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segunda-feira, 18 de abril de 2011

TRADUÇÃO


Tradutores na nuvem
Fonte: “Traductivo” “el traductor productivo” - España.


Quem poderia pensar que estar nas nuvens é produtivo?



Sendo mais precisos, deveríamos dizer a nuvem. Sim, essa grande massa branca ou cinza que percorre os céus, agora também compartilha sua forma lingüística com um novo conceito na vida de muitos profissionais da tradução.
Resulta ademais curioso. Minha mãe me dizia algumas vezes que estava nas nuvens. Meu pai que tinha muitos castelos de areia. Agora a sociedade trabalha em edifícios de vidro (sílice, areia) e quer chegar às nuvens.
Seja como seja, é necessário pensar nos aspectos positivos deste novo serviço para os tradutores. A produtividade seguramente se verá também melhorada. Embora a primeira vista o termo nuvem possa resultar fosco, se trata de algo simples: o software e nossos arquivos já não só estarão em nosso computador.
As vantagens para o tradutor, a miúdo viageiro incansável e algumas vezes temporário nos mapas, são inumeráveis. Após o esforço de entender o conceito, chega o proveito.
Apreciemos alguns exemplos de boas aplicações que se integram em nosso trabalho. Existem muitas mais. Não é o objetivo de este artigo fazer uma analise e enumerar todas as ferramentas. Simplesmente desejo despertar a curiosidade.

Wordfast Anywhere

Wordfast é uma ferramenta bem conhecida na profissão. De algum jeito significou a democratização das ferramentas e aproximou as ferramentas TAC a muitos tradutores, tanto por sua simplicidade como pelo preço.
Wordfast tem ademais uma versão Wordfast Anywhere que supõe um claro exemplo do conceito de tradução na nuvem, é dizer, sem dispor do software em nosso computador. O tradutor pode dispor dum software específico em línea, que ademais neste caso é de graça. Como costuma acontecer nestes casos, há que ser cuidadosos com os temas de privacidade e confidencialidade do material que subimos a essa nuvem.

Google Translator Toolkit
Este é outro claro exemplo da tendência. Google se caracteriza por sua habilidade para fazer simples o complexo. Nesta nuvem, qualquer tradutor também pode tirar proveito.

Outros

Muitas empresas de tradução têm desenvolvido outras aplicações similares. Outros concorrentes em tecnologia para tradutores também possuem ferramentas similares. Em realidade, se trata de una tendência que fará a vida de alguns tradutores algo mais singela.

Vantagens

Não é necessário instalar nem desinstalar nenhum software.
Evita colapsos no rendimento do PC. Traduzir costuma implicar o uso de varias ferramentas ao mesmo tempo.
Costumam ter uma interface de usuário intuitiva e padrão.
Qualquer PC serve para trabalhar.
Qualquer Mac também.
O tradutor reutiliza o material de outros tradutores em tempo real mediante a TM no servidor.
Garante-se maior coerência em projetos com muitos tradutores.
A terminologia se integra facilmente.
E por suposto… Podemos trabalhar desde qualquer local.


FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día

fútbol: 16 claves para redactar mejor

En las noticias deportivas es frecuente el empleo inapropiado de términos o expresiones españolas y el abuso de extranjerismos. A continuación se muestran algunas recomendaciones para evitar, en la medida de lo posible, estos malos usos en las informaciones sobre fútbol.

1. Es más adecuado emplear concentración de pretemporada o etapa de preparación que stage.

2. Se debe decir los onces iniciales y no los once iniciales, pues los cardinales presentan variación de número y adoptan el plural que les corresponde.

3. El término mediapunta se escribe en una sola palabra cuando designa a un jugador de fútbol; sin embargo, si se refiere a la posición se escribe separado: media punta.

4. La palabra córner (plural córneres) se escribe con tilde por ser llana, acabada en consonante distinta de -n o –s. Convive con las expresiones saque de esquina o tiro de esquina.

5. La grafía correcta es penalti (en plural, penaltis) y no penalty (su forma en inglés); tampoco son correctos los plurales penalties ni penaltys.

6. La españolización de la expresión inglesa goal average es golaveraje. Se recomienda emplear diferencia (o promedio) de goles, de puntos o de tantos.

7. Derbi es la adaptación gráfica de la voz inglesa derby. No debe olvidarse la existencia de los equivalentes clásico y superclásico.

8. El empleo del adjetivo posesivo en lugar del determinante es un uso del francés y del inglés que conviene evitar. Por tanto, lo adecuado sería decir: «Se lesionó en la pierna derecha» y no «... en su pierna derecha»

9. Es incorrecto suprimir el artículo en la expresión por la banda derecha/izquierda.

10. Con los verbos perder y ganar, cuando se refieren a la diferencia en el resultado de un deporte, la preposición que se debe usar es por y no de.

11. Que un equipo gane con autoridad no significa que sea autoritario

12. Para designar la cualidad de favorito no debe emplearse el término favoritismo, que se refiere a 'un trato de favor injusto que recibe alguien en perjuicio de otro'.

13. Hay que distinguir virtual campeón, que es alguien que aún no es campeón pero podría llegar a serlo, de campeón virtual, alguien que no es real.

14. No es lo mismo conseguir un triplete que ser tricampeón. Si un equipo gana tres competiciones distintas habrá conseguido un triplete y si gana tres veces una misma competición se podrá hablar de él como tricampeón.

15. Es aconsejable que se emplee mejor jugador, jugador mejor valorado, jugador más valioso, etc. y no la sigla MVP (most valuable placer).

16. Tanto tiempo de descuento como tiempo añadido son expresiones válidas ya que se añaden unos minutos que antes se habían descontado.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

ADIOS AL AMIGO...






Fallece el traductor Martínez-Lage

Recibió el Premio Nacional de Traducción en 2008 por su obra 'Vida de Samuel Johnson'
EL PAÍS 15/04/2011




El traductor Miguel Martínez-Lage ha fallecido en Almería a los 50 años. Martínez-Lage cursó estudios de Filología Hispánica en la Universidad de Navarra y en la Autónoma de Madrid, fue asesor y crítico literario, y ha traducido, entre otros, a Martin Amis, Auden, Beckett, Bellow, Brenan, Coetzee, Conrad, DeLillo, Hemingway, Henry James, Orwell, Poe, Pound, Steiner, Steinbeck, Stevenson, Evelyn Waugh, Eudora Welty y Virginia Woolf.
Martínez-Lage recibió el Premio Nacional de Traducción en 2008 por su obra Vida de Samuel Johnson, de James Boswell (Acantilado). Según dijo el traductor en una entrevista publicada en la revista La Casa de los Malfenti: "Lo mejor de mi cosecha de 2007, aunque eso va quedando lejos, por más que sea un libro para toda la vida. En cambio, lo mejor que ha salido de mis bodegas en 2008 es ¡Absalón, Absalón! (Belacqva) y, tal vez, Ágape se paga, de William Gaddis (Sexto Piso)".

TRADUÇÃO






Ferramentas de tradução assistida por computador
(TAC ou CAT [computer aided translation]).

Como seu nome o indica, as ferramentas TAC, ou CAT em inglês, são programas que assistem ao tradutor, porém não fazem o trabalho por ele. Neste último tempo, se tem feito tão indispensáveis para o tradutor como o computador mesmo.
São programas capazes de processar um texto guardando em tempo real as orações, ou segmentos, que o profissional vai traduzindo na medida em que trabalha. Estes programas guardam esses segmentos num arquivo aparte, denominado "memória de tradução" ou TM (translation memory). Estas ferramentas se podem usar para traduzir textos em todos os idiomas, pois funcionam com todos os caracteres.

As vantagens que oferecem ao tradutor e ao cliente são muitas.
Rapidez, pois a memória pode se usar para guardar termos específicos e não esquecer-los nem ter que procurar-los em glossários aparte.
Rentabilidade, já que também permitem obter rapidamente as traduções dos segmentos processados com anterioridade, segmentos que se denominam coincidências totais ou aos 100% (full match).
Outra vantagem é que, se um segmento se repete várias vezes num projeto (por exemplo, um título), o tradutor só deve traduzir-lo uma vez; estes segmentos se denominam repetições (repetitions).
Por último, também existem as coincidências parciais (fuzzy match), que são segmentos que possuem certa similitude com segmentos existentes na memória.
Os programas de tradução assistida por computador permitem criar e administrar umas bases de dados chamadas memórias de tradução nas quais se vão armazenando as traduções que fazemos, de maneira que se no futuro, por exemplo, nos torna a sair num texto uma frase idêntica a outra que já traduzimos, a tradução correspondente se recupera automaticamente da memória e, pelo tanto, não temos que traduzir de novo o parágrafo desde zero. Porém não faz falta que a frase seja idêntica: se estamos traduzindo um segmento que coincide em parte com algum segmento da memória, a tradução correspondente também aparece de forma automática, embora neste caso, ao não dar-se uma coincidência total, deveremos adaptar aquelas partes da frase que sejam novas e não coincidentes com a tradução guardada na memória.



E ainda no caso de que uma frase seja totalmente nova e não exista na memória nenhuma parecida, podemos utilizar a memória como base de dados terminológica para consultar certos termos e, desta maneira, traduzir-los sempre da mesma forma para manter a coerência dentro dum mesmo texto e com outras traduções anteriores.
Por certo, é importante não confundir a tradução assistida por computador com a tradução automática; a primeira segue sendo obra duma pessoa embora se utilize um software de memórias de tradução, em tanto que a segunda é obra duma máquina.
QUE VANTAGENS TÊM OS PROGRAMAS TAC?
Há tradutores que defende a capa e espada a teoria de que é perfeitamente factível viver da tradução sem utilizar programas TAC. Em efeito, é possível, porém isso depende em grande medida do tipo de textos que se traduza. Aos que se dedicam, por exemplo, à tradução literária, um programa de tradução assistida não lhes serve de nada; em troca, para os que traduzimos principalmente textos técnicos, médicos, jurídicos ou econômicos (em definitiva, textos repetitivos, com umas estruturas gramaticais e um estilo de redação muito similares ou com terminologia e fraseologia especializadas e recorrentes), este tipo de software é uma ajuda inestimável para não ter que traduzir duas vezes uma mesma frase que sempre se repete em certo tipo de documentos, assim como para manter a coerência terminológica. Se um tradutor se dedica à tradução especializada de alguma disciplina, me parece quase imprescindível usar programas TAC, tanto para poupar tempo como para manter e melhorar a qualidade lingüística, terminológica e estilística dos trabalhos. Pensemos, por exemplo, na tradução dumas contas anuais ou do relatório anual dum fundo de investimento, documentos que sempre tem a mesma macroestrutura, os mesmos apartados, o mesmo tipo de dados, o mesmo jargão. Não seria uma autentica chateza ter que traduzir o mesmo desde zero uma e outra vez cada vez que se chega um documento desse tipo a nossas mãos? Ou imaginemos a atualização dum manual de instruções que traduzimos o ano passado. Não seria um autentico pepino ter que recuperar essa tradução antiga para reciclar mediante “copia e pega” as frases que foram idênticas? Em ambos os casos, não seria um pesadelo ter que reler as traduções anteriores para lembrar-nos de como traduzimos tal ou qual termo? Se não gostaram da possibilidade de que aconteça isso com vocês, são candidatos idôneos ao uso de ferramentas TAC.






QUE PROGRAMAS TAC EXISTEM E QUANTO VALEM?
A variedade de programas de tradução assistida por computador é bastante ampla. Alguns dos mais conhecidos são Trados, Wordfast, Transit, SDLX, Déjà Vu, Meta Texis, (todos eles pagos) ou OmegaT (gratuito). Inclusive há sistemas específicos de localização de software, como Passolo, Alchemy Catalyst e CatsCradle.
Alguns programas, como Wordfast e as versões de Trados anteriores a SDL Trados Studio 2009, funcionam em combinação com Microsoft Word, embora Trados também conte com um programa de edição chamado TagEditor que permite traduzir textos de outros formatos, como Excel ou HTML. Outros programas, como as demais ferramentas mencionadas e a versão mais recente de Trados (SDL Trados Studio 2010), tem uma interfase própria que integra a memória de tradução, o texto que se está traduzindo e a base de dados terminológica, em vez de ter que utilizar programas independentes, como é o caso do pacote Trados.
O grande “porém” destas ferramentas é que são bastante caras e, por tanto, muito pouco accessíveis para aqueles que começam e costumam contar com poucos recursos econômicos para investir em sua atividade profissional. Para ter uma idéia, Wordfast Classic, que é um dos programas comerciais mais accessíveis, custa 350 euros, entanto que SDL Trados Studio 2010 ronda os 800-900 euros.
QUE PROGRAMA TAC ESCOLHER?
A este respeito existe certa dicotomia entre as preferências pessoais dos tradutores e as preferências dos clientes e do mercado, ou dito de outra forma, entre o que os tradutores preferem utilizar e o que o mercado e a demanda impõe.
A ferramenta TAC mais estendida e demandada pelos clientes é, sem duvida, Trados, porém não sempre é a preferida pelos tradutores. Embora, como tenho comentado mais acima, a versão mais recente é SDL Trados Studio 2010, ainda segue estando muito estendido o uso de versões anteriores. De fato, eu utilizo SDL Trados 2007 e, até a data, nenhum cliente me tem pedido que utilize a versão 2010. Se, ainda sendo a ferramenta mais popular, não gostam de Trados, sempre se pode usar Wordfast, que é plenamente compatível com aquela, ou empregar o padrão TMX (Translation Memory eXchange) para trocar memórias de tradução entre diferentes sistemas TAC. Tudo depende das vossas circunstâncias pessoais e de se preferem sucumbir às exigências do mercado com tal de não se complicar a vida ou, pelo contrário, escolher o programa que mais agrade a vocês bem que isso implique fazer certas maravilhas para poder satisfazer as demandas dos clientes.


Mas antes de se decidir a adquirir um ou outro programa, recomendo que leiam este útil e detalhado artigo do blog “Tecnologías y traducción”:
“Que roupa “visto”? “10 conselhos para adquirir uma ferramenta TAC”
por Laura em 10-11-2010
A mesma dúvida que nos pode assaltar (ao menos a mim com bastante freqüência) diante dos guarda-roupas, pode surgir quando nos enfrentamos à aquisição de software para nosso trabalho, e mais em concreto, quando nos pranteamos comprar um sistema de memória de tradução, sistema de tradução assistida ou ferramenta TAC, ou TEnT (Translation Environment Tool), como lhe gosta chamar-las a Jost Zetzsche.
Não se trata duma decisão trivial e deveremos tomar algo de tempo se queremos acertar com nossa escolha: não é diferente de comprar um carro, uma câmara de fotos ou uma máquina lava roupa. Podemos atuar por impulso, depois de ver uma barbada irresistível, ou trás meditar profundamente as possibilidades que nos oferece o mercado. Assim, pois, a intenção deste artigo não é recomendar uma ou outra, senão dar dez pautas de reflexão que nos possam ajudar a tomar a decisão correta. Vamos lá:
Necessidade. Está certo que necessita uma ferramenta destas características?
Se bem é certo que nas universidades se forma aos futuros tradutores neste tipo de ferramentas, que existe certa pressão do mercado e que as campanhas de marketing são cada vez mais agressivas, o retorno do investimento não sempre está garantido. Dependerá do tipo de textos que traduzamos, do seu grau de “repetibilidade” ou densidade terminológica, assim como se vamos trabalhar sempre com os mesmos clientes, que nos mandarão traduções com regularidade. Assim, pois, examina teus temas de especialidade, teus clientes, os preços das ferramentas e tuas tarifas e averigua se poderás tornar rentável a ferramenta a meio/longo prazo (aproximadamente um ano).
Obrigação. Tens alguma pressão por parte de algum cliente ou agência?
Em ocasiões são os próprios clientes os que nos “obrigam” a utilizar uma ferramenta ou outra, já que seus processos e os dados com os quais trabalham estão num formato determinado. Não obstante, há opções para converter arquivos de formatos proprietários a formatos livres ou a outros formatos proprietários. Por exemplo, nesta página se explica como trabalhar em Déjà Vu com arquivos de SDL Trados (até a versão 2007), ademais de conter outros muitos truques interessantes.



Preço. Quanto queres/podes gastar?
Trata-se de outra questão fundamental que deveremos prantear-nos. Não é o mesmo desembolsar 800 euros por licença que 150. Há uma grande variedade de preços, dependendo de produtos e versões. Prepara uma pequena comparativa, por exemplo, numa folha de cálculo, e comparam ademais dos preços as funcionalidades básicas. Às vezes o barato sai caro e outras vezes resultam ser uma pechincha. A base para acertar é comparar de maneira equitativa. Tem em conta que há ademais diversos descontos, por temporada, por novos produtos, por pertencer a associações, estudar num máster, fazer um curso determinado etc. Informa-te, pergunta a teus colegas e em caso de dúvida pergunta diretamente ao fornecedor. Ademais, existem alternativas completamente gratuitas como OmegaT ou as versões para tradutores de Across Personal Edition, Similis Freelance e MemoQ 4Free. Por outro lado, começa a se implantar com força o modelo de “tradução na nuvem”, é dizer, o software de tradução como serviço pelo que se paga uma licença temporal e ao que normalmente se acessa através de Internet. Sobre isto escreverei uma entrada proximamente, porque é um tema que dá para um artigo inteiro.
Funcionalidade. Que faz que uma ferramenta seja especial?
Embora basicamente todas as ferramentas tenham as mesmas funcionalidades, algumas possuem esse elemento diferenciador que pode te poupar muito tempo e dores de cabeça. Por exemplo, o AutoSuggest de SDL Trados Studio 2009, o auto-ensamblado de Déjà Vu X ou a possibilidade de ordenar por freqüência os segmentos em MemoQ. Assim mesmo, não todas as aplicações têm a mesma qualidade: o alinha-dor ou o sistema de gestão terminológica podem ser determinantes num projeto. Pensa qual pode te resultar mais útil ou inclusive fundamental para teu trabalho.
Formatos. Poderei traduzir arquivos InDesign?
Por fim temos encontrado uma ferramenta que se ajusta a nosso orçamento e que cumpre com nossos requisitos básicos! Porém, se não pode processar o formato no qual nos chegarão a maioria dos arquivos, não temos adiantado nada. Olha em que formatos podem processar a ferramenta, se exige conversão a formatos de intercâmbio ou pode processar-los diretamente, se necessita a aplicação original para poder processar-los, se permite criar planilhas de definição de esquema a partir de arquivos XML, se permite trocar a configuração para diferentes tipos de arquivo (por exemplo: se pomos eliminar as notas do palestrante em arquivos Power Point, se pomos marcar como traduzíveis ou não traduzíveis determinados atributos em HTML etc.). Em caso de duvida, pergunta ao fornecedor, é seu trabalho contestar este tipo de dúvidas.


Portabilidade. Funcionará em meu Mac?
A maioria das ferramentas deste tipo só funciona com o sistema operativo Windows, sendo as opções para outros sistemas como Mac ou Linux bastante reduzido. Se desejares trabalhar em algum destes dos outros dois sistemas, terás que estudar que ferramentas existem no mercado (por exemplo, OmegaT e Wordfast são de múltipla plataforma) e se satisfaz tuas necessidades. Em caso contrário terás que acudir a um sistema de emulação para poder instalar e trabalhar com os programas desenhados para Windows, ou trocar de computador. Analisa se vale a pena ou se vai a estar todo o dia no emulador, porque então igual acabas sendo mais produtivo com outro SC.
Compatibilidade. E se depois quero trocar de ferramenta?
É possível que compremos uma ferramenta sem haver pensado muito nos aspectos que temos comentado, ou que se o temos feito, mas a nova versão dessa ferramenta contenha funcionalidades que não gostamos. Por isso é fundamental assegurarmos de que podem exportar e importar a/ e desde formatos padrão. Conservar nossos dados terminológicos (em TBX), as memórias de tradução (em TMX), as regras de segmentação (em SRX), e incluso os arquivos (em XLIFF) é de vital importância se queremos reutilizar-los.
Usabilidade. É simples de utilizar?
Esta provavelmente seja uma das perguntas mais difíceis de responder. Embora basicamente dependa de cada usuário e da experiência que tenha, todos temos essa sensação que nos indica se a ferramenta nos parece fácil ou não. Aconselho-te que baixes a demo do programa (hoje em dia praticamente todos os fornecedores oferecem uma) e tenta traduzir um simples documento com o programa, sem consultar a ajuda ou fazer-lo o menos possível. Como foi? Depois podes ver nestes vídeos se o tem feito bem, se tem complicado a vida em demasia ou se realmente foi tão singelo como parecia. Ademais da “facilidade” a usabilidade pode incluir aspectos tão variados como se a interface se encontra em nosso idioma, se existe documentação e se ela está em nosso idioma, etc. Assim mesmo, e não obstante este seria outro ponto (então já não seriam 10 :), provavelmente para você seja importante que haja formação ou que o fornecedor a ofereça para ajudar-te a dar os primeiros passos com a ferramenta. Consulta a web do fabricante ou pergunta em universidades, associações, empresas ou centros de formação se oferecem este tipo de cursos.






Comunidade. Que utilizam outros colegas?
Pergunta a teus colegas de profissão, seguro que eles poderão te dar sua opinião e inclusive ensinar-te a ferramenta que utilizam. Assim mesmo, a través da Internet podes acessar a multidão de recursos onde encontrarás opiniões de usuários e inclusive poderás perguntar: listas de correio eletrônico, twitter, artigos em blogs com seus comentários, foros… Por exemplo, uma forma de averiguar se a ferramenta causa ou não problemas é realizar uma busca na qual combines o nome da ferramenta e a palavra “erro”. Te surpreenderás dos resultados. Podes obter mais informação de onde procurar nas entradas anteriores.
Serviço técnico. E se não funciona?
Last but not least (finalmente, porém não por isso menos importante), o famoso serviço técnico. Fundamental seja qual seja a ferramenta, pois segundo a lei de Murphy, «Se algo pode sair mal, sairá mal», e nunca saberemos quando nos pode deixar fora (no pior dos casos, cinco minutos antes duma entrega). Averigua através dos recursos comentados no ponto anterior se o serviço técnico responde bem e, sobre tudo, RAPIDAMENTE. Assim mesmo, pergunta se a aquisição da licença inclui o suporte técnico ou é um serviço pago. Ademais do serviço técnico oficial há listas de correio como as de Déjà Vu, MemoQ, SDL Trados ou Transit onde a comunidade servirá de serviço técnico. Comprova se a ferramenta escolhida tem também uma.
Pois bem, até aqui o “decálogo” para escolher uma ferramenta TAC… E vocês, que consideram ao tomar uma decisão assim?
Quebras tanto tua cabeça ou atuas por impulso?

CONCLUSÃO
Em resumo: os programas de tradução assistida por computador me parecem quase imprescindíveis para os tradutores de textos especializados de tipo técnico, econômico, jurídico, médico, etc., e embora é um investimento considerável, posso assegurar que se paga rapidamente e que redunda numa melhor qualidade de nosso trabalho e num aumento da produtividade.

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día

blog, bloguero y bloguear, términos válidos en español

El término blog, así como sus derivados bloguero, bloguear o blogosfera, son válidos en español y por ello se recomienda escribirlos en redonda, esto es, sin comillas ni cursiva.

Los diccionarios académicos consideran blog como un término extranjero y, frente a él, optan por defender bitácora, cuaderno de bitácora o ciberbitácora, pero el uso ha asentado el sustantivo blog en nuestra lengua.

Su plural se forma añadiendo -s (blogs), igual que sucede con otras palabras terminadas en consonante distinta de -l, -r, -n, -d, -z, -j, -s, -x, -ch como cómics, esnobs o cracs.

Además, se han instalado en el español derivados como bloguero (persona que escribe en un blog), bloguear (acción de escribir en un blog) o blogosfera (término que hace referencia al conjunto de los blogs) que proceden, a su vez, de adaptaciones empleadas en inglés: blogger, blogging y blogosphere, respectivamente.

Por ello, son correctas frases como: «Desde Nueva York actualiza periódicamente su blog»; «Baréin puso en libertad a un conocido bloguero pero detuvo a varias personas»; «El derecho le fue reconocido en 2006, cuando llegó a España huyendo por bloguear sus ideas contra el islam»; «Mucho se está hablando en la blogosfera sobre la situación que vive el país nipón tras la alarma nuclear».

quinta-feira, 14 de abril de 2011

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día

ley antiburka, no ley anti-burka

En las informaciones sobre la ley francesa que prohíbe el uso del velo integral se observa que el nombre de esta disposición se escribe de diversas formas: «La ley "anti-burka" de Sarkozy agita el debate del laicismo», «La ley ‘anti burka’ ha entrado en vigor después de un periodo de seis meses», «Kenza Drider, la mujer que desafía la ley anti-burka en Francia».

La expresión ley antiburka debe escribirse en redonda y con minúsculas iniciales, ya que no es el nombre oficial de la ley, y con el prefijo anti- unido al sustantivo burka.

Por ello, en los ejemplos anteriores lo adecuado hubiera sido: «La ley antiburka de Sarkozy agita el debate del laicismo», «La ley antiburka ha entrado en vigor después de un periodo de seis meses», «Kenza Drider, la mujer que desafía la ley antiburka en Francia».

Aunque los medios de comunicación están utilizando la expresión ley antiburka, esta ley hace referencia a la prohibición del velo integral en Francia, por lo que no solo afecta al burka, velo que cubre toda la cabeza a excepción de una rejilla en los ojos, sino también al nicab, que solo deja al descubierto los ojos.

2da. recomendación del día

minúsculas después de cifras
En las oraciones que comienzan con un número hay que tener en cuenta que la palabra que sigue a la cifra no abre la frase y, por tanto, debe escribirse en minúsculas.

Así, en lugar de: «100 Muertos en Libia por represión a manifestantes» o «15 000 Personas piden la caída del régimen bareiní en el funeral de las víctimas» habría sido más adecuado escribir: «100 muertos en Libia por represión a manifestantes» o «15 000 personas piden la caída del régimen bareiní en el funeral de las víctimas».

quarta-feira, 13 de abril de 2011

LOS VERICUETOS DEL IDIOMA ESPAÑOL





Aprenda tertulianés

En Radio o TV proclaman con gran solemnidad las mayores obviedades gracias al idioma que hablan: el tertulianés
ANTONIO BURGOS
Día 13/04/2011

COMO hay un Lenguaje Progre, del que Mario Flores ha publicado un diccionario con su traducción castellana, existe también en España otro idioma que da muchísimo prestigio social: el tertulianés. Como el francés, el inglés o el portugués, el tertulianés es una lengua con sus propias normas, su vocabulario y su gramática. A mí me gustaría una enormidad hablar tertulianés, pero aún no soy capaz. Estoy tratando de aprenderlo. He buscado inútilmente un manual de «Tertulianés para Provincianos» o algo así, un Método Assimil del tertulianés, pero no existe. Lástima, porque yo quisiera ir por ahí por las radios y las televisiones, como tantos, ganándome unos jornales muy curiosos como «analista político», profesión que, como los duros antiguos, «es la cosa más graciosa que en mi vida he visto yo». La vez primera que escuché lo de «analista político», yo sabía lo que era un analista: un señor con una bata blanca que está en su laboratorio haciendo análisis de sangre y de orina. Y sabía lo que era la política. Y como soy un cateto de provincias, me creí que un analista político era un señor que se dedicaba a sacarle los lípidos al poder y los triglicéridos a la oposición, y que le hacía a España un hemograma completo.

Pero no. Los analistas políticos son unos señores que en las tertulias de Radio o TV proclaman con gran solemnidad las mayores obviedades y chorradas, gracias al idioma que hablan: el tertulianés. Ya digo que he tratado de aprenderlo en los libros, pero me he tenido que conformar con pegar el oído e ir anotando sus frases más comunes. Por ello puedo ofrecerles este breve prontuario, algo así como un «Aprenda tertulianés en 10 días». Basta para ello que antes de decir una obviedad con mucha solemnidad, antepongan un remoquete, característico de la lengua tertuliana. He aquí un mínimo repertorio de frases que no dicen absolutamente nada, pero que a estos tíos les quedan del carajo:

«Hasta donde yo sé».

«Visto lo visto».

«A día de hoy».

«Dicho lo cual».

«Más pronto que tarde».

«Hay que contemplar dos escenarios».

«Esa opción no se compadece con...».

«Estamos hablando de...».

«Es un tema de mucho calado».

«Es un asunto de largo recorrido».

«Va a ser que no».

«Es por ello que».

«Según las fuentes que manejo».

«Depende de la deriva que tome».

«Hay que ponerlo blanco sobre negro».

«Con la que está cayendo».


Con estos remoquetes absolutamente no significantes, bien administrados, puede usted autoconstruirse un perfecto discurso y romper a hablar en correctísimo tertulianés. Por ejemplo: «A día de hoy y hasta donde yo sé, falta ponerlo blanco sobre negro, pero es un asunto de mucho calado que va a tener un largo recorrido, y es por ello que depende de la deriva que tome, ya que según las fuentes que manejo y con la que está cayendo, creo que va a ser que no».Ah, bueno, y si al final de todo hace un descenso a Arniches o a la Verbena de la Paloma, queda ya cumbre. En perfecto tertulianés, esas camelancias de las solemnes obviedades conviene rematarlas con un castizo:
«Macho, que te han pillao con el carrito del helao».

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...