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sábado, 10 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

UMA CADEIA DE SUBMINISTROS RESPONSÁVEL.

Responsible Supply Chain

A RSE luta por encontrar seu lugar na cadeia de Subministros

Um artigo do Journal of Business Ethics analisa a importância dos códigos de conduta dos fornecedores

“A proteção meio-ambiental das fabricas dos fornecedores é um dos aspetos que menos atenção recebe”

Beatriz Lorenzo. -

A relação que as companhias mantêm com seus fornecedores é um dos pilares fundamentais da responsabilidade social empresarial. Hoje em dia, a transparência e a comunicação fluida entre companhia e stakeholders são tidas em conta como ferramentas tão importantes para a boa gestão como as relativas aos custos, marketing ou as contas de resultados. As empresas brindam cada vez mais atenção a questões como os impactos do câmbio climático no negócio, as condições laborais dos empregados, ou o respeito aos direitos humanos; mas a RSE não só têm de ter-se em conta no “core business”, senão em todas as fases da cadeia de subministro. Num recente artigo, Journal of Busines Ethics examina os códigos de conduta adotados pelos fornecedores das companhias pertencentes ao índice da bolsa FTSE 100, pondo o acento na importância da incorporação dos critérios da RSE nas primeiras fases da cadeia de abastecimento.

A pesar de que a Responsabilidade Social cobra cada dia mais importância, - um 44% das empresas analisadas por Journal of Business Ethics incorporam critérios de compras éticas - os fornecedores seguem sendo os grandes esquecidos à hora de adotar critérios respeitosos e , quando existem, costumam estar encaminhados somente a proteger suas condições laborais, em tanto que a proteção do meio ambiente nas fabricas de fornecedores e as questões econômicas que afetam às empresas fornecedoras recebem menos atenção.

A IMPORTANCIA DA CADEIA RESPONSÁVEL (Responsible Supply Chain)

A iniciativa internacional Global Reporting Initiative (GRI) afirma que "apresentar informes" pode ser uma parte da resposta à gestão sustentável das cadeias de subministro, e da promoção da responsabilidade empresarial nos fornecedores. Não é de estranhar que os principais impactos sobre direitos econômicos, sociais e ambientais tenham lugar nas cadeias de subministro, se temos em conta que a externalização (outsourcing) da produção por parte das companhias é o pão de cada dia num mundo globalizado onde as empresas, nacionalizadas em países da OCDE, contam cada vez mais com fornecedores e prestadores de serviços nas economias emergentes. As empresas são a “cabeça” visível da cadeia de subministro, e a responsabilidade social há de passar por todas suas fases em lugar de pularem-se as iniciais para chegar só aos olhos e ouvidos dos grupos de interesse. Toda a cadeia tem que funcionar de maneira sustentável.

O fato de que um fornecedor publique seu informe de sustentabilidade, demonstrando que é consciente em assuntos como os problemas laborais, seu rasto de carbono, ou a gestão de resíduos, resulta uma vantagem clara. É aqui onde esta a chave para chegar à verdadeira RSE de segunda geração, onde deixa de ser um simples verniz “pintado desde acima”, para converter-se numa ferramenta integrada na empresa.

Neste sentido, a GRI lançou em 2008 um projeto com a agencia de desenvolvimento alemã GTZ, com varias empresas, entre elas Telefônica, e com onze pequenos e meios fornecedores, para estudar a forma em que a publicação de informes de sustentabilidade pode criar valor na cadeia de subministro. O projeto “Transparency in the Supply Chain” (Transparência na Cadeia de Subministro) gira em torno ao modo em que as grandes empresas podem proporcionar um incentivo a seus fornecedores para a publicação de informes de sustentabilidade. A causa desta demanda real de transparência na cadeia de subministro das grandes empresas, a GRI tem posto também em marcha uma Rede de Ação Mundial para a Transparência na Cadeia de Subministro. Partindo das leciones aprendidas no projeto, a proposta central desta rede é que as grandes empresas apóiem a seus fornecedores no processo de elaboração de seus informes de sustentabilidade e que estes quedem capacitados para utilizar as diretrizes da GRI. Através deste apoio, os fornecedores receberão um certificado de formação de GRI. Esta colaboração ajudará aos fornecedores participantes a melhorar seus processos internos, a elaborar um informe GRI, e a que possam aportar suas próprias opiniões acerca do modo em que fazem frente às questões da sustentabilidade.

Por sua parte, também a Rede Espanhola do Pacto Mundial de Nações Unidas apresentou o passado mês de fevereiro a “Guia de Implantação: A empresa e sua cadeia de subministro: uma alternativa de gestão”, cujo objetivo principal é ajudar às empresas a administrar sua cadeia de subministro de forma mais responsável, com o fim de gerar um beneficio sustentável em todas as áreas e atividades do negocio.

As vantagens duma política de fornecedores responsáveis se manifestam numa maior estabilidade, garantia e qualidade do serviço, em menores custos derivados duma carteira de fornecedores mais segura, num menor número de denuncias, punições ou multas e em vantagem competitivas provenientes dum maior grado de colaboração por parte dos fornecedores em quanto à adaptação a novos produtos ou inovação. Em definitiva, ter uma política de compra responsável significa integrar aos fornecedores na planificação e gestão da empresa, considerando-los como um grupo de interesse tão importante como o dos funcionários ou dos clientes.

FORNECEDORES “BAIXOS EM CARBONO”

As emissões de gases de efeito estufa se têm convertido em protagonistas duma das maiores preocupações a nível mundial. As medidas e programas encaminhados a reduzir-las, formam parte dos programas de RSE das companhias cuja atividade se considera “culpada” de incrementar-las, sobre todo nos sectores automotivo, construtoras, petroleiras... Esta preocupação por um dos maiores inimigos meio-ambientais há chegado também aos fornecedores, já que em ocasiões é nas primeiras fases da cadeia de subministro onde se concentram as atividades mais perigosas para o meio ambiente.

Desta forma, Carbon Disclosure Project (CDP)- iniciativa mundial sobre câmbio climático que atua como uma secretaria de coordenação para mais de 385 investidores institucionais - está levando a cabo estratégias para reduzir as emissões de carbono da cadeia de subministro, conformando uma rede que inclui já a algumas das grandes empresas com maior poder de compra, como PepsiCo, Tesco, Unilever, P&G, L'Oréal, y Dell. Estas empresas têm solicitado a uma mostra representativa de seus fornecedores maior informação sobre o estão fazendo para administrar os desafios e as oportunidades associadas com o câmbio climático. Os fornecedores que respondem à CDP, no processo de medição a miúdo descobrem âmbitos de seu negocio nos há uma margem para a poupança de energia e a eficiência, que nunca antes haviam identificado.

La RSC lucha por encontrar su lugar en la cadena de suministro

Un artículo de Journal of Business Ethics analiza la importancia de los códigos de conducta de los proveedores

La protección medioambiental de las plantas de proveedores es uno de los aspectos que menos atención recibe

Beatriz Lorenzo.-

La relación que las compañías mantienen con sus proveedores es uno de los pilares fundamentales de la responsabilidad social empresarial. Hoy en día, la transparencia y la comunicación fluida entre compañía y stakeholders son tenidas en cuenta ya como herramientas tan importantes para la buena gestión como las relativas a los costes, el marketing o las cuentas de resultados. Las empresas prestan cada vez más atención a cuestiones como los impactos del cambio climático en el negocio, las condiciones laborales de los empleados, o el respeto a los derechos humanos, pero la RSC no sólo ha de tenerse en cuenta en el “core business”, sino en todas las fases de la cadena de suministro. En un reciente artículo, Journal of Busines Ethics examina los códigos de conducta adoptados por los proveedores de las compañías pertenecientes al índice bursátil FTSE 100, poniendo el acento en la importancia de la incorporación de los criterios de la RSC en las primeras fases de la cadena de abastecimiento.

A pesar de que la Responsabilidad Social cobra cada día más importancia, -un 44% de las empresas analizadas por Journal of Business Ethics incorporan criterios de compras éticas- los proveedores siguen siendo los grandes olvidados a la hora de adoptar criterios respetuosos y , cuando existen, suelen estar encaminados solamente a proteger sus condiciones laborales, mientras que la protección del medio ambiente en las plantas de proveedores y las cuestiones económicas que afectan a las empresas proveedoras reciben menos atención.

LA IMPORTANCIA DE LA CADENA RESPONSABLE

La iniciativa internacional Global Reporting Initiative (GRI) sostiene que "presentar informes" puede ser una parte de la respuesta a la gestión sostenible de las cadenas de suministro, y de la promoción de la responsabilidad empresarial en los proveedores. No es de extrañar que los principales impactos sobre derechos económicos, sociales y ambientales tengan lugar en las cadenas de suministro, si tenemos en cuenta que la externalización de la producción por parte de las compañías es el pan de cada día en un mundo globalizado donde las empresas, nacionalizadas en países de la OCDE, cuentan cada vez más con proveedores y prestadores de servicios en las economías emergentes. Las empresas son la “cabeza” visible de la cadena de suministro, y la responsabilidad social ha de pasar por todas sus fases en lugar de saltarse las iniciales para llegar sólo a ojos y oídos de los grupos de interés. Toda la cadena tiene que funcionar de manera sostenible.

El hecho de que un proveedor publique su informe de sostenibilidad, demostrando que es consciente en asuntos como los problemas laborales, su huella de carbono, o la gestión de residuos, resulta una ventaja clara. Es aquí donde esta la clave para llegar a la verdadera RSC de segunda generación, donde deja de ser un simple barniz “pintado desde arriba”, para convertirse en una herramienta integrada en la empresa.

En este sentido, la GRI puso en marcha en 2008 un proyecto con la agencia de desarrollo alemana GTZ, con varias empresas, entre ellas Telefónica, y con once pequeños y medianos proveedores, para estudiar la forma en que la publicación de informes de sostenibilidad puede crear valor en la cadena de suministro. El proyecto “Transparency in the Supply Chain” gira en torno al modo en que las grandes empresas pueden proporcionar un incentivo a sus proveedores para la publicación de informes de sostenibilidad. A causa de esta demanda real de transparencia en la cadena de suministro de las grandes empresas, la GRI ha puesto también en marcha una Red de Acción Mundial para la Transparencia en la Cadena de Suministro .Partiendo de las lecciones aprendidas en el proyecto, la propuesta central de esta red es que las grandes empresas apoyen a sus proveedores en el proceso de elaboración de sus informes de sostenibilidad y que éstos queden capacitados para utilizar las directrices de la GRI.A través de este apoyo, los proveedores recibirán un certificado de formación de GRI. Esta colaboración ayudará a los proveedores participantes a mejorar sus procesos internos, a elaborar un informe GRI, y a que puedan aportar sus propias opiniones acerca del modo en que hacen frente a las cuestiones de la sostenibilidad.

Por su parte, también la Red Española del Pacto Mundial de Naciones Unidas presentó el pasado mes de febrero la “Guía de Implantación: La empresa y su cadena de suministro: una alternativa de gestión”, cuyo objetivo principal es ayudar a las empresas a gestionar su cadena de suministro de forma más responsable, con el fin de generar un beneficio sostenible en todas las áreas y actividades del negocio.

Las ventajas de una política de proveedores responsable se manifiestan en una mayor estabilidad, garantía y calidad del servicio, en ahorros derivados de una cartera de proveedores más segura, en un menor número de denuncias, sanciones o multas y en ventajas competitivas provenientes de un mayor grado de colaboración por parte de los proveedores en cuanto a adaptación a nuevos productos o innovación. En definitiva, tener una política de compra responsable significa integrar a los proveedores en la planificación y gestión de la empresa, considerándolos como un grupo de interés tan importante como el de los empleados o el de los clientes.

PROVEEDORES “BAJOS EN CARBONO”

Las emisiones de gases de efecto invernadero se han convertido en protagonistas de una de las mayores preocupaciones a nivel mundial. Las medidas y programas encaminados a reducirlas, jalonan buena parte de los programas de RSC de las compañías cuya actividad se considera “culpable” de incrementarlas, sobre todo en los sectores de automoción, constructoras, petroleras….Esta preocupación por uno de los mayores enemigos medioambientales ha llegado también a los proveedores, ya que en ocasiones es en las primeras fases de la cadena de suministro donde se concentran las actividades más peligrosas para el medio ambiente.

Así pues, Carbon Disclosure Project (CDP)- iniciativa mundial sobre cambio climático que actúa como una secretaría de coordinación para más de 385 inversores institucionales-está llevando a cabo estrategias para reducir las emisiones de carbono de la cadena de suministro, conformando una red que incluye ya a algunas de las grandes empresas con mayor poder de compra, como PepsiCo, Tesco, Unilever, P&G, L'Oréal, y Dell. Estas empresas han solicitado a una muestra representativa de sus proveedores más información sobre lo están haciendo para gestionar los desafíos y las oportunidades asociadas con el cambio climático. Los proveedores que responden a CDP, en el proceso de medición a menudo descubren ámbitos de su negocio en los hay un margen para el ahorro de energía y la eficiencia, que nunca antes habían identificado.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

De acordo com o Instituto ETHOS Quais são os 7 tópicos a ser considerados na RSE?

8 Outubro 2009

Para facilitar e generalizar o conceito se organiza a RSE em sete tópicos a ser considerados:

a. Valores, transparência y governabilidade
b. Público interno
c. Meio Ambiente
d. Fornecedores
e. Consumidores/clientes
f. Comunidade
g. Governo e sociedade

Define-se assim a estrutura do conteúdo dos Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial (versão 2004)

Fonte: Conceitos Básicos e Indicadores de Responsabilidade Social Empresarial RSE. Manual de Apoio para jornalistas. Cedice, Instituto ETHOS, Fórum Empresa

De acuerdo con el Instituto ETHOS ¿Cuáles son los 7 tópicos a ser considerados en la RSE?

8 Octubre 2009

Para facilitar y generalizar el concepto, se organiza la RSE en siete tópicos a ser considerados:

a. Valores, transparencia y gobernabilidad
b. Público interno
c. Medio Ambiente
d. Proveedores
e. Consumidores/clientes
f. Comunidad
g. Gobierno y sociedad

Se define así la estructura del contenido de los Indicadores Ethos de Responsabilidad Social Empresarial(versión 2004)

Fuente: Conceptos Básicos e Indicadores de Responsabilidad Social Empresarial RSE. Manual de Apoyo para periodistas. Cedice, Instituto ETHOS, Forum Empresa

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis


RSE

para reverter à grave situação

Hoje vivemos num mundo não sustentável e baixo ameaça de crise, com um grave desequilíbrio ecológico, instabilidade social e quebra da coesão social, advertiu ontem o Diretor Executivo do Instituto Ethos do Brasil, Paulo Itacarambi. Foi na apertura do II Congresso de Responsabilidade Social Empresarial da ADEC. (Associação de Empresários Cristianos)

Fonte: ABC Color – Paraguai.

O palestrante sinalou que a crise financeira que estamos vivendo é apenas uma parte de uma crise muito maior. Respeito do desequilíbrio do meio ambiente, diz que “estamos ultrapassando os limites do planeta”, e como conseqüências se estão dando processos sistêmicos interdependentes como o câmbio climático, a acidez dos oceanos, a interferência nos ciclos de nitrogênio e do fósforo.

Referiu-se também ao mau manejo da água potável, que é um recurso com uma importância estratégica maior que o petróleo. “Há alterações no uso do solo, carga de aerossóis na atmosfera, poluição química e perda da biodiversidade terrestre e marina, onde o homem se tem convertido num verdadeiro fenômeno geofísico, que pode causar uma perda total das condições de vida no planeta”, alertou.

Instabilidade social

Em relação com a instabilidade social, Itacarambi advertiu que persiste a distribuição desigual de oportunidades e da riqueza. “Os fatores que criam a brecha entre ricos e pobres e a injustiça social seguem vigentes, não se está tratando de corrigir; é dizer, há um nível de acumulação muito grande que não é boa para a sociedade: três pessoas têm acumulada a riqueza que corresponderiam a 600 milhões de pessoas. O negócio deve criar valor para todos e não somente para os acionistas; esta é uma cultura distinta, destacou.

Afirmou que também se mantém o crescimento baseado na redução dos empregos, a baixa qualidade das relações de trabalho, propriedade concentrada do patrimônio natural, corrupção e privatização de bens públicos, pertencentes a toda a sociedade. Assim mesmo, um alto grau de impunidade e de iniqüidade na acessibilidade aos direitos, e uma qualidade de vida e bem estar baseada simplesmente na capacidade de consumo, o qual é prejudicial, porque os recursos do mundo são finitos, não alcançam para todos.

Quebra da coesão social

Com referência à ruptura da coesão social, diz que se deve basicamente à materialização Cada vez maior das relações pessoais, o qual faz que as relações entre as pessoas sejam cada vez menos humanas. “À pessoa e medida pelo que tem e não pelo que é”. Advertiu que a coesão social não está resistindo o crescente individualismo e a cultura do consumo em massa. “Por outra parte, se reduz a integridade e a confiança. A crise atual (financeira e seus efeitos, sobre todo o mundo) vem da falta de honestidade de empresários que têm oferecido coisas que não possuem e prometido outras que não podem cumprir”, asseverou.

Agregou que também cresce o sentimento de “descartabilidade”, onde as pessoas se sentem “descartáveis” na empresa, no emprego, no dia a dia. “Muitos jovens não tem visão do futuro. O valor da vida se reduz, e como nos outros tampouco têm valor, são descartáveis. A identidade é associada o seu nível de consumo e aumenta o consumo danoso, sem conexão com a necessidade”, expressou.

07/10/2009

PROPONEN LA RESPONSABILIDAD SOCIAL EMPRESARIAL PARA REVERTIR LA GRAVE SITUACION

Vivimos en un mundo no sostenible

Hoy vivimos en un mundo no sostenible y bajo amenaza de crisis, con un grave desequilibrio ecológico, inestabilidad social y quiebra de la cohesión social, advirtió ayer el director ejecutivo del Instituto Ethos del Brasil, Paulo Itacarambi. Fue en la apertura del II Congreso de Responsabilidad Social Empresarial de la ADEC.

Fuente: ABC Color

El expositor brasileño señaló que la crisis financiera que estamos viviendo es apenas una parte de una crisis mucho mayor. Respecto del desequilibrio del medio ambiente, dijo que “estamos sobrepasando los límites del planeta”, y como consecuencia se están dando procesos sistémicos interdependientes como el cambio climático, la acidez de los océanos, la interferencia en los ciclos de nitrógeno y del fósforo.

Se refirió también al mal manejo del agua potable, que es un recurso con una mayor importancia estratégica que el petróleo. “Hay alteraciones en el uso del suelo, carga de aerosoles en la atmósfera, polución química y pérdida de la biodiversidad terrestre y marina, donde el hombre se ha convertido en un verdadero fenómeno geofísico, que puede causar una pérdida total de las condiciones de vida en el planeta”, alertó.

Inestabilidad social

En relación con la inestabilidad social, Itacarambi advirtió que persiste la distribución desigual de oportunidades y de la riqueza. “Los factores que crean la brecha entre ricos y pobres y la injusticia social siguen vigentes, no se está tratando de corregir; es decir, hay un nivel de acumulación muy grande que no es buena para la sociedad: tres personas tienen acumulada la riqueza que corresponderían a 600 millones de personas. El negocio debe crear valor para todos y no solamente para los accionistas; esta es una cultura distinta, destacó.

Afirmó que también se mantiene el crecimiento basado en la reducción de los empleos, la baja calidad de las relaciones de trabajo, propiedad concentrada del patrimonio natural, corrupción y privatización de bienes públicos, pertenecientes a toda la sociedad. Asimismo, un alto grado de impunidad y de inequidad en la accesibilidad a los derechos, y una calidad de vida y bienestar basada simplemente en la capacidad de consumo, lo cual es perjudicial, porque los recursos del mundo son finitos, no alcanza para todos.

Quiebra de la cohesión social

En referencia a la ruptura de la cohesión social, dijo que se debe básicamente a la mercantilización cada vez mayor de las relaciones personales, lo cual hace que las relaciones entre las personas sea cada vez menos humana. “A la persona se mide por lo que tiene y no por lo que es”. Advirtió que la cohesión social no está resistiendo el creciente individualismo y la cultura del consumo en masa. “Por otra parte, se reduce la integridad y la confianza. La crisis actual (financiera y sus efectos, sobre todo, el mundo) viene de la falta de honestidad de empresarios que han ofrecido cosas que no tienen y que no pueden cumplir”, aseveró.

Añadió que también crece el sentimiento de “descartabilidad”, donde las personas se sienten “descartables” en la empresa, en el empleo, en el día a día. “Muchos jóvenes no tienen visión de futuro. El valor de la vida se reduce, y como los otros tampoco tienen valor, son descartables. La identidad es asociada a su nivel de consumo y aumenta el consumo dañino, sin conexión con la necesidad”, expresó.

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ISO 26000 Diretrizes para a responsabilidade social

ISO 26000 ainda não existe...

Esta futura norma serão diretrizes internacionais de responsabilidade social (RS). ISO 26000

fornecerá a todos os tipos de organizações as diretrizes harmonizadas sobre o que é

responsabilidade social e como programar-lo numa organização.

Não será um sistema de gestão e não será para a certificação.

Ela está sendo escrita por um grupo de cerca de 300 especialistas que representam a indústria,

sindicatos, ONGs, consumidores, governos, organismos de normalização, consultores e

pesquisadores, para garantir a representatividade das partes interessadas de países desenvolvidos

e em desenvolvimento. ISO 26000 é a primeira tentativa, a nível internacional para elaborar

conceitos de responsabilidade social no mundo tudo e para diminuir a sua aplicação para todos

os tipos de organizações, em todos os lugares. Abrange praticamente todas as áreas da ética,

valores, princípios, sustentabilidade, governança ambiental, consumo, políticas de

contratos, etc. Práticas de fornecimento são declinados em seus aspectos sociais e ambientais,

tanto do ponto de vista do produtor como do consumidor. ISO 26000 não irá substituir outras normas,

códigos de conduta, convenções ou legislação. É de referir as boas práticas e leitores diretos para

outras fontes de informação. Sua publicação está prevista para 2010, mas todas as versões

preliminares e documentos de trabalho estão disponíveis gratuitamente online.

Informação

· Autor: International Standard Organisation (ISO)

· Aplicação: Universal

· Data de Criação: No processo de elaboração. Estimados para 2010

· Disponibilidade: Grátis

· Pilares: Transversal

· Fonte

· http://www.iso.org/sr

· http://www.iso.org/wgsr (língua de trabalho: Inglês + traduções parciais em francês (http://www.mediaterre.org),espanhol, russo, árabe.

Observações

O processo de elaboração é aberto e livremente todos os documentos de trabalho estão disponíveis.



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

A Empresa Competitiva no século XXI:

Um coquetel de inovação, diversidade e liderança sustentável.

A arte de elaborar um bom coquetel não só depende de dispor de bons licores, frutas, cremas, etc., senão sobre todo também contar com um experto barman, que saiba incorporar as quantidades necessárias para lograr que seja um coquetel suave ou intenso dependendo quem vai consumi-lo. No caso de uma empresa para ser competitiva hoje e no futuro deve saber combinar ou administrar corretamente, também uma serie de fatores ou "ingredientes", entre os que são claves: a Inovação, a Diversidade, incorporando uma Liderança Sustentável.

Acredito interessante dedicar umas reflexões sobre estes fatores claves da empresa competitiva do século XXI.

•Inovação: Se tem escrito tanto sobre ela, e a integramos em nossas conversações de forma tão freqüente, que às vezes chegamos a olvidar o verdadeiro significado da inovação. De acordo ao Manual de Oslo, se tem estabelecido diferentes classificações de tipos de inovações:

Inovação do produto se corresponde com a introdução de um produto ou serviço novo, ou significativamente melhorado, em quanto a suas características ou em quanto ao uso que se destina. Esta definição inclui a melhora significativa das características técnicas, dos componentes e os materiais, da informática integrada, da facilidade de uso ou outras características funcionais.

•Inovação do processo é a introdução dum novo, ou significativamente melhorado, processo de produção ou de distribuição. Isto implica câmbios significativos nas técnicas, os materiais e/ou os programas informáticos.

•Inovação em mercadologia é a aplicação dum novo método de comercialização que implique câmbios significativos do desenho ou embalagem dum processo, seu posicionamento, sua promoção ou sua tarifação.

•Inovação de organização é a introdução dum novo método organizativo nas práticas, a organização do local de trabalho ou nas relações exteriores da empresa.

Desde faz anos instituições como COTEC vem realizando estudos sobre a Inovação Espanhola e seus principais indicadores da I+D+i. Assim mesmo, a União Européia já elaborou em 1995 o Livro Verde da Inovação, e neste mesmo ano 2009 se celebra o Ano Europeu da Inovação e a Criatividade. Recentemente, o passado 1° de outubro desde o Ministério de Ciência e Inovação, concretamente a Secretaria Geral de Inovação tem comentado: "queremos situar a Espanha no G-9 da Inovação", sinalando que entre os mercados detectados como inovadores se situam os referidos a:

- Economia verde: Energias renováveis e câmbio climático (águas, resíduos,...)

- Saúde e Biotecnologia

- Economia assistencial: abarca toda a indústria associada à assistência à dependência: desenvolvimento de medicamentos (farmácia+químico-genética+genética), aplicações cirúrgicas e diagnósticas (biotecnologia, laser, radiações), assistência (robótica+maquinaria+TIC)

- Indústria da Ciência: compreende todos aqueles aprovisionamentos relacionados com as grandes infra-estruturas (materiais, eletrônica de potencia, construção especializada), é dizer, todo o grupo de empresas que desenvolvem tecnologia para instalações científicas e tecnológicas.

- Administração: o conjunto de projetos e atividades encaminhadas à modernização e automatização administrativa.

Sem embargo, e a pesar da importância da Inovação para a competitividade nos próximos anos, as últimas noticias em relação aos orçamentos em I+D+i são quando menos preocupantes.

Permitam-me que diga que para inovar há que ser criativo, é dizer, ser capaz de gerar muitas idéias. Mas a inovação só se produzirá se alguma das idéias criativas chega a bom porto.

Diversidade: é um dos principais catalisadores da inovação. Seu elevado protagonismo tem feito que, nos últimos anos, esteja presente em foros, debates, etc., destacando sua importância para as empresas, pelo valor que aporta. Isto há conduzido a que tenham surgido vozes que mostram certo cepticismo ante este "inquilino" do mundo empresarial, por tantos benefícios que se lhe atribuem. Pelo contrario os entusiastas, afirma que nunca antes havia sido tão evidente a diversidade que conforma o cenário social e econômico, tanto global como local. No mesmo sentido, ao longo dos últimos anos, a Comissão Européia vem realizando estudos sobre diversidade.

Nesta línea, a União Européia há publicado em 2009 um documento "A diversidade como oportunidade de negócio" onde propõe que as políticas de gestão da diversidade podem ter efeitos positivos no mundo da empresa. E é que a gestão da diversidade está cada dia mais presente nas respostas estratégicas do sector empresarial ante a crescente heterogeneidade da sociedade, os clientes, a estrutura do mercado e os trabalhadores.

Destaco que está a ponto de ser publicada uma Guia para as PMEs (Pequenas e Médias Empresas titulada "A diversidade no posto de trabalho". Nela se reflete que na Europa há perto de 23 milhões de PMEs. que dão trabalho a aproximadamente 75 milhões de pessoas. Com estas cifras na mão, queda claro que é fundamental informar às PMEs. acerca das vantagens da qualidade.

Liderança Sustentável: Não escrevo nada novo, se menciono que a situação á que se enfrentam as empresas é da globalização e também a novas atuações ante o câmbio climático. Neste sentido, atualmente parece mais que nunca necessário que os líderes empresariais contemplem entre sua missão empresarial, que se deve avançar mediante a inovação e a diversidade para o desenvolvimento sustentável.

Esta liderança sustentável compreende que os diretivos sejam conscientes do valor do meio ambiente, assumindo suas funções como subministrador de recursos, suporte de atividades e gestor final dos resíduos. Incorporando de forma responsável, os custos e os benefícios ambientais no sistema econômico de produção e consumo. Quando uma empresa decide afrontar os custos ambientais, internalizar-los, expressar-los numa contabilidade ambiental e depois publicar-lo num plano de comunicação, não cabe duvida de que é uma empresa que inicia decididamente um câmbio de liderança rumo a uma estratégia da sustentabilidade.

Ainda, muitas empresas têm vido incorporando o fator ambiental porque a cadeia de valor se o exigia através de seus clientes, e elas a seus fornecedores, a fim de garantir seu próprio sistema de gestão baseado em procedimentos normalizados, como a ISO 14001 ou EMAS da União Européia, a liderança sustentável implica que as inovações sejam cada vez mais eco-inovação assim como uma aposta decidida a favor da RSE onde o competente social deve contemplar a diversidade interna e externa à empresa.

Em resumo, começava este post comentando sobre os coquetéis afirmando que o barman deve conhecer que aporta cada ingrediente e por suposto valorar as quantidades que deve agregar para que o coquetel seja o adequado ao cliente e seus novos gostos e exigências.

Para finalizar, gostaria lembrar que faz mais de 200 anos Benjamin Franklin (1706 Boston - 1790, Filadélfia) filósofo, político e cientista estadunidense, afirmava

"Não há investimento mais rentável que o do conhecimento".

Ao que eu agregaria que para as empresas que queiram sobreviver e ser referentes no século XXI, o investimento mais rentável e sustentável é apostar pela inovação, para o qual será clave favorecer e reconhecer a diversidade dos empregados/as, e compreender que seus stakeholders formam parte dum mundo cada vez mais global e diverso. Para o qual é imprescindível dispor de conhecimento

ImportaRSE - Florianópolis

Ontem se deu a conhecer o Informe sobre Desenvolvimento Humano 2009. É lamentável que a noticia tenha tão pouca difusão nas esferas de responsabilidade social de Latino América sendo um tema que compete a cidadãos, governos e empresas. Acreditar que a RSE se limita a temas de gestão corporativa é uma das grandes miopias atuais.

O desenvolvimento humano trata de que as pessoas desenvolvam seu potencial, aumentem suas possibilidades e desfrutem da liberdade para viver a vida que valoram. Desde 1990, os Informes sobre Desenvolvimento Humano anuais têm analisado os desafios que apresentam a pobreza, as questões de gênero, a democracia, os direitos humanos, a liberdade cultural, a globalização, a escassez de água e o câmbio climático.

Se bem este ano o informe está focalizado na migração, há que entender esta como o resultado dum mundo muito desigual. Para muitos habitantes do orbe, abandonar seu lugar de origem pode ser a melhor saída, e em ocasiões a única, de melhorar sua vida. A migração pode ser muito eficiente para aumentar o ingresso, a educação e a participação de indivíduos e famílias e melhorar as perspectivas futuras dos filhos. Mas tem um valor incluso maior: a capacidade de decidir onde viver é um elemento clave da liberdade humana.

O informe em se é tremendamente interessante em muitos sentidos pero quiçá o de maior impacto em termos mediáticos seja o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que indica a classificação do IDH entre 2006 e 2007 em 182 países.

Neste contexto apresentamos nossa infográfica, um quadro comparativo com a informação mais relevante para os países latino-americanos e sua relação com as principais economias mundiais. México, por exemplo, está no lugar 53, e a pesar do “bom” que poderia parecer “é um fato que o país acumula atrasos em igualdade de gênero, esperança de vida, alfabetização, escolarização e representação política das mulheres”, como o sinalou Magdy Martínez-Solimán, representante residente do Programa de Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em México.

Alguns dados interessantes do informe são:

• Chile é o melhor colocado dos países latino-americanos no posto 44

• Argentina, Uruguai e Cuba são 49, 50 y 51 respectivamente

• México ganhou um lugar com respeito ao ano passado

• Venezuela é 58, Brasil 75, Colômbia 77 e Peru 78

• Depois de Índia e China, México é o principal receptor de remessas do mundo

• Os envios equivalem a 27 mil milhões de USD, 3% do PIB nacional

• Com a crise, o número de lares receptores há diminuído 15%

• Paquistão é o 2o maior receptor de mexicanos pese a ser considerado “estado falido”

• China é o país que mais cresceu no índice - 7 lugares! Ainda assim é o 92

• Jamaica é o que mais descendeu: 8 postos. É o 100

• Uma de cada sete pessoas no mundo é migrante

terça-feira, 6 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis







Hewlett-Packard, Dell, Johnson & Johnson, Intel e IBM, são

as empresas mais ecológicas de América, segundo 'Newsweek'

MADRID, 5 Oct. (EUROPA PRESS) -

Hewlett-Packard, Dell, Johnson & Johnson, Intel e IBM são as empresas mais ecológicas de América, segundo um ránking elaborado pela revista 'Newsweek' composto por 500 grandes multinacionais do continente.

O 'top ten' das companhias mais sustentáveis se completa com State Street, Nike, Bristol-Myers Squibb, Applied Materials e Starbucks. Ademais, nos primeiros 20 postos aparecem outras companhias destacadas como Cisco Systems, Sun Microsystems, Motorola e McDonald's.

À horas de levar a cabo esta classificação, 'Newsweek' analisou as políticas ecológicas das companhias do continente assim como o impacto médio-ambiental de sua atividade e sua reputação. As empresas também foram selecionadas em função de seus ingressos, sua capitalização do mercado e o número de trabalhadores.

A classificação completa se pode consultar na web 'http://greenrankings.newsweek.com'.

Hewlett-Packard, Dell, Johnson & Johnson, Intel e IBM, las empresas más ecológicas de América, según 'Newsweek'

MADRID, 5 Oct. (EUROPA PRESS) -
Hewlett-Packard, Dell, Johnson & Johnson, Intel e IBM son las empresas más ecológicas de América, según un ránking elaborado por la revista 'Newsweek' compuesto por 500 grandes multinacionales del continente.

El 'top ten' de las compañías más sostenibles se completa con State Street, Nike, Bristol-Myers Squibb, Applied Materials y Starbucks. Además, en los primeros 20 puestos aparecen otras compañías destacadas como Cisco Systems, Sun Microsystems, Motorola o McDonald's.

A la hora de llevar a cabo esta clasificación, 'Newsweek' analizó las políticas ecológicas de las compañías del continente así como el impacto medioambiental de su actividad y su reputación. Las empresas también fueron seleccionadas en función de sus ingresos, su capitalización de mercado y el número de trabajadores.

La clasificación completa se puede consultar en la web 'http://greenrankings.newsweek.com'.

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