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sábado, 9 de outubro de 2010

SERENA TU MENTE








Senta-te tranquilamente um momento e compreenderás que tontamente te hás estado movimentando.
Aprende a ter tua boca fechada e compreenderás que hás falado demasiado.
Procura não meter-te em demasiados assuntos e compreenderás que hás estado perdendo o tempo em coisas desnecessárias.
Tem poucos desejos e compreenderás porque hás tido tantos males.


Chen Meikung (s.XVI, China)

Siéntate tranquilamente un momento y comprenderás qué tontamente te has estado moviendo.
Aprende a tener tu boca cerrada y comprenderás que has hablado demasiado.
Procura no meterte en demasiados asuntos y comprenderás que has estado perdiendo el tiempo en cosas innecesarias.
Ten pocos deseos y comprenderás por qué has tenido tantos males.


Chen Meikung (s.XVI, China)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

DESTINOLOGIA



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Sobre o destino Por Navegante, para Vacaburra.-- Outubro de 2010

O curioso do destino é que está escrito com tinta invisível.
O perseguimos com ou sem descanso, às vezes com os olhos entreabertos,
como tentando não olhar aonde vamos.
Ou quiçá seja que pretendemos enganar a nós mesmos ou algum outro,
e tirar-lhe mérito ao destino. Que é o único que desentranha, desamarra, destapa, descobre.
Tantas coisas que desfaz quando em realidade tão só constrói.
Porém o faz com tinta invisível, com traços finos que só tomam forma ante nós justo um
instante antes que o futuro se manifeste presente, ante nós.
Os fios do destino tecem de maneira arrevesada, confusa e indecifrável.
Mas tudo como no teatro e a mentira, resulta aparente, e não é menos o destino com a vida.
Sutil e calado, como o carvão sobre o papel, dando forma ao vazio do papel em branco.
O destino.
Há chegado a dizer dele que não é nada, que não existe, e o reduzem a um mero fenômeno
chamado casualidade. Mas tudo, como no teatro e na vida, é o que parece, porém ao mesmo
tempo é mais. O destino e a casualidade têm a ver, porém não como antagonistas, não como
duas versões da mesma visão. A causalidade da casualidade.
Aí reside o destino, nada é casual, e tudo casualmente responde a um por quê.
É assim singelo, embora possa ser tão complicado como queiramos; isso já depende de
cada um.
Há quem confia cegamente no que lhe depara o destino, tudo um tesouro digno de um mesmo.
E então se abandona a um destino que não só há de chegar, senão que virá a buscar-lhe e lhe
trará aquilo que espera. Mas o destino é caprichoso e pelo geral tende a burlar-se das
expectativas dos pobres mortais. Aborrece-lhe o singelo, o evidente, não tem mérito.
Gosta-lhe surpreender, fazer cabriolas impossíveis e fazer do detalhe uma obra mestra de
repercussões inquietantes.
Também há quem o persegue com afinco e empenho, convertendo-o em seu objetivo absoluto.
A persecução é motor e obsessão de suas vidas.
Nestes casos o destino não costuma ser cruel, oferece oportunidades e dá pequenas surpresas.
E embora às vezes pode se divertir pondo a prova seus perseguidores, a verdade é que não
costuma ser cruel, e o sucesso da empresa destes depende exclusivamente deles.
Não se pode negar que também existem os reveses do destino.
Esses arrebatamentos desmedidos e incompreensíveis que nos pegam por surpresa desbaratando
qualquer plano por perfeito ou bem amarrado que estivesse.
A surpresa nestes casos costuma ser monumental, e pelo geral desagradável.
Poucas coisas há piores que as que jogam por terra planos e projetos de futuro, esperanças e
sonhos, perdidos num suspiro.
A sabedoria do destino parece obtusa e cruel em momentos assim.
Se nos escapa o razoamento borrento e obscuro do tecedor nestas situações.
Mas o destino está mais além da razão, não responde ante ninguém, e por mais que o tentemos
seus traços seguirão escrevendo-se com tinta invisível até que se faça tangível ante nós.
O destino fala, às vezes sussurra, e inclusive grita, porém em qualquer caso dita, e inclusive condena.
É a voz que ouvimos queiramos ou não, e não aceita apelação alguma.
Mas podemos tratar de escutar ademais de ouvir, e então é quando se pode encontrar à sabedoria
do destino.
Conduze-nos por vezes a caminhos inesperados, as vezes surpreendentes, as vezes misteriosos.
E em estas ocasiões é quando temos que saber ver na sabedoria do destino as oportunidades
que nos oferece para fazer novos planos, mais realistas, mais engenhosos, mais satisfatórios, mais
agradáveis, mais atrativos.
Oportunidades com maiúsculas, novos caminhos por percorrer, por descobrir.
Nos que o destino se nos manifeste mil vezes mais com sua magia de tinta invisível e sabedoria
borrenta e infinita.

Sobre el destino

Lo curioso del destino es que está escrito con tinta invisible.
Lo perseguimos con sin descanso, a veces con los ojos entreabiertos, como intentando no mirar a
donde vamos. O quizás sea que pretendemos engañar a nosotros mismos o algún otro,
y quitarle mérito al destino. Que es el unico que desentraña, desata, destapa, descubre.
Tantas cosas que deshace cuando en realidad tan solo construye.
Pero lo hace con tinta invisible, con trazos finos que sólo toman forma ante nosotros justo un
instante antes de que el futuro se manifieste presente, ante nosotros.
Los hilos del destino, tejen de manera enrevesada, confusa e indescifrable.
Pero todo como en el teatro y la mentira resulta aparente, y no es menos el destino con la vida.
Sutil y callado, como el carbón sobre el papel, dando forma al vacío del papel en blanco.
El destino.
Se ha llegado a decir de él que no es nada, que no existe, y lo reducen a un mero fenómeno
llamado casualidad. Pero todo, como en el teatro y la vida, es lo que parece, pero al mismo
tiempo es más. El destino y la casualidad tienen que ver, pero no como antagonistas, no como
dos versiones de la misma visión. La causalidad de la casualidad.
Ahí reside el destino, nada es casual, y todo casualmente responde a un porqué.
Es así de sencillo, aunque puede ser tan complicado como queramos, eso ya depende de cada
Uno.Hay quien confía ciegamente en lo que le depara el destino, todo un tesoro digno de uno mismo.
Y entonces se abandona a un destino que no solo ha de llegar, sino que vendrá a buscarle y le
traerá aquello que espera. Pero el destino es caprichoso y por lo general tiende a mofarse de las
expectativas de los pobres mortales. Le aburre lo sencillo, lo evidente, no tiene mérito.
Le gusta sorprender, hacer cabriolas imposibles y hacer del detalle una obra maestra de
repercusiones inquietantes.
También hay quien lo persigue con ahínco y empeño, convirtiéndolo en su objetivo absoluto.
La persecución es motor y obsesión de sus vidas.
En estos casos el destino no suele ser cruel, ofrece oportunidades y da pequeñas sorpresas.
Y aunque a veces puede divertirse poniendo a prueba a sus perseguidores, la verdad es que no
suele ser cruel, y el éxito de la empresa de estos depende exclusivamente de ellos.
No se puede negar que también existen los reveses del destino.
Esos arrebatos desmedidos e incomprensibles que nos cogen por sorpresa desbaratando cualquier
plan por perfecto o bien atado que estuviese.
La sorpresa en estos casos suele ser monumental, y por lo general desagradable.
Pocas cosas hay peores que las que echan por tierra planes y proyectos de futuro, esperanzas y
sueños, perdidos en un suspiro.
La sabiduría del destino parece obtusa y cruel en momentos así.
Se nos escapa el razonamiento borroso y oscuro del tejedor en estas situaciones.
Pero el destino está más allá de la razón, no responde ante nadie, y por más que lo intentemos
sus trazos seguirán escribiéndose con tinta invisible hasta que se haga tangible ante nosotros.
El destino habla, a veces susurra, e incluso grita, pero en cualquier caso dicta, e incluso condena.
Es la voz que oímos, queramos o no, y no acepta apelación alguna.
Pero podemos tratar de escuchar además de oír, y entonces es cuando se puede encontrar la sabiduría
del destino.
Nos conduce a veces por caminos inesperados, a veces sorprendentes, a veces misteriosos.
Y en estas ocasiones es cuando tenemos que saber ver en la sabiduría del destino las oportunidades
que nos ofrece para hacer nuevos planes, más realistas, más ingeniosos, más satisfactorios, más
agradables, más atractivos.
Oportunidades con mayúsculas, nuevos caminos por recorrer, por descubrir.
En los que el destino se nos manifieste mil veces más con su magia de tinta invisible y sabiduría
borrosa e infinita.

El Navegante, para Vacaburra.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

NOBEL DE LITERATURA





Nobel da Literatura entregue ao peruano Vargas Llosa






O escritor peruano Mário Vargas Llosa, de 74 anos, foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura por uma escrita que faz a "cartografia das estruturas do poder", justificou hoje a Academia Sueca.

O organismo elogiou ainda um autor cuja obra revela "imagens mordazes da resistência, revolta e dos fracassos do indivíduo".

Vargas Llosa é autor de obras como "A tia Júlia e o escrevedor", "Conversa na catedral", "A guerra do fim do mundo", "Elogio da madrasta" e o livro de memórias "Como peixe na água".

É a 11.ª vez que o Nobel da Literatura é atribuído a um autor em língua espanhola, com Vargas Llosa a juntar-se a uma galeria de laureados como Camilo Jose Cela (1989), Gabriel Garcia Marquez (1982), Pablo Neruda (1971) e Gabriela Mistral (1945).

IMAGEM









Imagen y espejo del ser
Imagem e espelho do ser

Confusión con la realidad real
Confussão com a realidade real

Me pregunto si lo habéis observado o no: que el hombre es el único animal que dibuja su imagen,
su propia imagen. Ningún otro animal lo ha hecho nunca. No sólo dibuja imágenes de sí mismo;
se para ante el espejo, se mira a sí mismo reflejado.
No sólo eso, se para ante el espejo, mira su reflejo y se mira a sí mismo mirando su reflejo, y así sucesivamente.
A causa de esto, al hombre le llegan a interesar más los reflejos que la realidad.

Português
Pergunto-me se o haveis observado ou não: que o homem é o único animal que desenha sua própria imagem.
Nenhum outro animal o há feito nunca
Não só desenha imagens de si mesmo.
Se para frente ao espelho, olha a si mesmo refletido.
Não só isso, se para ante o espelho, olha seu reflexo
e se olha a si mesmo olhando seu reflexo, e assim sucessivamente.
Por causa disto ao homem chegam a interessar mais os reflexos que a realidade.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O AMOR


SOBRE O AMOR
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Osho fala do amor:

1.-O coração do homem é um instrumento musical, contém uma música grandiosa. Adormecida, porém está aí, esperando o momento apropriado para ser interpretada, expressada, cantada, dançada. E é através do amor que o momento chega.
Um homem sem amor nunca conhecerá que música tem levado dentro de seu coração. É só através do amor que a música começa a tomar vida, se desperta e deixa de ser um potencial para se converter em realidade.

2.-Perguntas: "Que é amor?" “É uma profunda necessidade de ser um com o todo, uma profunda necessidade de dissolver numa unidade o você e o eu. O amor é assim porque estamos separados de nossa própria fonte. Dessa separação surge o desejo de voltar ao Todo e de unificar-se com Ele"
3.-Teu ego se há convertido numa barreira entre você e tua terra: o Todo. O homem se asfixia, não pode respirar, há perdido suas raízes. Já não é alimentado. O amor é um desejo de nutrição; o amor é enraizar-se na existência.

4.-O amor em um mesmo é valioso: não tem nenhum propósito, não tem nenhum fim.
Tem uma imensa significação; uma grande alegria; um êxtase em si mesmo, porém estes não são fins. O amor não é um negócio onde importam os propósitos, as metas. Sempre há certa loucura no amor.... O amor não tem razão alguma. Simplesmente podes dizer: "Não sei. Tudo o que sei é que amar é experimentar o espaço mais charmoso dentro de si mesmo." Mas isso não é um propósito. Esse espaço não é mental. Esse espaço não pode ser convertido numa comodidade. Este espaço é como um capulho de rosa com uma gota de rocio sobre si brilhando como una pérola. E com a primeira brisa da manhã e ao sol, o capulho está bailando.
O amor é a dança de tua vida.
5.- Amor é o encontro, o encontro orgástico da vida e a morte .... Para atingir-lo, há quatro passos que devem recordar-se.
O primeiro: estar aqui e agora, porque o amor só é possível no "aqui - agora".
Não podes amar no passado.
O segundo passo até o amor é: aprende a transformar teus venenos em mel...
O terceiro passo até o amor é compartilhar tuas coisas positivas, compartilhar tua vida, compartilhar tudo o que tenhas. Todo o belo que tenhas, não o esconda.
E a quarta: ser nada. Uma vez que começas a pensar que é alguém, te estancas. Então o amor não flui. O amor só flui de alguém que não é ninguém. O amor mora só no nada.
Quando estás vazio, há amor.
Quando estás cheio de ego, o amor desaparece.
O amor e o ego não podem convergir.

5.-É muito fácil amar à gente no abstrato, o verdadeiro problema surge no concreto. E lembra, se não amas aos seres humanos concretos, reais, seres humanos, tudo teu amor pelas árvores e os pássaros é falso, pura fala.
6.-O amor é uma flor muito frágil. Tem que ser protegido tem que ser reforçado, tem que ser regado; só então se fortalece.
7.-Ama como algo natural, tal e como respiras. E quando ames alguém, no empeces a exigir; se não desde o princípio mesmo estarás fechando as portas. Não tenhas nenhuma expectativa. Se algo aparece em teu caminho, sente gratidão. Se nada vem, não é necessário que venha, não o necessitas, não podes manter essa expectativa.

8.- O amor não é um negócio, assim que deixa de tratar-lo como tal. Senão, malogrará tua vida, o amor e todo o que há de charmoso nele, porque tudo o que é belo não é em absoluto negociável. O negócio é a coisa mais feia do mundo, um mal necessário. Porém a existência não sabe acerca de negócios. As árvores florescem, não é um negócio; as estrelas brilham, não é um negócio e não tens que pagar por isto e ninguém te exige nada. Um pássaro vem e se posa em tua porta, te canta uma canção e não te pede uma certificação ou algo assim. Há cantado sua canção e logo, muito contente vai voando, sem deixar pegadas. Assim é como o amor cresce. Dá e não esperes ver quanto podes conseguir.
9.-Converte-te num indivíduo, isso é o primeiro. O segundo: não esperes perfeição, não peças e não exijas. Ama a gente comum. Não há nada de mal na gente comum. A gente comum é extraordinária. Cada ser humano é tão único!
Tem respeito por este ser único.
Terceiro: dá e dá sem nenhuma condição, e saberás que é o amor. Não o posso definir. Posso ensinar-te a forma em que cresce. Posso-te ensinar como plantar uma rosa, como regar-la, como fertilizar-la, como proteger-la. Logo um dia, inesperadamente, aparece à rosa, e tua casa se enche de fragrância. Assim é como acontece o amor.
10.-A palavra "amor" pode ter dois significados absolutamente diferentes; não só diferentes, senão o diametralmente opostos. Um significado é o amor como relação de casal; o outro é o amor como um estado do ser.
No momento em que o amor se volve uma relação de casal, se converte em escravidão, porque há expectativas, há exigências e há frustrações, e um esforço de ambos os lados para dominar. Converte-se numa luta pelo poder....
.... o amor como um estado do ser é uma palavra totalmente diferente. Significa que você simplesmente ama; não estás estabelecendo uma relação de casal. Teu amor é como a fragrância duma flor. Não cria uma relação; não te pede que sejas de una forma determinada, que te comportes de certa maneira, que atues de certa forma. Não exige nada. Simplesmente comparte. E neste compartilhar, tampouco existe o desejo de receber uma recompensa. Mesmo o compartilhar é a recompensa.
Quando o amor se converte para você numa fragrância, tem uma tremenda beleza e possui algo que está muito acima da mal chamada humanidade. Têm algo de divino.
12.- Quero que saibas que o amor chega de improviso. Não como uma conseqüência de algum esforço de tua parte, senão como um presente da natureza. Nesse momento não o terias aceitado se tivesses estado preocupado porque algum dia, de pronto, pudera terminar. Assim como vem se vai.
Mas não há a necessidade de se preocupar, porque se uma flor se há desvanecido, outras flores chegarão. As flores sempre continuaram nascendo, porém não te aferres a uma flor, do contrário, pronto te encontrarás aferrado a uma flor morta. E essa é a realidade: a gente se aferra a um amor morto, que alguma vez esteve vivo.
13.- Se tens algo, algo que te proporciona alegria, paz, êxtases, compartilha-o. E lembra que quando compartes há um motivo. Não estou te dizendo que por compartir chegarás ao céu. Não estou te dando meta alguma.
Estou dizendo, que com só compartilhar estará tremendamente satisfeito. Não compartilhar mesmo está à satisfação, não há nenhuma meta; não está orientado para nenhum fim. É um fim em si mesmo.
14.-Quando não tens amor, lhe pedes ao outro que te de.Você é um mendigo. E o outro está te pedindo que o entregues a ele ou a ela. Agora bem, dois mendigos estendendo suas mãos um ao outro e ambos com a esperança de que o outro o tenha... Naturalmente ambos se sentem derrotados e ambos se sentem enganados.
Este é o paradoxo: aqueles que se enamoram não têm amor, por isso se enamoram. E porque não tem amor, não podem dar-lo. E algo a mais: uma pessoa imatura só se enamora de outra pessoa imatura, porque só elas podem compreender a linguagem da outra. Uma pessoa madura ama a uma pessoa matura. Uma pessoa imatura ama a uma pessoa imatura.
O problema básico do amor é amadurecer primeiro, então encontrarás um par maduro; então a gente imatura não te atrairá para nada. É singelamente assim.
15.- ...quando duas pessoas maduras estão enamoradas, acontece um dos mais grandes paradoxos da vida, um dos fenômenos mais belos: estão juntos e embora tremendamente sós; estão tão unidos que quase são um. Porém sua união não destrói sua individualidade, de fato, eleva-a: se volvem mais indivíduos. Duas pessoas maduras enamoradas se ajudam mutuamente a ser mais livres.

16.- Eu te amo. Não posso evitar-lo. Não é questão de que possa amar-te ou não, simplesmente te amo. Se não estivesses aqui, este auditório estaria cheio de meu amor, não haveria nenhuma diferença. Estas árvores ainda receberiam meu amor, estes pássaros o continuariam recebendo. E incluso se todas as árvores e os pássaros desaparecessem isso não faria nenhuma diferença: o amor continuaria fluindo. O amor é, assim que o amor flui.
17.- Assim como a luz rodeia à chama, o amor te rodeia. Você é amoroso, é amor.
Então tem eternidade. Não está dirigido a ninguém. Qualquer que se acerque beberá dele. Qualquer que se acerque a ti estará encantado com ele, enriquecido por ele. Uma árvore, uma rocha, uma pessoa, um animal, não importa. Incluso se estás sentado, só... Buda, só, sentado abaixo de sua árvore está irradiando amor. O amor está constantemente chovendo a seu redor. Isso é eterno e esse é o verdadeiro anseio do coração.
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Osho, "Vida, Amor, Riso"

SOBRE EL AMOR
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Osho habla del amor :

1.-El corazón del hombre es un instrumento musical, contiene una música grandiosa. Dormida, pero está allí, esperando el momento apropiado para ser interpretada, expresada, cantada, danzada. Y es a través del amor que el momento llega.
Un hombre sin amor nunca conocerá qué música ha estado llevando dentro de su corazón. Es sólo a través del amor que la música comienza a tomar vida, se despierta y deja de ser un potencial para convertirse en realidad.

2.-Preguntas: "¿Qué es amor?" Es una profunda necesidad de ser uno con el todo, una profunda necesidad de disolver en una unidad el tú y el yo. El amor es así porque estamos separados de nuestra propia fuente. De esa separación surge el deseo de volver al Todo y de unificarse con El. "
3.-Tu ego se ha convertido en una barrera entre tú y tu tierra: el Todo. El hombre se asfixia, no puede respirar, ha perdido sus raíces. Ya no es alimentado. El amor es un deseo de nutrición; el amor es enraizarse en la existencia .

4.-El amor en uno mismo es valioso: no tiene ningún propósito, no tiene ningún fin.
Tiene una inmensa significación; una gran alegría; un éxtasis en sí mismo, pero estos no son fines. El amor no es un negocio donde importan los propósitos, las metas. Siempre hay una cierta locura en el amor.... El amor no tiene razón alguna. Simplemente puedes decir : "No sé . Todo lo que sé es que amar es experimentar el espacio más hermosos dentro de uno mismo." Pero eso no es un propósito. Ese espacio no es mental. Ese espacio no puede ser convertido en una comodidad. Este espacie es como un capullo de rosa con una gota de rocío sobre sí brillando como una perla. Y con la primera brisa de la mañana y al sol, el capullo está bailando.
El amor es la danza de tu vida.
5.- Amor es el encuentro, el encuentro orgásmico de la vida y la muerte .... Para alcanzarlo, hay cuatro pasos que deben recordarse.
El primero: estar aquí y ahora, porque el amor sólo es posible en el "aquí-ahora". No puedes amar en el pasado.
El segundo paso hacia el amor es: aprende a transformar tus venenos en miel...
El tercer paso hacia el amor es compartir tus cosas positivas, compartir tu vida, compartir todo lo que tengas. Todo lo bello que tengas, no lo escondas.
Y la cuarta: sé la nada. Una vez que comienzas a pensar que eres alguien, te estancas. Entonces el amor no fluye. El amor sólo fluye de alguien que no es nadie. El amor mora sólo en la nada.
Cuando estás vacío, hay amor.
Cuando estás lleno de ego, el amor desaparece.
El amor y el ego no pueden converger.

5.-Es muy fácil amar a la gente en lo abstracto, el verdadero problema surge en lo concreto. Y recuérdalo, si no amas a los seres humanos concretos, reales, seres humanos, todo tu amor por los árboles y los pájaros es falso, pura habladuría.
6.-El amor es una flor muy frágil. Tiene que ser protegido, tiene que ser reforzado, tiene que ser regado; sólo entonces se fortalece.
7.-Ama como algo natural, tal y como respiras. Y cuando ames a alguien, no empieces a exigir; si no desde el principio mismo estarás cerrando las puertas. No tengas ninguna expectativa. Si algo aparece en tu camino, siente gratitud. Si nada viene, no es necesario que venga, no lo necesitas, no puedes mantener esa expectativa.

8.- El amor no es un negocio, así que deja de tratarlo como tal. Sino, malograrás tu vida, el amor y todo lo que hay de hermoso en ello, porque todo lo que es bello no es en absoluto negociable. El negocio es la cosa más fea del mundo, un mal necesario. Pero la existencia no sabe acerca de negocios. Los árboles florecen, no es un negocio; las estrellas brillan, no es un negocio y no tienes que pagar por ello y nadie te exige nada. Un pájaro viene y se posa en tu puerta, te canta una canción y no te pide un certificado o algo así. Ha cantado su canción y luego, muy contento se va volando, sin dejar huellas. Así es como el amor crece. Da y no esperes a ver cuánto puedes conseguir.
9.-Conviértete en un individuo, eso es lo primero. Lo segundo: no esperes perfección, no pidas y no exijas. Ama a la gente común. No hay nada de malo en la gente común. La gente común es extraordinaria ¡Cada ser humano es tan único!
Ten respeto por ese ser único.
Tercero: da y da sin ninguna condición, y sabrás qué es el amor. No lo puedo definir. Puedo enseñarte la forma en que crece. Te puedo enseñar cómo plantar un rosal, cómo regarlo, cómo fertilizarlo, cómo protegerlo. Luego un día, inesperadamente, aparece la rosa, y tu casa se llena de fragancia. Así es como ocurre el amor.
10.-La palabra "amor" puede tener dos significados absolutamente diferentes; no sólo diferentes, sino diametralmente opuestos. Un significado, es el amor como relación de pareja; el otro es el amor como un estado del ser.
En el momento en que el amor se vuelve una relación de pareja, se convierte en esclavitud, porque hay expectativas, hay exigencias y hay frustraciones, y un esfuerzo de ambos lados para dominar. Se convierte en una lucha por el poder....
.... el amor como un estado del ser es una palabra totalmente diferente. Significa que tú simplemente amas; no estás estableciendo una relación de pareja. Tu amor es como la fragancia de una flor. No crea una relación; no te pide que seas de una forma determinada, que te comportes de cierta manera, que actúes de cierta forma. No exige nada. Simplemente comparte. Y en este compartir, tampoco existe el deseo de recibir una recompensa. El mismo compartir es la recompensa.
Cuando el amor se convierte para ti en una fragancia, tiene una tremenda belleza y posee algo que está muy por encima de la mal llamada humanidad. Tiene algo de divino.
12.- Quiero que sepas que el amor llega de improviso. No como una consecuencia de algún esfuerzo de tu parte, sino como un regalo de la naturaleza. En ese momento no lo hubieras aceptado si hubieses estado preocupado porque algún día, de pronto, pudiera terminar. Así como viene se va.
Pero no hay necesidad de preocuparse, porque si una flor se ha desvanecido, otras flores llegarán. Las flores siempre seguirán naciendo, pero no te aferres a una flor, de lo contrario, pronto te encontrarás aferrado a una flor muerta. Y esa es la realidad: la gente se aferra a un amor muerto, que alguna vez estuvo vivo.
13.- Si tienes algo, algo que te proporciona alegría, paz, éxtasis, compártelo. Y recuerda que cuando compartes hay un motivo. No te estoy diciendo que por compartir llegarás al cielo. No te estoy dando meta alguna.
Te estoy diciendo, que con sólo compartir estarás tremendamente satisfecho. En el compartir mismo está la satisfacción, no hay ninguna meta; no está orientado hacia ningún fin. Es un fin en sí mismo.
14.-Cuando no tienes amor, le pides al otro que te lo dé. Eres un mendigo. Y el otro te está pidiendo que se lo des a él o a ella. Ahora bien, dos mendigos extendiendo sus manos uno al otro y ambos con la esperanza de que el otro lo tenga... Naturalmente ambos se sienten derrotados y ambos se sienten engañados.
Esta es la paradoja: aquellos que se enamoran no tienen amor, por eso se enamoran. Y porque no tienen amor, no pueden darlo. Y algo más : una persona inmadura sólo se enamora de otra persona inmadura, porque sólo ellas pueden comprender el lenguaje de la otra. Una persona madura ama a una persona madura. Una persona inmadura ama a una persona inmadura.
El problema básico del amor es madurar primero, entonces encontrarás una pareja madura; entonces la gente inmadura no te atraerá para nada. Es sencillamente así.
15.- ...cuando dos personas maduras están enamoradas, ocurre una de las más grandes paradojas de la vida, uno de los fenómenos más bellos: están juntos y sin embargo tremendamente solos; están tan unidos que casi son uno. Pero su unión no destruye su individualidad, de hecho, la realza: se vuelven más individuos. Dos personas maduras enamoradas se ayudan mutuamente a ser más libres.

16.- Yo te amo. No puedo evitarlo. No es cuestión de que pueda amarte o no, simplemente te amo. Si no estuvieses aquí, este auditorio estaría lleno de mi amor, no habría ninguna diferencia. Estos árboles todavía recibirían mi amor, estos pájaros lo seguirían recibiendo. E incluso si todos los árboles y los pájaros desaparecieran, eso no haría ninguna diferencia: el amor seguiría fluyendo. El amor es, así que el amor fluye.
17.- Así como la luz rodea a la llama, el amor te rodea. Tú eres amoroso, eres amor.
Entonces tiene eternidad. No está dirigido a nadie. Cualquiera que se acerque beberá de él. Cualquiera que se acerque a ti estará encantado con él, enriquecido por él. Un árbol, una roca, una persona, un animal, no importa. Incluso si estás sentado, solo... Buda, solo, sentado bajo su árbol está irradiando amor. El amor está constantemente lloviendo a su alrededor. Eso es eterno y ése es el verdadero anhelo del corazón.
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Osho, "Vida, Amor, Risa"

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

A FRAGRÂNCIA DA ROSA




Palavras

Os discípulos estavam envolvidos numa discussão sobre as palavras de Lao Tse:

“Os que sabem não falam; os que falam não sabem”

Quando o Mestre entrou onde aqueles estavam, lhe perguntaram qual era o significado exato daquelas palavras.

O Mestre lhes diz:
Quem de vocês conhece a fragrância da rosa?
Todos a conheciam.
Então lhes diz: Expressem-no com palavras.
E todos guardaram silencio.

Anthony de Mello


Palabras
Los discípulos estaban enzarzados en una discusión sobre la sentencia de Lao Tse:

“Los que saben no hablan; Los que hablan no saben”

Cuando el Maestro entró donde aquellos estaban, le preguntaron cuál era el significado exacto de aquellas palabras.
El Maestro les dijo:
¿Quién de vosotros conoce la fragancia de la rosa?
Todos la conocían.
Entonces les dijo: Expresadlo con palabras.
Y todos guardaron silencio.

Anthony de Mello

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A VISÃO DE OSHO


Ninguém pode dar o que não tem...



Ninguém pode dar o que não tem...
Só quando estás bem com você mesmo podes estar bem com os demais.
Só quando manejas tua solidão podes manejar uma relação.
Necessitas valorizar-te para valorizar, querer-te para querer, respeitar-te
para respeitar e aceitar-te para aceitar, já que ninguém pode dar
o que não tem dentro de si.
Nenhuma relação te dará a paz que você mesmo não tenha criado em teu interior.
Nenhuma relação te brindará felicidade que você mesmo não construa.
Só poderá ser feliz com outra pessoa quando sejas consciente que
és feliz incluso quando não está a teu lado.
Só poderás amar sendo independente, até o ponto de não ter que
manipular nem manejar aos que dizes querer.
Duas pessoas que se unem pelo desejo de fazer-se felizes uma à
outra, fracassarão com o tempo…
Duas pessoas que se unem com o fim de compartilhar sua felicidade própria,
atingiram uma felicidade duradoura, e sem ser seu fim, farão feliz à outra.
Para amar necessitas uma humilde auto-suficiência, necessitas auto-estima
e a prática duma liberdade responsável.
Pretender que outra pessoa nos faça felizes e lote todas nossas
expectativas é uma fantasia narcisista que só traz frustrações.
Por isso, ama-te muito ,amadurece, e o dia que possas dizer ao outro:
“Sem você também estou bem”…
esse dia estarás mais preparado para viver a dois.


Nadie puede dar lo que no tiene...
Nadie puede dar lo que no tiene...
Sólo cuando estás bien contigo mismo puedes estar bien con los demás.
Sólo cuando manejas tu soledad puedes manejar una relación.
Necesitas valorarte para valorar, quererte para querer, respetarte
para respetar y aceptarte para aceptar, ya que nadie puede dar
lo que no tiene dentro de sí.
Ninguna relación te dará la paz que tú mismo no hayas creado en tu interior.
Ninguna relación te brindará felicidad que tú mismo no construyas.
Sólo podrás ser feliz con otra persona cuando seas consciente que
eres feliz incluso cuando no está a tu lado.
Sólo podrás amar siendo independiente, hasta el punto de no tener que
manipular ni manejar a los que dices querer.
Dos personas que se unen por el deseo de hacerse felices la una a
la otra, fracasarán con el tiempo…
Dos personas que se unen con el fin de compartir su felicidad propia,
lograrán una felicidad duradera, y sin ser su fin, harán feliz a la otra.
Para amar necesitas una humilde autosuficiencia, necesitas autoestima
y la práctica de una libertad responsable.
Pretender que otra persona nos haga felices y llene todas nuestras
expectativas es una fantasía narcisista que sólo trae frustraciones.
Por eso, ámate mucho madura, y el día que puedas decirle al otro:
“Sin ti también estoy bien”…
ese día estarás más preparado para vivir en pareja.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...