You can forward this e-mail to a friend you know might be interested.
Sent by
Earth Charter International
San Jose, Costa Rica
email: info@earthcharter.org
www.earthcharter.org
To Unsubscribe, please click here.
You can forward this e-mail to a friend you know might be interested.
Sent by
Earth Charter International
San Jose, Costa Rica
email: info@earthcharter.org
www.earthcharter.org
To Unsubscribe, please click here.

27/10/2009
Urgências da RSE
No congresso sobre RSE organizado pela Fundação Carolina no México na passada semana, respondia a esta pergunta que nos lançava o moderador da mesa, Josep Mª Lozano. Em modo de síntese respondia a esta pergunta com duas apreciações, uma retrospectiva e outra mais propositiva ou de perspectiva do futuro.
Eu acredito, diz nessa conferência, que a RSE tem percorrido um caminho extraordinário estes últimos dez anos. Seu desenvolvimento em todos os planos formativos: universitário, meios de comunicação, organizações sociais e consumidores, sindicatos e ONG’ tem sido muito forte e, sobre tudo, sua aplicação prática nas empresas está resultando expansivo e prometedor. Mas uma olhada no futuro nos exige revisar riscos e corrigir deficiências. Estas são em meu juízo, algumas urgências do presente:
1º) Temos assegurado que da crise econômica e financeira que se iniciou em 2007/2008 sairia fortalecida a responsabilidade social na gestão sustentável dos negócios. A primeira vista assim é. Porém não é seguro. Para amostra, aí estão às enormes resistências à redução de bônus, primas e outras variáveis em remunerações tóxicas a diretivos e a facilidade pasmosa com que se esquecem os bons propósitos em quanto à crise parece atenuar-se. Fará falta, pois uma exigência social intensa e permanente para que, efetivamente, a equação CRISE-RESPONSABILIDAD SOCIAL, seja uma conseqüência lógica destes tempos econômicos que sofremos.
2º) A RSE não está suficientemente presente no discurso das elites políticas, econômicas e mediáticas. Trata-se de que a RSE se incorpore à Agenda Política das grandes instituições e da nova arquitetura econômico-financeira que se está criando numa nova governança do mundo. A equação Estado-Mercado também está em revisão e a RSE deve ser parte fundamental de sua conjugação.
3º) As políticas públicas de fomento da RSE são demasiado tênues e dispersas. É necessária a generalização e certa ordenação das políticas de estímulo, regulação e fomento à RSE, em cada país e territórios locais.
4º) A unificação internacional do Reporting em RSE segue sendo imprescindível. A SEC na bolsa norte-americana e a UE, estão trabalhando na fixação de regras claras e comuns sobre a obrigatoriedade ou não do reporting e sobre os conteúdos mínimos e homogêneos destas.
5º) Para quando um índice de más práticas empresariais? A experiência nos demonstra que o desenvolvimento empresarial da RSE se confunde com crescente freqüência com o marketing da ação social empresarial. Vivemos rodeados de “propaganda social” das empresas. Não questiono essa prática, nem censuro o uso mercantil da Ação Social. Porém me indigna a pretensão de confundir RSE com Ação Social e, sobre tudo me rebelo, contra as práticas irresponsáveis ocultadas atrás da tela da Ação Social. Sigo pensando que é conveniente para o impulso da RSE, que as empresas sejam submetidas ao olho crítico da sociedade e que esta denuncie práticas empresariais censuráveis, insustentáveis, desumanas, ilegais ou simplesmente denunciáveis. Uma crítica objetiva, justa, rigorosa, surgida desde organizações e meios sérios nos ajudará a todos ao desenvolvimento de uma RSE autentica e integral.
Diário Responsable, 26/10/2009
Publicado por Ramón Jáuregui
Eurodiputado Socialista.
27/10/2009
Urgencias de la RSE
En el congreso sobre RSE organizado por la Fundación Carolina en Méjico de esta pasada semana, respondía a esta pregunta que nos lanzaba el moderador de la mesa, Josep Mª Lozano. A modo de síntesis respondía a esta pregunta con dos apreciaciones, una retrospectiva y otra más propositiva o de perspectiva de futuro.
Yo creo, dije en esa conferencia, que la RSE ha recorrido un camino extraordinario estos últimos diez años. Su desarrollo en todos los planos formativos: universitario, medios de comunicación, organizaciones sociales y consumidores, sindicatos y ONG’ ha sido muy fuerte y, sobre todo, su aplicación práctica en las empresas está resultando expansivo y prometedor. Pero una mirada al futuro nos exige revisar riesgos y corregir deficiencias. Estas son, a mi juicio, algunas urgencias del presente:
1º) Hemos asegurado que de la crisis económica y financiera que se inició en 2007/2008 saldría fortalecida la responsabilidad social en la gestión sostenible de los negocios. A primera vista así es. Pero no es seguro. Para muestra, ahí están las enormes resistencias a la reducción de bonos, primas y otras variables en remuneraciones tóxicas a directivos y la facilidad pasmosa con que se olvidan los buenos propósitos en cuanto la crisis parece atenuarse. Hará falta, pues una exigencia social intensa y permanente para que, efectivamente, la ecuación CRISIS-RESPONSABILIDAD SOCIAL, sea una consecuencia lógica de estos tiempos económicos que sufrimos.
2º) La RSE no está suficientemente presente en el discurso de las élites políticas, económicas y mediáticas. Se trata de que la RSE se incorpore a la Agenda Política de las grandes instituciones y de la nueva arquitectura económica-financiera que se está creando en una nueva gobernanza del mundo.
La ecuación Estado-Mercado también está en revisión y la RSE debe ser parte fundamental de su conjugación.
3º) Las políticas públicas de fomento de la RSE son demasiado tenues y dispersas. Es necesaria la generalización y una cierta ordenación de las políticas de estímulo, regulación y fomento a la RSE, en cada país y territorios locales.
4º) La unificación internacional del Reporting en RSE sigue siendo imprescindible. La SEC en la bolsa norteamericana y la UE, están trabajando en la fijación de reglas claras y comunes sobre la obligatoriedad o no del reporting y sobre los contenidos mínimos y homogéneos de éstas.
5º) ¿Para cuándo un índice de malas prácticas empresariales? La experiencia nos demuestra que el desarrollo empresarial de la RSE se confunde con creciente frecuencia con el marketing de la acción social empresarial. Vivimos rodeados de “propaganda social” de las empresas. No cuestiono esa práctica, ni censuro el uso mercantil de la Acción Social. Pero me indigna la pretensión de confundir RSE con Acción Social y , sobre todo me rebelo, contra las prácticas irresponsables ocultadas tras la pantalla de la Acción Social. Sigo pensando que es conveniente para el impulso de la RSE, que las empresas sean sometidas al ojo crítico de la sociedad y que ésta denuncie prácticas empresariales censurables, insostenibles, inhumanas, ilegales o simplemente denunciables. Una crítica objetiva, justa, rigurosa, surgida desde organizaciones y medios serios nos ayudará a todos al desarrollo de una RSE auténtica e integral.
Diario Responsable, 26/10/2009
Publicado por Ramón Jáuregui

CARPE DIEM
Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, (63 a - 8 AC) e é popularmente traduzido para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro.
A única opção
Se há algo que as pessoas com liderança pessoal sabem, é centrar suas energias, seus pensamentos e sua vida, nos espaços sobre os que elas têm controle.
Aprenderam que ocupar-se daquilo que não podem trocar, é tempo perdido. Aprenderam que o tempo ocupado naquilo que não depende em absoluto de mim, que o tempo que uso em culpar-me porque não foi bom o que fiz, é tempo perdido.
Que o tempo que passo pensando ou queixando-me do que outros fazem ou criticando a outros, é tempo perdido.
E embora isto seja sumamente importante e vejo todo o tempo como faz diferença na vida das pessoas levarem-lo ou não à prática, há algo mais básico, algo anterior quiçá sobre o que desejo falar hoje.
Foi –acredito que quiçá- meu primeiro aprendizado, meu primeiro passo neste caminho. Algo que a muitas pessoas lhes leva anos apreender e outras - pareceria - afortunadamente o têm incorporado naturalmente.
É o viver aqui e agora. E é essa a única opção à que me refiro.
Não há outro espaço de poder pessoal mais concreto e mais verdadeiro que hoje. Nenhum de nós sabe se amanhã vai estar neste mundo, podemos criar a partir dum excelente hoje as melhores possibilidades para que amanhã tenhamos de novo um presente feliz, e efetivo, mas não podemos - melhor falado, sim podemos mais não está bom - viver mal hoje pensando que amanhã vamos a remediar-lo. Volto a dizer-lo: nem sequer sabemos se amanhã vamos estar.
Às vezes não nos desculpamos porque teremos tempo para fazer-lo, não? Ou não compartilhamos suficiente tempo com nossos filhos, nossa namorada, nossa família, nossos amigos, pensando: um destes dias… quiçá seria bom re-pensar se esse “um destes dias” não seria bom que seja hoje.
É importante que demos esse primeiro passo e que o recordemos a nós mesmos quando o esquecemos. O único espaço de poder pessoal o tem aqui e agora, não está no que aconteceu ontem, embora aprender a ler-lo me permita aprender para um melhor hoje; nem está em amanhã. Está aqui, agora, neste preciso instante e neste mesmo lugar. Esse é meu espaço de poder pessoal. Apreender-lo me permite estar sempre aos 100 por cento.
Quando estamos no ontem e não agora, costumamos não estar em nenhum lado. Quando estou aqui falando com você em quanto estou para meu interior pensando no que vou fazer o fim de semana, no que estão fazendo as crianças em casa ou no que vou contestar em tanto você me fala, não estou 100 por cento em nenhum de todos esses lugares.
Aqui e agora é o momento de que comece a trocar, Aqui e agora é o momento de começar a ser a pessoa que quero ser, que comece a fazer algo para cumprir meus sonhos.
Ou sigo enxergando todo o tempo, nas palestras, nas conversações na vida cotidiana, nos treinamentos… acredito que é fundamental que o aprendamos ou o recordemos: necessitamos aprender a viver aqui e agora. É nossa única opção se queremos viver com efetividade.
Estando aos 100 por cento…
…é como posso dar o melhor de mim…
…é como posso fazer do melhor modo o que estou fazendo…
É a base. Isto mesmo que é à base de muitos programas de desenvolvimento pessoal ou de auto-ajuda, como os programas de doze passos, acredito que é a base mais essencial de aprender a efetividade.
Para que alcancemos o melhor futuro, necessitamos criar o melhor presente e acredito que só é possível se estou aqui completamente, estou ao cento por cento neste instante fazendo o melhor que posso comprometida totalmente com este momento.
Não estou esquecendo em modo algum minha visão e minha missão pessoal, nada mais longe de mim. É só que com o tempo aprendi que estou mais ao serviço de ambas, quando estou plenamente comprometida com a que considero minha única opção neste momento… estar aqui e agora, toda, nenhuma parte de mim está em outro lugar que no seja escrevendo-te estas palavras.
. Cristina, Cocrear Argentina


| “Não duvides jamais da capacidade de tão só um grupo de cidadãos, conscientes e comprometidos, para trocar o mundo. De fato, sempre foi assim.” Margaret Mead. -O diretivo socialmente responsável: Herói ou líder? |
| 20 de Octubre de 2009 - 20:09:31 por Estrategia RSE |
| Entre muitas acepções, a liderança é entendida na atualidade como “a capacidade de influir, direcionar, persuadir, administrar e motivar para novas formas e práticas da vida organizacional; deste modo, os diretivos e dirigentes se preparam cada vez mais desde a negociação e o diálogo para mobilizar de maneira carismática, câmbios e processos nos quais, a decisão, a ética da responsabilidade e a transparência, se constituam em princípios reitores”. Este novo líder, mais dialógico e humanitário que nunca, faz parte de novos paradigmas onde a confiança e a reputação são o ativo mais desejado pelas organizações. Sem embargo, contar com um diretivo moral e eticamente formado, não é em absoluto a garantia de transparência e sustentabilidade de uma organização. Esta em si mesma deve possuir lineamentos éticos claros, responsabilidade social e integrar novos paradigmas de coesão entre todos seus stakeholders. Espera-se que na gestão duma verdadeira empresa socialmente responsável o líder possa proceder melhor, contando com um sistema de bases sólidas e estruturas coerentes que integrem uma missão social fundacional. Numa empresa socialmente responsável o diretivo deve ser um líder, não um herói, entendendo que as novas identidades socialmente responsáveis integram um cosmo visão de fundamentos éticos e com um objetivo verdadeiramente social. Deste dirigente não se devem esperar atos fantásticos de luta contra si mesmo e contra as estruturas de corrupção e abuso, este líder deve administrar privilegiando o talento humano e extraindo com ética o melhor proveito dos mercados. Esta liderança integral requer competências de trabalho em equipe, uma forte convicção para o logro e critério ético para tomar decisões acertadas, deve poder transformar o entorno e reduzir com orientação estratégica a incerteza de centos de audiências chave sobre as quais deverá impactar, melhorando sua qualidade de vida e gerando verdadeiras condições de bem-estar. *Andrea Cuervo Prados é Comunicadora Social com énfase em Comunicação Organizacional e Magistra em Política Social da Pontificia Universidade Javeriana de Bogotá, Colômbia. Atualmente se desempenha como assessora externa em comunicações estratégicas e é investigadora em temas relacionados com a RSE, Negócios Inclusivos, Políticas Sociais e Comunicações Estratégicas. No ano 2008, Andrea obteve uma beca para participar na VI Conferencia Interamericana sobre RSE. |
| Versão em espanhol. |
| Entre muchas acepciones, el liderazgo es entendido en la actualidad como la capacidad de influir, direccionar, persuadir, gestionar y motivar hacia nuevas formas y prácticas de la vida organizacional; de este modo, los directivos y dirigentes se preparan cada vez más desde la negociación y el diálogo para movilizar de manera carismática, cambios y procesos en los cuales, la decisión, la ética de la responsabilidad y la transparencia, se constituyan en principios rectores. Este nuevo líder, más dialógico y humanitario que nunca, hace parte de nuevos paradigmas donde la confianza y la reputación son el activo más deseado por las organizaciones. Sin embargo, contar con un directivo moral y éticamente formado, no es en absoluto la garantía de trasparencia y sostenibilidad de una organización. Ésta en sí misma, debe poseer lineamientos éticos claros, responsabilidad social e integrar nuevos paradigmas de cohesión entre todos sus stakeholders. Se espera que en la gestión de una verdadera empresa socialmente responsable el líder pueda proceder mejor, contando con un sistema de bases sólidas y estructuras coherentes que integren una misión social fundacional. En una empresa socialmente responsable el directivo debe ser un líder, no un héroe, entendiendo que las nuevas identidades socialmente responsables integran una cosmovisión de fundamentos éticos y con un objeto verdaderamente social. De este dirigente no se deben esperar actos fantásticos de lucha contra sí mismo y contra las estructuras de corrupción y abuso, este líder debe gestionar privilegiando el talento humano y extrayendo con ética el mejor provecho de los mercados. Este liderazgo integral requiere competencias de trabajo en equipo, una fuerte convicción hacia el logro y criterio ético para tomar decisiones acertadas, debe poder transformar el entorno y reducir con orientación estratégica la incertidumbre de cientos audiencias clave sobre las cuales deberá impactar, mejorando su calidad de vida y generando verdaderas condiciones de bienestar. *Andrea Cuervo Prados es Comunicadora Social con énfasis en Comunicación Organizacional y Magistra en Política Social de la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá, Colombia. Actualmente se desempeña como asesora externa en comunicaciones estratégicas y es investigadora en temas relacionados con la RSE, Negocios Inclusivos, Políticas Sociales y Comunicaciones Estratégicas. En el año 2008, Andrea obtuvo una beca para participar en la VI Conferencia Interamericana sobre RSE. |

A GRIPE A E A RESPONSABILIDADE SOCIAL.
“Acredito que há interesses em jogo que NÃO SÃO O BEM DA POPULAÇÃO.
Como justificar o dinheiro investido na aquisição de vacinas se a gripe A é mais benigna que a gripe de cada ano?
“Gastar tanto dinheiro em vacinas e demais medidas profiláticas sem a suficiente base científica é um escândalo e devem pedir-se responsabilidades”
“Em caso de que a gripe siga tão benigna como até agora, não tem nenhum sentido expor-se ao risco de receber uma vacina contaminada ou de sofrer uma paralisia de Guillain-Barré”
Teresa Forcades
Temos escutado a muitos expertos desmentindo a versão oficial da gripe A, advertindo sobre os riscos da vacina e explicando os interesses econômicos detrás e possíveis intencões ocultas: Iñaki Gabilondo, Operación Pandemia, Discovery Salud, Dr. Juan Gervás, Alfredo Embid, a ex-ministra finlandesa Dra. Rauni Kilde, … Mas são as declarações duma freira e médica, que com contundência, e dados contrastáveis e uma linguagem clara e direta explica o que não sai nos meios de comunicação, as que estão dando a volta ao mundo, arrasando na internet com este vídeo e há saltado à imprensa convencional como a entrevista no jornal El Periódico que anexamos abaixo.
Teresa Forcades é médica, especialista em Medicina Interna, doutorada em Saúde Pública, freira beneditina no Monastério de San Benet em Montserrat (Barcelona) e autora do livro “Os crimes das grandes companhias farmacêuticas“ (44 páginas e disponível na Internet), onde denuncia como o poder político e econômico que tem adquirido as grandes empresas farmacêuticas lhes serve para garantir uns enormes benefícios econômicos, ainda a custa da saúde da população.
Com toda esta credibilidade, científica e ética, e trajetória de anos de trabalho no tema, lança um chamamento aos cidadãos para NÂO VACINAR-NOS porque os riscos são maiores que os benefícios e para mobilizar-nos e impedir que a vacinação seja obrigatória e que os laboratórios sejam eximidos de responsabilidade ante os efeitos secundários.
Suas declarações são IMPRESCINDIVEIS porque resumem todo o que expõem diferentes fontes (incluídas as “conspiratórias”) e porque põem de manifesto as irregularidades em torno à vacina, a fabricação e as decisões da OMS, e as implicações políticas da declaração de pandemia.
Este é um RESUMO da análise de Teresa Forcades que se pode ler completo aqui:
DADOS CIENTÍFICOS
“A gripe nova” não é nova porque seja do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1, senão que o único que é novo é pertencer à cepa S-OIV
A epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A(H1N1) e desde 1977 os vírus A(H1N1) formam parte da temporada da gripe de cada ano
Desde que começou a detectar-se esta doença em abril de 2009 e até o 15 de setembro de 2009 têm morto 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo, quando devido à gripe estacional falecem entre 40.000 e 220.000 pessoas
IRREGULARIDADES QUE HÁ QUE EXPLICAR
1. Está-se investigando atualmente as razões dum gravíssimo sucesso acontecido na República Checa quando um técnico de laboratório da empresa BioTest decidiu testar as vacinas da farmacêutica Baxter com as que se iam a inocular à população e se descobriu que estavam contaminadas e que tinham vírus vivos da gripe aviar (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe de cada ano (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberto a tempo, a pandemia teria sido uma realidade.
Esta combinação de vírus vivos pode ser especialmente letal porque combina um vírus que tem um 60% de mortalidade, mas é pouco contagioso (o vírus da gripe aviar) com outro que têm uma mortalidade muito baixa,mas com uma grande capacidade de contagio (um vírus dos da gripe de cada ano).
Teresa Forcades se pergunta como algo tão grave não se publica nos meios e cita várias vezes a jornalista científica Jane Bürgemeister que há demandado à ONU e a OMS por bioterrorismo.
2. A Dra. Margaret Chan, diretora geral da OMS, declarou o nível máximo de alerta por perigo de pandemia, fase 6, quando, de acordo com os dados científicos, a nova gripe é em realidade mais benigna que a gripe de cada ano e, ademais, não é um vírus novo e já existe parte da população que têm imunidade.
CONSEQÜENCIAS POLÍTICAS DA DECLARAÇÂO DE “PANDEMIA”
1. No contexto duma pandemia é possível declarar a vacina obrigatória para determinados grupos de pessoas ou inclusive para o conjunto dos cidadãos porque a OMS pode “ordenar” e não só recomendar uma ação determinada
2. Se existisse obrigatoriedade, como acontece atualmente no estado estadunidense de Massachussets, as penas para os que não se vacinem são multa, cárcere, demissão do trabalho, …
PERIGOS DAS VACINAS DA GRIPE A
Há três novidades que fazem que a vacina da nova gripe seja diferente a de cada ano:
1. São duas injeções para a vacina da gripe A que se somam à da gripe estacional, que também se recomenda. Isto significa que a população se expõe a ser injetado três vezes, o que nunca antes têm acontecido
2. As vacinas contêm coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora na vacina anual. Alguns contêm um coadjuvante chamado AS03 (uma combinação de esqualeno e polisorbato) que multiplica por dez a resposta imunitária e está relacionado com enfermidades auto-imunitárias graves ao cabo dum tempo como a paralisia ascendente de Guillain-Barre que está previsto afete a umas 10 pessoas de cada milhão que se vacinem. O esqualeno está relacionado com a “síndrome da guerra do Golfo”.
3. Os laboratórios hão conseguido IMPUNIDADE ante as demandas e não terão que indenizar aos afetados com a escusa de que realizam um esforço extraordinário para criar bilhões de vacinas em tempo record
REFLEXÂO DE TERESA FORCADES
Em suas declarações esta autora não desmente a teoria da vacinação como uma ação de grupos de poder para reduzir à população mundial, nem tampouco a existência destes grupos, a pesar de não querer entrar no tema para não dispersar energias e porque com os dados contrastáveis já é suficiente para rejeitar a vacina e a política da OMS ao respeito.
“Se o envio de material contaminado que fabricou a casa Baxter em janeiro não tivesse sido casualmente descoberto, haveria produzido efetivamente a gravíssima pandemia com o potencial de causar a morte de milhões de pessoas que alguns estão anunciando. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em fevereiro no laboratório checo. Ainda é mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos e pelas agências de controle e prevenção de enfermidades em declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitária máxima sem base real.
É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento de euros obtidos do erário público destinados a fabricar milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, em tanto não há suficiente dinheiro para ajudar a milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EEUU) que a causa da crise têm perdido seu trabalho e sua casa”
Ela recomenda NÃO VACINARNOS:
“Emtanto não se aclarem estes fatos, o risco de que possam distribuir-se vacinas contaminadas este inverno e o risco de que possam chegar a adotar-se medidas legais coercitivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em nenhum caso há que subavaliar.
Em caso de que a gripe siga tão benigna como até agora, não têm nenhum sentido expor-se ao risco de receber uma vacina contaminada ou de sofrer uma paralisia de Guillain-Barré.
Em caso de que a gripe se agrave de forma inesperada, como já faz meses que anunciam sem ter nenhuma base científica um número surpreendente de altos cargos – entre eles a diretora geral da OMS –, e de repente comecem a morrer por causa da gripe muitas mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para vacinar-se, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
• que o vírus da gripe A que agora circula há sofrido uma mutação
• que está circulando outro (ou outros) vírus.
Em ambos os casos a vacina que se está preparando agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em janeiro com a casa Baxter, poderia ser que incluso fosse a via de transmissão da enfermidade.
SUA PROPOSTA É:
• Manter a calma
• Tomar precauções sensatas para evitar o contágio
• Não deixar-se vacinar
Ativar os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para evitar a vacinação obrigatória e a ausência de responsabilidades dos laboratórios e instituições nos casos das pessoas que sim se vacinem
Esta é a entrevista concedida à El Periódico de Catalunha o 7 do Outubro de 2009:
Tomara suas palavras sirvam para que predomine o sentido comum, para que os cidadãos não exponham sua saúde com as vacinas e para que fracasse a estratégia de quem estão detrás deste thriller:
Que faz uma freira falando na internet sobre os perigos da vacina da gripe A?
Nossa regra prescreve cinco horas de oração e seis de trabalho. Ora et labora.
As horas de trabalho as dedicam em parte à investigação médica. Sou doutora em Medicina e em 2006 publiquei o estudo “Os crimes das grandes companhias farmacêuticas”.
Quando decidiu que tinha que falar sobre a gripe A?
Em maio deste ano me pediram uma conferência sobre a vacina do papiloma e fiquei muito impactada pela falta de base científica das recomendações oficiais. Ao cabo duns dias falei na TV-3 dessa vacina e a partir daí venho recebendo petições para que opinasse sobre a vacina da gripe A.
A Organização Mundial da Saúde não lhe merece confiança?
Não entendo os motivos que tem levado à OMS a atuar da maneira absurda no que está fazendo.
Absurda?
Sim. Em maio passado, a OMS trocou a definição oficial de pandemia: passou duma definição lógica (uma pandemia é uma infecção de alcance global e grande mortalidade) a uma definição ilógica (uma pandemia é uma infecção de alcance global).
Que conseqüências têm esse câmbio?
Segundo a nova definição de pandemia, a gripe de cada ano cumpre com os requisitos para ser-lo.
Vamos declarar ao mundo em alerta sanitária cada outono?
Ademais de absurdo desde o ponto de vista científico, isto tem graves conseqüências financeiras e políticas.
Você não confia na vacina. Por que?
A diferença da vacina da gripe de cada ano, a vacina da gripe A contêm sustâncias coadjuvante tão potente que podem chegar a multiplicar por 10 a resposta imunitária normal. Ademais, se recomenda em duas doses, ao receber trás a injeção da gripe estacional, que também contêm coadjuvantes, mas de potencia menor. Nunca antes se há injetado estas sustâncias três vezes seguidas na população geral, começando por crianças, enfermos crônicos e grávidas.
Que efeitos podem provocar?
A estimulação artificial do sistema imunitário pode provocar enfermidades auto-imunitárias.
?
O mesmo prospecto de duas das vacinas da gripe A que já têm sido aprovadas na Europa (Pandemrix e Focetra) indica que se espera que, de cada milhão de pessoas vacinadas, 99 possam experimentar uma enfermidade auto-imunitária conhecida como paralisia ascendente de Guillain-Barré.
Se isto acontece, as farmacêuticas receberão denúncias…
Mas nos Estados Unidos já se há aprovado um decreto que exime aos políticos e as farmacêuticas de toda responsabilidade.
Sugere que as farmacêuticas têm trabalhado irresponsavelmente?
O que têm feito é trabalhar a favor de seus interesses.
Se pode obrigar a vacinar alguém?
No ano 2007, a OMS aprovou uma normativa que estabelece uma exceção. Em todos os casos exceto um, a OMS emite recomendações, e só num caso pode dar ordens que invalidem a soberania dos países membros.
Esse caso é o da pandemia.
Exato. Em caso de pandemia, a OMS pode obrigar por lei aos países membros a vacinar a uma parte de sua população ou a toda. Os governos destes países estariam obrigados então a impor multas ou outras sanções aos cidadãos que se neguem a vacinar-se.
Você acredita em conspirações mundiais?
Acredito que há interesses em jogo que não são o bem da população. Como justificar o dinheiro investido na aquisição de vacinas se a gripe A é mais benigna que a gripe de cada ano? Gastar tanto dinheiro em vacinas e demais medidas profiláticas sem a suficiente base científica é um escândalo e devem pedir-se responsabilidades.
Que lhe dizem suas companheiras freiras sobre o vídeo e suas afirmações?
Uma irmã de quase 90 anos me objetou que o tema da gripe A era muito sério e que não podia falar em contra da vacina sem ter argumentos muito bem fundamentados.
E?
Após ler meu informe, se me acercou à saída da reza de vésperas e meu diz simplesmente: «Compreendido».
Você não tem medo?
Às vezes.
Reza muito?
Tanto como posso.
GRATOS A TODOS OS LEITORES QUE SUGERIRAM PUBLICAR ESTE MATERIAL
Sitio oficial: Blog de Teresa Forcades
Libro en pdf
Vía entrevista: El Periódico
Más información: Proyecto Matriz
Más información: El Mundo
En El Blog Alternativo: Gripe
En El Blog Alternativo: Vacunas
ARTÍCULOS RELACIONADOS
SILENCE ON VACCINE: documental candiense del 2008 crítico con la seguridad de las vacunas (2/2) (6)
GRIPE A: “Paciencia y tranquilidad” por el Dr. Juan Gervás (2/2) (11)
Libro “Estimula tu inmunidad natural” y sugerencias para este invierno (2)
“MARTE ESTÁ HABITADO POR HUMANOIDES”. Entrevista a Alfred L. Webre, director del Instituto para la Cooperación en el Espacio (ICIS) (17)
Los amos del mundo por Arturo Pérez-Reverte (11)
“Creo que hay intereses en juego que NO SON EL BIEN DE LA
POBLACIÓN. ¿Cómo justificar el dinero invertido en la adquisición
de vacunas si la gripe A es más benigna que la gripe de cada año?.
Gastar tanto dinero en vacunas y demás medidas profilácticas
sin la suficiente base científica es un escándalo
y deben pedirse responsabilidades”
“En caso de que la gripe siga tan benigna como hasta ahora, no
tiene ningún sentido exponerse al riesgo de recibir una vacuna
contaminada o de sufrir una parálisis de Guillain-Barré”
Teresa Forcades
Hemos escuchado a muchos expertos desmintiendo la versión oficial de la gripe A, advirtiendo sobre los riesgos de la vacuna y explicando los intereses económicos detrás y posibles intenciones ocultas: Iñaki Gabilondo, Operación Pandemia, Discovery Salud, Dr. Juan Gervás, Alfredo Embid, la ex-ministra finlandesa Dra. Rauni Kilde, … Pero son las declaraciones de una monja y médica, quien con contundencia, datos contrastables y un lenguaje claro y cercano explica lo que no sale en los medios, las que están dando la vuelta al mundo, arrasando en internet con este vídeo y han saltado a la prensa convencional como la entrevista en El Periódico que adjuntamos abajo.
Teresa Forcades es médica, especialista en Medicina Interna, doctorada en Salud Pública, monja benedictina en el Monasterio de San Benet en Montserrat (Barcelona) y autora del libro “Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas“ (44 páginas y disponible en Internet), en el que denuncia cómo el poder político y económico que han adquirido las grandes empresas farmacéuticas les sirve para garantizar unos enormes beneficios económicos, aún a costa de la salud de la población.
Con toda esta credibilidad, científica y ética, y trayectoria de años de trabajo en el tema, lanza un llamamiento a los ciudadanos para NO VACUNARNOS porque los riesgos son mayores que los beneficios y para movilizarnos e impedir que la vacunación sea obligatoria y que los laboratorios sean eximidos de responsabilidad ante los efectos secundarios.
Sus declaraciones son IMPRESCINDIBLES porque resumen todo lo que exponen diferentes fuentes (incluidas las “conspiratorias”) y porque ponen de manifiesto las irregularidades en torno a la vacuna, la fabricación y las decisiones de la OMS, y las implicaciones políticas de la declaración de pandemia.
Este es un RESUMEN del análisis de Teresa Forcades que se puede leer completo aquí:
DATOS CIENTÍFICOS
“La gripe nueva” no es nueva porque sea del tipo A, ni tampoco por ser del subtipo H1N1, sino que lo único que es nuevo es pertenecer a la cepa S-OIV
La epidemia de gripe de 1918 fue del tipo A(H1N1) y desde 1977 los virus A(H1N1) forman parte de la temporada de gripe de cada año
Desde que empezó a detectarse esta enfermedad en abril de 2009 y hasta el 15 de septiembre de 2009 han muerto 137 personas en Europa y 3.559 en todo el mundo, cuando debido a la gripe estacional fallecen entre 40.000 y 220.000 personas
IRREGULARIDADES QUE HAY QUE EXPLICAR
1. Se está investigando actualmente las razones de un gravísimo suceso ocurrido en República Checa cuando un técnico de laboratorio de la empresa BioTest decidió testar las vacunas de la farmacéutica Baxter con las que se iban a inocular a la población y se descubrió que estaban contaminadas y que contenían virus vivos de la gripe aviar (virus A/H5N1) combinados con virus vivos de la gripe de cada año (virus A/H3N2). Si esta contaminación no se hubiese descubierto a tiempo, la pandemia hubiese sido una realidad.
Esta combinación de virus vivos puede ser especialmente letal porque combina un virus que tiene un 60% de mortalidad pero es poco contagioso (el virus de la gripe aviar) con otro que tiene una mortalidad muy baja pero con una gran capacidad de contagio (un virus de los de la gripe de cada año).
Teresa Forcades se pregunta cómo algo tan grave no se publica en los medios y cita varias veces a la periodista científica Jane Bürgemeister que ha demandado a la ONU y la OMS por bioterrorismo.
2. La Dra. Margaret Chan, directora general de la OMS, declaró el nivel máximo de alerta por peligro de pandemia, fase 6, cuando, de acuerdo con los datos científicos, la nueva gripe es en realidad más benigna que la gripe de cada año y, además, no es un virus nuevo y ya existe parte de la población que tiene inmunidad.
CONSECUENCIAS POLÍTICAS DE LA DECLARACIÓN DE “PANDEMIA”
1. En el contexto de una pandemia es posible declarar la vacuna obligatoria para determinados grupos de personas o incluso para el conjunto de los ciudadanos porque la OMS puede “ordenar” y no sólo recomendar una acción deterninada
2. Si existiese obligatoriedad, como ocurre actualmente en el estado estadounidense de Massachussets, las penas para los que no se vacunen son multa, cárcel, despidos del trabajo, …
PELIGROS DE LAS VACUNAS DE LA GRIPE A
Hay tres novedades que hacen que la vacuna de la nueva gripe sea diferente a la de cada año:
1. Son dos inyecciones para la vacuna de la gripe A que se suman a la de la gripe estacional, que también se recomienda. Esto significa que la población se expone a ser inyectado tres veces, lo que nunca antes ha ocurrido
2. La vacuna contiene coadyuvantes más potentes que los utilizados hasta ahora en la vacuna anual. Algunas contienen un coadyuvante llamado AS03 (una combinación de escualeno y polisorbato) que multiplica por diez la respuesta inmunitaria y está relacionado con enfermedades auto inmunitarias graves al cabo de un tiempo como la parálisis ascendente de Guillain-Barre que está previsto afecte a unas 10 personas de cada millón que se vacunen. El escualeno está relacionado con el “síndrome de la guerra del Golfo”.
3. Los laboratorios han conseguido IMPUNIDAD ante las demandas y no tendrán que indemnizar a los afectados con la excusa de que realizan un esfuerzo extraordinario para crear billones de vacunas en tiempo record
REFLEXIÓN DE TERESA FORCADES
En sus declaraciones esta autora no desmiente la teoría de la vacunación como una acción de grupos de poder para reducir a la población mundial, ni tampoco la existencia de estos grupos, aunque no quiere entrar en el tema para no dispersar energías y porque con los datos contrastables ya es suficiente para rechazar la vacuna y la política de la OMS al respecto.
“Si el envío de material contaminado que fabricó la casa Baxter en enero no hubiese sido casualmente descubierto, se habría producido efectivamente la gravísima pandemia con el potencial de causar la muerte de millones de personas que algunos están anunciando. Es inexplicable la falta de resonancia política y mediática de lo que ocurrió en febrero en el laboratorio checo. Aún es más inexplicable el grado de irresponsabilidad demostrado por la OMS, por los gobiernos y por las agencias de control y prevención de enfermedades en declarar una pandemia y promover un nivel de alerta sanitaria máxima sin base real.
Es irresponsable e inexplicable hasta extremos inconcebibles la billonaria inversión de euros obtenidos del erario público destinados a fabricar millones y millones de dosis de vacuna contra una pandemia inexistente, mientras no hay suficiente dinero para ayudar a millones de personas (más de 5 millones sólo en los EEUU) que a causa de la crisis han perdido su trabajo y su casa”
Ella recomienda NO VACUNARNOS:
“Mientras no se aclaren estos hechos, el riesgo de que puedan distribuirse vacunas contaminadas este invierno y el riesgo de que puedan llegar a adoptarse medidas legales coercitivas para forzar la vacunación, son riesgos reales que en ningún caso hay que infravalorar.
En caso de que la gripe siga tan benigna como hasta ahora, no tiene ningún sentido exponerse al riesgo de recibir una vacuna contaminada o de sufrir una parálisis de Guillain-Barré.
En caso de que la gripe se agrave de forma inesperada, como ya hace meses que anuncian sin tener ninguna base científica un número sorprendente de altos cargos – entre ellos la directora general de la OMS –, y de repente empiecen a morir a causa de la gripe muchas más personas de lo que es habitual, aún tendrá menos sentido dejarse presionar para vacunarse, porque una sorpresa así sólo podrá significar dos cosas:
que el virus de la gripe A que ahora circula ha sufrido una mutación
que está circulando otro (u otros) virus.
En ambos casos la vacuna que se está preparando ahora no serviría para nada y, teniendo en cuenta lo que ocurrió en enero con la casa Baxter, pudiera ser que incluso fuera la vía de transmisión de la enfermedad.
SU PROPUESTA es:
Mantener la calma
Tomar precauciones sensatas para evitar el contagio
No dejarse vacunar
Activar los mecanismos legales y de participación ciudadana necesarios para evitar la vacunación obligatoria y la ausencia de responsabilidades de los laboratorios e instituciones en los casos de las personas que sí se vacunen
Y esta es la entrevista concedida a El Periódico de Cataluña el 7 del 10 del 2009:
Ojalá sus palabras sirvan para que predomine el sentido común, para que los ciudadanos no expongan su salud con las vacunas y para que se hunda la estrategia de quienes están detrás de este thriller:
¿Qué hace una monja hablando en internet sobre los peligros de la vacuna de la gripe A?
Nuestra regla prescribe cinco horas de oración y seis de trabajo. Ora et labora.…
Las horas de trabajo las dedico en parte a la investigación médica. Soy doctora en Medicina y en el 2006 publiqué el estudio “Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas”.
¿Cuándo decidió que tenía que hablar sobre la gripe A?
En mayo de este año me pidieron una conferencia sobre la vacuna del papiloma y quedé muy impactada por la falta de base científica de las recomendaciones oficiales. Al cabo de unos días hablé en TV-3 de esa vacuna y a partir de ahí he ido recibiendo peticiones para que opinara sobre la vacuna de la gripe A.
¿La Organización Mundial de la Salud no le merece confianza?
No entiendo los motivos que han llevado a la OMS a actuar de la manera absurda en que lo está haciendo.
¿Absurda?
Sí. En mayo pasado, la OMS cambió la definición oficial de pandemia: pasó de una definición lógica (una pandemia es una infección de alcance global y gran mortalidad) a una definición ilógica (una pandemia es una infección de alcance global).
¿Qué consecuencias tiene ese cambio?
Según la nueva definición de pandemia, la gripe de cada año cumple con creces los requisitos para serlo.
¿Vamos a declarar al mundo en alerta sanitaria cada otoño?
Además de absurdo desde el punto de vista científico, esto tiene graves consecuencias financieras y políticas.
Usted no confía en la vacuna. ¿Por qué?
A diferencia de la vacuna de la gripe de cada año, la vacuna de la gripe A contiene sustancias coadyuvantes tan potentes que pueden llegar a multiplicar por 10 la respuesta inmunitaria normal. Además, se recomienda en dos dosis, a recibir tras la inyección de la gripe estacional, que también contiene coadyuvantes, aunque de potencia menor. Nunca antes se han inyectado estas sustancias tres veces seguidas en la población general, empezando por niños, enfermos crónicos y embarazadas.
¿Qué efectos puede provocar?
La estimulación artificial del sistema inmunitario puede provocar enfermedades auto-inmunitarias.
¿?
El mismo prospecto de dos de las vacunas de la gripe A que ya han sido aprobadas en Europa (Pandemrix y Focetra) indica que se espera que, de cada millón de personas vacunadas, 99 puedan experimentar una enfermedad auto-inmunitaria conocida como parálisis ascendente de Guillain-Barré.
Si eso sucede, las farmacéuticas recibirán denuncias…
Pero en Estados Unidos ya se ha aprobado un decreto que exime a los políticos y las farmacéuticas de toda responsabilidad.
¿Sugiere que las farmacéuticas han trabajado irresponsablemente?
Lo que han hecho es trabajar a favor de sus intereses.
¿Se puede obligar a vacunar a alguien?
En el año 2007, la OMS aprobó una normativa que establece una excepción. En todos los casos excepto uno, la OMS emite recomendaciones, y solo en un caso puede dar órdenes que invaliden la soberanía de los países miembros.
Ese caso es el de la pandemia.
Exacto. En caso de pandemia, la OMS puede obligar por ley a los países miembros a vacunar a una parte de su población o a toda. Los gobiernos de estos países estarían obligados entonces a imponer multas u otras sanciones a los ciudadanos que se nieguen a vacunarse.
¿Cree usted en conspiraciones mundiales?
Creo que hay intereses en juego que no son el bien de la población. ¿Cómo justificar el dinero invertido en la adquisición de vacunas si la gripe A es más benigna que la gripe de cada año? Gastar tanto dinero en vacunas y demás medidas profilácticas sin la suficiente base científica es un escándalo y deben pedirse responsabilidades.
¿Qué le dicen sus compañeras monjas sobre el vídeo y sus afirmaciones?
Una hermana de casi 90 años me objetó que el tema de la gripe A era muy serio y que no podía hablar en contra de la vacuna sin tener argumentos muy bien fundamentados.
¿Y?
Tras leer mi informe, se me acercó a la salida del rezo de vísperas y me dijo simplemente: «Comprendido».
¿No tiene usted miedo?
A veces.
¿Reza mucho?
Tanto como puedo.
GRACIAS A TODOS LOS LECTORES QUE NOS HABÉIS SUGERIDO PUBLICAR ESTE MATERIAL
Sitio oficial: Blog de Teresa Forcades
ARTÍCULOS RELACIONADOS
SILENCE ON VACCINE: documental candiense del 2008 crítico con la seguridad de las vacunas (2/2) (6)
GRIPE A: “Paciencia y tranquilidad” por el Dr. Juan Gervás (2/2) (11)
Libro “Estimula tu inmunidad natural” y sugerencias para este invierno (2)
“MARTE ESTÁ HABITADO POR HUMANOIDES”. Entrevista a Alfred L. Webre, director del Instituto para la Cooperación en el Espacio (ICIS) (17)
Los amos del mundo por Arturo Pérez-Reverte (11)
Puedes compartir este artículo con otras personas
.jpg)
LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que resistencia antimicrobiana Resistencia a los antimicrobianos , no...