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quinta-feira, 6 de maio de 2010

LA FELICIDAD




A Felicidade
________________________________________Anthony De Mello

Porque procuramos a Felicidade?

Tem pensado alguma vez que você foi "programado" para ser infeliz e que, por tanto, faças o que faças para obter a felicidade, estás fadado ao fracasso? É como se introduziras uma série de equações matemáticas num ordenador e este falha cada vez que pulsas o teclado para obter uma frase de Shakespeare.
Se quiseres ser feliz, não necessitas fazer nenhum tipo de esforço; nem sequer necessitas boa vontade ou bons desejos, senão compreender com claridade de que maneira tem sido "programado" exatamente. O que há acontecido é o seguinte: em primeiro lugar tua sociedade e tua cultura o têm ensinado a acreditar que não podes ser feliz sem determinadas pessoas e determinadas coisas. Da um olhar ao teu redor e por todas as partes verás a pessoas que em realidade tem construído suas vidas sobre a crença de que sem determinadas coisas: dinheiro, poder, êxito, aceitação, fama, amor, amizade, espiritualidade, Deus... - não podem ser felizes.
Qual é a combinação exata em teu caso?
Uma vez que tenhas "engolido" tua crença, há desenvolvido instintivamente um especial apego a essa pessoa ou coisa, sem a qual estavas convencido de não poder ser feliz. Logo vieram os conhecidos esforços por adquirir-la, aferrar-te a ela e uma vez conseguido elimina toda possibilidade de perder-la. Todo isto te levou, finalmente, a uma servil dependência emocional dela, até o ponto de conceder-lhe o poder de te fazer estremecer ao atingir-la, de angustiar-te ante a possibilidade de verte privado dela e de entristecer-te no caso de perder-la efetivamente.
Detém-te agora por uns momentos e contempla com horror o listado interminável de ataduras que te tem preso. Pensa em coisas e pessoas concretas, não em abstrações... Uma vez que teu apego a elas se apoderou de você, começaste a esforçar-te ao máximo, em cada instante de tua vida consciente, por reordenar ao mundo que te rodeava para conseguir e conservar os objetos de tua adesão. É esta uma cansativa tarefa que apenas te deixa energias para dedicar-te a viver e desfrutar plenamente da vida. Porém, ademais, é uma tarefa impossível num mundo que não deixa de trocar e que você, singelamente, não é capaz de controlar. Por isso, em lugar duma vida de plenitude e serenidade, estas condenado a viver uma vida de frustração, ansiedade, preocupação, inseguridade, incerteza e tensão. Durante uns poucos e efêmeros momentos, o mundo, efetivamente, cede a teus esforços e se acomoda a teus desejos, e gozas então duma passageira felicidade. É dizer: experimentas um instante de prazer, que em modo algum constitui a felicidade, porque vem acompanhado dum difuso temor a que, em qualquer momento, esse mundo de coisas e pessoas que com tanto esforço tem conseguido construir escape a teu controle e te encha de frustração, que é algo que, cedo ou tarde, acaba sempre por suceder.

Há algo aqui que convêm meditar: sempre que te encontras inquieto o temeroso, é porque podes perder ou não conseguir o objeto de teu desejo, não é verdade? E sempre que sentes ciúmes, não é porque alguém pode levar aquilo ao que você esta apegado? (Acaso tua irritação não se deve a que alguém se interpõe entre você e o que desejas?) Observa a paranóia que entra quando vês ameaçado o objeto de tua adesão ou de teu afeto: não és capaz de pensar com objetividade e toda tua visão se deforma, não é assim?' E quando te encontras chateado, não é porque não hás conseguido em suficiente medida o que você acredita que pode fazer-te feliz ou aquilo pelo que sentes apego? E quando está deprimido e triste, acaso não enxergam que é porque a vida não te dá aquilo sem o que estás convencido de que não podes ser feliz? Quase todas as emoções negativas que experimentas são fruto direto dum apego deste tipo.

Assim, pois, estás agoniado pela carga de tuas ataduras... e lutando desesperadamente por alcançar a felicidade precisamente aferrando-te a dita carga. A só idéia é verdadeiramente absurda. Porém o trágico é que esse é o único método que nos tem ensinado para atingir a felicidade (um método seguro, por outra parte, para produzir inquietude, frustração e tristeza). A quase ninguém se lhe ensinou que, para ser autenticamente feliz, uma só coisa é necessária: se desprogramar, liberar-se dessas ataduras.

Quando você descobre esta verdade, lhe aterra pensar a dor que pode supor-lhe o liberar-se de suas ataduras. Mas o certo é que não se trata dum processo doloroso, nem muito menos. Ao contrário: liberar-se das ataduras constitui uma tarefa absolutamente gratificante, com tal de que o instrumento empregado para ele não seja à força de vontade nem a renuncia, senão a visão. Todo quanto tens que fazer é abrir os olhos e ver que, de fato, não necessitas em absoluto isso ao que esteja tão apegado; que tem sido programado e condicionado para acreditar que não podes ser feliz ou que não podes viver sem essa pessoa ou determinada coisa. Seguramente lembras a angustia que experimentaste quando perdeste alguém ou algo que era para ti de incalculável valor; provavelmente estavas seguro de que nunca más voltarias a ser feliz. Porém que aconteceu depois? Passou o tempo e aprendeste a virar-te perfeitamente, não é assim? Aquilo deveria te haver feito ver a falsidade de tua crença, a mal passada que estava fazendo-te tua mente "programada".

Um apego não é um fato, é uma crença, uma fantasia de tua mente, adquirida mediante uma "programação". Se esta fantasia não existira em tua mente, não estarias apegado. Amarias as coisas e às pessoas e desfrutarias delas; mas, ao não existir a crença, desfrutaria delas sem atadura de nenhum tipo. Existe, de fato, outra forma de desfrutar realmente de algo? Passa revista a todos teus apegos e ataduras, e fala a cada pessoa
ou objeto que te venha à mente: "Na realidade não estou apegado a você em absoluto. Tão só estou enganando-me a mim mesmo acreditando que sem você não posso ser feliz". Limita-te a fazer isto com toda honradez e verás o câmbio que se produz em você: "Na realidade não estou apegado a você em absoluto. Tão só estou enganando-me a mim mesmo acreditando que sem você não posso ser feliz".


La Felicidad
________________________________________Anthony De Mello

¿Por qué buscamos la Felicidad?

¿Has pensado alguna vez que has sido "programado" para ser infeliz y que, por lo tanto, hagas lo que hagas para obtener la felicidad, estás abocado al fracaso? Es como si introdujeras una serie de ecuaciones matemáticas en un ordenador y éste fallara cada vez que pulsas el teclado para obtener un pasaje de Shakespeare.

Si quieres ser feliz, no necesitas hacer ningún tipo de esfuerzo; ni siquiera necesitas buena voluntad o buenos deseos, sino comprender con claridad de qué manera has sido "programado" exactamente. Lo que ha ocurrido es lo siguiente: primero, tu sociedad y tu cultura te han enseñado a creer que no puedes ser feliz sin determinadas personas y determinadas cosas. Echa un vistazo a tu alrededor y por todas partes verás a personas que en realidad han construido sus vidas sobre la creencia de que sin determinadas cosas -dinero, poder, éxito, aceptación, fama, amor, amistad, espiritualidad, Dios...- no pueden ser felices. ¿Cuál es la combinación exacta en tu caso?

Una vez que te has "tragado" tu creencia, has desarrollado instintivamente un especial apego a esa persona o cosa, sin la que estabas convencido de no poder ser feliz. Luego vinieron los consabidos esfuerzos por adquirirla, aferrarte a ella una vez conseguida y eliminar toda posibilidad de perderla. Todo ello te llevó, finalmente, a una servil dependencia emocional de ella, hasta el punto de concederle el poder de hacerte estremecer al conseguirla, de angustiarte ante la posibilidad de verte privado de ella y de entristecerte en el caso de perderla efectivamente.

Detente ahora por unos momentos y contempla horrorizado la lista interminable de ataduras que te tienen preso. Piensa en cosas y personas concretas, no en abstracciones... Una vez que tu apego a ellas se hubo apoderado de ti, comenzaste a esforzarte al máximo, en cada instante de tu vida consciente, por reordenar el mundo que te rodeaba, en orden a conseguir y conservar los objetos de tu adhesión. Es ésta una agotadora tarea que apenas te deja energías para dedicarte a vivir y disfrutar plenamente de la vida. Pero, además, es una tarea imposible en un mundo que no deja de cambiar y que tú, sencillamente, no eres capaz de controlar. Por eso, en lugar de una vida de plenitud y serenidad, estás condenado a vivir una vida de frustración, ansiedad, preocupación, inseguridad, incertidumbre y tensión. Durante unos pocos y efímeros momentos, el mundo, efectivamente, cede a tus esfuerzos y se acomoda a tus deseos, y gozas entonces de una pasajera felicidad. Mejor dicho: experimentas un instante de placer, que en modo alguno constituye la felicidad, porque viene acompañado de un difuso temor a que, en cualquier momento, ese mundo de cosas y personas que con tanto esfuerzo has conseguido construir escape a tu control y te llene de frustración, que es algo que, tarde o temprano, acaba siempre por suceder.

Hay algo aquí que conviene meditar: siempre que te encuentras inquieto o temeroso, es porque puedes perder o no conseguir el objeto de tu deseo, ¿no es verdad? Y siempre que sientes celos, ¿no es porque alguien puede llevarse aquello a lo que tú estás apegado? (¿Acaso tu irritación no se debe a que alguien se interpone entre ti y lo que deseas?) Observa la paranoia que te entra cuando ves amenazado el objeto de tu adhesión o de tu afecto: no eres capaz de pensar con objetividad y toda tu visión se deforma, ¿no es así?' Y cuando te encuentras fastidiado, ¿no es porque no has conseguido en suficiente medida lo que tú crees que puede hacerte feliz o aquello por lo que sientes apego? Y cuando estás deprimido y triste, ¿acaso no ve todo el mundo que es porque la vida no te da aquello sin lo que estás convencido de que no puedes ser feliz? Casi todas las emociones negativas que experimentas son fruto directo de un apego de este tipo.

Así pues, estás agobiado por la carga de tus ataduras... y luchando desesperadamente por alcanzar la felicidad precisamente aferrándote a dicha carga. La sola idea es verdaderamente absurda. Pero lo trágico es que ése es el único método que nos han enseñado para lograr la felicidad (un método seguro, por otra parte, para producir desasosiego, frustración y tristeza). A casi nadie le han enseñado que, para ser auténticamente feliz, una sola cosa es necesaria: desprogramarse, liberarse de esas ataduras.

Cuando uno descubre esta palmaria verdad, le aterra pensar el dolor que puede suponerle el liberarse de sus ataduras. Pero lo cierto es que no se trata de un proceso doloroso, ni mucho menos. Al contrario: liberarse de las ataduras constituye una tarea absolutamente gratificante, con tal de que el instrumento empleado para ello no sea la fuerza de voluntad ni la renuncia, sino la visión. Todo cuanto tienes que hacer es abrir los ojos y ver que, de hecho, no necesitas en absoluto eso a lo que estás tan apegado; que has sido programado y condicionado para creer que no puedes ser feliz o que no puedes vivir sin esa persona o cosa determinada. Seguramente recuerdas la angustia que experimentaste cuando perdiste a alguien o algo que era para ti de incalculable valor; probablemente estabas seguro de que nunca más volverías a ser feliz. Pero ¿qué sucedió después? Pasó el tiempo y aprendiste a arreglártelas perfectamente, ¿no es así? Aquello debería haberte hecho ver la falsedad de tu creencia, la mala pasada que estaba jugándote tu mente "programada".

Un apego no es un hecho, es una creencia, una fantasía de tu mente, adquirida mediante una "programación". Si esa fantasía no existiera en tu mente, no estarías apegado. Amarías las cosas y a las personas y disfrutarías de ellas; pero, al no existir la creencia, disfrutarías de ellas sin atadura de ningún tipo. ¿Existe, de hecho, otra forma de disfrutar realmente de algo? Pasa revista a todos tus apegos y ataduras, y dile a cada persona u objeto que te venga a la mente: "En realidad no estoy apegado a ti en absoluto. Tan sólo estoy engañándome a mí mismo creyendo que sin ti no puedo ser feliz". Limítate a hacer esto con toda honradez y verás el cambio que se produce en ti: "En realidad no estoy apegado a ti en absoluto. Tan sólo estoy engañándome a mí mismo creyendo que sin ti no puedo ser feliz".

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O Dever de ser Feliz



Omraam Mikhaël Aïvanhov


Explora vossas riquezas Espirituais

O mundo inteiro deseja a paz, a liberdade. Podemos inclusive dizer que muitas pessoas as desejam também para os demais. Porém como muitos poucos sabem onde encontrar-las e como realizar-las, acontece que, a pesar de todos estes magníficos desejos, as maiorias se sentem desafortunadas e fazem também desgraçados aos demais.

Só se pode encontrar a felicidade dando prioridade à vida interior sobre as aquisições exteriores. Por suposto, muitos dirão que já sabem disso: "O dinheiro não da à felicidade". Sabem que nem os bens materiais, nem a gloria, dão a felicidade, porém se comportam como se não o souberam. Continuamente se preocupam por conseguir uma boa situação material, é por elo pelo que, incluso embora o consigam, não serão felizes, e incluso farão desgraçados aos demais.
Faz-se tanto alvoroto sobre o êxito material!
Em tanto se de tanta importância a quem triunfa financeira e socialmente, apresentando-los por todas as partes, nos periódicos, na radio, na televisão, se irá alimentando nas pessoas menos favorecidas, o sentimento de inferioridade, de insignificância, o que necessariamente provocará ciúmes, rancores, ódios.
Não quero dizer com isto que se deva deixar totalmente de lado o êxito social, não. Mas penso que se os humanos deram maior importância e aprendessem a utilizar suas riquezas interiores, a sociedade se comportaria melhor. Em primeiro lugar porque seria mais generosa. Como é possível pensar que as pessoas que concentram todos seus esforços no êxito material possam ser realmente generosas?
Sentem que aquilo que têm não o possui verdadeiramente, e que estão à mercê dos acontecimentos ou da má vontade de gente mais ativa e mais hábil que eles; é, pois, normal que vacilem em compartir com outro aquilo que tanto temem perder. E não tão só não o compartirão, senão que farão o impossível para conservar-lo, embora que para isto devam se mostrar egoístas, impiedosos, ou cruéis. Pelo contrario, aquele que há trabalhado para conseguir riquezas espirituais estará sempre disposto a beneficiar aos demais; não tão só sabe que não perderá nada, senão que incluso se enriquecerá ajudando-lhes.
Os humanos necessitam ter modelos aos que imitar. Quando enxergam a alguém que se distingue por sua capacidade, por seus êxitos, desejam ser como ele. Pelo tanto, cuidado!... se vossa superioridade consiste em ter mais dinheiro, mais poder, mais gloria, não sereis um bom modelo já que levareis às pessoas a um caminho que incita sempre a dominar aos demais, a humilhar-los, a pôr-los em evidencia. Em câmbio, se vossa superioridade se encontra em vossas qualidades espirituais, a bondade, a sabedoria, o controle, a nobreza, a generosidade, a pureza, a abnegação... não só sentireis que realmente elas os pertencem e os permitem afrontar todas as situações difíceis, senão que também ajudareis aos demais a andar pelo bom caminho e a encontrar a felicidade.
Todo o mundo necessita modelos, porém não modelos para alcançar o êxito material, senão para que lhes ajudem a ter consciência de suas verdadeiras riquezas, as riquezas do coração, da alma e do espírito.


El Deber de ser Feliz
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Omraam Mikhaël Aïvanhov


Explotad vuestras riquezas Espirituales

El mundo entero desea la paz, la libertad. Podemos incluso decir que mucha gente las desea también para los demás. Pero como muy pocos saben dónde encontrarlas y cómo realizarlas, ocurre que, a pesar de todos estos magníficos deseos, la mayoría se sienten desgraciados y hacen también desgraciados a los demás.

Sólo se puede encontrar la felicidad dando prioridad a la vida interior sobre las adquisiciones exteriores. Por supuesto, muchos dirán que ya lo saben: "El dinero no da la felicidad". Saben que ni los bienes materiales, ni la gloria, dan la felicidad, pero se comportan como si no lo supieran. Continuamente se preocupan por conseguir una buena situación material. Es por ello por lo que, incluso aunque lo consigan, no serán felices, e incluso harán desgraciados a los demás.

¡Se hace tanto alboroto sobre el éxito material! Mientras se de tanta importancia a quienes triunfan financiera y socialmente, presentándolos por todas partes, en los periódicos, en la radio, en la televisión, se irá alimentando en las personas menos favorecidas, el sentimiento de inferioridad, de insignificancia, lo que necesariamente provocará celos, rencores, odios.

No quiero decir con ello que se deba dejar totalmente de lado el éxito social, no. Pero pienso que si los humanos dieran mayor importancia y aprendiesen a utilizar sus riquezas interiores, la sociedad se comportaría mejor. En primer lugar porque sería más generosa. ¿Cómo es posible pensar que la gente que concentra todos sus esfuerzos en el éxito material pueda ser realmente generosa? Sienten que aquello que tienen no lo poseen verdaderamente, y que están a merced de los acontecimientos o de la mala voluntad de gente más activa y más hábil que ellos; es, pues, normal que vacilen en compartir con otros aquello que tanto temen perder. Y no tan sólo no lo compartirán, sino que harán lo imposible para conservarlo, aunque para ello deban mostrarse egoístas, despiadados, o crueles. Por el contrario, aquél que ha trabajado para conseguir riquezas espirituales estará siempre dispuesto a beneficiar a los demás; no tan sólo sabe que no perderá nada, sino que incluso se enriquecerá ayudándoles.

Los humanos necesitan tener modelos a los que imitar. Cuando ven a alguien que se distingue por su capacidad, por sus éxitos, desean ser como él. Por lo tanto, ¡cuidado!, si vuestra superioridad consiste en tener más dinero, más poder, más gloria, no seréis un buen modelo ya que arrastraréis a la gente hacia un camino que incita siempre a dominar a los demás, a humillarlos, a ponerlos en evidencia. En cambio, si vuestra superioridad se encuentra en vuestras cualidades espirituales, la bondad, la sabiduría, el control, la nobleza, la generosidad, la pureza, la abnegación... no sólo sentiréis que realmente éstas os pertenecen y os permiten afrontar todas las situaciones difíciles, sino que también ayudaréis a los demás a andar por el buen camino y a encontrar la felicidad.

Todo el mundo necesita modelos pero no modelos para alcanzar el éxito material, sino para que les ayuden a tener conciencia de sus verdaderas riquezas, las riquezas del corazón, del alma y del espíritu.

terça-feira, 4 de maio de 2010


O Caminho do Encontro
________________________________________
Jorge Bucay


A Família como trampolim

A casa onde viveu a criança que foi e as pessoas que compartilharam minha vida familiar foram o trampolim para minha vida adulta. A família sempre é um trampolim e em algum momento temos que plantar-nos aí e pular ao mundo de todos os dias. Se ao pular do trampolim fico pendurado, dependo, e finalmente nunca faço minha viagem.
Que bom seria se animar a pular do trampolim duma maneira espetacular! Isto é possível se o trampolim é saudável. Se a relação familiar é sadia. Se o casal de Pais é tolerante.
Este trampolim tem quatro pilares fundamentais. Tão fundamentais que se não são sólidos, toda criança que caminhe por ele vai cair.
O primeiro pilar é o amor
Um filho que não se sentiu amado por seus pais tem uma história grave: ser-lhe-á muito difícil chegar a amar a si mesmo. O amor por um mesmo se aprende do amor que um recebe dos pais. Não quer dizer que não se possa aprender em outro lado, só que este é o melhor lugar onde se aprende. Por suposto que ademais uma criança que não há sido amada não pode amar, e se isto acontecera... Para que sairia a encontrar-se com os outros?
O trampolim que não tem este pilar é perigoso. É difícil caminhar por ele. É um trampolim instável.
O segundo pilar é a valorização
Se a família não teve um bom caudal de autovalorização, se os pais se julgavam a si mesmo como pouca coisa, então o filho também se sente pouca coisa. Se vem duma casa onde não o valorizem, a este lhe custa muito valorizar-se. A casa com um bom nível de auto-estima tem trampolins adequados. Diz Virginia Satir: “Nas boas famílias a panela da auto-estima da casa está cheia”. Quer dizer: os pais acreditam que são pessoas valiosas, acreditam que os filhos são valiosos, o pai acredita que a mãe é valiosa, a mãe acredita que o pai é valioso, pai e mãe acreditam que sua família é valiosa e ambos estão orgulhosos do grupo que armaram.
Quando um filho chega a casa e diz: “Que bonita é esta família!”, aí sabemos que o trampolim está inteiro. Quando o filho chega a casa e diz: “Posso ir viver com a tia Margarida?”... estamos com problemas. Quando um pai diz a um filho: “Porque não vais viver com a tia Margarida?”, também algo complicado está acontecendo.
O terceiro pilar são as normas
As normas devem existir com a só condição de não ser rígidas, senão flexíveis, elásticas, questionáveis, discutíveis e negociáveis. Porém tem que estar. Assim como acredito que as regras numa família estão para ser violadas e que será nosso compromisso criar novas, acredito também que este processo deve apoiar-se num tempo onde se tenha apreendido a amadurecer num entorno seguro e protegido. Este é o entorno da família. As normas são o marco de seguridade e previsibilidade necessárias para meu desenvolvimento. Uma casa sem normas gera um trampolim onde o filho não pode plantar-se para pular.
O último pilar é a comunicação
Para que o pulo seja possível, é necessária uma comunicação honesta e permanente. Nenhum tema tem sido mais tratado pelos livros de psicologia como o da comunicação. Leiam todos juntos, o discutam com seus filhos, falem entre todos com a televisão desligada... Esta é uma maneira de fortalecer a comunicação, porém não é a mais importante. A fundamental é aquela que começa com as perguntas ditas desde o coração: Como está você? Como passou o dia? Quer que falemos?...
E sobre este pilar, exclusivamente sobre este pilar, se apóia a possibilidade de reparar os demais pilares.
Amor, valorização, normas e comunicação: sobre este trampolim o filho pula a sua vida para percorrer, primeiro, o caminho da auto- dependência e logo, o caminho do encontro com os outros.
Pensem em suas casas... Que pilares estavam firmes? Quais um pouco frouxos? Quais faltaram?
E uma vez pulado o trampolim, como filho devo saber que minha vida depende agora de mim: sou responsável do que faço, libero a meus pais de todo compromisso que não seja o afetivo, de toda obrigação e de toda divida que acreditara ter com eles. Conservarão seu amor por mim, mas não suas obrigações. Afirmo isto com absoluta consciência do que falo. Todo o que um pai ou uma mãe queiram dar a seus filhos depois que estes sejam adultos, será parte de sua decisão de dá-lo, mas nunca de sua obrigação. Por suposto, antes do fim da adolescência estamos obrigados para com nossos filhos, aí não é um tema de decisão.
Se perguntarem a minha mãe como está composta sua família, seguramente dirá: “Minha família está composta por meu marido, meus dois filhos, minhas duas noras e meus três netos”. Se me perguntam a mim como está composta minha família, eu digo: “Minha esposa e meus dois filhos”, não digo: “Minha esposa, meus dois filhos, minha mãe e meu pai”. Isto não quer dizer que minha mãe não seja de minha família, ou que eu não a queira. Minha mãe continua querendo que a família sejam todos, e tem razão. Porém é diferente para ela que para mim.
Como pai tenho que saber que o trampolim deve estar pronto para a partida de meus filhos, porque o encontro com eles é o encontro até o trampolim. Logo haverá que construir novos encontros, sem obrigações nem obediências, encontros apoiados somente na liberdade e no amor. Quando um filho se volve grande, nós pais temos que assumir o último parto.
Fazemos vários partos com os filhos. Um quando a criança nasce outro quando vai ao colégio primário e deixa a casa, outro quando vai por primeira vez de acampamento e dorme fora da casa, outro quando tem seu primeiro noivo ou noiva, outro quando se gradua no colégio secundário, e o último quando termina sua adolescência ou decide deixar definitivamente a casa paterna.
No último parto, finalmente lhe damos a nosso filho a patente de adulto. Assumimos que é independente, que não tem que pedir permissão para fazer o que se lhe dê a vontade.
Em algum momento, lhe damos o último empurrão que eu chamo o último puxão, lhe desejamos o melhor e, a partir de aí lhe delegamos o mando: Ficas a cargo de você mesmo, ficas a cargo de como vai, ficas a cargo de dar-lhe de comer a tua família, ficas a cargo de pagar o colégio de teus filhos, ficas a cargo de todo o que queiras para você e para tua família, e no que não possas fazer-te cargo, renuncia.



El Camino del Encuentro________________________________________
Jorge Bucay


La Familia como trampolín

La casa donde vivió el niño que fui y las personas con las que compartí mi vida familiar fueron el trampolín hacia mi vida adulta. La familia siempre es un trampolín y en algún momento tenemos que plantarnos allí y saltar al mundo de todos los días. Si al saltar del trampolín me quedo colgado, dependo, y finalmente nunca hago mi viaje.

¡Qué bueno sería animarse a saltar del trampolín de una manera espectacular! Esto es posible si el trampolín es saludable. Si la relación familiar es sana. Si la pareja de Padres es soportativa.

Este trampolín tiene cuatro pilares fundamentales. Tan fundamentales que si no son sólidos, todo chico que camine por él va a caerse.

El primer pilar es el amor
Un hijo que no se ha sentido amado por sus padres tiene una historia grave: le será muy difícil llegar a amarse a si mismo. El amor por uno mismo se aprende del amor que uno recibe de los padres. No quiere decir que no se pueda aprender en otro lado, sólo que éste es el mejor lugar donde se aprende. Por supuesto que además un niño que no ha sido amado no puede amar, y si esto sucediera ¿para qué saldría a encontrarse con los otros?

El trampolín que no tiene este pilar es peligroso. Es difícil caminar por él. Es un trampolín inestable.

El segundo pilar es la valoración
Si la familia no ha tenido un buen caudal de autovaloración, si los padres se juzgaban a si mismo como poca cosa, entonces el hijo también se siente poca cosa. Si uno viene de una casa donde no se lo valora, a uno le cuesta mucho valorarse. Las casas con un buen nivel de autoestima tienen trampolines adecuados. Dice Virginia Satir: “En las buenas familias la olla de autoestima de la casa está llena”. Quiere decir: los papás creen que son personas valiosas, creen que los hijos son valiosos, papá cree que mamá es valiosa, mamá cree que papá es valioso, papá y mamá creen que su familia es valiosa y ambos están orgullosos del grupo que armaron.

Cuando un hijo llega a la casa y dice: “¡Que linda es esta familia!”, ahí sabemos que el trampolín está entero. Cuando el chico llega a la casa y dice: “¿Me puedo ir a vivir a lo de la tía Margarita?”... estamos en problemas. Cuando un padre le dice a un hijo: “¿Por qué no te vas a vivir con la tía Margarita?”, también algo complicado está pasando.

El tercer pilar son las normas
Las normas deben existir con la sola condición de no ser rígidas, sino flexibles, elásticas, cuestionables, discutibles y negociables. Pero tienen que estar. Así como creo que las reglas en una familia están para ser violadas y que será nuestro compromiso crear nuevas, creo también que este proceso debe apoyarse en un tiempo donde se haya aprendido a madurar en un entorno seguro y protegido. Este es el entorno de la familia. Las normas son el marco de seguridad y previsibilidad necesario para mi desarrollo. Una casa sin normas genera un trampolín donde el hijo no puede plantarse para saltar.

El último pilar es la comunicación
Para que el salto sea posible, es necesaria una comunicación honesta y permanente. Ningún tema ha sido más tratado por los libros de psicología como el de la comunicación. Léanlos en pareja, discútanlo con sus hijos, chárlenlos entre todos con el televisor apagado... Ésta es una manera de fortalecer la comunicación, pero no es la más importante. La fundamental es aquella que empieza con las preguntas dichas desde el corazón: ¿Cómo estás? ¿Cómo pasaste el día? ¿Querés que charlemos?...

Y sobre este pilar, exclusivamente sobre este pilar, se apoya la posibilidad de reparar los demás pilares.

Amor, valoración, normas y comunicación: sobre este trampolín el hijo salta a su vida para recorrer, primero, el camino de la autodependencia y luego, el camino del encuentro con los otros.

Piensen en sus casas... ¿Qué pilares estaban firmes? ¿Cuáles un poco flojos? ¿Cuáles faltaron?

Y una vez saltado el trampolín, como hijo debo saber que mi vida depende ahora de mi: soy responsable de lo que hago, libero a mis padres de todo compromiso que no sea el afectivo, de toda obligación y de toda deuda que crea tener con ellos. Conservarán su amor por mi, pero no sus obligaciones. Afirmo esto con absoluta conciencia de lo que digo. Todo lo que un papá o una mamá quieran dar a sus hijos después que éstos sean adultos, será parte de su decisión de dárselo, pero nunca de su obligación. Por supuesto, antes del fin de la adolescencia estamos obligados para con nuestros hijos, allí no es un tema de decisión.

Si le preguntan a mi mamá cómo está compuesta su familia, seguramente dirá: “Mi familia está compuesta por mi marido, mis dos hijos, mis dos nueras y mis tres nietos”. Si me preguntan a mi cómo está compuesta mi familia, yo digo: “Mi esposa y mis dos hijos”, no digo: “Mi esposa, mis dos hijos, mi mamá y mi papá”. Esto no quiere decir que mi mamá no sea de mi familia, o que yo no la quiera. Mi mamá sigue queriendo que la familia seamos todos, y tiene razón. Pero es diferente para ella que para mi.

Como padre debo saber que el trampolín debe estar listo para la partida de mis hijos, porque el encuentro con ellos es el encuentro hasta el trampolín. Luego habrá que construir nuevos encuentros, sin obligaciones ni obediencias, encuentros apoyados solamente en la libertad y en el amor. Cuando un hijo se vuelve grande, los padres tenemos que asumir el último parto.

Hacemos varios partos con los hijos. Uno cuando el chico nace, otro cuando va al colegio primario y deja la casa, otro cuando se va por primera vez de campamento y duerme fuera de la casa, otro cuando tiene su primer novio o novia, otro cuando se recibe en el colegio secundario, y el último cuando termina su adolescencia o decide dejar definitivamente la casa paterna.

En el último parto, finalmente le damos a nuestro hijo la patente de adulto. Asumimos que es autodependiente, que no tiene que pedirnos permiso para hacer lo que se le de la gana.

En algún momento, le damos el último empujoncito que yo llamo el último pujo, le deseamos lo mejor y, a partir de allí le delegamos el mando: Quedás a cargo de vos mismo, quedás a cargo de cómo te vaya, quedás a cargo de darle de comer a tu familia, quedás a cargo de pagar el colegio de tus hijos, quedás a cargo de todo lo que quieras para vos y para los tuyos, y en lo que no puedas hacerte cargo, renunciá.

segunda-feira, 3 de maio de 2010





A PENEIRA

História de Sabedoria Zen

Um grupo de devotos convidou a um mestre de meditação a casa dum deles para que os ensinasse. O mestre disse que deviam se esforçar por liberar-se de reagir em demasia frente aos fatos da vida diária, por atingir uma atitude de reverência, e por adquirir a prática regular dum método de meditação que, a sua vez, lhes explicou em detalhe.
O objetivo era dar-se conta de que a vida espiritual deve estar presente em tudo. É estar conscientes disto não só durante o período de meditação, senão constantemente, no cotidiano. O processo é como encher uma peneira com água. O mestre fez uma reverência ante eles e partiu.
O pequeno grupo se despediu dele e logo um deles se dirigiu aos demais, tirando chispas de frustração: O que nos disse é como dizermos que nunca poderemos fazer-lo!
- Encher uma peneira com água! Isso é o que acontece, não? Ao menos para mim. Escuto um sermão, rezo, leio algum livro sagrado, ajudo a meus vizinhos com suas crianças e ofereço o mérito a Deus, ou algo pelo estilo e depois me sinto elevado. Meu caráter melhora durante um tempo... não me sinto tão impaciente, nem faço tantos comentários sobre outras pessoas. Porém pronto o efeito se evapora e sou o mesmo que antes. É como a água numa peneira, por suposto. E agora ele nos disse que isso é tudo.
Continuaram reflexionando sobre a imagem da peneira sem atingir nenhuma solução que satisfizera a todos. Alguns pensaram que ele mestre lhes dizia que as pessoas como eles neste mundo só podiam aspirar a una elevação transitória, outros acreditaram que o mestre simplesmente estava caçoando. Outros pensaram que tal vez estaria se referindo a algo nos clássicos que acreditava que eles sabiam... buscaram, então, referências sobre uma peneira na literatura clássica, sem nenhum êxito.
Com o tempo, o interesse de todos se desvaneceu, exceto o duma mulher que decidiu ir ver ao mestre. O mestre lhe entregou uma peneira e uma xícara, e foram juntos a uma praia perto. Pararam sobre uma rocha rodeada pelas ondas.
- Mostra-me como enches uma peneira com água. -Lhe disse o mestre
Ela se inclinou, tomou a peneira numa mão e começou a encher-la com a xícara.
A água apenas chegava a cobrir a base da peneira e logo se filtrava a- través dos furos.
- Com a prática espiritual acontece o mesmo -disse o mestre – Em quanto um permanece de pé na rocha da personalidade e tenta se encher com colheradas de consciência espiritual. Não é esse o modo de encher uma peneira com água, nem nossa essência com vida espiritual.
- Então, como se faz? -perguntou a mulher.
O mestre tomou a peneira em suas mãos e a jogou longe ao mar. A peneira flutuou uns instantes e depois se submergiu.
- Agora está cheia de água e assim permanecerá - disse o mestre. -Esse é o jeito de encher uma peneira com água e é o jeito de realizar a prática espiritual. Não se atinge vertendo pequenas doses de vida espiritual na individualidade, senão jogando a individualidade dentro do mar da vida espiritual.


EL COLADOR
Historia de Sabiduría Zen

Un grupo de devotos invitó a un maestro de meditación a la casa de uno de ellos para que los instruyera. El maestro dijo que debían esforzarse por liberarse de reaccionar en demasía frente a los hechos de la vida diaria, por lograr una actitud de reverencia, y por adquirir la práctica regular de un método de meditación que, a su vez, les explicó en detalle.
El objetivo era darse cuenta de que la vida espiritual debe estar presente en todo. Es estar conscientes de esto no sólo durante el período de meditación, sino constantemente, en lo cotidiano. El proceso es como llenar un colador con agua. El maestro hizo una reverencia ante ellos y partió.
El pequeño grupo se despidió de él y luego uno de ellos se dirigió a los demás, echando chispas de frustración: ¡Lo que nos dijo es como decirnos que nunca podremos lograrlo!
- ¡Llenar un colador con agua! Eso es lo que ocurre, ¿no? Al menos para mí. Escucho un sermón, rezo, leo algún libro sagrado, ayudo a mis vecinos con sus niños y ofrezco el mérito a Dios, o algo por el estilo y después me siento elevado. Mi carácter mejora durante un tiempo... no me siento tan impaciente, ni hago tantos comentarios sobre otras personas. Pero pronto el efecto se disipa y soy el mismo que antes. Es como agua en un colador, por supuesto. Y ahora él nos dice que eso es todo.
Siguieron reflexionando sobre la imagen del colador sin lograr ninguna solución que los satisficiera a todos. Algunos pensaron que el maestro les decía que las personas como ellos en este mundo sólo podían aspirar a una elevación transitoria, otros creyeron que el maestro simplemente les estaba tomando el pelo. Otros pensaron que tal vez se estaría refiriendo a algo en los clásicos que suponía que ellos sabían... buscaron, entonces, referencias sobre un colador en la literatura clásica, sin ningún éxito.
Con el tiempo, el interés de todos se desvaneció, excepto el de una mujer que decidió ir a ver al maestro. El maestro le dio un colador y un tazón, y fueron juntos a una playa cercana. Se pararon sobre una roca rodeados por las olas.
- Muéstrame cómo llenas un colador con agua. -Le dijo el maestro
Ella se inclinó, tomó el colador en una mano y comenzó a llenarlo con el tazón.
El agua apenas llegaba a cubrir la base del colador y luego se filtraba a través de los agujeros.
- Con la práctica espiritual sucede lo mismo -dijo el maestro - Mientras uno permanece de pie en la roca de la personalidad e intenta llenarse con cucharadas de conciencia espiritual. No es ése el modo de llenar un colador con agua, ni nuestra esencia con vida espiritual.
- Entonces, ¿cómo se hace? -preguntó la mujer.
El maestro tomó el colador en sus manos y lo arrojó lejos al mar. El colador flotó unos instantes y después se hundió.
- Ahora está lleno de agua y así permanecerá -dijo el maestro. -Ese es el modo de llenar un colador con agua y es el modo de realizar la práctica espiritual. No se logra vertiendo pequeñas dosis de vida espiritual en la individualidad, sino arrojando la individualidad dentro del mar de la vida espiritual.

domingo, 2 de maio de 2010

Y... RIASE A GENTE!






PARA RIR E REFLETIR

■Existen dos maneras de ser feliz en esta vida, una es hacerse el idiota y la otra serlo.
Existem duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se o idiota, e a outra é ser-lo”
Sigmund Freud (1856-1939) Médico austríaco.

■"Para ganhar conhecimento, adicione algo todos os dias. Para ganhar sabedoria, elimine algo todos os dias."
“Para ganar conocimiento, agregue algo todos los días. Para ganar sabiduría, elimine algo todos los días”
Lao-Tsé

■EL REMO
La galleguita de 10 años va a pescar con su padre y vuelve con el rostro golpeado.
La madre, asustada, pregunta:
- Mi'jita linda, ¿qué sucedió?
- Fue un tabano mamá...
- ¿Y te picó?
- No tuvo tiempo, papá lo mató con el remo.

■O REMO
A menininha de dez anos vai de pescaria com seu pai e volta com o rosto machucado.
Filha, que aconteceu...
Foi uma mutuca mãe..
E te mordeu?
- Não teve tempo o pai a matou com o remo...

■"Quando você diz Sim para alguma coisa você a atrai.
Quando você diz Não para alguma coisa você a atrai também."
Você tem nas mãos duas chaves:
a chave do SIM abre as portas que você quer.
E a chave do NÃO abre as portas que você não quer."
"E, uma vez que digamos Sim para o Instante, a Afirmação é Contagiosa. Ela inflama uma cadeia de Afirmações que não conhecem limite algum. Dizer Sim para um Instante é dizer Sim para Toda a Existência".
"Preocupar-se é usar sua imaginação para criar algo que você não deseja."

■"Cuando usted dice Sí para alguna cosa, usted la atrae.
Cuando usted dice No para alguna cosa usted la atrae también."
Usted tiene en sus manos dos llaves:
la llave del SI abre las puertas que usted quiere.
Y la llave del NO abre las puertas que usted no quiere."
"Y, una vez que digamos Si para el Instante, la Afirmación es Contagiosa. Ella inflama una cadena de Afirmaciones que no conocen límite alguno. Decir Si para un Instante es decir Si para Toda la Existencia".
"Preocuparse es usar su imaginación para crear algo que usted no desea."
Abraham-Hicks

■GINECÓLOGO
La madre, desesperada, pregunta al médico :
- ¿Qué pasó con ella, doctor?
- Su hija está con el clítoris igual a una tapita de pluma Bic!
- ¿Azul, doctor?
- No, todo mordido.

GINECOLOGO
A mãe, desesperada pergunta ao médico:
Que aconteceu com ela doutor?
Sua filha está com o clitóris igual a uma tampa de caneta Bic!
Azul doutor?
Não, todo mordido.

■"O homem encontra seu destino nos caminhos que tomou para evitá-lo."
“El hombre encuentra su destino en los caminos que tomó para evitarlo”

■No busques la verdad, sólo deja que te abriguen las opiniones.
Não procures a verdade, só deixa que te abriguem as opiniões

■DEPARTAMENTO DE INMIGRACIÓN
- ¿Sexo?
- 3 veces por semana.
- No... quiero decir masculino o femenino.
- Me da igual.

DEPARTAMENTO DE IMIGRAÇÃO.
Sexo?
- 3 vezes por semana.
-Não, quero dizer, masculino ou feminino?...
Prá mim é igual...

■Si entiendes, las cosas son así. Si no entiendes, las cosas son así.
Se entendes, as coisas são assim. Se não entendes, as coisas são assim.
Buda

■“Yo dormía y soñaba que la Vida era Alegría.
Desperté y vi que la Vida era Servicio.
Serví y vi que el Servicio era Alegría.”

“Eu dormia e sonhava que a Vida era Alegria
Despertei e vi que a vida era Serviço
Servi e vi que o Serviço era Alegria”
Rabindranath Tagore.

■URÓLOGO
Una mujer, bastante apetecible, va al consultorio médico:
- Doctor, gustaría que hiciese algo por mi marido... !Algo que lo hiciera quedar como un toro!
- Muy bien. Podemos comenzar ya mismo por los cuernos....

UROLOGO.
Uma mulher bastante gostosa vai ao consultório médico:
- Doutor, gostaria que fizesse algo por meu marido...Algo que o faça ficar como um touro!
Ótimo, podemos começar já mesmo pelos chifres!

■“Las personas son solitarias porque construyen muros en lugar de puentes”.
“As pessoas são solitárias porque constroem muros em lugar de pontes”

■EN UN ASILO DE ANCIANOS
Dos viejitos conversando:
- ¿Vos preferís el sexo o la Navidad?
- ¡Sexo, claro!... Navidad hay todos los años.

NUM ASILO DE IDOSOS
Dois velinhos falando:
Você prefere sexo ou Natal?
Sexo...claro!!! Natal tem todos os anos!..


■“Aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu tempo livre, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e sua recreação, entre o seu amor e a sua religião.
Distingue uma coisa da outra com dificuldade. Almeja, simplesmente, a excelência em qualquer coisa que faça, deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou divertindo. Ele acredita que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo”.

“Aquel que es maestro en el arte de vivir hace poca distinción entre su trabajo y su tiempo libre, entre su mente y su cuerpo, entre su educación y su recreación, entre su amor y su religión.
Distingue una cosa de la otra con dificultad. Anhela, simplemente, la excelencia en cualquier cosa que haga, dejando a los demás la tarea decidir si está trabajando o divirtiéndose. Él cree que está haciendo las dos cosas al mismo tiempo”.
Lao Tse - Tao Te Ching.

sábado, 1 de maio de 2010

Uma história Zen



LA FELICIDAD


UN hombre vino a ver a un monje Zen y le preguntó “¿Por qué usted está siempre tan extasiado? ¿Porque yo no estoy tan extasiado?
El maestro dijo: “Espere. Cuando todos hayan salido, yo allí responderé su pregunta.
El hombre esperó y esperó, porque las personas estaban yendo y viniendo, y no había un único momento que ellos quedaran a solas. Él estaba cansado y muchas veces pensó en irse, porque… “¿Cuándo será que esto va a parar? Las personas todavía están viniendo.”
Pero a la tardecita, cuando el sol se estaba poniendo, todos estaban saliendo y él quedó solito con el maestro. Él recordó: “Ahora, por favor, cuénteme”
El maestre dijo: “Mire para afuera de la ventana. ¿Usted ve ese gran árbol?”
Él respondió: “Si, yo lo veo”
Y él maestro dijo: “¿Usted ve aquel pequeño arbusto al lado?”
Él dijo: “Si, lo veo también.”
El maestro dijo: “Yo nunca oí al arbusto decir al gran árbol: “¿Por qué usted es tan grande y yo soy tan pequeño?”Es por esto que ambos son felices. El árbol es grande y el arbusto es pequeño, ¿y qué? Ambos son únicos. Ellos no se comparan – y ellos están uno al lado del otro. Y durante quince años yo vengo intentando descubrir porque ellos no se comparan. Ellos están perfectamente felices, ambos son felices.
“Usted está infeliz porque usted se está comparando, usted está viviendo en la comparación. Yo estoy feliz porque yo abandoné toda comparación, yo simplemente me acepté como yo soy.
“Ese es mi simple secreto.”


A FELICIDADE

Um homem veio a um monge Zen e perguntou “ Porque você está sempre tão extasiado? Porque eu não estou tão extasiado?
O mestre disse: “Espere. Quando todos tivessem saído, eu aí responderei a sua pergunta.
O homem esperou e esperou, porque as pessoas estavam indo e vindo, e não havia um único momento que eles ficarem a sós. Ele estava ficando cansado e muitas vezes ele pensou em sair, porque “Quando será que essa coisa vai parar? As pessoas ainda estão vindo.”
Mas a tardinha, quando o sol estava pondo, todos estavam indo embora e ele ficou sozinho com o mestre. Ele lembrou: “ Agora, por favor, conte-me”
O mestre disse: “Olhe para fora da janela. Você vê essa grande árvore?”
Ele disse: “Sim, eu a vejo”
E o mestre disse: “ Você vê aquele pequeno arbusto ao lado?”
Ele disse: “Sim, eu o vejo também.”
O mestre disse: “Eu nunca ouvi o arbusto dizer à grande arvore: “Porque você é tão grande e eu sou tão pequeno?”É por isto que ambos são felizes. A árvore é grande e o arbusto é pequeno, mas e daí? Ambos são únicos. Eles não se comparam – e eles estão um ao lado do outro. E durante quinze anos eu venho tentando descobrir porque eles não se comparam. Eles estão perfeitamente felizes, ambos são felizes.
“Você está infeliz porque você se está comparando, você está vivendo em comparação. Eu estou feliz porque eu abandonei toda comparação, eu simplesmente me aceitei como eu sou.
“Esse é meu simples segredo.”

sexta-feira, 30 de abril de 2010

DE MESTRES E DISCIPULOS


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Osho


Diz o velho refrão: «Quando o discípulo está preparado o Mestre aparece». O discípulo não pode encontrar ao Mestre, só o Mestre pode encontrar ao discípulo. Só quem se conhece a si mesmo pode conhecer aos demais, então é fácil.
Quando estás preparado, todo o Universo começa a apoiar-te. Não há necessidade de pedir ajuda, não tem necessidade de ir a nenhuma parte, o apoio
está se dando sempre; as necessidades sempre são satisfeitas. Porém você tem que estar preparado, você tem que estar no lado mental no qual as forças do Universo possam favorecer-lhe.
Assim que não se trata duma busca positiva, porque não podes pedir ajuda astral; o sucesso dependerá de tua receptividade, de tua preparação. As forças elevadas estão presentes em todas as partes, em todo momento. Agora mesmo, estão rodeadas de ambas as energias, as elevadas e as inferiores, mas só és receptivo às inferiores. Podes estar: ou aberto às forças elevadas, ou bem, aberto às forças inferiores, porém não podes estar aberto a ambas. O próprio mecanismo funciona de tal maneira, que se estás aberto às inferiores, estarás fechado às elevadas e se estás aberto às elevadas automaticamente estarás fechado às inferiores, porque só temos uma abertura, assim que você decide em que direção te mover.
O primeiro que tem que compreender é como se fechar às forças inferiores e como se abrir às forças elevadas. As forças elevadas sempre estão aí, porém não podem funcionar a não ser que você coopere com elas, a não ser que te entregues a elas. Começa o trabalho: quando se abrem as portas, o sol pode entrar. Tuas portas estão fechadas, o sol está aí, está chamando a teu portal neste mesmo momento e você esta na obscuridade. Seguirás na obscuridade e não porque o sol não esteja aí senão porque tuas portas estão fechadas. Não tem convidado ao sol, não está receptivo a ele. Ainda não estás preparado para ser um anfitrião; o convite não foi enviado. Como pode um fechar-se às forças inferiores e se abrir às forças elevadas? Nem sequer somos conscientes de que estamos abertos às forças inferiores, entanto vamos à busca de forças elevadas que podem trabalhar em nós...
Por exemplo: Quando alguém te ama, sempre albergas suspeitas, sempre dúvidas. «Será amor real e verdadeiro?» Realmente és amado ou não? Está sendo autentica a pessoa ou finge? Quando alguém está furioso você nunca dúvida se está realmente furioso ou se só está fingindo, se está realmente furioso ou simplesmente está atuando. Não há dúvida. Se da por garantido que a ira é autentica, mas o amor nunca se dá por assegurado. Sempre acredita no inferior, tua fé está profundamente arraigada no inferior. Lembra, a abertura é a fé. Significa confiança. Você está aberto ao que acredita. A mente desconfiada está fechada porque tem medo, porém, a não ser que confie, permanecerás fechado. O primeiro que há que considerar é o seguinte: em que acreditas mais facilmente, nas coisas inferiores ou nas coisas elevadas? Acreditas nas coisas inferiores sem razoar, sem duvidar, sem pensar-lo. Você acredita no inferior. O inferior é tua realidade.
Quando te abres ao elevado, as coisas começam a acontecer duma forma muito diferente, mas se só estás aberto ao inferior então terás que buscar ao elevado a apalpadelas na obscuridade. A abertura ao inferior é habitual em nós. Quando uma força inferior esteja puxando de ti... toma conta! Seja uma testemunha do que está acontecendo. Não permitas que tua mente se abra a ela. Todas as coisas às que você esta aberto quedam profundamente marcadas em você, e finalmente, acabam por funcionar. Assim que esteja constantemente alerta, momento a momento, se algo é inferior, embora esteja bem, embora seja verdade, não te abras a isto. Esse costume de focar-te ao inferior não é bom porque se converte num impedimento para a abertura ao elevado.



De Maestros y Discípulos


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Osho

Dice el viejo refrán: «Cuando el discípulo está preparado el Maestro aparece». El discípulo no puede encontrar al Maestro, sólo el Maestro puede encontrar al discípulo. Sólo el que se conoce a sí mismo puede conocer a los demás, entonces es fácil.
Cuando estás preparado, todo el Universo empieza a apoyarte. No hay necesidad de pedir ayuda, no hay necesidad de ir a ninguna parte, el apoyo se está dando siempre; las necesidades siempre son satisfechas. Pero uno tiene que estar preparado, uno tiene que estar en el lado mental en el que las fuerzas del Universo puedan favorecerle.
Así que no se trata de una búsqueda positiva, porque no puedes pedir ayuda astral; el logro dependerá de tu receptividad, de tu preparación. Las fuerzas elevadas están presentes en todas partes, en todo momento. Ahora mismo, estás rodeado de ambas energías, las elevadas y las inferiores, pero sólo eres receptivo a las inferiores. Puedes estar: o abierto a las fuerzas elevadas, o bien, abierto a las fuerzas inferiores, pero no puedes estar abierto a ambas. El propio mecanismo funciona de tal manera, que si estás abierto a las inferiores, estarás cerrado a las elevadas y si estás abierto a las elevadas automáticamente estarás cerrado a las inferiores, porque sólo tenemos una apertura, así que tú decides en qué dirección moverte.
Lo primero que hay que comprender es cómo cerrarse a las fuerzas inferiores y cómo abrirse a las fuerzas elevadas. Las fuerzas elevadas siempre están ahí pero no pueden funcionar a no ser que tú cooperes con ellas, a no ser que te entregues a ellas. Comienza el trabajo: cuando se abren las puertas, el sol puede entrar. Tus puertas están cerradas, el sol está ahí, está llamando a tu portal en este mismo momento y tú estás en la oscuridad. Seguirás en la oscuridad y no porque el sol no esté ahí sino porque tus puertas están cerradas. No has invitado al sol, no estás receptivo a él. Todavía no estás preparado para ser un anfitrión; la invitación no ha sido enviada. ¿Cómo puede uno cerrarse a las fuerzas inferiores y abrirse a las fuerzas elevadas? Ni siquiera somos conscientes de que estamos abiertos a las fuerzas inferiores y sin embargo estamos a la búsqueda de fuerzas elevadas que pueden trabajar en nosotros...
Por ejemplo: Cuando alguien te ama, siempre albergas sospechas, siempre lo dudas. «¿Será amor real y verdadero?» ¿Realmente eres amado o no? ¿Está siendo auténtica la persona o finge? Cuando alguien está furioso tú nunca dudas si está realmente furioso o si sólo está fingiendo, si está realmente furioso o simplemente está actuando. No hay duda. Se da por garantizado que la ira es auténtica, pero el amor nunca se da por asegurado. Siempre crees en lo inferior, tu fe está profundamente arraigada en lo inferior. Recuerda, la apertura es la fe. Significa confianza. Tú estás abierto a lo que crees. La mente desconfiada está cerrada porque tiene miedo pero, a no ser que confíes, permanecerás cerrado. Lo primero que hay que considerar es lo siguiente: en qué crees más fácilmente, ¿en las cosas inferiores o en las cosas elevadas? Crees en las cosas inferiores sin razonar, sin dudar, sin pensarlo. Tú crees en lo inferior. Lo inferior es tu realidad.
Cuando te abres a lo elevado, las cosas empiezan a ocurrir de una forma muy diferente, pero si sólo estás abierto a lo inferior entonces tendrás que buscar a lo elevado a tientas en la oscuridad. La apertura a lo inferior es habitual en nosotros. Cuando una fuerza inferior esté tirando de ti ¡date cuenta! Sé un testigo de lo que está pasando. No permitas que tu mente se abra a ella. Todas las cosas a las que tú estás abierto quedan profundamente marcadas en ti, y al final, acaban por funcionar. Así que estate constantemente alerta, momento a momento, si algo es inferior, aunque esté bien, aunque sea verdad, no te abras a ello. Esa costumbre de enfocarte a lo inferior no es buena porque se convierte en un impedimento para la apertura a lo elevado.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

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