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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A PONTE PARA O SEMPRE


EL PUENTE PARA EL SIEMPRE



Pensamos que, a veces, no quedó un solo dragón.

No hay más ningún bravo caballero, ni una única princesa que se pasee por las florestas encantadas.

Pensamos, algunas veces, que nuestra era está más allá de las fronteras, más allá de las aventuras. Que el destino ya pasó del horizonte y se fue para siempre.

Es un placer estar engañado.

Princesas y caballeros, hechizos y dragones, misterio y aventura... no existen apenas aquí y ahora, también continúan siendo todo lo que ya existió en éste mundo.

En nuestro siglo, sólo mudaran de ropaje. Las apariencias se tornaron tan insidiosas que las princesas y los caballeros se pueden esconder los unos de los otros, se pueden esconder hasta de sí mismos.

Con todo, los maestros de la realidad aún nos encuentran, en sueños,
para decirnos que nunca perdimos el escudo que precisamos para luchar contra los dragones; que una descarga de fuego azul nos envuelve ahora, a fin de que podamos cambiar al mundo como deseamos.

¡La intuición susurra la verdad!
¡No somos polvo, somos magia!
Cierre los ojos y siga su intuición.
Richard Bach

A PONTE PARA O SEMPRE


Pensamos que, às vezes, não restou um só dragão.

Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem uma única princesa passear por florestas encantadas.

Pensamos, às vezes, que a nossa era está além das fronteiras, além das aventuras. Que o destino já passou do horizonte e se foi para sempre.

É um prazer estar enganado.

Princesas e cavaleiros, encantamentos e dragões, mistério e aventura... não existem apenas aqui e agora, mas também continuam a ser tudo o que já existiu nesse mundo.

Em nosso século, só mudaram de roupagem. As aparências se tornaram tão insidiosas que as princesas e cavaleiros podem se esconder uns dos outros, podem se esconder até de si mesmos.

Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram, em sonhos,
para nos dizerem que nunca perdemos o escudo de que precisamos contra os dragões; que uma descarga de fogo azul nos envolve agora, a fim de que possamos mudar o mundo como desejarmos.

A intuição sussurra a verdade!
Não somos poeira, somos magia!
Feche os olhos e siga sua intuição.
Richard Bach

sábado, 16 de outubro de 2010

DESTINOLOGÍA








É o destino Inelutável?
Autor Lic. Juan Carlos Basconcelos.



É o destino inevitável? Ao menos, desde os enfoques filosóficos e vulgares, nosso destino aparece como algo inevitável. Segundo esta crença, os acontecimentos biográficos, as experiências que cada um experimenta, constituem aspectos dum destino e que o sujeito não pode evitar. Filósofos, leigos, profissionais e pessoas comuns compartem a mesma opinião. Podemos aderir a esta postura “vulgar” e “pré-cientista” sobre nosso destino?. Respondamos este dilema através da história. Na antiguidade, como por exemplo, na Grécia, a vida se regia em sua maior parte, pelas profecias dos oráculos. Os pais, a sociedade, todos, em forma inconsciente, obedeciam aos ditados dos oráculos “sagrados”, porque constituíam mensagens divinas. O determinismo do destino era talhante e ninguém escapava a seu destino. Tal o exemplo de Édipo Rey. Embora, na atualidade, o “Deus” da antiguidade já não é o mesmo. E nosso “Deus” constitui o saber científico. Então, se nosso destino já não é regido -em sua maior parte- pelo “pensamento mítico, religioso ou mágico”, devemos reformular o determinismo de nosso destino. A determinação iniludível de nosso destino tem sofrido trocas. Podemos controlar muitas facetas de nossa vida e os descobrimentos das ciências sociais têm ajudado em muito. O exemplo das psicanálises é claro. O processo de “desmistificação” e a utilização do pensamento científico nos leva a pensar de maneira diferente sobre o conceito do destino. Abandonar este conceito à conceição vulgar, filosófica ou esotérica significa olvidar que a história do ser humano na terra, seus progressos tecnológicos, científicos, humanísticos, etc., constituíram marcos importantes no intento de conquistar o “Destino” do gênero humano num mundo cambiante e complexo. Significa olvidar que o conceito de “Destino” acarreta ademais de sua acepção determinista, um aspecto de câmbio, de transformação, que fora minimizado ou olvidado de forma tendenciosa porque significava um olhar totalizador da história dum sujeito, família ou sociedade. Por tanto, o estudo científico de nosso destino significa outra conquista importante no caminho do “dês-alienação” e “desmistificação” da civilização humana e as ruas sem saídas a que há desembocado a ordem capitalista e a desigualdade social imperante.
Para o sujeito, com as múltiplas determinações socioeconômicas, culturais, psicológicas, as influenciam inconscientes descobertas pelas psicanálises, etc., conduzem a uma visão “determinista” do destino. Do contrário, não existiriam as problemáticas subjetivas, de casal, familiares, etc., como abundam hoje em dia. Porém, desde a ciência, como a Destinología, podemos afirmar que a “inevitabilidade” do destino tem começado a sofrer fissuras. O descobrimento de que nosso destino está cifrado, que constitui um “programa” mental, um roteiro, um projeto potencial de nosso devir, há desembocado numa virada importante a respeito de nosso destino. Ao menos, pode existir aspectos que não se podam trocar, embora também existam aspectos que se podem modificar. O princípio de repetição do mesmo destino de doenças, sofrimentos e virtudes, se combina com o princípio da criatividade, em que os sujeitos introduzem câmbios, novidades, giros, avanços e retrocessos ou inclusive, grandes saltos no atinente a historia emocional, intelectual e material. Com a introdução do conceito de “câmbio” e de “progressos”, a determinação do destino retrocede as certas marcas ou lembranças ou pautas de condutas imodificáveis. Com a ajuda da nova ciência de nosso destino, a Destinología e o Destinólogo, podemos enfrentar a inevitabilidade de nosso destino. É o que todo ser humano anela: enfrentar e trocar seus dramas pessoais, suas frustrações, suas carências e dificuldades. A historia do ser humano constituiu sempre, uma luta contra o que nos amarra a terra, contra o inevitável, como o clima, a fome, os conflitos, as lutas, a ignorância, os medos… Sim, o ser humano não aceita facilmente seu destino. Buscará ciências como a psicanálises, a psicologia ou a sociologia para compreender e trocar os laços profundos que o amarram a sua própria historia inevitável. Conhecer tais, cifrar seus medos, angústias e necessidades constituíram sempre suas motivações mais importantes.
Os casos de conformidade ou aceitação acrítica do próprio destino constituem os menos. A busca dum programa de vida melhor, constitui um dos anseios mais profundos de todo ser humano. O único problema constituiu sempre “onde” e o “como”. A Destinología constitui uma resposta a essa pergunta profunda formulada por todos através de sofrimentos, buscas, reflexões ou ações, descobrimentos ou criações artísticas, entre outros. Ainda a “necessidade de sentido da própria vida” se subordina ao anterior. Se procura sentido à própria vida na medida em que se tenta compreender para modificar o que nos carcome, o que nos faz sofrer no casal, a família ou nos mal-estares da sociedade consumista.
As proezas, os saltos em pára-quedas, as grandes pesquisas e descobrimentos, as competências obsessivas, os êxitos, e buscas desenfreadas constituíram sempre os motivos mais fortes do ser humano. Isto acontece assim porque o verdadeiro desafio não é a um mesmo nem aos demais: o desafio é ao “Destino” que mora em cada um de nós e seu caráter de inevitabilidade. Com que não se pode trocar? “Eu quero ser diferente aos meus pais”. “Renego de minha família”. “Não quero que me aconteça o mesmo”, etc. Embora, tais afirmações não impeçam que seu autor se encontre em algumas das problemáticas existenciais determinadas por um destino inelutável. Para cambiar, para conhecer seu programa mental e seus nós problemáticos, requererá do novo profissional: o Destinólogo. O impulso para realizar perguntas, buscas, consultas, reformulações e queixas existenciais se origina em que, para o sujeito, ficar preso à seu destino é uma tragédia. Sobre tudo se o destino é problemático: problemas de casal, violência familiar, problemas sexuais, familiares, etc. Por tanto, o maior desafio para todo indivíduo o constitui o fato de enfrentar, conhecer e tentar modificar o próprio destino. Existiram casos em que tal desafio seja mínimo ou quiçá até errado, como os casos de adições em que o sujeito “tampa” ou “nega” seu próprio destino e se centra na busca de soluções hedonistas. Muitas vezes, a pergunta pelo destino se realiza em forma indireta ou metafórica: ideologias, a arte, a ciência, etc. O sujeito W, “persegue” algo, que para alguns constitui um suposto “objeto sagrado”, de índole maternal e erótica, ainda para a Destinología o que se busca é compreender o próprio destino. Tal busca ocupa muito tempo de nosso destino. Einstein na física. O filósofo na filosofia. O artista nas criações. etc. Todos, procuramos encontrar o sentido de nosso destino para controlar melhor o que nos sucede. Até existem casos que o sujeito necessita despregar primeiro as seqüências capitais de seu destino para logo tentar trocar os aspectos negativos. Exemplo seria a mulher que fica só com seu filho logo da separação, para iniciar uma terapia logo. Ou daquele que, para continuar a história paterna, despregou os fatos que o caracterizaram, e terminar ao fim, em logros importantes. Muitas histórias de vidas não consistem senão em “postas em cenas” de “destinos iguais”, modificados em poucos detalhes. Mas todos, carregam a influência dos demais, a família, os pais, e todo personagem “programador” porque lhe adjudicamos o rol de ser “exemplos” ou “ideais” para nosso destino.
Por tanto, livrar-se da própria tragédia, do próprio destino, ou dum destino ruim, requer de coragem, orientação e desejo de câmbio das repetições inelutáveis de nosso destino.
Como diz Borges: “O destino não faz acertos”, por isso se nos aparece como “inevitável”, embora para a Destinología constitua o começo das indagações e dos câmbios. Donde o pensamento vulgar e mágico se detém pasmado ante o determinismo dum suposto destino imodificável, e o pensamento filosófico relega ao campo da especulação conceptual, a Destinología nasce como nova opção teórica e prática, como novo modelo e instrumento para interpretar e modificar o destino dos seres humanos.

E
¿Es el destino Ineluctable?

¿Es el destino inevitable? Al menos, desde los enfoques filosóficos y vulgares, nuestro destino aparece como algo inevitable. Según esta creencia, los acontecimientos biográficos, las experiencias que cada uno experimenta, constituyen aspectos de un destino y que el sujeto no puede evitar. Filósofos, legos, profesionales y personas comunes sostienen la misma opinión. ¿Podemos adherir a esta postura “vulgar” y “pre-científica” sobre nuestro destino?. Respondamos éste dilema a través de la historia. En la antigüedad, como por ejemplo en Grecia, la vida se regía en su mayor parte, por las profecías de los oráculos. Los padres, la sociedad, todos, en forma inconsciente, obedecían los dictados de los oráculos “sagrados”, porque constituían mensajes divinos. El determinismos del destino era tajante y nadie escapaba a su destino. Tal el ejemplo de Edipo Rey. Sin embargo, en la actualidad, el “Dios” de la antigüedad ya no es el mismo. Y nuestro “Dios” constituye el saber científico. Entonces, si nuestro destino ya no es regido-en su mayor parte- por el “pensamiento mítico, religioso o mágico”, debemos replantear el determinismo de nuestro destino. La determinación insoslayable de nuestro destino ha sufrido cambios. Podemos controlar muchas facetas de nuestra vida y los descubrimientos de las ciencias sociales han ayudado en mucho. El ejemplo del psicoanálisis es claro. El proceso de “desmitificación” y la utilización del pensamiento científico, nos lleva a pensar de manera diferente sobre el concepto de destino. Abandonar éste concepto a la concepción vulgar, filosófica o esotérica significa olvidar que la historia del ser humano en la tierra, sus progresos tecnológicos, científicos, humanísticos, etc., constituyeron hitos importantes en el intento de conquistar el “Destino” del género humano en un mundo cambiante y complejo. Significa olvidar que el concepto de “Destino” conlleva, además de su acepción determinista, un aspecto de cambio, de transformación, que fuera minimizado u olvidado en forma tendenciosa porque significaba una mirada totalizadora de la historia de un sujeto, familia o sociedad. Por lo tanto, el estudio científico de nuestro destino significa otra conquista importante en el camino de la “desalienación” y “desmitificación” de la civilización humana y los callejones sin salidas a que ha desembocado el orden capitalista y la desigualdad social imperante.
Para el sujeto, con las múltiples determinaciones socioecónomicas, culturales, psicológicas, las influencias inconscientes descubiertas por el psicoanálisis, etc., conducen a una visión “determinista” del destino. De lo contrario, no existirían las problemáticas subjetivas, de pareja, familiares, etc., como abundan hoy en día. Pero desde la ciencia, como la Destinología, podemos afirmar que la “insoslayabilidad” del destino ha comenzado a sufrir fisuras. El descubrimiento de que nuestro destino está cifrado, que constituye un “programa” mental, un guión, un proyecto potencial de nuestro devenir, ha desembocado en un viraje importante respecto de nuestro destino. Al menos, pueden existir aspectos que no se puedan cambiar, aunque también existen aspectos que se pueden modificar. El principio de repetición del mismo destino de dolencias, sufrimientos y virtudes, se combina con el principio de creatividad, en que los sujetos introducen cambios, novedades, virajes, avances y retrocesos o incluso, grandes saltos en lo atinente a la historia emocional, intelectual y material. Con la introducción del concepto de “cambio” y de “progresos”, la determinación del destino retrocede a ciertas marcas o recuerdos o pautas de conductas inmodificables. Con la ayuda de la nueva ciencia de nuestro destino, la Destinología y el Destinólogo, podemos enfrentar la insoslayabilidad de nuestro destino. Es lo que todo ser humano anhela: enfrentar y cambiar sus tragedias personales, sus frustraciones, sus carencias y dificultades. La historia del ser humano constituyó siempre, una lucha contra lo que nos ata a la tierra, contra lo inevitable, como el clima, el hambre, los conflictos, las luchas, la ignorancia, los miedos… Si, el ser humano no acepta fácilmente su destino. Buscará ciencias como el psicoanálisis, la psicología o la sociología para comprender y cambiar los lazos profundos que lo atan a su propia historia inevitable. Conocer tales, cifrar sus miedos, angustias y necesidades constituyeron siempre sus motivaciones más importantes.
Los casos de conformidad o aceptación acrítica del propio destino constituyen los menos. La búsqueda de un programa de vida mejor, constituye uno de los anhelos más profundos de todo ser humano. El único problema constituyó siempre el “dónde” y el “cómo”. La Destinología constituye una respuesta a esa pregunta profunda formulada por todos a través de sufrimientos, búsquedas, reflexiones o acciones, descubrimientos o creaciones artísticas, entre otros. Aún la “necesidad de sentido de la propia vida” se subordina a lo anterior. Se busca sentido a la propia vida en la medida que se intenta comprender para modificar lo que nos carcome, lo que nos hace sufrir en la pareja, la familia o en los malestares de la sociedad consumista.
Las proezas, los saltos en paracaídas, las grandes investigaciones y descubrimientos, las competencias obsesivas, los logros, y búsquedas desenfrenadas constituyeron siempre los motivos más fuertes del ser humano. Esto sucede así porque el verdadero desafío no es a uno mismo ni a los demás: el desafío es al “Destino” que mora en cada uno de nosotros y su carácter de insoslayabilidad. ¿Con que no se puede cambiar eh?. “Yo quiero ser diferente a mis padres”. “Reniego de mi familia”. “No quiero que me pase lo mismo”, etc. Sin embargo, tales afirmaciones no impiden que su autor se encuentre en algunas de las problemáticas existencias determinados por un destino insoslayable. Para cambiar, para conocer su programa mental y sus nudos problemáticas, requerirá del nuevo profesional: el Destinólogo. El impulso para realizar preguntas, búsquedas, consultas, replanteos y quejas existenciales se origina en que, para el sujeto, quedar atrapado en su destino es una tragedia. Sobre todo si el destino es problemático: problemas de pareja, violencia familiar, problemas sexuales, familiares, etc. Por lo tanto, el mayor reto para todo individuo lo constituye el hecho de enfrentar, conocer e intentar modificar el propio destino. Existirán casos en que tal desafío sea mínima o quizás hasta errada, como los casos de adicciones en que el sujeto “tapa” o “niega” su propio destino y se centra en la búsqueda de soluciones hedonistas. A veces, la pregunta por el destino se realiza en forma indirecta o metafórica: ideologías, el arte, la ciencia, etc. El sujeto W, “persigue” algo, que para alguno constituye un supuesto “objeto sagrado”, de índole maternal y erótica, aunque para la Destinología lo que si se busca es comprender el propio destino. Tal búsqueda ocupa mucho tiempo de nuestro destino. Einstein en la física. El filósofo en la filosofía. El artista en las creaciones. etc. Todos, buscamos encontrar el sentido de nuestro destino para controlar mejor lo que nos sucede. Hasta existen casos en que el sujeto necesita desplegar primero las secuencias capitales de su destino para luego intentar cambiar los aspectos negativos. Ejemplo sería la mujer que queda sola con su hijo luego de la separación, para iniciar una terapia luego. O de aquel que, para continuar la historia paterna, desplegó los hechos que lo caracterizaron, y terminar al fin, en logros importantes. Muchas historias de vidas no consisten sino en “puestas en escenas” de “destinos calcados”, modificados en pocos detalles. Pero todos, conllevan la influencia de los demás, la familia, los padres, y todo personaje “programador” porque le adjudicamos el rol de ser “ejemplos” o “ideales” para nuestro destino.
Por lo tanto, librarse de la propia tragedia, del propio destino, o de un destino penoso, requiere de coraje, orientación y deseo de cambio de las repeticiones insoslayables de nuestro destino-
Como dice Borges: “El destino no hace acuerdos”, por eso se nos aparece como “insoslayable”, aunque para la Destinología constituye el comienzo de las indagaciones y de los cambios. Donde el pensamiento vulgar y mágico se detiene pasmado ante el determinismo de un supuesto destino inmodificable, y el pensamiento filosófico relega al campo de la especulación conceptual, la Destinología nace como nueva opción teórico-práctica, como nuevo modelo e instrumento para interpretar y modificar el destino de los seres humanos.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A MORTE


OSHO E A MORTE

Sobre a morte manifestou:

Leva tua atenção a olhar dentro de ti aquilo que nunca morre. Estás agora pronto para soltar o que se há morto e se há ido. Olvida tentar trazer-lo de volta e não tomes sua partida como algo pessoal.
Os milagres de Buda são totalmente diferentes aos de Jesus. Uma mulher vai ver a Buda: seu filho está morto e ela se lamenta e chora, é viúva e nunca poderá ter outro filho. Seu único filho está morto e ele constituía todo seu amor e sua atenção.
Porém, que fez Buda? Buda lhe sorri e diz: `Só vai ao povoado e procura umas quantas sementes de mostarda duma casa onde ninguém tenha jamais morto. A mulher se foi rapidamente ao povoado de casa em casa. E em todas lhe diziam: `Podemos te dar tantas sementes de mostarda como desejes, mas não podemos cumprir tua condição, porque muitas pessoas morreram em nossa casa. Uma e outra vez acontecia o mesmo. Embora ela seguisse abrigando esperanças.
“Quiçá, quem sabe, pode haver alguma casa em algum lugar, que não há conhecido a morte. Caminhou e caminhou durante todo o dia. Na tarde, uma grande luz de compreensão lhe atingiu:`A morte é uma parte da vida. Acontece. Não é algo pessoal. “Não é uma calamidade pessoal que me há acontecido”. Com esta compreensão se dirigiu a Buda. Ele lhe perguntou: “Onde estão as sementes de mostarda?”. Ela sorriu, caiu aos pés dele e falou: “Me inicia. Quisera conhecer aquilo que nunca morre. Não quero que regressem a meu filho, porque ainda quando me o deram, ele morreria novamente. Ensina-me algo, de modo que possa conhecer dentro de mim mesma o que nunca morre”.

Comenta:

O homem não sabe o que fazer ante a morte. Não pode entender-la, não pode fazer uma ciência dela; é por isso que a morte está ainda incorrupta, sem ser tocada pela mão do homem. Se nos há ensinado durante séculos que a morte está em contra da vida, que é a inimiga da vida, que é o final da vida. Por isso, temos medo e não podemos relaxar, não podemos abandonar-nos a ela. E se não podes te deixar ir ante a morte, permanecerás tenso em quanto vivas.
Ao aceitar a morte te equilibras e tudo se aceita: o dia e a noite, o verão e o inverno; a luz e a obscuridade. Quando ambas as polaridades da vida são aceitas, recobrarás o equilíbrio.
“A morte se parece ao medo". A aceitação da morte, é um processo que se deve realizar passo a passo, como quando queremos acercar-nos a um animal que nos tem medo e ao qual lhe temos medo também, e preparar-nos respeitosamente, não só psicologicamente senão espiritualmente. Assim é a morte é uma porta a mais em nossas vidas... se lhe tem medo como a todo o desconhecido....é um mistério mais para descobrir, devemos tratar-la como à vida, ir tecendo-las juntas, já que na vida vamos passando de uma etapa à outra ....morre uma etapa para nascer outra
nova...e assim sucessivamente,,,,,

Versão Espanhol.

Sobre la muerte manifestó:
Lleva tu atención a mirar dentro de ti aquéllo que nunca muere. Estás ahora listo para soltar lo que se ha muerto o se ha ido. Olvídate de intentar traerlo de vuelta y no tomes su partida como algo personal.
Los milagros de Buda son totalmente diferentes de los de Jesús. Una mujer va a Buda: su niño está muerto y ella se lamenta y llora, y es viuda y nunca podrá tener otro hijo. Su único hijo está muerto y él constituía todo su amor y su atención.
Pero ¿qué hizo Buda? Buda le sonrió y dijo: `Sólo ve al pueblo y busca unas cuantas semillas de mostaza de una casa donde nadie haya jamás muerto`. La mujer se fue rápidamente al pueblo y fue de casa en casa. Y en todas le decían: `Podemos darte tantas semillas de mostaza como desees, pero no podemos cumplir tu condición, porque mucha gente ha muerto en nuestra casa`. Una y otra vez ocurría lo mismo. Sin embargo ella seguía abrigando esperanzas. `Quizás, quién sabe, puede haber alguna casa en algún lugar, que no ha conocido la muerte`. Caminó y caminó durante todo el día. Hacia la tarde, una gran luz de comprensión le sobrevino: `La muerte es una parte de la vida. Ocurre. No es algo personal. No es una calamidad personal que me ha ocurrido a mí`. Con esa comprensión se dirigió a Buda. El le preguntó: `¿Dónde están las semillas de mostaza?` Y ella sonrió, cayó a los pies de él y le dijo: `Iníciame. Quisiera conocer aquéllo que nunca muere. No pido que me regresen a mi hijo, porque aún cuando me lo dieran, él moriría nuevamente. Enséñame algo, de modo que pueda conocer dentro de mí misma lo que nunca muere`.

Comenta, el hombre no sabe qué hacer ante la muerte. No puede entenderla, no puede hacer una ciencia de ella; es por eso que la muerte está aún incorrupta, sin ser tocada por la mano del hombre. Se nos ha enseñado durante siglos que la muerte está en contra de la vida, que es la enemiga de la vida, que es el final de la vida. Por eso, tenemos miedo y no nos podemos relajar, no podemos abandonarnos a ella. Y si no puedes dejarte ir ante la muerte, permanecerás tenso mientras vivas.
Al aceptar la muerte te equilibras y todo se acepta: el día y la noche, el verano y el invierno; la luz y la oscuridad. Cuando ambas polaridades de la vida son aceptadas, recobras el equilibrio.
“La muerte se parece al miedo". La aceptación de la muerte, es un proceso que se debe realizar paso a paso, como cuando queremos acercarnos a un animal que nos tiene miedo y al cual le tenemos miedo, y prepararnos respetuosamente, no solo sicológicamente sino espiritualmente. Así es la muerte es una puerta mas en nuestras vidas... se le tiene miedo como a todo lo desconocido....es un misterio mas para descubrir, debemos tratarla como a la vida, ir tejiéndolas juntas, ya que en la vida vamos pasando de una etapa a la otra ....muere una etapa para nacer otra
nueva...así sucesivamente,,,,,

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

PARA SER FELIZ...






PARA SER FELIZ...

De más a las personas, MÁS de lo que ellas esperan, y hágalo con alegría.
Memorice su poema favorito.
No acredite en todo lo que usted oye, gaste todo lo que usted tiene y duerma tanto como usted quiera.

Cuando diga "Yo te amo" mire a las personas a los ojos.
Esté de novio por lo menos seis meses antes de casarse.
Crea en el amor a primera vista.
Nunca se ría de los sueños de otras personas.
Ame profundamente y con pasión.
Usted se puede lastimar, pero es la única forma de vivir la vida plenamente.
En los desacuerdos, luche de forma justa, no use palabrotas.
No juzgue a las personas por sus parientes.
Hable lentamente, pero piense con rapidez.
Cuando alguien pregunte algo que usted no quiere responder, sonría y pregunte: "¿Por qué usted quiere saber?".
Recuerde que los grandes amores y las grandes conquistas envuelven riesgos.
Comuníquese con su madre.
Diga "salud" cuando alguien estornude.
Cuando usted se dé cuenta que cometió un error, tome las actitudes necesarias.
Cuando usted pierda, no pierda la lección.
Recuerde siempre las tres erres ®: Respeto por sí mismo, Respeto por el prójimo y Responsabilidad por sus acciones.
No deje que una pequeña disputa hiera una gran amistad.
Sonría al atender el teléfono, la persona que esté llamando percibirá ello en su voz.
Cásese con alguien com quien usted guste conversar. Al envejecer su aptitud de conversación será tan importante como cualquier otra.
Pase más tiempo solo.
Abra sus brazos para los cambios, pero no abra mano de sus valores.
Recuerde que el silencio, es algunas veces, la mejor respuesta.
Lea más libros y mire menos TV.
Viva una vida buena y honrada. Así, cuando usted sea más viejo y mire para atrás, usted la aprovechará una vez más.
Confíe en Dios, pero cierre el auto.
Una atmosfera de amor en su casa es muy importante. Haga todo lo que pueda para crear un hogar tranquilo y con armonía.
En desacuerdo con seres queridos, enfoque la situación actual.
No hable del pasado.
Lea lo que está en las entrelineas.
Reparta su conocimiento. Es una forma de alcanzar la inmortalidad.
Sea gentil con el planeta.
Rece. Hay un poder inconmensurable en ello.
Nunca interrumpa cuando esté siendo elogiado.
Cuide de su propia vida.
No confíe en alguien que no cierra los ojos cuando besa.
Una vez por año, vaya a algún lugar donde nunca estuvo antes.
Si usted gana mucho dinero, úselo para ayudar a los otros, mientras usted esté vivo. Ésta es la mayor satisfacción de la riqueza.
Recuerde que la mejor relación es aquella en que el amor de uno por el otro es mayor que la necesidad de uno por el otro.
Juzgue su éxito por las cosas a las que usted tuvo que renunciar para conseguirlo.
Recuerde que su carácter es su destino.
Disfrute del amor y la culinaria con total abandono.

Su Santidad el Dalai Lama

Para ser feliz. (Portugués)

Dê mais às pessoas, MAIS do que elas esperam, e faça com alegria.
• Decore seu poema favorito.
• Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira.
• Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos.
• Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
• Acredite em amor à primeira vista.
• Nunca ria dos sonhos de outras pessoas.
• Ame profundamente e com paixão.
• Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.
• Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões.
• Não julgue as pessoas pelos seus parentes.
• Fale devagar, mas pense com rapidez.
• Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Porque você quer saber?".
• Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
• Ligue para sua mãe.
• Diga "saúde" quando alguém espirrar.
• Quando você se deu conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.
• Quando você perder, não perca a lição.
• Lembre-se dos três Rs: Respeito por si próprio, respeito ao próximo e responsabilidade pelas ações.
• Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
• Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
• Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação será tão importante quanto qualquer outra.
• Passe mais tempo sozinho.
• Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
• Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
• Leia mais livros e assista menos TV.
• Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.
• Confie em Deus, mas tranque o carro.
• Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranqüilo e com harmonia.
• Em desentendimento com entes queridos, enfoque a situação atual.
• Não fale do passado.
• Leia o que está nas entrelinhas.
• Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.
• Seja gentil com o planeta.
• Reze. Há um poder incomensurável nisso.
• Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
• Cuide da sua própria vida.
• Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija.
• Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.
• Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo. Esta é a maior satisfação de riqueza.
• Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
• Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir.
• Lembre-se de que seu caráter é seu destino.
• Usufrua o amor e a culinária com abandono total.

Sua Santidade o Dalai Lama

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A VIDA


LA VIDA







A vida é possível apenas por meio de desafios. A vida é possível apenas quando você tem ambos, bom tempo e mau tempo,
quando você tem ambos, prazer e dor, quando você tem ambos, inverno e verão, dia e noite.
Quando você tem ambos, tristeza e alegria, desconforto e conforto. A vida se move entre essas duas polaridades.
Movendo-se entre essas duas polaridades, você aprende como ter equilíbrio.
Entre essas duas coisas, você pode aprender como voar até a estrela mais distante.
As dificuldades sempre existem, são parte da vida. E é bom que existam, ou não haveria crescimento.
Dificuldades são desafios. Elas o incitam a trabalhar, a pensar, a descobrir meios de sobrepujá-las.
O próprio esforço é essencial. Assim, sempre tome as dificuldades como bênçãos. Sem dificuldades, estaríamos perdidos.
Dificuldades maiores virão, e isso significa que a existência está cuidando de você, está lhe dando mais desafios.
E, quanto mais você os soluciona, maiores desafios estarão esperando por você.
As dificuldades desaparecem somente no último momento, mas esse último momento chega somente devido às dificuldades.
Assim, nunca tome negativamente qualquer dificuldade. Descubra o algo positivo nela para o seu aprendizado.
A mesma rocha que bloqueia o caminho poderá funcionar como um degrau.
E se não houvesse essa rocha no caminho, como você se elevaria?
E o próprio processo de ir acima dela, tornando-a um degrau, dá-lhe uma nova atitude de ser.
Quando você pensa criativamente sobre a vida, tudo é útil e tudo tem algo a lhe dar.
Nada é sem sentido.

LA VIDA (versão español)

La vida es posible apenas por medio de desafíos. La vida es posible apenas cuando usted tiene ambos, buen tiempo y mal tiempo,
cuando usted tiene a ambos, placer y dolor, cuando usted tiene a ambos, invierno y verano, día y noche.
Cuando usted tiene a ambos, tristeza y alegría, incomodidad y confort. La vida se mueve entre esas dos polaridades.
Moviéndose entre esas dos polaridades, usted aprende como tener equilibrio.
Entre esas dos cosas, usted puede aprender como volar hasta la estrella más distante.
Las dificultades siempre existen, son parte de la vida. Y es bueno que existan, o no habría crecimiento.
Dificultades son desafíos. Ellas nos incitan a trabajar, a pensar, a descubrir medios de sobrepujarlas.
El propio esfuerzo es esencial. Así, tome siempre las dificultades como bendiciones. Sin dificultades, estaríamos perdidos.
Dificultades mayores vendrán, y eso significa que la existencia está cuidando de usted, le está dando más desafíos.
Y, cuanto más usted los soluciona, mayores desafíos estarán esperando por usted.
Las dificultades desaparecen solamente en el último momento, mas ese último momento llega solamente debido a las dificultades.
Así, nunca tome negativamente cualquier dificultad. Descubra algo positivo en ella para su aprendizaje.
La misma roca que bloquea al camino podrá funcionar como un escalón.
¿Y si no existiera esa roca en el camino, como usted se elevaría?
Y el propio proceso de ir arriba de ella, tornándola un peldaño, le da una nueva actitud de ser.
Cuando usted piensa creativamente sobre la vida, todo es útil y todo tiene algo para darle.
Nada es sin sentido.
(OSHO)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

NOSSAS ESCOLHAS






O PODER DE NOSSAS ESCOLHAS





Coisas ruins não são o pior que pode nos acontecer.
O que de pior pode nos acontecer é NADA.

Uma vida fácil nada nos ensina. No fim, é o que aprendemos o que importa: o que aprendemos e como nos desenvolvemos.

Traçamos nossas vidas pelo poder de nossas escolhas. Quando nossas escolhas são feitas passivamente, quando não somos nós mesmos que traçamos nossas vidas, nos sentimos frustrados.

Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo.

Geramos nossos próprios meios. Obtemos exatamente aquilo pelo que lutamos. Somos responsáveis pela vida que nós próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o louvor, senão a nós mesmos? Quem pode mudar nossas vidas, a qualquer tempo, senão nós mesmos?

Deus sabe que isto é verdade

EL PODER DE NUESTRAS ELECCIONES

Las cosas malas no son lo peor que nos puede nos suceder. Lo peor que nos puede acontecer es NADA.

Una vida fácil nada nos enseña. Al fin, es lo que aprendemos lo que importa: lo que aprendemos y como nos desenvolvemos.

Trazamos nuestras vidas por el poder de nuestras elecciones. Cuando nuestras elecciones son efectuadas pasivamente, cuando no somos nosotros mismos quienes trazamos nuestras vidas, nos sentimos frustrados.

Una pequeña mudanza hoy puede acarrearnos un mañana profundamente diferente. Son grandes las recompensas para aquellos que tienen el coraje de cambiar, mas esas recompensas se encuentran ocultas por el tiempo.

Generamos nuestros propios medios. Obtenemos exactamente aquello por lo que luchamos. Somos responsables por la vida que nosotros mismos creamos.
¿Quién tendrá la culpa, a quien cabe el elogio, sino a nosotros mismos?
¿Quién puede mudar nuestras vidas, en cualquier momento, sino nosotros mismos?

Dios sabe que esto es verdad

Richard Bach

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

BUENAS NOTICIAS


Superleite produzido na Argentina pode prevenir câncer

Embrapa realiza pesquisas para produzir alimento semelhante no Brasil

por Juliana Bacci

Com teor de gordura 50% inferior ao leite comum e com altos índices dos ácidos vacênico e linoleico, que ajudam naprevenção do câncer, doenças cardíacas e diabetes, agrônomos da Argentina criaram recentemente o chamado“superleite”. O alimento é ainda menos gorduroso do que o leite desnatado e o enriquecido com ferro.

As qualidades do superleite estão relacionadas à alimentação fornecida às vacas produtoras, enriquecida com óleo de soja e de peixe. Queijos e iogurtes derivados do produto já circulam nos arredores de Buenos Aires, capital argentina. Para a prevenção de doenças, é recomendado o consumo diário de, no mínimo, 90 gramas do leite.

No Brasil, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estuda a produção de alimento semelhante, também baseado na nutrição animal diferenciada. Mas uma norma do Ministério da Agricultura impede o uso da farinha e óleo de peixe no país. “Os suplementos estão relacionados à doença da vaca louca”, explica Marco Aurélio Gama, pesquisador da Embrapa.

Assim, estudiosos buscam alternativas para levar à população brasileira um leite mais saudável. Óleos de girassol e de soja são testados há quatro anos. A pastagem também é fator importante no resultado das pesquisas. Ao contrário da Argentina, o Brasil não possui plantação forrageira em abundância o ano todo.

Súper leche producida en la Argentina puede prevenir cáncer

Embrapa realiza investigaciones para producir un alimento semejante en Brasil
por Juliana Bacci

Con un tenor graso 50% inferior a la leche común y con altos índices de los ácidos vacénico y linoleico, que ayudan en la prevención del cáncer, dolencias cardíacas y diabetes, agrónomos de la Argentina crearon recientemente la llamada “súperleche”. El alimento es aún menos graso que la leche desnatada y es enriquecido con hierro.

Las cualidades de la superleche están relacionadas a la alimentación suministrada a las vacas productoras, enriquecida con aceite de soja y de pescado. Quesos y yogurts derivados del producto ya circulan en los alrededores de Buenos Aires, capital argentina. Para la prevención de dolencias, es recomendado el consumo diário de, como mínimo, 90 gramos de ésta leche.

En Brasil, la Empresa Brasileña de Pesquisa Agropecuaria (Embrapa) estudia la producción de un alimento semejante, también basado en la nutrición animal diferenciada. Pero una norma del Ministerio de Agricultura impide el uso de harina y aceite de pescado en el país. “Los suplementos están relacionados a la enfermedad de la vaca loca”, explica Marco Aurélio Gama, investigador de Embrapa.

De ésta manera, los estudiosos buscan alternativas para llevar a la población brasileña una leche más saludable. Aceites de girasol y de soja son testados hace cuatro años. El pastaje también es un factor importante en el resultado de las pesquisas. Al contrario de la Argentina, Brasil no posee plantación forrajera en abundancia todo el año.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

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