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sábado, 14 de agosto de 2010

ESOS LOCOS BAJITOS





LOS TALENTOS NATOS
Hace unos años, escuché una historia maravillosa que me gusta mucho contar. Una maestra de escuela primaria estaba conduciendo una clase de dibujo para chicos de seis años. En un extremo de la sala se sentaba una niña que habitualmente no le prestaba mucha atención al colegio. Pero sí lo hizo en esta clase de dibujo.
Durante más de veinte minutos, la niña se mantuvo sentada con sus brazos sobre la hoja de papel completamente absorta en lo que estaba haciendo. La maestra pensó que esto era fascinante. Le preguntó a la niña qué estaba dibujando. Sin levantar su mirada, la niña respondió: “Estoy dibujando un cuadro de Dios”. La maestra sorprendida dijo: “Pero nadie sabe cuál es el aspecto de Dios”.
La niña entonces, mirando directo a sus ojos contestó: “Lo sabrán en un minuto”.
Amo esta historia porque nos recuerda que los niños tienen una maravillosa confianza en sus propias imaginaciones. La mayoría de nosotros perdimos esta confianza al crecer. Pregúntale a un grupo de alumnos, en los primeros años de escuela, quiénes de ellos piensan que son creativos y todos levantarán sus manos. Haga la misma prueba en un grupo de alumnos avanzados y la mayoría de ellos no lo harán.
Creo apasionadamente que todos nacemos con tremendas capacidades naturales y que perdemos contacto con muchas de ellas a medida que pasamos más tiempo en el mundo. Irónicamente, una de las principales razones para que esto suceda es la educación. El resultado es que demasiadas personas no conectan jamás con sus verdaderos talentos y por lo tanto no conocen lo que son realmente capaces de lograr.
En este sentido, no saben quienes son en realidad.

OS TALENTOS NATOS (português)

Faz uns anos, escutei uma história maravilhosa que me gosta muito contar. Uma professora da escola estava conduzindo uma classe de desenho para crianças de seis anos. Num extremo da sala de aula se sentava uma menina que habitualmente não lhe dava muita atenção à escola. Porém sim o fiz nesta classe de desenho.
Durante mais de vinte minutos, a menina ficou sentada com seus braços sobre a folha de papel completamente absorta no que estava fazendo. A professora pensou que isto era fascinante. Lhe perguntou à criança que estava desenhando. Sem levantar seu olhar, a menina respondeu: “Estou desenhando um quadro de Deus”. A professora surpreendida diz: “Mas ninguém sabe qual é o aspecto de Deus”.
A menina então, mirando direto a seus olhos respondeu: “O saberão num minuto”.
Adorei esta história porque nos lembra que as crianças têm uma maravilhosa confiança em suas próprias imaginações. A maioria de nós perdeu esta confiança ao crescer. Pergunta a um grupo de alunos, nos primeiros anos de escola, quem deles pensam que são criativos e todos levantarão suas mãos. Faça a mesma prova num grupo de alunos avançados e a maioria deles não o farão.
Acredito apaixonadamente que todos nasceram com tremendas capacidades naturais e que perdemos contacto com muitas delas na medida em que passamos mais tempo no mundo. Ironicamente, uma das principais razões para que isto aconteça é a educação. O resultado é que demasiadas pessoas não se conectam jamais com seus verdadeiros talentos e por tanto não conhecem o que são realmente capazes de atingir.
Neste sentido, não sabem quem são em realidade.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

COMPRAS PYMES


AS PYMES E AS COMPRAS




Inúmeras empresas e organizações são invadidas habitualmente por Lic. em Administração de Empresas, Consultores Profissionais, expertos universitários, e todo aquele que alguma vez leu um livro de marketing, repetindo um mantra como rezo tibetano, que não se vende ou se vende pouco porque falta marketing ou o mesmo não é o suficientemente bom.
Todos os que alguma vez trabalhamos em empresas e temos ou tivemos responsabilidades diretivas, sabemos da importância dos custos e da importância das compras na geração de utilidades.
Para chegar ao custo final, as matérias-primas constituem uma grande parte do custo do produto (más do 40% na maioria dos casos). Embora, se pensa sempre na venda e em como gerar-la, porém nunca se pensa em convidar "gente de marketing" para analisar as ofertas dos fornecedores, para conhecer "suas armadilhas" ou enganos, ou os métodos que empregam aqueles que nos querem vender. Considerando que se o custo maior vem dado pelas matérias primas, como não "cuidar" ou proteger nossos egressos, que vão a estar antes que os ingressos.
Todos sabemos que o problema de toda empresa está dado porque deve pagar rapidamente aos fornecedores e os clientes demoram em pagar. A isso se o conhece como problemas financeiros, mas isso é só a febre.
Porém que é o que a origina?
As organizações – de qualquer tamanho- são um todo e não só a suma das partes. Mas muitas empresas manejam cada área ou seção em forma independente, o que conduz a superposição de tarefas, falta de coordenação, ineficiente utilização de recursos, etc.
Gerir por processos é administrar os recursos da organização pensando-la como uma unidade, na que cada parte tem participação no resultado final.
Este é um conceito no que já não existe uma parede que divida um setor de outro, senão que as áreas estão interconectadas. Mais que reuniões verticais onde um chefe distribui decisões a sua equipe, uma empresa que se maneja com este critério terão reuniões interdepartamentais para a toma de decisões.

Pensemos nas diferentes pessoas que intervém nas compras, qual é sua tarefa e que os motiva (pela positiva ou pela negativa)

a.- Comprador: faze a aquisição, se foca no preço.

b.- Usuário: consume/usa o produto, procura o rendimento do produto.

c.- Influente: dá critérios para a eleição, cuida seu rol de assessor e não se quer "queimar".

d.- Decisor: autoriza a compra, si é dono cuida seu bolso, se é gerente suas primas ou seu posto.

e.- Informador: registra as operações e as distribui aos interessados, é a memória da empresa.
E aqui é onde as organizações se mareiam e descuidam seus egressos de dinheiro, deixando só a seu pessoal de compras e só fazendo que discutam preços e condições de pagamento.

Como é o processo de compras habitual:

1.- se compra o que sempre se comprou e faze tempo que não se revisa (esta em piloto automático) no melhor dos casos se olha o preço.
2.- os que fazem os pedidos colocam condições de uso ou quantidades desnecessárias para uma data.
3.- há troca de produtos no transcendentes influenciados por vendedores ( geralmente preço)
4.- há probas de produtos influenciadas pela chegada de novos gerentes ou donos, com pouca ou nula informação, mais com detalhes emocionais sobre aspectos que provocam em quem vão a dar o OK, de se sentir que "aproveitaram uma ganga", " lhe vai a dar a possibilidade de fabricar mais ou mais rápido" , "esta acedendo a algo que ninguém tem e com isso vai tirar uma vantagem", " vai ter uma máquina para mostrar, como se fosse um 0 Km e isso melhorara seu ego".
A Gestão por Processos não é só para as grandes empresas; é para toda organização que tenha como valores a satisfação do cliente, a gestão de recursos e a eficiência. Para aplicar este concepto no se necessita ser uma grande empresa, senão estar convencido que esta forma de agir é uma ferramenta que só gera benefícios econômicos, eficiência, aumento da satisfação ao cliente interno e externo, e muitos outros.
Há alguns professores universitários renomeados que publicam livros, como Philip Kotler, que sugerem que o pessoal de marketing se junte com o de compras para que apreendam destes sobre quais são as estratégias de marketing dos vendedores.
Embora todos os que temos trabalhado nas empresas sabemos que sua motivação principal e sobre o que se os avalia é só pelo preço, pelo tanto, pouco aprenderam de marketing. Se fosse necessário que o pessoal de compras aprenda as "armadilhas detrás das ofertas" dos preços, que ocultam malicia e que mascarada detrás dos preços baixos, práticas que só se descobrem com o tempo, logo de que as empresas têm adquirido os produtos e os serviços.
Acredito que há um novo lugar para ocupar e negociar melhor nas empresas, para a gente de marketing. Se o ocupam junto a compras, todos sairão beneficiados.
Um claro exemplo de otimização de recursos é a implementação dum processo de compras / pago a fornecedores (em lugar de simplesmente comprar e pagar), para que o setor de finanças consiga obter informação sobre pagos pendentes com maior antecipação.
Aplicando a “gestão por processos”, para tramitar a aquisição de qualquer serviço ou insumo se deverá processar uma “ordem de compra”, pelo que com este documento já se conhecerão os compromissos assumidos e seus respectivos vencimentos. Ou seja, que a empresa não vai a informar-se da obrigação ao ter a nota fiscal em mão, senão que o saberá antes e poderá prever e ordenar suas finanças otimizando o fluxo de dinheiro.
A sua vez, com o processo de compras implementado a área de produção ou de vendas terá informação sobre a existência ou não de materiais, produto, insumos por ingressar, etc. o que a sua vez lhe permitirá planificar as outras partes do processo.
Este exemplo, muito básico, serve para comprovar que, sem importar seu porte, todas as empresas que compram, pagam, produzem/vendem e cobram podem organizar sua Gestão integral focada em processos.
Estamos convencidos que a gestão por processos é especial para ser aplicada nas Pymes, porque é por meio do trabalho por processos que se podem medir os resultados obtidos e comparar-los contra os objetivos planejados, convertendo essa informação numa enorme vantagem competitiva.

LAS PYMES Y LAS COMPRAS (ESPANHOL)
Numerosas empresas y organizaciones son invadidas habitualmente por Lic. en Administración de Empresas, Consultores Profesionales, expertos universitarios, y todo aquel que alguna vez leyó un libro de marketing, que repiten una letanía como rezo tibetano, que no se vende o se vende poco porque falta marketing o el mismo no es lo suficientemente bueno.
Todos los que alguna vez trabajamos en empresas y tenemos o hemos tenido responsabilidades directivas, sabemos de la importancia de los costos y de la importancia de las compras en la generación de utilidades.
Para llegar al costo final, las materias primas constituyen una gran parte del costo del producto (más del 40% en la mayoría de los casos). Sin embargo, se piensa siempre en la venta y en como generarla, pero nunca se piensa en poner "gente de marketing" para analizar las ofertas de los proveedores, para conocer "sus trampas" o engaños, o los métodos que emplean aquellos que nos quieren vender. Considerando que si el costo mayor viene dado por las materias primas, como no "cuidar" o proteger nuestros egresos, que van a estar antes que los ingresos.
Todos sabemos que el problema de toda empresa está dado porque debe pagar rápidamente a los proveedores y los clientes tardan en pagar. A eso se lo conoce como problemas financieros, pero eso es la fiebre.
¿Pero qué es lo que la origina?
Las organizaciones – de cualquier tamaño- son un todo y no sólo la suma de las partes. Pero muchas empresas manejan cada área o sección en forma independiente, lo que conduce a superposición de tareas, falta de coordinación, ineficiente utilización de recursos, etc.
Gestionar por procesos es administrar los recursos de la organización pensándola como una unidad, en la que cada parte tiene participación en el resultado final.
Este es un concepto en el que ya no existe una pared que divida un sector de otro, sino que las áreas están interconectadas. Más que reuniones verticalistas donde un jefe imparte decisiones a su equipo, una empresa que se maneja con este criterio tendrá reuniones inter-departamentales para la toma de decisiones.

Pensemos en las diferentes personas que intervienen en las compras, cual es su tarea y que lo motiva (por la positiva o por la negativa)

a.- comprador: hace la adquisición, se fija en el precio.

b.- usuario: consume/usa el producto, busca el rendimiento del producto.

c.- influyente: da criterios para la elección, cuida su rol de asesor y no se quiere "quemar".

d.- decisor: autoriza la compra, si es dueño cuida su bolsillo, si es gerente sus primas o su puesto.

e.- informador: registra las operaciones y las distribuye a los interesados, es la memoria de la empresa.
Y acá es donde las organizaciones se marean y descuidan sus egresos de dinero, dejando solos a su personal de compras y solo haciendo que discutan precios y condiciones de pago.

Como es el proceso de compras habitual:
1.- se compra lo que siempre se compro y hace rato que no se revisa (ésta en piloto automático) en el mejor de los casos se mira el precio.
2.- los que hacen los pedidos ponen condiciones de uso o cantidades necesarias para una fecha.
3.- hay reemplazo de productos no trascendentes influenciados por vendedores ( generalmente precio)
4.- hay pruebas de productos influenciadas por la llegada de nuevos gerentes o dueños, con poca o nula información, mas con detalles emocionales sobre aspectos que provocan en quienes van a dar el OK, de sentirse que "aprovecharon una ganga", " le va a dar la posibilidad de fabricar mas o más rápido" , "esta accediendo a algo que nadie tiene y con eso va a sacar una ventaja", " va a tener una máquina para mostrar, como si fuera un 0 Km y eso le mejorara su ego".
La Gestión por Procesos no es sólo para las grandes empresas; es para toda organización que tenga como valores la satisfacción al cliente, la gestión de recursos y la eficiencia. Para aplicar este concepto no se necesita ser una empresa grande, sino estar convencido que esta forma de gestionar es una herramienta que solo genera beneficios económicos, eficiencia, aumento de la satisfacción al cliente interno y externo, y muchos otros.

Hay algunos profesores universitarios renombrados que publican libros como Kotler, que sugieren que el personal de marketing se junte con el de compras para que aprendan de estos sobre cuáles son las estrategias de marketing de los vendedores.
Sin embargo todos los que hemos trabajado en las empresas sabemos que su motivación principal y sobre por los que se los evalúa es sólo por el precio, por lo tanto, poco aprenderían de marketing. Si es necesario que el personal de compras aprenda las "trampas detrás de las ofertas" de los precios, que esconden malicia y que enmascaran detrás de los precios bajos, prácticas que solo se descubren con el tiempo, luego de que las empresas ya han adquirido los productos y los servicios.
Creo que hay un nuevo lugar para ocupar y negociar mejor en las empresas, para la gente de marketing. Si lo ocupan junto a compras, todos saldremos beneficiados.
Un claro ejemplo de optimización de recursos es la implementación de un proceso de compras / pago a proveedores (en vez de simplemente comprar y pagar), para que el sector de finanzas logre obtener información sobre pagos pendientes con mayor anticipación.
Aplicando la “gestión por procesos”, para tramitar la adquisición de cualquier servicio o insumo se deberá procesar una “orden de compra”, por lo que con este documento ya se conocerán los compromisos asumidos y sus respectivos vencimientos. O sea que la empresa no va a enterarse de la obligación al tener la factura en mano, sino que lo sabrá antes y podrá prever y ordenar sus finanzas optimizando el flujo de dinero.
A su vez, con el proceso de compras implementado en el área de producción o de ventas tendrá información sobre la existencia o no de materiales, producto, insumos por ingresar, etc. lo que a su vez le permitirá planificar las otras partes del proceso.
Este ejemplo, muy básico, sirve para comprobar que, sin importar el tamaño, todas las empresas que compran, pagan, producen/venden y cobrar pueden organizar su Gestión integral enfocada en procesos.
Estamos convencidos que la gestión por procesos es especial para ser aplicada en las Pymes, porque es por medio del trabajo por procesos que se pueden medir resultados obtenidos y compararlos contra los objetivos planteados, convirtiendo esa información en una enorme ventaja competitiva.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

ROHs





Rohs>(Restricción de Ciertas Substancias Peligrosas)
Fuente: Wikipédia, la enciclopedia libre.






RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances, Restricción de Ciertas Substancias Peligrosas) es una directiva europea (no es ley aún) que prohíbe que ciertas substancias peligrosas sean usadas en procesos de fabricación de productos: cadmio (Cd), mercurio (Hg), cromo hexavalente (Cr(VI)), bifenilos polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs) y plomo (Pb).
RoHS es también conocido como “la ley sin plomo” (lead-free) mas esta directiva también trata de otras cinco substancias.
Esta directiva entró en vigor en el día 1º de Julio de 2006 y a partir de ésta fecha ningún producto usando esas substancias podrá ser vendido en Europa. Junto con el RoHS entró en vigor otra directiva que trata del reciclado de productos electro-electrónicos, llamada WEEE (Waste from Electrical and Electronic Equipment, Basura originada en Productos Electro-electrónicos).
Por causa del RoHS, fabricantes de equipos electrónicos debieron adecuar sus productos a la nueva directiva de modo de poder vender sus productos en Europa.
El problema es que la soldadura tradicional es compuesta de 63% de estaño (Sn) y 37% de plomo (Pb), y los fabricantes tuvieron que buscar otros elementos para producir la aleación. Como usted sabe, la soldadura es lo que “une” los componentes electrónicos en la placa de circuito impreso (PCB) de un producto electrónico. La plata, el cobre y el bismuto son comúnmente usados en la nueva composición de soldadura sin plomo.
Estos elementos, mientras tanto, implican varios desafíos, vea abajo:
Alta temperatura de fusión: los componentes electrónicos sensibles a la temperatura fueron proyectados para soportar hasta 250 °C, y la soldadura tradicional de estaño/plomo funde a 183 °C permitiendo una amplia faja de trabajo, mientras que la soldadura sin plomo funde entre 221 °C y 227 °C, dependiendo de la composición. Esto significa que el proceso productivo debe calentar la soldadura nueva a una más alta temperatura, y requiere mayor cuidado para no exceder el límite de temperatura establecido por los fabricantes de componentes. Ítem este que era una preocupación remota cuando se usaba soldadura con plomo. Aún en estado de desarrollo: la soldadura de estaño/plomo es usada hace años y el proceso de soldadura es muy bien conocido. La soldadura sin plomo aún es nueva y mucha pesquisa y desarrollo aún está por venir con varios diferentes materiales. Hasta ahora no existe un patrón industrial para la soldadura sin plomo. REPARACIÓN: cuando un equipo electrónico precisa de reparación, la soldadura usada también deberá ser sin plomo. El técnico que está efectuando la reparación debe saber exactamente cuál es o tipo de soldadura que fue usada cuando el equipo fue fabricado. Generalmente esta información puede ser encontrada en la placa del circuito impreso (PCB) del equipo, mas esta información puede no estar disponible. Mas es seguro usar liga 99C (99,7% de estaño, 0,3% de cobre) cuando se este reparando equipos sin plomo. Inspección visual: soldadura sin plomo tiene un aspecto muy diferente de la soldadura tradicional estaño/plomo y un ojo no entrenado puede asumir que un punto de soldadura está defectuoso, en cuanto en la realidad no lo está. Claro que más allá de la soldadura todas las otras partes del equipo electrónico – como componentes y la placa de circuito impreso (PCB) – no debe tener ninguno de los seis materiales banidos para ser considerados “de acuerdo con el RS” y poder ser vendidos en Europa.
El problema es básicamente con el reciclado de los equipos electrónicos. La mayoría de los equipos electrónicos está pasando el final de sus vidas en latas de basura o en rellenos sanitarios a cielo abierto, y muchos de ellos sin ningún control químico. El agua de lluvia ácida disuelve el plomo y otras substancias peligrosas de los equipos electrónicos, y el agua de la lluvia se mezcla con estos materiales yendo directo para las napas freáticas, yendo a parar en el agua que bebemos.
El plomo puede afectar prácticamente todos los órganos y sistemas del cuerpo humano, especialmente el sistema nervioso central. Riñones y el sistema reproductivo también son afectados. Los efectos son los mismos caso el plomo sea aspirado o ingerido. En altas cantidades, el plomo puede reducir el tiempo de reacción, debilidad en los dedos, puños y tobillos, y posiblemente afecta la memoria. El plomo también puede causar anemia.
Es interesante notar que, no obstante la industria electrónica este siendo orientada para remover el plomo de sus procesos de fabricación por la directiva europea, apenas una pequeña porción del plomo es realmente usada en la producción de equipos electrónicos: apenas 0,49% de todo el plomo producido es usado en soldadura y apenas 2% del plomo producido es usado en toda la industria de electro-electrónicos. La fabricación de baterías, por ejemplo, consume 80% del plomo producido en el mundo.
A pesar de en los Estados Unidos no existir ninguna norma similar al RoHS o al WEEE, el Estado de California aprobó una ley prohibiendo el comercio de cualquier equipo electrónico que haya tenido su venta prohibida en Europa por causa de la presencia de metales pesados. Esta ley, que es llamada “el RoHS de California”, entró en vigor en Setiembre de 2003, con enero de 2007 como el plazo final para que todas las empresas se adecuen.
La directiva ROHS (Restriction of Hazardous Substances Directive) limita a un total de 0,1% el uso de ciertas substancias en la composición de manufacturados en la Unión Europea, o importados de EUA, China, Nueva Zelandia y otros países. Las substancias restrictas son las siguientes:
1. Plomo
2. Mercurio
3. Cadmio
4. Cromo hexavalente
5. Polibromato bifenil
6. Éter difenil polibromato (PBDE)
Los dos últimos son usados como retardantes de llamas en los plásticos.

Rohs
(Restrição de Certas Substâncias Perigosas)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances, Restrição de Certas Substâncias Perigosas) é uma diretiva européia (não é lei ainda)que proíbe que certas substâncias perigosas sejam usadas em processos de fabricação de produtos: cádmio (Cd), mercúrio (Hg), cromo hexavalente (Cr(VI)), bifenilos polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs) e chumbo (Pb).
O RoHS é também conhecido como “a lei do sem chumbo” (lead-free) mas esta diretiva também trata de outras cinco substâncias.
Esta diretiva entrou em vigor no dia 1º de Julho de 2006 e a partir desta data nenhum produto usando essas substâncias poderá ser vendido na Europa. Junto com o RoHS entrará em vigor uma outra diretiva que trata da reciclagem de produtos eletroeletrônicos, chamada WEEE (Waste from Electrical and Electronic Equipment, Lixo Vindo de Produtos Eletroeletrônicos).
Por causa do RoHS, fabricantes de equipamentos eletrônicos terão que correr para adequar seus produtos à nova diretiva de modo a poderem vender seus produtos na Europa.
O problema é que a solda tradicional é composta de 63% de estanho (Sn) e 37% de chumbo (Pb), e os fabricantes terão que buscar outros Elementos para produzir a solda. Como você sabe, a solda é o que “cola” os componentes eletrônicos na placa de circuito impresso (PCB) de um produto eletrônico. A prata, o cobre e o bismuto são comumente usados na nova composição de solda sem Chumbo.
Esses elementos, no entanto, implicam vários desafios, veja abaixo:
Alta temperatura de fusão: os componentes eletrônicos sensíveis à temperatura foram projetados para suportar até 250 °C, e a solda tradicional de estanho/chumbo funde a 183 °C permitindo uma ampla janela de trabalho, enquanto que a solda sem chumbo funde entre 221 °C e 227 °C, dependendo da composição. Isto significa que o processo produtivo deva aquecer a solda a nova e mais alta temperatura, e requer maior cuidado para não exceder o limite de temperatura estabelecido pelos fabricantes de componentes. Item que era uma preocupação remota quando se usava solda com Chumbo. Ainda em estado de desenvolvimento: a solda de estanho/chumbo é usada há anos e o processo de soldagem é muito bem conhecido. A solda sem chumbo ainda é uma criança e muita pesquisa e desenvolvimento ainda estar por vir com vários diferentes materiais. Até agora não existe um padrão industrial para a solda sem chumbo. Conserto: quando um equipamento eletrônico precisa de conserto, a solda usada também deverá ser sem chumbo. O técnico que está efetuado o conserto deve saber exatamente qual é o tipo de solda que foi usada quando o equipamento foi fabricado. Geralmente esta informação pode ser encontrada na placa de circuito impresso (PCB) do equipamento, mas esta informação pode não estar disponível. Mas é seguro usar liga 99C (99,7% de estanho, 0,3% de cobre) quando estiver reparando equipamentos sem chumbo. Inspeção visual: solda sem chumbo tem um aspecto muito diferente da solda tradicional estanho/chumbo e um olho não treinado pode assumir que um ponto de solda está defeituoso, enquanto na realidade não está. Claro que além da solda todas as outras partes do equipamento eletrônico – como componentes e a placa de circuito impresso (PCB) – não deve ter nenhum dos seis materiais banidos para serem considerados “de acordo com o RS” e poderem ser vendidos na Europa.
O problema todo é basicamente com a reciclagem dos equipamentos eletrônico. A maioria dos equipamentos eletrônicos está passando o final de suas vidas em latas de lixo ou aterros a céu aberto, e muitos deles sem nenhum controle químico. A água da chuva ácida dissolve o chumbo e outras substâncias perigosas dos equipamentos eletrônicos, e a água da chuva mistura-se com esses materiais indo direto para os lençóis freáticos, indo parar na água que bebemos.
O chumbo pode afetar praticamente todos os órgãos e sistemas do corpo humano, especialmente o sistema nervoso central. Rins e o sistema reprodutivo também são afetados. Os efeitos são os mesmo caso o chumbo seja inspirado ou ingerido. Em altas quantidades, o chumbo pode reduzir o tempo de reação, fraqueza nos dedos, punhos ou calcanhar, e possivelmente afeta a memória. O chumbo também pode causar anemia.
É interessante notar que, embora a indústria de eletrônico esteja sendo direcionada para remover o chumbo de seus processos de fabricação pela diretiva européia, apenas uma pequena porção de chumbo é realmente usada na produção de equipamentos eletrônicos: apenas 0,49% de todo chumbo produzido é usado em solda e apenas 2% do chumbo produzido é usado em toda a industria de eletroeletrônicos. A fabricação de baterias, por exemplo, consome 80% do chumbo produzido no mundo.
Apesar de nos Estados Unidos não existir nenhuma norma similar ao RoHS ou ao WEEE, o Estado da Califórnia aprovou uma lei proibindo o comércio de qualquer equipamento eletrônico que tenha tido sua venda proibida na Europa por causa da presença de metais pesados. Esta lei, que é chamada “o RoHS da Califórnia”, entrou em vigor em Setembro de 2003, com Janeiro de 2007 como o prazo final para que todas as empresas se adéqüem.
A diretiva ROHS (Restriction of Hazardous Substances Directive) limita a total de 0,1% o uso de certas substâncias na composição de manufaturados na União Européia, ou importados de EUA, China, Nova Zelândia e outros países. As substâncias restritas são as seguintes:
7. Chumbo
8. Mercúrio
9. Cádmio
10. Cromo hexavalente
11. Polibromato bifenil
12. Éter difenil polibromato (PBDE)
Os dois últimos são usados como retardantes de chamas em plásticos.



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

GREEN SUPPLY CHAIN



Ouvir os consumidores ambientalmente conscientes

Enquanto o público se torna mais consciente das questões ambientais e do aquecimento global, os consumidores farão mais perguntas sobre os produtos que estão comprando.
As empresas terão que esperar perguntas sobre como seus processos de fabricação e cadeia de abastecimento são, como medem a sua pegada de carbono e como vocês fazem o reciclado.

Lucrando por Ser Verde

No entanto, algumas empresas têm visto que esta não é uma coisa ruim e de fato foram capazes de converter o interesse do público em todas as coisas verdes em maiores lucros. Um número de companhias tem demonstrado que existe uma prova da ligação entre um melhor desempenho ambiental e ganhos financeiros. As empresas têm olhado para a sua cadeia de abastecimento e enxergado aquelas áreas onde as melhorias na forma como eles operam podem produzir lucros.
General Motors reduziu os custos de eliminação em 12 milhões de dólares, estabelecendo um programa de container reutilizável, com os seus fornecedores. Talvez a General Motors possa ter sido pouco interessada nas questões ambientais, eles estavam fazendo um lucro recorde, mas na tentativa de reduzir os custos em sua cadeia de abastecimento, a GM descobriu que as reduções de custos que eles identificaram complementavam o compromisso da empresa com o meio ambiente.

Desconhecendo Benefícios Potenciais

As empresas podem encontrar economias de custos através da redução do impacto ambiental de seus processos de negócio. Ao reavaliar cadeia de abastecimento da empresa, desde a compra, planejamento e gestão do uso de materiais para o transporte e distribuição de produtos finais, as economias são freqüentemente identificadas como um benefício produzido pela implementação de políticas verdes.
Apesar do foco da opinião pública sobre o meio ambiente, os benefícios atribuídos à redução do impacto ambiental de uma empresa não estão na vanguarda das mentes executivas da cadeia de abastecimento.
Rosabeth Moss Kanter, professora de Harvard Business School – que tem seu nome incluído no ranking Thinkers 50 dos pensadores de negócios mais influentes do mundo – e é autora de livro “Empresas fora de Série – Supercorp”, afirma que os diretivos das grandes corporações em geral não pensam. Os lideres das grandes corporações – afirma – caem na armadilha de tentar repetir seu último êxito, em lugar de fazer uma pausa, olhar para os novos problemas, refletir e ver se podem agregar algo.
Parece que muitos executivos ainda não estão conscientes de que um melhor desempenho ambiental significa menor eliminação de resíduos e custos de treinamento, menores danos ambientais, permitindo taxas, e, muitas vezes, custos reduzidos de materiais.
Esperemos que o interesse em questões ambientais e as preocupações ambientais por parte do público consumidor não diminuíam e os executivos das grandes corporações recuperem a sadia costume de pensar.

GREEN SUPPLY CHAIN
Oír a los consumidores ambientalmente conscientes

Mientras el público se vuelve más consciente de las cuestiones ambientales y del calentamiento global, los consumidores harán más preguntas sobre los productos que están comprando.
As empresas deberán esperar preguntas sobre cómo son sus procesos de fabricación y su cadena de abastecimiento, como miden su rastro de carbono y como efectúan el reciclado.
Lucrando por Ser Verde
En tanto, algunas empresas han visto que esta no es una cosa mala y de hecho fueron capaces de convertir el interés del público en las cosas verdes en mayores lucros. Un número de compañías han demostrado que existe una prueba de la conexión entre un mejor desempeño ambiental y ganancias financieras. Las empresas han mirado para su cadena de abastecimiento y observado aquellas áreas donde las mejoras en la forma como ellos operan pueden producir ganancias.
General Motors redujo los costos de eliminación en 12 millones de dólares, estableciendo un programa de conteiner reutilizable, con sus proveedores. Tal vez General Motors pueda haber estado poco interesada en las cuestiones ambientales, ellos estaban obteniendo un ahorro record, mas en la tentativa de reducir desperdicios en su cadena de abastecimiento, GM descubrió que las reducciones de costos que ellos identificaron complementaban el compromiso de la empresa con el medio ambiente.
Desconociendo Beneficios Potenciales
Las empresas pueden encontrar economías de costos a través de la reducción del impacto ambiental de sus procesos de negocio. Al reevaluar la cadena de abastecimiento de la empresa, desde la compra, planificación y gestión del uso de materiales para el transporte y distribución de productos finales, las economías son frecuentemente identificadas como un beneficio producido por la implementación de políticas verdes.
A pesar del foco de la opinión pública sobre el medio ambiente, los beneficios atribuidos a la reducción del impacto ambiental de una empresa no están en la vanguardia de las mentes ejecutivas de la cadena de abastecimiento.
Rosabeth Moss Kanter, profesora de Harvard Business School – que tiene su nombre incluido en el ranking Thinkers 50 de los pensadores de negocios más influyentes del mundo – y es autora del libro “Empresas fuera de Serie – Supercorp”, afirma que los directivos de las grandes corporaciones en general no piensan. Los líderes de las grandes corporaciones – dice – caen en la trampa de intentar repetir su último éxito, en lugar de hacer una pausa, mirar para los nuevos problemas, reflexionar e ver si pueden agregar algo.
Parece que muchos ejecutivos aún no están conscientes de que un mejor desempeño ambiental significa menor eliminación de residuos y costos de entrenamiento, menor daño ambiental, permitiendo tasas, y, muchas veces, reducción de costos de los materiales.
Esperemos que el interés en las cuestiones ambientales y las preocupaciones ambientales por parte del público consumidor no disminuyan y los ejecutivos de las grandes corporaciones recuperen la sana costumbre de pensar.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

PORTUGUÊS- ESPANHOL

HUMOR LABORAL




Lições de estratégia empresarial


Caso 1: O uso da informação:

Um homem vai tomar uma ducha no momento que sua esposa está terminando de fazer-lo. Nesse preciso instante soa a campainha da porta. Depois de alguns segundos de dúvida, ambos decidem que ela irá pelo qual, se envolve numa toalha, vai, abre a porta e se encontra com o vizinho do lado da casa. Antes que ela pronuncie uma palavra o vizinho lhe diz:
- Lhe dou 1000 euros se deixa cair a toalha no chão. Ela pensa uns segundos, se decide, deixa cair a toalha e fica pelada frente ao vizinho que, depois de uns segundos, mete a mão no bolso, tira 1000 euros, e os entrega, dá meia volta e se vai...
Ainda confusa, fecha a porta rapidamente, se envolve outra vez na toalha e volta ao banheiro para se secar. Quando chega, seu marido lhe pergunta quem havia tocado a campainha.
- O vizinho do lado diz ela - e o marido lhe pergunta: - Te voltou os 1000 euros que lhe emprestei?
Conclusão: Se você comparte a informação crítica com seus associados, principalmente sobre créditos e riscos, evitará situações indesejáveis.


Caso 2: Estar bem informado:

Um padre vai dirigindo quando enxerga uma freira parada a um lado da rodovia esperando o ônibus. O padre se detém e lhe oferece levar-la até o povoado mais próximo. A freira aceita e põe a bagagem no banco traseiro. Ao se sentar, seu hábito se abre um pouco e deixa ver uma bela perna.
Quando o padre o vê quase acontece um acidente, consegue controlar o carro embora não resiste a tentação e coloca a mão na perna dela.
A freira mira ao padre e diz: - Padre lembre-se do Salmo 129.
O padre retira rapidamente sua mão e pede desculpas, porém seus olhos se resistem a deixar de mirar a perna, pelo que, pouco depois, sua mão salta da alavanca de troca de marchas esta vez ao joelho da freira: - Padre, lembre o salmo 129 - reitera a freira.
O padre, contrariado, retira a mão e trata de se desculpar: - a carne é fraca, irmã...
Chegam e ela mira ao padre significativamente e lhe agradece o favor de haver-la acercado a seu destino. O padre prossegue sua viagem e quando chega a seu igreja corre a ver o que diz o salmo 129.
Salmo 129: "Segue em frente e tentá-lo. Alcançarás a glória".

Conclusão: Esteja informado ao máximo sobre temas relacionados com seu trabalho ou você expõe a perder grandes oportunidades.

Caso 3: Como reagir ante uma situação desfavorável:

Um rapaz da cidade foi ao campo e comprou um burro a um velho camponês por 100 Euros. O idoso acordou entregar-lhe o animal no dia seguinte, porém no dia seguinte o camponês lhe falou:
- Sinto filho, mas tenho noticias ruins. O burro morreu.
- Bom, então, volte meu dinheiro.
- Não posso, já gastei.
- Bom, da igual, me entregue o burro. - E para que? que vai fazer com ele?
- Vou rifar.
- Você é louco! Como vai rifar um burro morto?
- É que não vou dizer a ninguém que está morto, por suposto.
Um mês depois voltaram a se encontrar o velho vendedor e o jovem comprador.
- Que aconteceu com o burro?
- O rifei. Vendi 500 papeletas a 2 euros e ganhei 998 euros.
- E ninguém reclamou?!!
- Só o ganhador, porém a ele lhe voltei seus 2 euros.

Conclusão: Este é um exemplo de como converter uma situação desfavorável num sucesso.

CASO 4: Sobre a informação correta e veraz:

Um homem, condenado a cadeia perpétua por assassinato premeditado, se evade da prisão depois de passar 22 anos no cárcere. Ao fugir entra numa casa na que dorme um jovem casal. O réu ata ao homem numa cadeira e à mulher na cama.
Em seguida acerca seu rosto ao pescoço da mulher e sai da habitação. Arrastando a cadeira, o homem se acerca desesperadamente a sua mulher e diz:
- Meu amor, este homem não tem visto uma mulher em anos. O olhei beijando teu pescoço e, aproveitando que ele saiu, quero te pedir que cooperes com ele e faças todo o que te solicite. Se quiser ter sexo contigo não o rejeites e finge que gosta. Não lhe faças ficar bravo.
Nossas vidas dependem dele! Seja forte, minha vida; eu te amo.
A jovem esposa diz ao marido:
- Querido, estou comprazida de que penses assim. Efetivamente, esse homem não tem visto em muitos anos uma mulher, mas não estava beijando meu pescoço. Estava dizendo-me ao ouvido que gosta de você e queria saber se guardávamos a vaselina no banheiro. Seja forte, meu amor! Eu também te amo!!

Conclusão: Não estar informado corretamente pode acarretar sérios inconvenientes. A informação pronta e exata é fundamental para sortear com êxito o ataque da competência desleal e assim evitar ingratas surpresas.

CASO 5: Sobre os planos estratégicos:

Um garoto entra numa farmácia e diz ao farmacêutico: - Senhor, me de uma camisinha. Minha noiva me convidou esta noite a jantar em sua casa e está que se derrete por mim, assim que esta noite pretendo acalmar-la.
O boticário lhe entrega a camisinha e quando o jovem vai sair, volta sobre seus passos e diz:
- Será melhor que me venda outra camisinha porque a irmã de minha noiva, que é um doce, me mostra as pernas de um jeito que lhe vejo até as amígdalas, e como vou ir a jantar a sua casa...
Pega a segunda camisinha, pensa um momento e...:
- Vou comprar uma mais porque a mãe de minha namorada, que está mais que boa a senhora, quando não está minha noiva diante, me faz umas insinuações que... e como vou jantar na sua casa esta noite...
Chega a hora da janta e o rapaz tem a um lado a sua noiva, ao outro à irmã e ao frente a mãe das duas.
Nesse instante chega o pai, que se senta na frente da mesa.
O rapaz baixa a cabeça e começa a rezar: - Senhor graças pelos alimentos... abençoa-nos a todos... e perdoa-nos se em algo temos te ofendido...
Passa um minuto e o rapaz segue rezando: - Graças Senhor! Aos dez minutos de orações e orações a noiva diz:
-Não sabia que fosses tão religioso...
- Nem eu que teu pai era o farmacêutico!!

Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos porque a falta de confidencialidade pode destruir sua própria organização.

CASO 6: Quem fala último...:

Um vendedor, um empregado administrativo e o gerente caminham ao almoço quando encontram uma antiga lâmpada de óleo.
A esfregam e um Gênio aparece envolvido numa nuvem de fumaça.
- Como geralmente dou três desejos, lhes vou dar um a cada um - diz o Gênio.
- A mim primeiro! Eu primeiro! -porfia o empregado administrativo.
- Quero estar de férias no Caribe E ... Puf ... desaparece.
Sem sair de seu assombro, o vendedor grita:
-Agora a mim! ... Quero estar no Hawai, descansando
na praia com meu massagista pessoal, com uma inesgotável provisão de cerveja e com uma top model e ... Puf ... desaparece.
- Bom, agora toca a você- diz o Gênio ao gerente.
- Quero que esses dois voltem a trabalhar depois do almoço - diz o gerente.
Conclusão: Sempre deixe que o chefe fale primeiro.
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HUMOR LABORAL
Lecciones de estrategia empresarial



Caso 1: El uso de la información:

Un hombre se va a dar una ducha en el momento que su esposa está terminando de hacerlo. En ese preciso instante suena el timbre de la puerta. Después de algunos segundos de duda, ambos deciden que ella irá, por lo cual, se envuelve en una toalla, va, abre la puerta y se encuentra con el vecino de al lado de casa. Antes de que ella pronuncie una palabra el vecino le dice:
- Le doy 1000 euros si deja caer la toalla en el suelo. Ella piensa unos segundos, se decide, deja caer la toalla y se queda en cueros frente al vecino que, después de unos segundos, mete la mano en el bolsillo, saca 1000 euros, se los entrega, da media vuelta y se va...
Aún confundida, cierra la puerta rápidamente, se envuelve otra vez en la toalla y vuelve al baño a secarse el pelo. Cuando llega, su marido le pregunta quién había tocado el timbre.
- El vecino de al lado dice ella- y el marido le pregunta: - ¿Te devolvió los 1000 euros que le presté?
Conclusión: Si usted comparte la información crítica con sus asociados, principalmente sobre créditos y riesgos, evitará situaciones indeseables.

Caso 2: Estar bien informado:

Un cura va conduciendo cuando ve una monja parada a un lado de la carretera esperando el autobús. El cura se detiene y le ofrece llevarla hasta el pueblo más próximo. La monja acepta y pone el equipaje en el asiento trasero. Al sentarse, su hábito se abre un poco y deja ver una hermosa pierna.
Cuando el cura lo advierte casi ocurre un accidente, consigue controlar el coche aunque no resiste la tentación y pone la mano en la pierna de ella.
La monja mira al cura y le dice: -Padre, recuerde el Salmo 129.
El cura retira rápidamente su mano y pide disculpas, pero sus ojos se resisten a dejar de mirar la pierna, por lo que, poco después, su mano salta de la palanca del cambio esta vez a la rodilla de la monja: - Padre, recuerde el salmo 129 - reitera la monja.
El cura, contrariado, retira la mano y trata de disculparse: - La carne es débil, hermana...
Llegan a su destino y ella mira al cura significativamente y le agradece el favor de haberla acercado a su destino. El cura prosigue su viaje y cuando llega a su destino corre a ver lo que dice el salmo 129.
Salmo 129: "Sigue adelante e inténtalo. Alcanzarás la gloria".
Conclusión: Esté informado al máximo sobre temas relacionados con su trabajo o se expone a perder grandes oportunidades.

Caso 3: Cómo reaccionar ante una situación desfavorable:

Un joven de la ciudad se fue al campo y le compró un burro a un viejo campesino por 100 Euros. El anciano acordó entregarle el animal al día siguiente, pero al día siguiente el campesino le dijo:
- Lo siento, hijo, pero tengo malas noticias. El burro murió.
- Bueno, entonces, devuélvame mi dinero.
- No puedo, lo he gastado ya.
- Bien, da igual, entrégueme el burro. - Y ¿para qué? ¿qué va a hacer con él?
- Lo voy a rifar.
- ¡Estás loco! ¿Cómo vas a rifar un burro muerto?
- Es que no voy a decir a nadie que está muerto, por supuesto.
Un mes después de este suceso se volvieron a encontrar el viejo vendedor y el joven comprador.
- ¿Qué pasó con el burro?
- Lo rifé. Vendí 500 papeletas a 2 euros y gané 998 euros.
- ¡¡¿Y nadie se quejó?!!
- Sólo el ganador, pero a él le devolví sus 2 euros.

Conclusión: Éste es un ejemplo de cómo convertir una situación desfavorable en un éxito.

CASO 4: Sobre la información correcta y veraz:

Un reo, condenado a cadena perpetua por asesinato premeditado y alevoso, se evade de la prisión después de pasar 22 años en la cárcel. Al huir entra en una casa en la que duerme una joven pareja. El reo ata al hombre en una silla y a la mujer en la cama.
A continuación acerca su rostro al cuello de la mujer y sale de la habitación. Arrastrando la silla, el hombre se acerca desesperadamente a su mujer y le dice:
- Mi amor, este hombre no ha visto una mujer en años. Le vi besando tu cuello y, aprovechando que ha salido, quiero pedirte que cooperes con él y hagas todo lo que te pida. Si quiere tener sexo contigo no lo rechaces y finge que te gusta. No le hagas enojar.
¡Nuestras vidas dependen de ello! Sé fuerte, mi vida; yo te amo.
La joven esposa le dice al marido:
- Querido, estoy complacida de que pienses así. Efectivamente, ese hombre no ha visto en muchos años una mujer, pero no estaba besando mi cuello. Estaba diciéndome al oído que tú le gustas y me quería saber si guardábamos la vaselina en el lavabo. ¡Sé fuerte, mi vida! ¡¡Yo también te amo!!
Conclusión:
No estar informado verazmente puede acarrear serios inconvenientes. La información pronta y exacta es fundamental para sortear con éxito el ataque de la competencia desleal y así evitar ingratas sorpresas.

CASO 5: Sobre los planes estratégicos:

Un muchacho entra en una farmacia y dice al farmacéutico: - Señor, déme un preservativo. Mi novia me ha invitado esta noche a cenar en su casa y está que se derrite por mí, así que esta noche pretendo calmarla.
El boticario le despacha el preservativo y cuando el joven va a salir, vuelve sobre sus pasos y dice:
- Será mejor que me dé usted otro preservativo porque la hermana de mi novia, que es un bombón, me hace unos cruces de piernas que le veo hasta las entrañas, y como voy a ir a cenar a su casa...
Toma el segundo preservativo, piensa un momento y...:
- Déme uno más porque la madre de mi chica, que está de muerte la señora, cuando no está mi novia delante, me hace unas insinuaciones que... y como voy a ir a cenar a su casa esta noche...
Llega la hora de la cena y el muchacho tiene a un lado a su novia, al otro a la hermana y enfrente la mamá de ambas.
En ese instante llega el padre, que se sienta al frente de la mesa.
El muchacho baja la cabeza y empieza a rezar: - Señor, te damos gracias por los alimentos... bendícenos a todos... y perdónanos si en algo te hemos ofendido...
Pasa un minuto y el chico sigue rezando: - ¡Gracias Señor! A los diez minutos de rezos y oraciones la novia le dice:
-No sabía que fueras tan religioso...
- ¡¡Ni yo que tu padre era el farmacéutico!!

Conclusión: No comente los planes estratégicos de la empresa a desconocidos porque la falta de confidencialidad le puede destruir su propia organización.
CASO 6: Quien habla último...:

Un vendedor, un empleado administrativo y el gerente caminan al almuerzo cuando encuentran una antigua lámpara de aceite.
La frotan y un Genio aparece envuelto en una nube de humo.
- Como generalmente otorgo tres deseos, les voy a dar uno a cada uno - dice el Genio.
- ¡A mi primero! ¡Yo primero! -porfía el empleado administrativo.
- Quiero estar de vacaciones en el Caribe Y ... Puf ... desaparece.
Sin salir de su asombro, el vendedor grita:
-Ahora a mi! ... Quiero estar en Hawai, descansando
en la playa con mi masajista personal, con una inagotable provisión de cerveza y con una top model. Y ... Puf ... desaparece.
- Bueno, ahora te toca a ti -le dice el Genio al gerente.
- Quiero que esos dos vuelvan a trabajar después del almuerzo -dice el gerente.

Conclusión: Siempre hay que dejar que el jefe hable el primero.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

AQUISIÇÕES AMBIENTALMENTE PREFERIVEIS


Green Purchasing – Compras Verdes -

Uma guia para Aquisições Ambientalmente Preferíveis

Nós não podemos associar muitas de nossas escolhas, como comprar uma xícara de café ou a escolha de um
hotel, com poluição ou problemas ambientais, mas há impactos ambientais relacionadas com as coisas que nós
compramos e usamos a cada dia.
"Compra Verde" é uma forma de usar o nosso poder como consumidores para beneficiar ao meio ambiente
consumindo produtos que tenham menor impacto ambiental. E como indivíduos, governos,
empresas, universidades, hospitais e outras instituições, devemos tomar nossas decisões de compra diária.
O que é uma compra ambientalmente preferível (verde)?
Aquisições Ambientalmente Preferíveis (EPP- Environmentally preferable procurement ), muitas vezes
referidas como "compras verdes", são a seleção positiva e aquisição de produtos e serviços que mais
efetivamente minimizam os impactos ambientais negativos ao longo do seu ciclo de vida de fabricação,
transporte, utilização e reciclagem ou eliminação. Exemplo de características ambientalmente
preferíveis inclui produtos e serviços que economizam energia e água, minimizam a geração de resíduos
e as emissões de poluentes, os produtos feitos de materiais reciclados e que podem ser reutilizados ou
reciclados; energia proveniente de fontes renováveis, como combustíveis biológicos, energia solar e
eólica; veículos movidos a combustíveis alternativos e produtos que utilizem alternativas aos produtos
químicos perigosos ou tóxicos, materiais radioativos e agentes biológicos.
Porque a compra verde é tão importante?

▲ Comprar ecologicamente ajuda a:

• Melhorar a segurança e a saúde dos nossos clientes, trabalhadores, nossa comunidade e da humanidade
em geral.
• Reduzir a poluição - Conservar os recursos naturais e energia
• Desenvolvimento de novos produtos mais ecológicos
• Estimular novos mercados para materiais reciclados e criar novos postos de trabalho
• Melhorar a percepção da gestão ambiental
• Proteger a missão de investigação
• Fornecer potenciais poupanças de custos
• Reduzir o passivo ambiental
• Cumprir as leis e regulamentos ambientais

▲Quais são os tipos de aquisições que precisam ser verdes?

Na realidade todas as aquisições deveriam ser verdes.
Em alguns países todas as aquisições de produtos e serviços feitos com recursos federais, estaduais ou municipais
devem ser verdes.
Os governos, e outras instituições de grande porte, como hospitais e universidades e as empresas podem ter uma
grande influência sobre a "ecologização" dos produtos e serviços.
Na América do Norte os 27% (vinte e sete por cento) de cada dólar gasto na economia norte-americana em 2002
(que é de U$S 3 trilhões ), um total de 11000000 milhões dólares norte-americanos, foi gasto pelos governos.
O governo canadense é o maior comprador individual do Canadá, gasta D$C 11.600.000.000 na compra dos
produtos e serviços a cada ano.
Você sabe quanto gasta no Brasil o governo federal nas suas compras, ou os governos de RJ e SP?
Poder de Compra do Estado BRASILEIRO
Fonte: www.e-strategiapublica.com.br
Compras Públicas no Brasil – 2.007 = R$ 767 bilhões
Estimativa do Volume de Compras Públicas Eletrônicas no Mundo
Países Desenvolvidos = US$ 380 Bi
Países em Desenvolvimento = US$ 102 Bi
Total =~ US$ 0,5 Trilhão
◊ BRASIL
Volume Compras Eletrônicas no Setor Público: R$ 61 bilhões
Volume Compras Eletrônicas no Setor Privado: R$ 374 bilhões
Por causa de sua influência significativa no mercado alguns governos têm estabelecido práticas de contratação
que apóiam as pequenas e medias empresas incorporando o Green Procurement em suas compras e atividades de
supply chain.... mas ainda é possível fazer mais!
◊ Para os governos,
Green Procurement pode ajudar a:
• reduzir os impactos negativos e indesejáveis no meio ambiente (como poluição dos rios ou deterioração da
qualidade do ar local);
• Apoiar as empresas que fornecem produtos e serviços que tenham menor impacto ambiental e estimular
iniciativas de produtos "verdes" inovadores
• Poupar parte da quantidade de dinheiro gasto com limpeza da poluição prevenindo em primeiro lugar;
• Enviar uma mensagem para os fabricantes e os prestadores de serviços para que os consumidores reconheçam
a seus esforços ambientais.
• Criar um efeito de cascata na demanda para produtos e serviços verdes
◊ Para as empresas privadas, Green Procurement pode ajudar a:
• Evitar os custos, eliminando ou reduzindo as taxas de gestão de resíduos ou materiais perigosos
(como o treinamento especial, manuseio e armazenamento), reduzindo tempo e custos para a comunicação
e evitando multas
• Economizar dinheiro através da conservação de energia, água, combustível
e outros recursos;
• Simplificar a observância dos regulamentos ambientais
• Demonstrar due diligence;
• Reduzir o risco de acidentes, reduzirem o passivo em segurança e saúde;
• Melhorar a imagem da marca
• Melhorar a saúde dos trabalhadores e das comunidades, através do cuidado do ar e água, evitando o uso de
sustâncias perigosas e a disposição de resíduos
• Aumentar o valor para o acionista.
________________________________________
Que produtos estão sujeitos a requisitos obrigatórios EPP e onde podemos encontrar informações adicionais sobre estes?

Nos Estados Unidos, que neste caso pode prestar como exemplo, os requisitos obrigatórios EPP estão listados
abaixo, juntamente com links para as informações dos mais recentes recursos.
◊ Veículos de combustível alternativo
http://www.afdc.doe.gov/
◊ Produtos Biológicos
http://www.ofee.gov/gp/bioprod.html
http://www.biobased.oce.usda.gov
◊ Produtos de energia eficiente
http://www.energystar.gov/products
◊ Produtos com conteúdo reciclado
EPA Orientação Global Procurement [(CPG) Itens]
http://www.epa.gov/cpg/index.htm
◊ Substâncias não destruidoras de ozônio.
http://www.epa.gov/ozone/snap/lists/index.html
◊ Produtos de Construção
http://www.epa.gov/cpg/products.htm construir #
◊ Paisagismo
http://www.epa.gov/cpg/products.htm terra #
◊ Acessórios para escritório
# http://www.epa.gov/cpg/products.htm não
◊ Papel e Produtos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm papel #
◊ Parque e Lazer Produtos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm parque #
◊ Produtos para Transporte
http://www.epa.gov/cpg/products.htm # trans
◊ Produtos para veículos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm # veí
◊ Diversos produtos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm # misc
◊ Uso Eficiente de Energia
http://www.ofee.gov/textonly/whats/energy.htm
As empresas se devem a seus clientes, os governos a seus cidadãos; e eles, como consumidores, num mundo cada
vez mais aberto e competitivo, tem a opção de escolher os melhores produtos que satisfaçam suas necessidades,
porém que a sua vez provenham de empresas socialmente responsáveis, que respeitem o meio ambiente, que
privilegiem as boas relações laborais, que cuidem de suas comunidades vizinhas. O que se denomina
“responsabilidade social empresarial” está hoje incorporada à economia de mercado justamente por ser uma
demanda dos consumidores, aos que devem as empresas sua subsistência.

Green Purchasing – Compras Verdes -

Una guía para Adquisiciones Ambientalmente Preferibles

Nosotros no podemos asociar muchas de nuestras elecciones, como comprar una taza de café o la elección de un
hotel, con la contaminación o problemas ambientales, pero hay muchos impactos ambientales relacionados con las
cosas que nosotros compramos y usamos cada día.
"Compra Verde" es una forma de usar nuestro poder como consumidores para beneficiar al medio ambiente
consumiendo productos que tengan un menor impacto ambiental. Y, así como individuos, gobiernos,
empresas, universidades, hospitales y otras instituciones, debemos tomar nuestras decisiones de compra diaria.
¿Qué es una compra ambientalmente preferible (verde)?
Las Adquisiciones Ambientalmente Preferibles (EPP- Environmentally preferable procurement ), muchas veces
referidas como "compras verdes", son la selección positiva y adquisición de productos y servicios que más
efectivamente minimizan los impactos ambientales negativos a lo largo de su ciclo de vida y fabricación,
transporte, utilización y reciclado o eliminación. Ejemplos de características ambientalmente
preferibles incluye productos y servicios que economizan energía y agua, minimizan la generación de residuos
y las emisiones de contaminantes, los productos hechos de materiales reciclados y que pueden ser reutilizados o
reciclados; energía proveniente de fuentes renovables, como combustibles biológicos, energía solar y
eólica; vehículos movidos a combustibles alternativos y productos que utilicen alternativas a los productos
químicos peligrosos o tóxicos, materiales radioactivos y agentes biológicos.
¿Porqué la compra verde es tan importante?
▲ Comprar ecológicamente ayuda a:
• Mejorar la seguridad y la salud de nuestros clientes, trabajadores, nuestra comunidad y de la humanidad
en general.
• Reducir la contaminación - Conservar los recursos naturales y la energía
• Desarrollo de nuevos productos más ecológicos
• Estimular nuevos mercados para materiales reciclados y crear nuevos puestos de trabajo
• Mejorar la percepción de la gestión ambiental
• Proteger la misión de investigación
• Suministrar potenciales ahorros de costos
• Reducir el pasivo medioambiental
• Cumplir con las leyes y reglamentos ambientales
▲¿Cuales son los tipos de adquisiciones que precisan ser verdes?
En realidad todas las adquisiciones deberían ser verdes.
En algunos países todas las adquisiciones de productos y servicios efectuadas con recursos federales, estaduales
o municipales deben ser verdes.
Los gobiernos, y otras instituciones de gran porte, como hospitales y universidades y las empresas pueden tener
una gran influencia sobre la "ecologización" de los productos y servicios.
En América del Norte el 27% ( veintisiete por ciento) de cada dólar gastado en la economía norteamericana en 2002
(que es de U$S 3 trillones ), un total de 11000000 millones de dólares norteamericanos, fue gastado por los
gobiernos.
El gobierno canadiense es el mayor comprador individual de Canadá, gasta D$C 11600000000 en la compra
de productos y servicios cada año.
¿Usted sabe cuánto gasta en Brasil el gobierno federal en sus compras, o los gobiernos de RJ y SP?
Estamos frente a una gran oportunidad de mejora…
◊ Poder de Compra do Estado BRASILEIRO
Fonte: www.e-strategiapublica.com.br
Compras Públicas en Brasil – 2.007 = R$ 767 billones
Estimativa do Volumen de Compras Públicas Electrónicas en el Mundo
Países Desarrollados = US$ 380 Bi
Países en Desarrollo = US$ 102 Bi
Total =~ US$ 0,5 Trillón
◊ BRASIL
Volumen de Compras Electrónicas en el Sector Público: R$ 61 billones
Volumen de Compras Electrónicas en el Sector Privado: R$ 374 billones
Por causa de su influencia significativa en el mercado algunos gobiernos en el mundo han establecido prácticas de contratación
que apoyan a las pequeñas y medianas empresas incorporando el Green Procurement en sus compras y actividades
de supply chain.... pero aún es posible hacer más!
◊ Para los gobiernos,
Green Procurement puede ayudar a:
• reducir los impactos negativos e indeseables en el medio ambiente (como contaminación de los ríos o
deterioro de la calidad del aire local);
• Apoyar a las empresas que suministran productos y servicios que para que tengan un menor impacto ambiental
y estimular iniciativas de productos "verdes" innovadores
• Ahorrar parte de la cantidad de dinero gastado con la limpieza de la contaminación previniendo en primer lugar;
• Enviar un mensaje para los fabricantes y los prestadores de servicios para que los consumidores reconozcan
sus esfuerzos ambientales.
• Crear un efecto cascada en la demanda para productos y servicios verdes
◊ Para las empresas privadas, Green Procurement puede ayudar a:
• Reducir los costos, eliminando o reduciendo las tasas de gestión de residuos o materiales peligrosos
(cómo el entrenamiento especial, manoseo y almacenamiento), reduciendo tiempo y costos para la comunicación
y evitando multas
• Economizar dinero a través de la conservación de energía, agua, combustible
y otros recursos;
• Simplificar el cumplimiento de los reglamentos ambientales
• Demostrar due diligence;
• Reducir el riesgo de accidentes, reducir el pasivo en seguridad y salud;
• Mejorar la imagen de la marca
• Mejorar la salud de los trabajadores y de las comunidades, a través del cuidado del aire y el agua, evitando el uso de
substancias peligrosas y la generación de residuos
• Aumentar el valor para el accionista.
________________________________________
Que productos están sujetos a requisitos obligatorios EPP y donde podemos encontrar informaciones adicionales
sobre ellos?
En los Estados Unidos, que en este caso pueden servir como ejemplo, los requisitos obligatorios EPP están listados
abajo, juntamente con links para las informaciones de los más recientes recursos.
◊ Vehículos de combustible alternativo
http://www.afdc.doe.gov/
◊ Productos Biológicos
http://www.ofee.gov/gp/bioprod.html
http://www.biobased.oce.usda.gov
◊ Productos de energía eficiente
http://www.energystar.gov/products
◊ Productos con contenido reciclado
EPA Orientação Global Procurement [(CPG) Itens]
http://www.epa.gov/cpg/index.htm
◊ Substancias no destructoras de ozono.
http://www.epa.gov/ozone/snap/lists/index.html
◊ Productos de Construcción
http://www.epa.gov/cpg/products.htm construir #
◊ Paisajismo
http://www.epa.gov/cpg/products.htm terra #
◊ Accesorios para escritorio
# http://www.epa.gov/cpg/products.htm não
◊ Papel y Productos de papel
http://www.epa.gov/cpg/products.htm papel #
◊ Parque y recreo Productos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm parque #
◊ Productos para Transporte
http://www.epa.gov/cpg/products.htm # trans
◊ Productos para vehículos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm # veí
◊ Diversos productos
http://www.epa.gov/cpg/products.htm # misc
◊ Uso Eficiente de Energía
http://www.ofee.gov/textonly/whats/energy.htm
Las empresas se deben a sus clientes, los gobiernos a sus ciudadanos; y ellos, como consumidores, en un mundo cada
vez más abierto y competitivo, tienen la opción de escoger los mejores productos que satisfagan sus necesidades,
pero que a su vez provengan de empresas socialmente responsables, que respeten el medio ambiente, que
privilegien las buenas relaciones laborales, que cuiden de sus comunidades vecinas. Lo que se denomina
“responsabilidad social empresarial” está hoy incorporada a la economía de mercado justamente por ser una
demanda de los consumidores, a los que deben las empresas su subsistencia.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

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