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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

LEGIBILIDAD

legibilidad.
1. f. Cualidad de lo que es legible.
Real Academia Española © Todos los derechos reservados

"La legibilidad es el conjunto de características tipográficas y lingüísticas del texto escrito que permiten leerlo y comprenderlo con facilidad."

En español sólo existe un vocablo, “legibilidad”, para traducir dos términos ingleses, “readability” y “legibility”. Aunque en realidad estos términos son sinónimos, el uso les ha asignado significados diferentes. “Legibility” se ha usado para referirse más a los aspectos tipográficos y viso-espaciales del texto.
En cambio “readability” tiene más que ver con su estructura lingüística, esto con el número y tipo de palabras que usa y la forma en que las combina para formas frases y párrafos. En lengua española el término “legibilidad” ha sido empleado para traducir “legibility”, y ha triunfado en el mundo del diseño gráfico.
Para expresar el término “readability” se ha acudido a otros términos rebuscados como “lecturabilidad”, “perspicuidad” o excesivamente genéricos como “comprensibilidad”. Este portal opta por el término “legibilidad” para referirse a ambos aspectos.
Para este portal, “legibility” debe traducirse por “legibilidad tipográfica”, y “readability”, por “legibilidad lingüística”.
El análisis de legibilidad de textos escritos es una forma de análisis de contenido que utiliza fórmulas matemáticas para evaluar la dificultad de lectura y comprensión de un texto.
Se ha desarrollado fundamentalmente para la lengua inglesa, y es un producto típico de la cultura norteamericana del siglo XX.
En general, la mayoría de las fórmulas de legibilidad parten de la hipótesis de que un texto es tanto más fácil de leer cuanto más cortas son las palabras y frases que utiliza.

Bibliografia
http://www.legibilidad.com/home/acercade.html [continua]

QUALIDADE, TRADUÇÃO E REVISÃO











DICAS

Qualquer atividade que realizemos nos converte em produtores dum bem ou serviço.
A qualidade não significa nada se não tem relação com alguma atividade.
A qualidade é uma ferramenta básica para uma propriedade inerente de qualquer coisa que permite que esta seja comparada com qualquer outra da mesma espécie.
A palavra qualidade tem múltiplos significados.
De forma básica, se refere ao conjunto de propriedades inerentes a um objeto que lhe conferem capacidade para satisfazer necessidades implícitas ou explícitas.
Por outro lado, a qualidade dum produto ou serviço é a percepção que o cliente tem do mesmo, é uma fixação mental do consumidor que assume conformidade com dito produto ou serviço e a capacidade do mesmo para satisfazer suas necessidades.
Por tanto, deve se definir no contexto que se esteja considerando, por exemplo, a qualidade do correio, do serviço do INSS, do produto, de vida, etc.
Dito isto, agora vamos ao nosso negocio

CONCEITO MODERNO DA QUALIDADE
Qualidade é o grau em que um produto satisfaz as expectativas do consumidor.
A qualidade não custa, o que custa é fazer as coisas sem qualidade.
A qualidade se constrói, é normalmente o resultado dum processo que desenvolvemos e não a da verificação final do produto.
As pessoas estão condicionadas a pensar que o erro é inevitável; por tanto, não só o aceitam senão que o estão aguardando.
Não nos molesta cometer uns quantos erros em nosso trabalho; é de humanos errarem... Todos têm os próprios padrões em sua vida profissional e acadêmica, nossos próprios pontos nos quais os erros começam a nos incomodar. Não mantemos os mesmos padrões em nossa vida pessoal.
De fazê-lo, deveríamos aceitar que nos enganem de vez em quando ao cobrar nosso salário, deveríamos esperar que as enfermeiras das maternidades deixassem cair uma porcentagem de recém nascidos…, que os médicos receitem os medicamentos errados...
Nós como indivíduos não toleramos essas coisas.
Trabalhamos com um padrão dual, um para nós e outro para nosso trabalho.
A maior parte do erro humano é causada pela falta de atenção e não pela falta de conhecimentos; se cria a falta de atenção quando acreditamos que o erro é inevitável.
Se pensarmos nisto com cuidado, e nos comprometermos com nós mesmos a fazer um esforço consciente e constante por fazer nosso trabalho corretamente desde a primeira vez, haverá dado um passo gigantesco na eliminação do erro.
A qualidade por tanto não custa, o que custa é fazer as coisas sem qualidade.

QUALIDADE EM TRADUÇÃO (*)
Na década de 70 se intensifica a tendência da busca da qualidade da tradução e dos sistemas para sua ponderação como conseqüência de 3 fatores fundamentais: 1) o volume da tradução não literária experimenta um crescimento vertiginoso, 2) o desenvolvimento da tradução como ciência e 3) o desenvolvimento dos meios de comunicação (origem do incremento dos intercâmbios) que resultam numa maior relevância da tradução.
Hoje em dia, quase todas as teorias da tradução tem seu ponto de mira na definição da qualidade, à que se acrescenta um novo fator <> (Investigar a eficácia da comunicação) (Hordelin y Brunette 1998:12).
Daí que a necessidade de revisar os princípios gerais e parâmetros tenha sua origem, por uma parte, nestes novos objetivos: a busca da qualidade e a eficácia da comunicação e, por outra, no fato de que a maioria das traduções costuma ser de textos especializados ou pragmáticos, que se caracterizam por seu objetivo utilitário.
Para determinar os critérios nos que se baseia uma boa tradução partiremos, por tanto, da relatividade do conceito da qualidade na tradução e do fato de que a tradução constitui um ato de comunicação.
Além disso, é evidente que existe uma vinculação direta entre a correção e a revisão de traduções, já que para traduzir é imprescindível saber redigir.
Daí que, em determinados aspetos e salvando as diferenças, a tradução e a redação se regem por critérios comuns, pois o objetivo comum é a comunicação, é dizer a transmissão eficaz duma mensagem.
Tradicionalmente a comunicação escrita se tem identificado com a escritura literária porque não se considerava o fator comunicativo. Por esse motivo, o único aspecto que abordavam os manuais de redação era o lingüístico, limitando-se ao tratamento da ortografia, a gramática e o estilo. Embora, o conceito de redação profissional troca todas as teorias da comunicação, ao destacar estas a importância da “legibilidade” e a importância dos textos.
Como resultado desta evolução se começam a utilizar e ponderar novos critérios como a compreensão, memorização e percepção da mensagem pelo destinatário, que refletem a importância que se outorga à comunicação. Como tão acertadamente afirmam Horguelin e Brunette (1998: 13) <> (temos passado de saber escrever a saber comunicar).
Se a correção já não pode se limitar à verificação da qualidade lingüística do texto, também não deve se fazer na revisão das traduções pois, em ambos casos haverá de se considerar se o texto em questão é apto ou não para a consecução duma comunicação eficaz.

A NORMA E O USO DA LÍNGUA COMO CRITÉRIO DA QUALIDADE
A norma e uso da língua são conceitos chave na revisão.
A função do revisor é sumamente delicada nesse sentido, posto que deve evitar confundir a norma com sua norma ou da do revisado/a, em suma, evitar enfrentamentos pelo uso de idioletos (*).
(*) Um idioleto (AOS 1945: idioleto) é uma variação de uma língua única a um indivíduo. São manifestadas por padrões de escolha de palavras e gramática, ou palavras, frases ou metáforas que são únicas desse indivíduo. Cada indivíduo tem um idioleto; o arranjo de palavras e frases é único, não significando que o indivíduo utiliza palavras específicas que ninguém mais usa. Um idioleto pode evoluir facilmente para um ecoleto - uma variação de dialeto específica a uma família de indivíduos.
Por uma parte o revisor deve se erigir em guardiã da língua. Por outra se lhe exige que responda às expectativas dos usuários e do iniciador da tradução, os quais em inúmeras oportunidades não compartilham conceitos comuns sobre o “uso correto da língua”.
Esta noção volta a situar-nos fronte a duas tendências opostas: a dos teóricos e gramáticos, os quais regulam mediante normas o uso da língua, e a de aqueles para os quais o único critério valido é o uso da língua que fazem os falantes.
Para não abundar no dilema norma/uso recorreremos à noção de “níveis de língua”.
Não se trata de procurar critérios absolutos de qualidade no uso da língua senão de assumir que pode haver tantas normas como níveis sociolingüísticos e situações comunicativas existam.

A BUSCA DUM MÉTODO OBJETIVO PARA DETERMINAR A QUALIDADE DA TRADUÇÃO
Os primeiros intentos para achar um método objetivo para determinar a qualidade do texto de chegada aparecem com as teorias da tradução. Neste sentido, o aporte de Darbelnet foi sumamente relevante para o planteio das bases teóricas da revisão, embora não abordou de forma direta o tema central de nosso estudo.
Darbelnet propos cinco critérios para garantir uma boa tradução
1: a transmissão exata da mensagem do TO (texto de origem)
2: a consideração das normas gramaticais vigentes
3: a elaboração duma tradução idiomática
4: a conservação do mesmo tono do TO (equivalência estilística)
5: a plena inteligibilidade do TL para o leitor da CL (adaptação cultural)
Embora, os parâmetros expostos por este autor não satisfizeram às expectativas de aqueles que pretendiam racionalizar a revisão e dispor de critérios quantificáveis que garantiram a objetividade ao determinar a qualidade do TL. Agora bem, temos de observar que em quanto tratamos de medir ou quantificar a qualidade da tradução abandonamos o âmbito da revisão para entrar no da avaliação.
Considerando que estas duas práticas apresentam características comuns, como a busca da qualidade e a dos elementos necessários para poder apreciá-la, a seguir faremos um breve repasso das modalidades de avaliação e de sua evolução.
Por outro lado, dado que existe um estreito vínculo entre redação e tradução, consideramos oportuno mencionar os esforços feitos para sistematizar a avaliação de textos originais e ponderar sua eficácia comunicativa, dado que esta última está centrada no destinatário do texto, se trate dum TO ou dum TL.

A BUSCA DA OBJETIVIDADE
Desde a antiguidade, são muitos os tradutores e estudiosos da tradução que tentaram definir em que consiste uma boa tradução. (Cf. Tytler: 1994 e Veja: 1994).
Embora, os primeiros intentos que contaram com certo consenso, nesse sentido, se produzem a partir do momento em que se institucionaliza a tradução.
Esta institucionalização, devida ao incremento das relações internacionais no âmbito institucional, tecnológico e empresarial, entre outros fatores, se refletiu numa crescente demanda de traduções especializadas. Daí que, como conseqüência do aumento de volume das traduções, surgira à necessidade de contar com métodos mais explícitos para avaliá-las e determinar sua qualidade.
Independentemente do termo que utilizemos para nos referir a estes métodos, cuja principal finalidade é emitir um juízo de valor e ponderar a qualidade da tradução, todos se caracterizam por certa subjetividade.
De acordo com Maier (2000: 137) isto não significa que a conceição de procedimentos avaliativos mais apropriados implique o desenvolvimento de novas técnicas quantitativas, senão explorar as atitudes, expectativas e definições individuais de qualidade e valor sobre as que se baseiam os critérios.
Para ilustrar a evolução dos critérios em tradução, mencionaremos brevemente o contexto em que aparecem duas obras representativas sobre o tema da qualidade. A primeira são as atas do terceiro congresso da Federação Internacional de Tradutores (FIT) celebrado em 1959 (Quality in Translation) e publicadas em 1963 por Cary y Jumpelt. A segunda é Translations and Quality editada por Christina Schaffner e publicada em 1998.
Um dos primeiros enfoques coletivos em torno ao tema da qualidade em tradução se produz em 1959, com motivo do terceiro congresso da FIT sobre Qualidade em Tradução. Numa consulta realizada antes da celebração do congresso, uma das perguntas formuladas aos participantes no mesmo foi: que entendiam por qualidade em tradução literária ( Cary e Jumpelt. 1963: 49). As respostas foram das mais diversas, dado que havia mais de cem congressistas. Como já comentou House ( 1997: 1-2), nas referidas respostas, se relacionava a qualidade com aspetos como a personalidade do autor, o tradutor ou a audiência. Também se afirmou que uma boa tradução é aquela que ao ler não o parece.
Por outra parte, se bem se perguntava só pela qualidade com relação à tradução literária, o questionário sugeria que a percepção era diferente quando se tratava de outro tipo de tradução, tal e como indica Maier (2000: 139).
De fato, segundo se desprende das numerosas propostas sobre tradução técnica e cientifica, assim como dos comentários dos assistentes, o conceito de qualidade neste âmbito estava mais matizado e era menos subjetivo que o mostrado pelas respostas ao questionário. É mais, as observações deste segundo grupo de tradutores aludiam à qualidade em numerosos aspetos (formação do tradutor, melhora das condições de trabalho dos profissionais, terminologia, etc.), cuja importância foi em aumento desde então.

CONCLUSÃO E APLICAÇÃO À REVISÃO
Se pode considerar que o precursor da busca de critérios ponderáveis para avaliar a qualidade da busca de critérios ponderáveis para avaliar a qualidade da tradução foi Jean Darbelnet ao enunciar nos anos setenta os princípios gerais para a qualidade da tradução.
As propostas para avaliar a qualidade da tradução mediante a fragmentação do texto em segmentos (unidades de tradução, unidades de sentido, unidades de análise) não lograram se impuser na revisão devido a: 1) a dificuldade prática que acarreta sua aplicação e 2) que a unidade de tradução é o texto completo como ato de comunicação.
Quando o texto se considera como unidade de tradução, surgem determinadas propostas de métodos globais de avaliação baseadas em tipologias textuais. As classificações dos textos em categorias não proporcionaram à revisão de traduções instrumentos objetiva para medir a qualidade do TL, mas pôs em relevo a importância de sua finalidade como texto independente.
Os trabalhos realizados no marco da teoria da comunicação, em especial os relacionados com a eficácia da comunicação, proporcionam um novo elemento de avaliação: a legibilidade. Este critério, agregado aos critérios lingüísticos tradicionais enriquece e amplia a função do revisor, como destinatário virtual ou fictício no processo da comunicação.
Finalmente, na busca de critérios objetivos para avaliar a qualidade da tradução, de acordo com Horguelin e Brunette (1998: 30), parece que estamos assistindo a uma inversão da balança. Num princípio a revisão de traduções foi baseada em parâmetros gerais e de caráter teórico. A continuação se tentou sistematizar a revisão mediante um sistema ponderável: a planilha de avaliação baseada na aplicação destes mesmos critérios. Na atualidade se aceita a idéia de utilizar critérios não quantificáveis numericamente (o qual não implica que se trate de critérios subjetivos) baseados na primazia do destinatário e na função ou finalidade da tradução.

(*): O presente artigo se baseia na tese doutoral de Silvia Parra Galiano –
Universidad de Granada – Facultad de Traducción e Interpretación. “ La revisión de traducciones en la traductología” “ Aproximación a la práctica de la revisión en el ámbito profesional, mediante el estudio de casos y propuestas de investigación”



EL BUEN USO DE LA LENGUA






El buen uso de la lengua, escudo del periodismo para defender la verdad

Cuanto mejor maneja el lenguaje un periodista mejor será entendido.
26 de noviembre de 2013 - http://www.lamarea.com/2013/11/26/periodismo-y-lenguaje/

MADRID// “Abro el periódico encontrándome con la noticia del día: las encuestas darían como ganador a Gómez. Solamente recordar que tendrían que haberlo cesado hace un mes y ahora será Presidente. Su único mérito es que tiene dos másters: uno en Economía y otro en ADE. Aunque todos sabemos que le regalaron sendos títulos. Y es muy posible que a su mujer la den un cargo menor. Ahora estamos a expensas de lo que digan esta tarde en la rueda de prensa que darán en Moncloa”.

El párrafo anterior es un ejemplo ficticio que contiene diez de los errores lingüísticos más comunes que se cometen en el periodismo actual. Lo más preocupante no es que, esporádicamente, se pueda incurrir en alguno sino que, por hacerlo de manera habitual, no se sepan reconocer, al menos, ocho de ellos. Y, aunque pueda sonar tremendista, un manejo deficiente del lenguaje puede dejarnos sin herramientas para identificar cuándo nos intentan engañar algunos políticos mediante su discurso o para comprender la realidad que nos rodea.

O incluso puede acarrear consecuencias más graves. Lev Vygotski, un psicólogo de finales del siglo XIX que fundó la teoría de la psicología histórico-cultural y fue precursor de la neuropsicología rusa, reveló que la relación entre el pensamiento y el lenguaje es recíproca. Es decir, que de la misma forma que los niños descubren el lenguaje una vez han aprendido a pensar, el crecimiento intelectual del niño depende de los medios sociales del pensamiento (o sea, de la lengua).

Vygotski también descubrió que es en la adolescencia cuando el ser humano comienza a desarrollar pensamientos abstractos. Y el entorno social en el que se mueve es el que debe proporcionarle las herramientas necesarias para que pueda desplegarlos. De lo contrario, según afirmaba el psicólogo ruso, ”su pensamiento no logrará alcanzar los estadios superiores o lo hará con mucho retraso”. O lo que es lo mismo: la palabra (fundamental en la formación de conceptos) que le llega al individuo desde el entorno social en la adolescencia determinará su capacidad para elaborar razonamientos complejos en el futuro.

Las redes sociales, los medios digitales, la televisión, la radio y, en menor medida, la prensa, forman parte de ese contexto del que se nutren tanto el adolescente como los amigos o familiares con los que se va a relacionar. Es decir que, en parte, del buen o mal manejo que se haga del lenguaje en los medios de comunicación, y su consecuente influencia en la sociedad, dependerán las habilidades intelectuales de los ciudadanos.

Según explica Pilar Fernández, doctora en Filología Hispánica y profesora de Lengua en la universidad CEU San Pablo, los alumnos cada vez leen menos periódicos, ya sea en formato impreso o digital, aunque mantienen el vínculo con los medios audiovisuales, especialmente con la televisión. “Últimamente he detectado varios errores en los faldones de los informativos. Uno de los que más me llamó la atención era sobre una noticia económica. Hablaba de que la bolsa había subido ‘entorno’ al 4%. Al día siguiente se lo conté a mis alumnos escandalizada y a ninguno le llamó la atención, no les parecía tan grave”.

Gerundios de posterioridad -”abro el periódico encontrándome con…”-, condicionales de rumor -”las encuestas darían como ganador a…”- o escribir con mayúscula nombres comunes como papa, rey o presidente son algunos de los errores que desde la Fundación de Español Urgente, Fundéu, han percibido como los más habituales. Pero, tal y como señala el subdirector de esta organización, Javier Lascurain, también es frecuente el uso recurrente de construcciones erróneas que se ponen de moda. Como, por ejemplo, la eliminación de los artículos (“la rueda de prensa que darán en Moncloa.”).

Del mismo modo, existen otros usos que contribuyen a empobrecer el español. Es el caso de los anglicismos (palabras provenientes del inglés como online) o el abuso de determinados verbos o adjetivos en lugar de utilizar también sus sinónimos. Lascurain cuenta que, últimamente, está de moda el verbo “arrancar”. “Hay palabras que son como especies invasoras y que, sin estar necesariamente mal, arrasan con otras que se encuentran en su mismo campo semántico. Hoy en día, por ejemplo, todo arranca. Arranca el curso escolar, arranca el partido, arranca la declaración de los detenidos, que parece que los están torturando… Y el abuso de este verbo elimina el uso de otras expresiones como ‘empezar’, ‘comenzar’ o ‘dar inicio’. No es exactamente incorrecto, aunque ‘arrancar’ tiene un matiz propio, pero sí que empobrece el lenguaje”.

Cuestionan a la Real Academia

La misión del Instituto Cervantes consiste en promocionar y enseñar la lengua española y las lenguas cooficiales de España para poder así difundir la cultura de los hispanohablantes. Por su parte, la Fundéu tiene como objetivo colaborar para promover el buen uso del español, especialmente en los medios de comunicación. Pero sin una institución de la que emanen las normas sobre las que se tiene que basar este buen uso del español su labor podría devenir, si no en imposible, sí en una tarea más complicada de llevar a cabo.

El catedrático de la Real Academia de la Lengua, Salvador Gutiérrez, que actualmente ostenta la silla S, explica que la función de la RAE consiste en ”preocuparse por el estudio del español y establecer normas relacionadas con la gramática y con el léxico”. Dado que el lenguaje hablado va cambiando a diario por el uso que de él hacen los hablantes, esta institución “adecua las normas al idioma, para que sea uniforme, y elabora una ortografía sistemática y más acorde con la pronunciación”. Es decir que, tanto respecto al significado de las palabras como a los usos gramaticales, va por detrás del lenguaje. Es únicamente en la ortografía donde los académicos establecen las normas que consideran que son mejores para la escritura, más coherentes.

Sin embargo, en los últimos años, ha habido una polémica recurrente cuando se debate sobre si se deberían tildar o no el adverbio “solo” y los demostrativos “este”, “ese” o “aquel”. Gutiérrez explica que ya desde 1959 la Academia dejó de ponerle tilde a estas palabras, aunque “nunca ha impuesto que se elimine, sino que permite no ponerla”. De hecho, la única variación que ha habido desde entonces es que “antes era obligatorio tildarlas cuando había riesgo de ambigüedad y ahora no, ya que los casos en los que puede haber peligro de confusión entre ‘solo’ adjetivo y ‘solo’ adverbio son casi inexistentes”.

Si bien Javier Lascurain es consciente de que hay opiniones muy diversas al respecto, tiene claro que escribir correctamente supone escribir como lo marca la Academia. “Los cambios gustan poco porque, muchas veces, uno piensa que lo que aprendió es lo único bueno, lo único que sirve. Como dice un amigo mío que también trabaja en la Fundéu, todos los españoles llevamos dentro un seleccionador de fútbol y un académico de la Lengua frustrados”.

El periodista como referente

Línea de crédito en condiciones ventajosas en lugar de rescate, ajustes en lugar de recortes o ejecución hipotecaria en lugar de desahucio. Si los periodistas en particular (porque son quienes acercan la realidad a los lectores) y los ciudadanos en general no manejan el lenguaje, pueden terminar por aceptar como válidos los intentos de manipular la realidad por parte de quienes tienen el poder.

Y aunque descifrar el mensaje interesado de las fuentes ha sido, tradicionalmente, una de las misiones del periodista, el jefe del departamento de Ordenación Académica de la Dirección Académica del Instituto Cervantes, Álvaro García Santa-Cecilia, considera que “actualmente se ve un uso deliberado del lenguaje por parte de ciertas instituciones de poder, ya sean políticas, financieras o empresas multinacionales. Incluso tienen trabajando para ellos a especialistas en comunicación, cuya labor es la de transmitir a los ciudadanos un mensaje que genere adhesión y evite suscitar rechazo”.

Tanto García Santa-Cecilia como Lascurain consideran que, en este sentido, la labor de los periodistas es fundamental. Santa-Cecilia ve al informador como “un intermediario entre el lenguaje deliberadamente manipulado y el lector, para que pueda acceder a la realidad de la manera más franca posible y que sea él quien decida si ese contenido le parece positivo o no”. Por su parte, Lascurain destaca que esta labor es “uno de los problemas más graves a los que tiene que enfrentarse el periodista. Por falta de tiempo o de conocimiento lingüístico o sobre la materia, corre el riesgo de comprar esas expresiones y transmitirlas tal cual, por lo que al final hace lo contrario a su labor, que es contar la realidad para que su lector la entienda en su verdadera dimensión. Este es uno de los retos más importantes de los periodistas, y el conocimiento profundo del idioma es una de las condiciones para que eso no pase”.

Es decir que, para poder evitar una manipulación intencionada, los profesionales de la información deben manejar bien el idioma. A esto hay que añadirle su capacidad de influencia en la sociedad. Tal y como señala Salvador Gutiérrez, “existe una tendencia a tomar como referencia a quienes nos hablan a través de un periódico, de una radio o de un libro. Los periodistas tienen una mayor responsabilidad sobre el uso del lenguaje porque sus palabras tienen también una mayor repercusión social”.

Una postura con la que coincide Javier Lascurain, quien añade que “cuanto mejor maneje el lenguaje un periodista mejor se entenderá su mensaje. Los medios de comunicación han sido un referente tradicional para la evolución de la lengua. Los ciudadanos aprenden o se familiarizan con ella a través de los medios. Un mal uso del lenguaje por su parte puede calar fácilmente en la sociedad. Creo que siguen teniendo ese papel de, por decirlo de algún modo, maestros del idioma, a pesar de la creciente influencia de las redes sociales”.

Desde el punto de vista del ejercicio periodístico, Lascurain afirma que la labor del profesional de la información “no se limita a contar cosas sino que lo relevante es saber qué cosas se cuentan y para qué”. Una relación, la del pensamiento, el lenguaje y la manera en que se accede a la realidad, que ya definió Platón en el siglo IV antes de Cristo: “La forma en que estamos obligados a conducir las conversaciones influirá de manera decisiva en las ideas que podamos expresar convenientemente. Y las ideas que sea conveniente expresar se convertirán en contenido importante de la cultura”.



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LA LENGUA VIVA







La oculta significación de las palabras
Amando de Miguel en Libertad Digital - España


Por muy bien construido que esté el diccionario de la RAE, no hay forma de convenir la oculta y cambiante significación de muchas palabras. Tampoco nos sirve del todo el sabelotodo Google (¿o es la Google?). Hay que apelar a la tradición, a las leyendas etimológicas, a las impresiones personales, a los recuerdos familiares. Cuenta también el azar, el capricho. Una vez más, cualquiera puede opinar sobre la propiedad del lenguaje. Acaso por eso los gramáticos y filólogos empleen términos tan rebuscados. Es algo que hacen todos los profesionales, incluidos los fontaneros. De esa forma ponen una útil distancia respecto de los profanos.

Lydia Vignau me envía un interesante artículo sobre el misterio del signo que nosotros llamamos arroba (@). En cada país recibe un nombre diferente que no es traducción sino invención. Mi opinión es que no hay tal misterio por el origen. Se trata de una abreviatura de los documentos mercantiles medievales para indicar el precio a tanto por unidad. En algunas máquinas de escribir y, desde luego, en las cajas de las imprentas figuraba ese signo. Se utilizaba en ciertos estados o tablas contables. (Por cierto, de ahí viene la voz estadística, no del Estado nacional). Desde luego, en España tradicionalmente no se llamaba arroba. Ignoro por qué se le puso esa simpática etiqueta, una vez que entró en el uso de la comunicación informática. De paso podríamos haber traducido el anglicismo mail por mala, una equivalencia que cuenta con precedentes antiguos. Más conocido es el hecho que señala doña Lydia: un científico, Ray Tomlinson, en 1971, recurrió a ese símbolo poco utilizado entonces para etiquetar los correos electrónicos. Seguramente es hoy el símbolo gráfico más universal. Solo me quejo de que, al utilizarlo en la dirección de los correos electrónicos, se eliminen las tildes. Lo lamento por mi amigo Úrculo.

Agustín Fuentes me aclara técnicamente el curioso nombre de bomberos que reciben los funcionarios encargados de apagar los incendios y otros sucesos que producen alarma. En efecto, históricamente su primera función más novedosa fue la de manejar las bombas hidráulicas para dar presión al agua que salía por las mangueras. Pero hay mil clases de bombas (aparte de las que explotan o explosionan), que don Agustín conoce al dedillo. Por otra parte, los bomberos acuden a apagar incendios y a otras mil incidencias terribles. Por eso los bomberos son los funcionarios de mayor prestigio. Lo siento por los abogados del Estado. Aun así, sigo diciendo que los bomberos deberían recibir una etiqueta profesional más realista. Para seguir con la moda de las siglas y las etiquetas trinitarias podrían ser expertos en eventos catastróficos (EEC) o bien brigadas de sucesos desastrosos (BCD). Una cosa que llama la atención es el uniforme de los bomberos, un diseño entre teatral y futurista. Me parece sumamente injusta la expresión "tener ideas de bombero" para indicar torpeza y falta de ingenio. Las ideas que tienen los bomberos muchas veces salvan vidas con el riesgo de perder las suyas. Mi vecino del chalé de abajo es bombero y escultor. Sus esculturas son notabilísimas.

Se abusa demasiado de la calificación de virgen que se concede a algunos aceites envasados. Se supone que son producto de la primera prensada de la aceituna. Juan Díaz López-Canti me da a conocer un informe de la Organización de Consumidores (OCU) en el que se analizan 40 marcas comerciales de aceite virgen. De ellas hay nueve que no solo carecen de virginidad sino que se desaconseja su uso. Hay dos (Maeva y Olilán) que no son aptas para el consumo. Me pregunto si esas marcas fraudulentas tributan a Hacienda como cada quisque. Habrá que recordar la famosa exclamación de Enrique Jardiel Poncela. "Pero ¿hubo alguna vez once mil vírgenes?". No se tome como irreverencia.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE



ciberlunes, mejor que Cyber Monday

Recomendación urgente del día
El término ciberlunes, en una sola palabra y en minúscula, es adecuado en español para referirse a lo que en inglés se llama Cyber Monday, una jornada en la que los comerciantes de Estados Unidos y otros países lanzan ofertas y promociones para aumentar las ventas por internet.

En las noticias sobre esta jornada, que suele celebrarse el primer lunes después del Día de Acción de Gracias, puede verse vacilación en cuanto al uso de los nombres español e inglés, así como en la forma de escribirlos: «La web se llena de ofertas para un nuevo Cyber Monday», «Primer Cybermonday en Argentina» o «Los Cyberlunes, la opción perfecta para comprar los regalos de Navidad», en las que lo apropiado habría sido escribir ciberlunes.

En el caso del llamado Black Friday, el día que comienza la temporada de compras navideñas en los Estados Unidos, inmediatamente después del Día de Acción de Gracias, la adaptación apropiada es “viernes negro” , con las iniciales en minúscula y entrecomillada, para distinguir esa expresión de aquellas otras que incorporan el término negro con otros sentidos, la mayoría de carácter trágico o negativo.

Ver también trimestre negro y día negro, sin comillas ni cursiva.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

VICIOS E INCORRECCIONES







Vicios e incorrecciones deterioran el idioma Prensa Libre - Guatemala
Es común escuchar a personas quejarse de que alguien es mal hablado, sin saber que ellas también pueden serlo si se dejan contaminar por una plaga que se ha expandido más que la roya, y es la serie de incorrecciones y vicios lingüísticos que se propagan por diferentes vías.


Modernidad, incultura y tolerancia normativa se confabulan contra nuestra lengua.
Periodistas, locutores, comentaristas, políticos, catedráticos y hablantes en general suelen contribuir a multiplicar palabras o frases que, en lugar de sonar elegantes, empobrecen la lengua.

Oído y repetido

Después de haber escuchado en la radio a un reportero que informe sobre “lo que es un accidente...”, Carmen va a la tienda y pide “lo que es una galleta”, y cuando llega a su casa les dice a sus hijos que pronto preparará“lo que es la comida”.

Quien transmitió la noticia, sin proponérselo, acaba de infectar a Carmen —y quién sabe a cuántos oyentes más— de un virus lingüístico que pronto se propagará y repetirán otros hablantes.

Este virus, conocido como “loqueísmo”, consiste “en el uso innecesario, vicioso y repetido de la construcción lo que delante del verbo ser”. Según la Fundación del Español Urgente (Fundéu), que colabora con el buen uso del español en los medios de comunicación y en internet, es una muletilla que “nada dice, nada significa, nada aclara y nada agrega al sentido del mensaje que se desea transmitir”.

Para evitar sonar como vendedor en camioneta, lo aconsejable es evitar usar la frase “lo que es”, antes de que terminemos por “enloquecer”.

Accesar

En lugar de entrar o ingresar en su casa, muchas personas prefieren accesar a ella, lo mismo que a su página de internet o a su cuenta bancaria, cuando lo correcto es “ingresar en”.

Otra incorrección es el socorrido aperturar, con lo que ya no se abre una cuenta bancaria, sino se apertura, y no tardarán en aperturar las puertas.

Según el Diccionario Panhispánico de Dudas, tanto accesar como aperturar deben sustituirse por “ingresar” o “acceder”, para el primer caso, y “abrir”, para el segundo.

Estos y otros términos son extranjerismos adaptados al español en forma corrupta, cuando existen formas que dicen exactamente lo mismo. Su uso es válido solo si el objeto que nombran no tiene un correspondiente en nuestro idioma, y si terminan por imponerse, la Real Academia Española se encargará de normar su uso.

Verbos asesinos

Alberto Gómez Font, director del Instituto Cervantes de Rabat, Marruecos, señala de “asesinos” a los verbos realizar, iniciar y finalizar, que han desplazado a otros que “tienen tanto derecho a la vida como ellos”.

Para un hablante perezoso, igual se realiza una fiesta que un homenaje, una conferencia de prensa o un taller, pero si consulta un diccionario especializado en verbos podrá usar para esas acciones, en su orden, celebrar, rendir, ofrecer e impartir.

La Fundéu aconseja como sustitutos de realizar: “ejecutar, llevar a cabo, efectuar, plasmar, desarrollar”, entre otros.

También hay una invasión del verbo iniciar, pese a que existen amables sustitutos como comenzar, empezar, principiar, inaugurar, abrir, entablar, emprender o arrancar.

Al comodín finalizar lo pueden reemplazar los verbos terminar, acabar, concluir, consumar, rematar, extinguir, finiquitar, prescribir, liquidar, cerrar, sellar o vencer, según el contexto, claro está.

¿Y el artículo?

Carmen vuelve a sintonizar las noticias y escucha que hubo un accidente en puente Belice, que un acto se celebrará en Casa Presidencial y que alguien murió en carretera al Pacífico. Quizá el locutor cree que al suprimir el artículo se oye elegante o ceremonioso. Nada más alejado de la realidad. El artículo es necesario para personas, lugares u objetos únicos: el puente Belice, la Casa Presidencial y la carretera al Pacífico. No hay más.

¿Pasó de moda la ortografía?
En redes sociales es común leer mensajes como “penc que no ivas a llegar a mi fiesta tkmm”, o pintas en el muro de un edificio que denuncian que un personaje es “corunto” y “drogadinto”, sin mencionar la cantidad de rótulos en negocios con errores garrafales.
El habla escrita es tan importante como la oral, pero muchas personas, sobre todo jóvenes, cuando se les hace ver un error responden: “Lo importante es que me entendiste”, pues no saben que una falta de ortografía no solo muestra una deficiente educación, sino que puede distorsionar un mensaje.
Si la ortografía ya no es importante, imaginemos que Jaime Viñals alcance la sima y no la “cima”, o que un sacerdote cace a los novios y no que los “case”. Estos ejemplos pueden pasar por meras exageraciones y se puede afirmar que el sentido común ayuda a comprender lo que se buscaba afirmar, pero no siempre sucede así.
Ese desconocimiento o indiferencia se le achaca al sistema educativo, que ha dejado de lado las exigencias en esta y otras materias, y también a la tecnología y aplicaciones como mensajes cortos por celular y redes sociales.
En estos medios es más evidente la avalancha de aberraciones, autoría tanto de jóvenes como de adultos, lo que hace pensar que escribir correctamente es cuestión de actitud, pues esos dispositivos ofrecen las herramientas necesarias para no cometer errores.
Expertos afirman que la ortografía es un hábito que debe cultivarse, y para ello el remedio infalible es la lectura, sobre todo de obras clásicas. Además, existen diccionarios como el de la Real Academia (DRAE) y Panhispánico de Dudas, así como la Ortografía de la Lengua Española —los tres en www.rae.es—, uno de sinónimos y antónimos —www.wordreference.com/sinonimos/practicar— o preguntar a www.fundeu.es/consultas/ o www.bcrae.es/, que es una biblioteca de la RAE.

DESLICES SINTÁCTICOS
Hay que decirlo bien
Construcciones erróneas se difunden a veces con la intención de sonar mejor, de prolongar o resaltar las frases.
ACONSEJABLE ... PERO MUCHA GENTE DICE
Primer partido que juega con su equipo - Juega su primer partido de debut
Le practicó la autopsia - Le practicó la autopsia al cadáver
Llevaba a su bebé - Llevaba a su bebé de meses
Relató, entre lágrimas... (o llorando) - Relató, con lágrimas en los ojos...
Elegir o escoger para un cargo - Nominar
El proyecto quedó inconcluso - El proyecto quedó en el abandono
Para participar, ingrese en la página... - Para participar, accese a la página...
Duodécimo o decimoquinto lugar - Doceavo o quinceavo lugar...
Un evento público - Un evento para público en general
Hubo muchas personas - Hubieron muchas personas
Hoy hará frío - Hoy va a estar bien frío
Habrá juegos, rifas y diversión - Habrán juegos, rifas y mucha diversión
Viaje con gastos pagados - Viaje con todos los gastos pagados
Me duele el estómago - Me duele la boca del estómago
A usted lo conozco - A usted lo miro conocido
Murió en su vivienda - Murió en el interior de su vivienda
Un hombre o una mujer - Persona de sexo masculino o femenino
Atacado con arma de fuego - Atacado con proyectil de arma de fuego
Intercambiaron disparos - Se enfrentaron a balazos

Errores sintácticos
Dequeístas y dequefóbicos
En “Me dijeron de que vendrían” o “Asegura de que es inocente” resalta el error conocido como “dequeísmo”, que consiste en el uso innecesario de la preposición “de” entre el verbo y la conjunción “que”. Lo correcto es “Me dijeron que...” y “asegura que”.
Por huir del dequeísmo se suele caer en lo que Fernando Ávila, en su libro En dónde va la coma, llama “dequefobia”: suprimir “de” cuando es necesario: “Habló que vendría”, “Estoy seguro que cumplirá”. Debe decirse “Habló de que...” y “Estoy seguro de que...”.

Confusión
El debedeísmo, un virus incontrolable
Con la misma fuerza que el dequeísmo, se tiende a agregar la preposición “de” al verbo deber cuando no es necesario. Incluso escritores de renombre hacen uso de esta perífrasis cuando no indica conjetura o posibilidad. “Deben de llegar” significa que posiblemente lo hagan, y “Deben llegar” denota obligación, seguridad o certeza de que así será. “Elías debe de hacer tareas a las 8 de la noche” significa que no estamos seguros de ello, mientras que si decimos: “Felipe debe hacer sus deberes”, se trata de una orden.

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Las agencias de noticias de habla portuguesa echaron portal común
Escrito por: Pueblo y Sociedad Noticias

La lengua portuguesa va a crear un portal mundial de información multimedia, cuyos contornos se someterán a la ratificación por parte de los Jefes de Estado y de Gobierno durante la Cumbre de la CPLP en 2014 en Timor-Leste.

En una declaración conjunta, los organismos dan cuenta de que la “Alianza de Agencias de Noticias de la Lengua Portuguesa (ALP) decidió hoy por unanimidad en Brasilia, la creación de un portal global multimedia que reúne a los contenidos informativos de interés mutuo con el origen la geografía de nuestra lengua común “.

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Según el documento, “el proyecto, lo que resulta en la creación de una información de marca global con WebTV, junto agencias nacionales de Angola (Luanda), Brasil (EBC-Brasil Agencia) en Cabo Verde (Inforpress) , de Guinea-Bissau (ANG) en Mozambique (AIM), Portugal (AP) y Santo Tomé y Príncipe (STP-Press), así como dos organizaciones que participaron en la VI Asamblea General de la ALP como observadores invitados: TDM (Macao) y futura agencia de Timor Oriental, que estuvo representado por el Secretario de Estado de Comunicación Social, Nelio Isaac Sarmento “.

los próximos seis meses se establecerán los contornos del funcionamiento del portal multimedia global, se lee en el comunicado: “El sello de este portal global de medios, así como la primera plataforma de desarrollo web que soporte esta asociación multinacional, así como respectivo Manual de estilo, presupuesto y modelo de negocio, se desarrollará durante los próximos seis meses, a tiempo para ser presentado a los Jefes de Estado y de Gobierno durante la Cumbre de la CPLP programadas para Dili, Timor Oriental a mediados de 2014 . “

El portugués es el idioma oficial de ocho países soberanos, además de Macao, y es hablado por más de 250 millones de personas en todos los continentes y es la quinta lengua “más hablada en el mundo, la tercera más hablada en hemisferio occidental y el más hablado en el hemisferio sur “, agrega el texto distribuido hoy de Brasilia.

“Al entrar a este sitio de la creación de noticias, multimedia, como una de sus prioridades para la cooperación, los organismos firmantes del Acta de Brasilia reafirman la lengua portuguesa como un interés geopolítico mundial, el patrimonio cultural inalienable y un enorme potencial económico” dice el informe, que también señala que “las agencias de noticias de todos los estados y territorios de habla portuguesa están en el lado de la CPLP en el derecho a reclamar que nuestra lengua común es reconocido como lengua de trabajo en las Naciones Unidas.”

EBC-Brasil de Comunicación Empresarial, que reúne a la Agencia Brasil, el Radioagencia y TV Brasil asume presidencia de la ALP y el liderazgo de este proyecto, durante el próximo año, con el apoyo de Inforpress y la Angop como vicepresidentes y sin embargo el Lusa que asegura el secretario general de la alianza.

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