nosso
coração espiritual sabem sem sombra de dúvida, não devemos nos deixar levar pelos
argumentos temerosos de terceiros. Às vezes bem-intencionados, outras vezes não,
essas pessoas podem nos afastar de nossa felicidade”.
● “Cuando nuestras intuiciones, nuestros sentimientos más íntimos y nuestro
corazón espiritual saben sin sombra de duda, no debemos dejarnos llevar por los
argumentos temerosos de terceros. À veces bien-intencionados, otras veces no tanto,
esas personas pueden apartarnos de nuestra felicidad”.
●“A felicidade vem do íntimo. Não depende de fatores externos ou de outras pessoas. Nós nos tornamos vulneráveis e podemos ser facilmente feridos
quando os nossos sentimentos de segurança e felicidade dependem do comportamento e das ações de outras pessoas.
Nunca transfira o seu poder para outra pessoa.”
●“La felicidad viene de lo íntimo. No depende de factores externos o de otras personas. Nosotros nos tornamos vulnerables y podemos ser fácilmente heridos
cuando nuestros sentimientos de seguridad y felicidad dependen del comportamiento y de las acciones de otras personas.
Nunca transfiera su poder para otra persona.”
●“O Amor é como um fluido. Enche fendas. Lota espaços vazios por sua própria conta. Somos nós, são as pessoas que o impedem, erigindo falsas barreiras.
E quando o Amor não pode encher nossos corações e mentes, quando estamos desligados de nossa alma, cuja essência é Amor, todos enlouquecemos”.
●“El Amor es como un fluido. Llena grietas. Llena espacios vacios por su propia cuenta. Somos nosotros, son las personas que lo impiden, erigiendo falsas barreras.
Y cuando el Amor no puede llenar nuestros corazones y mentes, cuando estamos desligados de nuestra alma, cuya esencia es Amor, todos enloquecemos”.
●“Você deve transcender o seu ego e descobrir o seu verdadeiro ser.
O verdadeiro ser é a parte permanente, a parte mais profunda de você.
É sábia, amorosa, segura e cheia de alegria”.
●“Usted debe transcender a su ego y descubrir su verdadero ser.
El verdadero ser es la parte permanente, la parte más profunda de usted.
Es sabia, amorosa, segura y llena de alegría”.
●“O Amor é a energia mais fundamental, é a essência de nosso ser e do Universo.
É o Amor que une e conecta todas as coisas e pessoas.
O Amor é mais do que um objetivo,mais do que um combustível, mais que um ideal.
Nós somos Amor!”
●“El Amor es la energía más fundamental, es la esencia de nuestro ser y del Universo.
Es el Amor que une y conecta todas las cosas y personas.
El Amor es más que un objetivo,más que un combustible, más que un ideal.
¡Nosotros somos Amor!”
●“Se conseguíssemos que todo mundo realizasse alguns atos de bondade diariamente,
poderíamos começar a mudar o mundo.
Nossos dias pareceriam mais suaves, acumularíamos pequenas alegrias e nossa
esperança no futuro seria reforçada.”
●Si consiguiésemos que todo el mundo realizase algunos actos de bondad diariamente,
podríamos comenzar a mudar al mundo.
Nuestros días parecerían más suaves, acumularíamos pequeñas alegrías y nuestra
esperanza en el futuro seria reforzada.”
Brian Weiss

quarta-feira, 19 de maio de 2010


Os Quatro Pactos
Sabiduría Tolteca

________________________________________
por Miguel Ruiz


O Primeiro Pacto
Sé impecável com tuas palavras

O primeiro pacto é o mais importante, também o mais difícil de cumprir. É tão importante que só com ele já serás capaz de alcançar o nível de existência que eu denomino «o céu na terra». Parece ser um pacto muito simples, porém é sumamente poderoso.
¿Por que tuas palavras? Porque constituem o poder que tens para criar. São um dom que provêm diretamente de Deus. Na Bíblia, o Evangelho de São João empeça dizendo: «No principio existia o Verbo, e o Verbo estavam com Deus, e o Verbo era Deus». Mediante as palavras expressas teu poder criativo, o revelas todo. Independentemente da língua que fales, tua intenção se põe de manifesto a través das palavras. O que sonhas o que sentes e o que realmente és, o mostras por meio das palavras. É a ferramenta mais poderosa que tens como ser humano, o instrumento da magia. Porém são como uma espada de dois gumes: podem criar o sonho mais belo ou destruir todo o que te rodeia. Uno dos gumes é o uso errado das palavras, que cria um inferno na vida. O outro é a impecabilidade das palavras, que só engendrará beleza, amor e o céu na terra. Segundo como as utilizem, as palavras te liberaram ou te escravizarão ainda mais do que imaginas. Toda a magia que poseis se baseia em tuas palavras. É pura magia, e se as utilizas mal, se convertem em magia negra.

Esta magia é tão poderosa, que una só palavra pode cambiar uma vida ou destruir a milhões de pessoas. Faze anos, na Alemanha, mediante o uso das palavras, um homem manipulou a um país inteiro de gente muito inteligente. Os levou a uma guerra mundial só com o poder de suas palavras. A mente humana é como um campo fértil no que continuamente se estão plantando sementes. As sementes são opiniões, idéias e conceitos. Você semeia uma semente, um pensamento e este crescem. As palavras são como sementes, e a mente humana é muito fértil! O único problema É que, com demasiada frecuencia, es fértil para las semillas del miedo. Todas las mentes humanas son fértiles, pero sólo para la clase de semilla para la que están preparadas. Lo importante es descubrir para qué clase de semillas es fértil nuestra mente y prepararla para recibir las semillas del amor.

Todo ser humano es un mago, y por medio de las palabras, puede hechizar a alguien o liberarlo de un hechizo. Continuamente estamos lanzando hechizos con nuestras opiniones. Por ejemplo, me encuentro con un amigo y le doy una opinión que se me acaba de ocurrir. Le digo: «¡Mmmm! Veo en tu cara el color de los que acaban teniendo cáncer». Si escucha esas palabras y está de acuerdo, desarrollará un cáncer en menos de un año. Ese es el poder de las palabras.
Durante nuestra domesticación, nuestros padres y hermanos expresaban sus opiniones sobre nosotros sin pensar. Nosotros nos creíamos lo que nos decían y vivíamos con el miedo que nos provocaban sus opiniones.

Este acuerdo es muy difícil de romper y es posible que te lleve a realizar muchas cosas con el único fin de convencerte de que realmente eres estúpido. Puede que hagas algo y te digas a ti mismo: «Me gustaría ser inteligente, pero debo de ser estúpido, porque si no lo fuera, no habría hecho esto». La mente se mueve en cientos de direcciones diferentes y podríamos pasarnos días enteros atrapados únicamente por la creencia en nuestra propia estupidez. Pero un día alguien capta tu atención y con palabras te hace saber que no eres estúpido. Crees lo que esa persona dice y llegas a un nuevo acuerdo. Y el resultado es que dejas de sentirte o de actuar como un estúpido. Se ha roto todo el hechizo sólo con la fuerza de las palabras. Y a la inversa, si crees que eres estúpido y alguien capta tu atención y te dice: «Sí, realmente eres la persona más estúpida que jamás he conocido», el acuerdo se verá reforzado y se volverá todavía más firme.

Veamos ahora lo que significa la palabra «impecabilidad». Significa «sin pecado». «Impecable» proviene del latín pecatus, que quiere decir «pecado». El im significa «sin», de modo que «impecable» quiere decir «sin pecado». Las religiones hablan del pecado y de los pecadores, pero entendamos qué significa realmente pecar. Un pecado es cualquier cosa que haces y que va contra ti. Todo lo que sientas, creas o digas que vaya contra ti es un pecado. Vas contra ti cuando te juzgas y te culpas por cualquier cosa. No pecar es hacer exactamente lo contrario. Ser impecable es no ir contra ti mismo. Cuando eres impecable, asumes la responsabilidad de tus actos, pero sin juzgarte ni culparte. Desde este punto de vista, todo el concepto de pecado deja de ser algo moral o religioso para convertirse en una cuestión de puro sentido común. El pecado empieza con el rechazo de uno mismo. El mayor pecado que cometes es rechazarte a ti mismo. En términos religiosos, el autorrechazo es un «pecado mortal», es decir que te conduce a la muerte. En cambio, la impecabilidad te conduce a la vida.

Ser impecable con tus palabras es no utilizarlas contra ti mismo. Si te veo en la calle y te llamo estúpido, puede parecer que utilizo esa palabra contra ti pero en realidad la utilizo contra mí mismo, porque tú me odiarás por ello y tu odio no será bueno para mí. Por lo tanto, si me enfurezco y con mis palabras te envío todo mi veneno emocional, las estoy utilizando en mi contra.

Si me amo a mí mismo, expresaré ese amor en mis relaciones contigo y seré impecable con mis palabras, porque la acción provoca una reacción semejante. Si te amo, tú me amarás. Si te insulto, me insultarás. Si siento gratitud por ti, tú la sentirás por mí. Si soy egoísta contigo, tú lo serás conmigo. Si utilizó mis palabras para hechizarte, tú emplearás las tuyas para hechizarme a mí.

Ser impecable con tus palabras significa utilizar tu energía correctamente, en la dirección de la verdad y del amor por ti mismo. Si llegas a un acuerdo contigo para ser impecable con tus palabras, eso bastará para que la verdad se manifieste a través de ti y limpie todo el veneno emocional que hay en tu interior.

En el infierno, el poder de las palabras se emplea de un modo totalmente erróneo. Las usamos para maldecir, para culpar, para reprochar, para destruir. También las utilizamos correctamente, por supuesto, pero no lo hacemos muy a menudo. Por lo general, empleamos las palabras para propagar nuestro veneno personal: para expresar rabia, celos, envidia y odio. Las palabras son pura magia -el don más poderoso que tenemos como seres humanos- y las utilizamos contra nosotros mismos. Las usamos para fomentar el odio entre diferentes personas, entre las familias, entre las naciones... Hacemos un mal uso de las palabras con gran frecuencia, y así es como creamos y perpetuamos el sueño del infierno. Con el uso erróneo de las palabras, nos perjudicamos los unos a los otros y nos mantenemos mutuamente en un estado de miedo y duda. Dado que las palabras son la magia que poseemos los seres humanos y su uso equivocado es magia negra, utilizamos la magia negra constantemente sin tener la menor idea de ello.

Considera las relaciones humanas diarias, e imagínate cuántas veces nos lanzamos hechizos los unos a los otros con nuestras palabras. Con el tiempo, esto se ha convertido en la peor forma de magia negra: son los chismes. Los chismes son magia negra de la peor clase, porque son puro veneno. Aprendimos a contar chismes por acuerdo. De niños, escuchábamos a los adultos que nos rodeaban chismorrear sin parar y expresar abiertamente su opinión sobre otras personas. Incluso opinaban sobre gente a la que no conocían. Mediante esas opiniones, transferían su veneno emocional, y nosotros aprendimos que ésta era la manera normal de comunicarse.

Si adoptamos el Primer Acuerdo y somos impecables con nuestras palabras, cualquier veneno emocional acabará por desaparecer de nuestra mente y dejaremos de transmitirlo en nuestras relaciones personales. Es la manera que utilizamos para sentirnos cerca de otras personas, porque ver que alguien se siente tan mal como nosotros, nos hace sentir mejor.

La impecabilidad de tus palabras también te proporcionará inmunidad frente a cualquier persona que te lance un hechizo. Solamente recibirás una idea negativa si tu mente es un campo fértil para ella. Cuando eres impecable con tus palabras, tu mente deja de ser un campo fértil para las palabras que surgen de la magia negra, pero sí lo es para las que surgen del amor. Puedes medir la impecabilidad de tus palabras a partir de tu nivel de autoestima. La cantidad de amor que sientes por ti es directamente proporcional a la calidad e integridad de tus palabras. Cuando eres impecable con tus palabras, te sientes bien, eres feliz y estás en paz.

Puedes trascender el sueño del infierno sólo con llegar al acuerdo de ser impecable con tus palabras. Ahora mismo estoy plantando una semilla en tu mente. Que crezca o no, dependerá de lo fértil que sea tu mente para recibir las semillas del amor. Tú decides si llegas o no a establecer este acuerdo contigo mismo: Soy impecable con mis palabras. Nutre esta semilla, y a medida que crezca en tu mente, generará más semillas de amor que reemplazarán a las del miedo. El Primer Acuerdo cambiará el tipo de semillas para las que tu mente resulta fértil.

Sé impecable con tus palabras. Este es el primer acuerdo al que debes llegar si quieres ser libre, ser feliz y trascender el nivel de existencia del infierno. Es muy poderoso. Utiliza tus palabras apropiadamente. Empléalas para compartir tu amor. Usa la magia blanca empezando por ti. Dite a ti mismo que eres una persona maravillosa, fantástica. Dite cuánto te amas. Utiliza las palabras para romper todos esos pequeños acuerdos que te hacen sufrir.

Imagínate lo que es posible crear sólo con la impecabilidad de las palabras. Trascenderás el sueño del miedo y llevarás una vida diferente. Podrás vivir en el cielo en medio de miles de personas que viven en el infierno, porque serás inmune a él. Alcanzarás el reino de los cielos con este acuerdo: Sé impecable con tus palabras.



Los Cuatro Acuerdos
Sabiduría Tolteca
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por Miguel Ruiz


El Primer Acuerdo
Sé impecable con tus palabras

El primer acuerdo es el más importante, también el más difícil de cumplir. Es tan importante que sólo con él ya serás capaz de alcanzar el nivel de existencia que yo denomino «el cielo en la tierra». Parece ser un acuerdo muy simple, pero es sumamente poderoso.
¿Por qué tus palabras? Porque constituyen el poder que tienes para crear. Son un don que proviene directamente de Dios. En la Biblia, el Evangelio de San Juan empieza diciendo: «En el principio existía el Verbo, y el Verbo estaba con Dios, y el Verbo era Dios». Mediante las palabras expresas tu poder creativo, lo revelas todo. Independientemente de la lengua que hables, tu intención se pone de manifiesto a través de las palabras. Lo que sueñas, lo que sientes y lo que realmente eres, lo muestras por medio de las palabras. Son la herramienta más poderosa que tienes como ser humano, el instrumento de la magia. Pero son como una espada de doble filo: pueden crear el sueño más bello o destruir todo lo que te rodea. Uno de los filos es el uso erróneo de las palabras, que crea un infierno en vida. El otro es la impecabilidad de las palabras, que sólo engendrará belleza, amor y el cielo en la tierra. Según cómo las utilices, las palabras te liberarán o te esclavizarán aún más de lo que imaginas. Toda la magia que posees se basa en tus palabras. Son pura magia, y si las utilizas mal, se convierten en magia negra.

Esta magia es tan poderosa, que una sola palabra puede cambiar una vida o destruir a millones de personas. Hace años, en Alemania, mediante el uso de las palabras, un hombre manipuló a un país entero de gente muy inteligente. Los llevó a una guerra mundial sólo con el poder de sus palabras. La mente humana es como un campo fértil en el que continuamente se están plantando semillas. Las semillas son opiniones, ideas y conceptos. Tú plantas una semilla, un pensamiento y éste crece. Las palabras son como semillas, ¡y la mente humana es muy fértil! El único problema es que, con demasiada frecuencia, es fértil para las semillas del miedo. Todas las mentes humanas son fértiles, pero sólo para la clase de semilla para la que están preparadas. Lo importante es descubrir para qué clase de semillas es fértil nuestra mente y prepararla para recibir las semillas del amor.

Todo ser humano es un mago, y por medio de las palabras, puede hechizar a alguien o liberarlo de un hechizo. Continuamente estamos lanzando hechizos con nuestras opiniones. Por ejemplo, me encuentro con un amigo y le doy una opinión que se me acaba de ocurrir. Le digo: «¡Mmmm! Veo en tu cara el color de los que acaban teniendo cáncer». Si escucha esas palabras y está de acuerdo, desarrollará un cáncer en menos de un año. Ese es el poder de las palabras.
Durante nuestra domesticación, nuestros padres y hermanos expresaban sus opiniones sobre nosotros sin pensar. Nosotros nos creíamos lo que nos decían y vivíamos con el miedo que nos provocaban sus opiniones.

Este acuerdo es muy difícil de romper y es posible que te lleve a realizar muchas cosas con el único fin de convencerte de que realmente eres estúpido. Puede que hagas algo y te digas a ti mismo: «Me gustaría ser inteligente, pero debo de ser estúpido, porque si no lo fuera, no habría hecho esto». La mente se mueve en cientos de direcciones diferentes y podríamos pasarnos días enteros atrapados únicamente por la creencia en nuestra propia estupidez. Pero un día alguien capta tu atención y con palabras te hace saber que no eres estúpido. Crees lo que esa persona dice y llegas a un nuevo acuerdo. Y el resultado es que dejas de sentirte o de actuar como un estúpido. Se ha roto todo el hechizo sólo con la fuerza de las palabras. Y a la inversa, si crees que eres estúpido y alguien capta tu atención y te dice: «Sí, realmente eres la persona más estúpida que jamás he conocido», el acuerdo se verá reforzado y se volverá todavía más firme.

Veamos ahora lo que significa la palabra «impecabilidad». Significa «sin pecado». «Impecable» proviene del latín pecatus, que quiere decir «pecado». El im significa «sin», de modo que «impecable» quiere decir «sin pecado». Las religiones hablan del pecado y de los pecadores, pero entendamos qué significa realmente pecar. Un pecado es cualquier cosa que haces y que va contra ti. Todo lo que sientas, creas o digas que vaya contra ti es un pecado. Vas contra ti cuando te juzgas y te culpas por cualquier cosa. No pecar es hacer exactamente lo contrario. Ser impecable es no ir contra ti mismo. Cuando eres impecable, asumes la responsabilidad de tus actos, pero sin juzgarte ni culparte. Desde este punto de vista, todo el concepto de pecado deja de ser algo moral o religioso para convertirse en una cuestión de puro sentido común. El pecado empieza con el rechazo de uno mismo. El mayor pecado que cometes es rechazarte a ti mismo. En términos religiosos, el autorrechazo es un «pecado mortal», es decir que te conduce a la muerte. En cambio, la impecabilidad te conduce a la vida.

Ser impecable con tus palabras es no utilizarlas contra ti mismo. Si te veo en la calle y te llamo estúpido, puede parecer que utilizo esa palabra contra ti pero en realidad la utilizo contra mí mismo, porque tú me odiarás por ello y tu odio no será bueno para mí. Por lo tanto, si me enfurezco y con mis palabras te envío todo mi veneno emocional, las estoy utilizando en mi contra.

Si me amo a mí mismo, expresaré ese amor en mis relaciones contigo y seré impecable con mis palabras, porque la acción provoca una reacción semejante. Si te amo, tú me amarás. Si te insulto, me insultarás. Si siento gratitud por ti, tú la sentirás por mí. Si soy egoísta contigo, tú lo serás conmigo. Si utilizó mis palabras para hechizarte, tú emplearás las tuyas para hechizarme a mí.

Ser impecable con tus palabras significa utilizar tu energía correctamente, en la dirección de la verdad y del amor por ti mismo. Si llegas a un acuerdo contigo para ser impecable con tus palabras, eso bastará para que la verdad se manifieste a través de ti y limpie todo el veneno emocional que hay en tu interior.

En el infierno, el poder de las palabras se emplea de un modo totalmente erróneo. Las usamos para maldecir, para culpar, para reprochar, para destruir. También las utilizamos correctamente, por supuesto, pero no lo hacemos muy a menudo. Por lo general, empleamos las palabras para propagar nuestro veneno personal: para expresar rabia, celos, envidia y odio. Las palabras son pura magia -el don más poderoso que tenemos como seres humanos- y las utilizamos contra nosotros mismos. Las usamos para fomentar el odio entre diferentes personas, entre las familias, entre las naciones... Hacemos un mal uso de las palabras con gran frecuencia, y así es como creamos y perpetuamos el sueño del infierno. Con el uso erróneo de las palabras, nos perjudicamos los unos a los otros y nos mantenemos mutuamente en un estado de miedo y duda. Dado que las palabras son la magia que poseemos los seres humanos y su uso equivocado es magia negra, utilizamos la magia negra constantemente sin tener la menor idea de ello.

Considera las relaciones humanas diarias, e imagínate cuántas veces nos lanzamos hechizos los unos a los otros con nuestras palabras. Con el tiempo, esto se ha convertido en la peor forma de magia negra: son los chismes. Los chismes son magia negra de la peor clase, porque son puro veneno. Aprendimos a contar chismes por acuerdo. De niños, escuchábamos a los adultos que nos rodeaban chismorrear sin parar y expresar abiertamente su opinión sobre otras personas. Incluso opinaban sobre gente a la que no conocían. Mediante esas opiniones, transferían su veneno emocional, y nosotros aprendimos que ésta era la manera normal de comunicarse.

Si adoptamos el Primer Acuerdo y somos impecables con nuestras palabras, cualquier veneno emocional acabará por desaparecer de nuestra mente y dejaremos de transmitirlo en nuestras relaciones personales. Es la manera que utilizamos para sentirnos cerca de otras personas, porque ver que alguien se siente tan mal como nosotros, nos hace sentir mejor.

La impecabilidad de tus palabras también te proporcionará inmunidad frente a cualquier persona que te lance un hechizo. Solamente recibirás una idea negativa si tu mente es un campo fértil para ella. Cuando eres impecable con tus palabras, tu mente deja de ser un campo fértil para las palabras que surgen de la magia negra, pero sí lo es para las que surgen del amor. Puedes medir la impecabilidad de tus palabras a partir de tu nivel de autoestima. La cantidad de amor que sientes por ti es directamente proporcional a la calidad e integridad de tus palabras. Cuando eres impecable con tus palabras, te sientes bien, eres feliz y estás en paz.

Puedes trascender el sueño del infierno sólo con llegar al acuerdo de ser impecable con tus palabras. Ahora mismo estoy plantando una semilla en tu mente. Que crezca o no, dependerá de lo fértil que sea tu mente para recibir las semillas del amor. Tú decides si llegas o no a establecer este acuerdo contigo mismo: Soy impecable con mis palabras. Nutre esta semilla, y a medida que crezca en tu mente, generará más semillas de amor que reemplazarán a las del miedo. El Primer Acuerdo cambiará el tipo de semillas para las que tu mente resulta fértil.

Sé impecable con tus palabras. Este es el primer acuerdo al que debes llegar si quieres ser libre, ser feliz y trascender el nivel de existencia del infierno. Es muy poderoso. Utiliza tus palabras apropiadamente. Empléalas para compartir tu amor. Usa la magia blanca empezando por ti. Dite a ti mismo que eres una persona maravillosa, fantástica. Dite cuánto te amas. Utiliza las palabras para romper todos esos pequeños acuerdos que te hacen sufrir.

Imagínate lo que es posible crear sólo con la impecabilidad de las palabras. Trascenderás el sueño del miedo y llevarás una vida diferente. Podrás vivir en el cielo en medio de miles de personas que viven en el infierno, porque serás inmune a él. Alcanzarás el reino de los cielos con este acuerdo: Sé impecable con tus palabras.

terça-feira, 18 de maio de 2010


O Despertar
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Paul Ferrini


Um Mesmo
Quando descubro meu autêntico eu, desejo teu bem e o meu. Deixo de acreditar que conseguirei algo valioso tirando-o de você. Efetivamente, sei que quanto mais te dê, mais darei a mim mesmo.

A verdadeira natureza não é o que eu vejo como «eu». Não é o que vejo como «você». Está além de todos os conceitos estratificados do «eu» e do «você». É mais correto descrever ao verdadeiro eu como «eu em você e você em mim». É a interpenetração do ser. É a consciência que nos honra aos dois neste momento.

Quando vejo minha Natureza Verdadeira, estou vendo unicamente a Natureza Verdadeira em você. Ver através de minha Natureza Verdadeira é ver além de tua máscara, de tua aparência, até chegar a tua essência. É ver-te através de meu amor e da aceitação de mim mesmo.

A maneira que tenho de ver a você reflete a maneira que tenho de ver-me. Quando me olho com compaixão, vejo a você baixo esse mesmo prisma. Embora me insultes, não te responderei temeroso, porque sei, por própria experiência, que esses insultos representam o que sentes sobre você mesmo. Sei que projetas sobre mim o ódio que sentes por você, porque te resulta demasiado agoniante. E não quero reforçar-te o ódio que sentes por você mesmo, por isso te respondo duma maneira que respeita a dignidade inerente que há em você e em teu desejo de aceitação.

Quando te dou o amor que você me nega, estou dando esse amor para os dois. Animo-te a não abandonar-te. Falo-te: “Tenho suficiente amor para os dois, e como nestes momentos você não o vê, te ensinarei.” E, ao fazer-lo assim, construo uma ponte sobre a separação que sentes.

Cada interação que tenho contigo me oferece a possibilidade de escolher entre afirmar a pessoa que verdadeiramente sou ou me por a máscara da identidade. Quando me ponho à máscara, vejo a separação que há entre nós. Vejo diferenças entre teu bem e o meu. E se perde a conexão com o mais verdadeiro de mim e o mais verdadeiro de você.

As maiorias estão convencidas de que o mundo em que vivemos é um mundo competitivo, um mundo de você contra mim, ou de você contra o meu, um mundo em que eu tenho inveja de teu sucesso porque acredito que ao conseguir algo bom para você me arrebatas a atenção. Surpreende-te que experimentemos dificuldades, sacrifícios, egoísmo e avareza?

Este mundo competitivo é um engano, um triste sonho do qual podemos despertar, do qual despertaremos. Nossa crença, neste tipo de mundo é a que nos faze manter as máscaras postas e a que recicla nossos medos.

Este mundo competitivo não nos oferece uma felicidade ou uma paz verdadeira. Então, porque continuamos acreditando nele? Quando estaremos dispostos a ver um mundo diferente?

Quando nos quitarmos às máscaras, quando aceitarmos a verdade sobre nós mesmos e sobre os demais, quando deixarmos de competir uns contra outros para conseguir amor e aprovação, encontramos a verdadeira felicidade. O amor nos pertence a todos por igual. Deste modo, não é difícil dar-lo nem receber-lo.


El Despertar
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Paul Ferrini


Uno Mismo
Cuando descubro mi auténtico yo, deseo tu bien y el mío. Dejo de creer que conseguiré algo valioso quitándotelo a ti. Efectivamente, sé que cuanto más te dé a ti, más me daré a mí mismo.

La verdadera naturaleza no es lo que yo veo como «yo». No es lo que veo como «tú». Está más allá de todos los conceptos estratificados del «yo» y del «tú». Es más correcto describir al verdadero yo como «yo en ti y tú en mí». Es la interpenetración del ser. Es la conciencia que nos honra a los dos en este momento.

Cuando veo mi Naturaleza Verdadera, estoy viendo únicamente la Naturaleza Verdadera en ti. Ver a través de mi Naturaleza Verdadera es ver más allá de tu máscara, de tu apariencia, hasta llegara tu esencia. Es verte a través de mi amor y de la aceptación de mí mismo.

La manera que tengo de verte a ti refleja la manera que tengo de verme a mí. Cuando me miro con compasión, te veo a ti bajo ese mismo prisma. Aunque me insultes, no te responderé temeroso, porque sé, por propia experiencia, que esos insultos representan lo que sientes hacia ti mismo. Sé que proyectas sobre mí el odio que sientes hacia ti, porque te resulta demasiado agobiante. Y no quiero reforzarte el odio que sientes hacía ti mismo, por eso te respondo de una manera que respeta la dignidad inherente que hay en ti y en tu deseo de aceptación.

Cuando te doy el amor que tú me niegas, estoy dando ese amor para los dos. Te animo a no abandonarte. Te digo: “Tengo suficiente amor para los dos, y como en estos momentos tú no lo ves, te lo enseñaré.” Y, al hacerlo así, construyo un puente sobre la separación que sientes.

Cada interacción que tengo contigo me ofrece la posibilidad de escoger entre afirmar la persona que verdaderamente soy o ponerme la máscara de la identidad. Cuando me pongo la máscara, veo la separación que hay entre nosotros. Veo diferencias entre tu bien y el mío. Y pierdo la conexión con lo más verdadero de mí y lo más verdadero de ti.

La mayoría estamos convencidos de que el mundo en el que vivimos es un mundo competitivo, un mundo de tú contra yo, de lo tuyo contra lo mío, un mundo en el que yo envidio tu éxito porque creo que al conseguir algo bueno para ti me arrebatas la atención. ¿Te sorprende que experimentemos dificultades, sacrificios, egoísmo y avaricia?

Este mundo competitivo es un engaño, un triste sueño del cual podemos despertar, del cual despertaremos. Nuestra creencia, en este tipo de mundo es la que nos hace mantener las máscaras puestas y la que recicla nuestros miedos.

Este mundo competitivo no nos ofrece una felicidad o una paz verdadera. Entonces, ¿por qué continuamos creyendo en él? ¿Cuándo estaremos dispuestos a ver un mundo diferente?

Cuando nos quitamos las máscaras, cuando aceptamos la verdad sobre nosotros mismos y sobre los demás, cuando dejamos de competir unos con otros para conseguir amor y aprobación, encontramos la verdadera felicidad. El amor nos pertenece a todos por un igual. De este modo, no es difícil darlo ni recibirlo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

CONTANDO HISTORIAS


O sonho realizado




Era-se uma vez uma pequena lagarta que caminhava em direção ao sol. Muito perto do caminho se encontrava uma lagosta:

Para onde te diriges?... perguntou-lhe.

Sem deixar de caminhar, a lagarta contestou:

-Tive um sonho na noite; sonhei que desde a ponta da grande montanha eu mirava todo o vale. Gostou-me o que vi em meu sonho e decidi realizar.

Surpresa, a lagosta falou, quando sua amiga se afastava:

Estás louca! Você não pode chegar ao cume da montanha! Você, uma simples lagarta! Uma pedra é para ti uma montanha, um pequeno charco um lago e qualquer tronco uma barreira infranqueável.

Porém a lagarta já estava longe e não a escutou. Seus diminutos pés não deixaram de mover-se. Continuou seu caminho, avançando centímetro a centímetro. No caminho se encontrou com a aranha, o rato, a rã e... que aconselhou desistir de seu sonho à lagarta.

Não o atingirás jamais! -lhe disseram, mas em seu interior havia um impulso que a obrigava a seguir.

Já esgotada, sem forças e a ponto de morrer, decidiu parar a descansar e construir com seu último esforço um lugar onde passar a noite:

-Estarei melhor, foi o último que falou, e morreu.

Todos os animais do vale durante uns dias foram olhar seus restos. Aí estava o animal mais louco do bosque. Havia construído com seu túmulo um monumento à insensatez. Aí estava um duro refugio digno de quem morreu “por querer realizar um sonho irrealizável”.

Uma amanhã na que o sol brilhava duma maneira especial, todos os animais se congregaram em torno daquilo que se havia convertido em uma ADVERTÊNCIA PARA OS ATREVIDOS. De pronto ficaram atônitos.

Aquela concha dura começou a quebrar-se e com assombro vieram uns olhos e uma antena que não poderia ser da lagarta que acreditavam morta. Pouco a pouco, como para dar-lhes tempo de se repor do impacto, foram saindo às formosas asas arco Iris daquele impressionante ser que tinham frente a eles: UMA BORBOLETA.

Não tinha nada a dizer, todos sabiam o que faria: iria voando até a grande montanha e realizaria um sonho; o sonho pelo qual havia vivido, pelo que havia morto e pelo que havia voltado a viver.

“Todos haviam se equivocado”. Deus não nos teria dado a possibilidade de sonhar, se não nos teria dado a oportunidade de fazer realidade nossos sonhos...

O sucesso na vida não se mede pelo que atingimos, senão pelos obstáculos que temos superado no caminho. Se lutamos com todas nossas forças pelo que desejamos, alcançaremos nossos sonhos. Não importa as vezes que o tentamos, devemos seguir até o final.

Se tiveres um sonho, vive por ele, tenta alcançar-lo, põe toda tua energia nele e se te dá conta que não podes, quiçá necessites fazer uma parada no caminho e experimentar um câmbio radical em tua vida e então, com outro aspecto, com outras possibilidades e circunstâncias distintas: O atingirás!


El sueño realizado

Érase una vez una pequeña oruga que caminaba en dirección al sol. Muy cerca del camino se encontraba una langosta:

-¿Hacia dónde te diriges?, le preguntó.

Sin dejar de caminar, la oruga contestó:

-Tuve un sueño anoche; soñé que desde la punta de la gran montaña yo miraba todo el valle. Me gustó lo que vi en mi sueño y he decidido realizarlo.

Sorprendida, la langosta dijo, mientras su amigo se alejaba:

-¡Estás loca! ¡Tú no puedes llegar a la cima de la montaña! ¡Tú, una simple oruga! Una piedra es para ti una montaña, un pequeño charco un lago y cualquier tronco una barrera infranqueable.

Pero la oruga ya estaba lejos y no la escuchó. Sus diminutos pies no dejaron de moverse. Continuó su camino, habiendo avanzando centímetro a centímetro. En el camino se encontró con la araña, el topo, la rana y... quienes aconsejaron desistir de su sueño a la oruga.

-¡No lo lograrás jamás! -le dijeron, pero en su interior había un impulso que lo obligaba a seguir.

Ya agotada, sin fuerzas y a punto de morir, decidió parar a descansar y construir con su último esfuerzo un lugar donde pasar la noche:

-Estaré mejor, fue lo último que dijo, y murió.

Todos los animales del valle durante unos días fueron a mirar sus restos. Ahí estaba el animal más loco del bosque. Había construido con su tumba un monumento a la insensatez. Ahí estaba un duro refugio, digno de quien murió “por querer realizar un sueño irrealizable”.

Una mañana en la que el sol brillaba de una manera especial, todos los animales se congregaron en torno a aquello que se había convertido en una ADVERTENCIA PARA LOS ATREVIDOS. De pronto quedaron atónitos.

Aquella concha dura comenzó a quebrarse y con asombro vieron unos ojos y una antena que no podía ser la de la oruga que creían muerta. Poco a poco, como para darles tiempo de reponerse del impacto, fueron saliendo las hermosas alas arco iris de aquel impresionante ser que tenían frente a ellos: UNA MARIPOSA.

No hubo nada que decir, todos sabían lo que haría: se iría volando hasta la gran montaña y realizaría un sueño; el sueño por el que había vivido, por el que había muerto y por el que había vuelto a vivir.

“Todos se habían equivocado”. Dios no nos hubiera dado la posibilidad de soñar, si no nos hubiera dado la oportunidad de hacer realidad nuestros sueños...

El éxito en la vida no se mide por lo que logramos, sino por los obstáculos que hemos superado en el camino. Si luchamos con todas nuestras fuerzas por lo que deseamos, alcanzaremos nuestros sueños. No importa las veces que lo intentemos, debemos seguir hasta el final.

Si tienes un sueño, vive por él, intenta alcanzarlo, pon toda tu energía en ello y si te das cuenta que no puedes, quizá necesites hacer un alto en el camino y experimentar un cambio radical en tu vida y entonces, con otro aspecto, con otras posibilidades y circunstancias distintas: ¡Lo lograrás!

domingo, 16 de maio de 2010

A ROSA


Os Filhos e os limites
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Jaime Barylko

Como fazer para que uma rosa seja tua rosa.
O Pequeno Príncipe tem uma rosa na mão. Agora se da conta de que essa rosa, que era como todas as rosas; não é como todas as rosas. Porque essa rosa se acomodou a sua mão e sua mão a essa rosa, e assim é como se pertencem reciprocamente. Domesticou-se, se domesticaram um ao outro.

Logo a raposa se despede e expressa: «Adeus. Eis aqui meu segredo. É muito simples: não se vê bem senão com o coração. O essencial é invisível aos olhos.»

E que é o essencial? «O tempo que perdeste por tua rosa faz que tua rosa seja tão importante.»
A lição conclui com esta cima da reflexão:
«Os homens tem se olvidado esta verdade - diz a raposa-. Porém você não deve olvidar-la. És responsável para sempre do que tem domesticado. És responsável de tua rosa...»

Uma relação é um laço, é uma dependência. Um amor é uma responsabilidade. E o que cresce entre nós, desse modo, não é visível aos olhos; somente o coração o percebe. Amo-te porque és você, esse você que se modelou no nós, como este eu. Não é o amor esse jato quente de sentimento que brota da alma. Em todo caso essa efusão mística e cósmica do amor está dentro do laço, expresso por ele, manifestada na conduta de responsabilidade recíproca pelo fazer-nos recíprocos.

Não és meu filho porque eu te tenha procriado. És meu filho porque logo de haver nascido se foi fazendo, me foste fazendo, nos fizemos na relação pai-filho, filho-pai, nos enlaçamos.

Buber dizia: «Quando se sabe por que se ama, é que já não se ama». O coração não sabe; sente, vibra, porque está implicado no coração do outro a través da vida convivida.

A liberdade, filho meu, amadurece e produz o fruto duma eleição. Escolher é responder pelo escolhido. Quando liberdade, eleição e responsabilidade coincidem, se dá isso que os poetas chamam felicidade.


O caminho demarcado orienta tua liberdade, não a submete. A rota delineada, demarcada, é uma ordem. O laço, a relação, a mais aprofundada, é um ordenamento recíproco. Espero-te, me chamas, nos encontramos. Vamo-nos armando em nossas próprias, íntimas e privadas rotinas, é dizer códigos rituais, para poder expressar justamente isso que é invisível aos olhos.

Da mesma maneira, a rota não há de ser rota a menos que esteja demarcada com raias visíveis aos costados, com sinais, com placas indicadoras. Todo isto te orienta, não te força. Dá lugar à liberdade. Logo escolhes o objetivo, o caminho dentro da rota, a velocidade, a música, o silêncio. Nem sabes que escolherás, com precisão. Tens uma idéia, uma vaga idéia, porém não pode prever as ocorrências, isso que lhe sai ao encontro e o desvia da idéia primeira. É a aventura.

Esta é a realidade: aventura e ordem, ordem e aventura, que dizia o poeta Apollinaire. A aventura é o criativo, o imprevisto, porém a ordem a suporta. A aventura é um quadro de Dalí. Não obstante, o gênio tinha uma ordem, uma disciplina, limites e regras para pintar, e para despregar, sobre esse sustento, sua fantasia onírica e surrealista.


Sistema, poeta, sistema. Querer é uma aventura, é ter medo de perder, de ser perdido. A aventura sucede aqui entre nós, nos passos mais cotidianos. Não há que ir à selva nem internar-se em territórios desconhecidos. Para que? Conheces algo mais desconhecido que eu, que eu e você, que você, eu, nossos filhos? Conheces uma aventura maior que um encontro, ainda com pessoas conhecidas, e no qual, aparentemente, nada novo há de acontecer?

A ordem é o das normas, as fronteiras, os limites; a ordem é o sistema das idéias e das crenças em que uma sociedade cresce e sobre as quais opera em quanto aos fins da existência.
Ortega, não cansou de citar-lo, ensinava que não há tela genial que não esteja moldurada. A moldura não vale nada, porém sem ela a tela não pode ser exibida, desfrutada.

—Os limites, filho meu, as normas de conduta, não são o essencial, porém é aquilo sem importância, como a moldura, que permite que o essencial, tua criatividade, possa patentizar-se.

A ordem é o modo, estilo, maneira, costumes, que manejaremos para concordar nosso desejado encontro — ir ao cinema, por exemplo — e para conduzir-nos durante o encontro. Logo, tudo o que aconteça no encontro é aventura, espontaneidade pura. Aventura, graças à ordem. Ordem é há tal hora há recreios no colégio. Aventura, o que aconteça entre as crianças durante o recreio.

Há ordem na ciência, há ordem na religião, há ordem de composição e de combinação de cores, tonalidades, sombras, línnhas no mundo das artes plásticas, há ordem na aprendizagem das teclas do piano.

Sobre essa ordem se constrói a aventura que é a criatividade, a fluência das potências dissidentes que há em cada qual. Frente à ordem clássica compôs Schoenberg uma nova ordem, a revolução de seu sistema dodecafônico. Sobre a ordem clássica, produziram os cubistas a revolução de seus delírios formosos.

Porém há algo que segue conectando, a pesar de todas as rupturas com o passado, a Dalí com Leonardo, a Leonardo com Giotto, a Giotto com os que decoraram as cavernas de Altamira.
Isso permite justamente a continuidade e que se possa falar de arte como de algo trans-pessoal que inclui a todas as pessoas, gêneros, subversões e que, embora, está mais além delas, porque todas elas, ainda em sua maior subversão e rebeldia, estão sujeitas a essa ordem e a usam, se a usam, para atingir seus objetivos iconoclastas.

—Estes são os limites, filho meu. Em tua vida privada, em tuas relações humanas, no estudo, no trabalho, na rua, em tua casa, no estrangeiro, com tua noiva, com o homem que viaja a teu lado no ônibus. E essa ordem termina sendo sempre ordem moral é dizer constituição duns costumes (mores em latim significa costumes e de aí o termo «moral») adotada por um grupo social, por um setor da humanidade, neste caso nós, os de Ocidente, e que reflete nossas crenças, nossos valores. Incluso, cabe recordar, algo tão livre como a poesia necessita de uma ordem, dum sistema, como dizia Leon Felipe: «Sistema, poeta, sistema. Começa por contar as pedras, logo contarás as estrelas.»



Los Hijos y los límites
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Jaime Barylko

Cómo hacer para que una rosa sea tu rosa.
El Principito tiene una rosa en la mano. Ahora se da cuenta de que esa rosa, que era como todas las rosas, no es como todas las rosas. Porque esa rosa se acomodó a su mano y su mano a esa rosa, y así es como se pertenecen recíprocamente. Se domesticó, se domesticaron el uno al otro.

Luego el zorro se despide y expresa: «Adiós. He aquí mi secreto. Es muy simple: no se ve bien sino con el corazón. Lo esencial es invisible a los ojos.»

¿Y qué es lo esencial? «El tiempo que perdiste por tu rosa hace que tu rosa sea tan importante.»
La lección concluye con esta cima de la reflexión:
«Los hombres han olvidado esta verdad -dijo el zorro-. Pero tú no debes olvidarla. Eres responsable para siempre de lo que has domesticado. Eres responsable de tu rosa...»

Una relación es un lazo, es una dependencia. Un amor es una responsabilidad. Y lo que crece entre nosotros, de ese modo, no es visible a los ojos; solamente el corazón lo percibe. Te amo porque eres tú, ese tú que se modeló en el nosotros, como este yo. No es el amor ese chorro caliente de sentimiento que brota del alma. En todo caso esa efusión mística y cósmica del amor está dentro del lazo, expresada por él, manifestada en la conducta de responsabilidad recíproca por el hacernos recíprocos.

No eres mi hijo porque yo te haya procreado. Eres mi hijo porque luego de haber nacido te fui haciendo, me fuiste haciendo, nos hicimos en la relación padre-hijo, hijo-padre, nos enlazamos.

Buber decía: «Cuando se sabe por qué se ama, es que ya no se ama». El corazón no sabe; siente, vibra, porque está implicado en el corazón del otro a través de la vida convivida.

La libertad, hijo mío, madura y produce el fruto de una elección. Elegir es responder por lo elegido. Cuando libertad, elección y responsabilidad coinciden, se da eso que los poetas llaman felicidad.


El camino demarcado orienta tu libertad, no la doblega. La ruta delineada, demarcada, es un orden. El lazo, la relación, la más profunda, es un ordenamiento recíproco. Te espero, me llamas, nos encontramos. Nos vamos armando en nuestras propias e íntimas y privadas rutinas, es decir códigos rituales, para poder expresar justamente eso que es invisible a los ojos.

De la misma manera, la ruta no ha de ser ruta a menos que esté demarcada con rayas visibles a los costados, con señales, con carteles indicadores. Todo ello te orienta, no te fuerza. Da lugar a la libertad. Luego eliges el objetivo, el camino dentro de la ruta, la velocidad, la música, el silencio. Ni sabes qué elegirás, con precisión. Tienes una idea, una vaga idea, pero no puedes prever las ocurrencias, eso que le sale a uno al encuentro y lo desvía de la idea primigenia. Es la aventura.

Esta es la realidad: aventura y orden, orden y aventura, que decía el poeta Apollinaire. La aventura es lo creativo, lo impredecible, pero el orden la sostiene. La aventura es un cuadro de Dalí. No obstante, el genio tenía un orden, una disciplina, límites y reglas para pintar, y para desplegar, sobre ese sustento, su fantasía onírica y surrealista.


Sistema, poeta, sistema. Querer es una aventura, es tener miedo de perder, de ser perdido. La aventura sucede aquí entre nosotros, en los pasos más cotidianos. No hay que ir a la selva ni internarse en territorios desconocidos. ¿Para qué? ¿Conoces algo más desconocido que yo, que yo y tú, que tú, yo, nuestros hijos? ¿Conoces una aventura mayor que un encuentro, aún con gente conocida, y en el cual, aparentemente, nada nuevo ha de suceder?

El orden es el de las normas, las fronteras, los límites; el orden es el sistema de las ideas y de las creencias en que una sociedad crece y sobre las cuales opera en cuanto a los fines de la existencia.
Ortega, no me canso de citarlo, enseñaba que no hay tela genial que no esté enmarcada. El marco no vale nada, pero sin él la tela no puede ser exhibida, disfrutada.

—Los límites, hijo mío, las normas de conducta, no son lo esencial, pero son aquello intrascendente, como el marco, que permite que lo esencial, tu creatividad, pueda patentizarse.

El orden es el modo, estilo, manera, costumbres, que manejaremos para concordar nuestro deseado encuentro —ir al cine, por ejemplo— y para conducirnos durante el encuentro. Luego, todo lo que suceda en el encuentro es aventura, espontaneidad pura. Aventura, gracias al orden. Orden es a tal hora hay recreos en el colegio. Aventura, lo que suceda entre los niños durante el recreo.

Hay orden en la ciencia, hay orden en la religión, hay orden de composición y de combinación de colores, tonalidades, sombras, líneas en el mundo de las artes plásticas, hay orden en el aprendizaje de las teclas del piano.

Sobre ese orden se construye la aventura que es la creatividad, la fluencia de las potencias disidentes que hay en cada cual. Frente al orden clásico compuso Schoenberg un nuevo orden, la revolución de su sistema dodecafónico. Sobre el orden clásico, produjeron los cubistas la revolución de sus delirios hermosos.

Pero hay algo que sigue conectando, a pesar de todas las rupturas con el pasado, a Dalí con Leonardo, a Leonardo con el Giotto, a Giotto con los que decoraron las cuevas de Altamira.
Eso permite justamente la continuidad y que se pueda hablar de arte como de algo transpersonal que incluye a todas las personas, géneros, subversiones y que, sin embargo, está más allá de ellas, porque todas ellas, aun en su mayor subversión y rebeldía, están sujetas a ese orden y lo usan, si lo usan, para lograr sus objetivos iconoclastas.

—Esos son los límites, hijo mío. En tu vida privada, en tus relaciones humanas, en el estudio, en el trabajo, en la calle, en tu casa, en el extranjero, con tu novia, con el hombre que viaja a tu lado en el colectivo. Y ese orden termina siendo siempre orden moral, es decir constitución de unas costumbres (mores en latín significa costumbres y de ahí el término «moral») adoptadas por un grupo social, por un sector de la humanidad, en este caso nosotros, los de Occidente, y que refleja nuestras creencias, nuestros valores. Incluso, cabe recordar, algo tan libre como la poesía necesita de un orden, de un sistema, como decía León Felipe: «Sistema, poeta, sistema. Empieza por contar las piedras, luego contarás las estrellas.»

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