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terça-feira, 28 de agosto de 2012
FUNDÉU RECOMIENDA...
Recomendación del día
Luisiana y Misisipi, mejor que Louisiana y Mississippi
Se recomienda escribir Luisiana y Misisipi en lugar de Louisiana y Mississippi, respectivamente, para referirse a esos dos estados de los Estados Unidos y, en el segundo caso, también al río que desemboca en el golfo de México y a su delta.
En las noticias sobre la tormenta tropical Isaac, que está llegando a las costas de los Estados Unidos, ambos nombres están escritos en ocasiones de un modo que no le corresponde en español, como en el siguiente ejemplo: «Los gobernadores de Alabama, Louisiana y Mississippi declararon el estado de emergencia».
Tal como recuerda el Diccionario panhispánico de dudas, los topónimos en español son Luisiana y Misisipi , por lo que lo apropiado en el ejemplo anterior habría sido «Los gobernadores de Alabama, Luisiana y Misisipi declararon el estado de emergencia».
El nombre del río, del delta y del estado homónimo puede usarse igualmente con acentuación aguda (Misisipí), aunque en la actualidad es más frecuente la llana (Misisipi).
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
EL IDIOMA ESPAÑOL
Cuidemos el idioma
Tomás Aquino Méndez
tomas.mendez@listindiario,com
Es verdad, las cosas deben evolucionar, cambiar, crecer. Eso debe ser siempre hacia lo positivo, lo mejor.
Los cambios experimentados por el idioma español en nada ayudan a su mejoría.
Siempre cuidé mi forma de escribir. Cuando adquirí mi primer libro de Gramática, cursando el sexto grado, me dije: “Este es el único libro que no venderé nunca”.
Desde ese instante se inició mi preocupación por escribir bien, hablar bien y respetar mi idioma.
Aunque siempre me ha preocupado la formación de mis hijos, sus conocimientos gramaticales, su forma de escribir ha sido lo que más me ha inclinado a llamarles la atención.
Hoy, me siento realmente muy preocupado. Creí que un mensaje que vi en mi celular hace más o menos un año, era algo “pasajero” y de “chercha”. Pasado el tiempo he comprobado, penosamente, que ni es chercha ni es pasajero.
La forma de escribir de una gran parte de nuestros jóvenes es cada vez más penosa.
No importa si están en la primaria, bachillerato o en la universidad.
Las faltas ortográficas abundan.
Los signos de puntuación no existen para ellos. Ahora también cambian las letras y escriben “como les da la gana”.
“K biejo toy en ti pal kan de oy. Pero Dios, ¿de qué se trata? Y cuando le pido una explicación al autor de esta “joya”, dice que él sabe cómo se escribe todo eso, pero es para ahorrar tiempo y dinero.
Sucede que de tanto escribir incorrectamente, días después me admitió que en una solicitud de empleo escribió incorrectamente varias palabras.
Había olvidado cómo realmente se escribían algunas.
Ese es mi temor, que ese código de chateo en las redes traspase fronteras y debilite aún más la Ortografía. Que de tanto escribir palabras incorrectas, se acostumbren y esa práctica pase a las nuevas generaciones.
No puedo ver eso, hay que ponerle un stop. Como padres, hagamos un esfuerzo y enfrentemos ese mal. Cuidemos el idioma.
O GAÚCHO MARTIN FIERRO
O Gaúcho Martín Fierro (ou, simplesmente, Martín Fierro) é um poema de José Hernández, obra literária de grande popularidade na Argentina. Foi publicada pela primeira vez em 1872 com o título El gaucho Martín Fierro, e sua continuação, La vuelta de Martín Fierro, surgiu em 1879.
Através deste livro, o autor conseguiu fazer-se escutar e ter eco para suas propostas a favor da causa do gaúcho. Sua obra narra o caráter independente, heroico e sacrificado dos habitantes dos pampas, e os situam como os verdadeiros representantes do caráter argentino, algo que contrariou os interesses políticos vigentes na época de Hernández. O Martín Fierro tem a peculiaridade de não estar escrito na forma culta do espanhol, mas sim, copiando foneticamente a forma de falar dos gaúchos.
O prestigioso escritor Leopoldo Lugones, em sua obra El payador qualificou este poema como "o livro nacional dos argentinos" e reconheceu no gaúcho sua qualidade de legítimo representante do país, símbolo da argentinidade. Para Ricardo Rojas, representava o clássico argentino por excelência. O gaúcho deixava de ser um homem "fora da lei" para se-converter em herói nacional. Leopoldo Marechal, num ensaio intitulado Simbolismos del "Martín Fierro", buscou-lhe uma interpretação alegórica. José María Rosa viu no "Martín Fierro" uma interpretação da história argentina.
Este livro foi traduzido em mais de 30 idiomas.
Do "Martín Fierro" de José Hernández, também se pode extrair um conjunto de provérbios dos "Conselhos do Velho Viscacha" que recebe ao filho segundo de Martín Fierro, por parte de seu tutor. Viscacha era um personagem ladino e cheio de armadilhas que se deixam entrever em seus conselhos e refrães que transudam uma visão negativa da vida, da mulher e das inquietudes humanas.
"Conselhos do Velho Viscacha"
CANTO XV (Segunda Parte)
Sempre andava alvorotado,
Com ninguém sabia falar
Se divertia em rabiscar
Fazer marcas com o dedo
E quando já tava bêbado
Começava a me aconselhar-
Me parece que o vejo
envolto em poncho surrado
depois de dar um bom trago
Aí começava a falar:
“Jamais chegues a parar
Onde vejas perros fracos".
"O primeiro cuidado do homem
É defender seu pelego
Leva-te de meu conselho,
Escuta bem o que falo:
O diabo sabe por diabo
Porém, mais sabe por velho".
"Faze-te amigo do Juiz
-Não lhe dês prá se queixar;
e quando quer se enojar
Você deve se-achicar,
Porque, sempre é bom de ter
Palanque ande se coçar”.
"Nunca lhe leves contraria
Ele manda no seu bando
Aí sentado na poltrona
Nenhum boi se lhe faz bravo
A um lhe dá com o cravo
e ao outro com a picanha".
"O homem, até o mais soberbo,
Com mais espinhos que uma tala,
Afrouxa andando na má
E é brando como manteiga,
Até a vaca chimarrão
Cai à poça com seca".
"Não andeis trocando de oca,
E faz o que faz o rato
Conserva-te no rincão
Que começou tua existência
Vaca que troca querência
Se atrasa na parição".
E assim avançando os tragos
Aquele velho qual cerro
"Não vai esquecer, dizia, Fierro
Que o homem não tem de crer,
Em lágrimas de mulher
Nem a ranqueira do perro".
"Não te deves afligir
Embora o mundo desabe-
O que mais precisa o homem,
Ter, segundo eu discorro,
É a memória do burro
Que nunca esquece onde come".
"Deixa pra que esquente o forno
O dono daquela massa-
O que é eu, nunca me agonio
A tudo me faço o surdo
O porco vive tão gordo
E se come até seus filhos".
"Raposa que já é corrida
Desde longe ela fareja
Não se apresse quem deseja
Fazer o que lhe aproveite
A vaca que mais rumina
É a que dá melhor leite".
"Quem se ganha sua comida
Bom é que em silencio coma
Assim, você nem por broma-
Queira chamar a atenção_
Nunca escapa o chimarrão
Se fuga pela colina".
"Eu vou onde me convém
E jamais me descarrilo,
Leva-te o exemplo meu,
E assim encheras a barriga;
Aprende das formigas,
Não vá à gamela vazia".
"A ninguém tenhas inveja,
É muito triste invejar,
Quando vejas a outro ganhar
A estorvá-lo não te metas-
Cada leitão em sua teta
É o modo de mamar".
"Assim se alimentam muitos
Em tanto os pobres o pagam
Como o cordeiro há quem faça
a pontinha, não o nego
há outros como o borrego
Toda inteira se a tragam".
"Se busca viver tranquilo
Dedica-te a solteriar
Mas se te quiser casar,
Com esta advertência seja,
E difícil de guardar
A prenda que outros desejam".
"É um bicho a mulher
Que aqui eu não o destapo,
Sempre quer ao homem guapo,
Mas olha bem a eleição;
Porque tem o coração
Como barriga de sapo".
E fanhoso pela bebida
Ele sempre me dizia: "Potrinho,
recém te aponta o bagual,
Mas te diz um toro velho,
Não deixes que homem nenhum
Te ganhe o lado do punhal".
"As armas são necessárias
Porém ninguém sabe quando;
Assim você anda passeando,
E de noite, sobre tudo,
Deve levá-lo de modo
Que ao sair, saia cortando".
"Os que não sabem guardar
São pobres inda trabalhem
Nunca por mais que se esquivem
Evitarão solavancos.
Ao que nasce barrigão
É inútil enfaixá-lo".
“Onde os ventos me levam
Aí estou como em meu centro
Quando uma tristeza encontro
Bebo um gole pra alegrar-me;
A mim me gosta molhar-me
Por fora e também por dentro".
"Você é pintinho, e convém
Que todas estas razões,
Meus conselhos e lições
Não jogue nunca no olvido-
Nas brigas tenho aprendido
Não brigar sem esporões".
Com estes conselhos e outros
Que eu, em minha memória encerro,
E que aqui não desenterro
Educando-me seguia-
Até que ao fim se dormia
Misturado com os perros.
Através deste livro, o autor conseguiu fazer-se escutar e ter eco para suas propostas a favor da causa do gaúcho. Sua obra narra o caráter independente, heroico e sacrificado dos habitantes dos pampas, e os situam como os verdadeiros representantes do caráter argentino, algo que contrariou os interesses políticos vigentes na época de Hernández. O Martín Fierro tem a peculiaridade de não estar escrito na forma culta do espanhol, mas sim, copiando foneticamente a forma de falar dos gaúchos.
O prestigioso escritor Leopoldo Lugones, em sua obra El payador qualificou este poema como "o livro nacional dos argentinos" e reconheceu no gaúcho sua qualidade de legítimo representante do país, símbolo da argentinidade. Para Ricardo Rojas, representava o clássico argentino por excelência. O gaúcho deixava de ser um homem "fora da lei" para se-converter em herói nacional. Leopoldo Marechal, num ensaio intitulado Simbolismos del "Martín Fierro", buscou-lhe uma interpretação alegórica. José María Rosa viu no "Martín Fierro" uma interpretação da história argentina.
Este livro foi traduzido em mais de 30 idiomas.
Do "Martín Fierro" de José Hernández, também se pode extrair um conjunto de provérbios dos "Conselhos do Velho Viscacha" que recebe ao filho segundo de Martín Fierro, por parte de seu tutor. Viscacha era um personagem ladino e cheio de armadilhas que se deixam entrever em seus conselhos e refrães que transudam uma visão negativa da vida, da mulher e das inquietudes humanas.
"Conselhos do Velho Viscacha"
CANTO XV (Segunda Parte)
Sempre andava alvorotado,
Com ninguém sabia falar
Se divertia em rabiscar
Fazer marcas com o dedo
E quando já tava bêbado
Começava a me aconselhar-
Me parece que o vejo
envolto em poncho surrado
depois de dar um bom trago
Aí começava a falar:
“Jamais chegues a parar
Onde vejas perros fracos".
"O primeiro cuidado do homem
É defender seu pelego
Leva-te de meu conselho,
Escuta bem o que falo:
O diabo sabe por diabo
Porém, mais sabe por velho".
"Faze-te amigo do Juiz
-Não lhe dês prá se queixar;
e quando quer se enojar
Você deve se-achicar,
Porque, sempre é bom de ter
Palanque ande se coçar”.
"Nunca lhe leves contraria
Ele manda no seu bando
Aí sentado na poltrona
Nenhum boi se lhe faz bravo
A um lhe dá com o cravo
e ao outro com a picanha".
"O homem, até o mais soberbo,
Com mais espinhos que uma tala,
Afrouxa andando na má
E é brando como manteiga,
Até a vaca chimarrão
Cai à poça com seca".
"Não andeis trocando de oca,
E faz o que faz o rato
Conserva-te no rincão
Que começou tua existência
Vaca que troca querência
Se atrasa na parição".
E assim avançando os tragos
Aquele velho qual cerro
"Não vai esquecer, dizia, Fierro
Que o homem não tem de crer,
Em lágrimas de mulher
Nem a ranqueira do perro".
"Não te deves afligir
Embora o mundo desabe-
O que mais precisa o homem,
Ter, segundo eu discorro,
É a memória do burro
Que nunca esquece onde come".
"Deixa pra que esquente o forno
O dono daquela massa-
O que é eu, nunca me agonio
A tudo me faço o surdo
O porco vive tão gordo
E se come até seus filhos".
"Raposa que já é corrida
Desde longe ela fareja
Não se apresse quem deseja
Fazer o que lhe aproveite
A vaca que mais rumina
É a que dá melhor leite".
"Quem se ganha sua comida
Bom é que em silencio coma
Assim, você nem por broma-
Queira chamar a atenção_
Nunca escapa o chimarrão
Se fuga pela colina".
"Eu vou onde me convém
E jamais me descarrilo,
Leva-te o exemplo meu,
E assim encheras a barriga;
Aprende das formigas,
Não vá à gamela vazia".
"A ninguém tenhas inveja,
É muito triste invejar,
Quando vejas a outro ganhar
A estorvá-lo não te metas-
Cada leitão em sua teta
É o modo de mamar".
"Assim se alimentam muitos
Em tanto os pobres o pagam
Como o cordeiro há quem faça
a pontinha, não o nego
há outros como o borrego
Toda inteira se a tragam".
"Se busca viver tranquilo
Dedica-te a solteriar
Mas se te quiser casar,
Com esta advertência seja,
E difícil de guardar
A prenda que outros desejam".
"É um bicho a mulher
Que aqui eu não o destapo,
Sempre quer ao homem guapo,
Mas olha bem a eleição;
Porque tem o coração
Como barriga de sapo".
E fanhoso pela bebida
Ele sempre me dizia: "Potrinho,
recém te aponta o bagual,
Mas te diz um toro velho,
Não deixes que homem nenhum
Te ganhe o lado do punhal".
"As armas são necessárias
Porém ninguém sabe quando;
Assim você anda passeando,
E de noite, sobre tudo,
Deve levá-lo de modo
Que ao sair, saia cortando".
"Os que não sabem guardar
São pobres inda trabalhem
Nunca por mais que se esquivem
Evitarão solavancos.
Ao que nasce barrigão
É inútil enfaixá-lo".
“Onde os ventos me levam
Aí estou como em meu centro
Quando uma tristeza encontro
Bebo um gole pra alegrar-me;
A mim me gosta molhar-me
Por fora e também por dentro".
"Você é pintinho, e convém
Que todas estas razões,
Meus conselhos e lições
Não jogue nunca no olvido-
Nas brigas tenho aprendido
Não brigar sem esporões".
Com estes conselhos e outros
Que eu, em minha memória encerro,
E que aqui não desenterro
Educando-me seguia-
Até que ao fim se dormia
Misturado com os perros.
FUNDÉU RECOMIENDA...
Recomendación del día
paralímpico, no paraolímpico
Con motivo de los Juegos Paralímpicos de Londres, que se celebrarán del 29 de agosto al 9 de septiembre, se recuerda que el adjetivo apropiado para referirse a los juegos en los que los participantes son personas con discapacidades es paralímpicos, no paraolímpicos.
Sin embargo, están apareciendo en los medios frases como «El equipo paraolímpico español viaja a Londres», «Carmen Herrera concentrada para los Paraolímpicos», «El turno de lucirse es ahora de los atletas paraolímpicos».
El término paralímpico, tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas, procede del inglés paralympic (acrónimo de para[plegic] + [o]lympic) y es la grafía recomendada por ser la más extendida y la más acorde con la etimología; para denominar a los juegos deportivos también es válida la forma paralimpiada(s).
Además, se desaconsejan las variantes paraolímpico y paraolimpiada, creadas posteriormente a partir del prefijo griego para- ('junto a’), usado a menudo en la creación de voces nuevas con el sentido de ‘semejante a’.
Por tanto, en los ejemplos anteriores lo adecuado habría sido decir: «El equipo paralímpico español viaja a Londres», «Carmen Herrera concentrada para los Paralímpicos», «El turno de lucirse es ahora de los atletas paralímpicos».
domingo, 26 de agosto de 2012
Para evitar el Alzheimer,
¿aprender un idioma?
Hablando sobre el poder de las palabras, hablar al menos dos idiomas puede reducir la demencia en un cerebro que envejece según demuestra una nueva investigación.
Los científicos ya saben que los adultos jóvenes bilingües y los niños realizan mejor las tareas que dicta el sistema de control ejecutivo del cerebro.
Situado en la parte frontal del cerebro, este sistema es “la base de tu capacidad para pensar de forma compleja, controlar la atención y hacer todo lo que pensamos como un pensamiento excepcionalmente humano” señaló Ellen Bialystok, psicólogo de la Universidad de York en Toronto, Canadá.
Actualmente los estudios revelan que las ventajas del bilingüismo persisten en la edad madura, incluso cuando la agudeza natural del cerebro se reduce, explicó Bialystok el viernes en una reunión de la Asociación Americana de Avance de la Ciencia en Washington, D.C.
Los cerebros bilingües retrasan los efectos del envejecimiento
Bialystok y sus colegas investigaron a 102 pacientes con Alzheimer bilingües durante mucho tiempo y a 109 monolingües que tenían el mismo nivel de agudeza mental. Aproximadamente unos 24 millones de personas tienen demencia en todo el mundo, sufriendo la mayoría de ellos de Alzheimer, de conformidad con la universidad médica del Karolinska Institutet de Suecia.
A los pacientes bilingües se les había diagnosticado el Alzheimer unos cuatro años después que a los pacientes monolingües, de media, de acuerdo con el estudio más reciente de Bialystok, publicado en noviembre en la revista Neurology.
Esto sugiere que el bilingüismo está “protegiendo a los adultos de más edad, incluso cuando el Alzheimer comienza a afectar a la función cognitiva”, afirmó Bialystok.
Bialystok también está estudiando las diferencias físicas entre los cerebros monolingües y bilingües.
En un nuevo experimento, utilizó TACs para examinar los cerebros de personas monolingües y bilingües con demencia. Todos los sujetos tenían la misma edad y funcionaban en el mismo nivel cognitivo.
Los efectos físicos de la enfermedad en el cerebro resultaron ser más avanzados en los cerebros de las personas bilingües aunque su capacidad mental era más o menos la misma según explicó a National Geographic News.
Aparentemente, los cerebros bilingües se compensan de alguna forma. “Aunque la “máquina” esté más rota, puede funcionar al mismo nivel que uno monolingüe con menos enfermedad”, afirmó.
No es demasiado tarde para beneficiarse de un nuevo idioma
Los beneficios del bilingüismo pueden comenzar en el útero, comentó Janet Werker, psicóloga de la Universidad de British Columbia, Canadá.
Por ejemplo, los estudios de Werker y sus colegas demuestran que los bebés expuestos a dos idiomas en el útero no confunden sus idiomas desde el nacimiento.
El entrenamiento mental que requiere mantener dos idiomas separados puede crear una “vigilancia sensorial reforzada” que tiene beneficios para toda la vida, afirmó Werker.
“Lo que me gustaría sugerir es el tipo de ventajas de las que ha oído [en el envejecimiento] pueden establecerse desde aquellos primeros días de la vida, en [bebés] que deben mantener los dos idiomas separados.”
Confirmado, los que han nacido en el bilingüismo, lo tienen más fácil.
“Los bebés tienen el lujo del tiempo, tienen la oportunidad de centrarse realmente en las tareas inmediatas”, afirmó Werker.
“Si queremos aprender un segundo idioma, [necesitamos] reservar algo de tiempo para ello y las pruebas sugieren que la recompensa vale la pena.
Incluso aunque no aprendas un segundo idioma hasta la edad madura, todavía puede ayudar a evitar la demencia según Bialystok.
Ser “bilingüe es una forma de mantener el cerebro activo” es parte del enfoque de reserva cognitiva para el fitness cerebral”, afirmó Bialystok.
Y cuando se trata de ejercitar el cerebro aprendiendo otro idioma, añadió, “cuanto más mejor y cualquier cosa por pequeña que sea ayuda”.
¿Cómo no acordarse de Antonio Machado?
Sobre el olivar,
se vio la lechuza
volar y volar.
Campo, campo, campo.
Entre los olivos,
los cortijos blancos.
Y la encina negra,
a medio camino
de Úbeda a Baeza.
Los olivos grises,
los caminos blancos.
El sol ha sorbido
la calor del campo;
y hasta tu recuerdo
me lo va secando
este alma de polvo
de los días malos.
EL IDIOMA ESPAÑOL
a vueltas con el idioma español
EMILIO ÁLVAREZ BUCETA. (VIGO). - 25-08-2012
La academia de la Lengua, aunque con ciertas resonancias a eslogan publicitario de algún detergente, mantiene el lema de: 'limpia, fija y da esplendor al idioma'.
Y de una manera más explícita, en el artículo primero de sus estatutos, se preceptúa la obligación de 'establecer y difundir los criterios de propiedad y corrección y de contribuir a su esplendor'.
Y siendo por tanto, coherentes con estos contenidos, echamos muy en falta, al académico que elegido o designado portavoz de la docta casa, ejerza ese protagonismo, tan necesario y útil, de difundir esos criterios de propiedad y corrección a que aluden los estatutos mencionados.
La sociedad necesita oír la voz autorizada de la Academia, ante la desorientación y, el alarmante aumento, de incorrecciones léxicas de bulto, que se reflejan a diario, y que van en contra de los usos generales de la lengua, degradándola, con toda suerte de transgresiones, tópicos y muletillas, mal empleados.
Aunque los ejemplos, sobre lo comentado, podrían resultar exhaustivos, nos fijaremos principalmente en uno, en el que incurren con frecuencias, desde catedráticos de universidad, escritores, jueces, políticos, etc.
Se trata del mal uso de los pronombres posesivos: mío, tuyo, suyo, nuestro, vuestro y sus plurales y femeninos, que denotan la posesión a la persona gramatical, supliendo esta condición incorrectamente, por la de meros indicadores personales, sin valor posesivo complementando a adverbios de lugar.
Así se expresa erróneamente: detrás mío, detrás tuyo, encima tuya, cuando alguien va delante de mí.
Siendo lo correcto, en los casos citados: detrás de mí, detrás de ti, encima de ti, y delante de mí.
Si bien hay que tener en cuenta, sobre este particular, las excepciones que contempla la Academia aceptando el empleo de posesivos tras el adverbio alrededor: miró consternada alrededor suyo. Este ejemplo se adaptaría a la excepción explicada.
Creo que esta casuística puede resultar de provecho, para esclarecer y subrayar la corrección gramatical, y la adecuada aplicación de los pronombres posesivos.
El gran maestro y académico Lázaro Carreter, censuraba estas infracciones, con las siguientes palabras: 'pican en los oídos, y, pertenecen no ya a la plebe, sino al puro lumpen lingüístico'.
Tendríamos que cuidar, y respetar mucho más, al único medio que tenemos los seres humanos, para comunicarnos y relacionarnos, evitando asimismo, esas adherencias de mal gusto, que incluimos siempre en nuestras conversaciones, a modo de latiguillo, como atraídos por el vicio del contagio oral: para nada,... y punto pelota, poner en valor, puro y duro, negro sobre blanco, etc.
Y para finalizar este apresurado muestreo, y muy sucintamente, mencionaremos a esa jerga, ese lenguaje, que constituye un microsistema diferenciado, que emplean los jóvenes para relacionarse, y en el que se prescinde de todo sintagma, utilizando palabras (o palabros) interjectivas sin formar oración; así tenemos, tronco, tío, colega, me mola, es muy fuerte, estar rallado, etc.
Es una manera de hablar, que se enmarca en el lenguaje cheli, que por supuesto en esta ocasión, delego a la sociolingüística, su análisis y comentarios, concluyendo desde el convencimiento, de que con estas peculiares formas de comunicación, se rebaja y empobrece sobremanera, el caudal idiomático.
La lengua es un instrumento de tanta trascendencia, que la vida social, va a depender de la cultura lingüística de los ciudadanos.
Las palabras, como ya dijo alguien, son esos misteriosos pasajeros del alma, y, son digo yo, la esencia y la parte más sustancial, del ser humano.
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