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sábado, 10 de abril de 2010

DEUS - DIOS


“Dios creó al hombre y los hombres crearon al diablo”.
“Deus criou ao homem e os homens criaram ao diabo”

MEDITAÇÃO: A CIENCIA SUBJETIVA


O Buda não era budista

Enviado por Jordi Masi Manjon

Uma vida dedicada ao Zen, em estado puro, sem ligar-nos a nenhuma escola, a nenhuma crença, porque a experiência de Buda é Não crenças, Não deuses.
A Vida não é o Mundo, a Vida é a manifestação da Existência, O Mundo é a manifestação da Mente.
Buda não era budista, porque não existia o budismo, Buda é um estado a recobrar, inerente em cada ser que sente, o Honorável do Mundo em seu legado nos legou sua experiência, por isto não confundamos ao Buda com o budismo.
O labirinto é o caminho do Mundo, a confusão na que vivemos o veículo que o percorre recreando novos percorridos dentro dele, é a Mente.
A Saída do Labirinto requeira um grande esforço de vontade pessoal, os médios a consciência através da meditação.
O convite é acompanha-me!.. rumo à Saída do Labirinto, juntos acharemos o correto percurso.
Investigaremos juntos a ciência da subjetividade, buscaremos a raiz do conflito, caminharemos corretamente sem condicionamentos A Meditação requere um aprendizado, é o meio para se reencontrar com a Fonte da Vida, uma vez achada soltaremos o instrumento.
É um percorrido profundo por a subjetividade em busca de aquilo fundamental do Ser Humano perdida no labiríntico do mundo.

Versão em espanhol.

Meditación: la Ciencia Subjetiva; El Buda no era budista
Enviado por Jordi Mas i Manjon


Una vida dedicada al Zen, en estado puro, sin ligarnos a ninguna escuela a ninguna creencia, porque la experiencia del Buda, es No creencias, No dioses.
La Vida no es el Mundo, la Vida es la manifestación de la Existencia, El Mundo es la manifestación de la Mente.
El Buda no era budista, porque no existía el budismo, el Buda es un estado a recobrar, inherente en cada ser sintiente, El Honorable del Mundo en su legado nos legó su experiencia, por ello no confundamos el Buda con el budismo.
El laberinto es el camino del Mundo, la confusión en la que vivimos, el vehículo que lo recorre recreando nuevos recorridos dentro de ello, es la Mente.
La Salida del Laberinto requiere un gran esfuerzo de voluntad personal, los medios la consciencia a través de la meditación.
La invitación es ¡acompáñame! hacia la Salida del Laberinto, juntos hallaremos el correcto recorrido.
Investigaremos juntos la ciencia de la subjetividad, buscaremos la raíz del conflicto, caminaremos correctamente sin condicionamientos La Meditación requiere un aprendizaje, es el medio para reencontrarse con la Fuente de la Vida, una vez hallada soltaremos el instrumento.
Es un recorrido profundo por la subjetividad en pos de aquello fundamental del Ser Humano perdido en el laberíntico mundo.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

RELOJ DE FAMILIA


Salim




Deitado em seu leito de morte, Salim chama o seu filho mais velho,
tira um antigo relogio do bolso com dificuldade e diz:
- Filha... Esta vendo esta relogio aqui?
- Sim, babai... - responde o filho, com lagrimas nos olhos.
- Ele era da meu bisavô, continuou o pai, depois ela foi bassado para
minha avô... depois para minha babai... depois para mim... e agora
chegou seu vez...

Quer comprar ???

Reloj de Familia.

Postrado en su Lecho de muerte, Samuel llama a su hijo mayor.
Saca un antiguo reloj de su bolsillo con mucha dificultad y dice:
Hijo... ¿estás viendo este antiguo reloj aquí?...
Si papá...- responde el hijo, con lágrimas en los ojos...
El fue de mi bisabuelo, continuó Samuel, después pasó para mi abuelo… luego para mi padre… después para mí… y ahora llegó tu turno…

¿LO QUERÉS COMPRAR?

AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO








Un grupo de estudiantes estudiaba las siete maravillas del mundo. Al final del aula, les fue pedido que hiciesen una lista de lo que consideraban las siete maravillas. No obstante existiese algún desacuerdo, prevalecieron los votos:
1) El Taj Mahal
2) La Muralla China
3) El Canal de Panamá
4) Las Pirámides de Egipto
5) El Gran Cañón del Colorado
6) El Empire State Building
7) La Basílica de San Pedro
Al recoger los votos, el profesor notó una estudiante muy quieta. La joven aún no había dado vuelta su hoja. El profesor, entonces, preguntó a ella si tenía problemas con su lista.
Medio avergonzada, la joven respondió: — Sí, un poco. Yo no consigo hacer la lista, porque son muchas las maravillas.
El profesor dijo entonces: — Bueno, dinos lo que tú ya has escrito y tal vez nosotros podamos ayudarte.
La muchacha hesitó un poco, y entonces leyó: — Yo pienso que las siete maravillas del mundo son:
1 — VER
2 — OÍR
3 — TOCAR
4 — PROBAR
5 — SENTIR
6 — PENSAR
7 — COMPRENDER


Português

AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO
Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, lhes foi pedido que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, prevaleceram os votos:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basílica de São Pedro
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado sua folha. O professor, então, perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.

Meio encabulada, a menina respondeu: — Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.
O professor disse: — Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou um pouco, então leu: — Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 — VER
2 — OUVIR
3 — TOCAR
4 — PROVAR
5 — SENTIR
6 — PENSAR
7 — COMPREENDER

Sem Problema





Um praticante Zen foi à Bankei e fez-lhe esta pergunta, aflito:
"Mestre, Eu tenho um temperamento irascível. Sou às vezes muito agitado e agressivo e acabo criando discussões e ofendendo outras pessoas. Como posso curar isso?"
"Tu possuis algo muito estranho," replicou Bankei. "Deixe ver como é esse comportamento."
"Bem... eu não posso mostrá-lo exatamente agora, mestre," disse o outro, um pouco confuso.
"E quando tu a mostrarás para mim?" perguntou Bankei.
"Não sei... é que isso sempre surge de forma inesperada," replicou o estudante.
"Então," concluiu Bankei, "essa coisa não faz parte de tua natureza verdadeira. Se assim fosse, tu poderias mostrá-la sempre que desejasse. Quando tu nasceste não a tinhas, e teus pais não a passaram para ti. Portanto, saibas que ele não existe."

Versão espanhol.

Un practicante Zen fue a ver a Bankei, preocupado, y le hizo esta pregunta:
"Maestro, Yo tengo un temperamento irascible. Soy muchas veces muy agitado y agresivo y acabo creando discusiones y ofendiendo a otras personas. ¿Cómo puedo curar esto?"
"Tu posees algo muy extraño," replicó Bankei. "Déjame ver como es ese comportamiento."
"Bueno... yo no puedo mostrarlo exactamente ahora, maestro," dice el otro, un poco confuso.
"¿Y cuando tu lo mostrarás para mí?" preguntó Bankei.
"No se... es que eso siempre surge de forma inesperada," replicó el estudiante.
"Entonces," concluyó Bankei, "esa cosa no forma parte de tu naturaleza verdadera. Si así fuese, tú podrías mostrarla siempre que lo desees. Cuando tú naciste no la tenias, y tus padres no la pasaron para ti. Por lo tanto, debes saber que ella no existe."

quinta-feira, 8 de abril de 2010


Jardim Zen - A Beleza Natural
Um monge jovem era o responsável pelo jardim zen de um famoso templo Zen. Ele tinha conseguido o trabalho porque amava as flores, arbustos e árvores. Próximo ao templo havia um outro templo menor onde vivia apenas um velho mestre Zen. Um dia, quando o monge estava esperando a visita de importantes convidados, ele deu uma atenção extra ao cuidado do jardim. Ele tirou as ervas daninhas, podou os arbustos, cardou o musgo, e gastou muito tempo meticulosamente passando o ancinho e cuidadosamente tirando as folhas secas de outono.
Enquanto ele trabalhava, o velho mestre observava com interesse de cima do muro que separava os templos. Quando terminou, o monge afastou-se um pouco para admirar seu trabalho.
"Não está lindo?" ele perguntou, feliz, para o velho monge.
"Sim," replicou o ancião, "mas está faltando algo crucial. Me ajude a pular este muro e eu irei acertar as coisas para você."
Após certa hesitação, o monge levantou o velho por sobre o muro e pousou-o suavemente em seu lado. Vagarosamente, o mestre caminhou para a árvore mais próxima ao centro do jardim, segurou seu tronco e o sacudiu com força. Folhas desceram suavemente à brisa e caíram por sobre todo o jardim.
"Pronto!" disse o velho monge," agora você pode me levar de volta."


Versão em espanhol
Jardín Zen - La Belleza Natural


Un joven monje era el responsable por el jardín zen de un famoso templo Zen. El había conseguido el trabajo porque amaba las flores, arbustos y árboles. Próximo al templo había otro templo menor donde vivía apenas un viejo maestro Zen. Un día, cuando el monje estaba esperando la visita de importantes convidados, el dio una atención extra al cuidado del jardín. Quitó las hierbas dañinas, podó los arbustos, cardó el musgo, y gastó mucho tiempo pasando meticulosamente el rastrillo y retirando cuidadosamente las hojas secas de otoño.
Mientras él trabajaba, el viejo maestro lo observaba con interés desde arriba del muro que separaba los templos. Cuando terminó, el monje se apartó un poco para admirar su trabajo.
"¿No está lindo?" preguntó, feliz, para el viejo monje.
"Sí," replicó el anciano, "mas está faltando algo crucial. Ayúdame a pasar este muro y yo corregiré las cosas para ti."
Después de cierta vacilación, el monje levantó al viejo por sobre el muro y lo posó suavemente a su lado. Lentamente, el maestro caminó hasta el árbol más próximo al centro del jardín, aseguró su tronco y lo sacudió con fuerza. Las hojas descendieron suavemente con la brisa y cayeron por todo el jardín.
"¡Pronto!" dijo el viejo monje," ahora usted me puede llevar de vuelta."

quarta-feira, 7 de abril de 2010


Por qué palavras?

Um monge aproximou-se de seu mestre - que se encontrava em meditação no pátio do Templo à luz da lua - com uma grande dúvida:
"Mestre, aprendi que confiar nas palavras é ilusório; e diante das palavras, o verdadeiro sentido surge através do silêncio. Mas vejo que os Sutras e as recitações são feitas de palavras; que o ensinamento é transmitido pela voz. Se o Dharma está além dos termos, porque os termos são usados para defini-lo?"
O velho sábio respondeu:" As palavras são como um dedo apontando para a Lua; cuida de saber olhar para a Lua, não se preocupe com o dedo que a aponta."
O monge replicou: "Mas eu não poderia olhar a Lua, sem precisar que algum dedo alheio a indique?"
"Poderia," confirmou o mestre, "e assim tu o farás, pois ninguém mais pode olhar a lua por ti. As palavras são como bolhas de sabão: frágeis e inconsistentes, desaparecem quando em contato prolongado com o ar. A Lua está e sempre esteve à vista. O Dharma é eterno e completamente revelado. As palavras não podem revelar o que já está revelado desde o Primeiro Princípio."
"Então," o monge perguntou," por que os homens precisam que lhes seja revelado o que já é de seu conhecimento?"
"Porque," completou o sábio, "da mesma forma que ver a Lua todas as noites faz com que os homens se esqueçam dela pelo simples costume de aceitar sua existência como fato consumado, assim também os homens não confiam na Verdade já revelada pelo simples fato dela se manifestar em todas as coisas, sem distinção. Desta forma, as palavras são um subterfúgio, um adorno para embelezar e atrair nossa atenção. E como qualquer adorno, pode ser valorizado mais do que é necessário."
O mestre ficou em silêncio durante muito tempo. Então, de súbito, simplesmente apontou para a lua.

¿Porqué palabras?
Un monje se aproximó de su maestro - que se encontraba en meditación en el patio del Templo bajo la luz de la luna - con una gran duda:
"Maestro, aprendí que confiar en las palabras es ilusorio; y delante de las palabras, el verdadero sentido surge a través del silencio. Pero observo que los Sutras y los recitados son hechos de palabras; que la enseñanza es transmitida por la voz. ¿Si el Dharma está más allá de los términos, porque los términos son usados para definirlo?"
El anciano sabio respondió:" Las palabras son como un dedo apuntando para la Luna; cuida de saber mirar para la Luna, no te preocupes con el dedo que la apunta."
El monje replicó: "¿Pero yo no podría mirar la Luna, sin precisar que algún dedo ajeno la señale?"
"Podrías," confirmó el maestro, "y así tu lo harás, pues nadie más puede mirar la luna por ti. Las palabras son como burbujas de jabón: frágiles e inconsistentes, desaparecen cuando están en contacto prolongado con el aire. La Luna está y siempre estuvo a la vista. El Dharma es eterno y completamente revelado. Las palabras no pueden revelar lo que ya está revelado desde el Primer Principio."
"Entonces," el monje preguntó," ¿por qué los hombres precisan que les sea revelado lo que ya es de su conocimiento?"
"Porque," completó el sabio, "de la misma forma que ver la Luna todas las noches hace que los hombres se olviden de ella por la simple costumbre de aceptar su existencia como hecho consumado, así también los hombres no confían en la Verdad ya revelada por el simple hecho de ella manifestarse en todas las cosas, sin distinción. De esta forma, las palabras son un subterfugio, un adorno para embellecer y atraer nuestra atención. Y como cualquier adorno, puede ser valorizado más de lo que es necesario."
El maestro se quedó en silencio durante mucho tiempo. Entonces, súbitamente, simplemente apuntó su dedo hacia la Luna.

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