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terça-feira, 1 de novembro de 2011

SER HUMANO: DIAGNÓSTICO GRAVE



Las manifestaciones colectivas de la locura asentada en el corazón de la condición humana constituyen la mayor parte de la historia de la humanidad. Es, en gran medida, una historia de demencia. Si la historia de la humanidad fuera la historia clínica de un solo ser humano, el diagnóstico sería el siguiente:

Desórdenes crónicos de tipo paranoide, propensión patológica a cometer asesinato y actos de violencia y crueldad extremas contra sus supuestos "enemigos", su propia inconsciencia proyectada hacia el exterior; demencia criminal, con unos pocos intervalos de lucidez.
El miedo, la codicia y el deseo de poder son las fuerzas psicológicas que no solamente inducen a la guerra y la violencia entre las naciones, las tribus, las religiones y las ideologías, sino que también son la causa del conflicto incesante en las relaciones personales. Hacen que tengamos una percepción distorsionada de nosotros mismos y de los demás. A través de ellas interpretamos equivocadamente todas las situaciones, llegando a actuaciones descarriadas encaminadas a eliminar el miedo y satisfacer la necesidad de tener más: ese abismo sin fondo que no se llena nunca.

Eckhart Tolle

LA INTELIGENCIA PERDIDA



La mayor infelicidad de la vida consiste en sentirse estúpido, inútil, tonto; nadie nace tonto; nadie nace tonto porque provenimos de la existencia.

La inteligencia se consume al imitar a los demás. Si quieres seguir siendo inteligente, tendrás que dejar de imitar.

Todo está patas arriba porque la educación no se ajusta a tu naturaleza. No respeta en absoluto al individuo, fuerza a todo el mundo a ajustarse a un determinado patrón. Quizá, de casualidad, ese patrón se ajuste a algunas personas, pero la mayoría, se encuentra perdida y es infeliz. Y por eso no encontramos nuestro verdadero lugar, porque no es nuestro.

La inteligencia es la capacidad de ver, de entender, de vivir tu propia vida de acuerdo con tu propia naturaleza. Eso es la inteligencia. Pero ¿qué es la idiotez? Seguir a otros, imitar a otros, obedecer a otros. Mirar a través de sus ojos, tratar de absorber su conocimiento como si fuera tuyo; eso es la idiotez.

Si realmente quieres ser inteligente, tienes que ser rebelde. Sólo son inteligentes las personas rebeldes. Quiero decir, abandonar todo aquello a lo que te han forzado en contra de tu deseo.

¡Sal de ahí! Dale alegría a tu vida, deja que la vida tenga algo de romanticismo; algo de aventura. ¡Explora! Hay un millón de cosas bellas y maravillosas que te están esperando.

Escrito por “El lobo estepario” abril 2009.-

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día


preelectoral se escribe en una sola palabra

En las noticias referentes a las elecciones generales que se celebrarán en España el próximo 20 de noviembre, es habitual encontrar diferentes formas de escribir el adjetivo preelectoral: «El candidato del Partido Popular acepta los debates pre-electorales con sus rivales», «El candidato del PSOE, que ha hecho estas declaraciones en un acto pre-electoral» o «Es su objetivo en esta temporada de viajes y mítines de su campaña pre electoral para las próximas generales».

El prefijo pre-, igual que todos los prefijos, se escribe unido a la palabra, sin guion ni espacio: preelectoral, prehispánico, preindustrial...

Por tanto, en los ejemplos anteriores, lo apropiado habría sido escribir: «El candidato del Partido Popular acepta los debates preelectorales con sus rivales», «El candidato del PSOE, que ha hecho estas declaraciones en un acto preelectoral» y «Es su objetivo en esta temporada de viajes y mítines de su campaña preelectoral para las próximas generales».

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ESCOLA PARA PAIS


Escola para pais (que desejam "filhos felizes")
Por Eduardo Chaktoura |

Que haverão sonhado faz 30 ou 40 anos nossos pais? Que haverão pensado para nós? Haverão imaginado felizmente casados, com muitas crianças, vivendo numa casa grande e própria; bem sucedidos, gozosos e relaxados, andando em carros espaciais e assistidos por robôs domésticos? Haverão entendido que "no tempo de seus filhos" as coisas têm passado por outro lado? Ou haveremos entendido nós ou seguiremos esperando que nos aprovem e nos queiram tal como nos sonharam? Seguiremos usando seus manuais?
Agora, estamos nós nesse lugar. Somos nós os pais ou, ao menos, arrastarmos o desejo de ser-lo. Poderemos supor que será de nossos filhos em 30 ou 40 anos? Que sonhamos para eles? Que herança lhes temos reservada?
A realidade "destes tempos" em nada se parece a do "tempo de nossos pais" e, seguramente, acontecerá o próprio numas décadas mais. Neste labirinto de espelhos, onde todos nos olhamos, copiamos e construímos novas imagens e identidades, é oportuno e necessário perguntarmos: Que estamos fazendo com nossa paternidade ou com nosso projeto postergado de paternidade? Que tipo de pais somos ou poderíamos chegar a ser? Para que queremos ser pais? Nas mãos de quem deixamos a educação de nossos filhos?
Assim começa o sexto capítulo de meu livro "30/40, a grande oportunidade" (Paidos), à hora de perguntarmos por nosso rol de mães e pais. Além de compartilhar um primeiro antecipo, gostaria que esta instância servisse como disparador da mirada na qual hoje poderia deter para fazer foco juntos.
Que tipos de pais somos, poderíamos ou nos gostaria ser? Um manual para pais pode nos salvar? Quem se atreveria a escrever-lo?
Não deixo de me surpreender deste "jogo de espelhos e projeções" no qual nossos filhos, seus amigos e colegas de clube e escola, nos seguem devolvendo tantas matérias pendentes ou lições mal ensinadas ou aprendidas. Ingênuo, rio e me enfado, penso e me pergunto, sobre este costume insalubre de conscientes ou não, passar a posta e promover os níveis de exigência, insatisfação e competência, que podemos chegar a oferecer como crença desde tão precoce idade.
Tentemos dar por sentada a premissa de que "fazemos o que pudermos" e que, por lógica, entre outras possiveis verdades, "não há pai que tenha em seus planos fazer -lhe dano a seus filhos"...
Não há escola nem acredito que ninguém se sinta honestamente capacitado para escrever manuais para ser "bons" pais (ou os melhores pais que possamos ser); embora sim devêssemos assumir o compromisso de revisar os "objetivos, metodologia e sistema de avaliação" que ditamos a diária desde casa. Ante tudo, a autocrítica, não culposa ou repressiva senão reparadora.
Não cometamos o erro de deixar tudo em mãos da escola, da que somos responsáveis por escolher-la e suster-la e na qual, além de criticar-la, deveríamos ter uma vida, pelo menos, medianamente participativa.
Não há manuais, nem projetos concretos, porém há dados que ajudam a ser todos os dias um pouco mais conscientes e responsáveis. Estudos advertem que, seguramente, se trabalhássemos uma hora menos ao dia, embora levemos menos recursos a casa, com nossa "presença" (tempo e qualidade do tempo) poderíamos garantir-lhes a nossos filhos maiores recursos criativos, cognitivos, de segurança emocional e maior autoestima.
Um estudo realizado pela Universidade de Washington, dirigido por Carole Hooven e John Gottman, para dar outro exemplo, demonstrou recentemente que "quando os pais são emocionalmente expertos, seus filhos manejam melhor suas próprias emoções, são mais eficazes à hora de se serenar quando estão preocupados e se preocupam com menos freqüência. No plano biológico, são crianças mais relaxadas, e apresentam menores níveis de estresse, o que promete maior bem estar físico e emocional a futuro".
Segundo as pesquisas, que poderíamos empilhar, ao parecer, têm mais futuro os filhos que recebem lições de apego seguro, inteligência social e espiritual.
Chegaremos a entender sobre a importância de serem pais e mestres emocionais?
Que será destes filhos que nasçam e cresçam da mão de gerações de pais que persistam na insatisfação, ira, pressa, estresse? Estamos amamentando crianças obsessivas, mal alimentadas e em crise com o limite? Estamos-lhe delegando a autoridade às professoras, à escola, o controle remoto e o mundo virtual?
É evidente que necessitamos da razão para compreender o mundo, porém são as emoções as que nos permitem entender como sentimos o que acontece.
De fato, há quem acredita que os medos infantis sentam as bases das inseguridades que arrastamos de por vida ou até que decidimos "darmos conta" de que há algo que devemos resolver ou aceitar. Somos em grande parte do que nossos pais nos têm ensinado a pensar e a sentir. Somos o que nos tem dado e o que não nos tem podido oferecer. Somos, insisto, os que temos logrado re-significar e escolher para nossas vidas.
Haverá que por limites às "projeções" e re-significar mandatos, exigências e velhas frustrações. Um filho, curiosamente, é sair do espelho e saber que durante uns quantos anos, seremos nós esse espelho aonde eles vão a se olhar para fantasiar, imaginar, criar, explorar, conhecer, descobrir. São eles quem, tratarão de encontrar seu percorrido neste "labirinto de espelhos" no que os convidamos a brincar apenas os trazemos ao mundo (muitas vezes sem haver encontrado ainda a nós mesmos).
Procuremos de guiar-lhes na melhor direção possível, sabendo que são eles quem, graças às ferramentas e recursos que possamos ensinar-lhes, serão quem devam encontrar a saída (a que escolham, a que possam).
*Eduardo Chaktoura é psicólogo e jornalista. Em "30/40, a grande oportunidade" (Paidos) se propõe indagar sobre os grandes temas do mundo adulto e encontrar uma saída positiva à crise da mediana idade. .

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día



funeral y entierro tienen distintos significados en español

En inglés el término funeral (se escribe igual que en español) puede significar ‘funeral’ o ‘entierro’, pero no en español, lengua en la que significa ‘conjunto de los oficios solemnes que se celebran por un difunto algunos días después del entierro o en cada aniversario de su muerte’. También puede emplearse el plural funerales.

El uso de la palabra funeral para referirse al hecho de enterrar un cadáver y a los servicios relacionados con el enterramiento es un calco del inglés; en español se emplea preferentemente el término entierro.

Así, el siguiente titular: «Un funeral en Madrid cuesta ya 3703 euros, un 16 % más que en 2010», debería haberse escrito: «Un entierro en Madrid cuesta ya 3703 euros, un 16 % más que en 2010», ya que se refiere al gasto total que conlleva un entierro, y no al de la misa que se suele celebrar al cabo de unos días.

sábado, 29 de outubro de 2011

CAPRICHOS DEL IDIOMA





FUENTE: EL COLOMBIANO - Juan Pedro Villa-Isaza | Publicado el 29 de octubre de 2011





La palabra "desafortunadamente" no está en el diccionario de la Real Academia Española (Drae). Como "infortunadamente" sí está, algunos hispanohablantes piensan que para desgracia de quienes usamos el primer adverbio esto significa que la RAE dictaminó que el uso del segundo adverbio es correcto; y el del primero, incorrecto.

No obstante, el Drae advierte que "podrá objetarse que las posibilidades de formación de nuevas palabras mediante (...) (composición) son prácticamente infinitas". En este caso, como "desafortunado" es un adjetivo y "mente" es un elemento compositivo, "desafortunadamente" es un adverbio tan correcto como su adversario.

Y entonces ¿por qué no aparece "desafortunadamente" en el diccionario español? Porque en el Drae "sólo aparecen aquellos términos que, vista la documentación de su empleo real, el Pleno académico ha decidido incluir". Sin embargo, mientras que la palabra "infortunadamente" aparece 48 veces en el Corpus de referencia del español actual (Crea), "desafortunadamente" aparece 279. En otras palabras, "desafortunadamente" no aparece por culpa de un encadenamiento fatal de sucesos y no porque su uso sea incorrecto.

En conclusión, quienes tenemos el español como lengua materna debemos reflexionar sobre el valor normativo del Drae porque, como dijo Manuel Seco, en Gramática esencial del español , "la lengua es de la comunidad que la habla y es lo que esta comunidad acepta lo que de verdad 'existe', y es lo que el uso da por bueno lo único que en definitiva 'es correcto'".

HELENA PITTA, TRADUCTORA


«Me obsesiona ser invisible en los textos»
29.10.11




FUENTE : El Comercio - ALEJANDRO CARANTOÑA acarantona@elcomercio.es




GIJÓN.
El Salón del Libro Iberoamericano premia hoy su labor llevando al portugués a autores como Pérez-Reverte, Allende o Corín Tellado
Helena Pitta Traductora
Helena Pitta estudió Historia, pero, tal y como sucede con los artistas de oficio, acabó en otra profesión: la de traductora. Unos escriben, ella lo vuelca al portugués única y exclusivamente desde el español: por sus manos han pasado Arturo Pérez-Reverte, Isabel Allende, Javier Cercas, Leonardo Padura, Rosa Montero... y tantos otros. Hoy, el Salón del Libro Iberoamericano reconoce su labor con el IV Premio de Traducción Literaria Claude Couffon. «Lo peor», dice, «es que hay que hablar delante de la gente.
-Muchos de los autores que pasan estos días por el Salón también tienen otros oficios, han estudiado otras carreras, pero han acabado escribiendo. ¿Por qué usted se ha decantado por la traducción?
-En principio, por supervivencia. Hace veinte años, cuando empecé, no había una carrera oficial: uno, sencillamente, aterrizaba.
-¿Cuál fue su primer encargo?
-Corín Tellado. Pasé dos años traduciéndola al portugués antes de que un editor (que no creo que estuviera muy en sus cabales) me dieran el 'Oráculo manual' de Baltasar Gracián. Luego una novela corta de Torrente Ballester... Y hasta hoy.
-¿Qué percepción hay en Portugal del español como lengua? Aquí su idioma no parece tener el predicamento que merece.
-Vosotros sois el vecino grande. Todo el mundo cree que habla español, o 'portuñol', lo cual es terrible para la profesión.
-Y ¿qué opina del intrusismo en traducción literaria?
-Eso no existe. No creo que estudiar una carrera vaya a enseñarte a traducir literatura, solo un conocimiento muy amplio de la cultura desde la que traduces y ser un lector extremadamente ávido.
-¿Nunca le ha tentado escribir?
-Jamás. El hecho de trabajar con las palabras no significa que una persona pueda desempeñar cualquier profesión que tenga que ver con ellas: un periodista fabuloso puede ser un escritor pésimo. Y un buen traductor puede ser un escritor pésimo.
-Ya, pero ¿ha tenido ganas?
-En absoluto. Me obsesiona ser invisible en los textos de los demás, y que no se note mi mano en lo que sale en portugués. Así, la que era una mala novela en español lo será también en portugués: yo ni pincho ni corto.
-¿O sea que usted no es de las que aspira a que los traductores aparezcan en las portadas de los libros?
-Me conformo con que me paguen como es debido. En Portugal se pueden contar con los dedos de la mano los traductores con un nombre de portada, pero porque son algo más: poetas, profesores... Luego estamos todos los demás.
-Estos días, en el Salón, también hemos visto el documental 'José y Pilar'. ¿Qué puede decir de la percepción de José Saramago en su país?
-Es muy controvertido. Intelectualmente se le profesa un respeto indiscutible, pero su posición política era tan marcada y evidente que se han levantado muchas ampollas en torno a su figura.
-¿Cuál ha sido su inspiración para traducir?
-De todo. Ningún traductor, eso sí, porque no conocía a ninguno cuando empecé. Solo mucha literatura.
-Por último, ¿lee usted traducciones al portugués?
-(Sonríe) De otros idiomas sí. Del español, jamás: leo los originales.

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