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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
FUNDÉU RECOMIENDA...
Recomendación del día
SOPA, sigla de Stop Online Piracy Act, se escribe con mayúsculas
SOPA, sigla de Stop Online Piracy Act, se escribe con mayúsculas y sin puntos.
En las informaciones sobre la ley estadounidense contra la piratería en internet, se producen vacilaciones al escribir su nombre; así, pueden verse las formas «la ley S.O.P.A.», «la ley s.o.p.a.» o «la ley Sopa», que no se ajustan a las normas ortográficas del español para la escritura de las siglas.
Lo adecuado en este caso es la forma SOPA, pues se trata de las cuatro iniciales de las cuatro palabras que forman parte del nombre de esa ley, es decir, son unas siglas y, por lo tanto, se escriben como tales: con mayúsculas y sin puntos abreviativos.
Además hay que tener en cuenta que en esta ocasión la palabra ley debe ir con minúscula, pues no forma parte del nombre oficial, en el que ya está incluida esa idea con la voz inglesa Act.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
FUNDÉU RECOMIENDA
Recomendación del día
copar es ‘ocupar por completo’
El verbo copar significa ‘conseguir en una elección todos los puestos’ y, por extensión, ‘ocupar por completo’, en especial todos los lugares o puestos que haya disponibles.
Sin embargo, en ocasiones se ve usado como simple sinónimo de componer, ocupar o conseguir, incluso cuando se trata solo de una pequeña parte, como en los siguientes ejemplos: «En los galardones, la comunidad autónoma ha copado tres de las once distinciones» y «Las 40 firmas extranjeras con representación en el coloso oriental apenas copan el 2 % del mercado».
En estas frases habría sido más adecuado emplear otros verbos, como «En los galardones, la comunidad autónoma ha conseguido tres de las once distinciones» y «Las 40 firmas extranjeras con representación en el coloso oriental apenas alcanzan el 2 % del mercado».
Aunque en propiedad copar implica que se ocupa por completo, en el uso su significado se ha extendido a aquellos casos en que, sin llegar a la totalidad, hay una clara situación de dominio sobre los demás porque se alcanza una gran mayoría o se consiguen los puestos más importantes, como en «El disco ha copado los primeros puestos de las listas de ventas».
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
FUNDÉU RECOMIENDA...
Recomendación del día
ebitda, no Ebitda
El acrónimo ebitda, del inglés «Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization» ('beneficios antes de intereses, impuestos, depreciación y amortización'), se escribe en minúscula y su género es masculino: el ebitda.
Este anglicismo, que aparece principalmente en las informaciones económicas, y que también se conoce como resultado bruto de explotación, ya se ha incorporado como sustantivo al léxico común, y puesto que no se trata de un nombre propio —como sucede, por ejemplo, con Unicef o Unesco—, sino que es el nombre común de un indicador financiero, ha de escribirse en minúsculas y aplicársele el plural que rige para los nombres comunes: los ebitdas.
Así, en noticias como «La productora espera alcanzar un crecimiento de ventas del 7 % y un aumento en el Ebitda de un 13 %» o «Telefónica venderá activos no estratégicos para situar el ratio deuda/EBITDA por debajo de lo esperado», lo adecuado hubiera sido escribir ebitda.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A MORTE DO CONTRATO SOCIAL
Durante o século XX, o Estado passou a controlar as vidas dos indivíduos como nunca antes, e em 2011 foi o momento de crise que chegou a um ponto crítico.
POR NADIM SHEHADI - The New York Times
As próximas duas gerações provavelmente continuem pagando impostos altos, porém virão menos serviços em troca.
O ano 2011 marcou o fim do século XX. Em 50 anos mais, um historiador analisará os protestos de 2011 e descreverá a crise global como um sintoma do fim dum fenômeno exclusivo do século XX: o Estado tomou um controle sem precedente sobre as vidas dos indivíduos, e seu rol cresceu de maneira desproporcionada até que finalmente se fraturou.
Na Europa e em outros lugares se tem dado modificações dum contrato social: o Estado prometia emprego, educação, atenção médica, aposentadorias e outros serviços; em troca, os indivíduos entregavam uma grande porção de sua liberdade, ingressos, herança, poupança e riqueza. Nos fins dos anos 1970, os que ganhavam muito na Grande Bretanha pagavam mais dos 90% de seu ingresso em impostos.
Agora, finalmente tem ficado claro que um lado desta equação já não é válido; o Estado não pode cumprir sua parte da negociação. Quanto muito, as próximas duas gerações continuarão pagando impostos ainda mais altos, mas uma parte maior se destinará a pagar a dívida gerada pelas últimas duas gerações e não a obter melhores serviços.
Embora, não é uma questão de quantidade ou de qualidade. O conceito mesmo se esta desintegrando. Não se trata simplesmente duma crise econômica, ou uma crise de gestão de governo; a idéia do contrato social morreu.
No século XX, o Estado se apoderou gradativamente de nossas vidas. Os gastos estatais, ainda nos sistemas mais capitalistas do mundo, ultrapassaram em alguns casos os 50% do produto bruto interno, entanto que a início do século, apenas atingia os 10%. O crescimento se produz em forma incremental, em ocasiões deliberadamente ou depois de crises e guerras, e foi em linhas gerais irreversível. A corrupção cresceu até atingir uma dimensão nova. Para os políticos é tentador fazer promessas em nome do Estado sobre as que nunca devem prestar contas.
Ganham-se votos no curto prazo e os problemas sobrevém muito mais adiante.
O tema não é novo, porém 2011 assinalam o momento em que a crise atingiu um ponto crítico.
Na Grécia, Espanha, os Estados Unidos, Índia, China, Israel e na Primavera Árabe, a gente saiu às ruas. Alguns exigiram que se lhes devolveram seus serviços e aposentadorias, mas nunca o conseguirão. Estão num estado de negação, chorando o fim do rol do Estado. No movimento Occupy culpam da crise aos banqueiros; outros têm escolhido como bode emissário aos imigrantes. Isto não é uma revolução de camponeses ou de trabalhadores; os manifestantes pertencem em sua maioria ao nível médio de ingressos. Ironicamente, o sistema fortaleceu suas filas, porém são também os que pagaram a proporção mais alta de seus ingressos em impostos, os que receberam a menor quantidade em serviços e cujas poupanças e riqueza se têm visto gradativamente corroídos por uma moeda desvalorizada, manipulada pelos políticos.
Tem sido um século longo. A maioria das idéias que criaram o monstro se originou a partir dos debates dos anos 1870.
Com Bismarck, Prússia saiu triunfante depois da queda de Paris em 1871 e suas fortes instituições estatais e seu seguro social foram à inspiração para o que logo se conheceria no Ocidente como o Estado do bem estar. Os debates após a recessão dos anos 1930 derivaram em que os keynesianos ¬que defendiam o gasto estatal¬ obtiveram vantagem.
Existia a idéia dum Estado forte e a justificação para pagar-lo. O modelo do Estado de bem estar alcançou seu ponto mais alto depois da Segunda Guerra Mundial e prosperou aproximadamente uns 40 anos, quando começaram a aparecer fendas a mediados dos 80.
A carga era por demais grande e os rendimentos em termos de serviços diminuíam. A idéia do controle estatal começou a perder terreno nos anos de Reagan e Thatcher. Mas então, os intentos de diminuir o Estado não tiveram sucesso em Ocidente.
Levou mais de 20 anos tomar consciência de que o barco da historia está virando e, ainda não sabemos a onde se dirige.
Pouco a pouco têm surgido alternativas sem que nos déssemos conta do seu significado. Há uma volta à filantropia clássica dos Warren Buffett e os Bill Gates, que havia passado de moda quando se suponha que o Estado era o fornecedor universal. Os manifestantes de Occupy Wall Street exigiram um retorno à banca cooperativa; os serviços de voluntários estão enchendo vazios e se ouvem exigências duma maior responsabilidade social por parte de empresas e indivíduos.
Outro signo dos tempos é que as idéias de economistas austríacos como Friedrich Hayek, considerado o paladino do capitalismo do laissez-faire e que havia perdido o debate nos anos 1930, têm voltado a surgir com o Tea Party; Ron Paul, um candidato à nominação presidencial republicana; e outros libertários.
Um pouco como o homem com a mirada em branco num vagão da estrada de ferro num filme de Hitchcock, o sistema estava morto fazia tempo e necessitava só dum empurrão para cair finalmente.
No mundo árabe, o colapso é praticamente total. É aí onde os indivíduos entregavam muito mais liberdades e onde menos recebiam em troca. Os regimes que pensam que podem sair do passo aumentando os salários ou criando projetos públicos se enganam a si mesmos.
O contrato já não é válido. E os que não possam se adaptar cairá como o fizeram na Europa do Leste, onde primeiro morreu a idéia e depois os sistemas.
Desde tempos atrás, no último século, que terminou o mês passado, conceitos como crise, estabilidade e risco deixaram de ser negativos em tanto podem produzir um resultado melhor. Os intentos de corrigir problemas em seu nome simplesmente não funcionarão em tempos duma troca tão radical.
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Recomendación del día
a medida que no equivale a en la medida que
La locución a medida que expresa la progresión paralela de dos acciones («El equipo local fue perdiendo fuelle a medida que avanzaba el partido»), mientras que en la medida (en) que significa ‘en la proporción en que o en correspondencia con el hecho de que’ («Todo irá bien en la medida en que el país pueda soportar los envites de los especuladores»).
Por lo que en frases como «Se pudo comprobar que la competitividad en las personas disminuía en la medida que aumentaba su edad» o «Se trata de facilitar al alumnado una mayor autonomía en la medida que vaya especializándose» lo adecuado habría sido usar a medida que.
Por último, tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas, en la expresión a medida que no debe anteponerse la proposición de a la conjunción que («a medida de que»), pues constituye dequeísmo.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
EL MERCADO GLOBAL DE TRADUCCIÓN 2012
10 Previsiones para el Mercado de Trabajo de Traducción en 2012.
Autor: Dave Grunwalt. CEO de GTS Translation
¡Feliz Año Nuevo y espero que 2012 sea exitoso para todos nosotros!.
Predecir el futuro es difícil. De hecho, el Talmud dice que desde el momento de la destrucción del Templo , la capacidad de profetizar se dio a los niños y los tontos.
Y eso suena bien, porque algunas de las predicciones que hoy podemos leer resultan bastante absurdas en retrospectiva.
¿Mi predicción para el año 2012 será una tontería? Tal vez, pero aquí va de todos modos...
El negocio será bueno.
El 2012 será un buen año para las empresas de traducción, después de un 2011 no tan bueno.
La economía de EE.UU. en un año de elecciones presidenciales se está recuperando y esto debe ser favorable para la mayoría de las personas en la cadena alimentaria.
Más y más contenido en línea se está traduciendo también lo que significa más negocio para todos.
La demanda de servicios de traducción de las páginas web superará al crecimiento de la industria. La explosión de contenidos en línea, la muerte de los libros y materiales impresos,
la mayor penetración de los teléfonos inteligentes y lectores móviles aumentará la demanda de traducción de páginas web y otros contenidos en línea.
Motores personalizables MT (*) en la nube.
La gente será capaz de crear sus propios motores de traducción automática con su corpus de entrenamiento propio, pero sin tener que invertir en costosos servidores y desarrollo de software. Microsoft ya cuenta con una traducción colaborativa, característica que pone un poco de personalización en la nube.
MT Vamos es una compañía europea que ya ha comenzado las pruebas beta de este concepto de sistema (y nos invitó a empezar a probar el sistema en noviembre pasado, mientras que aún no está listo un sistema más prometedor, que debería estar listo este año).
Otras compañías también han considerado el modelo MT SaaS y podremos ver algunos en el transcurso de 2012.
Una mayor concentración. Las grandes empresas como Transperfect, WeLocalize y SDL seguirán creciendo, a pesar de las fusiones y adquisiciones estratégicas.
Los grandes se harán más grandes, y algunos de los jugadores más pequeños desaparecerán.
Facebook continuará integrando su traducción automática en la red social. Ella se inició en 2011 mediante la integración del traductor Bing.
Seguirá añadiendo nuevas características del lenguaje para ayudar a romper la barrera del idioma.
Los precios de traducción seguirán disminuyendo.
La gente, especialmente los traductores que están en una posición opuesta, han discutido este punto conmigo, pero esperan que los precios de traducción humana continúen su caída como consecuencia de un mayor uso de los flujos de trabajo MT editados posteriormente, los que son adaptados por los grandes proveedores de servicios lingüísticos y compradores de servicios de traducción.
Más traductores desempleados.
Los traductores independientes que se niegan a adaptarse a los cambios en la industria y que se basan en los modelos antiguos pelearan por trabajar en el año 2012.
Algunos no lo conseguirán y puede ser necesario considerar un cambio de carrera.
Traducción Voz a voz.
No maduran totalmente los productos comerciales en 2012. Creo que la gente va a seguir hablando de un traductor universal , y que los avances en la tecnología no serán suficientes para que una aplicación asesina del voz a voz pueda ser liberada para su uso comercial.
Los traductores europeos y empresas de traducción serán más competitivos en sus precios.
El euro ha caído casi un 10% frente al dólar de EE.UU. en las últimas semanas. Si las predicciones se hacen realidad económica, el euro debería caer aún más en 2012. Eso hará que sea más viable, económicamente hablando, para las empresas de EE.UU. comprar los servicios de traducción en Europa.
SDL nueva versión del software después de la edición.
SDL ya está integrado al MT Trados Studio 2009, lo que permite a la máquina traducir un documento y después editar el contenido.
Mi predicción es que la nueva versión del software SDL en el año 2012, que automatiza el MT pos-proceso de edición, tornará a la automatización de la traducción más rápida y fácil.
(*) MT: Machine Translation
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Recomendación del día
Fitur se escribe solo con mayúscula en la inicial
Con motivo de la Feria Internacional del Turismo (Fitur), que comienza en Madrid el próximo miércoles, se recuerda que cuando un acrónimo es un nombre propio y tiene más de cuatro letras lo recomendable es escribirlo con inicial mayúscula y el resto en minúscula.
Según las Asociación de Academias de la Lengua, «un acrónimo es, por un lado, el término formado por la unión de elementos de dos o más palabras (como teleñeco, de televisión y muñeco; Mercosur, de Mercado Común del Sur); y, por otro lado, también se llama acrónimo a la sigla que se pronuncia como una palabra (OTAN)».
De acuerdo con la Ortografía, se recomienda escribir con inicial mayúscula los acrónimos que sean un nombre propio, especialmente los que tienen más de cuatro letras: Fitur.
Sin embargo, si se trata de nombres comunes lo apropiado es escribir en minúscula todas la letras (ovni, sida).
Asimismo, se recuerda que la palabra estand, adaptación hispanizada de stand, ya está recogida en el Diccionario académico con el significado de 'instalación dentro de un mercado o feria, para la exposición o venta de productos', aunque se pueden usar otras alternativas como pabellón (cuando se trata de un edificio de un tamaño considerable), caseta o puesto (para instalaciones de pequeñas dimensiones) y expositor.
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