Translate

domingo, 16 de maio de 2010

A ROSA


Os Filhos e os limites
________________________________________
Jaime Barylko

Como fazer para que uma rosa seja tua rosa.
O Pequeno Príncipe tem uma rosa na mão. Agora se da conta de que essa rosa, que era como todas as rosas; não é como todas as rosas. Porque essa rosa se acomodou a sua mão e sua mão a essa rosa, e assim é como se pertencem reciprocamente. Domesticou-se, se domesticaram um ao outro.

Logo a raposa se despede e expressa: «Adeus. Eis aqui meu segredo. É muito simples: não se vê bem senão com o coração. O essencial é invisível aos olhos.»

E que é o essencial? «O tempo que perdeste por tua rosa faz que tua rosa seja tão importante.»
A lição conclui com esta cima da reflexão:
«Os homens tem se olvidado esta verdade - diz a raposa-. Porém você não deve olvidar-la. És responsável para sempre do que tem domesticado. És responsável de tua rosa...»

Uma relação é um laço, é uma dependência. Um amor é uma responsabilidade. E o que cresce entre nós, desse modo, não é visível aos olhos; somente o coração o percebe. Amo-te porque és você, esse você que se modelou no nós, como este eu. Não é o amor esse jato quente de sentimento que brota da alma. Em todo caso essa efusão mística e cósmica do amor está dentro do laço, expresso por ele, manifestada na conduta de responsabilidade recíproca pelo fazer-nos recíprocos.

Não és meu filho porque eu te tenha procriado. És meu filho porque logo de haver nascido se foi fazendo, me foste fazendo, nos fizemos na relação pai-filho, filho-pai, nos enlaçamos.

Buber dizia: «Quando se sabe por que se ama, é que já não se ama». O coração não sabe; sente, vibra, porque está implicado no coração do outro a través da vida convivida.

A liberdade, filho meu, amadurece e produz o fruto duma eleição. Escolher é responder pelo escolhido. Quando liberdade, eleição e responsabilidade coincidem, se dá isso que os poetas chamam felicidade.


O caminho demarcado orienta tua liberdade, não a submete. A rota delineada, demarcada, é uma ordem. O laço, a relação, a mais aprofundada, é um ordenamento recíproco. Espero-te, me chamas, nos encontramos. Vamo-nos armando em nossas próprias, íntimas e privadas rotinas, é dizer códigos rituais, para poder expressar justamente isso que é invisível aos olhos.

Da mesma maneira, a rota não há de ser rota a menos que esteja demarcada com raias visíveis aos costados, com sinais, com placas indicadoras. Todo isto te orienta, não te força. Dá lugar à liberdade. Logo escolhes o objetivo, o caminho dentro da rota, a velocidade, a música, o silêncio. Nem sabes que escolherás, com precisão. Tens uma idéia, uma vaga idéia, porém não pode prever as ocorrências, isso que lhe sai ao encontro e o desvia da idéia primeira. É a aventura.

Esta é a realidade: aventura e ordem, ordem e aventura, que dizia o poeta Apollinaire. A aventura é o criativo, o imprevisto, porém a ordem a suporta. A aventura é um quadro de Dalí. Não obstante, o gênio tinha uma ordem, uma disciplina, limites e regras para pintar, e para despregar, sobre esse sustento, sua fantasia onírica e surrealista.


Sistema, poeta, sistema. Querer é uma aventura, é ter medo de perder, de ser perdido. A aventura sucede aqui entre nós, nos passos mais cotidianos. Não há que ir à selva nem internar-se em territórios desconhecidos. Para que? Conheces algo mais desconhecido que eu, que eu e você, que você, eu, nossos filhos? Conheces uma aventura maior que um encontro, ainda com pessoas conhecidas, e no qual, aparentemente, nada novo há de acontecer?

A ordem é o das normas, as fronteiras, os limites; a ordem é o sistema das idéias e das crenças em que uma sociedade cresce e sobre as quais opera em quanto aos fins da existência.
Ortega, não cansou de citar-lo, ensinava que não há tela genial que não esteja moldurada. A moldura não vale nada, porém sem ela a tela não pode ser exibida, desfrutada.

—Os limites, filho meu, as normas de conduta, não são o essencial, porém é aquilo sem importância, como a moldura, que permite que o essencial, tua criatividade, possa patentizar-se.

A ordem é o modo, estilo, maneira, costumes, que manejaremos para concordar nosso desejado encontro — ir ao cinema, por exemplo — e para conduzir-nos durante o encontro. Logo, tudo o que aconteça no encontro é aventura, espontaneidade pura. Aventura, graças à ordem. Ordem é há tal hora há recreios no colégio. Aventura, o que aconteça entre as crianças durante o recreio.

Há ordem na ciência, há ordem na religião, há ordem de composição e de combinação de cores, tonalidades, sombras, línnhas no mundo das artes plásticas, há ordem na aprendizagem das teclas do piano.

Sobre essa ordem se constrói a aventura que é a criatividade, a fluência das potências dissidentes que há em cada qual. Frente à ordem clássica compôs Schoenberg uma nova ordem, a revolução de seu sistema dodecafônico. Sobre a ordem clássica, produziram os cubistas a revolução de seus delírios formosos.

Porém há algo que segue conectando, a pesar de todas as rupturas com o passado, a Dalí com Leonardo, a Leonardo com Giotto, a Giotto com os que decoraram as cavernas de Altamira.
Isso permite justamente a continuidade e que se possa falar de arte como de algo trans-pessoal que inclui a todas as pessoas, gêneros, subversões e que, embora, está mais além delas, porque todas elas, ainda em sua maior subversão e rebeldia, estão sujeitas a essa ordem e a usam, se a usam, para atingir seus objetivos iconoclastas.

—Estes são os limites, filho meu. Em tua vida privada, em tuas relações humanas, no estudo, no trabalho, na rua, em tua casa, no estrangeiro, com tua noiva, com o homem que viaja a teu lado no ônibus. E essa ordem termina sendo sempre ordem moral é dizer constituição duns costumes (mores em latim significa costumes e de aí o termo «moral») adotada por um grupo social, por um setor da humanidade, neste caso nós, os de Ocidente, e que reflete nossas crenças, nossos valores. Incluso, cabe recordar, algo tão livre como a poesia necessita de uma ordem, dum sistema, como dizia Leon Felipe: «Sistema, poeta, sistema. Começa por contar as pedras, logo contarás as estrelas.»



Los Hijos y los límites
________________________________________
Jaime Barylko

Cómo hacer para que una rosa sea tu rosa.
El Principito tiene una rosa en la mano. Ahora se da cuenta de que esa rosa, que era como todas las rosas, no es como todas las rosas. Porque esa rosa se acomodó a su mano y su mano a esa rosa, y así es como se pertenecen recíprocamente. Se domesticó, se domesticaron el uno al otro.

Luego el zorro se despide y expresa: «Adiós. He aquí mi secreto. Es muy simple: no se ve bien sino con el corazón. Lo esencial es invisible a los ojos.»

¿Y qué es lo esencial? «El tiempo que perdiste por tu rosa hace que tu rosa sea tan importante.»
La lección concluye con esta cima de la reflexión:
«Los hombres han olvidado esta verdad -dijo el zorro-. Pero tú no debes olvidarla. Eres responsable para siempre de lo que has domesticado. Eres responsable de tu rosa...»

Una relación es un lazo, es una dependencia. Un amor es una responsabilidad. Y lo que crece entre nosotros, de ese modo, no es visible a los ojos; solamente el corazón lo percibe. Te amo porque eres tú, ese tú que se modeló en el nosotros, como este yo. No es el amor ese chorro caliente de sentimiento que brota del alma. En todo caso esa efusión mística y cósmica del amor está dentro del lazo, expresada por él, manifestada en la conducta de responsabilidad recíproca por el hacernos recíprocos.

No eres mi hijo porque yo te haya procreado. Eres mi hijo porque luego de haber nacido te fui haciendo, me fuiste haciendo, nos hicimos en la relación padre-hijo, hijo-padre, nos enlazamos.

Buber decía: «Cuando se sabe por qué se ama, es que ya no se ama». El corazón no sabe; siente, vibra, porque está implicado en el corazón del otro a través de la vida convivida.

La libertad, hijo mío, madura y produce el fruto de una elección. Elegir es responder por lo elegido. Cuando libertad, elección y responsabilidad coinciden, se da eso que los poetas llaman felicidad.


El camino demarcado orienta tu libertad, no la doblega. La ruta delineada, demarcada, es un orden. El lazo, la relación, la más profunda, es un ordenamiento recíproco. Te espero, me llamas, nos encontramos. Nos vamos armando en nuestras propias e íntimas y privadas rutinas, es decir códigos rituales, para poder expresar justamente eso que es invisible a los ojos.

De la misma manera, la ruta no ha de ser ruta a menos que esté demarcada con rayas visibles a los costados, con señales, con carteles indicadores. Todo ello te orienta, no te fuerza. Da lugar a la libertad. Luego eliges el objetivo, el camino dentro de la ruta, la velocidad, la música, el silencio. Ni sabes qué elegirás, con precisión. Tienes una idea, una vaga idea, pero no puedes prever las ocurrencias, eso que le sale a uno al encuentro y lo desvía de la idea primigenia. Es la aventura.

Esta es la realidad: aventura y orden, orden y aventura, que decía el poeta Apollinaire. La aventura es lo creativo, lo impredecible, pero el orden la sostiene. La aventura es un cuadro de Dalí. No obstante, el genio tenía un orden, una disciplina, límites y reglas para pintar, y para desplegar, sobre ese sustento, su fantasía onírica y surrealista.


Sistema, poeta, sistema. Querer es una aventura, es tener miedo de perder, de ser perdido. La aventura sucede aquí entre nosotros, en los pasos más cotidianos. No hay que ir a la selva ni internarse en territorios desconocidos. ¿Para qué? ¿Conoces algo más desconocido que yo, que yo y tú, que tú, yo, nuestros hijos? ¿Conoces una aventura mayor que un encuentro, aún con gente conocida, y en el cual, aparentemente, nada nuevo ha de suceder?

El orden es el de las normas, las fronteras, los límites; el orden es el sistema de las ideas y de las creencias en que una sociedad crece y sobre las cuales opera en cuanto a los fines de la existencia.
Ortega, no me canso de citarlo, enseñaba que no hay tela genial que no esté enmarcada. El marco no vale nada, pero sin él la tela no puede ser exhibida, disfrutada.

—Los límites, hijo mío, las normas de conducta, no son lo esencial, pero son aquello intrascendente, como el marco, que permite que lo esencial, tu creatividad, pueda patentizarse.

El orden es el modo, estilo, manera, costumbres, que manejaremos para concordar nuestro deseado encuentro —ir al cine, por ejemplo— y para conducirnos durante el encuentro. Luego, todo lo que suceda en el encuentro es aventura, espontaneidad pura. Aventura, gracias al orden. Orden es a tal hora hay recreos en el colegio. Aventura, lo que suceda entre los niños durante el recreo.

Hay orden en la ciencia, hay orden en la religión, hay orden de composición y de combinación de colores, tonalidades, sombras, líneas en el mundo de las artes plásticas, hay orden en el aprendizaje de las teclas del piano.

Sobre ese orden se construye la aventura que es la creatividad, la fluencia de las potencias disidentes que hay en cada cual. Frente al orden clásico compuso Schoenberg un nuevo orden, la revolución de su sistema dodecafónico. Sobre el orden clásico, produjeron los cubistas la revolución de sus delirios hermosos.

Pero hay algo que sigue conectando, a pesar de todas las rupturas con el pasado, a Dalí con Leonardo, a Leonardo con el Giotto, a Giotto con los que decoraron las cuevas de Altamira.
Eso permite justamente la continuidad y que se pueda hablar de arte como de algo transpersonal que incluye a todas las personas, géneros, subversiones y que, sin embargo, está más allá de ellas, porque todas ellas, aun en su mayor subversión y rebeldía, están sujetas a ese orden y lo usan, si lo usan, para lograr sus objetivos iconoclastas.

—Esos son los límites, hijo mío. En tu vida privada, en tus relaciones humanas, en el estudio, en el trabajo, en la calle, en tu casa, en el extranjero, con tu novia, con el hombre que viaja a tu lado en el colectivo. Y ese orden termina siendo siempre orden moral, es decir constitución de unas costumbres (mores en latín significa costumbres y de ahí el término «moral») adoptadas por un grupo social, por un sector de la humanidad, en este caso nosotros, los de Occidente, y que refleja nuestras creencias, nuestros valores. Incluso, cabe recordar, algo tan libre como la poesía necesita de un orden, de un sistema, como decía León Felipe: «Sistema, poeta, sistema. Empieza por contar las piedras, luego contarás las estrellas.»

sábado, 15 de maio de 2010


DESIDERATA.









Siga tranqüilamente entre a inquietude e a pressa,
lembrando-se de que há sempre paz no silêncio.
Tanto quanto possível sem humilhar-se,
mantenha-se em harmonia com todos que o cercam.
Fale a sua verdade, clara e mansamente.
Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você:
isso o tornaria superficial e amargo.
Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho,
por mais humilde que seja,
ele é um verdadeiro tesouro na continua mudança dos tempos.
Seja prudente em tudo o que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas.
Mas não fique cego para o bem que sempre existe.
Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo.
Sobretudo, não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira,
pois, no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
Aceite, com carinho, o conselho dos mais velhos
e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude.
Cultive a força do espírito e você estará preparado
para enfrentar as surpresas da sorte adversa.
Não se desespere com perigos imaginários:
muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.
Ao lado de uma sadia disciplina conserve,
para consigo mesmo, uma imensa bondade.
Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui e, mesmo se você não pode perceber,
a terra e o universo vão cumprindo o seu destino.
Procure, pois, estar em paz com Deus,
seja qual for o nome que você lhe der.
No meio do seu trabalho e nas aspirações, na fatigante jornada pela vida,
conserve, no mais profundo do seu ser, a harmonia e a paz.
Acima de toda mesquinhez, falsidade e desengano,
o mundo ainda é bonito.
Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz
e partilhe com os outros a sua felicidade".

DESIDERATA
Camina plácido entre el ruido y la prisa y recuerda
qué paz se puede encontrar en el silencio.
En cuanto sea posible y sin rendirte,
mantén buenas relaciones con todas las personas.
Enuncia tu verdad de una manera serena y clara
y escucha a los demás, incluso al torpe e ignorante, también ellos tienen su propia historia.
Esquiva a las personas ruidosas y agresivas,
ya que son un fastidio para el espíritu.
Si te comparas con los demás, te volverás
vano y amargado,
pues siempre habrá personas
más grandes y más pequeñas que tú.

Disfruta de tus éxitos lo mismo que de tus planes.
Mantén el interés en tu propia carrera
por humilde que sea,
ella es un verdadero tesoro
en el fortuito cambiar de los tiempos.
Sé cauto en tus negocios
pues el mundo está lleno de engaños,
mas no dejes que esto te vuelva ciego
para la virtud que existe.
Hay muchas personas que se esfuerzan
por alcanzar nobles ideales.
La vida está llena de heroísmo.
Sé sincero contigo mismo,
en especial no finjas el afecto.
Y no seas cínico en el amor,
pues en medio de todas las arideces y desengaños,
es perenne como la hierba.

Acata dócilmente el consejo de los años
abandonando con donaire las cosas de la juventud.
Cultiva la firmeza del espíritu,
para que te proteja en las adversidades repentinas.
Muchos temores nacen de la fatiga y la soledad. Sobre una sana disciplina, sé benigno contigo mismo. Tú eres una criatura del universo.
No menos que las plantas y las estrellas,
tienes derecho a existir.
Y sea que te resulte claro o no,
indudablemente el universo marcha como debiera.

Por eso debes estar en paz con Dios
cualquiera que sea tu idea de Él.
Y sean cualesquiera tus trabajos y aspiraciones, conserva la paz con tu alma
en la bulliciosa confusión de la vida.
Aún con toda su falsía, sus dolores y sueños fallidos, el mundo es todavía hermoso.
Sé cauto, ¡esfuérzate por ser feliz!


DESIDERATA - Do Latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração.
Este texto foi encontrado na velha Igreja de Saint Paul, Baltimore, datado de 1692.
Foi citado no livro "Mensagens do Sanctum Celestial", do Fr. Raymond Bernard.
O texto é de Max Ehrmannn e foi registrado pela primeira vez em 1927.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

DESIDERATA


Em Desiderata
Do Latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração.



Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se e que nem sempre significa segurança.E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas de cabeça erguida e olhos adiante, com o tempo de um adulto e a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo aprende que o sol queima se você ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão seja boa uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode curar dores emocionais. Aprende que leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la e que você pode fazer coisas em um instante, das quais você se arrependerá para o resto da vida.Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distãncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar os amigos, se compreendermos que os amigos mudam.Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.Descobre que as pessoas com que você se importa são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a vejamos.Aprende que as circunstâncias e ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos Começa a aprender que não deve comparar-se aos outros, mas com o melhor que pode ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe onde está indo, qualquer caminho serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão seja frágil e delicada uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram apenas o que era necessário, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é um dos poucos que o ajuda a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com o tipo de experiências que teve e o que aprendeu com elas do que quantos aniversários celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que seus sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se elas acreditassem. Aprende que quando se está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isto não significa que tenha o direito de ser cruel. Aprende que só porque uma pessoa não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem demonstrar isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém algumas vezes, você tem que aprender a perdoar a si mesmo. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar...Que realmente é forte e pode ir mais longe depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida. Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.




En Desiderata
Después de algún tiempo usted aprende la diferencia, la sutil diferencia entre dar la mano y encadenar un alma. Y usted aprende que amar no significa apoyarse y que no siempre significa seguridad. Y comienza a aprender que besos no son contratos y presentes, no son promesas. Y comienza a aceptar sus derrotas con la cabeza erguida y los ojos al frente, con el tiempo de un adulto y la tristeza de un niño. Y aprende a construir todos sus caminos en el hoy, porque el terreno de mañana es demasiado incierto para los planes, y el futuro tiene la costumbre de caer en el medio de lo engañoso. Después de un tiempo aprende que el sol quema si usted queda expuesto por mucho tiempo. Y aprende que no importa cuánto usted se importe, algunas personas simplemente no se importan... Y acepta que no importa cuán buena sea una persona, ella va a herirlo de vez en cuando y usted precisará perdonarla por eso. Aprende que hablar puede curar heridas emocionales. Aprende que lleva años construir confianza y apenas segundos para destruirla y que usted puede hacer cosas en un instante, de las cuales se arrepentirá para el resto de su vida. Aprende que las verdaderas amistades continúan creciendo aún a largas distancias. Y lo que importa no es lo que usted tiene en la vida, sino a quien usted tiene en su vida. Y que los buenos amigos son la familia que nos permitieron elegir. Aprende que no tenemos que intentar cambiar a los amigos, si comprendemos que los amigos cambian. Percibe que su mejor amigo y usted pueden hacer cualquier cosa, o nada, y tener buenos momentos juntos. Descubre que las personas con que usted se importa son apartadas de usted muy deprisa, por eso siempre debemos dejar a las personas que amamos con palabras amorosas, puede ser la última vez que las veamos. Aprende que las circunstancias y los ambientes tienen influencia sobre nosotros, pero nosotros somos responsables por nosotros mismos Comienza a aprender que no debe compararse con los otros, pero sí debe hacerlo con lo mejor que puede ser, y que el tiempo es corto.
Aprende que no importa adonde ya llegó, pero sí adonde está yendo, pero que si usted no sabe adónde está yendo, cualquier camino sirve. Aprende que, o usted controla sus actos o ellos lo controlarán, que ser flexible no significa ser débil o no tener personalidad, pues no importa cuanto sea frágil y delicada una situación, siempre existen dos lados. Aprende que los héroes son personas que hicieron apenas lo que era necesario, enfrentando las consecuencias. Aprende que tener paciencia requiere de mucha práctica. Descubre que algunas veces la persona que usted espera que lo patee cuando cae, es uno de los pocos que lo ayudan a levantarse. Aprende que madurez tiene más que ver con el tipo de experiencias que tuvo y lo que aprendió con ellas de que cuantos años cumplió. Aprende que hay más de sus padres en usted de lo que usted creía. Aprende que nunca se debe decir a un niño que sus sueños son tonterías, pocas cosas son tan humillantes y sería una tragedia si él le creyera. Aprende que cuando se está con rabia se tiene el derecho de estar con rabia, pero esto no significa que tenga el derecho de ser cruel. Aprende que sólo porque una persona no lo ama del modo que usted quiere que lo amen, no significa que ese alguien no lo ama todo lo que puede, pues existen personas que nos aman, pero no saben demostrar eso. Aprende que no siempre es suficiente ser perdonado por alguien algunas veces, usted tiene que aprender a perdonarse a sí mismo. Aprende que no importa en cuantos pedazos su corazón fue partido, el mundo no se detiene para que usted lo repare. Aprende que el tiempo no es algo que pueda volver atrás, por lo tanto, plante su jardín y decore su alma en lugar de esperar que alguien le traiga flores. Y usted aprende que realmente puede soportar...Que realmente es fuerte y puede ir más lejos después de pensar que no puede más. Y que realmente la vida tiene valor y que usted tiene valor delante de la vida. Nuestras dádivas son traidoras y nos hacen perder el bien que podríamos conquistar, si no fuera por el miedo de intentarlo.

WILLIAN SHAKESPEARE

quinta-feira, 13 de maio de 2010

DESPERTAR


Porque a mim? Porque isto? Porque agora?________________________________________
Robin Norwood


Às vezes, quando temos passado muito tempo e esforço buscando respostas sobre um tema em especial, o Universo proporciona subitamente uma chave importante que ilumina nosso entendimento. Ter-me passado a maior parte da vida preocupada, no pessoal e no profissional, pela natureza das relações humanas, sua dinâmica e sua finalidade; faz alguns anos me brindou uma dessas chaves. Então eu ainda praticava a psicoterapia, porém experimentava uma crescente frustração com o enfoque com que me havia ensinado a compreender a conduta humana.

Um dia, em quanto conversava com uma psíquica profissional sobre as dificuldades que cada uma encontrava em seu trabalho, minha amiga afirmou acaloradamente:
- O que mais me incomoda é que meus clientes utilizem uma suposta situação de vidas anteriores para justificar a perfeita idiotice que estão cometendo no presente.
Logo descreveu o caso de uma mulher à que havia visto algumas semanas antes. Minha amiga intuiu muito pronto que seu matrimonio era um erro sem esperanças. Considerando o óbvio tormento que constituía para ambas as partes, se expressou sem rodeios:
Vocês dois deveriam ter se separado faz anos – diz a sua cliente.
Mas a mulher se limitou a sorrir enigmaticamente, explicando que, nos primeiros tempos de casada, havia consultado a outro psíquico; este lhe havia dito que, em outra vida, seu esposo havia sido um filho ao qual ela abandonou e que, como resultado, padeceu terríveis sofrimentos e morreu.
- Assim que já vê você –falou a mulher, com uma intensa decisão na voz- de nenhum modo posso abandonar-lo outra vez nesta vida.
- Pois será melhor que o faça – lhe informou minha amiga, a psíquica-, porque tal como estão às coisas, você o está matando outra vez!


Relações e destino
Por muitos anos me rondou na mente a história dessa mulher, decidida a garantir a seguridade de seu esposo a qualquer preço, com o qual provocava justamente o resultado que desejava evitar. Parecia-me uma alegoria críptica, uma versão em têrmos de relações do clássico conto de John O’Hara: "Cita em Samarra". Quiçá lembres esse relato no que um homem se informa no mercado, uma manhã, de que a Morte irá a buscar-lo essa mesma noite. Desesperado por evitar seu destino, o homem foge aterrorizado e viaja durante todo o dia, até bem tarde da noite; quando considera que tem posto suficiente distância entre ele e a Morte, decide deter-se a descansar. Já entrada a noite, na afastada Samarra, se encontra de pronto face a face com a Morte, que o elogia por haver sabido apresentar-se a tempo a cita, embora haver estabelecido um local tão afastado de seu lar.

Esta arrepiante lenda e o relato da cliente da psíquica parecem estar expressando o mesmo: que selamos nosso destino com os mesmos esforços que fazemos para evitar-lo. Em verdade, se diria que, quando acreditamos estar escapando não fazemos mais que correr a toda pressa para abraçar o fim temido. Sobre tudo nas relações, parecem existir correntezas ocultas que utilizam nossos desejos e intenções conscientes para produzir o efeito oposto. Por certo, pareceria que qualquer relação significativa tem, na realidade, uma vida independente com um propósito muito oculto a nossa consciência.

Correspondem-se isto com tua própria experiência, em algum sentido? Nunca tem tido a sensação de que, contrariamente a todos teus desejos e motivos conscientes com respeito a uma pessoa próxima existem uma força invisível e irresistível que maneja vossa relação e a define? Que, como no caso da mulher mal casada, teus melhores esforços por evitar o desastre e navegar para porto seguro só servem para impulsionar-te a encalhar nos mesmos arrecifes que tanto tratavas de esquivar? Porém se tal é o caso, porque se produz e que finalidade cumpre?


O verdadeiro propósito das Relações.
Quando olho para trás, desde a perspectiva de quase cinqüenta anos, caiu na conta de que tem vivido tratando de achar a chave básica para explicar porque nós, os seres humanos costumaram suportar tantos sofrimentos nas relações com o próximo. Em meus quinze anos de psicoterapeuta descobri muitas coisas… porém nunca a chave. Como aquele a quem as árvores impedem ver o bosque, estava perto demais, enredada de mais nos detalhes de minha vida e as de meus pacientes como para ver o quadro geral. Necessitava uma maior distância. E a vida me deu o que me fazia falta. O panorama se despejou e passei seis anos observando, lendo, refletindo… até que comecei a compreender.

Por fim compreendi que nossas relações mais significativas existem por um motivo muito diferente do que acreditamos já seja pessoalmente como indivíduos ou coletivamente como sociedade. Sua verdadeira finalidade não é fazer-nos felizes, satisfazer nossas necessidades nem definir nosso sitio na sociedade, nem tampouco mantermos fora de perigo… senão fazer-nos crescer rumo à Luz.

O fato simples é que, junto com essas pessoas às que estamos vinculadas por parentesco, casamento ou amizade profunda, nos temos fixado um rumo com riscos e obstáculos ideados para levar-nos de um ponto da evolução a outro. De fato, quando tratamos de compreender a natureza de nossas relações humanas, muitas vezes difíceis, faríamos bem em lembrar que existe una eficiência impecável e implacável no Universo, cuja meta é a evolução da consciência. E sempre, sempre, o combustível dessa evolução é o desejo.

Na raiz mesma da Criação está o desejo da Vida de manifestar-se na forma. Isto é a vontade de ser. E implícita em todas as formas, desde a mais baixa a mais evoluída, está o desejo ou a vontade do devir. Devir que? Em expressão, em matéria física da Força trás a Criação, uma expressão maior e plena, mais completa, pura e perfeita. Esta vontade do devir existe em todos os setores, desde o átomo mais diminuto até a soma do Universo físico; desde as regiões mais exaltadas da existência até este plano físico no qual moramos , a humanidade. Embora nossa perspectiva, necessariamente limitada, pareceria às vezes negar este fato, os humanos nos vemos impulsionados para esse Devir com todo o resto da Criação.

A alma, que nos envia pelo Caminho, é obrigada pelo desejo a se acercar mais a Deus. Nós, como personalidades, facilitamos esta meta por nosso próprio desejo natural de buscar o prazer e evitar a dor. Para aqueles de nós que satisfazemos com relativa facilidade as necessidades fundamentais de comida, teto e segurança, são as relações humanas as que nos proporcionam tanto a cenoura como a vara que nos mantém em movimento. Daí a criança difícil; o adolescente rebelde; o pai que defrauda o que rejeita ou o desvalido que nos afoga; o amigo que nos traiu; o empregador que nos explora; o ser amado que não nos corresponde; o cônjuge que nos desilude ou nos critica; que nos abandona ou morre; as pessoas que ocupam nossos pensamentos e jogam com nossas emoções, aqueles com quem vivemos; os que provocam nossas ânsias ou nossa preocupação, competência ou rebeldia; aqueles por quem nos sacrificamos e sofremos. Todos eles nos empurram, arrastam e estimulam ao longo do Caminho que compartilhamos com eles, o Caminho para Despertar.

Despertar de que?... das ilusões que ainda albergamos com respeito a nós, o mundo e nosso sitio nesse mundo; dos defeitos de caráter que ainda devemos admitir e superar e, em tanto avançamos a uma espiral mais alta do Caminho, Despertar gradualmente de todos nossos desejos egoístas.


¿Por qué a mí? ¿Por qué esto? ¿Por qué ahora?
________________________________________
Robin Norwood


A veces, cuando hemos pasado mucho tiempo y esfuerzo buscando respuestas sobre un tema en especial, el Universo proporciona súbitamente una clave importante que ilumina nuestro entendimiento. Me he pasado la mayor parte de la vida preocupada, en lo personal y en lo profesional, por la naturaleza de las relaciones humanas, su dinámica y su finalidad; hace algunos años se me brindó una de esas claves. Por entonces yo aún practicaba la psicoterapia, pero experimentaba una creciente frustración con el enfoque con que se me había enseñado a comprender la conducta humana.

Un día, mientras conversaba con una psíquica profesional sobre las dificultades que cada una encontraba en su trabajo, mi amiga afirmó acaloradamente:
- Lo que más me fastidia es que mis clientes utilicen una supuesta situación de vidas anteriores para justificar la perfecta idiotez que están cometiendo en la presente.
Luego describió el caso de una mujer a la que había visto algunas semanas antes. Mi amiga intuyó muy pronto que su matrimonio era un error sin esperanzas. Considerando el obvio tormento que constituía para ambas partes, se expresó sin rodeos:
Ustedes dos deberían haberse separado hace años – dijo a su clienta.
Pero la mujer se limitó a sonreír enigmáticamente, explicando que, en los primeros tiempos de casada, había consultado a otro psíquico; éste le había dicho que, en otra vida, su esposo había sido un hijo al que ella abandonó y que, como resultado, padeció terribles sufrimientos y murió.
- Así que ya ve usted –dijo la mujer, con una intensa decisión en la voz- de ningún modo puedo abandonarlo otra vez en esta vida.
- Pues será mejor que lo haga –le informó mi amiga, la psíquica-, porque tal como están las cosas, ¡lo está matando otra vez!


Relaciones y destino
Por muchos años me rondó en la mente la historia de esa mujer, decidida a garantizar la seguridad de su esposo a cualquier precio, con lo cual provocaba justamente el resultado que deseaba evitar. Me parecía una alegoría críptica, una versión en términos de relaciones del clásico cuento de John O’Hara: "Cita en Samarra". Quizá recuerdes ese relato en el que un hombre se entera en el mercado, una mañana, de que la Muerte irá a buscarlo esa misma noche. Desesperado por evitar su destino, el hombre huye aterrorizado y viaja durante todo el día, hasta bien entrada la noche; cuando considera que ha puesto suficiente distancia entre él y la Muerte, decide detenerse a descansar. Ya entrada la noche, en la lejana Samarra, se encuentra de pronto cara a cara con la Muerte, que lo alaba por haber sabido presentarse a tiempo a la cita, pese a haber fijado un sitio tan lejano de su hogar.

Esta escalofriante leyenda y el relato del cliente de la psíquica parecen estar expresando lo mismo: que sellamos nuestro destino con los mismos esfuerzos que hacemos para evitarlo. En verdad, se diría que, cuando creemos estar escapando no hacemos más que correr a toda prisa para abrazar el fin temido. Sobre todo en las relaciones, parecen existir corrientes ocultas que utilizan nuestros deseos e intenciones conscientes para producir el efecto opuesto. Por cierto, parecería que cualquier relación significativa tiene, en realidad, una vida independiente con un propósito muy oculto a nuestra conciencia.

¿Se corresponde esto con tu propia experiencia, en algún sentido? ¿Nunca has tenido la sensación de que, contrariamente a todos tus deseos y motivos conscientes con respecto a una persona cercana, existe una fuerza invisible e irresistible que maneja vuestra relación y la define? ¿Que, como en el caso de la mujer mal casada, tus mejores esfuerzos por evitar el desastre y navegar hacia puerto seguro sólo sirven para impulsarte a encallar en los mismos arrecifes que tanto tratabas de esquivar? Pero si tal es el caso, ¿por qué se produce y qué finalidad cumple?


El verdadero propósito de las Relaciones.
Cuando miro hacia atrás, desde la perspectiva de casi cincuenta años, caigo en la cuenta de que he vivido tratando de hallar la clave básica para explicar por qué nosotros, los seres humanos, solemos soportar tantos sufrimientos en las relaciones con el prójimo. En mis quince años de psicoterapeuta descubrí muchas cosas… pero nunca la clave. Como aquel a quien los árboles impiden ver el bosque, estaba demasiado cerca, demasiado enredada en los detalles de mi vida y las de mis pacientes como para ver el cuadro general. Necesitaba una mayor distancia. Y la vida me dio lo que me hacía falta. El panorama se despejó y pasé seis años observando, leyendo, cavilando… hasta que comencé a comprender.

Por fin comprendí que nuestras relaciones más significativas existen por un motivo muy diferente del que creemos, ya sea personalmente como individuos o colectivamente como sociedad. Su verdadera finalidad no es hacernos felices, satisfacer nuestras necesidades ni definir nuestro sitio en la sociedad, ni tampoco mantenernos fuera de peligro… sino hacernos crecer hacia la Luz.

El hecho simple es que, junto con esas personas a las que estamos vinculadas por parentesco, casamiento o amistad profunda, nos hemos fijado un rumbo con riesgos y obstáculos ideados para llevarnos de un punto de la evolución a otro. De hecho, cuando tratamos de comprender la naturaleza de nuestras relaciones humanas, muchas veces difíciles, haríamos bien en recordar que existe una eficiencia impecable e implacable en el Universo, cuya meta es la evolución de la conciencia. Y siempre, siempre, el combustible de esa evolución es el deseo.

En la raíz misma de la Creación está el deseo de la Vida de manifestarse en la forma. Esto es la voluntad-de-ser. E implícita en todas las formas, desde la más baja a la más evolucionada, está el deseo o la voluntad-de-devenir. ¿Devenir qué? En expresión, en materia física de la Fuerza tras la Creación, una expresión más grande y plena, más completa, pura y perfecta. Esta voluntad-de-devenir existe en todos los sectores, desde el átomo más diminuto hasta la suma del Universo físico; desde las regiones más exaltadas de la existencia hasta este plano físico en el que moramos nosotros, la humanidad. Aunque nuestra perspectiva, necesariamente limitada, parecería a veces negar este hecho, los humanos nos vemos impulsados hacia ese Devenir con todo el resto de la Creación.

El alma, que nos envía por el Camino, es obligada por el deseo a acercarse más a Dios. Nosotros, como personalidades, facilitamos esta meta por nuestro propio deseo natural de buscar el placer y evitar el dolor. Para aquellos de nosotros que satisfacemos con relativa facilidad las necesidades fundamentales de comida, techo y seguridad, son las relaciones humanas las que nos proporcionan tanto la zanahoria como la vara que nos mantiene en movimiento. De allí el niño difícil; el adolescente rebelde; el padre que defrauda, el que rechaza o el desvalido que nos ahoga; el amigo que nos traiciona; el empleador que nos explota; el ser amado que no nos corresponde; el cónyuge que nos desilusiona o nos critica, que nos abandona o muere; las personas que ocupan nuestros pensamientos y juegan con nuestras emociones, aquellos con quienes vivimos, los que provocan nuestras ansias o nuestra preocupación, competencia o rebeldía; aquellos por quienes nos sacrificamos y sufrimos. Todos ellos nos empujan, arrastran y acicatean a lo largo del Camino que compartimos con ellos, el Camino hacia el Despertar.

¿Despertar de qué?, de las ilusiones que aún albergamos con respecto a nosotros, el mundo y nuestro sitio en ese mundo; de los defectos de carácter que aún debemos admitir y superar y, en tanto avanzamos a una espiral más alta del Camino, Despertar gradualmente de todos nuestros deseos egoístas.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ESOS LOCOS BAJITOS...


As Mensagens dos Sábios
________________________________________
Brian Weiss

Fascinantes lembranças da infância
Existem sete planos pelos qual temos que passar antes de regressar. Um deles é o da transição. Nele se aguarda. Nesse plano se decide o que vais levar na próxima vida.

Nascemos com uma lembrança considerável de nosso verdadeiro lar, o outro lado, essa formosa dimensão que acabamos de abandonar para entrar uma vez mais no corpo físico. Nascemos com uma tremenda capacidade de receber e dar amor, de experimentar a mais pura felicidade, de viver o momento presente plenamente. Quando somos bebê não nos preocupamos pelo passado ou o futuro. Sentimos e vivemos espontânea e completamente no momento, que é como deveríamos experimentar esta dimensão física.

A arremetida contra a mente começa quando somos muito pequenos. Se nos ensinam com valores e opiniões paternais, sociais, culturais e religiosas que reprimem nosso conhecimento inato. Se nos resistimos a essa acometida, se nos ameaça com o medo, a culpa, o ridículo, a crítica e a humilhação. Também podem espreitar-nos o ostracismo, a retirada do amor ou os abusos físicos ou emocionais.

Nossos pais, nossos professores, nossa sociedade e nossa cultura podem ensinar-nos falsidades perigosas e a miúdo o fazem. Nosso mundo é uma clara prova dele, pois se encaminha a tropeções e imprudentemente a uma destruição irreversível. Se o permitimos, as crianças podem ensinar-nos a saída.
Há uma história muito conhecida duma mãe que entra na habitação de seu filho recém nascido e encontra a seu outro filho, uma criança de quatro anos, inclinado ao berço.

-Tens que me contar como é o céu e como é Deus - lhe implora a criança a seu irmãozinho-. Estou começando a esquecer-me!

Temos muito que aprender de nossos filhos antes que cheguem a esquecer-se. Nesta vida e em todas as que temos vivido também nós temos sido crianças. Temos lembrado e temos esquecido. E, para salvarmos e salvar nosso mundo tem que relembrar. Temos que superar com valor o lavado de cérebro que tanto dor e tanta desesperação nos hão produzido. Temos que reclamar nossa capacidade de amar e de sentir alegria. Temos que voltar a ser completamente humanos, como quando éramos jovens.

A mãe dum garoto que agora tem vinte anos me contou o estranho comportamento de seu filho quando só tinha três. A cachorra da família acabava de morrer. A mãe deixou a seu filho com o animal para ir à outra habitação e chamar por telefone ao veterinário e decidir que se fazia com o cadáver. Ao voltar a aguardava uma cena impressionante.

-Entrei e vi à cachorra completamente coberta de tirinhas e manteiga. A havia untado totalmente com manteiga... Toda a cabeça e a cauda. E logo havia vendado todo o corpo, o cadáver da cachorra, com todo aquilo. Perguntei-lhe: «Deus meu, que estás fazendo?» Me respondeu: «Mãe, o faço para que se deslize mais depressa até o céu". Pensei que o haveria visto em Vila Sésamo. Alguns anos depois, antes de haver ouvido falar da reencarnação, contei a uma amiga que me respondeu com toda naturalidade em quanto tomava uma xícara de chá: «Bom, é que deve ter sido egípcio em outra vida... Isso é o que lhes faziam aos cachorros quando morriam. Em outra vida foi egípcio e enterrou seu cachorro envolvido em óleo e vendagem". Ao dia seguinte a amiga lhe levou um livro no qual apareciam práticas fúnebres dos antigos egípcios.

-Quando me mostrou o desenho do livro, me dei conta que nossa cachorra havia ficado exatamente igual... Era para assustar-se. Perguntei a meu filho se lembrava de quando lhe havia feito aquilo à cachorra e me contestou que sim. E me falou que em quando viu que tinha morrido se deu conta de que tinha que fazer-lo... Tinha que ir a encarregar-se dela porque sua alma estava justo acima de seu corpo. O compreendeu com só três anos e pôs mãos à obra. Agora estou convencida de que em outra vida foi egípcio. Alegro-me muito, porque somos judeus e me parece uma mistura muito bonita de culturas.

O escritor Carey Williams me contou outro caso fascinante, o de dois gêmeos de dois anos que moravam em Nova York. Seu pai era um médico de prestigio. Um dia estava com sua mulher olhando como os gêmeos falavam entre eles num idioma estranho, mais complexo que os que costumam inventar as crianças de sua idade. Em lugar de utilizar palavras inventadas para referir-se a objetos familiares, como o televisor ou o telefone, falavam uma língua muito mais completa. Seus pais não haviam ouvido jamais aquelas palavras.

Levaram às crianças ao departamento de lingüística da Universidade de Columbia, onde um professor de línguas antigas descobriu que aquela «linguagem infantil» era arameu. Trata-se de um idioma praticamente extinguido que atualmente só se fala numa zona remota da Síria. Essa antiga língua semítica se utilizava principalmente na zona da Palestina na época de Jesus Cristo. Não se pode aprender esse idioma antigo vendo a televisão a cabo, nem sequer em Nova York. Em câmbio, sim pode extrair-se esse conhecimento dos bancos de memória de vidas anteriores. Às crianças se lhes dá especialmente bem.

Por exemplo, prove a perguntar-lhe a seu filho pequeno se lembra de quando era «maior». Escute atentamente a resposta, porque pode ser algo mais que o produto de uma fértil imaginação. É possível que a criatura chegue a contar detalhes duma vida anterior.

Observar a alegria e a espontaneidade das crianças ao jogar é sempre gratificante. Muitos de nós temos esquecido de como desfrutar dos simples prazeres da vida. Preocupam-nos demasiado outras idéias como o êxito e o fracasso, a impressão que produzimos nos demais ou que nos depara o futuro. Temos olvidado de como brincar e nos divertir, e nossos filhos podem nos recordar. Evocam-nos os valores que tínhamos de pequenos, essas coisas que também são muito importantes na vida: a alegria, a diversão, a inconsciência do presente, a confiança e o valor das boas relações. Nosso filho tem muito que ensinar-nos.


Los Mensajes de los Sabios
________________________________________
Brian Weiss

Fascinantes recuerdos de la infancia
Existen siete planos por los que tenemos que pasar antes de regresar. Uno de ellos es el de la transición. En él se espera. En ese plano se decide lo que vas a llevarte a la próxima vida.

Nacemos con un recuerdo considerable de nuestro verdadero hogar, el otro lado, esa hermosa dimensión que acabamos de abandonar para entrar una vez más en un cuerpo físico. Nacemos con una tremenda capacidad de recibir y dar amor, de experimentar la más pura felicidad, de vivir el momento presente plenamente. Cuando somos bebés no nos preocupamos por el pasado o el futuro. Sentimos y vivimos espontánea y completamente en el momento, que es como deberíamos experimentar esta dimensión física.

La arremetida contra la mente empieza cuando somos muy pequeños. Se nos alecciona con valores y opiniones paternales, sociales, culturales y religiosos que reprimen nuestro conocimiento innato. Si nos resistimos a esa acometida, se nos amenaza con el miedo, la culpa, el ridículo, la crítica y la humillación. También pueden acecharnos el ostracismo, la retirada del amor o los abusos físicos o emocionales.

Nuestros padres, nuestros profesores, nuestra sociedad y nuestra cultura pueden enseñarnos falsedades peligrosas y a menudo lo hacen. Nuestro mundo es una clara prueba de ello pues se encamina a trompicones e imprudentemente hacia una destrucción irreversible. Si se lo permitimos, los niños pueden enseñarnos la salida.
Hay una historia muy conocida de una madre que entra en la habitación de su hijo recién nacido y se encuentra a su otro hijo, un niño de cuatro años, asomado a la cuna.

-Tienes que contarme cómo es el cielo y cómo es Dios -le implora el niño a su hermanito-. ¡Estoy empezando a olvidarme!

Tenemos mucho que aprender de nuestros hijos antes de que lleguen a olvidarse. En esta vida y en todas las que hemos vivido, también nosotros hemos sido niños. Hemos recordado y hemos olvidado. Y, para salvarnos y salvar nuestro mundo, tenemos que recordar. Tenemos que superar con valor el lavado de cerebro que tanto dolor y tanta desesperación nos ha producido. Tenemos que reclamar nuestra capacidad de amar y de sentir alegría. Tenemos que volver a ser completamente humanos, como cuando éramos jóvenes.

La madre de un muchacho que ahora tiene veinte años me contó el extraño comportamiento de su hijo cuando sólo tenía tres. La perra de la familia acababa de morir. La madre dejó a su hijo con el animal para ir a otra habitación a llamar por teléfono al veterinario y decidir qué se hacía con el cadáver. Al volver la esperaba una escena impresionante.

-Entré y vi a la perra completamente cubierta de tiritas y mantequilla. La había untado totalmente con mantequilla... Toda la cabeza y la cola. Y luego había vendado todo el cuerpo, el cadáver de la perra, con todo aquello. Le pregunté: «Dios mío, ¿qué estás haciendo?» Me respondió: «Mami, lo hago para que se deslice más deprisa hasta el cielo". Pensé que lo habría visto en Plaza Sésamo. Algunos años después, antes de haber oído hablar de la reencarnación, se lo conté a una amiga que me dijo con toda naturalidad mientras se tomaba una taza de té: «Bueno, es que debió de ser egipcio en otra vida... Eso es lo que les hacían a los perros cuando se morían. En otra vida fue egipcio y enterró a su perro envuelto en aceite y vendajes". Al día siguiente la amiga le llevó un libro en el que aparecían prácticas funerarias de los antiguos egipcios.

-Cuando me enseñó el dibujo del libro, me di cuenta que nuestra perra había quedado exactamente igual... Era para asustarse. Le pregunté a mi hijo si se acordaba de cuando le había hecho aquello a la perra y me contestó que sí. Y me dijo que en cuanto vio que se había muerto se dio cuenta de que tenía que hacerlo... Tenía que ir a encargarse de ella porque su alma estaba justo encima de su cuerpo. Lo comprendió con sólo tres años y se puso manos a la obra. Ahora estoy convencida de que en otra vida fue egipcio. Me alegro mucho, porque somos judíos y me parece una mezcla muy bonita de culturas.

El escritor Carey Williams me contó otro caso fascinante, el de dos gemelos de dos años que vivían en Nueva York. Su padre era un médico de renombre. Un día estaba con su mujer mirando cómo los gemelos hablaban entre ellos en un idioma extraño, más complejo que los que suelen inventarse los niños de su edad. En lugar de utilizar palabras inventadas para referirse a objetos familiares, como el televisor o el teléfono, hablaban una lengua mucho más completa. Sus padres no habían oído jamás aquellas palabras.

Llevaron a los niños al departamento de lingüística de la Universidad de Columbia, donde un profesor de lenguas antiguas descubrió que aquel «lenguaje infantil» era arameo. Se trata de un idioma prácticamente extinguido que actualmente sólo se habla en una zona remota de Siria. Esa antigua lengua semítica se utilizaba principalmente en la zona de Palestina hacia la época de Jesucristo. No se puede aprender ese idioma antiguo viendo la televisión por cable, ni siquiera en Nueva York. En cambio, sí puede extraerse ese conocimiento de los bancos de memoria de vidas anteriores. A los niños se les da especialmente bien.

Por ejemplo, pruebe a preguntarle a su hijo pequeño si se acuerda de cuando era «mayor». Escuche atentamente la respuesta, porque puede ser algo más que el producto de una fértil imaginación. Es posible que la criatura llegue a contar detalles de una vida anterior.

Observar la alegría y la espontaneidad de los niños al jugar es siempre gratificante. Muchos de nosotros nos hemos olvidado de cómo disfrutar de los simples placeres de la vida. Nos preocupan demasiado otras ideas como el éxito y el fracaso, la impresión que producimos en los demás o lo que nos depara el futuro. Nos hemos olvidado de cómo jugar y divertirnos, y nuestros hijos pueden recordárnoslo. Nos evocan los valores que teníamos de pequeños, esas cosas que también son muy importantes en la vida: la alegría, la diversión, la inconsciencia del presente, la confianza y el valor de las buenas relaciones. Nuestros hijos tienen mucho que enseñarnos.

terça-feira, 11 de maio de 2010


8 Decisões Simples e Poderosas
________________________________________
Leo Alcalá



Muitas coisas das que hoje te afetam, como o entorno e os câmbios dos que estás sendo partícipe, estão fora de teu controle. Porém afortunadamente, não importa as circunstâncias nas que te encontres, tens várias coisas das que podes te apropriar e tomar controle.

Refiro-me particularmente ao que realmente determina como te sentes neste momento ante teus problemas e retos. Estou falando de tua atitude. É dizer, de como você escolhe responder ante as circunstâncias e quem decide ser ante o câmbio.

É tua atitude a que pode aumentar ou reduzir teu estresse de maneira profunda. Se bem, dar se uma massagem ou fizer exercícios — ou incluso o amor— são excelentes antídotos contra o estresse, se não são acompanhados por uma troca de atitude apenas chegam a ter um efeito temporal.

Como te aproprias de tua atitude? A continuação ofereço-te oito simples porém poderosas decisões para tomar controle sobre tuas respostas ante o que te acontece, reduzir significativamente teu estresse e aumentar tua capacidade para manejar a troca.


Primeira decisão:
Em vez de resistir… Eu Aceito
Aceita o fático, o que é um fato. Há circunstâncias nas que, por mais que te esforces, não podes cambiar — ao menos não tão rápido como gostarias. Em ocasiões a troca, embora não te goste, é um fato.
Teu estresse aumenta quando resistes ao que te acontece. Ao resistir lhe dá poder aquilo que estás resistindo. Ao aceitar e soltar tua resistência você recupera o poder e pode se sentir melhor.
Neste instante em tua vida, em teu trabalho que é importante aceitar? Que podes deixar de resistir?
Que fique claro: não estou sugerindo que te resignes. Você pode aceitar as circunstâncias atuais — simplesmente pelo fato de que neste momento, são essas as circunstâncias— e à vez escolher trocar o que está em você modificar.


Segunda decisão:
Em vez de me resignar… Eu aproveito
Assim como é importante aceitar o fático também é fundamental aceitar tuas possibilidades de ação imediata e transformação a futuro. Isto é o que faz a diferença entre a resignação e a ambição ativa por uma melhor situação.
Aproveita o que sim está em tuas mãos fazer, o que você pode controlar aquilo no qual tens ingerência e te é possível executar.
Que oportunidades podem aproveitar? Quando identificas tuas oportunidades e atuas para aproveitar-las, te afastas da ansiedade produzida pela sensação de estar fora de controle. Em vez de sentir-te o efeito passas a experimentar-te como causa. Assim que te colocas em movimento e decide aproveitar o que está em você atingir.


Terceira decisão:
Em vez de evadir… Eu Assumo
Quanto do que te afeta tem a ver com você?
Quando as coisas não são como as quiséramos é muito fácil apontar para fora e buscar um culpado. O desafio — e a essência da madureza - está em assumir o que é próprio: a forma em que você tem contribuído ao que hoje sucede e a oportunidade que tens para cambiar as coisas.
Se evades tua responsabilidade, negas teu poder e tua capacidade para aprender. Quando assumes o que te corresponde te aproprias de teu poder ao momento que tomas consciência sobre o que podes apreender e melhorar.


Quarta decisão:
Em vez de só desejar… Eu me Comprometo
O único jeito de obter resultados diferentes é fazendo coisas distintas. Desejar algo melhor é necessário, porém não é suficiente. Ao desejo deves acompanhar-lo com o compromisso de fazer o que faça falta fazer para melhorar tuas circunstâncias.
Que vais a cambiar para conseguir te sentir melhor? Teus hábitos cotidianos podem reforçar tua energia e debilitar teu estresse. Neste sentido, alguns câmbios simples podem fazer grandes diferenças. Por exemplo, se você é dos que diariamente se submetem a uma intensa dieta mediática, que tal se escolhe ler menos a prensa diária e evitar a maratona dos jornais noturnos na televisão justo antes de acostar-te? Te aposto algo: o mundo não vai a cambiar porque você deixe de ver, escutar e ler noticias; porém tua saúde mental sim pode se beneficiar enormemente de uma adequada dieta mediática.
A que simples câmbios te comprometes para atingir o que necessitas para te sentir melhor?Que hábitos construtivos e positivos se podem incorporar a tua vida?


Quinta decisão:
Em vez de me preocupar… Eu me Ocupo
O antídoto para tuas preocupações: ocupa-te; entra em ação; movimenta-te para o que queres e está em você atingir.
Têm situações que definitivamente escapam de nosso controle. Façamos o que façamos, nem sequer podemos influir sobre elas. Então, que caso tem se preocupar por aquilo que escapa de você?
Algo o preocupa? Esta em você fazer algo ao respeito? Então entra em ação; do contrário, aceita que isso escapa de tua esfera de influencia e decide soltar-lo para fazer-te cargo das oportunidades que sim podes aproveitar.
Quiçá não possas cambiar tuas circunstâncias neste momento. Porém sim podes escolher uma atitude que te permita aceitar o que é aproveitar o que é possível, comprometer-te a atingir o que queres e porte em ação.


Sexta decisão:
Em vez de esquecer-me do que tenho… Eu Agradeço
Quando os níveis de estresse se incrementam e te encontras rodeado de câmbios e novos desafios, é normal que perdas perspectiva e te desconectes do que tens. Em meio o caos corres o perigo de dar por acertado e te esquecer do que realmente lota tua vida e constitui teus êxitos e fortalezas.
De quantas coisas poderias estar grato em tua vida?
A gratidão é um excelente antídoto ante as sensações de desesperança, já que te permitem conectar-te com o abundancia e magia de tua vida. O agradecer te permite focar-te no que tens — para continuar avançando para teu êxito e plenitude — em vez daquilo que te faz falta.
Na gratidão os medos se desvanecem já que tomas conta de que tem recebido e tens mais do que acreditavas. Conecta-te com ela e não esqueça os milhares de presentes que têm desfrutado em forma de experiências, amizades, aprendizados, momentos, oportunidades, amores. talentos, fortalezas, conhecimentos.
Que poderias agradecer-lhe à vida neste momento?


Sétima decisão:
Em vez de desconfiar… Eu confio
Estás escolhendo acreditar que teus problemas são maiores do que você ou que você é maior que eles?
Acreditas que tuas circunstâncias negativas são permanentes ou sabiamente escolhes acreditar que tudo se movimenta em ciclos e que após do inverno vêm à primavera?
Estás pensando que estás à disposição das circunstâncias ou sabes que você tem o controle para apropriar-te de tua capacidade para sair adiante?
Não te sentes seguro de quem te acompanha ou decides confiar no caráter e a capacidade do outro?
Confiar ou não confiar. A decisão é de você.


Oitava decisão:
Em vez de visualizar o negativo… Eu Aposto a Ganhar
Como dizia Henry Ford, “se acreditas que podes ou acreditas que não podes, estás no certo”. Em você está escolher conscientemente apostar-lhe a teu êxito e ter fé em que tudo o que acontece é o melhor.
O medo se alimenta duma projeção mental catastrófica do que pode acontecer. Essa mesma energia e talento para visualizar o negativo podem enfocar no que realmente desejas: teu êxito.
Não é simples pensamento positivo. Não é pretender ingenuamente que tudo vai sair bem pelo simples fato de pensar que assim vai ser. Esta é a oitava decisão. Já aceitaste a realidade. Também identificaste o que podes aproveitar das circunstâncias. Ademais tem assumido tua responsabilidade no processo. Estás comprometido à ação e estás te ocupando do que é possível. Conectado com a gratidão pelo que já tens, decides confiar em você, no outro e no processo.
Já o que resta é apostar e ganhar… e levar tuas decisões à ação..




8 Decisiones Simples y Poderosas
________________________________________
Leo Alcalá

Muchas cosas de las que hoy te afectan, como el entorno y los cambios de los que estás siendo partícipe, están fuera de tu control. Pero afortunadamente, no importa las circunstancias en las que te encuentres, tienes varias cosas de las que puedes adueñarte y tomar control.

Me refiero particularmente a lo que realmente determina cómo te sientes en este momento ante tus problemas y retos. Estoy hablando de tu actitud. Es decir, de cómo tú eliges responder ante las circunstancias y quién decides ser ante el cambio.

Es tu actitud la que puede aumentar o reducir tu estrés de manera profunda. Si bien darse un masaje o hacer ejercicios —o incluso el amor— son excelentes antídotos contra el estrés, si no son acompañados por un cambio de actitud apenas llegan a tener un efecto temporal.

¿Cómo te adueñas de tu actitud? A continuación te ofrezco ocho simples pero poderosas decisiones para tomar control sobre tus respuestas ante lo que te sucede, reducir significativamente tu estrés y aumentar tu capacidad para manejar el cambio.


Primera decisión:
En vez de resistir… Yo Acepto
Acepta lo fáctico, lo que es un hecho. Hay circunstancias que, por más que te esfuerces, no puedes cambiar —al menos no tan rápido como te gustaría. En ocasiones el cambio, aunque no te guste, es un hecho.
Tu estrés aumenta cuando resistes lo que te sucede. Al resistir le das poder a aquello que estás resistiendo. Al aceptar y soltar tu resistencia recuperas tu poder y puedes sentirte mejor.
En este instante en tu vida, en tu trabajo ¿qué es importante aceptar? ¿Qué puedes dejar de resistir?
Que quede claro: no estoy sugiriendo que te resignes. Tú puedes aceptar las circunstancias actuales —simplemente por el hecho de que en este momento, son esas las circunstancias— y a la vez elegir cambiar lo que está en ti modificar.


Segunda decisión:
En vez de resignarme… Yo aprovecho
Así como es importante aceptar lo fáctico también es fundamental aceptar tus posibilidades de acción inmediata y transformación a futuro. Esto es lo que hace la diferencia entre la resignación y la ambición activa por una mejor situación.
Aprovecha lo que sí está en tus manos hacer, lo que tú sí puedes controlar, aquello en lo cuál sí tienes injerencia y te es posible llevar a cabo.
¿Qué oportunidades puedes aprovechar? Cuando identificas tus oportunidades y actúas para aprovecharlas, te alejas de la ansiedad producida por la sensación de estar fuera de control. En vez de sentirte el efecto pasas a experimentarte como causa. Así que ponte en movimiento y decide aprovechar lo que sí está en ti lograr.


Tercera decisión:
En vez de evadir… Yo Asumo
¿Qué de lo que te afecta tiene que ver contigo?
Cuando las cosas no son como las quisiéramos es muy fácil apuntar hacia afuera y buscar un culpable. El reto—y la esencia de la madurez—está en asumir lo que es tuyo: la forma en que tú has contribuido a lo que hoy sucede y la oportunidad que tienes para cambiar las cosas.
Si evades tu responsabilidad, niegas tu poder y tu capacidad para aprender. Cuando asumes lo que te corresponde te adueñas de tu poder al momento que tomas consciencia sobre lo que puedes aprender y mejorar.


Cuarta decisión:
En vez de sólo desear… Yo Me Comprometo
La única forma de obtener resultados diferentes es haciendo cosas distintas. Desear algo mejor es necesario, pero no es suficiente. El deseo debes acompañarlo con el compromiso de hacer lo que haga falta hacer para mejorar tus circunstancias.
¿Qué vas a cambiar para lograr sentirte mejor? Tus hábitos cotidianos pueden reforzar tu energía y debilitar tu estrés. En este sentido, algunos cambios simples pueden hacer gran diferencia. Por ejemplo, si eres de los que diariamente te sometes a una intensa dieta mediática, ¿qué tal si eliges leer menos la prensa diaria y evitar el maratón de los noticieros nocturnos en televisión justo antes de acostarte? Te apuesto algo: el mundo no va a cambiar porque tú dejes de ver, escuchar y leer noticias; pero tu salud mental sí puede beneficiarse enormemente de una adecuada dieta mediática.
¿A qué simples cambios te comprometes para lograr lo que necesitas para sentirte mejor?¿Qué hábitos constructivos y positivos puedes incorporar en tu vida?


Quinta decisión:
En vez de preocuparme… Yo Me Ocupo
El antídoto para tus preocupaciones: ocúpate; ponte en acción; muévete hacia lo que quieres y está en ti lograr.
Hay situaciones que definitivamente escapan de nuestro control. Hagamos lo que hagamos, ni siquiera podemos influir sobre ellas. Entonces, ¿qué caso tiene preocuparte por aquello que escapa de ti?
¿Algo te preocupa? ¿Está en ti hacer algo al respecto? Entonces ponte en acción; de lo contrario, acepta que eso escapa de tu esfera de influencia y decide soltarlo para hacerte cargo de las oportunidades que sí puedes
aprovechar.
Quizá no puedas cambiar tus circunstancias en este momento. Pero sí puedes elegir una actitud que te permita aceptar lo que es, aprovechar lo que es posible, comprometerte a lograr lo que quieres y ponerte en acción.


Sexta decisión:
En vez de olvidarme de lo que tengo… Yo Agradezco
Cuando los niveles de estrés se incrementan y te encuentras rodeado de cambios y nuevos desafíos, es normal que pierdas perspectiva y te desconectes de lo que tienes. En medio del caos corres el peligro de dar por sentado y olvidarte de lo que realmente llena tu vida y constituye tus éxitos y fortalezas.
¿De cuántas cosas podrías estar agradecido en tu vida?
La gratitud es un excelente antídoto ante las sensaciones de desesperanza, ya que te permiten conectarte con la abundancia y magia de tu vida. El agradecer te permite enfocarte en lo que tienes —para continuar avanzando hacia tu éxito y plenitud— en vez de aquello que te hace falta.
En la gratitud los miedos se desvanecen ya que te das cuenta de que has recibido y tienes más de lo que creías. Conéctate con ella y no olvides los miles de regalos que has disfrutado en forma de experiencias, amistades, aprendizajes, momentos, oportunidades, amores. talentos, fortalezas, conocimientos.
¿Qué podrías agradecerle a la vida en este momento?


Séptima decisión:
En vez de desconfiar… Yo confío
¿Estás eligiendo creer que tus problemas son más grandes que tú o que tú eres más grande que ellos?
¿Crees que tus circunstancias negativas son permanentes o sabiamente eliges creer que todo se mueve en ciclos y que después del invierno viene la primavera?
¿Estás pensando que estás a merced de las circunstancias o sabes que tú tienes el control para adueñarte de tu capacidad para salir adelante?
¿No te sientes seguro de quienes te acompañan o decides confiar en el carácter y la capacidad del otro?
Confiar o no confiar. La decisión es tuya.


Octava decisión:
En vez de visualizar en negativo… Yo Apuesto a Ganar
Como decía Henry Ford, “si crees que puedes o crees que no puedes, estás en lo cierto”. En ti está elegir conscientemente apostarle a tu éxito y tener fe en que todo lo que sucede es lo mejor.
El miedo se alimenta de una proyección mental catastrófica de lo que puede suceder. Esa misma energía y talento para visualizar en negativo puedes enfocar en lo que realmente deseas: tu éxito.
No es simple pensamiento positivo. No es pretender ingenuamente que todo va a salir bien por el simple hecho de pensar que así va a ser. Ésta es la octava decisión. Ya aceptaste la realidad. También identificaste lo que puedes aprovechar de las circunstancias. Además has asumido tu responsabilidad en el proceso. Estás comprometido a la acción y estás ocupándote de lo que es posible. Conectado con la gratitud por lo que ya tienes, decides confiar en ti, en el otro y en el proceso.
Ya lo que queda es apostar a ganar… y llevar tus decisiones a la acción.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Y RIASE LA GENTE!!!


ALGUMAS FRASES PARA REFLETIR E RIR

ETERNIDAD
"Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida ! "
“Hay tres cosas que nunca vuelven atrás: ¡la flecha lanzada, la palabra pronunciada y la oportunidad perdida!
INVESTIGACIÓN
Se você rouba idéias de um autor, é plágio. Se você rouba de muitos autores, é pesquisa."
“Si usted roba ideas de un autor, es plagio. Si usted roba de muchos autores, es una investigación”
-- Wilson Mizner

"Deus não pode alterar a História, porém os historiadores podem."
“Dios no puede alterar la Historia, pero los historiadores pueden”
S. Butler

FINAL
El medico dá la pesima noticia a la paciente:
Señora, Ud. tiene menos de 12 horas de vida.
La mujer corre a casa y se lo cuenta al marido. Ambos deciden gastar el tiempo restante haciendo el amor. Lo hacen una vez; ella pide repetir. Lo hacen de nuevo... y ella pide más.
Después de la tercera, ella quiere una vez más; entonces, el marido le dice:
¡No jodás!... que yo mañana tengo que madrugar para ir al entierro y vos no.

FINAL
O médico dá a péssima notícia à paciente.
A senhora tem menos de doze horas de vida.
A mulher corre à casa e fala para o marido. Ambos decidem gastar o tempo restante fazendo o amor. O fazem uma vez; ela pede repetir. O fazem de novo... e ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer outra vez; então o marido diz:
Não seja chata! Amanhã tenho que madrugar ao enterro e você não!!!

"É o invencível hábito da objetividade que impede tanta gente de viver."
“Es el invencible habito de la objetividad lo que impide a tanta gente vivir”
Tchekhov

"Certo dia um neuro-cirurgião e um astronauta ateu conversavam. O astronauta disse:-Vivo lá em cima, no "céu" e nunca vi nenhum Deus! O neuro-cirurgião respondeu:-Quase todos os dias abro cabeças e nunca vi nenhum pensamento!"
“Cierto día un neurocirujano y un astronauta ateo conversaban. El astronauta dice: ¡Vivo allá arriba, en el cielo y nunca vi a ningún Dios! El neurocirujano respondió: ¡Yo casi todos los días abro cabezas y nunca vi ningún pensamiento!

"Falar com Deus é chamado oração, mas ouvir Deus é chamado loucura."
“Hablar com Dios es llamado de oración, pero oir a Dios es llamado de locura”
Filosofia normótica

EN LA FARMACIA
Dos solteronas poseen y atienden una farmacia, que heredaron de su padre.
Un buen día entra un hombre y pide un condón. Una de ellas le entrega uno de talla 42.
No... es muy pequeño.
Entonces le da uno de talla 44.
No... éste también es muy pequeño.
Busca y rebusca y le enseña uno de talla 54.
Tampoco me sirve... Sigue siendo pequeño.
La mujer le grita a su hermana:
¡Hermenegilda!... El señor necesita un condón de una talla mayor que la 54... ¿Qué podemos ofrecerle?...
¡Casa, comida y la mitad de la farmacia!

NA FARMACIA
Duas solteironas possuem e atendem uma farmácia que herdaram de seu pai.
Um bom dia entra um cara e pede uma camisinha. Uma delas entrega uma de tamanho 42.
Não, diz o cara, é pequena...
Então da para ele uma tamanho 48.
Não me serve, continua sendo pequena.
Procura e procura e entrega uma tamanho 54.
Não, também não me serve, é pequena....
A mulher grita para sua irmã....
Hermenegilda!! O senhor necessita uma camisinha maior que 54.
Que poderíamos oferecer-lhe?
Casa, comida, roupa lavada e a metade da farmácia!!!!!

"O primeiro importante mandamento é: Não permita que o atemorizem."
“El primer mandamiento importante es: No permita que lo intimiden”
Elmer Davis

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...